Notas da Autora
Bardock fica surpreso ao descobrir o motivo da chamada em seu scouter e então...
Bulma e seu pai desconfiam que...
Yo!
Vamos ao significado de alguns cargos em Bejiita:
Raisk vem de raiz e é um saiyajin, cuja classe depende do saiyajin em questão que necessita dele, podendo ser usado no lugar à classificação dos genitore responsável por ensinar os costumes e tradições da raça a outro saiyajin que tenha crescido fora de Bejiita, caso os pais não desejem assumir a educação, caso estejam ainda vivos. Claro, nada impede que um saiyajin de primeira classe, se torne raisk de um de terceira classe. O nível é somente usado para solicitar a lista de saiyajins e ver a disponibilidade de qualquer um.
Kaulek vem de caule e é um saiyajin que serve ao outro como subordinado direto pessoal e/ou treinador, sendo que somente os saiyajins de Elite e real, podem ter um kaulek, que é normalmente um saiyajin de primeira classe.
Propositalmente, são nomes oriundos de plantas, assim como as bebidas, Korokila (clorofila) e Siev (seiva), uma vez que os nomes dos saiyajins vêm de vegetais. XDDDDDD
Agora, tenham uma boa leitura ^ ^
Capítulo 36 - Notícia emocionante
- Bardock-sama?
- Sim. O que aconteceu?
Ele reconhece como sendo a voz de um dos escravos cientistas, emprestados pelo rei para auxilia-lo na localização de Gine e sua cria.
- Conseguimos encontrar o provável planeta em que ela se encontra. Deseja que eu passe as coordenadas agora, Bardock-sama?
- Sim.
Então, o scouter dele apita novamente e os dados começam a pipocar pelo visor e depois, a identificação do planeta onde elas se encontravam, com o mesmo ficando surpreso ao identifica-lo.
- Obrigado. Vou informar ao palácio que já terminaram a sua função. Provavelmente, um grupo de soldados irá recolher vocês.
O escravo que falava através de um intercomunicador fica embasbacado ao ouvir a palavra de agradecimento do general de Bejiita, assim como os demais que ouviram e nisso, a ligação é encerrada.
Hanako ficara surpresa ao ouvir um saiyajin agradecer a um ser tido como inferior para eles, uma vez que considerava aquela raça incapaz de agir civilizadamente, uma vez que eram monstros. Tal ato a deixa embasbacada e Bardock finge não perceber a face surpresa da chikyuujin.
Então, ele aperta alguns botões do scouter e procura na lista o contato que deseja e solicita a conecção com o número cadastrado.
Após alguns minutos, com o toque de chamada do aparelho, o saiyajin do outro lado atende:
- O que foi Bardock? – a costumeira voz mal humorada de Vegeta é ouvida pelo scouter.
- Perdoe-me incomodar, meu imperador. Mas, desejo agradecer pessoalmente pelo empréstimo dos escravos cientistas e quero comunicar ao senhor, que eles já cumpriram com a sua obrigação.
- Então, eu o autorizo ir atrás de sua fêmea pelos bons serviços que prestou ao império.
- Muito obrigado pela consideração, meu imperador. Não tenho palavras suficientes para agradecê-lo. – ele fala respeitosamente.
- Vou mandar o meu Kaulek Kettuke (lettuce – alface) buscar as escravas, juntamente com alguns guardas. Acredito que ainda vai demorar algumas horas para abastecer a sua nave. Kettuke irá contata-lo quando chegar.
- Sim, meu senhor. Assim que o Kettuke-san chegar, irei liberar a porta.
- Por falar nisso, você tem mais uma cria. Uma fêmea, não é? Você sabe que possuí o direito de solicitar uma lista das melhores saiyajins de primeira classe, uma vez que possuí o título de general de Bejiita, para escolher a melhor delas como Raisk dela.
- Creio que não será necessário, meu imperador. Ela está com a mãe e acredito que a minha fêmea lhe ensinou sobre os costumes e cultura de nossa raça. Mas, agradeço a consideração. – ele fala respeitosamente.
- Espero... Não quero problema de adaptações. Faz muito tempo que a sua fêmea não vive dentre os de sua raça. Algumas coisas mudaram...
- Eu me encarregarei de atualiza-la, que por sua vez ensinará a nossa cria, sem qualquer prejuízo das minhas funções. – ele fala respeitosamente.
Bardock não queria que uma saiyajin, escrava do orgulho, tal como os outros, lhe mostrasse como ser cruel e impiedosa, além da forma como a sua raça tratava os inferiores.
Afinal, Gine a criou com base no que achava melhor ela aprender e concordou com a forma como a sua cria foi criada, pois, viu em suas visões.
Portanto, ele queria que a natureza de sua amada filha permanecesse como fora ensinada, sobre a proteção dele e de sua genitora, pois, já bastava ter que lidar com saiyajins, como os seus outros dois filhos, principalmente Kakarotto.
Ademais, ela era uma cópia da genitora. Algo que agradou e muito, Bardock, sendo o esperado, pois, as crias, comumentemente, herdavam a fisionomia dos genitores e inclusive dos ancestrais mais próximos, tal como avós.
Kakarotto herdou à fisionomia dele, assim como do avô paterno. Sua filha herdou da mãe, assim como da avó materna e Raditz herdou do pai de Gine, segundo o que a sua companheira disse quando o mais velho nasceu.
- Assim que chegar, quero que retorne a sua função. Afinal, enquanto estiverem voltando para Bejiita, terá bastante tempo para atualiza-las sobre as mudanças e lidar com a saudade que sente por sua fêmea. Também desejo receber informações sobre o planeta que elas ficaram por tanto tempo.
- Com certeza, meu imperador e agradeço a autorização para partir em viajem.
- Hunf!
Então, a ligação é encerrada e Hanako percebe que Bardock estivera um tanto tenso durante toda a conversa com o imperador da raça dele.
Como se lesse o pensamento dela, ele fala:
- É sempre estressante falar com o imperador. Você nunca sabe como está o humor dele. Portanto, me preparo, psicologicamente, para eventuais ofensas, quando ele se encontra demasiadamente estressado.
- Entendo...
Ela observa que os olhos ônix dele ficam acinzentados, de repente, por alguns minutos, até que tornam a ficar negros, com ele sorrindo bondosamente e falando:
- Acredito que não terá que aguentar o fardo das suas ações. Inclusive, acredito que não precisará. – ele fala misteriosamente – Muitas coisas podem acontecer nesses anos. Sabe, detesto o comportamento da minha raça e o sofrimento que causa aos outros. Minha companheira, com certeza, compartilha de tais ideias e concepções. Portanto, peço para que espere, para que não sofra no futuro. Ademais, se um dia ficar grávida, permita que essa gestação chegue ao fim. Acredite quando falo que será melhor assim. Ademais, há como você proteger a sua cria.
Hanako fica estática, questionando-se como o saiyajin sabia de seus planos futuros, assim como a determinação dela em não permitir que nenhuma gestação chegasse ao fim.
Afinal, não sabia como proteger o seu filho e impedir que fosse arrancado dela, assim como condena-lo ao sofrimento, porque, a seu ver, você não deseja o mal a quem você ama.
Claro, ela adoraria ter um filho, pois, amava crianças e se dependesse dela, mais de um. Porém, em sua situação atual, apenas condenaria um inocente ao sofrimento.
Frente ao que ele falou, começa a se preocupar com o fato de que ele conseguia, por algum motivo, saber sobre ela ser uma ryuusou, embora achasse algo difícil, pois, não falou nada e duvidava que Bardock soubesse sobre os mitos, estes praticamente esquecidos, dentre os ryuushirojins.
Porém, o que o saiyajin a sua frente falou, a deixou desconcertada, pois, tinha receio do que mais ele poderia saber, embora não soubesse como podia ter tal conhecimento, enquanto suspeitava que talvez Bardock não sabia e que falou genericamente. Como uma menção dela fugir ou algo assim, pois, falou do futuro ou dela usar algum abortivo.
Ela se inclinava para essa hipótese, pois, era mais plausível do que supor, que ele sabia que era uma ryuusou e seus planos futuros, quando fosse uma Suma ryuusou.
No íntimo, ao pensar em filhos, adoraria ter mais de um, pois, amava crianças e sempre ficava emocionada ao ver filhotes de dragão na forma humana ou não e inclusive, brincava um pouco com eles. Mas, o fato dela ser escrava, a fazia deprimir-se por esse sonho, pois, não poderia condenar quem ama e ainda por cima um ser inocente, a um sofrimento dessa magnitude.
Além disso, não havia garantia que seu filho ficasse com ela, pois, como Kakarotto era o seu dono, podia tirar seu filho.
Afinal, era proprietário de ambos e ela nada poderia fazer, uma vez que percebeu o quanto o saiyajin era extremamente orgulhoso, duvidando, piamente, que iria aceitar um filho mestiço, uma vez que via o tratamento que eles davam aos seres considerados inferiores, tal como os chikyuujins.
Afinal, para a ryuusou, se você ama alguém, você deseja o bem e a felicidade desse ser.
Portanto, condenar um ser que você ama ao martírio da escravidão, era algo no mínimo cruel e para ela, somente um ser egoísta, não teria tal consideração. Era egoísta, pois, não se preocupava com o futuro do seu filho, apenas desejando tê-lo, não importando a humilhação e sofrimento que esse ser passaria, em nome desse desejo sem qualquer consideração.
Sorrindo, ele fala:
- Não se preocupe, eu estou do seu lado. Portanto, considere a mim e minha esposa como aliados. Iremos ajuda-la no que pudermos.
Ela sai do estupor e não pode deixar de se sentir emocionada, pois, via a sinceridade nos olhos dele, sendo que se surpreendia por existir um saiyajin como ele, que parecia diferente dos demais.
Distante dali, Kakarotto retornava com as suas escravas, após passar por scouter o relatório que fez na nave, sendo que falou os pontos principais, em forma de um resumo.
Então, conforme andava, ouve gritos e reconhece como sendo de Nappa, percebendo que o grito vinha detrás de uma multidão de saiyajins e alienígenas que eram sistematicamente empurrados.
Na frente dessa multidão, contornando os guardas, vê uma terráquea, sem coleira, correndo, sendo que usava um estranho vestido curto e logo atrás dela, outra, que acaba tropeçando em um escravo, acabando por cair, para em seguida gritar, desesperada, para a outra companheira de fuga:
- Chichi! Ajude-me! Por favor.
- Voltem aqui! – Nappa gritava.
- Tsc... Idiota... Consegue perder dois animais? Patético. Devo ajuda-lo, ou não? – ele pergunta a si mesmo, até que exibe uma carranca no rosto, ao se lembrar de um favor que devia para ele e suspira resignado.
A outra que caiu, foi capturada por um saiyajin, enquanto que a de cabelos negros como a noite, corria.
Em um piscar de olhos, ele aparece na frente dela, sendo que as suas escravas sexuais caíram frente ao deslocamento súbito, ao serem puxadas abruptamente pela coleira.
O saiyajin estica o braço e Chichi sente que se choca contra uma parede dura.
Nisso, ela se levanta e tenta fugir, quando ele a segura no punho com apenas um braço, se divertindo frente às tentativas infrutíferas dela se libertar:
- Me solta! Seu desgraçado!
Kakarotto rosna e retira a cauda da cintura, dosando a sua força, mas, fazendo questão de marcar o rosto dela com a sua cauda ao brandi-la como um chicote, tendo o efeito imediato de silenciá-la, enquanto ela caía no chão, com o rosto ensanguentado.
- Obrigada, Kakarotto. Eu as peguei como escravas, porém, elas escaparam. – ele fala pegando Chichi – Ei! Era minha propriedade e você a danificou. Somente este Nappa pode danifica-la.
Kakarotto comenta com seu costumeiro mau humor:
- Coloque esse animal na medical machine. Ademais, estou com um braço segurando as minhas escravas sexuais e, portanto, só me restam, disponíveis, um braço e uma cauda. Além disso, você deve disciplina-la e muito bem, pois, ela ofendeu um ser superior. Pelo visto, essa inferior precisa frequentar urgentemente o Centro de Disciplina de escravos. Ela é do tipo rebelde. Você vai ter muito trabalho em dobrá-la. Acredite, eu entendo de escravos e esse animal é do tipo rebelde.
- É serio?! – nisso, olha para a terráquea ao erguê-la pelo pescoço, sem apertar, enquanto a mesma tentava se soltar – Ela é rebelde? Por que sou azarado? Quando pego duas escravas, uma tem que ser agressiva. E você sabe que adoro submissas. Pelo visto, terei um trabalho especial.
Ele decide que seria divertido disciplina-la, pessoalmente e então, tem uma ideia de punição.
- Kakarotto, pode segura-la, por favor? – ele pede.
- Saiba que o seu favor foi consumido. Uma em captura-la, agora a pouco. Porém, fiz dano a sua propriedade e por mais que caberia a você disciplina-la ou contratar uma disciplinadora particular ou leva-la a um Centro de disciplina, reconheço que não dosei direito a minha força. Vou mantê-la presa, por causa do dano, entendeu? – ele pergunta ameaçadoramente.
- Claro. – Nappa fala sem graça.
Então, caminha até a escrava de cabelos rosados e rasga as roupas frágeis, a deixando nua, sendo que a mesma grita e se contorce.
Nisso, Chichi é presa no punho e se desespera, enquanto Kakarotto pergunta, tranquilamente, ao olhar para Nappa, sem sentir qualquer um dos golpes que ela aplicava nele:
- Serão escravas sexuais, né?
- Sim. Quero tentar um harém.
- Boa sorte para não mata-las.
- Não!
Chichi grita e esperneia, enquanto que Nappa se volta contra ela e a deixa nua e nisso, as arrasta pelos cabelos, com elas dividas entre lutar para se libertar, ou tentarem cobrir, de alguma forma, a sua nudez com as pernas e cabelos.
- Eis a punição de vocês pela vergonha e stress que fizeram seu dono passar. Espero que no futuro sejam mais dóceis para não vivenciarem situações vexatórias públicas.
Ele fala cinicamente e olha para Kakarotto, erguendo-as, ao prendê-las pelos punhos, um em cada mão, exibindo-as.
- Veja que belezas elas são... Possuem um belo corpo.
- Tenho três.
Nisso, se vira para elas e ordena:
- Fiquem na minha frente e nuas, agora.
Elas obedientemente tiram as roupas e a face de Nappa é de raiva, pois, elas obedeceram prontamente, sem pestanejar, enquanto que Kakarotto olha para as duas escravas dele que choravam e se desesperavam, falando:
- A morena tem bons atributos, mas, confesse que essas duas jovens aqui, ganham dela e da outra.
- É mentira! – então, ele fica pensativo e fala – precisamos de um júri.
Nisso, se voltam para um grupo de saiyajins e os chama, sendo que ao verem Kakarotto os chamando, se curvam rapidamente, sendo que os outros, em volta dele, pararam para olhar a cena, com sorrisos maliciosos, conforme viam as escravas nuas, começando um murmúrio entre eles, de qual era a melhor, sendo que havia opiniões divergentes.
- Olhem para elas e falem quais são as melhores. Podem toca-las. Eu e Nappa autorizamos os toques. E não se preocupem, fiquem livres para falarem. Eu prometo pela minha honra que não vou punir ninguém, não importa o veredito que derem.
Os demais gemem de inveja, pois, eles queriam ser os juízes e por causa disso, passaram a sentir uma inveja mortal dos saiyajins que receberam autorização para tocá-las.
Tranquilos pela promessa de Kakarotto, sabendo que ele iria cumprir, eles olham cada uma delas atentamente e até tocam o corpo, com autorização dos donos, passando as mãos, inclusive na intimidade delas e enquanto as ryuushirojins ficaram quietas, as chikyuujins foram silenciadas pela cauda de Nappa, passando a soluçar e se contorcerem em dor, enquanto eram tocadas pelos "juízes".
Então, após pensarem, o grupo de "juízes" concorda que as ryuushirojins eram melhores, pois, o toque da pele delas era demasiadamente acetinado, mais do que as terráqueas, assim como a intimidade era mais macia que as das chikyuujins, além de terem um corpo mais belo, segundo o parecer deles.
Kakarotto comemora com um imenso sorriso presunçoso e Nappa cerra os dentes, saindo dali e bufando, praticamente as arrastando nuas:
- Sacanagem... Até nisso, ele me supera. – fala amargurado – Se bem, que é melhor eu comprar algumas ryuushirojins e vou leva-las ao Centro de disciplina, pois, não quero mata-las.
O final ele comenta consigo mesmo, sendo que também enviaria as terráqueas ao Centro de disciplina de escravos, pois, reconhece que não era o mais indicado para disciplinar um escravo, conforme Raditz o alertou, quando comentou os seus planos para ele.
Portanto, resolveu procura-lo para buscar mais algumas dicas, pois, nunca teve um harém e normalmente, matava qualquer escrava durante o ato, devido à violência e dessa vez, queria mantê-las.
- Vistam-se.
Kakarotto ordena e elas obedecem, sendo que ele sentia satisfação ao derrotar Nappa e põe-se a caminhar.
Na cidade principal de Bejiita, Bulma e seu pai avistavam prédios enormes e outros ovais, sendo que podiam ver casas na periferia da cidade, enquanto que desembarcavam de um veículo, em frente do edifício da Central de identificação e registro de escravos, que consistia em um prédio imenso, que ocupava uma quadra inteira.
Os cientistas eram organizados em filas, enquanto eram catalogados, assim como faziam exames físicos em busca de doenças ou incapacidade e inclusive ferimentos, uma vez que houve a explosão de uma parte do hangar, sendo que havia alguns escravos cientistas feridos, que estavam sendo tratados por uma equipe, sobre ordens do imperador.
Naquele instante, todos haviam sido trocados, sendo que Bulma odiou o fato de ser um macho saiyajin que a trocou e que aproveitou para tocar algumas áreas de seu corpo, desnecessariamente, compreendendo nesse momento, o motivo dos saiyajins terem se proposto a troca-los em vez dos escravos.
Então, após a seção vexatória para a chikyuujin, que sentia repugnância dos toques em sua pele, eles foram levados para serem cadastrados, assim como foi colocado novas coleiras, dessa vez definitivas e com controle de gravidade, devido à alta gravidade do planeta.
Após colocarem a coleira, foi feita uma marcação em seu ombro com laser, sendo que recebeu anestesia, uma vez que era uma escrava cientista. A marca gravada pela queimadura na pele era reservada a todos os escravos.
Após a queimadura, aplicaram um medicamento para aliviar, sendo que seria tratada por médicos, quando chegasse ao laboratório ou local designado para a mesma, enquanto orava para que fosse junto de seu genitor.
Ela sabia, que para os demais escravos, não havia anestesia e os mesmos eram presos firmemente em espécies de pilares, para que a máquina pudesse queimar a pele deles, desenhando a marca da escravidão, ao queimar a pele. Somente era fornecida anestesia, caso o dono assim desejasse e não pode deixar de sentir pena de todos que passavam por esse processo, sem qualquer anestesia local.
Após tudo isso, os Briefs se preparavam para partir junto com os outros escravos já cadastrados, quando a coleira de Bulma é puxada, assim como do seu pai, que se entreolham, sem entender, enquanto que um saiyajin os conduzia através da coleira, sem falar com eles, pois, para os saiyajins, não havia motivo para conversar com meros animais.
Os chikyuujins, por sua vez, não ousaram perguntar com medo de serem punidos, pois, um escravo só deveria falar sobre ordens expressas de seu dono ou responsável, se o mesmo autorizasse, sendo que ambos os cientistas tiveram muita dificuldade no início da escravidão, principalmente a filha mais nova dele, devido ao seu temperamento, ao contrário da mais velha, que se adaptou melhor e quase sem incidentes.
As marcas de punições cravadas nas costas de Bulma eram um lembrete das punições, que com o advento dos tempos, massacraram seu temperamento, tornando-a um ser servil e incapaz de falar qualquer ofensa, sendo que ela passou por um evento que a marcou a ferro em fogo, sendo o maior responsável por seu comportamento submisso e servil.
Esse ferimento fora feito, mais precisamente, em seu coração e teve que conter as lágrimas, pois, mesmo após anos, não conseguia deixar de chorar, quando estava sozinha, ao se recordar do que vivenciou, sendo que nunca esqueceria.
Então, começa a se perder nas recordações, que estavam lívidas, enquanto uma lágrima solitária caía de seus orbes azuis, assim como a culpa que a consumia, implacavelmente.
