Alguns dias se passaram e Dressrosa estava sendo alvo de dois piratas supernovas. Doflamingo jamais imaginaria que eles fossem tão longe para alcança-lo ali, no Novo Mundo. Recentemente, informantes haviam informado que parte do bando do Luffy, juntamente com Trafalgar Law, estavam em um restaurante perto da Green Bit, uma ponte de ferro localizada no norte do país. Ainda tinha algumas tarefas para resolver em relação ao bando, mas teve que parar tudo que fazia para dar atenção a quem jamais imaginava ver novamente, e também para o novato que havia lutado na guerra da Marinha para salvar o irmão mais velho. Até que conhecer Luffy de perto não seria tão mal... antes de acaba-lo de uma vez e não trazer problemas para si e nem para o país.
– Jovem Mestre... todas nossas ilhas fiscais estão rodeadas pela Marinha. – avisou Diamante, durante a reunião dos quatro Agentes Oficiais.
– Néee... eles vão vir para a região de Acacia, pelo jeito. – previu Trebol.
– Estão bem próximos... mas não tem problemas, será fácil acabar ao menos com aquele garoto... – Doffy se referia a Luffy, pegando um pequeno baú e abrindo – isso aqui será a isca perfeita para ele morder... vejam, amigos... – ele retirou uma Akuma no Mi, similar a chamas de fogo – a fruta do fogo que foi do irmão dele... fufufufufu!
– Mas e o Law? Deixaremo-lo por último? – perguntou Diamante.
– Exatamente. – suspirou, analisando a fruta que tinha em mãos – jamais imaginei reencontrar-me com esse moleque. Já se foram treze anos...
– ...e ele sobreviveu.
– Deveria ter morrido junto com o "outro"! – disse o loiro, áspero, referindo-se ao próprio irmão falecido.
– Logo ele fará companhia aquele cara... Doffy.
– Antes de tudo, quero todos os portos da cidade fechados, após eles entrarem. Vou bloquear todas as saídas. Uma vez que entrarem em meu território... sairão apenas esmagados. – e guardou a fruta no baú de novo. – façam o possível para atrair aqueles até o Coliseu...
...
O murmurinho que piratas inimigos invadiam Dressrosa se espalhava por todos os cantos – ordem do próprio Doflamingo, que queria atiçar o povo contra Law e Luffy, junto com seu bando. Ceasar estava sob o poder deles e precisava ser resgatado.
– Então é isso? – comentou Eimi.
– Piratas invasores? – Sora.
– Sim... o Jovem Mestre mandou fechar os portos... vai cerca-los dentro do país.
– ...mamãe... – Aimi exclamou baixinho, preocupada com a mãe.
– Que foi, Aimi?
– Er... nada... pensei apenas na minha mãe, que mora perto de uma zona portuária. Será que eles chegaram a Acacia?
– Espero que não... – comentou Sora, colocando o polegar na boca, pensativa.
– E se chegar, o Jovem Mestre dará a lição devida. – Eimi bateu de leve no ombro da ruiva, acalmando-a.
Enquanto isso, em Acacia, a mãe de Aimi cuidava da casa, sacudindo as toalhas na janela quando ouviu uma pessoa gritar que havia inimigos no próprio lugar.
– Piratas invasores... e o que querem aqui? – perguntou para si mesma.
– Estão atrás do rei, acho. – comentou uma das vizinhas, que estava perto da janela.
– Lá no palácio?
– Sim. E não e lá que sua filha está trabalhando?
A mãe apertou a toalha nas mãos.
– ...sim.
– Mas lá ela está mais segura que aqui, viu?
– ...talvez você esteja certa. Mas ela deve estar preocupada comigo.
– Nem se preocupa. Inimigos do rei são futuros cadáveres. – disse a vizinha, rindo confiante, dirigindo-se para sua casa.
No fundo , ela engoliu seco. E talvez, concordasse com o destino que Aimi escolheu para viver. E se esses piratas invadissem a casa dela e a matasse? Queria tudo que fizesse Aimi protegida e segura. Odiava o perfil daquele rei, mas parecia que ele a protegia, mesmo por ela ser sua concubina. Ela sabia que a filha nunca juraria vingança quanto ela foi expulsa definitivamente de casa, sem direito de retornar. E ela, no fundo, amava a filha, apesar de todos os conflitos.
Tess ficava sempre por perto dos pés da mãe, na sua forma de brinquedo. Ele suspirou por dentro e o rosto no calcanhar da mãe, para que ela não deve estar pensando sobre isso e ficasse calma. Sorrindo, a pobre mulher pegou o cachorro de brinquedo no colo. Era assim que se sentia perto dele: calma. Como se tivesse seu filho por perto – e ela o tinha, de fato.
...
Doflamingo estremecia em sua cama grande e vazia, de tensão. Ele tentou mudar de posição na cama, virava de um lado, de outro, não conseguia dormir. Estava incomodado em relação ao Law. Ele lhe trazia diversas lembranças desagradáveis. Só se acalmou quando se lembrou de Aimi, mas era de madrugada e ele não queria acordá-la. Mas ele conseguiu deixar seu membro levemente excitado e não estava a fim de se satisfazer sozinho.
Ele gemeu com o contato acidental súbito do seu membro dentro das calças rosa de dormir. E precisava dela ali naquela noite... para aliviar sua solidão e sua tensão sexual. Levantou-se e contatou pelo den den mushi para Aimi, que acordou com o barulho do seu den den mushi ao seu lado na cama, acordando também as outras concubinas que dormiam no mesmo quarto.
– Vou atender, podem dormir sossegadas. – Aimi atendeu, esfregando os olhos – Alô?
– Aimi... sou eu.
– Doflamingo...
– Sim, estava dormindo, não é?
– ...sim. Mas tudo bem, o que precisa?
– Desculpa, deixa... vá dormir. – Doflamingo se desculpava enquanto esfregava os olhos sem óculos.
– Não, quero saber o que há... parece tenso... quer um pouco de companhia?
– ...se não a incomodar. – disse com um sorriso típico no rosto.
– Incômodo algum, vou me arrumar para vê-lo.
– Não... espera! Quero que me espere lá na piscina do palácio. Vou até lá.
– Tudo bem. Estou indo.
– Eu também.
E seu sexo fálico continuava pulsando de dor e prazer, mesmo em sua busca e planejamento de vingança; ele ignorou seus problemas para dar atenção às suas necessidades corporais. Precisava aliviar a frustração reprimida sexual em sua concubina predileta, em sua mulher amada. Aimi se arrumou bem caprichada, perfumada e bem produzida esteticamente para o rei, indo correndo pelos corredores até chegar à área deserta e escura da piscina. De repente, deu um medo grande de ficar ali. De repente, velas do local se acenderam e ela viu em pé, pouco mais distante, o belo homem que amava. Ambos trocaram olhares brilhantes, fixos, intensos.
– Aimi. – o loiro se aproximou até a bela ruiva, que estava de cabelos presos em um penteado que realçava a cor e o estilo dele – ...cada vez mais bela... você é a razão para me manter com o sorriso nos lábios.
Ela corou. Queria poder dizer algumas palavras de amor para ele, mas sentiu travar-se. Ele estendeu a mão para ela e esta o deu, sendo guiada até uma das cadeiras daquela área de lazer.
– Preciso que me alivie... – disse com a voz meio rouca.
– Como quiser, Doflamingo. – a concubina se levantou e pôs-se diante dele, que levava a mão esquerda por dentre as pernas da ruiva, cobrindo com toda sua grande mão sobre a região íntima dela por cima do tecido fino, e onde de maneira livre acariciava aquela área. A bela deixou escapar um suspiro, sorrindo para ele e acariciando-lhe o pescoço.
– Não quer na sua alcova?
– Não... ali tava me deixando angustiado... nada como ficar ao ar livre... – ele a puxou em seus braços e começou a beijá-la pelo rosto e pelo pescoço, acariciando os lábios com ao dedos. Aimi concordou e fechou os olhos. O homem enorme levou a outra mão aos quadris dela, numa leve forçada que ele dava para frente podia sentir as nádegas firmes da ruiva , onde ele esfregava a mão com força mesmo, a fim de provoca-la.
– Doflamingo...
– Aimi... como eu preciso muito de você... – falava com os lábios grudados no pescoço dela.
Era ótimo poder se desligar de tudo em um momento tão íntimo e sensual. Ele parou os beijos no pescoço e encarou esta dentro dos olhos negros e vivos que nem o céu de noite, e começou a desfazer da parte da frente da calça de pijama, colocando o membro enorme e já duro para fora. Riu rapidamente ao ver Aimi olhar surpresa e meio espantada para o seu sexo.
– Ora... não precisa teme-lo assim... vocês já se conhecem bem, não é?
– ... claro... – ela levou as suas mãos até o pênis do outro e começou a estimulá-lo com ambas.
E ele voltava com as próprias mãos aos quadris dela, bem no bumbum, onde ele a segurava e apertava de maneira bem safada.
– Vamos prepara-los antes de te colocar dentro. – Doflamingo disse, referindo-se na verdade ao que ele costumava fazer: gozar antes para depois satisfazer o corpo das concubinas, um método que ele achava seguro para evitar gravidez e que, de fato, jamais havia feito nenhuma delas engravidarem. Não que fosse ruim poder engravidar aquela garota... mas não era momento e nem poderia em um outro fazer dela uma mãe de um próprio filho.
Aimi se agachou, pondo-se de frente ao sexo do loiro que estava sentado na cadeira de praia. Ele ficava com a sua respiração ainda mais ofegante com a massagem da morena em seu membro, e com uma das mãos segurava-lhe os cabelos ruivos e cacheados, sem interromper o sexo oral que estava a dar nele. Em resposta, o rapaz levou uma das dele até o íntimo de Aimi, levantando o vestido fino de lenço e ficou a usar seus dedos para estimular o clitóris dela para também deixa-la excitada. E Aimi já ficava fogosa, roçando-se naqueles dedos que pareciam mágicos em deixa-la excitada, já se lubrificando aos pouquinhos.
Ela mudou a forma que estimulava o pênis do loiro, agora usando a boca para beijar, lamber e chupá-lo. Foi aí que ele ficou louco, grunhindo de prazer e quase parando de masturba-la por causa dos reflexos. Aimi movia os quadris para frente, mais e mais, fazendo todo o dedo do Doflamingo estimular do clitóris até a vagina já lubrificada, enquanto ele seguia a estimulando e prestes a banhá-la com seu gozo. Seu membro fálico já estava cheio de veias altas e mais grosso, duro e firme, e era difícil para a ruiva engoli-lo totalmente.
– Hmmm... estou quase lá... ohhhhh...
– Eu também... – falou a ruiva, baixinho, gemendo.
– Esse fogo todo que é você... – falava suspirando, com a boca entreaberta.
E ele continuou a sentir aquele estímulo gostoso da ruiva até que então não aguentou mais e melou não só a boca, como também parte do rosto e o colo peitoral dela com seu esperma grosso e esbranquiçado em algumas partes. Estando um tanto mais ofegante por causa disso, mas ainda estava com o seu pau duro, só menos que anteriormente. Aimi começou a se despir sensualmente para ele, expondo sua nudez em plena frieza daquela noite. Frieza que passava longe daqueles corpos excitados. Ela se levantou e subiu por cima dele, descendo as calças dele totalmente e ele jogou a calça para longe com um dos pés.
– Cada vez mais gostosa de possuir... – comentou o outro, vendo a bela deslizar as mãos pelo peitoral dele e ficar por cima dele. Aimi limpava o gozo em volta do pênis com a língua, o que excitava o outro, mas não com tanta tensão como antes. Após isso, ela se posicionou com a vagina sobre o pênis do outro e encaixou com cuidado, fazendo-o entrar devagarinho. E começou a subir e descer, como se estivesse cavalgando. Doflamingo sentia os músculos vaginais da ruiva deslizarem pelo seu membro que ainda estava duro depois de ter ejaculado um pouco. Desse modo, ele ficava a suspirar de prazer com os movimentos dela, retribuindo com carícias os apertos nos seios de bico claro e rosado.
E ficaram assim por minutos, até que a ruiva começou a se mover rápido, gozando com o enorme pênis dentro dela e o loiro sentiu que soltaria mais alguns jatos do seu sêmen dentro, por conta de todo o prazer que ela o fazia sentir, reagindo aos estímulos dela com uma respiração ofegante, mantendo o fôlego com a sua boca aberta enquanto sorria e olhava para a ruiva.
– Estou quase gozando de novo, Aimi... você é incrível em me fazer gozar mais e mais...
E ele segura nos quadris, levantando-a para tirar seu pênis de dentro, soltando mais uma camada de sêmen, porém menor, banhando parte da genitália externa e virinhas. Aimi caiu em cima dele, meio ofegante também. Ele a acariciava os cabelos e as costas.
– Aimi...
– Hum? – ela moveu a cabeça para olhar para ele.
– Nada... descansa...
E ficaram quietinhos assim, abraçados um ao outro, despidos entre aquelas luzes de velas que haviam espalhada pela área da piscina. De repente, Aimi puxou um assunto.
– Posso... perguntar algo íntimo?
– ...pode, amor.
– Você... já amou outra pessoa assim? Já teve um grande amor sem ser uma concubina?
E ele se lembrou sem tristeza nenhuma de Melissa.
– Sim. Mas não foi um amor correspondido, o que me abalou muito...
– Foi?
– É.
– ...e... porque não deu certo?
– Ela morreu.
– Ah... perdão por lhe fazer falar isso... – Aimi pôs a mão na boca, sem jeito diante da resposta do Doflamingo.
– Não, estou gostando de falar. É bom lembrar, ao menos. – ele ajeitou os óculos, sorrindo.
– E... você ainda ama?
– Não como você.
A ruiva fechou os olhos, deitando novamente a cabeça no peito dele.
– Aliás, para que amaria uma pessoa já morta?
– ...talvez pudesse amar ainda.
– Mas você me fez curar essa dor, Aimi.
– ...que bom.
– ...por isso que quero te proteger. Mantê-la sempre comigo.
– Serei sua concubina para sempre! – jurou ela, ainda naquela posição.
Aimi não parecia "pensar grandemente" como eram as outras concubinas. Tinha certeza que, se fosse uma outra qualquer, faria tudo para se tornar a esposa do rei. E ela não tinha dessas coisas.
– É verdade que... há inimigos piratas querendo invadir Dressrosa?
– Como sabe?
– Todos comentam, as meninas também souberam em parecem preocupadas. Eu também estou... minha mãe está sozinha e doente a mercê de ataques de inimigos.
– Não se preocupa com isso... – Doffy acariciava-lhe as costas delicadas – não terão tranquilidade por aqui enquanto eu estiver por aqui... já tenho agentes que vão acabar com eles logo, logo... fica tranquila, minha ruivinha!
– Tudo bem... eu confio em você.
– Vou leva-la até a porta do seu quarto. – ele se levantou com ela nos braços, pegando um lenço levemente perfumado de dentro do bolso da calça ao lado e limpando vestígios de sêmen nele e nela, especialmente nela, passando o lenço bem nas partes íntimas dela acariciando-a. Aimi sorriu e agradeceu aquela carícia com o beijo bem dado nos lábios do outro, que compartilha do beijo.
Doflamingo se pôs a vesti-la (com ajuda dela) e a pegou nos braços, levando-a até a porta do quarto onde ela dormia com as outras duas concubinas. Pondo-a no chão, deixou-a livre para entrar.
– Preciso dormir mais um pouco... com sua ajuda, será mais fácil isso.
– Chama-me quando precisar, Doflamingo...
– Chamarei.
Com um beijo na mão da outra, ele saiu dali e foi para a sua alcova fria e solitária. Aimi entrou em seu quarto feliz e contente, jogando-se em sua cama e fechando os olhos. Sentia algo formigar dentro de si, parecia ser o próprio sangue que circulava intensamente. Como o amava! E vendo que ele a amava também, isso lhe abria mais esperanças em seu coração.
Assim como ele, Aimi pode dormir bem o resto da madrugada. E que viessem as próximas madrugadas...
