Capítulo 35

Tradução: Ju Martinhão

~ Edward ~

"Mais forte! Oh porra, sim!"

Bella estava me matando com sua boca suja. Cada fragmento da minha compostura estava escorregando... rápido.

"Meninha." Eu avisei através dos dentes cerrados. "Você está empurrando meus limites com essa sua boca suja." Eu estava batendo nela com tanta força que tinha certeza que quebraria todos os ossos do seu corpo.

Ela lambeu seus lábios e sorriu maliciosamente. Pecaminosamente. "Vire-me e me fôda por trás." Ela exigiu.

Ela empurrou meus quadris com os calcanhares antes de se posicionar de joelhos, bunda para o alto. Fiquei estupidamente espantado por um momento, meu pau molhado e duro contra o meu estômago depois de ter sido tão cruelmente ejetado.

Ela olhou por cima do seu ombro, lançando seu cabelo para o lado quando fez isso. Com uma sobrancelha levantada em desafio, ela sussurrou, "Fôda-me".

Palavras simples, significado simples, mas, vindo da boca da minha esposa as tornou ainda mais pervertidas, mais eróticas do que qualquer coisa que eu já tinha ouvido antes. Jamais.

Eu não era um idiota. Eu fazia o que minha esposa pedia 98% do tempo, isso duplicava quando estávamos nus. Agarrei seus quadris e, com uma empurrada poderosa dos meus quadris, eu estava dentro dela, tão profundo quanto poderia ir, e duro como aço.

Sua cabeça recuou, seus belos cabelos caindo sobre seus ombros e costas. Suas costas mergulharam para baixo, fazendo-a parecer como um gato elegante. Puxei minha mão de volta e a deixei saltar para a frente para bater na sua bunda branca gorda e cremosa.

Eu nunca me cansava da reação que ela tinha a eu fazendo isso. Eu amava o jeito que ela ofegava e gemia enquanto sua bunda ficava rosa.

"Deus, eu amo essa porra de bunda." Dei-lhe outra palmada, muito mais gentil, mais suave, antes de esfregá-la suavemente com a palma da minha mão.

Ela caiu de cotovelos e começou a empurrar de volta contra o meu pau, combinando comigo a cada impulso.

Meus olhos estavam grudados na sua bunda, vendo-a tremer e saltar com cada movimento dos meus quadris. Mas, além das amplas curvas e pele macia, eu não podia deixar de focar no local indescritível escondido dentro, o local no qual eu ainda encontraria prazer.

Muitas vezes, especialmente quando estávamos fazendo isso tão duro e rude como estávamos, era mais do que difícil me conter de... explorar.

Eu estava me sentindo corajoso, porém, e um pouco vago da força que levava para cumprir com seus pedidos. Lentamente, eu deixei minha mão rastrear do seu quadril, através da curva da sua bunda, antes de parar no meu alvo. Deixei meu polegar deslizar entre suas nádegas, suave e lentamente, cuidadosamente acariciando a pele. Eu queria que ela se acostumasse a eu estar ali, que ela soubesse que seria bom.

Ela não protestou, então, depois de mais algumas varreduras da minha mão, eu movi meu dedo para baixo para onde estávamos molhados e conectados.

Sempre me excitava sentir onde nos tocávamos, o calor que criamos. Meu pau era como um dispositivo de casa, navegando-me de volta para suas paredes doces e quentes.

Deslizei ao redor para tocar seu clitóris, rosnando quando senti suas paredes apertarem e se envolverem em torno do meu pau.

"Isabella, você não está ajudando".

Ela não tinha ideia de como essa afirmação era verdadeira. Eu estava tão perto de enfiar meu pau na sua bunda... ela não tinha ideia.

Enquanto ela se contorcia e gemia, eu usei a oportunidade para gentilmente empurrar um dedo no botão secreto. Eu ouvi, e senti, o ar deixar seus pulmões. Seu suspiro foi tão alto que fiquei com medo de realmente tê-la machucado.

"Edward?" Sua voz era baixa, ofegante e cheia de preocupação.

"Merda." Eu gemi. "Eu te machuquei, baby?"

Ela ficou em silêncio por um momento e eu comecei a entrar em pânico.

"O que... o que você está fazendo?"

Eu tinha ido tão longe e percebi que não havia nenhuma razão para continuar sendo um fodido maricas. Eu a toquei de novo, usando meu polegar e pressionando.

"Eu quero isso." Eu disse, minha voz era áspera e retumbou com o nervosismo. "Eu quero você... aqui".

Ela soltou outro suspiro e ficou imóvel. Eu há muito tempo saí dela, então peguei meu eixo e lentamente arrastei a cabeça para cima da sua boceta para o meu prêmio. Assim que eu estava posicionado ali, meu corpo estremeceu. O pensamento dela me permitindo esse privilégio, essa fantasia que eu tinha por tanto tempo, sobre a qual eu sonhei tantas fodidas vezes... era irreal.

Até que ela encontrou sua voz.

"Não! Que diabos, Edward!" Ela saiu correndo e eu senti meus olhos arderem com lágrimas.

Meu pau queria chorar também.

Tão fodidamente perto!

"Você não pode tentar? Por favor? Por mim? Eu prometo parar quando você me disser".

Ela pareceu hesitante, então eu sabia que precisava jogar o charme ao esgotamento para recuperá-la onde ela estava quando nós começamos. Eu precisava dela cega, surda e muda com luxúria para que isso funcionasse.

Puxei suas pernas de modo que ela estava deitada de costas, fazendo-a rir e seus peitos chacoalharem.

Fiquei distraído com eles por um momento, o que era normal, e movi para deslizar minha língua através dos seus picos endurecidos.

"Por favor." Eu perguntei docemente antes de rolar um mamilo entre meus dentes.

Sorri contra sua pele quando senti seus dedos apertarem meu cabelo com força. Um gemido baixo escapou dos seus lábios e eu sabia que ela estava de volta onde eu queria.

"Por quê?" Ela perguntou sem fôlego.

"Deus, por que não?" Eu disse entre beijos enquanto fazia meu caminho pelo seu corpo.

"Sim, bem aí." Ela gritou. Minha língua sacudiu seu clitóris duas vezes, e, em seguida, de um lado a outro da maneira que eu sabia que a deixaria louca.

Eu trabalhei nela dessa maneira por alguns minutos e então movi minha língua, junto com meu polegar, para o seu pequeno buraco.

"Oh, Deus." Ela gritou. "Edward, que porra é essa?"

O aperto no meu cabelo aumentou, então eu parei por um momento para olhar para ela. "Baby, relaxe. Eu prometo que não vou machucá-la. Eu quero que seja bom. Eu prometo que farei você se sentir muito bem".

Ela mordeu seu lábio e uma ruga apareceu acima dos seus olhos. "Eu estou com medo. Eu confio em você, mas eu tenho medo da dor..."

Eu sinceramente não tinha ideia de como era, ou como seria para ela, mas eu esperava que fosse um pouco satisfatório. As garotas nos pornôs que eu assistia quando era mais novo pareciam estar felizes com isso, então eu imaginava que tinha que ser bom. Eu não tinha dúvida de que isso pousaria no 'top dez' dos momentos mais quentes da minha vida, sem dúvida.

Eu não tinha certeza se era homem o suficiente para merecer isso, mas eu queria. Eu queria isso demais.

Pulei da cama e fui até a mesa de cabeceira ao lado da nossa cama. Eu mantinha o lubrificante lá, que sobrou da minha experiência com a mão no meu pau nos dias em que ela estava fora dos limites durante a gravidez, e eu sabia que ainda tinha um pouco deixado para o efeito na mão.

Abri o frasco e espremi um pouco, revestindo meu pau e sua pequena entrada. Observei com admiração como a pele enrugou e contraiu com o meu toque.

"Está frio, baby?"

"Não. Apenas... apresse-se! Eu estou pirando." Ela murmurou, baixando sua cabeça no travesseiro.

"Aqui, vire. Eu acho que será melhor assim".

Ela fez o que eu pedi e eu odiei ver a apreensão em seus olhos.

"Você diz pare, nós paramos".

Ela puxou o lábio em sua boca, o que não fez nada para ajudar a minha situação, e assentiu.

"Querida, isso tem que ser bom para você, ou não vale a pena. Você tem que relaxar, ou vai doer".

Algo passou em seus olhos e ela pareceu ainda mais desconfortável, se isso era mesmo possível, do que antes.

"O que é isso? Você quer que eu pare?"

Ela olhou para baixo, ainda mordendo seu maldito lábio, e apertando os cobertores.

"Você... você sabe... já fez isso antes?"

Eu sorri. Eu sabia onde sua mente estava indo, eu podia lê-la como um maldito livro. "Porra, não. Só você. Somos apenas nós, baby. Só você saberá como é isso, e eu serei o único que sabe como é sentir você... como é isso. Só nós, só você".

A cor voltou ao seu rosto e eu me inclinei para puxar seu lábio entre os meus. "O passado está lavado, lembre-se. Desde a primeira vez que estive dentro de você, eu não estive em nenhum outro lugar. Só você, Menininha".

Ela começou a falar... o inominável... mas eu a calei novamente com meus lábios. "Meu coração nunca pertenceu a mais ninguém. Nunca esteve em qualquer lugar além de bem aqui." Eu apontei para o seu coração e dei-lhe um olhar intenso. "Nunca duvide disso Nunca".

"Tente agora." Ela disse, sua voz embargada.

Estendi a mão entre nós e comecei a esfregar seu clitóris com carícias lentas e pequenas. Eu sabia que seria melhor para ela se tivesse um orgasmo primeiro, então aumentei a pressão e imediatamente comecei a ver os sinais da sua libertação.

"Essa é a minha garota. Solte-se".

Sua respiração ficou presa na sua garganta e eu gemi. Assisti-la atingir o clímax era algo do qual eu nunca me cansaria. Jamais. Seus brilhante e grandes olhos castanhos, suas bochechas rosadas, e os sons adoráveis que saíam dos seus lábios. Era tudo o céu.

Eu trouxe suas pernas para cima e sobre meus quadris, posicionando-me para mergulhar nela. Ela me deu um pequeno aceno de cabeça, tão corajosa e, acima de tudo, confiante.

Meu coração parecia que estava pronto para explodir. Eu a amava tanto que não sabia onde colocar tudo. Eu estava fodidamente fluindo.

Lentamente... tão fodidamente lento, eu entrei nela, um centímetro de cada vez.

Não havia palavras para descrever a sensação ao ser envolvido por ela dessa forma, em um lugar tão proibido e tabu.

Eu não podia acreditar que ela concordou com isso, honestamente. Quero dizer, ela era a minha Menininha, minha esposa doce, adorada e fiel, a mãe dos meus lindos filhos. Ela tinha me dado tudo o que um homem poderia pedir ou precisar de uma mulher e muito mais.

Sua inocência, seu amor, seu perdão, sua confiança, nossos filhos, um futuro...

O que eu dei em troca não foi nada em comparação. Sim, eu a amava mais do que qualquer coisa, qualquer coisa. Mas, eu era o sortudo em nossa situação. Ela tinha me dado seu coração, mente, corpo, alma... sua própria existência me pertencia.

Ela tentou esconder, mas ela estava lutando. Sua respiração era forçada, rápida, e seu corpo estava apertado e rígido.

"Relaxe, baby." Eu sussurrei, então gemi quando a senti contrair em torno do meu pau. "Porra, você é tão fodidamente boa".

Esfreguei minhas mãos sobre seus quadris enquanto tentava segurar firme. Meu corpo estava começando a tremer com a necessidade de começar a fodê-la como um animal. Eu não iria, não poderia, fazer isso com ela. Mas, tê-la deitada debaixo de mim, a sensação dela, tão quente e suave e tão fodidamente apertada, eu estava começando a perder toda a razão.

Então, eu vi... uma única lágrima caiu do canto do seu olho e em seu cabelo.

"Baby?"

Ela não respondeu de imediato, ela estava tentando se controlar.

Eu não teria essa merda.

Sim, eu realmente queria isso, ou, pelo menos, tentar, e, sim, era fodidamente fantástico, mas eu não a teria sentindo dor.

Saí dela tão cuidadoso e delicadamente quanto pude e a embalei em meus braços.

"Por que você não disse alguma coisa, bateu em mim, ou algo assim? Jesus, Bella!"

Ela fungou. "Doeu, mas eu pensei que poderia ficar melhor. O olhar em seu rosto, Edward... Deus! Eu queria tanto deixar você aproveitar isso".

Deixei escapar um som em algum lugar entre uma risada e um soluço. "Baby, tão grato quanto eu estou que você queria tentar, nunca faça algo assim de novo. Eu já lhe disse que não valeria a pena se você não gostasse".

Ela me irritava tanto quando fazia merdas assim. Sua abnegação era uma das suas melhores qualidades, e eu a amava por isso, mas eu não conseguiria dormir sabendo que ela estava com dor e que eu era a causa disso.

"Não foi tão ruim assim, quero dizer, não foi agradável." Ela disse, abraçando no meu peito. "Talvez pudéssemos tentar novamente algum dia... eu não sei. Talvez usar um vibrador primeiro".

Eu gemi e meu pau se agitou, ainda semi-duro. "Baby, você não pode falar sobre vibradores agora. Se eu receber mais fluxo de sangue no meu pau, ele vai explodir".

Ela riu e isso fez meu coração retumbar. "Eu só estava dizendo... você sabe, você é grande, foi ruim o suficiente quando você tirou a minha virgindade da maneira normal. Essa parte não, você sabe. Expande..."

Eu entendi o que ela estava tentando dizer e tive que admitir que não doeu ouvir sobre o quanto ela achava que meu pau era grande também.

E... ela realmente queria tentar de novo.

"Por que não vamos tomar um banho quente antes de termos que ir? Isso ajudará com a sensibilidade".

Ela concordou, então eu pulei da cama e liguei a água. Joguei algumas das bolhas anti-alérgicas de Carlie, em vez dos sais de banho habituais que ela usava. Eu tinha certeza de que doeria, e eu não queria que ela se sentisse pior do que já estava.

Uma vez que a banheira estava cheia, eu a ajudei a entrar e subi atrás dela, passei meus braços em torno dela e a puxei contra o meu peito.

"Ai." Ela silvou.

"Desculpe, maldição! Eu sinto muito".

Ela se recostou e suspirou. "Eu tenho alguma pomada que posso usar para ajudar, eu acho. É só um pouco dolorido, Edward. Nada que eu não possa lidar".

"Bem, eu ainda sinto muito, Menininha. Eu me empolguei esta noite. Você simplesmente me deixa louco, mulher".

Ela riu e foi música para os meus ouvidos. Ela resmungou novamente e balançou sua bunda um pouco mais para encontrar uma posição confortável.

"Pensando bem." Ela suspirou. "Se você quiser fazer isso de novo, você terá que encontrar um namorado para você".

E... fôda a minha vida.

~ O ~

"Bella! Nós vamos nos atrasar! Rosalie terá as minhas bolas, eu juro a você!"

Nós tínhamos fodido por aí a tarde toda, não que eu estivesse reclamando, mas ainda tínhamos uma hora de carro até o restaurante e Bella estava tomando seu doce tempo.

"Estou indo! Eu não consigo encontrar meu outro sapato vermelho! Acho que o cachorro estúpido o pegou!"

Revirei meus olhos e balancei minhas chaves com impaciência. Ela tinha 30 ou mais pares de sapatos. Eu não via o maldito problema. "Escolha outro par! Vamos".

Eu a ouvi recitar uma série de obscenidades e algo batendo na porta e tomei isso como minha deixa para esperar no carro.

Nós tínhamos um longo fim de semana pela frente, e eu já estava exausto após as atividades da manhã. O jantar de ensaio era apenas o começo, e eu agradeci a Deus que o casamento seria pequeno e doce.

Fiquei feliz que eles finalmente se casassem, no entanto. Eles tinham ido e voltado sobre a possibilidade de adiar e finalmente decidiram, com o incentivo de Lily, a se amarrar antes do bebê chegar. Eu tinha certeza de que a hesitação de Rosalie vinha do fato de que ela estava tão grande como uma baleia e tinha que usar um vestido de casamento do tamanho de uma vela de barco.

Ela era uma bela grávida, no entanto. Suas curvas estavam mais acentuadas, mais cheias e maiores. Ela tinha um verdadeiro brilho nela, e um sorriso constante no rosto. Eu nunca a tinha visto mais feliz, e fez-me sentir orgulhoso que eu tivesse algo a ver com isso. Eu nunca esperei que meus amigos se apaixonassem e acabassem casados e esperando um filho, mas era tudo de bom. Ambos estavam felizes, apaixonados e completavam a família.

Carlie estava animada para ser uma menina flor. Qualquer desculpa para se vestir em belos vestidos e ser o centro das atenções a fazia feliz. Ela conseguiu ajudar a escolher o vestido que ela usaria, e eu ri para mim mesmo pensando no dia em que fomos às compras.

Ela amava estar no meio das coisas. Ela amava estar com as garotas, fazer compras e se embelezar. Claro, ela sempre era mimada por uma delas, seja uma das sua avós, sua mãe, ou uma das suas tias. Mas, mesmo que ela gostasse de comprar coisas novas, era pela atenção que ela mais ansiava.

O vestido que ela escolheu a fazia parecer uma princesa da Disney. Eu tinha certeza que era mais elaborado do que a noiva, e Carlie não teria isso de nenhuma outra maneira. Era roxo, claro, com pequenas flores ao longo da parte inferior. Ela comprou um novo par de sapatos brancos brilhantes para usar com ele, e um arco de cabelo combinando. Ela era a mais bela princesa que eu já tinha visto.

Todos já estavam sentados à mesa quando chegamos e, como esperado, eu recebi um olhar severo de Rosalie quando entramos.

Os hormônios certamente tinham trazido à tona a bruxa malvada nela. Eu não gostava de cruzar com ela antes, mas com a gravidez do seu lado, eu tinha o desejo de cobrir minhas bolas e me esconder.

"Já estava na maldita hora, vocês! É melhor vocês chegarem na hora amanhã, ou eu atirarei em você. Eu juro!"

Segurei minha mão para cima e apontei para Bella atrás dela. Sim, foi um golpe baixo, mas certamente não foi culpa minha... inteiramente. "Ela não conseguia encontrar seu sapato. Não olhe para mim".

"Tanto faz. Estou feliz por você estar finalmente aqui!"

Inclinei-me e dei-lhe um beijo na bochecha, seguido pela minha mãe e Lily, e prendi Wyatt em uma cadeira alta ao lado de Emmett. Havia uma outra do outro lado de nós, e uma vez que Bella fez sua ronda, ela fez o mesmo com Wade. Carlie foi direto para o meu pai, como de costume, e pulou em seu colo.

Pedimos a nossa comida e eu caí em uma conversa com o meu irmão. Era sempre bom conversar com ele, eu sentia falta dele. Era sempre bom ter todos juntos em uma sala.

Charlie levantou uma vez que terminamos de comer para fazer um discurso. Apesar de Rosalie ser apenas sua enteada, eles tinham se ligado e se tornado muito próximos ao longo dos anos. Ele definitivamente pensava nela como sua filha de sangue, relacionada ou não.

Charlie e Lily estiveram viajando muito, então nós não conseguimos passar muito tempo com eles, mas eles estavam dando um tempo para estar lá para a chegada do bebê. Lily não poderia estar mais animada. Ela era uma avó maravilhosa para os nossos filhos, sempre os regando com amor e atenção, e, Deus, ela amava estar com eles, mas este era o seu primeiro neto 'de verdade', então ela estava sobre a lua.

O discurso de Charlie fez todo mundo chorar. Era raro Charlie Swan expressar suas emoções, então, quando o fazia, era tocante e emocional.

Os meninos tinham ficado bem durante a refeição, mas estavam ficando exigentes e inquietos quanto mais tempo ficávamos. Eu sabia que era hora de ir, então eu e Bella embalamos tudo e partimos mais cedo.

Os meninos dormiram todo o caminho de volta para casa, o que era normal, por isso, quando chegamos em casa, eles estavam bem acordados.

"Baby, por que você não pega Carlie e vão se preparar para dormir. Eu ficarei com os meninos e brincarei por um tempo e talvez eu possa cansá-los".

Ela bocejou e depois riu. "Isso é doce. Obrigada. Eu estou exausta." Suas bochechas coraram quando ela disse isso e eu sorri, sabendo exatamente por que ela estava tão exausta.

"Eu irei mais tarde. Não deixe Carlie monopolizar a cama, ok?" Eu a beijei na testa e dei um tapinha na sua bunda enquanto ela se afastava.

"Carlie, venha dar ao papai algum amor antes de ir para a cama. Você estará dormindo na hora que eu chegar lá".

"Eu vou dormir com você e a mamãe?" Ela perguntou animadamente.

Eu ri e segurei meus braços abertos para ela subir. "Sim, eu vou brincar com os meninos um pouco. Eles estão muito ocupados para ir dormir agora, então eu ficarei acordado até mais tarde. Você tem que se aconchegar com a mamãe até eu chegar lá. Ok?"

Ela correu para os meus braços e envolveu-se em torno de mim como um macaco. Melhores abraços do mundo. Ela cheirava a bolo de aniversário de baunilha e açúcar e cobertura e menina. Empurrei meu nariz em seu cabelo enquanto a balançava para frente e para trás, segurando-a firme.

"Eu te amo, meu anjo. Tenha bons sonhos, tudo bem?"

"Eu também te amo, papai, meu melhor papai do mundo".

Eu ri. "Eu sou seu único papai, anjo".

"Sim. O melhor do mundo".

"Ok." Ela era uma bobinha, mas ela era toda minha. "Vá em frente e durma. Eu a verei bem cedo amanhã para que você possa ser uma menina flor. Amo você." Eu a beijei novamente, suas pálpebras, suas bochechas, seu nariz e seus lábios rosados , e a enviei em seu caminho.

Liguei no noticiário e sentei no chão onde eu tinha os meninos em um tapete de atividade. Ambos estavam em suas costas e balançando os brinquedos pendurados. Eles estavam hiper como o inferno, bem descansados e prontos para me dar o inferno.

Logo, os dois estavam fazendo viradas de barriga e capotamento. Eu adorava vê-los empurrar-se para cima e virar, e eu não podia esperar até que eles começassem a engatinhar. Wyatt estava fazendo o melhor, até agora. Ele já estava sentando sozinho, enquanto Wade sentava por alguns minutos e tombava. Wyatt amava ficar em sua barriga e se segurar em suas mãos. Ele estava começando a balançar, e eu sabia que não demoraria muito até que ele estivesse voando ao redor da casa em suas mãos e joelhos. Wade era mais reservado sobre se mover por aí, ele era cauteloso e calculista. Ele teria a certeza que era muito bom e estava pronto antes de decolar.

Eles também estavam 'falando' mais. Claro que ainda era o balbuciar, mas era mais concentrado e os sons eram mais consistentes. Eu trabalhava com eles todos os dias, para garantir que a primeira palavra de cada uma das suas bocas fosse papai.

Eu tinha a sensação, no entanto, que seria gatinho. Luna amava deitar no chão com eles, encantada com os sons que eles faziam e suas respirações suaves. Eles a amavam em troca. A velha gata era a coisa favorita deles para assistir. Eles riam e davam risadinhas quando ela se banhava, sacudia sua cauda, ou miava. Eu tinha certeza de que o ronronar dela era o que os colocava para dormir em metade do tempo. Eles ficavam em silêncio e apenas a ouviam quando ela estava perto deles.

Após cerca de uma hora deles brincando e eu falando com eles, eles começaram a bocejar, então eu peguei as mamadeiras preparadas, alimentei-os, fiz os dois arrotar e então os coloquei na cama. Liguei a luz noturna e voltei para o meu quarto, completamente esgotado.

Acendi a luz ao lado da cama e soltei uma meia risada, meio gemido quando olhei para baixo. Bella estava enrolada em uma pequena bola em seu lado da cama, roncando suavemente. Carlie, no entanto, estava esparramada, perpendicular e transversal, na cama, deixando-me com cerca de meio centímetro de colchão para dormir.

Eu me livrei da minha calça e camisa e subi, cuidadosamente reorganizando-a para que eu coubesse. Ela se arrastou sonolenta de modo que estava enrolada no meu lado, perna jogada sobre a minha e seus pequenos punhos enrolados sob o seu queixo e no meu peito. Envolvi meus braços em torno dela e me aconcheguei, sentindo tanta sorte como sempre em acordar com um torcicolo no pescoço.

Eu sacrificaria conforto em qualquer dia, contanto que eu conseguisse me aconchegar com o meu anjo. Qualquer dia.


Mais três...

Beijo,

Nai.