Notas da Historia:

Obs. Os personagens pertencem à tia Steph, mas se fossem meus, há as possibilidades...

Obs. 100% Beward

Obs. Essa é uma fanfic Drable, ou seja, os capítulos são minúsculos, e vai ter duas postagem por dia.

Obs. Historia para maiores de 18 anos


36...

Ao chegarmos ao bar, Jacob, a muito contra gosto, entrou. Eu sorri abertamente.

Sim, esse era o lugar, homens mal encarados, sinuca, máquina de música, tudo fedia a urina e cerveja velha. Essa foi a melhor escolha que já fiz... Bella iria entrar pela porta a qualquer momento.

- Edward, vamos embora... – Jacob sussurrou pela milionésima vez.

- Mas acabamos de chegar! Venha, vamos pedir uma cerveja.

- Somos menor de idade. – ele grunhiu andando em volta, vi que a metade dos caras que estavam ali, nos olhavam com curiosidade.

No entanto, eu não vacilei, fui até o bar e tirei a primeira nota que peguei no bolso e bati no balcão.

O bartenderera enorme, careca e com tatuagens nos braços musculosos, que só eram visíveis porque ele usava uma regata preta. Ele me lembrava de Emmett, mas ao contrário de meu irmãozão, esse era feio e não tinha um sorriso amigável.

- Uma cerveja! – o cara olhou para a minha mão e arqueou uma sobrancelha, segui o seu olhar e percebi que tirei uma nota de um.

Sorrindo sem graça, voltei a enfiar a mão no bolso e tirei uma de 20 e bati no balcão de novo.

- Claro, mas antes a identidade.

- O que acha de esquecermos a identidade e você me dá uma cerveja. – tirei do bolso, dessa vez, a nota certa, mais uma de vinte e bati no balcão.

- O que você acharia de eu chutar a sua bunda, e você saísse daqui mancando?

- Então isso seria um não? – ele riu.

- Sim rapaz, mas te dou um refrigerante. – puxei os meus vinte dólares de volta para o bolso.

- Ok, mas pelo menos, você poderia colocar num copo de cerveja? – ele arqueou uma sobrancelha, e dei de ombros.

- Para parecer mais realista... – sorrindo, ele olhou para Jacob.

- E você rapaz, também quer um refrigerante em um copo de cerveja?

- Huh... – ele me olhou ansiosamente.

- Pode trazer, cara.

Ainda rindo, o bartender, politicamente correto, quem diria, foi pegar as nossas bebidas.

Apoiei-me ao balcão displicentemente e Jacob fez o mesmo.

- E o que faremos agora?

- Eu não faço a mínima ideia.

Podíamos jogar sinuca, mas eu não era muito bom nisso, na verdade, eu nem sabia como jogar aquilo. Olhei para Jacob que parecia ansioso.

- Tá tudo bem cara?

- Acho que devemos ir...

- Mas acabamos de chegar!

- Aqui mocinhas! – o bartender deixou as bebidas e foi limpar o balcão com um trapo sujo.

- Você viu isso? Ele nos chamou de mocinhas! – ri abertamente.

- E você gostou?

- Cara, a coisa é obvia, esse é o tratamento de um bar barra pesada. Você não assiste filmes, não?

- Edward, eu não acho que a vida real seja igual aos filmes.

- Bem, não exatamente igual, mas bem perto disso.

Ele rolou os olhos.

Percebi um cara sentando no tamborete, ao nosso lado, ele pediu um uísque.

Sem prestar muita atenção, peguei o meu refri e dei um longo gole, quando coloquei a caneca de volta no balcão, foi um pouco forte demais e a bebida espirrou no cara do lado.

- Que porra... – ele começou e quando me virei para me desculpar, engoli em seco...

O cara era enorme e mal encarado.

Tinha piercing na sobrancelha, uma tatuagem que parecia começar no seu pescoço e ir descendo pelas suas costas e braços, ele me olhava com raiva e engoli em seco.

Era bom Bella entrar pela porta logo, ou quando ela voltasse, já seria o meu velório...