Disclaimer: Stephenie Meyer é dona de tudo com exceção do Peter Parker e de seu traje de super herói.
Capítulo 36
Tradução: Carol Capelari
"O Papai está bem?" Seth sussurrou quando eu fechei o livro. Nós estavamos aconchegados debaixo das cobertas onde ele tinha estado a ponto de dormir durante os últimos vinte minutos. Eu tive que ler repetidamente sua história de dormir, na esperança de que ele finalmente parasse de lutar contra a exaustão que veio com a emoção de uma festa de aniversário de cinco anos. Mas ele continuou a lutar a batalha, e agora eu sabia o porquê.
Ele estava preocupado com Edward.
Depois de ler – e reler – a carta de Jacob, Edward tinha sentado no escritório da Alice como uma estátua de pedra. Eu estava seriamente começando a pensar que ele estava em choque. Ele não piscou. Não disse uma palavra. Seu rosto era uma mistura de incredulidade e admiração, e foi só quando eu ameacei chamar Carlisle que ele saiu do seu coma. Ele nos levou para casa sem dizer uma palavra, e honestamente isso estava começando a me assustar.
"Papai está bem," eu sorri. "Só está realmente cansado de tanto trabalhar. Não se preocupe com ele. Ele virá te dar um beijo de boa noite em apenas alguns minutos."
Os grandes olhos castanhos do Seth encararam os meus, e eu esperei que ele acreditasse em mim quando eu disse que não havia nada para se preocupar. Para ser honesta, eu mesma estava um pouco preocupada. Mas eu me recusei deixar o meu filho desnecessariamente preocupado quando haviam muitas coisas boas em nossas vidas.
"Agora durma," eu murmurei enquanto eu beijei a sua testa. Eu saí da cama e puxei as cobertas em torno dele. Ele se aconchegou sob as cobertas e finalmente fechou seus olhos.
Eu caminhei em direção ao nosso quarto e abri a porta.
O quarto estava vazio.
Confusa, e apenas um pouco preocupada, eu caminhei em direção a sala de estar e percebi que as portas que dão para o terraço foram ligeiramente abertas. Edward estava de pé contra a grade, olhando para a noite fria. Com um suspiro, eu peguei um agasalho de lã jogado no sofá e o envolvi em torno dos meus ombros antes de sair para a varanda.
"Ei, você."
A cabeça de Edward virou-se lentamente em minha direção. Sua expressão estava em branco.
"Oi, querida."
"Ele está perguntando por você. Ele provavelmente está dormindo agora."
Edward não disse uma palavra enquanto ele acenava com a cabeça. Ele me ofereceu a sua mão, e eu a segurei quando ele me puxou de volta para a sala de estar. Nós caminhamos até o quarto do Seth onde ele parou abruptamente e olhou para o nosso menino adormecido. O olhar em seu rosto estava tão conflituoso que isso honestamente partiu o meu coração.
"Edward? Por favor me diga o que está..."
"Ele parece tão pacífico," ele sussurrou enquanto ele continuava olhando o nosso menininho. "Você acha que ele está feliz? Você acha que eu o faço feliz?"
Essa pergunta me surpreendeu. "É claro que ele está feliz. E sim, você o faz feliz. Ele te ama, Edward."
Eu permaneci em silêncio enquanto eu observava Edward entrar no quarto e ficar ao lado da cama de Seth. Ele se inclinou e suavemente o beijou na testa. Dois bracinhos serpentearam para fora das cobertas e envolveram ao redor do pescoço do Edward.
"Você me faz feliz, Papai."
Edward engasgou e sua voz ficou embargada pela emoção. Lágrimas escorriam pelo meu rosto enquanto eu observava os braços do Edward envolver nosso filho. Ele o segurou bem perto, o balançando suavemente em seus braços até que nós ouvimos o som suave do ronco do Seth. Edward o deitou novamente no travesseiro e o cobriu com o cobertor.
"Você me faz feliz, também," a voz de Edward murmurou suavemente. "Eu te amo, Seth. Tanto." Ele continuou olhando Seth enquanto ele dormia. A cada poucos minutos, Seth se mexeria e chutaria o cobertor para longe de seu corpo. E Edward obedientemente embrulharia o cobertor ao redor do corpo do menininho. Decidindo que Edward precisava desse tempo a sós com Seth, eu silenciosamente virei de costas e caminhei em direção ao nosso quarto. Exausta demais para procurar uma camisola, eu simplesmente despi as minhas roupas e as joguei no chão antes de subir debaixo dos cobertores.
Cerca de meia hora mais tarde, eu estava quase dormindo quando eu senti os braços do Edward envolvendo protetoramente ao meu redor. Eu não me virei. Eu apenas me recostei contra o seu peito, deixando o calor do seu corpo e o som da sua respiração acalmar os meus nervos em frangalhos. Seus lábios roçaram suavemente contra os meus ombros nus e de cima a baixo no meu pescoço. Suas mãos, como sempre faziam, se estabeleceram ternamente sobre o meu estômago. E o seu corpo – que tinha estado tão tenso a noite toda – finalmente relaxou contra mim enquanto suas pernas se enroscavam com as minhas, e nós dormimos no conforto do abraço um do outro.
Eu acordei na manhã seguinte com o aroma de café da manhã flutuando no ar. Depois de um banho rápido, eu vesti um moletom e uma calça jeans e caminhei até a cozinha. Edward estava em pé na frente do fogão virando panquecas. Ele estava vestindo apenas a calça do pijama, e a bela visão do meu marido em pé com o peito nu e com uma espátula na mão era visualmente muito estimulante para o meu corpo hormonal enlouquecido. Buscando uma distração, eu desviei a minha atenção para a televisão. Aparentemente, um furacão atingiu o Golfo do México porque Anderson Cooper* estava usando botas impermeáveis de borracha de cano longo e gravando a reportagem em uma rua inundada em Mobile, Alabama.
*Anderson Cooper é um jornalista e escritor estadunidense, ganhador de um prêmio Emmy na categoria de jornalismo. Ele é o principal âncora do programa da CNN, Anderson Cooper 360° -que é ao vivo. Cooper freqüentemente transmite no seu programa notícias declaradas Breaking News, algo como "notícias bombásticas".
Então não ajudando o corpo hormonal enlouquecido.
"Bom dia, linda." Edward estava sorrindo quando ele colocou o resto das panquecas no prato.
"Oi," eu sorri enquanto caminhava em direção à ele, envolvendo os meus braços ao redor da sua cintura. "Eu estou contente em ver você sorrindo. Onde está Seth?"
"Alice o levou ao shopping. Algo sobre comprar dois de tudo desde que ele estará ganhando uma irmãzinha e um irmãozinho. Eu nunca o tinha visto tão animado para fazer compras."
Seth tinha ficado em êxtase quando ele ouviu a notícia de que haveria dois bebês em casa. Ele tinha ficado feliz sobre a irmã, mas ele estava realmente animado sobre o irmãozinho. Nós ainda estávamos tentando convencê-lo de que o nome "Peter Parker Cullen" simplesmente não ia acontecer para o seu irmãozinho. Mas ele permanecia confiante e determinado.
Depois do café da manhã, eu decidi que era hora de conversar. Eu fechei a porta do lava-louças e me virei em direção à ele.
"Edward, o que aconteceu ontem à noite?"
Ele suspirou quando ele tirou a toalha da minha mão e a jogou em cima do balcão. Pegando minha mão, Edward me puxou para a sala de estar. Ele se sentou no sofá e me puxou para o seu colo.
"Eu sinto muito sobre a noite passada. Eu não quis assustar você."
"Está tudo bem," eu assegurei à ele. "Eu só não entendi o seu humor. A carta foi..." Eu lutei para encontrar uma palavra adequada. "Inesperada. Maravilhosa. E você pareceu tão…"
"Em estado de choque."
Eu acenei com a cabeça.
"Eu sinto muito. Eu não quis te preocupar." Ele suspirou e escovou seus lábios contra a minha bochecha.
"Você não está feliz? Eu pensei que você estaria em êxtase. Isso é o que você sempre quis – adotar Seth."
"Sim," Edward respondeu sobriamente. "Nada vai me fazer mais feliz."
"Então eu não entendo…"
Seu rosto se contorceu com frustração. "Eu só... Eu não pude acreditar. O homem apenas me deu seu filho. Só escreveu uma carta e disse, 'Aqui. Leve-o.' Quer dizer, eu sei que a sua intenção foi boa... e eu não estou nada além de orgulhoso de ser capaz de adotar Seth e lhe dar o meu nome. Não há nada que eu queira mais. Mas...Jacob apenas escreveu uma fodida carta." Edward balançou a cabeça com confusão. "Quero dizer, esse tipo de autorização não merece uma ligação telefônica? Quero dizer, quem fodidamente faz isso?"
Eu olhei nos olhos conflituosos do meu adorado marido. Ele amava Seth completamente e incondicionalmente. Ele o amava antes mesmo de conhecê-lo – porque ele era meu. Parte de mim. Não teria importância se Seth tivesse odiado Edward à primeira vista. Ele amava meu filho e queria nada mais do que ser um pai para o meu filho. Ele não poderia imaginar não ser seu pai.
Quebrou o coração do Edward que o pai biológico do meu filho tinha abandonado os seus direitos tão facilmente – com apenas um movimento de caneta e um carimbo de 44 centavos.
"As intenções de Jacob são sempre boas," eu expliquei em um sussurro. "É por isso que ele não voltou para casa. E é por isso que ele está fazendo isso. Ele quer fazer alguma coisa por Seth."
"Eu não posso acreditar que eu estou mesmo em conflito sobre isso. Quero dizer, isso é tudo o que eu quero no mundo." A voz de Edward era uma mistura de tristeza e alegria. "Mas este é o pai dele. Black é o único sobrenome que Seth já conheceu. Mesmo se Jake está oferecendo, nós deveríamos tirar isso de Seth? Será que ele está pronto para isso? E nós deveríamos fazer isso sem ao menos perguntar a ele como ele sente sobre isso?"
Eu corri os meus dedos sobre o cabelo dele, tentando encontrar uma forma de relaxá-lo. Ele era um homem tão bom. Bom demais para ser verdade. Ele queria adotar Seth mais do que qualquer coisa. Mas ao mesmo tempo, ele não queria roubar do meu filho a única identidade que ele já havia conhecido.
"Seth não deveria ter uma escolha? E ele não sequer querer o meu sobrenome?" A voz de Edward tremeu com tristeza quando ele abaixou sua cabeça. "Eu só... Eu não posso lidar com isso se ele me odiar."
"Isso nunca vai acontecer. Seth te ama," eu respondi fervorosamente, colocando seu rosto na minha mão. "E ninguém está perdendo nessa situação. Jacob consegue dar ao seu filho o melhor presente. Seth vai poder compartilhar um sobrenome com seu irmão e sua irmã. E você vai adotá-lo legalmente – algo que você queria fazer desde o dia em que o conheceu. Não há nenhum perdedor aqui."
"Não agora," Edward sussurrou enquanto acariciava o meu rosto. "Mas o que vai acontecer em dez anos mais ou menos quando Seth for velho o suficiente para ouvir a verdade? Ele poderá odiar a todos nós, Bella."
"Essa possibilidade estará lá, independentemente de você adotá-lo ou não," minha voz tremeu. "Um dia, eu vou ter que admitir ao meu filho que eu menti para ele a maior parte da sua vida."
"Nós mentimos para ele," ele murmurou. Ele estava me avisando que eu não estava sozinha nesse ato de traição. Independentemente de nossas boas intenções, ainda era errado. E eu odiava isso.
Edward examinou o meu rosto conflituoso e suavemente beijou meu nariz. "Você sabe, às vezes eu me pergunto se não seria melhor apenas acabar com isso. Apenas dizer-lhe a verdade agora. Ele é jovem. Crianças podem ser flexíveis…"
O medo apertou meu coração.
"Eu… Eu não sei…" eu gaguejei. Ele estava seriamente considerando isso?
"Será que é tão importante quando nós diremos à ele?" Edward perguntou baixinho. "Se ele tem cinco ou quinze anos – a notícia vai ser chocante, independentemente. Talvez seria melhor lidar com isso agora do que quando ele for velho o suficiente para se rebelar e deixar todos nós para trás."
"Você está falando sério? Eu não entendo," minha cabeça nublou com confusão. "O que fez você mudar de ideia?
"Porque eu tenho pensado muito sobre isso, e eu percebi que nós seremos os únicos a lidar com as conseqüências dessa revelação. Um dia, nós teremos de olhar nosso filho nos olhos e dizer à ele que seu pai está vivo. Seremos nós, baby. Não Jacob. Então eu acho que nós devemos realmente considerar o que seria melhor para Seth à longo prazo."
"Você acha que devemos contar a ele agora…" Eu sussurrei ofegante.
"Eu acho que devemos discutir os prós e os contras disso, sim."
Antes que eu pudesse realmente envolver minha cabeça em torno dessa revelação, Seth e Alice entraram pela porta da frente. Seth fugiu em nossa direção, suas perninhas voaram através da cozinha e da sala de estar. Eu pulei do colo do Edward assim que os braços minúsculos do Seth envolveram seu pescoço em um aperto. Os olhos da Alice trancaram com os meus quando ela deixou cair as sacolas de compras em cima da mesa. O rosto dela estava triste, e eu não tinha certeza se era um olhar legítimo de desconforto ou se ela esta apenas com medo de mostrar a Jasper a fatura do cartão de crédito. As duas expressões era bastante similares.
"Sinto muito," ela murmurou silenciosamente na minha direção. Seus olhos estavam arregalados de medo, e de repente, o olhar em seu rosto ficou claro.
Aviso. Aviso.
"Vocês se divertiram comprando?" Edward perguntou quando sentou Seth em seu colo. "Você escolheu muitas coisas divertidas para o seu irmão e sua irmã?"
"Eu sinto muito," ela sussurrou freneticamente enquanto ela me puxou para fora da sala de estar e fora do alcance da voz. "No caminho de casa, nós estávamos falando sobre nomes de bebês. Você sabia que seu filho quer nomear seu irmão com o nome do Homem-Aranha? De qualquer forma, eu disse a ele que "Peter Parker Cullen" era uma espécie de coisa muito longa. Então ele começou a perguntar sobre o sobrenome do Emmett e o sobrenome do Edward e... Bem, você pegou o espírito da coisa. E então ele ficou todo calado porque o seu sobrenome era diferente, e então ele começou a me fazer todas essas perguntas sobre Jacob, e... Oh Deus, Bella...Eu não sabia o que dizer à ele..."
Meu coração se apertou no meu peito, e eu puxei o fôlego quando Alice envolveu seus braços em volta de mim. Os olhos preocupados de Edward encontraram os meus enquanto Seth continuou listando todos os itens que ele encontrou para o berçário. Eu respirei fundo e a abracei com força antes dela saltitar em direção ao sofá, beijando cada um dos meus meninos na bochecha. Ela prometeu ligar mais tarde, e eu a agradeci por tudo o que estava nas sacolas. Eu estava muito apavorada para lhes dar mais do que um olhar de passagem. Os olhos do Edward nunca deixaram o meu rosto quando eu fiz o meu caminho em direção ao sofá e me sentei ao lado deles.
"Papai?"
Edward se virou lentamente em direção ao nosso filho. "Hmm?"
Seth olhou para baixo até seu pulso – onde sua pulseira com o brasão Cullen estava orgulhosamente apertada. Ele usava isso fielmente todos os dias. Eu mal podia fazer com que ele a tirasse antes do banho a cada noite.
"No casamento, você disse que agora eu era um dos caras da família, certo?"
Eu segurei a mão livre do Edward na minha enquanto ele sorria para Seth.
"Isso mesmo."
"Mas isso não é verdade..."
Os olhos do Edward piscaram com confusão e tristeza. Eu apertei sua mão tranquilizadoramente. "O que você quer dizer?"
"Eu não tenho o sobrenome certo," Seth sussurrou tristemente, deixando cair sua cabeça e encarando o seu colo.
Edward ofegou suavemente; eu fechei os olhos em um terror silencioso.
"Se nós somos uma família," Seth arriscou. "Por que o meu sobrenome é diferente?"
Edward engoliu o nó na garganta. "Porque o nome do seu pai é Jacob Black. Então você tem o sobrenome dele."
Seth balançou a cabeça em compreensão. "Eu sei. Mas ele não é mais o meu pai. Você é. E eu quero o seu sobrenome."
Eu tinha passado os últimos cinco anos tentando manter a memória de Jacob viva por causa do meu filho. Jake passou os últimos cinco anos tentando nos fazer esquecê-la.
Com uma tarde, meu filho tinha feito a sua escolha. Tudo por conta própria.
O rosto do Edward – que havia sido gravado com tensão pelas últimas vinte e quatro horas – explodiu em um sorriso deslumbrante. "Eu quero que você tenha o meu sobrenome. Você realmente gostaria disso?"
"Eu realmente gostaria," Seth respondeu enfaticamente. Sua cabeça se virou para mim, esperando por confirmação. Ele saiu do colo do Edward e veio para o meu, prendendo os seus braços no meu pescoço.
"Então está tudo bem? Eu posso ser Seth Cullen?"
Eu fiquei olhando dentro dos olhos do meu lindo menininho. Seu rosto estava brilhante com entusiasmo e felicidade. Eu beijei cada uma de suas bochechas.
"Absolutamente, baby. Você pode ser Seth Cullen."
Dois meses mais tarde…
A família Cullen inteira estava reunida no escritório central da Victoria Meyer quando Edward assinou os papéis da adoção. Todo mundo chorou, incluindo o Tio Emmett.
Alice tinha insistido em uma grande festa em família em sua casa. Todos estavam reunidos ao redor da mesa da cozinha – comendo a pizza delivery favorita de Seth e apenas sendo uma família. O sorriso no rosto do Edward era de tirar o fôlego. Ele me pegou olhando, e ele apenas sorriu mais largamente, me puxando para o seu colo e colocando as mãos na minha barriga gigantesca.
Isso foi idílico. O fim para o dia perfeito.
"Onde está o Monopoly*?" Emmett perguntou a Jasper com um sorriso. "Tem sido um longo tempo desde que eu te dei um apropriado chute na bunda."
*É um jogo de tabuleiro. No Brasil recebeu o nome de Banco Imobiliário.
Esme franziu a testa com sua linguagem, mas Em apenas riu e a beijou na bochecha.
"Eu acho que está no porão," Alice respondeu do seu lugar na bancada. "Talvez no armário?"
"Eu vou pegá-lo," eu ofereci, ansiosa por uma chance de esticar as pernas. Eu beijei a bochecha de Edward antes de fazer o meu caminho para as escadas do porão.
O porão da Alice era basicamente a sala de jogos. Máquinas de pinball, velhos jogos de fliperama dos anos 80, e uma mesa de sinuca gigante habitavam o espaço. Era a sala favorita da casa dos meninos Cullen.
Eu fiz o meu caminho descendo as escadas – e quase cheguei ao meu destino – quando eu senti o tremor do corrimão debaixo do meu alcance.
Antes mesmo do meu grito ser registrado pelos meus próprios ouvidos, minhas pernas desmoronaram debaixo de mim, e eu cai no final das escadas.
Nota da Carol: OMG! Por que a autora tinha de terminar esse cap perfeito dessa forma, hein? E o Seth *amor eterno amor verdadeiro* Cullen querendo dar o nome do Homem Aranha para o seu futuro irmãozinho? Esse menino é muuito fofo. *.* Ah, esse é o meu último cap. dessa fic. Isso quer dizer que a fic está na reta final, então deixem reviews meninas. ;)
