Notas da Autora
Enfim, começa o prazo que o pequeno príncipe impôs e Kakarotto aceitou.
Porém...
Será que vegeta vai conseguir lutar contra o seu corpo traidor, assim como a sua mente?
Capítulo 34 - A luta de Vegeta - Parte I
Algumas horas depois, Vegeta havia acabado de fazer um treinamento rigoroso, sendo que os robôs anunciaram o almoço e a chegada de Kakarotto para almoçar com ele.
Então, ele seca o suor e se dirige até a mesa, sendo que não tomou banho, pois, iria lutar contra o maior, sendo que ele estava sentado na mesa, esperando o seu pequeno príncipe.
Quando o menor entra e senta, o maior pergunta com o seu sorriso jovial:
- Como foi a sua manhã?
- Bem. Eu treinei.
Ele fala com o seu costumeiro mau humor e Kakarotto revira os olhos, enquanto Vegeta se servia, sendo que ele faz o mesmo.
O maior decide se concentrar, usando o vinculo dentre eles, sabendo que pensamentos intensos podiam ser sentidos um pelo outro.
Ele imaginava tomando Vegeta de forma intensa, enquanto se concentrava, sendo que o menor acaba capitando esse pensamento e cora, intensamente, para depois exclamar:
- Pare de fazer isso, seu pervertido!
- A mente é minha e se estou pensando em formas de tomar meu pequeno príncipe nessa mesa é o meu direito. – ele fala roucamente, passando a comer o menor com os olhos.
Vegeta não consegue controlar o tremor de prazer em seu corpo frente ao olhar e pensamentos eróticos do maior, o tomando na mesa de inúmeras formas, que sequer conseguia imaginar por si só.
- Eu quero comer.
- Coma. – ele fala roucamente.
- Então, pare com isso!
Satisfeito ao ver o menor, extremamente ruborizado, bufar com a cauda se contorcendo de raiva na cintura dele, sendo que sentia o leve odor de desejo no pequeno príncipe, ele para, pois, queria comer também.
Então, após comerem, o menor se levanta com visível irritação na face, enquanto controlava o desejo que sentia, graças ao seu corpo traidor a seu ver, que desejava ardentemente o maior, pois, os simples pensamentos e olhar do mesmo, faziam o seu corpo reagir.
Nisso, quando Kakarotto se levanta, Vegeta percebe o membro monstruoso do maior que estava consideravelmente ereto, devido à saliência proeminente na espécie de calça colante, por baixo da armadura dele.
O menor, cora ainda mais, se possível, enquanto sentia que o seu corpo reagia, ao mesmo tempo em que a sua mente resolve traí-lo, ao imaginar Kakarotto o tomando com ímpeto sobre a mesa, com o falo monstruoso do maior entrando e saindo em seu canal quente e úmido.
Ele cerra os dentes, enquanto evitava que um gemido traiçoeiro escapasse de seus lábios aristocráticos, sendo que vira seu corpo na direção da pia, serrando os olhos, enquanto lutava para recobrar o controle do seu corpo.
O menor acaba gemendo, levemente, quando Kakarotto prensa o corpo dele contra a pia de forma possessiva, com ele fazendo questão de esfregar seu membro duro como uma rocha nas nádegas do menor, simulando que estava alcançando o que precisava na prateleira, sendo que a sua cauda roçou no membro do pequeno príncipe, fazendo Vegeta sentir uma fisgada em sua virilha, assim como sentia que o seu membro estava ficando ereto.
- Kakarotto! Seu bastardo! Disse que respeitaria a minha decisão! – ele exclama dentre os dentes, bufando, enquanto uma veia saltava de sua testa.
- Eu estou pegando um copo para me servir. Não tenho culpa se você está entre o móvel e o que desejo.
Ele fala com a voz aveludada e rouca, fazendo calafrios de prazer percorrem o corpo do menor, juntamente a respiração quente do maior na curva do seu pescoço, quando ele baixou a cabeça e curvou o tórax, enquanto pegava um copo, demorando o maior tempo possível para pegar, assim como para se servir de água.
Enquanto isso, o menor controlava os seus gemidos o máximo possível, ao mesmo tempo em que tentava inutilmente afasta-lo de seu corpo, sendo que o seu membro ereto clamava por liberação, sendo que deixa escapar alguns gemidos.
De repente, ele se afasta do menor, deixando-o atordoado, após colocar o copo na pia.
Então, sem conseguir controlar a sua frustração, ele exclama irado ao desencostar seu corpo da pia:
- Kakarotto!
O maior se vira e pergunta com um sorriso malicioso:
- O que foi meu pequeno príncipe? Quer que eu o leve ao paraíso, novamente, como hoje de manhã? Você sabe que tem que pedir, né?
- Não é isso! – ele exclama, contestando o que a sua mente e corpo gritava, sendo o verdadeiro motivo por trás do grito de instantes antes - Você me provocou!
- Preste atenção onde fica.
- Seu...!
- Não entendo a sua reclamação. Você disse que não deixaria este Kakarotto tomá-lo por sete dias, devido a minha "brincadeira" no quarto, sendo que no fundo de seu ser, você adorou. Eu me afasto de você, conforme a sua vontade e agora acha ruim? – ele finge uma face confusa.
- Não finja que não sabe!
- Tudo o que sei, é que era um gemido em tom de frustração e sei que você, melhor do que ninguém sabe de que tipo de frustração eu estou falando. – ele fala com um sorriso malicioso – Seja sincero consigo mesmo, meu pequeno príncipe.
- Não fale besteiras! – ele exclama intensamente corado – E não sou pequeno príncipe!
- Eu disse que somente iriamos ter relações se pedisse. Por acaso quer pedir?
- Nunca! – o menor exclama prontamente.
- Bem... eu vou colocar uma roupa mais confortável para a nossa luta amigável.
Dito isso, ele sobe as escadas, enquanto que Vegeta cerra os dentes, se amaldiçoando por antes, quando deixou o seu corpo ditar o seu orgulho, clamando por ele, sendo que o intuito inicial do pedido era para toma-lo, sendo que foi feito em um momento de fraqueza dele,
Bufando por ter perdido o controle, algumas horas após ele mesmo ter imposto a proibição de terem relações sexuais, ele sai da cozinha, se dirigindo a um dos quartos de banho no térreo para se aliviar, sendo que se tranca no banheiro, retirando a roupa e se masturbando, imaginando que era Kakarotto lhe tocando, sendo que a sua cauda o masturbava, enquanto que as mãos dele passeavam pelo seu corpo, com ele procurando conter os seus gemidos a todo o custo.
Após alguns minutos, geme longamente, quando chega ao ápice, dentro da espaçosa jacuzzi, para depois encher a banheira imensa de água para lavar-se, a fim de retirar o cheiro de seu próprio sêmen em seu corpo, enquanto que a sua cauda se contorcia de raiva por ter sido obrigado a se aliviar por culpa do maior, sendo que sentia ainda mais raiva, ao sentir que o seu corpo clamava por Kakarotto de uma forma desconcertante, acreditando que os vários dias sem senti-lo, pois, estava em seu período fértil, pelo menos até alguns dias atrás, tornava o seu controle ainda mais falho.
Após longos minutos na imensa banheira, ele sai, se secando, enrolando a toalha na cintura, sendo que pede roupas a um dos robôs, para não ser obrigado a subir para o quarto, pois, iria encontrar o maior, que devia estar se aliviando também, já que o membro monstruoso dele estava completamente ereto, enquanto ignorava o seu corpo ainda quente e igualmente clemente.
Então, ele cora ao sentir o desejo percorrê-lo, quando se recorda do membro roçando as suas nádegas, sendo que a sua mente traiçoeira aproveita o ensejo para fazê-lo se recordar da visão dele sendo tomado com ferocidade por Kakarotto, que estocava seu membro grande e grosso possesivamente em sua entrada, enquanto que a cauda dele o masturbava.
Lutando para controlar a sua mente traidora por lembrá-lo de coisas indevidas a seu ver, enquanto lutava para não ficar excitado, ele decide pensar em algo broxante, para depois se arrepender do que pensou, decidindo que evitaria fazer isso, novamente, pois, era uma cena, consideravelmente traumatizante.
Então, satisfeito ao ver que deteve o início de uma provável ereção, ele caminha até uma imensa área aberta, a fim de lutar contra Kakarotto.
Após alguns minutos, o maior chega com um imenso sorriso, usando apenas uma bermuda, sendo que o menor se amaldiçoa por ficar olhando para o peitoral talhado de músculos e algumas cicatrizes por um tempo demasiado, para depois corar intensamente, enquanto torcia os punhos.
Eles se afastam e Vegeta decide manter o foco, evitando olhar diretamente para o maior, enquanto se transformava em super saiyajin, sendo que Kakarotto também se transformava, enquanto sorria maliciosamente, sendo que o menor se amaldiçoava novamente, quando decide olhar para o rosto do maior que exibia um olhar intenso e igualmente faminto, juntamente com um sorriso extremamente malicioso no canto do rosto, fazendo o pequeno príncipe sentir calafrios prazerosos de prazer, para em seguida cerrar os dentes, revoltado com o controle débil sobre o seu corpo.
Kakarotto desenrola a cauda e faz movimentos preguiçosos no ar, sendo que Vegeta não consegue impedir a sua mente de se recordar da cauda dele o masturbando, possesivamente, enquanto era tomado pelo maior, que acertava seu ponto doce inúmeras vezes.
Ele bufa, enquanto detinha a sua mente, sentindo que o seu corpo estava querendo reagir às lembranças, sendo que o desejo intenso que o tomava para sentir o maior dentro dele, enquanto o estocava, quase o desnorteava.
- E aí? Vamos lutar?
Kakarotto pergunta "inocentemente", fingindo que não percebia as reações do corpo do seu pequeno príncipe e a face corada do mesmo, além do odor de desejo e os batimentos cardíacos alterados.
