Nota do autor: As várias personagens que eu tirei dos animes, não me pertencem.
No capítulo anterior: Os nossos dezasseis heróis chegam a uma ilha misteriosa, com uma mansão no meio, a mansão Vinze. Apesar de procurarem pela ilha, não encontram lá ninguém. Além disso, a casa tem quartos onde estão escritos os nomes das pessoas e uma misteriosa rima está presente em todos os quartos.
Os nossos heróis, apesar de assustados, querem arranjar maneira de sair da ilha. Isto, até que o Kai morre, quando alguém lhe dá uma pancada na cabeça, com um ferro. A Anina e a Aki ficam muito mal e os outros também ficam em estado de choque.
Ninguém tem cabeça para pensar como é que irão sair da ilha. Só que no dia seguinte, a Anna ouve um barulho à noite, quando está sozinha e vai até à rua. Ela vai ver o mar e alguém a estrangula.
Bom Português 6
Anina: Rubrica esse documento o mais depressa possível, Kai.
Kai: Deteste a minha rúbrica. Parece um orangotango a perseguir o Tarzan.
Só um deles é que disse ou escreveu correctamente uma das palavras. Como é que acham que se escreve?
a) Rubrica
b) Rúbrica
Uma das formas está correcta, a outra não. Pensem em qual delas acham que está correcta e, no final do capítulo, eu direi qual das respostas está correcta.
Capítulo 36: Os Crimes Continuam
O Poema era assim: (Prestem atenção que vai ser importante)
Dezasseis pessoas na mansão Vinze
Uma delas leva uma pancada e então restam quinze. – Kai
Quinze pessoas, chocadas com o que aconteceu
Uma é apanhada de surpresa e restam catorze. – Anna
Catorze pessoas, na ilha com esperança
A uma é dado um tiro e restam treze.
Treze pessoas desconfiadas, enquanto o bolo coze
Para uma a vida chegou ao fim e restam doze.
Doze pessoas vão jantar e olham para o bronze
Uma delas engasga-se e então restam onze.
Onze pessoas em agitação, metem as mãos pelos pés
Uma delas adormece para sempre e então restam dez.
Dez pessoas vão almoçar enquanto não chove;
Uma delas decide não comer e então restam nove.
Nove pessoas a dormir: não é biscoito!
Uma delas levanta-se, não tem sorte e então restam oito.
Oito pessoas foram dar uma volta, por onde lhes compete;
Uma não quis mais voltar e então restam sete.
Sete pessoas vão rachar lenha, mas eis
Que um deles se corta e então restam seis.
Seis pessoas de uma colmeia fazem brinco;
A uma picou uma abelha e então restam cinco.
Cinco pessoas foram caminhar, a tomar ar no mato;
Uma ficou perdida e então restam quatro.
Quatro pessoas no mar; para um foi a última vez
Os outros nada puderam fazer e então restam três.
Três pessoas andando pela casa. E depois?
O urso abraçou um e então restam dois.
Duas pessoas ao sol, com medo até de uma pluma;
Uma delas acaba por morrer e então fica só uma.
Uma pessoa está aqui só, das dezasseis apenas restou uma;
Por fim ela enforcou-se e não ficou nenhuma.
Era o terceiro dia naquela ilha misteriosa. A Dejiko e a Daphne estavam levantadas há algum tempo, a preparar o pequeno-almoço. O Alex desceu as escadas e foi ter com elas à cozinha.
Alex: Bom dia meninas, já estão a pé há muito tempo?
Daphne: Alguém tem de fazer o pequeno-almoço. – disse a Daphne, encolhendo os ombros.
Dejiko: A Anina ainda não está em condições de nos ajudar e a Musette já está levantada, mas ficou a arrumar os nossos quartos.
Alex: Eu ajudo-vos no que puder. Os outros já devem estar quase a descer.
E o Alex tinha razão. Daí a alguns minutos, os outros começaram a descer para tomar o pequeno-almoço. A Aki não desceu para tomar o pequeno-almoço e a Camy decidiu levá-lo ao quarto.
Camy: Bom dia Aki. – disse a Camy, entrando no quarto com uma bandeja de comida.
Aki: Olá. – disse a Aki, com uma expressão desanimada. – Camy, desculpa por ter mandado a bandeja de comida para o chão, ontem.
Camy: Eu compreendo. – disse a Camy, pousando a bandeja na cama. – Hoje vais ter é de comer tudo.
A Aki acenou afirmativamente e começou a comer. A Camy sentou-se numa ponta da cama.
Camy: Eu sei que a morte do Kai foi trágica, mas tens de superar isso Aki.
Aki: Sim, eu sei. – disse a Aki, calmamente. – Só espero que isto seja um pesadelo e eu acorde rapidamente.
Camy: Aki...
Aki: Este é um universo alternativo, tudo pode acontecer. Nada me garante que o Kai esteja mesmo morto e não possa voltar. – disse a Aki. – Eu tenho esperança que tudo fique bem no final.
Na sala de jantar, os outros tomavam o pequeno-almoço. A Anina tinha descido para tomar o pequeno-almoço nesse dia. Apesar da sua postura rígida, estava a tentar ir em frente com a perda do Kai.
Ilda: Pessoal, a Anna ainda não veio tomar o pequeno-almoço. Será que ficou doente?
Sarah: Eu vou chamá-la. – disse a Sarah, levantando-se e subindo as escadas até ao quarto da Anna.
A Sarah desceu pouco depois e foi até à sala de jantar.
Sarah: Ela não está no quarto. E a cama dela não estava desfeita, por isso, ou ela fez a cama ou não dormiu no quarto.
Misuzu: Devemos ir procurá-la. – sugeriu a Misuzu.
Todos procuraram na mansão, mas não encontraram a Anna. Por fim, decidiram procurar fora de mansão. Foram a Ilda e a Saki que encontraram o corpo da Anna à beira do penhasco.
Ilda: Ela... ela... está...
Saki: Sim, está morta!
Com a ajuda do Brendan e do Alex, o corpo da Anna foi carregado para a mansão, até ao quarto da Anna e depois deitaram o corpo da Anna na cama, cobrindo-o com um lençol.
Todos, excepto a Aki, se reuniram na sala de estar. A Ilda chorava imenso, a Sarah e a Saki mantinham-se inexpressivas. A Daphne tinha uma pequena lágrima no canto do olho.
Brendan: Duas mortes. Como é que ela morreu?
Anina: Diria que foi asfixiada. Dá para notar pelas marcas no pescoço dela. – explicou a Anina.
Camy: Mas quem é que a assassinou?
Lina: Acho que neste momento, ninguém pode responder a essa pergunta.
Anina: Pessoal, temos de pensar num plano para conseguirmos sair desta maldita ilha. – disse a Anina, com convicção.
Musette: E o que é que tu sugeres Anina?
Anina: Não sei. Neste momento não tenho ideias. Digam-me vocês as vossas ideias.
Brendan: Bem, eu tenho uma ideia, mas pode parecer disparatada, para já não falar de complicada.
Dejiko: Não importa, é melhor isso que nada. Diz.
Brendan: Podíamos construir um pára-quedas. – sugeriu o Brendan.
Os outros ficaram um pouco surpreendidos.
Lina: Mas nós não sabemos fazer um pára-quedas.
Brendan: É assim, precisamos de metal, tecido resistente, amarras para que o pára-quedas não se desintegre e penso que é só.
Alex: Então só temos de procurar esses materiais, certo? Acho que devem existir coisas dessas na ilha.
Camy: Ok, vamos procurar!
O grupo separou-se para procurarem melhor. Quando a Misuzu passou pela sala de jantar, olhou de relance para a mesa das estatuetas de bronze e ficou espantada.
Misuzu: Hum… só estão aqui catorze estatuetas… mas ontem estavam aqui quinze! Oh não, a estatueta da Anna desapareceu… mas porquê?
A Dejiko estava a procurar algum tipo de amarras perto das colmeias de abelhas. Ouvia-se o zumbido das abelhas.
Dejiko: Hum… o que é que eu poderia usar para fazer de amarras? Tem de ser algo resistente.
Enquanto a Dejiko estava imersa a pensar, alguém se aproximou dela. Ela virou-se para essa pessoa e sorriu-lhe, até que viu que essa pessoa tinha uma pistola na mão.
Dejiko: Para que é que é essa pistola?
A Dejiko não obteve resposta, pois no memento seguinte, a pessoa elevou a pistola e deu um tiro certeiro na cabeça da Dejiko, que caiu no chão, morta.
Catorze pessoas, na ilha com esperança
A uma é dado um tiro e restam treze.
Magicville
Só encontraram o corpo da Dejiko quatro horas depois, pois a Misuzu começou a ficar alarmada, pois a Dejiko não voltava.
O Alex e o Brendan transportaram o corpo da Dejiko até ao quarto dela, deitaram o corpo na cama e cobriram-no com um lençol.
Esse dia passou. A Misuzu andava muito chorosa. A Aki, por seu lado, tinha finalmente recuperado e já saia do quarto.
Anina: Pessoal, eu sei que a morte da Dejiko nos chocou a todos, mas não podemos desmoralizar agora.
Brendan: O mais estranho é que, procurámos em todo o lado e não encontrámos mais ninguém na ilha.
Alex: Aposto que o assassino está escondido num lugar que nós não conhecemos. – disse o Alex, abanando a cabeça.
Camy: Temos de encontrar o pedaço de estrela. Assim vamos poder voltar para o espaço entre os mundos e deixar isto tudo para trás.
Lina: Sim, talvez eles não tenham morrido realmente e voltem ao normal quando sairmos deste mundo. – disse a Lina, de modo optimista.
Musette: Bem pessoal, vou fazer um bolo. Pode ser que nos anime um pouco.
A Musette foi para a cozinha. Os outros foram cada uma para seu lado. O Alex regressou à biblioteca, para procurar informação sobre aquela ilha. A Hikari regressou ao seu quarto. Os outros foram andar sem qualquer destino.
A Misuzu entrou no seu quarto e deitou-se na sua cama. Ficou a pensar durante uns segundos. Depois, levantou-se da cama e foi ver a rima que estava no quadro. Enquanto o bolo coze, dizia a rima.
A Misuzu desceu até à sala de jantar e foi até à mesa com as estatuetas de bronze. De repente, soltou uma exclamação de surpresa. No dia anterior estavam ali catorze estatuetas, mas hoje só restavam treze. A estatueta com a forma da Dejiko tinha desaparecido.
Misuzu: Acho que começo a entender…
A Misuzu subiu rapidamente as escadas e bateu à porta do quarto da Hikari. A Hikari abriu.
Hikari: O que foi Misuzu?
Misuzu: Preciso de falar contigo.
Hikari: Está bem. Entra.
A Misuzu entrou no quarto da Hikari e começou a falar.
Misuzu: Agora só restam treze estatuetas de bronze. As estatuetas da Anna, da Dejiko e do Kai desapareceram. E somos só treze agora. Eu acho que, de cada vez que alguém morre, desaparece uma estatueta.
Hikari: Misuzu, tu andas cansada. – disse a Hikari, dando-lhe uma palmadinha nas costas. – Começas a pensar coisas… mas não é verdade.
Misuzu: É verdade sim! – gritou a Misuzu. – As estatuetas desapareceram porque eles morreram!
Hikari: É melhor ires dormir um pouco Misuzu. Estás muito cansada.
A Misuzu saiu do quarto da Hikari, furiosa. Ela tinha pensado que a Hikari a iria apoiar e acreditar na teoria dela, mas a Hikari não tinha acreditado. A Misuzu voltou ao seu quarto e foi ler a rima.
Algo iria acontecer enquanto o bolo cozia. A Misuzu saiu do seu quarto a correr e desceu as escadas, quase chocando com a Ilda.
Ilda: Ei! Cuidado!
Misuzu: Desculpa Ilda, mas estou com pressa. – disse a Misuzu, dirigindo-se à cozinha.
Ilda: Mas o que é que ela vai fazer?
Quando a Misuzu entrou na cozinha, a Musette e a Daphne estavam lá a conversar.
Misuzu: O bolo já está a cozer? – perguntou a Misuzu, sem fôlego, entrando na cozinha.
Daphne: Está. – respondeu a Daphne. – Mas o que se passa Misuzu? Parece que andaste a correr.
Misuzu: Eu depois explico. – disse a Misuzu, apressadamente. – Não se separem uma da outra, fiquem sempre juntas.
A Misuzu saiu apressadamente da cozinha, deixando a Daphne e a Musette confusas.
Misuzu (pensando): Alguém vai morrer enquanto o bolo coze, mas quem? Tenho de ver onde estão os outros e reuni-los todos, pois, se alguém estiver sozinho, vai morrer.
A Misuzu correu até à pequena praia, mas não estava lá ninguém.
Misuzu (pensando): Talvez... já sei! Vou até ao penhasco, dali será mais fácil ver onde estão os outros.
Mas ao virar-se, a Misuzu viu um rosto que conhecia e os olhos da Misuzu pousaram sobre uma grande faca que essa pessoa tinha na mão.
Misuzu: Mas o que... tu! És tu que andas a matar as pessoas!
Voz: E tu és a próxima.
O assassino saltou sobre a Misuzu e começou a esfaqueá-la. A Misuzu gritou, até que caiu no chão, morta, depois de várias facadas.
Treze pessoas desconfiadas, enquanto o bolo coze
Para uma a vida chegou ao fim e restam doze.
Magicville
Só uma hora depois é que deram com o corpo da Misuzu. Mais uma vez, um corpo foi levado para o seu quarto e pousado na cama, sendo tapado por um lençol.
Ilda: Que horror. Numa casa com dezasseis quartos, quatro deles têm cadáveres.
Sarah: Temos de arranjar uma maneira de sair desta ilha. Eu não quero morrer.
Saki: Se tivéssemos um barco... – disse a Saki, pensativa.
Musette: E sobre o pára-quedas, alguém encontrou material?
Brendan: Não é possível fazermos o pára-quedas. Falta-nos metal e o tecido que arranjámos não é nada resistente.
Aki: Provavelmente nem chegaria a terra.
Hikari: Não podemos sair desta ilha, não é? – perguntou a Hikari, levantando-se. – Estamos todos condenados a morrer aqui!
A Hikari saiu da sala. A Anina foi atrás dela. Os outros ficaram sentados.
Alex: Isto está a mexer com todos nós.
Camy: Quem me dera que isto fosse um pesadelo e eu acordasse.
Lina: Temos de nos proteger e não andarmos sozinhos.
Saki: Não sei se isso vai resultar. – disse a Saki, abanando a cabeça. – O assassino ou assassina pode muito bem matar várias pessoas de uma vez.
Sarah: Mas afinal quem é esse assassino e onde se esconde?
No quarto da Hikari, ela tinha-se lançado para cima da cama. A Anina entrou nesse momento.
Anina: Hikari, tu estás muito perturbada.
Hikari: A Misuzu veio falar comigo. Ela estava preocupada. Ela sabia algo, mas eu não lhe prestei atenção. – disse a Hikari, começando a chorar.
Anina: Hikari, tem calma. A culpa da morte da Misuzu não é tua.
Hikari: Por favor Anina, deixa-me sozinha.
A Anina saiu do quarto, deixando a Hikari entregue aos seus pensamentos.
Magicville
A Hikari só desceu para jantar. Todos pareciam abalados pela morte da Misuzu e dos outros três antes dela.
Enquanto jantavam, a Hikari lembrou-se da conversa da Misuzu sobre as estatuetas de bronze. A Hikari levantou-se e foi até à mesa onde estavam as estatuetas.
Hikari: Cheguem todos aqui. – ordenou a Hikari e todos se levantaram. – A Misuzu avisou-me que, de cada vez que uma pessoa morria, desaparecia uma das estatuetas de bronze, aquela que lhe pertencia e é verdade. Vejam, a estatueta da Misuzu desapareceu.
Os outros olharam para as estatuetas e tiveram de concordar que faltavam ali as quatro estatuetas das pessoas que tinham morrido.
Musette: Realmente, é estranho.
Alex: Parece-me um jogo macabro do tal assassino.
Daphne: Fazer desaparecer as estatuetas... realmente, quem se iria lembrar disso? – perguntou a Daphne, franzindo o sobrolho.
Lina: A única coisa que sei é que isto tudo é muito estranho e quero sair daqui o mais rápido possível.
Brendan: Pessoal, de momento não vamos poder fazer nada. Vamos mas é terminar o jantar.
Os outros concordaram e terminaram de comer o jantar. Depois, todos se reuniram na sala de estar.
Aki: Temos de ver o ponto da situação.
Sarah: Morreram quatro pessoas e não encontrámos qualquer assassino. – resumiu a Sarah.
Brendan: A ilha foi toda revistada. Não encontrámos mais ninguém.
Saki: Claro que o assassino pode ter vindo até à ilha e ido embora outra vez. Ou está escondido nalgum lado que desconhecemos.
Hikari: Isto parece tudo muito complicado.
Alex: Estou farto de pensar nisto. E se ouvíssemos uma música ou algo assim?
Apesar de não haver rádios na casa, havia um velho gramofone. O Alex foi até ele e viu que um velho disco estava lá.
Alex: Está aqui um disco... chama-se o canto dos cisnes.
Anina: Oh... – disse a Anina, surpreendida.
Sarah: O que foi?
Anina: Os cisnes cantam antes de morrerem... isto é mau sinal.
Alex: Vamos ver o que tem o disco.
O Alex pôs o gramofone a funcionar. De repente, ouviu-se uma voz estranha.
Voz: Todos vocês vão morrer! Nenhum vai sobreviver! Pelos crimes que cometeram irão pagar e até os inocentes que estão com vocês irão ao inferno parar. Preparem-se para o assassino invisível, que com todos vai acabar. No fim, nenhum irá sobrar.
Todos ouviram o que o gramofone tinha dito e, logo de seguida, a Sarah desmaiou. A Ilda e a Saki ajudaram a deitá-la no sofá.
Daphne: O que se passou?
Brendan: Está só desmaiada.
Os outros esperaram, até que a Sarah recuperou os sentidos.
Sarah: Eu desmaiei? Oh, foi por causa daquele estúpido disco!
Todos começaram a andar de um lado para o outro, umas vezes conversando, outras sozinhos. O Brendan pousou o seu copo em cima de uma mesa e foi falar com a Sarah.
Enquanto isso acontecia, uma pessoa aproximou-se do copo do Brendan e deitou para lá uma pequena pastilha branca. Mal entrou em contacto com a bebida, a pastilha dissolveu-se.
Pouco depois, o Brendan foi buscar o seu copo e bebeu o líquido que estava lá dentro. Três segundos depois, o Brendan começou a agarrar a sua garganta, com uma expressão de intensa dor.
Anina: O que se passa?
Musette: Brendan? Diz qualquer coisa! – gritou a Musette, aflita.
Mas o Brendan não conseguiu falar, pois caiu no chão, morto.
Alex: Está morto.
Ilda: Mas como? Engasgou-se?
Alex: Podia dizer-se isso. – disse o Alex, pegando no copo do Brendan e cheirando-o - Mas... este copo tem um cheiro estranho…
Anina: Estou a começar a perceber... cheiro estranho na bebida... só pode ser veneno!
Doze pessoas vão jantar e olham para o bronze
Uma delas engasga-se e então restam onze.
Magicville
No castelo negro, a Rainha Beryl olhava para a sua bola de cristal, sorrindo maliciosamente.
Rainha Beryl: Muito bem Dark Vegeta. Arranjaste um bom plano.
O Dark Vegeta, que também estava ali, sorriu-lhe.
Dark Vegeta: Depois de enfeitiçar o portal, enfeiticei também um deles. A pessoa que eu enfeiticei já matou alguns dos outros e vai continuar, até não sobrar nenhum.
Rainha Beryl: E eles ainda nem desconfiam que um deles é que está a acabar com eles.
Continua…
No próximo capítulo: O grupo fica mais reduzido e as desconfianças começam a acentuar-se. Morrem mais pessoas, até que é feita uma prova e se comprova que um deles é que tem de ser um assassino. Mas ninguém sabe qual deles é que é.
Cantinho das Personagens – 31:
Anna: Bom, eu fui desta para melhor… outra vez. Já é a segunda vez que morro nesta fic.
Brendan: Para mim é a primeira vez.
Hikari: A Misuzu já estava a começar a perceber o esquema da coisa.
Misuzu: Pois, mas alguém acabou comigo. Eu, que sou tão boazinha!
Ilda: Ah, és boa, mas não és esperta como eu!
Os outros: ¬¬X
Ilda: Estão a olhar para mim com essa cara de mongos, mas a verdade é que eu ainda estou viva e alguns de vocês já foram desta para melhor.
Kai: Bem, isso é verdade.
Anina: Então agora o Kai está vivo neste cantinho ou é um fantasma a falar?
Sarah: Não faço ideia.
Aki: E onde está o Mokona?
Camy: Pois é. Ele desapareceu do mapa…
Dejiko: Bom, o que eu acho é que ele só vai voltar quando sairmos desta ilha.
Daphne: Isso quer dizer que estás a contar que consigamos sair daqui, né?
Dejiko: Obviamente. Se morrermos todos, a fic acaba.
Os outros: Sim, é verdade.
Ilda: Ena pá, tu és esperta!
Dejiko: Pois. Aprende comigo Ilda, olha que eu não duro para sempre.
Anedota de Vida
18.
Quando o Brendan entrou em casa, todo sujo, a Musette olhou para ela com um olhar reprovador.
Musette: Vens num lindo estado, Brendan! O que é que te aconteceu?
Brendan: Caí na lama.
Musette: Na lama? Com as calças novas?
Brendan: O que é que queres? Não tive tempo de as tirar!
Cantinho do Autor - 14:
Olá a todos! Bem, algumas personagens já foram desta para melhor e apenas um dos sobreviventes é o assassino ou assassina. Mais uma vez, podem tentar adivinhar o assassino e, desta vez é mais fácil, porque como vão morrendo pessoas, vão ficando menos suspeitos.
Sobre o cantinho das personagens, se se lembram, nesta terceira fase tinham aparecido temas para as personagens discutirem naquele cantinho, mas agora não achei que fosse grande ideia e voltou a ser o cantinho das personagens de sempre.
Tenho andado ocupado e nem tenho pegado em nada da fic, ou seja, não tenho escrito capítulos nenhuns, mas como já escrevi até ao capítulo 50 e como só posto um capítulo por semana, tenho tempo para me inspirar, né? XP
Ainda não sei se vou terminar a fic no final da quarta fase, que é a que estou a escrever ou se continuo. É que, por um lado, eu queria que uma fic minha chegasse aos 100 capítulos e cinquenta já são metade. Por outro lado, não sei se é boa ideia ou não. Bom, esperem pela parte das perguntas que eu já vos peço opinião. Até para a semana!
Bom Português 6
Anina: Rubrica esse documento o mais depressa possível, Kai.
Kai: Deteste a minha rúbrica. Parece um orangotango a perseguir o Tarzan.
Só um deles é que disse ou escreveu correctamente uma das palavras. Como é que acham que se escreve?
a) Rubrica
b) Rúbrica
Uma das formas está correcta, a outra não. Já pensaram em qual das respostas acham que está correcta? Então aqui vai a resposta.
A resposta correcta é a resposta a. A palavra rubrica (substantivo ou verbo) é uma palavra grave, não sendo acentuada. Apesar disso, o substantivo, na oralidade é pronunciado como uma palavra esdrúxula.
E se fosses tu?
O grupo quer sair da ilha, mas não sabe como.
78 – Se fosses tu a estar na ilha, o que é que achas que fazias para tentar sair de lá?
Apesar deles ainda não desconfiarem, um deles está a matar os outros.
79 – Se tu estivesses na ilha e começasses a desconfiar dos teus amigos, o que é que farias para te protegeres?
Como disse no cantinho do autor, preciso da vossa opinião sobre a fic. Por favor, digam-me a vossa opinião sincera, mesmo que achem que eu não vou gostar da resposta, ok? Sejam sinceros na resposta.
80 – Acham que a fic deve continuar, por exemplo, até ao capítulo 100 ou que deveria acabar antes? Porquê?
Se acham que a fic deve continuar, não precisam de responder à próxima pergunta. Se acham que a fic deve terminar, por favor respondam à próxima pergunta.
81 – Porque é que a fic deve terminar? Está a ficar repetitiva por causa das personagens ou da história? O que é que acham que está mal? Será que se mudassem algumas coisas, a fic poderia ficar mais interessante e continuar? E que coisas é que acham que é preciso mudar?
Por favor, respondam com coerência porque eu preciso de saber a vossa opinião.
P.S: Vou publicar a História Maluca 4, a melhor das histórias malucas e que vale a pena ler. Se quiserem, dêem um saltinho pela história.
