Notas da História:
Obs. Os personagens pertencentes a Steph, mas se foram meus, há as possibilidades ...
Obs. 100% Beward
Obs. Pov. Bella
Obs. História para maiores de 18 anos
Capitulo Trinta e Seis
Tanya olhou desconfiada para Vic que lhe sorriu, isso fez com que Tanya se afastasse um pouco, como se estivesse com medo de ser atacada... sabia bem como era a sensação... Ainda assim, ela não foi embora.
Ela estava fiel a sua palavra de que seria a minha ajudante. E realmente ela tinha se esquecido de que Vic era a minha organizadora, pois vi o momento que ela pensou duas vezes antes se aproximar de nós ao chegar a casa aquela tarde.
Eu confesso que me senti lisonjeada ao ver que ela queria fugir, mas ficou por mim.
Estávamos na sala de jantar e a grande mesa cheia de papeis e álbuns com fotos.
Com o casamento cada vez mais perto, já estávamos em reta final, só decidindo o que queríamos.
Já tínhamos visitado todos ao lugares necessários.
Agora eram só as últimas decisões.
Graças a Deus!
Ainda bem que Edward seria o único pra mim, porque organizar um casamento era um grande pesadelo.
E estressante.
Ainda bem que tinha Vic, ela era ótima nessas coisas e fazia de tudo pra facilitar as coisas pra mim.
Carl serviu copos de limonadas para todos, mas antes que ele saísse, o puxei para se sentar ao meu outro lado.
- Fique e nos ajude.
- Claro.
- Ah Bella, acredito que já decidimos tudo, as flores, o cardápio, o bolo, o seu vestido, o terno de Edward e o buquê. O decorador vem essa semana pra começar a preparar o gazebo, como decidimos. As cadeiras e mesas chegam na próxima semana.
- Perfeito, Vic. Vou deixar tudo em suas mãos. – ela riu, ela sabia que eu queria trabalhar o menos possível.
- Havia me esquecido... Você vai ser levada ao altar por seu pai ou prefere fazer o trajeto sozinha? – mordi o lábio.
- Uh, eu não tenho pais.
- Oh, desculpe, sozinha, então?
- Eu posso levá-la. – sugeriu Tanya e bufei.
Nem que eu fosse louca.
- Eu pensei em Carl. – olhei de esguelha pra ele, que parou de folhear os álbuns.
- Eu?
- É, ficaria honrada se você me levasse. – ele suspirou colocando a mão sobre o coração.
- É claro que eu levo.
- Eu teria sido uma escolha melhor. – resmungou baixinho Tanya, mas a ignorei.
Carl seria melhor.
Ele era como um pai pra mim e acredito que para Edward também.
- Obrigada por fazer isso, Carl.
- Estou honrado. Agora me dê a revista de ternos, preciso escolher um digno de um casamento tão grandioso quanto o seu.
Sorrimos e lhe entreguei a revista.
- Ah, seus padrinhos...
- Rosie e o Secretario B2. – B2 estava folheando uma revista e vi que ele sorria.
- E o do Edward?
- Uh... talvez, Tanya e o Secretario B1? – murmurei na duvida. – Mas eu preciso confirmar com ele, pois ele pode querer Emmett. Eles são bons amigos.
- Ok. Confirme e me passe uma mensagem, nesse fim de semana teremos o ensaio do jantar, então se já estiverem todos os escolhidos, melhor.
- Ok.
- Ah sim, os convites já foram enviados de acordo com a lista que me deram. Bella do seu lado só tem Rosalie e agora que ela é sua madrinha, não tem ninguém.
- Uh... é que ela é a única que eu conheço em Nova York.
- Não quer chamar ninguém da sua antiga cidade?
- Não tem ninguém.
- Oh. Eu... eu sinhô muito.
- Tudo bem. Mas o que faremos quanto aos lugares...
- Não se preocupe. Vamos fazer diferente e cada um se senta onde quiser.
- Ok.
- Agora a última coisa, a música.
- Música?
- Sim, para a marcha nupcial, você quer a clássica, ou algo especial para você e Edward?
E agora? Nós tínhamos uma música especial?
- Posso pensar?
- É claro. Como já decidimos tudo, eu já vou.
- Não quer ficar para um lanche ou para jantar? Edward estará em casa em breve.
- Infelizmente não posso, muito a fazer. – ela suspirou e olhou para Tanya, que desviou o olhar encarando o teto fingindo concentração.
Vic suspirou mais uma vez e se despediu.
- Bem, vou preparar o jantar e vou ficar com isso. – Carl agarrou a revista de ternos e se foi.
- Enfim sós... – Tanya murmurou ficando mais perto, até B2 pigarrear.
- Eu estou aqui Srta. Denali e de olho em você. – ela bufou e se afastou.
- Por que ele está aqui?
- É meu Secretario, ele absorve as informações que eu não me lembro e me conta quando eu preciso. – ela grunhiu.
- Bom, a organizadora já se foi, ele pode ir também, não é?
- Não, ele fica bem aqui.
- Bella... – Ela grunhiu e suspirei.
- Tanya, nós somos amigas agora, não é? – hesitei, mas peguei em sua mão, ela ficou olhando para as nossas mãos unidas e assentiu rapidamente.
- Sim, sim, sim.
- Ótimo. Mas amigas não têm segundas intenções, viu?
- Mas...
- Não, elas não têm. Eu quero muito que sejamos amigas Tanya, tirando a sua taradisse, você é uma pessoa muito legal, então não acha que está na hora de parar e ser só a minha amiga? – ela suspirou.
- Ok, posso fazer isso.
- Ótimo. Agora que tal dar uma chance para Vic? Ela parece realmente gostar de você. – ela bufou cruzando os braços.
- Não sei, eu prefiro mulheres mais calmas e tímidas como você. Ela é muito atirada.
- Ela parece um pouco com você.
- Sim e isso é assustador. – ri e ela bufou.
- Venha, vamos ver o que Carl esta fazendo para o jantar.
- Quer que eu fique pro jantar?
- Claro, amiga. – ela sorriu.
- Ok, miga.
- Miga? – ela deu de ombros e se levantou indo para a cozinha.
Sorri me levantando também e B2 veio para o meu lado.
- Sabe que vai se arrepender disso, não é?
- No momento que abri a boca. Felizmente você sabe capoeira e vai me proteger.
- Claro, quando precisar.
Começamos a andar.
- Seja honesto, você não sabe capoeira, né?
- Claro que eu sei.
- Então por que nunca usou?
- Não surgiu a oportunidade.
- Sei...
Ele riu e jogou o braço sobre os meus ombros.
- Vamos chefe, vamos apressar Carlisle que estou faminto.
- Você tem se tornado muito folgado, hein?
- É a convivência com você.
Até queria falar algo, mas preferi me calar.
Passamos a próxima par de horas conversando na cozinha e até tentando ajudar Carl, quando ele deixava, né?
Quando Edward chegou o jantar estava quase pronto.
- Olá, a todos!
- Oi noivo.
- Olá noiva. – fui até ele o abraçando e ele sorriu me dando um beijo.
- Sr. Ainda falta alguns minutos para o jantar.
- Sem problemas, eu vou tomar um banho rápido.
- Eu te ajudo. – falei alto e ele me olhou com uma sobrancelha arqueada e baixou a voz.
- Então não será rápido.
- Podemos tentar ser rápidos. – falei baixo também, ele sorriu.
- Se você estiver toda molhada impossível ser rápido.
- Edward. – guinchei ficando vermelha e ele riu alto.
- Nós já voltamos... – ele agarrou a minha mão me puxando para cima e fui de muito bom grado.
Já no quarto, rapidamente o ajudei a se despir enquanto ele fazia o mesmo.
Assim que estávamos nus, ele deu um apertão na minha bunda me fazendo saltar.
Ri e o puxei para o banheiro.
- Banheira ou ducha?
- Se precisamos ser rápidos, ducha.
Assenti o puxando para o chuveiro, liguei e fui para debaixo da água o levando comigo, assim que estávamos sob o jato de água, ele me beijou com vontade.
Gemi em sua boca enquanto passava as mãos por seu corpo sexy e todo meu.
- Edward... – suspirei quando ele afastou a boca da minha para beijar a minha garganta, chupando a água que se acumulava ali e me deixando cada vez mais excitada.
Desci as minhas mãos pelo seu corpo até chegar ao seu pau e o acariciei, ele gemeu na minha pele.
- Acho que vou conseguir ser rápido afinal, eu preciso muito te fuder, amor.
- Sim...
Rapidamente ele me virou e apoiei as mãos na parede, ele acariciou a minha bunda e em seguida a agarrou apertando, depois a ajeitando para que eu a empinasse mais.
- Ah... – ele riu do meu arfar quando ele levou uma das suas mãos a minha entrada, primeiro esfregando o meu clitóris, em seguida empurrando dois dedos dentro de mim.
- Foda-se, como você sempre está molhada, tão rápido? – grunhiu empurrando os seus dedos profundamente sem deixar de esfregar o meu clitóris com o polegar.
- É... oh... é por sua causa.
- Bom. Você também amor, só de te olhar, eu já estou pronto pra te fuder.
- Sim...
Era assim que me sentia sempre.
De repente, ele tirou os seus dedos e senti a ponta do seu pau na minha entrada, empinei mais a bunda e ele grunhiu se empurrando para dentro.
Ambos arfamos.
- Céus!
- Edward...
- Quando esse querer desesperador vai parar?
- Espero que nunca... - ele riu deitando a testa em meu pescoço e voltou a segurar os meus quadris com as duas mãos e me fudeu.
Forte, rápido, profundo.
Éramos uma confusão de gemidos e respiração ofegantes.
Seu pau deslizando profundamente e deliciosamente dentro de mim, em impulsos rápidos e fortes que vergonhosamente me fizeram vir em minutos.
Mas Edward ainda não havia acabado e o aperto da minha buceta no seu pau só pareceu estimulá-lo mais, então ele mordeu a minha garganta e foi mais forte e mais fundo.
Uma das suas mãos veio para o meu peito, que ele apertou o mamilo dando um bom beliscão. Ora em um, ora em outro, a sensação do seu pau, mais as suas mãos me fizeram vir de novo, dessa vez ele me acompanhou.
Abraçando-me apertado enquanto se derramava em mim.
Ficamos abraçados ofegantes por alguns minutos.
Quando senti as minhas pernas de novo, me mexi e ele me soltou. Então me virei para ele e o abracei pelo pescoço, ficando nas pontas dos pés e o beijei.
- Devemos tomar banho de ducha mais vezes.
- Com certeza devemos.
- Uh, melhor nós lavarmos e descer.
- Certo, temos companhia.
Ele me beijou mais uma vez, em seguida nós lavamos rapidamente, bem, mais ou menos, pois toda hora, tínhamos que trocar beijos e sorrisos.
Mal podia esperar para ser a sua esposa e ficarmos assim para sempre.
[...]
Sentei-me em frente ao médico, ele escreveu algumas coisas em um papel e me entregou. O peguei com um sorriso.
Eu ainda estava meio boba depois de ouvir o coração do bebê.
Que som mais lindo.
Edward agarrou a minha mão e o olhei, ele tinha o mesmo sorriso bobo que eu.
- Infelizmente ainda não dá para ver o sexo, mas em mais algumas semanas já dará.
Assentimos bobamente.
Não era a primeira vez, mas sempre nos surpreendia, todas às vezes.
- Isso Isabella, são vitaminas pré-natal, sim?
- Ah, ok.
- As tome direitinho e cuide da sua alimentação e saúde.
- Ok.
- Exercícios como caminhadas são bons e nada de alimentos gordurosos.
- Tudo bem.
- Vamos cuidar direitinho dela doutor.
- Ótimo, quando a família apóia, a gravidez é sempre mais positiva e agradável.
- Pode acreditar, ela tem muito apoio.
- Maravilhoso. Agora vamos nos ver mês que vem, sim?
- Claro. Obrigado doutor – nos levantamos e nos despedimos.
Já no carro, Edward me abraçou pelos ombros.
- Tem que voltar ao trabalho?
- Sim. Felix já me ligou duas vezes para que eu não me atrasasse para a reunião das 3h.
- Ele é muito bom de secretario, né? – murmurei de má vontade, ele riu e beijou a minha bochecha.
- Sinto falta da minha ex-secretaria.
- Sério?
- Claro. O trabalho é mais produtivo, sim, mas sinto falta das loucuras.
- Aff, parece que eu só fazia loucuras.
- Amor, houve um boato de que rolou uma festa depois que você saiu.
- Mentira?
- Temo que tenha sido verdade.
- Mas... Está mentindo, Rosie me contaria.
- Pelo que soube ela estava lá.
- Aquela traíra. Você foi?
- Eu?
- É Sr. CEO, você foi? – ele riu.
- Não, mas tentaram me convidar.
- Ai meu Deus. Eu sou a sua noiva.
- Eles não sabiam.
Aff, a gente causava uns motins básicos só pensando no bem estar do povo e dava nisso, esse povo era muito ingrato.
- Quer saber, nunca mais me envolvo na vida de ninguém. – ele bufou uma risada.
- Desculpe...
- Acha que não consigo?
- Desculpe amor, mas tenho certeza que não consegue.
Bufei cruzando os braços, já ia reclamar da sua falta de fé em mim, quando Edward pediu a Jazz que parasse o carro.
- O que foi?
- Ali, uma farmácia. Vamos comprar os remédios que o médico receitou.
- Ah, claro.
Saímos do carro e entramos na farmácia.
- Boa tarde, posso ajudá-los? – murmurou o atendente distraidamente.
Edward entregou a receita para ele, que logo começou a pegar tudo na prateleira atrás dele, em seguida se virou para nós e começou a registrar, ao falar o valor, o vi me olhando com o cenho franzido e depois sorriu como se me conhecesse.
Olhei para trás, sabe, só pra checar se não havia alguém atrás de mim, mas não tinha, era eu mesmo que ele encarava.
Oxê, eu tinha certeza que nunca vira aquele cara.
Eu acho...
Edward passou o cartão e já o estava guardando, quando o cara entregou a sacola para mim.
- Então, foram inúteis, hein?
- Uh... como? – ele riu.
- As camisinhas.
- Ah?
- Eu me lembro de você. Veio aqui há algum tempo, usando óculos e boné. Eu me lembro porque você comprou camisinhas o suficiente pra uma orgia. – ele sussurrou a última parte, meu rosto ficou vermelho e ele riu.
Que carinha inconveniente.
Ele não percebeu que se eu estava disfarçada, era porque não queria falar sobre aquilo.
- Uh, tudo bem aqui? – Edward perguntou se aproximando mais de mim e o carinha pigarreou assentindo.
- Tudo bem, senhor.
- Certo. Vamos amor.
- Claro. – o rapaz sorriu.
- Ah, espero que pelo menos o xampu pra pulga tenha funcionado.
Ai meu Deus!
Edward me olhou confuso e ri sem graça.
Sério, por que de todas as farmácias do mundo, ele tinha que ter escolhido justamente aquela?
- Funcionou! Vamos Edward.
Falei o arrastando pra fora da farmácia.
- O que foi aquilo?
- Lembra das camisinhas.
- Sim. Já que você comprou o suficiente pra uma orgia.
Ai meu Deus!
- Será que todo mundo pensa isso?
- Provavelmente.
Que porcaria.
- Mas o que tem as camisinhas?
- Foi aqui que comprei.
Edward parou pra pensar por um momento e em seguida riu.
- Imagino os pensamentos do rapaz.
- Céus, por que essas coisas acontecem comigo?
- Eu temo que você as atraia isso, amor.
O olhei feio e ele só beijou a minha testa e me levou para o carro.
É sério, isso estava ficando ridículo, mas no futuro, pois agora que eu seria uma mãe e uma esposa, eu seria mais comedida.
Nada de micos.
Vou ser uma nova Bella.
Bella Cullen.
Sorri com a idéia.
Quando for Bella Cullen, coisas estranhas não acontecerão mais comigo.
- A propósito amor, o que você comprou para o gerente do meu banco achar que meu cartão estava sendo roubado?
Gemi.
Ainda bem que eu ainda era Bella Swan ou a minha promessa já iria para o brejo.
Notas de Rodapé:
Pov. Edward.
Entrei no elevador com Felix ao meu lado, ele olhava em seu tablet os meus horários, já eu olhava para o meu celular as fotos que Bella havia me mandado de seu dia.
Para que eu não sentisse saudades, de acordo com ela.
Ela era adorável.
Sorri para uma foto sua comprando roupas de bebê e quase engasguei quando na próxima, ela estava em um sexy shop comprando uma langerie e algemas.
Ela era muito doida.
O elevador se abriu, duas moças e um rapaz entraram cochichando.
Ao me verem, pararam e me cumprimentaram indo para o fundo do elevador.
Voltei a olhar as fotos, mas a conversa deles me chamou atenção.
- Vai ser que horas?
- Às 21h.
- O que precisa levar, mesmo?
- Qualquer coisa. Bebida principalmente.
- Não acredito que finalmente ela se foi.
- Nem eu.
- Graças a Deus ela nunca foi pra minha sessão, mas temia esse dia.
- Eu tremo só de pensar quando ela veio para nossa
- Foi uma época difícil.
- Mas ela era tão ruim assim?
- Não que ela fosse ruim, mas ela era problema. Tudo era sobre os nossos direitos e sindicato. Eu estava vendo o dia em que seriamos todos demitidos por causa das suas agitações.
- Céus, ainda bem que ela nunca veio a minha sessão.
- Você deu sorte.
- Muita.
- Mas posso mesmo ir à festa?
- Claro, a Srta. Hale, disse que todos são bem vindos.
- Uh desculpe-me, mas de quem estão falando?
Os três se olharam e a garota que estava na duvida se podia ir ou não a festa foi a primeira a falar.
- Da festa para comemorar a saída da louca dos motins.
- Como é?
- Sabe a sua ex-secretaria. – murmurou outro.
- Oh...
- Sr., Ela começou um motim lá também? – olhei para Felix que colocou o tablet na boca, imagino para esconder o sorriso e forcei um.
- Não. Ela resolveu sair porque vai se casar.
- Ah.
- Bem, o senhor que ir?
- Sim, a Srta. Hale disse que todos são bem vindos.
- Rosalie Hale?
- É, ela faz parte da organização.
Dessa vez Felix riu um pouco alto e quando o olhei, ele pigarreou.
- Desculpe, senhor.
Sorri para os três.
- Desculpe, eu tenho um compromisso com a minha noiva, então não posso.
Eles assentiram e quando o elevador parou, eles saíram, então olhei para Felix.
- Nenhuma palavra!
- É claro, senhor.
Voltamos a ficar em silêncio e suspirei.
- Você foi convidado?
- Sim.
- Você vai?
- Não, senhor.
Assenti.
Céus! Parecia que os motins de Bella eram maiores do que pensei.
E onde eu estava que não fiquei sabendo daquilo?
Inacreditável!
N/A: olaaa povo pervooo
Mais um cap
E avisando eu to demorando pra posta pq a fic tá em reta final :(
Ai eu sempre me enrolo em final de fic
Mas nao vou abandona ok
Vou finalizar \0/
Agora sera q esse casamento sai?
Vamos torce ne kkk
Feliz niver pra Michelle \0/
Agora vamos comenta
Pq vcs só fazem coments divooos
