Observações: Essa fanfiction foi inicialmente traduzida por Nate e Mariana. Atualmente está sendo traduzida por Irene, Laisa, Laysa, Larissa e Letícia com colaboração de Illem e Jéssica.
Disclaimer: Twilight e seus personagens pertencem a Stephenie Meyer. Wide Awake, cookies e únicornios pertecem a AngstGoddess003.
Capítulo. 34 Berry Tasty Nibbles - Grão com Atraente Mordida
EPOV
Era como se nós estivéssemos na nossa própria bolha quando estávamos juntos. E eu sei que essa merda soava clichê pra caralho, mas era inteiramente verdade. A bolha fazia a minha garota se sentir segura e, isso me fazia me sentir tranqüilo. Dando á nós um propósito e nos fazendo sentir amados, enquanto andávamos pelos corredores da escola. Não era necessariamente impenetrável, mas naqueles pequenos momentos era inteiramente intacta e nós estávamos perfeitamente felizes.
Rose e Emmett vieram para a nossa mesa na primeira segunda da volta às aulas. Brandon e Rose continuaram tagarelando sobre as mais desnecessárias besteiras enquanto Emmett fazia a ocasional observação grosseira e Jazz ria ao lado deles.
Mas eu e a minha garota ficávamos em um mundo todo nosso, não realmente ligando para a merda que estava acontecendo ao nosso redor.
Ela moveu sua cadeira para perto da minha naquele dia. Tão perto que ela estava quase no meu colo. Eu amei pra caralho isso; colocando meu braço ao redor do seu ombro e deixando ela se inclinar para mim enquanto eu respirava todas as flores e cookies do seu cabelo. Ela ainda alisava o meu joelho e eu ainda acariciava seu pescoço enquanto nós comíamos nossos cookies em completo silêncio. Nós não tínhamos que olhar um para o outro ou a porra de sussurrar na orelha um do outro. Nós estávamos dizendo tudo o que precisava ser dito com simples toques.
Era pequenos momentos como aqueles, onde todo o resto que exista, e ao mesmo tempo não existia. Eu tenho certeza que nós dois estávamos vagamente cientes que todos os outros na mesa começaram a atirar olhares curiosos para nós e na nossa casual intimidade. Mas aquele tipo de merda não penetrava a bolha.
Nos corredores, minha garota ainda estava nervosa e ansiosa. Mas eu podia dispersar isso com uma caricia do meu polegar no seu braço ou mão enquanto eu andava com meu braço enlaçando o seu ombro. Ela eventualmente deslizou seu braço ao redor da minha cintura, retornando o abraço e relaxando nos meus braços quando fazíamos isso de classe para classe.
Os corredores eram onde a bolha ficava mais pequena. Pessoas sempre andavam perto pra caralho, ou diziam alguma ofensiva sobre um de nós, e me faziam desejar que eu pudesse apenas soltar por um momento e dar á todos eles o que eles mereciam. Mas Bella sempre acalmava aquela raiva dentro de mim, me acariciando, ou me dizendo que ela me amava.
Era estranho como nós funcionávamos daquele jeito. Estranho e inteiramente perfeito, porra.
Nós fazíamos todas as tarefas de Bio juntos. Não nos importando realmente se tinha que ser um trabalho individual; nós mesmo nos movíamos para perto um do outro e fazíamos tudo como um par. Eu a fiz rir baixinho quando fiz uma espontânea observação depreciativa sobre algumas das desagradáveis fotos dos órgãos reprodutivos da rã. Ela me fez rir quando juntou suas sobrancelhas e inclinou sua cabeça para o livro, tentando descobrir onde o órgão estava. Então corando depois de descobrir.
Ela nunca me dizia porra nenhuma sobre a educação física ou o que acontecia depois de eu a deixar nas portas. Mas ela sempre saia sorrindo quando me via esperando por ela. Eu ofereci para levá-la em casa algumas vezes, mas ela parecia gostar de ter o tempo livre com a Brandon, então eu sempre ia com ela até o carro e abria a porta para ela.
Eu passava as tardes com Carlisle no seu escritório. Ás vezes nós apenas jogávamos um jogo de xadrez ou debatíamos sobre certos tópicos médicos que tinham recentemente se tornado interessantes para mim. Ele amava aquela merda. Todas ás vezes que eu tocava em um tópico da área médica, seus olhos se acendiam e nós passávamos merdas de horas falando sobre isso. Mantive os assuntos das conversas completamente neutros. Ele era curioso sobre a minha garota, mas ele se restringia de perguntar qualquer questão diretamente relacionada á condição dela. Assim era como Papai C. funcionava. Ele não podia a porra de se segurar quando via alguém que ele pensava que podia ajudar. No fim da noite, ele ria para mim e balançava sua cabeça. Ele normalmente me vencia no xadrez.
E as noites. Bem, as noites eram sempre melhores pra caralho com a minha garota. E não só porque nós dávamos uns amassos, ou usávamos o sujo método de sensibilização nunca documentado. Mas porque nós não precisávamos da bolha quando estávamos no meu quarto. Nós apenas... estávamos, porra. Normais e confortáveis.
Ela se inclinava contra meu ombro e me assistia comer com um sorriso enquanto conversávamos sobre a merda que aconteceu naquele dia.
E depois… bem…
Aquelas primeiras noites, eu mantive a merda super simples. Apenas dando uns amassos com a minha garota até ficarmos cansados como ficamos na primeira noite. Deixei minhas mãos vagarem pelas partes menos sensíveis do seu corpo. Braços, costas, lados, coxas, barriga. Apenas uma merda simples. Ela sempre gostava quando eu a tocava. Ela vagava suas pequenas mãos por mim. Ela amava acariciar o meu peito e meus lados. E é claro, puxar meu cabelo.
Na terceira noite de sensibilização, nós apenas deitados e começamos a nos beijar como nas duas noites anteriores quando eu descobri que precisava da palavra segura também. Eu nos mantive nos nossos lados enquanto nossas línguas batalhavam por dominância e ela pressionava seu corpo mais perto do meu. Deslizei minha mão da sua bochecha para o seu ombro e abaixo do seu braço enquanto ela agarrava meus lados firmemente, me puxando para mais perto dela.
Como normalmente, eu deixei o beijo gradualmente se tornar mais urgente. E como normalmente, ela levou sua perna até o meu quadril e se mexeu contra mim, recebendo um gemido ofegante de mim. Ela sempre amava pra cacete me ouvir fazer sons. Eu nuca segurei aquela merda. Ela arfou na minha boca enquanto sua pequena mão trabalhava seu caminho do meu lado para o meu pescoço. Eu sabia o que ia acontecer, mas eu estava muito envolvido em puxar sua coxa para perto e mergulhar minha língua, mais fundo na sua boca, para pará-la na hora. Ela trançou seus dedos através do meu cabelo e o puxou em uma apertada apunhalada, esmagando seu rosto ainda mais contra o meu.
Eu chiei na sua boca e me puxei para longe. "Cookie, porra." Eu quase gritei ofegante enquanto abria meus olhos e encontrava seu olhar chocado.
Ela ia afastar a sua perna, mas eu a agarrei firmemente com a minha mão enquanto seu punho firmemente deixava o meu cabelo ir e ela olhava para mim examinadoramente.
Suspirei de alívio e olhei para ela me desculpando. "Cabelo." Ofeguei, alisando sua coxa lentamente enquanto ela acariciava meu cabelo suavemente com seus dedos.
Ela franziu suas sobrancelhas para mim, ainda um pouco sem ar. "Me desculpe, eu pensei que você gostasse disso." Ela sussurrou, movendo sua mão para esfregar minha bochecha carinhosamente.
Contive uma forte vontade de rolar os olhos. "Sim, eu gosto." Sussurrei verdadeiramente enquanto olhava para seus escuros olhos castanhos. "Só dê ao couro cabeludo algum tempo para se recuperar."
Expliquei com uma careta enquanto meu couro cabeludo latejava um pouco. Três noites seguidas de constantes puxões é uma merda dolorosa.
"Oh." Ela arfou compreendendo, movendo sua mão para acariciar a nuca do meu pescoço enquanto eu continuava alisando, para cima e para baixo, sua coxa suavemente. "Bem..." Sussurrou com uma estranha expressão de curiosidade. "Do que mais você gosta?" Ela perguntou, lambendo seus lábios enquanto sua respiração voltava ao normal.
Parei minha mão na sua coxa, apenas usando meu polegar para acariciá-la enquanto olhava nos seus olhos. Estava pensando se esse tipo de merda era importante. Todas as verdadeiras coisas que nós gostávamos e não gostávamos. Então eu disse para ela, porra. "Você sabe aquela merda que eu faço no seu pescoço?" Sussurrei suavemente enquanto ela alisava minha nuca com seus pequenos dedos. Ela sorriu um pouco e assentiu, mas ainda senti necessidade de mostrar para ela.
Quebrei nosso olhar conforme levava meus lábios para a sua mandíbula e trilhei para baixo até sua garganta carinhosamente. Comecei a beijar meu caminho para cima, até sua orelha lentamente. Ela suspirou e afundou sua cabeça ainda mais contra os travesseiros para me dar um melhor acesso quando disparei minha língua para lamber e sugar a sua pele, todo o caminho até o lóbulo da sua orelha, fazendo ela se arrepiar um pouco.
Ela levou seu rosto para a curva do meu pescoço, usando seus lábios para beijá-lo carinhosamente, o que ela fazia algumas vezes. Mas dessa vez ela lançou sua língua para fora, lambendo-o. Suspirei na sua pele quando sua língua quente encontrou o meu pescoço, e reassumi as caricias para cima e para baixo em sua coxa. Ela merda de gemeu conforme continuava a lamber meu pescoço, ocasionalmente sugando um pouco perto da minha orelha e me fazendo pressionar meu quadril minuciosamente contra ela e minha respiração acelerar.
Quando seus lábios chegaram a minha orelha, ela gentilmente arranhou o lóbulo da minha orelha com seu dente, fazendo eu me arrepiar contra ela. "Você tem um gosto bom." Ela ronronou baixinho na minha orelha.
Soltei uma rajada de ar e apertei meus dedos ao redor da sua coxa firmemente. Aquela foi possivelmente a merda da coisa mais sexy que já tinha sido sussurrada na minha orelha. Não a mais suja de qualquer modo, masdefinitivamentea mais sexy. Queria dizer para ela usar mais o dente, mas meu couro cabeludo me disse que eu devia calar a minha maldita boca. Então ao invés disso enterrei meus lábios no seu pescoço e retornei o favor de lamber e sugar gentilmente, enquanto acariciava sua coxa. Eu queria perguntar para ela do que ela gostava, mas imaginei que ela não teria nenhuma dica até acontecer pela primeira vez.
Quando trabalhamos no nosso caminho de volta para os lábios um do outro, eu decidi começar a desensibilização um lugar que eu nunca tinha tentado antes. Depois de alguns momentos do beijo me afastei sem fôlego e mantive meu olhar nos seus nebulosos olhos quando lentamente deslizei minha mão para cima da sua coxa.
Seus olhos não apresentaram nenhum protesto quando diminui a pressão da minha palma e levemente a flutuei sobre sua bunda.
Ela tencionou ligeiramente, e eu sabia o que estava vindo. "Cookie." Sussurrou, ainda acariciando meu cabelo carinhosamente e lambendo seus lábios enquanto eu começava a esfregar sua coxa mais uma vez.
Levou apenas duas tentativas antes de eu estar apalpando sua bunda e pressionando ela contra mim, recebendo um suave gemido dela quando voltamos a nos beijar.
Esse era apenas o processo da merda da coisa toda. E três noites depois, eu era capaz de agarrá-la sem ao menos pensar ouvir um cookie da minha garota. Isso a fez sorrir no nosso beijo.
Nós começamos a tentar a coisa da apalpação na outra noite. Seus seios sempre eram o pior. Nós não conseguirmos passar pelos cookies antes de ficarmos cansados e irmos para cama. Estava com medo que isso a deixasse frustrada, mas pude ver ela tendo fé na técnica enquanto nós nos abraçávamos carinhosamente e nos movíamos para dormir.
Nós avançávamos, noite após noite. Eu sempre parava de beijá-la para fazer isso, para que assim ela pudesse dizer a palavra de segurança. Comecei a alisar seus lados para relaxá-la ao invés de seus braços. Parecia ter mais efeito. Então roçando o topo da sua barriga até sua garganta. Levava tanto tempo que nunca seria uma apalpação completa até a hora que fossemos dormir. Estava feliz por isso. Estava me cagando de medo que uma vez que nós começássemos a nos agarrar na minha cama, eu perderia o controle sobre mim mesmo e a deixasse tomar o ritmo. E a minha meinina estava impaciente pra caralho, inferno.
E toda manhã, eu passava mais e mais tempo no chuveiro para aliviar toda aquela tensão sexual que eu tinha permitido ser construída na cama na noite anterior. Sério, eu não me importava de ir tão malditamente devagar. Na verdade, eu preferia isso. Parecia que eu estava fazendo alguma coisa certa pela primeira vez. Fazendo o certo pela minha garota. Isso fazia as dolorosas ereções pulsantes valerem à pena. E todos os dias que eu saia do banho e via sua pequena escova de dente azul ao lado da minha, eu sorria como a porra de um idiota.
...
Escola sempre nós colocava ao limite todo dia. Andando pelos corredores com todas as pessoas e segurando forte minha garota contra mim conforme nós passávamos por eles. Ela mantinha sua bochecha pressionada contra o meu lado enquanto encarava o chão. Eu queria que ela mantivesse a merda do queixo erguido e olhasse todos eles nós olhos. Mas ela não podia. Então eu fazia por ela.
Eu normalmente ficava feliz que ela não estava olhando e vendo eles, porque alguns olhares que eu recebia eram ridículos pra caralho. Eu via Stanley todo dia antes da sua ginástica mandando dardos pra ela conforme ela passava pelas portas. Aquilo fazia meus punhos cerrarem.
Almoço se tornou progressivamente mais ... interessante. Tudo começou naquela primeira semana quando Jazz falou sobre um livro que Bella tinha lido. Alguma história biográfica ou alguma merda. Aquilo chamou seu interesse enquanto ela mantinha suas caricias no meu joelho e oferecia sua opinião timidamente. E eles começaram a conversar sobre isso enquanto todos nós comíamos nossos cookies e eu tinha meu braço em volta dela. Foi a primeira vez que nós tínhamos falado com alguém na mesa do almoço.
De algum jeito, Rosalie entrou na conversa, chocando um pouco mais todos nós com o seu interesse pelo assunto. Ela rolou seus olhos e jogou seu cabelo loiro para trás enquanto se inclinava sobre a mesa e conversava com a minha garota sobre o assunto um pouco mais. Eu fiquei quieto enquanto massageava seu pescoço e escutava a conversa. Ela estava quieta, e tímida pra caralho, mas ela falava do mesmo jeito.
Emmett e Jazz estavam se dando melhor do que eu achava possível. Contando piadas cruéis um ao outro e rindo enquanto Rose e Brandon rolavam seus olhos em irritação. Bella e eu só iríamos acariciar um ao outro delicadamente e ocasionalmente sorrir para as piadas. Eu queria que ela contasse a eles a piada suja da freira, mas eu sabia que ela iria acabar corando e se escondendo embaixo da minha jaqueta.
Se tornou ainda mais interessante na segunda semana. Brandon estava falando sobre uma nova banda que ela amava enquanto nós todos sentávamos na mesa e comíamos nossos cookies. Estava sentada ao lado de Jazz e falando sobre a música como se fosse o retorno de Cristo ou alguma merda. Eu odiava pra caralho. Então eu ri dela. Jazz assistiu se divertindo enquanto eu insultava prontamente a banda que ela amava tanto.
Ela só virou seu rosto para mim com uma sobrancelha arqueada. "Então me diga, Oh Mestre de Todas as Coisas Musicais." Ela disse pra mim secamente do outro lado da mesa, ganhando um rolar de olhos enquanto eu massageava o pescoço da minha garota. Bella suspirou e balançou a cabeça, afundando ainda mais no meu lado quando Brandon continuou. "O que é música 'aceitável' pra alguém como você?" Ela perguntou com aspas no ar.
Jazz e minha garota grunhiram simultaneamente quando eu sorri torto maliciosamente para ela. Aquele sorriso começou a conversa mais longa que eu já tive com a Brandon. Eu disse para ela o que eu achava que era música aceitável, e para minha surpresa ela disse qual era sua idéia de musica aceitável. Seu gosto musical não era tudo merda, mas ela tinha alguns esqueletos no armário de seu iPod. Todo mundo na mesa olhava para gente em choque quando nós realmente concordamos em algo que ambos gostavam. E ao final da hora, Brandon não estava mais olhando para mim irritada. Isso não fazia da gente melhores amigos eternos ou alguma merda assim. Mas ela deu um sorriso amarelo para mim quando andava para aula mão em mão com Jazz.
Bella estava tão malditamente feliz sobre nós dois nos dando bem que ela sorriu a aula de Biologia inteira, mesmo que o nosso trabalho fosse sobre carne comida por bactéria. Eu fiz uma promessa silenciosa comigo mesmo de tentar mais forte com Brandon se isso fosse fazer ela feliz assim.
...
Tinha algumas noites onde nós não atacávamos um ao outro como dois adolescentes filhos da puta hormonais. Algumas noites eram escurecidas pela realidade dos nossos fantasmas.
Uma noite em particular, eu estava com Carlisle em seu escritório jogando um muito humilhante jogo de xadrez. E ele mencionou minha mãe. Da porra do nada. Completamente de repente, só sentado na frente do tabuleiro de xadrez na minha frente e tentando adivinhar a idade dela com um olhar calculado na minha direção por debaixo dos seus cílios conforme ele pegava a minha torre.
E como sempre quando alguém mencionava merdas assim, a memória veio. Mesmo eu tentando o meu máximo engolir elas e deixar elas irem, elas ainda possuíram a minha mente e fizeram eu cerrar os meus punhos.
Eu só me levantei e sai do quarto, puto da vida, e me recusando a conversar com ele sobre algo assim. Aquela pequena menção estragou a minha noite. Eu acho que a Bella sabia, assim que eu abri a porta, que eu estava estranho.
Eu comi em silêncio, esperando para pegar meu caderno de desenhos e despejar uma memória em particular em papel para tirar da merda da minha cabeça pela porra de dois minutos. Mas ao invés, ela me fez deitar encarando ela enquanto ela acariciava suavemente meu cabelo. Isso me fez suspirar. Ela começou a me perguntar sobre essas memórias que eu tentava tanto manter longe.
Algo sobre o jeito que ela me segurava e sussurrava para mim fez eu me abrir completamente para ela, contar pra ela merdas que eu não podia nem pensar durante o dia em volta de outras pessoas. Merdas que me levavam a anos atrás, para uma casinha em Chicago.
Eu queria ficar puto com ela por me perguntar essas coisa e por forçar elas para fora da minha cabeça com a sua voz suave e encantadores olhos amorosos. Mas eu não podia. Porque contar para ela era melhor do que só desenhar elas, e quando eu acordei na manhã seguinte, eu podia me concentrar de novo.
Como eu, algumas vezes minha garota estava tendo um dia de merda também. Era sempre obvio pra caralho para mim quando ela entrava com um vazio sorriso forçado. Ela se tornava quieta e se afastava enquanto eu comia a minha comida e roubava preocupados olhares de lado para ela conforme ela se inclinava contra o meu ombro. Depois eu só puxava ela pro meu colo e a abraçava. Implorando suavemente para ela me contar o que estava errado. Ela normalmente contava.
Uma vez em particular, era algo pequeno que me confundiu pra caralho. Como ela teve que dizer não para a Brandon quando ela pediu para ir ás compras. Outra noite era algo muito mais obvio. Ela me disse que tinha visto Esme e Brandon deitadas no sofá, lembrando da infância da Brandon. Ela declarou agonizada que era um momento 'mãe e filha'. E eu podia simpatizar com essa merda completamente. Esse era o maior motivo para eu ir raramente na casa do Jazz. Ele e a mãe sempre foram muito próximos.
Minha garota chorou aquela noite. Quebrando a merda do meu coração conforme eu esfregava suas costas de forma tranqüilizadora e a balançava no meu colo. Normalmente era a amargura da sua condição ou um episódio que a fazia chorar. Eu raramente a vi chorar por esse motivo em particular. Ela soluçou baixinho no meu ombro por mais de uma hora, enquanto eu a segurava .
Nós sempre podíamos dizer quando nós precisávamos de uma noite para viver a realidade das nossas existências. Só algumas merdas de horas para mergulhar na escuridão e permitir soltar tudo. Era um estranho tipo de intuição.
Mas essas noites escuras sempre faziam as noites seguintes mais alegres. Porque toda aquela merda estava solta e esquecida, e nós podíamos só ficar juntos sem pensar sobre isso. Nós podíamos sorrir e rir enquanto eu comia minha refeição. E depois nós iríamos continuar de onde tínhamos parado com o processo de desensibilização.
...
Na décima segunda noite houve um progresso. Nós estávamos nós beijando como sempre quando ela começou a subir sua perna até o meu quadril. Eu estava agarrando seu traseiro sem vergonha nenhuma enquanto ela lambia e sugava o meu pescoço. Me fazendo grunhir no dela. Eu tinha uma vontade irresistível de rolar ela de costas. Ao invés, eu decidi rolar pra minha, trazendo ela pra em cima de mim conforme nossos lábios se encontravam de novo. Foi a primeira vez que nós trocamos de posições dos nossos lados.
Ela gemia sem fôlego, se pressionando contra mim e se esfregando contra a minha ereção com um resfolegar na minha boca. Eu grunhi e agarrei a sua bunda mais forte, só levemente encorajando o ato quando ela fez de novo. Era sexy pra caralho. Mas depois de alguns momentos batalhando com a língua um do outro, eu me sentei, quebrando dos seus lábios sem fôlego e começando minhas tentativas de tocar seus seios enquanto ela passava seus dedos pelo meu cabelo e lambia seus lábios. Foram tantas caricias e fricção e tanto relaxamento que ela descansou sua testa na minha e fechou seus olhos quando eu comecei a me aproximar dos seus mamilos.
Essa foi a primeira vez que eu consegui. Teve dois cookies. Nós normalmente passamos por quatro cookies antes de nós ficarmos muito cansados para continuar. Eu deixei minha mão imóvel em seus seios na última tentativa bem sucedida. Ela ainda tinha sua testa descansando na minha, quando a ponta dos seus lábios começaram a se curvar para cima em um sorriso triunfante e ela finalmente abriu seus olhos para me olhar.
Ela esmagou seus lábios aos meus, empurrando seus peitos nas minhas mãos e desejando que eu os segurasse mais firmemente. E eu fiz. Eu também grunhi na sua boca e começei a sentir ela e pressionar contra a sua lingua. Merda de rezando para que ela não começasse a se contorcer contra a minha ereção.
Nós ficamos acordados até um pouco mais tarde aquela noite. Eu sabia que ela queria sentir por mais tempo. Sua vitória, e a prova que o processo estava funcionando. Então eu continuei massageando e pressionando contra seus mamilos conforme ela lambia e chupava seu caminho para cima e para baixo do meu pescoço e de volta aos meus lábios, sem fôlego algum.
Eu eventualmente deixei os beijos frenéticos diminuírem para doces beijos, conforme eu diminuía a pressão em seus seios com as minhas mãos, e finalmente as removi para acariciar sua bochecha e cabelo. Ela entendeu o que eu estava fazendo, e desceu do meu colo com um ultimo beijo, e um sorriso que me fez rir.
Ela ainda estava sorrindo no meu peito quando cantarolava para eu dormir e eu cheirava todos as flores e cookies do seu cabelo.
Era uma boa noite para minha garota. E eu podia senti-la, então na verdade, eu não podia achar nada pra reclamar também.
...
Eu comecei a mudar de posições, tentando achar a que ela mais gostasse. Eu aprendi pra caralho sobre a minha garota. Pequenas coisas que eram importantes. Ela gostava quando eu mordiscava seu lóbulo da orelha suavemente. E em resposta, ela mordiscava o meu, e eu grunhia em seu pescoço. Também tinha coisas que faziam ela dizer a palavra de segurança. Merdas que eu não esperava.
Uma noite eu tinha escolhido a posição onde eu estava por cima. Ela parecia gostar bastante disso conforme nós lutávamos sem fôlego um contra a língua do outro e ela mexeu seus pequenos quadris contra os meus. Então ela começou a puxar o meu cabelo. Meu coro cabelo estava dolorido das noites anteriores, e eu realmente não queria isso tão cedo. Mas no lugar de dizer a palavra de segurança, eu mexi minha mão e peguei o seu pulso, puxando gentilmente para longe do meu cabelo e suspirando em alivio quando eu o deixei ao lado da sua cabeça. Eu não sei por que eu fiz, mas eu mantive seu pulso preso enquanto me separava dos seus lábios sem fôlego e comecei a beijar meu caminho para o seu pescoço conforme ela se torcia contra mim. Então eu levantei seu pulso para cima da sua cabeça e segurei apertado sobre ela.
Ela enrijeceu sob mim, parando de se mexer. "Cookie." Ela disse de forma estrangulada enquanto puxava seu pulso.
Eu soltei seu pulso e me levantei tão merda de rápido que fez minha cabeça rodar um pouco. Eu arfava sentado de joelhos no meio das suas pernas, esfregando para cima e para baixo as suas coxas e pedindo desculpas com meu olhar conforme nós recuperávamos nosso fôlego.
Eu terminei a noite aí, me sentindo um grande merda por fazer algo tão estúpido e negligente como tentar assumir uma posição de dominância sobre a minha garota. Eu deveria saber que iria fazê-la se sentir desconfortável.
Eu era cuidadoso depois disso, normalmente deixando ela ficar em cima de mim, e tentando mostrar pra ela subconscientemente que ela era na verdade, a dominante. E a agarração continuou. Ela estava sempre ansiosa pra caralho para o processo começar, toda noite, algumas vezes se afastando dos meus lábios e implorando baixinho para eu começar antes que eu estivesse pronto.
Os cookies e relaxamento começaram a gastar menos e menos tempo, nós dando mais tempo toda noite para aproveitar o sensação dos seus seios nas minhas mãos. Eu não deixei de reparar que ela começou a usar blusas mais leves.
Era uma batalha noturna contra as vontades da sua mente, e nós estávamos firmemente quebrando essa barreira com cada toque. Ofegando um contra o outro, e excitados pra caralho enquanto nós nos beijávamos sem descanso e puxávamos um para o outro com gemidos e grunhidos. O processo era lento pra cacete. Mas nós conseguimos.
Trinta dias. Um mês inteiro de trabalho nos seus seios. E eu era finalmente era capaz de pegar eles nas minhas mãos sem a merda de um cookie.
BPOV
Eu estava sentada em seu colo, encostando minha testa contra a dele com os meus olhos fechados, completamente relaxa e tentando com tudo em mim conter o grande gritinho que estava em sério risco de escapar. Ele estava tocando os meus seios sem precisar da técnica. E não tinha nenhum pânico ou algum tipo de desconforto.
Eu não podia evitar o grande sorriso que estava lentamente se espalhando pelo meu rosto quando ele segurou eles mais firmemente. Ele riu baixinho a minha frente, lavando meu rosto com seu hálito caloroso enquanto massageava meus seios. Suspirei e abri meus olhos, encontrando seu olhar conforme passava meus dedos por seu cabelo suavemente.
Eu me sentia tão viva. Tão vitoriosa e triunfante quando esmagava meus lábios aos dele de forma ardente, e pressionava seu rosto mais ao meu. Ele sorriu contra os meus lábios e se deitou novamente nos travesseiros, me trazendo para baixo com ele enquanto eu mergulhava minha língua em sua boca e ele continuava apertando meus seios.
Tem que ter sido a melhor noite do mês inteiro. Um obstáculo ridiculamente difícil. E se o meu bumbum era alguma indicação do que a técnica alcançou, então nós não iríamos mais precisar da técnica para os meus seios. E esse pensamento me fez ir pulando até o banheiro quando chegou á hora de ir dormir.
Tem sido uns longos trinta dias. Eu tenho contado e mentalmente documentado cada detalhe de cada noite dentro da minha cabeça.
Edward era um bendito santo. Porque meu auto controle foi embora vinte e oito noites atrás. Eu pegava emprestado o seu na maioria das vezes, usando para me conter de tocar ele do jeito que havia tocado naquele dia na clareira. Edward tinha as minhas palavras de segurança para se manter na linha toda noite. Eu não tinha esse luxo. Não havia nada me impedindo de tocar ele e de escutar aqueles sons de novo. Dignidade e virtude eram altamente superestimados.
Eu podia sentir ele contra mim toda noite quando nós íamos para cama. Ele estava excitado. Por minha causa. Toda noite. Mesmo quando nós não nos beijávamos e só conversávamos sobre as coisas que nos faziam chorar. Nós ainda estávamos excitados pela sensação do outro quando nós pressionávamos nossos corpos juntos por debaixo dos cobertores.
Eu gostaria de saber como ele consegue. Toda a frustração sexual acumulada. Eu certamente não podia reclamar porque ele estava fazendo por mim. Por minha causa. Mas eu estava curiosa de como ele chegava a conseguir funcionar algumas noites. Na maioria das vezes eu tinha dificuldade de afastar a luxúria.
É claro, tinha noites onde a luxúria era afastada naturalmente. Algumas vezes, quando eu chego, eu estava triste; obcecada com algo que aconteceu aquele dia. E ele só me segurava e me deixava chorar. Escutando os meus problemas, não importando o quão banais, e sempre fazendo eu me sentir melhor até o final da noite.
Os dias na escola ainda eram difíceis de suportar. Mas ter o Edward ao meu lado a cada momento possível tornava tolerável. Ele andava comigo pelos corredores, olhando irritado para as pessoas, e algumas vezes tencionando por causa de algo que o irritou. Eu só iria apertar mais a sua cintura e sussurrar para o chão que nós estávamos passando, que eu o amo. Parecia relaxar ele.
Almoço se tornou minha hora favorita no dia escolar. Eu podia grudar no Edward o quanto eu quisesse com o meu capuz para baixo enquanto ele mantinha seu braço em volta do meu ombro e eu massageava seu joelho. Jasper, Rose e eu podíamos conversar sobre biografias históricas. Eu era mais tímida para falar diretamente com Jasper, mas eu gostava de falar com a Rose. Sempre me incomodou que nós não tínhamos interesses em comum mas ainda nós chamávamos de amigas por causa da nossa mutua associação com a Alice.
Eu comecei a fazer para ela um saco de cookies depois daquele dia que nós nos falamos. Ela era grossa, e não gostava do meu primeiro e segundo cara favorito. Mas ela era a coisa mais próxima que eu tinha de uma amiga que não tinha um parentesco de sangue comigo. E eu não queria que ela se sentisse excluída enquanto todos nós comiamos nossos cookies e ela não.
No dia seguinte quando eu dei para ela os cookies na mesa do almoço, ela fez um comentário de como eles a fariam engordar. Mas eu podia ver a beira dos seus lábios torcerem quando ela abriu o saco e começou a comer eles como todos nós.
Eu quase me caguei quando Edward e Alice começaram a conversar. Eu estava tão assustada quando tudo começou, desejando que eu pudesse desaparecer na jaqueta de couro de Edward, já antecipando a Terceira Guerra Mundial da Forks High. Mas no invés, eles compararam interesses musicais. Era espantoso. Era divino. Ver eles concordarem em algo sem rancor e faíscas. Eles sorriam um para outro sempre que um mencionava algo que o outro gostava. Até mesmo carne comida por bactéria não podia estragar o meu humor.
E no final do dia quando eu entrei no Porsche com Alice, ela realmente chegou a me elogiar por ter encontrado um homem com bom gosto musical. Eu fiquei de boca aberta o caminho inteiro pra casa enquanto ela só sorria. Fiquei pensando por semanas o que quebraria ela. E era isso.
E todos os outros dias depois desse no refeitório, Alice não olhava mais irritada para Edward. No lugar ela ocasionalmente perguntaria a ele sobre algum novo álbum, ou insultaria sua roupa. Para Alice, isso era uma coisa boa. Eu disse isso a ele quando nós estávamos andando pra Biológia, só pra que ele pudesse entender o quão afetuoso ela dizer isso poderia ser. Isso fez ele gargalhar e balançar a cabeça enquanto eu apertava sua mão com um grande sorriso.
Eu nunca deixo a ginástica abaixar meu animo. Não importa o quanto Jéssica me encarava irritada ou o quanto James se escondia de mim, eu tentava no meu máximo ignorar tudo. Contando os minutos para o sinal tocar e para que eu pudesse sair pelas portas para encontrar Edward, que estava sempre me esperando com um sorriso torto.
As voltas para casa com Alice se tornaram mais confortáveis quando eu finalmente pude introduzir meu relacionamento com Edward nas nossas conversas. Eu sempre mantinha o assunto leve, os tipos favoritos de cookie dele, o quanto ele gostava da minha comida, o quão doce ele era sempre me segurando nos corredores. Eu tinha medo de tocar em algo que pudesse chatear ela. Qualquer coisa envolvendo intimidade física a mais do que ela já tinha visto de nós dois.
Eu acho que ela provavelmente sabia, mas nunca forçou a mais do que eu estava disposta a dizer. Talvez um dia, eu estaria confortável o suficiente para conversar com ela sobre esse tipo de coisa. Eu espero que sim.
Quando nós chegávamos em casa, eu normalmente ia com ela até seu quarto e lia uma de suas ridículas revistas femininas enquanto ela fazia lição de casa ou olhava pelo seu armário. Ela sempre sorria quando me via lendo, provavelmente achando que sua feminilidade estava esfregando em mim. O que era uma grande mentira.
Eu ainda permitia que ela me vestisse todo final de semana. E eu estava mais do que feliz que ela mantinha as coisas conservadoras na maior parte, apesar de que algo me dizia que ela estava me introduzindo a sua idéia de moda. Eu ainda usava o meu veto na sua primeira escolha todo Sábado. Eu acho que ela planejava assim. Fada manipuladora.
E toda noite eu fazia jantar para nós três. Esme sorria enquanto todas nós discutíamos nossos dias. Eu tive a impressão que Alice estava mais confortável em falar coisas sobre Jasper na minha frente desde que eu tenho alguma informação própria para oferecer onde o assunto namorados esta relacionado. Não que eu oferecesse.
Eu ficava impaciente para as dez, sempre fazendo cookies e alinhando os oitos sacos no balcão, depois. Eu estava usando quatro formas toda noites. Eu amava. Ter tantas pessoas pra compartilhar minhas criações. Eu estava meio envergonhada por compartilhar coisas do meu dia a dia quando eu os nomeava. Principalmente quando os nomes eram algo como, Mordiscadas Sabor Cereja. É claro que só eu e Edward sabíamos o contexto do nome. Ele gostava quando eu usava meus dentes. Ele provavelmente acha que eu não sei, mas eu podia dizer que sempre que eu mordiscava seu lóbulo da orelha ele se arrepiava.
Eu estava salvando essa informação para usar em situações de emergência. Quando eu precisasse desafiar seu controle e não pudesse puxar seu cabelo. Provavelmente era um pouco conveniente da minha parte, mas eu guardei para uso futuro.
Quando eu escalava sua grade e ia até sua porta de noite, eu sempre estava nervosa. Nervosa que algo pudesse ter acontecido durante o nosso tempo separados e que ele estava perdido em suas memórias de novo. Eu estaria batendo meu pé ansiosamente quando ele abria a porta. Eu checaria sua testa primeiramente antes de tudo.
Tudo por causa de uma noite em particular. Eu podia ver a ruga na sua testa e sabia que algo o estava perturbado. Foi inesperado, porque ele estava bem na escola mais cedo aquele dia. Mas eu conhecia bem seu comportamento. Era o mesmo jeito que ele agiu aquela noite que Esme perguntou sobre sua infância.
Ele comeu em silêncio. Ele estava roubando olhares constantes para o lugar onde ele mantém seu caderno de desenho. Mas quando ele terminou, eu não permiti que ele chegasse a mergulhar tão fundo nesse espírito.
Eu fiz a mesma coisa que eu fiz quando ele veio jantar em casa. O puxando para o meu lado na cama quando ele terminou de comer e passei minhas mãos pelo seu cabelo suavemente. Eu pedi que ele me contasse sobre sua mãe. E como antes, ele teve um flash de dor nos olhos antes de os fechar. E quando eles abriram de novo, ele tinha novamente se transformado no inocente e vulnerável Edward que era tão estranho para mim.
Ele começou a enrolar um mecha do meu cabelo em seus dedos nas minhas costas, exatamente como da última vez. Ele sorria melancólico enquanto recontava os eventos de um dos aniversários dela quando ele era criança. Como ele fez pra ela um cartão de aniversário, sozinho, com colagens de corações e balões. Ele sorriu mais largamente e balançou a sua cabeça quando me contou que sujou de cola toda a mesa da cozinha e usou sua camiseta para limpar.
Ele parecia tão orgulhoso do cartão que ele fez, conforme ele descrevia pra mim em prefeitos detalhes enquanto enrolava meu cabelo em volta do seu dedo e me olhava com olhos arregalados. Verde e rosa com caneta preta. Os três primeiros corações sairam tortos, então ele dobrou um das paginas de papel rosa ao meio e cortou metade de um coração no centro. Quando ele tinha terminado e desdobrou, era perfeitamente simétrico com um único vinco bem no meio.
Ele começou a enrolar meu cabelo mais rápido conforme ele sorria e me contava que o mesmo processo não funcionou com os balões verdes, e como ele levou mais tempo pra deixá-los perfeitos.
Eu ri baixinho quando ele recontou o debate interno que ele teve sobre se devia ou não colocar glitter. Seus olhos se arregalaram mais e se tornaram mais inocentes quando ele me explicou como foi dar para ela.
Eu podia ver na minha cabeça conforme ele me contava. O pequeno Edward todo animado e feliz conforme ele enfiava o cartão entusiasticamente na cara da sua mãe, enquanto a parte de dentro da sua camiseta grudava na sua pele por causa de toda a cola.
Seu sorriso cresceu mais e mais melancólico conforme ele descrevia a reação dela. Feliz e brilhante. Tão orgulhosa dele quanto ele mesmo.
Ele me contou que ela o deixou ao lado da cama dela aquela noite, e depois foi cantarolar para ele dormir com um sorriso grande e plantou um cálido beijo em sua pequena bochecha.
Ele sorriu com um suspiro enquanto enrolava meu cabelo. "O que será que aconteceu com o cartão." Ele devaneou em um sussurro baixo. E enquanto ele tentava lembrar olhando nós meus olhos, seu melancólico sorriso lentamente caiu. Suas sobrancelhas se juntaram e seus agoniados olhos verdes se encheram de lágrimas e ele abriu sua boca, só para fechar de novo.
Ele começou a enrolar meu cabelo mais rapidamente em volta do seu dedo e franziu mais suas sobrancelhas enquanto ele continuava a abrir e a fechar sua boca. Como se ele soubesse o que tinha acontecido, mas não conseguisse forçar as palavras para fora.
E quando a lágrima finalmente caiu no travesseiro, eu enterrei meu rosto no seu pescoço e o abracei forte. O segurando enquanto ele chorava silenciosamente contra o meu ombro e batalhava com minha própria vontade de chorar enquanto o segurava.
Algo na história era incrivelmente triste para mim, mesmo que fosse uma memória feliz para ele. Algo sobre o cartão de aniversário com colagens de papeis fez o meu coração apertar enquanto eu lutava para segurar as lágrimas e acariciava seu cabelo. Algo a mais do que o fato que o cartão provavelmente queimou no incêndio.
Era o coração rosa com um vinco no meio.
Supostamente era pra fazer o coração perfeito, mas o estragava. O coração tecnicamente ainda estava inteiro. Mas o vinco o separava em dois pedaços individuais.
Ele pôs tanto tempo e esforço nisso. Um pequeno gesto que fez ele tão orgulhoso de si próprio e animado quando ele o entregou para sua mãe em seu aniversário.
Ele fez tudo por ela. A mulher que cantarolava para ele dormir todas as noites e permitia ele estragar suas roupas boas enquanto ele cavava buracos no jardim dela durante o verão. Ele deu para ela todo o seu amor, como qualquer criança faria com sua mãe. Incondicionalmente e sem perguntas ou reservas. Ele dobrou seu coração rosa de papel de colagem ao meio para fazer perfeito para ela.
E conforme eu sentia sua agonia infiltrar-se pelo ombro do meu suéter, eu queria encontrar ela e implorar para que ela me contasse o que aconteceu. Eu queria perguntar como ele podia fazer isso com ele. Essa linda alma que só queria seu amor e aceitação. Eu queria olhar ela nós olhos e tentar entender o que possivelmente poderia fazer ela se afastar dele.
Mas a imagem mental do coração rosa do Edward me deu um impulso de fazer algo que eu nunca senti em toda a minha existência.
Eu queria caçar ela e cuspir na merda da cara dela.
NT Lê: Lembro até hoje o quanto eu chorei traduzindo essa parte. Apesar que eu amo essa parte da fic, é tão fofa.
Algumas de vocês passaram bem perto, e até acertaram o futuro da fic. Só posso dizer uma coisa, ainda tem muita coisa por vim. Preparem o coração.
E viu? Nem demorou pra att. Vocês que ficaram mimadas :)
Ah, e para quem possa interessar, a Lary achou uns videos super legais da fic e uma das nossas maravilhosas leitoras fez um para nós. Vocês podem encontrar esses videos relacionados a fic e qualquer outra coisa relacionado a fic, incluindo fotos e informações, na comunidade Wide Awake no orkut. O link está no meu perfil, deêm um passadinha por lá.
Até a proxima, lindas. Beijos, Letícia.
