Nota do autor: As várias personagens que eu tirei dos animes, não me pertencem.

No capítulo anterior: O misterioso assassino, que é um dos nossos heróis faz mais algumas vitimas, desta vez, a Misuzu, que começara a perceber como as coisas estavam a funcionar; a Dejiko e o Brendan. Os sobreviventes estão em pânico e não sabem o que fazer.

Bom Português 7 - Último

Ilda: Ai, mas que desarrumação é esta?

Sarah: Ora, é que eu estive à procura de umas roupas.

Ilda: Ai sim? Pois isto agora parece a républica das bananas!

Sarah: Não parece nada. E diz-se república.

Ilda: Não senhora. Diz-se e escreve-se républica.

Só uma delas é que disse ou escreveu correctamente uma das palavras. Como é que acham que se escreve?

a) Républica

b) República

Uma das formas está correcta, a outra não. Pensem em qual delas acham que está correcta e, no final do capítulo, eu direi qual das respostas está correcta.

Capítulo 37: Um de Nós!

O Poema era assim: (Prestem atenção que vai ser importante)

Dezasseis pessoas na mansão Vinze

Uma delas leva uma pancada e então restam quinze. Kai

Quinze pessoas, chocadas com o que aconteceu

Uma é apanhada de surpresa e restam catorze. Anna

Catorze pessoas, na ilha com esperança

A uma é dado um tiro e restam treze. - Dejiko

Treze pessoas desconfiadas, enquanto o bolo coze

Para uma a vida chegou ao fim e restam doze. - Misuzu

Doze pessoas vão jantar e olham para o bronze

Uma delas engasga-se e então restam onze. - Brendan

Onze pessoas em agitação, metem as mãos pelos pés

Uma delas adormece para sempre e então restam dez.

Dez pessoas vão almoçar enquanto não chove;

Uma delas decide não comer e então restam nove.

Nove pessoas a dormir: não é biscoito!

Uma delas levanta-se, não tem sorte e então restam oito.

Oito pessoas foram dar uma volta, por onde lhes compete;

Uma não quis mais voltar e então restam sete.

Sete pessoas vão rachar lenha, mas eis

Que um deles se corta e então restam seis.

Seis pessoas de uma colmeia fazem brinco;

A uma picou uma abelha e então restam cinco.

Cinco pessoas foram caminhar, a tomar ar no mato;

Uma ficou perdida e então restam quatro.

Quatro pessoas no mar; para um foi a última vez

Os outros nada puderam fazer e então restam três.

Três pessoas andando pela casa. E depois?

O urso abraçou um e então restam dois.

Duas pessoas ao sol, com medo até de uma pluma;

Uma delas acaba por morrer e então fica só uma.

Uma pessoa está aqui só, das dezasseis apenas restou uma;

Por fim ela enforcou-se e não ficou nenhuma.

Todos ficaram a olhar para o Brendan, estendido no chão, morto. A Saki e o Alex levaram o corpo do Brendan para o quarto dele e taparam-no com um lençol.

Depois, a Saki e o Alex voltaram para a sala de estar, onde os outros os esperavam.

Sarah: Como é que o veneno foi parar ao copo do Brendan?

Lina: Nós andávamos de um lado para o outro, qualquer pessoa podia ter posto ali o veneno.

Anina: Sim, qualquer pessoa que estivesse nesta sala, mas só se fosse uma pessoa que nós conhecemos. – disse a Anina, desconfiada.

Musette: O que queres dizer com isso Anina?

Anina: Era impossível que um estranho tivesse entrado na sala, pois nós iríamos ver que ele era um estranho...

Alex: Estás a insinuar que foi um de nós que envenenou o Brendan? Essa é uma ideia completamente disparatada!

Musette: Desculpa Anina, mas o Alex tem razão. – concordou a Musette, abanando a cabeça.

Ilda: Alguém deve ter entrado aqui sem nós vermos. Ou o copo já continha veneno. O Brendan ainda não tinha bebido nada.

Saki: Sim, a Ilda tem razão.

Camy: Devíamos ir deitar-nos. Amanhã vamos pensar num plano para sairmos daqui.

Todos subiram as escadas e foi cada um para o seu quarto. Passaram-se algumas horas. A Sarah estava inquieta e não conseguia dormir.

Ela levantou-se e começou a andar pelo quarto. Por fim, decidiu ir até à cozinha beber um copo de leite. Talvez assim conseguisse dormir finalmente.

Quando chegou à cozinha, estava lá outra pessoa.

Sarah: Então, também não conseguiste dormir?

Pessoa: Não. Mas vou tomar um comprimido para dormir.

Sarah: Ah, encontraste comprimidos para dormir? Então dá-me um para eu dormir também.

A pessoa deu um comprimido à Sarah e foi-se embora. A Sarah bebeu o seu leite e tomou o comprimido. Logo a seguir, voltou para o seu quarto e deitou-se. Adormeceu rapidamente.

Onze pessoas em agitação, metem as mãos pelos pés

Uma delas adormece para sempre e então restam dez.

Magicville

No dia seguinte, a Ilda estranhou o atrasado da Sarah para se levantar e foi chamá-la. Deu com ela morta, durante o sono. Para além disso, a estatueta da Sarah tinha desaparecido.

Anina: Mais uma morte.

Aki: Mas como é que o assassino se escapa sempre?

Alex: Neste caso, podemos supor que ela morreu durante o sono. Foi encontrada uma caixa de soporíferos na cozinha. – explicou o Alex.

Camy: Provavelmente ela tomou um dos soporíferos ou até mais do que um.

Ilda: Mas um soporífero não mata ninguém.

Anina: A minha teoria é que, o comprimido que ela tomou continha veneno. – disse a Anina, cruzando os braços.

Hikari: Talvez tenhas razão Anina. – disse a Hikari, pensativa. – Podia ter sido veneno.

O resto da manhã passou-se rapidamente. A maioria das pessoas não estava com cabeça para conversar. A Ilda fechou-se no quarto até à hora de almoço, a Aki decidiu ir até ao penhasco, para ver se conseguia encontrar uma maneira de saírem daquela ilha, mas foi em vão.

A Hikari sentou-se na sua cama e ficou pensativa. Mais uma morte… era tudo muito estranho. Passados uns segundos, a Hikari levantou-se e releu aquela horrorosa rima. A rima falava de almoço e eles iriam almoçar em breve.

Subitamente, a Hikari sentiu-se inquieta. E se a Anina tivesse razão e um deles fosse o assassino? Poderia ser verdade. Claro que ela não era a assassina, mas quem poderia ser?

Há uma da tarde, o almoço preparado pela Anina, pela Daphne e pela Musette estava pronto.

Todos se sentaram à mesa, até que a Ilda notou a ausência da Saki.

Ilda: Pessoal, onde está a Saki?

Musette: Não faço ideia.

Alex: Eu vi-a sair de casa em direcção àquela casa em ruínas que há de um dos lados da ilha. – disse ele.

Aki: Acho que me cruzei com ela e ela ia para lá, mas não tenho a certeza.

Hikari: Vamos lá procurá-la! – disse a Hikari, levantando-se rapidamente, temendo o pior.

Todos se apressaram a ir até à casa em ruínas. Quando lá chegaram, os seus receios confirmaram-se. Uma viga do tecto, que estava podre, tinha-se desprendido e tinha caído directamente sobre a Saki, esmagando-lhe a cabeça e o tronco.

Dez pessoas vão almoçar enquanto não chove;

Uma delas decide não comer e então restam nove.

Magicville

O Alex, a Hikari e a Musette levaram o que restava do corpo da Saki para o quarto dela. Todos na casa estavam bastante chocados pela morte violenta da Saki.

Nessa tarde, a Hikari lembrou-se de ir ver se a estatueta da Saki tinha desaparecido e, tal como ela previra, a estatueta tinha desaparecido.

Ao passar no corredor, a Hikari passou pela Anina e ambas trocaram um olhar. A Hikari ficou surpreendida ao ver a desconfiança no olhar da Anina. A Anina estava convencida de que um deles era o assassino e, até agora, essa possibilidade não tinha passado, seriamente, pela cabeça da Hikari.

Magicville

Depois do jantar, todos se reuniram na sala. Estava na altura de pensarem numa maneira de sair daquela maldita ilha.

Anina: A ideia do Brendan, que já não está entre nós, não resultou por causa da falta de materiais.

Alex: Sim, um pára-quedas era uma ideia muito complicada. Não deu para ser feito. – disse o Alex, encolhendo os ombros.

Musette: Se ao menos tivéssemos uma ideia que prestasse… se o assassino vem para cá de barco, o que para mim faz todo o sentido, é porque deve haver terra perto daqui.

Hikari: Achas mesmo que o assassino vem até aqui de barco, mata uma pessoa e depois se vai embora? – perguntou a Hikari, que começava a achar que essa teoria não era muito convincente.

Musette: Acho. Não temos provas de como é que ele aparece, por isso, a minha teoria é esta.

Lina: Não se ponham agora a discutir isso, temos é de pensar numa maneira de sairmos daqui.

Aki: Se formos pela lógica, deve ser impossível sairmos da ilha pelo ar. – disse a Aki, pensando nas possibilidades e abanando a cabeça. Estavam demasiado limitados.

Camy: Só se tivéssemos o pára-quedas ou um avião.

Daphne: Qualquer uma dessas ideias está fora de questão.

Ilda: Bem, também é impossível sairmos da ilha por terra.

Anina: Esperem, tive uma ideia! – disse a Anina, levantando-se. – E se nós fizéssemos uma fogueira no penhasco? Temos muita lenha aqui na ilha e se fizermos uma fogueira grande, alguém há-de ver o fumo e irá vir para cá salvar-nos.

Alex: É uma ideia excelente!

Lina: Hoje já é muito tarde para fazermos a tal fogueira, mas amanhã podemos ir cortar lenha, levá-la para o penhasco e acendê-la.

Musette: Então fica combinado. Amanhã fazemos a fogueira.

Os outros concordaram. Antes de irem dormir, trancaram as portas, as janelas e revistaram a casa de uma ponta a outra. Não havia vestígios de ninguém ali.

Ilda: Parece que esta noite, podemos dormir descansados.

Musette: O assassino não está cá dentro, por isso, não temos nada a temer.

Todos se foram deitar. A meio da noite, a Musette acordou. Tinha ouvido alguma coisa no corredor. Com cautela, abriu a porta que dava para o corredor. Não se via ninguém.

Subitamente a Musette ouviu uma voz a chamá-la, muito baixinho. A Musette foi até ao corredor e encontrou ali uma pessoa que ela conhecia muito bem. Essa pessoa tinha uma das mãos atrás das costas.

Musette: O que é que estás aqui a fazer, no meio do corredor?

Pessoa: Tinha de falar contigo.

Musette: E não podias esperar pela manhã para falares comigo?

De repente, a pessoa tirou uma enorme faca de detrás das costas. Num movimento rápido, espetou a faca no estômago da Musette. A faca trespassou-a de um lado ao outro. A Musette caiu no chão, morta instantaneamente.

Nove pessoas a dormir: não é biscoito!

Uma delas levanta-se, não tem sorte e então restam oito.

Magicville

Eram exactamente oito e meia da manhã, quando se ouviu um grito vindo do corredor. A Ilda tinha encontrado o corpo da Musette e tinha dado o alarme.

Vinte minutos mais tarde, oito pessoas encontravam-se sentadas à mesa do pequeno-almoço. Todas estavam muito nervosas. O corpo da Musette tinha sido levado para o seu quarto. A estatueta da Musette tinha desaparecido e mais uma morte tinha ocorrido.

Ilda: Expliquem-me, como é que o assassino conseguiu entrar aqui em casa. Nós fechámos todas as portas e janelas. – disse a Ilda, sem perceber.

Anina: Não é preciso ser muito inteligente para chegar à conclusão a que eu cheguei.

Alex: Que conclusão?

Anina: As portas e janelas foram fechadas, nenhuma foi forçada ou partida. Ninguém entrou cá em casa.

Camy: E isso quer dizer o quê?

Anina: Acordem pessoal! – gritou a Anina, zangada, levantando-se. – Se ninguém entrou e ninguém além de nós estava cá dentro, quer dizer que foi um de nós que matou a Musette!

Durante uns segundos, todos ficaram a olhar para a Anina, sem perceber. Depois, a Ilda soltou um grito, a Hikari tapou a boca com as mãos e o Alex abanou a cabeça, sem saber o que dizer.

Aki: Anina, penso que estás a exagerar.

Camy: Porque é que algum de nós iria matar a Musette?

Anina: Essa é uma boa pergunta, mas eu não sei a resposta. – disse a Anina. – De qualquer maneira, não vou ficar aqui para descobrir. Vou fazer a fogueira no penhasco para ver se alguém nos vem salvar.

Todos os outros concordaram. Todos começaram a trabalhar, mas a desconfiança já se instalava entre eles. Todos foram pela ilha, à procura de lenha. Eles entreolhavam-se, desconfiados. Por fim, a fogueira foi acesa no topo do penhasco.

Anina: Eu vou ficar aqui. Não quero voltar para a casa. – disse a Anina. – Não se preocupem que eu não vou deixar que o fogo se apague.

Os outros regressaram à casa ou foram dar uma volta pela ilha. Secretamente, a Anina sentia-se mais segura sozinha e além disso, no topo do penhasco, o lugar mais alto da ilha, poderia ver quem se aproximava e precaver-se.

Passaram duas horas. A Anina continuava no penhasco. De vez em quando, alguém trazia mais lenha para a fogueira.

Mas o assassino ou assassina estava de olho na Anina. Vinte minutos mais tarde, a pessoa responsável pelas mortes subiu até ao penhasco, com um punhado de lenha debaixo do braço.

Pessoa: Aqui tens Anina. – disse a pessoa, dando alguma lenha à Anina e deitando outra parte da lenha na fogueira.

Anina: Obrigada.

A Anina virou-se de costas para a pessoa e, num movimento rápido, a pessoa deitou um pequeno explosivo para a fogueira. A pessoa regressou pelo carreiro abaixo, até à mansão. Iria demorar algum tempo até o explosivo actuar.

Cuidadosamente, a pessoa contornou a mansão e foi até uma área onde haviam imensas árvores abatidas, prontas a serem cortadas. Era ali que cortavam a madeira. Um machado estava ali perto.

No cimo do penhasco, a Anina não sabia o que estava prestes a acontecer. As chamas envolveram o explosivo e, com um estrondo enorme, deu-se uma explosão de chamas. A Anina, que estava perto da fogueira, foi envolvida pelas chamas, morrendo carbonizada.

Oito pessoas foram dar uma volta, por onde lhes compete;

Uma não quis mais voltar e então restam sete.

Magicville

Mas as mortes ainda não tinham terminado. A Ilda foi até à área das árvores cortadas, para ir buscar lenha. Lá, encontrou o assassino ou assassina, mas claro que não sabia que essa pessoa seria a pessoa que iria causar a sua morte.

Ilda: Olá, então estás aqui para buscar lenha? Eu também. Ouvi agora um estrondo enorme. De certeza que foi a Daphne a fazer um cozinhado mal feito ou a Anina pôs demasiada lenha na fogueira. Vim cortar alguma para levarmos para casa. Nem sabia que tínhamos uma lareira a carvão na sala, pensava que era uma lareira eléctrica.

Pessoa: Ah, então corta tu primeiro a tua lenha, eu tenho tempo.

A Ilda pegou no machado e cortou alguma lenha. Por fim, pousou o machado e agarrou num punhado de lenha cortada.

Ilda: Já está. Agora vou voltar para casa. Até logo.

A Ilda virou costas e começou a caminhar em direcção à casa. A pessoa que estava com ela, pegou no machado e, num movimento muito rápido, enterrou o machado bem no meio da cabeça da Ilda.

A Ilda caiu no chão, morta, espalhando os pedaços de lenha pelo chão e deixando um vasto rasto de sangue.

Sete pessoas vão rachar lenha, mas eis

Que um deles se corta e então restam seis.

Magicville

Eram nove e meia da noite. Seis pessoas estavam deitadas, cada uma na sua cama, cada uma no seu quarto e com a porta bem trancada.

Os incidentes daquela tarde tinham mexido com os seis sobreviventes: Alex, Hikari, Lina, Camy, Daphne e Aki.

Quando tinham levado os corpos da Anina e da Ilda para os quartos, tinham sentido que estavam condenados. Aquela ilha parecia agora uma prisão e, um a um, todos estavam a ser punidos com uma sentença de morte.

Depois da explosão, algumas pessoas correram até ao penhasco e depararam-se com a Anina, morta. Resolveram reunir-se todos, mas faltava a Ilda. Eles foram procurá-la e encontraram-na no lugar onde a tinham matado.

Todos ficaram imensamente nervosos. Duas mortes na mesma tarde e de duas maneiras brutais. O corpo da Anina estava irreconhecível e a Ilda, com a cabeça rachada ao meio… não havia palavras para descrever.

Para piorar a situação, as estatuetas da Anina e da Ilda tinham desaparecido. Restavam seis pessoas, cinco inocentes e uma culpada pelas mortes dos outros. A fogueira no penhasco tinha sido apagada, pois tinham medo que causasse a morte a mais alguém.

Ao jantar, tinham comido comida enlatada, pois a Daphne, a única sobrevivente que sabia cozinhar alguma coisa, estava demasiado transtornada para ir preparar alguma coisa.

Nenhum deles sabia o que se iria passar no dia seguinte, mas de uma coisa os cinco inocentes tinha consciência: não queriam morrer… mas a pessoa que os andava a matar não iria satisfazer-lhes esse desejo.

Continua…

No próximo capítulo: Restam seis sobreviventes e um deles é um assassino, que já matou várias vezes. Vão ocorrer mais mortes… mas há uma pessoa que descobre quem é que é o assassino ou assassina.

Cantinho das Personagens, O Confessionário – 32:

Testemunho dos seis sobreviventes.

Hikari: Estou assustadíssima. Mais mortes. A Anina tinha razão. Por momentos, desconfiei que ela é que nos andava a matar. A Anina era muito inteligente, descobriu a situação antes de nós… apesar da Misuzu também ter estado desconfiada. Isto está a ficar difícil. Somos só seis. Não conseguimos sair desta ilha…

Alex: A morte da Anina foi brutal. Queimada viva. Uma morte horrível. Aliás, todas as mortes foram horríveis. Agora trancamo-nos nos nossos quarto e olhamos desconfiados uns para os outros. A Hikari parece a mais desconfiada de todos.

Aki: Continuo a não ter a certeza de que a Anina tinha razão. Será mesmo um de nós? Nenhum de nós é um assassino ou assassina… bom, tudo bem que temos uns segredos complicados, mas isso não quer dizer nada… ou quer?

Camy: Está um clima esquisito aqui. Já vi a Lina olhar para mim com uma expressão muito séria. Acho que ela desconfia de mim. Não sei porquê, mas desconfia.

Lina: Eu estou convencida que a Camy é assassina. Não sei porquê… mas tenho a certeza que é ela! Eu dou-me bem com ela… ou pelo menos dava, mas não sou ceguinha. Ela tem-se mostrado muito calada e muito menos frontal do que costuma ser…

Daphne: Suponho que, mais tarde ou mais cedo, os outros vão desconfiar de mim. Afinal, eu já fui uma das Devil Divas e a única que ainda permanece viva. Parece horroroso falar disto, mas é verdade. Esta ilha é horrorosa. Quero sair daqui o mais rápido possível.

Anedota de Vida

19.

A Anina, no futuro, casada com o Kai, vai falar com ele.

Anina: Querido, hoje o relógio da sala caiu da parede e, por pouco, não caiu em cima da cabeça da minha mãe.

Kai (aborrecido): Maldito relógio! Está sempre atrasado…

Cantinho do Autor - 15:

Olá a todos! Antes de mais, quero dizer que só vai haver mais um capítulo e meio sobre esta parte da ilha e das mortes, depois começa um novo tema. Neste capítulo, como repararam, morreu imensa gente.

É que eu achei, e acho que vocês vão concordar, que se fosse a matar só dois por capítulo, nunca mais saía daqui e assim, fez-se "uma limpeza quase geral", restando apenas seis sobreviventes.

O fanfiction . net, tem andado meio maluco e não me manda alertas, nem para reviews, nem para histórias dos outros autores, por isso, se actualizarem alguma história vossa, avisem-me, porque senão é provável que eu não saiba, porque os alertas não me chegam. É só a mim ou a vocês também acontece isso?

Bom, por fim, este mistério está a chegar ao fim e parece mais fácil do que o mistério da morte da Umbridge, porque os suspeitos foram eliminados. Um dos seis é um assassino, conseguem adivinhar qual? Até para a semana! Ah, antes disso, este vai ser o último bom português, ok? Xau!

Bom Português 7 - Último

Ilda: Ai, mas que desarrumação é esta?

Sarah: Ora, é que eu estive à procura de umas roupas.

Ilda: Ai sim? Pois isto agora parece a républica das bananas!

Sarah: Não parece nada. E diz-se república.

Ilda: Não senhora. Diz-se e escreve-se républica.

Só uma delas é que disse ou escreveu correctamente uma das palavras. Como é que acham que se escreve?

a) Républica

b) República

Uma das formas está correcta, a outra não. Já pensaram em qual das respostas acham que está correcta? Então aqui vai a resposta.

A resposta correcta é a resposta b. Só há acentos gráficos nas três últimas sílabas de uma palavra.

E se fosses tu?

Aconteceram várias mortes neste capítulo.

82 – Das personagens que morreram: Anina, queimada; Ilda, com uma machadada; Musette, apunhalada; Saki, atingida por uma viga de madeira ou Sarah, morrendo durante o sono, qual é que achas que foi a pior morte?

83 – E qual achas que foi a menos dolorosa? (Acho que está é bastante óbvia, mas pronto)

Seis sobreviventes, um assassino ou assassina.

84 – Olhando para as seis personagens: Hikari, Alex, Aki, Camy, Lina e Daphne. Qual delas achas que é a pessoa que está a matar os outros?