Disclaimer: Harry Potter e todos as pessoas mágicas, lugares, coisas, animal neste Fanfic pertencem a JK Rowling. Apenas Audrey e seus Parentes são meus ... Eu só não consigo imaginar eu pertenço tudo isso.

Ok, agora colaboradores. Eu gostaria de agradecer ao Random bug, meu novo favorito... Eu amo vocês; vocês são as melhores pessoas do mundo inteiro. Obrigada por seu apoio até agora e eu espero que você vai manter a apoiar-me no futuro.

Mas... pessoal... for favor dos meus peixinhos... comentem senão eu não sei se vocês estão gostando ou não...

30/12/1971 – Quando tudo dá errado II

Eillen estava em casa quando o telefone tocou. Era Tobias. Ele falou que havia sido preso e contou com detalhes o que ele fazia com Severo. Ela desligou o telefone furiosa. Ela não sabia como eles arranjaram, mas deram Veritasserum a ele e ele contou tudo!Ela corujou para Michael:

"Querido, me ajude!

Aquela besta do Tobias foi preso, alguém deu Veritasserum pra ele e aquele idiota contou tudo o que a gente fez com a peste do Severo! Agora a polícia trouxa deve estar me procurando porque eu fui cúmplice das gracinhas dele...

Vamos fugir e assumir para o mundo o nosso amor...

Eillen Prince"

Ela chamou sua coruja, amarrou a carta na sua perna e mandou–a para Michael. 15 minutos depois ela recebeu a resposta:

"Calma minha querida... arrume as malas que eu estou indo pegar você...

M.V."

Depois que Severo foi atendido Roger pensou que poderia levar seu neto embora, mas uma ligação atrapalhou seus planos:

– Senhor Taylor – disse uma enfermeira que se aproximou dele – é o delegado Jones, ele quer falar com o senhor...

– Já estou indo!

Ligação on

Roger, podemos enviar uns profissionais qualificados nesse tipo de violência pra fazer exames pra obtermos todas as informações médicas e psicossociais importantes sobre a saúde dele, sabermos como ocorreu a agressão e recolhermos provas contra o Tobias?

Sim, é claro. Quando eles vêm?

Daqui a uma meia vão prestar um serviço pós–violação pra gente. O menino ainda está aí?

Tá. Vamos esperar...

Obrigado. Tchau!

Tchau!

Ligação off

Roger olhou para o neto e pensou:

"Infeeeernoooo... justo agora que eu ia levar o Sev embora..."

Meio sem graça, ele se aproximou do neto e falou:

– Severo, você não vai pra casa agora. Vão vir uns médicos realizar uns exames em você.

O menino ficou mais pálido do que era. Ele não queria ficar sozinho com pessoas estranhas. O seu avô percebeu a sua apreensão e perguntou:

– O que foi?

Severo mordeu o lábio e olhou para baixo. Roger falou:

– Você vai ser levado a uma sala, segura, limpa, só vai ficar com você, pessoas não autorizadas não podem entrar, você vai ser muito bem tratado...

Severo se remexeu na cadeira. Roger perguntou:

– Severo, eu to percebendo que você está se remexendo como se estivesse desconfortável na cadeira. Aquele cara te machucou?

O neto do Roger levantou–se rapidamente e sentiu uma fisgada. Ele suspirou de dor, sentou–se de novo e respondeu:

– Não... foi... nada...

Michael estava no Ministério quando ele recebeu a carta de Eillen. Quando ele a leu, ele queimou o pergaminho e furioso escreveu uma resposta. Logo depois ele procurou Elphistone e falou:

– Senhor Urquart, sua filha me mandou uma carta dizendo que está passando mal e precisa da minha ajuda...

– Mas por que ela te procurou? Tudo bem, pode ir...

Ele chegou à sua casa e praguejou baixinho quando percebeu que a porta estava aberta. Era sua noiva, Kyra Urquart, que havia chegado em casa. Ele estava com a moça só porque ela era filha de Elphistone, era rica e porque ser noivo da filha do chefe dava muitos privilégios para ele, como chegar atrasado e faltar no serviço quando quisesse. Ela chegou perto dele, beijou–o com paixão e sussurrou em seu ouvido:

– Que bom que você tá aqui em casa, tava com saudades...

– Eu também... que coincidência, eu falei para o seu pai que você havia me chamado...

Michael a beijou com desejo e levou–a para o quarto. Ele teve uma brilhante ideia e disse à noiva:

– Hoje eu quero você... por trás...

– Jura... – disse ela tirando a roupa do noivo. – Você tem lubrificante?

– Eu tenho... no sótão, vou pegar...

Ele foi correndo para o sótão, pegou livro e leu uma maldição. Ele pensou:

"Ainda bem que aquela idiota deu seu nome completo, essa maldição só funciona direito se eu tiver o nome completo da pessoa..."

O homem pegouuma vela vermelha e besuntou–a com óleo perfumado. Numa folha de papel, ele desenhou um pentagrama e escreveu o nome da Eillen, concentrou–se na chama e começou a pensar no seu pedido.

Enquanto isso na casa dos Snape, Eillen estava impaciente, arrumando suas coisas que nem reparou que apareciam úlceras sua pele, como se ela estivesse sendo atingida por óleo fervente. Michael havia lançado nela uma maldição com uma vela que não era consagrada; por isso o nome da pessoa que estivesse escrito sob ela, iria perecer junto com a sua cera que lentamente se esvai, consumida pela chama. Depois de um tempo ela sentiu uma dor no braço, percebeu que estava toda queimada e gritou:

– Não! A maldição do fogo! Michael, você me paga!

Ela sentiu seu rosto em chamas, correu para o espelho e horrorizada percebeu que ele estava se desfigurando. Ela passou a mão na cabeça e viu que os cabelos estavam caindo.

Michael voltou para o quarto com o lubrificante. Ele tirou as roupas da noiva com volúpia e fez o melhor sexo anal da sua vida. Quando eles terminaram, estavam suados e ofegantes. Ele olhou para a noiva e disse:

– Preciso tomar um banho... daqui a pouco vou voltar para o Ministério...

– Vai na frente que eu ou depois...

Kyra esperou o noivo. Enquanto isso ela começou a sentir um cheiro estranho e percebeu que ele vinha do sótão. Ela foi até lá, encontrou a fonte do cheiro e falou:

– Credo, que vela fedorenta é essa? Vou fazê ela sumir antes que eu fique com dor de cabeça, uuuuugh...

Michael acabou o banho. Enquanto sua noiva foi tomar o seu banho, ele subiu ao sótão para ver como estava a maldição dele. Lívido de raiva ele percebeu que Kyra havia feito a vela desaparecer, interrompendo a sua maldição. Ele procurou no livro o que acontecia quando a maldição era interrompida e não achou nada. Socando a parede ele gritou:

– Ai, mas que merda, aquela loira burra jogou a vela fora antes do ritual se acabar! O que pode ter acontecido com a vadia da Eillen?

Meia hora depois um médico e uma enfermeira chegaram ao Departamento. O médico se apresentou a Roger:

– Bom dia, meu nome é Frances Magnunsen... nós fomos designados para examinar o seu neto... outra coisa, senhor Taylor, o senhor terá que assinar esse consentimento pra gente começar os exames...

– Consentimento?

– Um documento que prova que você consentiu os exames...

– Sim... tudo bem...

– Seu neto precisa estar sozinho pra realizar os exames...

– Tudo bem...

– Depois uma assistente social vai procurar o responsável por ele pra fazer uma avaliação para encaminhamento para serviços psicossociais...

– Tudo bem...

Frances se aproximou de Severo e o cumprimentou:

– Bom dia, meu nome é Frances Magnunsen, e eu sou um médico designado para ter certeza que você está bem... pode me dizer como se chama?

– Severo Snape...

– Quantos anos você tem?

– Onze...

– Eu e a enfermeira Bethannie Carter vamos realizar alguns exames para documentar o tamanho, a localização, cor e tipo de agressão que você sofreu. Nós teremos que fazer também o exame anogenital em você também...

Frances explicou a Severo como seriam feitos os exames e a posição que ele teria que ficar. À medida que o médico ia explicando os procedimentos, Severo ficava mais nervoso. Bethannie percebeu o nervosismo do menino, se aproximou dele e disse:

– Olha, isso eu sei que isso não está sendo fácil, mas por favor, tente ser forte... esse procedimento precisa ser feito até 72 horas depois da agressão... pense que daqui a pouco você vai estar com a sua família e nunca mais vai ver aquele animal...

Severo olhou para a enfermeira com lágrimas nos olhos e balançou a cabeça.

Roger aproximou–se de seu neto, abraçou–o e disse:

– Agora eu vou para o escritório para dar mais privacidade a vocês, mas se você precisar, pode mandar a enfermeira me chamar, viu...

Severo balançou a cabeça. Roger levou Bethannie, Frances e o menino para uma sala disponível. Quando eles ficaram sozinhos, a enfermeira pediu a ele:

– Por favor, coloque essa camisola pra gente iniciar os exames...

A enfermeira verificou a altura, o peso, apalpou seu couro cabeludo, identificando algumas áreas sensíveis; uns fios de cabelo saíram na luva da enfermeira e foram recolhidos, pois eram sinal que Tobias havia puxado seu cabelo com muita força. Ela apalpou sua margem orbital, percebendo uma sensibilidade no local.

Bethannie apalpou seu pescoço, mas não encontrou sinal de estrangulamento e seu antebraço, encontrando sinal de violência recente; ela pediu para o Severo virar–se de costas e encontrou lesões na parte interna das coxas. Quando ela terminou, ela olhou para o menino e disse com carinho:

– Agora o Dr. Magnunsen vai continuar os exames, mas relaxe, vai ficar tudo bem...

– Com licença... – disse Frances. – não tenha medo...

Frances calçou as luvas enquanto Bethannie anotava suas conclusões. Os primeiros exames foram para averiguar as estruturas e tecidos e verificar os sinais de lesão ou processo de doença na genital do menino. No segundo exame, Severo teve que ficar na posição de joelho no peito. O médico separou as bochechas das nádegas para inspecionar sinais de lesão, doença ou se havia algum corpo estranho alojado, mas não encontrou nada. Frances olhou para Severo e disse:

– Nós vamos colher mais amostras...

O médico recolheu amostras nas bochechas e no ânus do menino para verificar se havia fluido seminal, se houve sexo oral ou só anal; ele recolheu a cueca de Severo (que estava com sangue e sêmen) e colheu 10 ml de sangue dele para verificar se a agressão foi facilitada por droga. Quando os exames acabaram, Bethannie abraçou Severo e disse:

– Pronto... acabou... agora vá pra casa e descanse...

Bethannie avisou o diretor que os exames haviam terminado e ele foi correndo ver o neto. Ele o abraçou e perguntou:

– Oh, filho, você tá tão pálido? Pronto para ir para casa?

– Sim...

Frances se aproximou dos dois e perguntou:

– Na farmácia do hospital tem Xilodase*?

– Por quê?

– Porque seu neto sofreu uma lesão anorretal... você percebeu que ele está sentindo desconforto ao se sentar?

Roger ficou lívido de raiva. Ele respondeu:

– Eu percebi, mas achei que era uma lesão na coluna... aquele desgraçado!

O diretor chamou ou uma enfermeira e pediu a ela para ver se a farmácia tinha a pomada. Logo depois ela chegou com o medicamento. Frances pegou a pomada e falou:

– Ele deve usar a pomad vezes ao dia até a dor sumir...

– Tudo bem... muito obrigado Dr. Magnunsen!

Frances e Bethannie deixaram o hospital. Roger abraçou o neto e falou:

– Filho, vamos pra casa, sua mãe e suas irmãs devem estar preocupadas...

Chegando em casa eles foram recebidos por Vitoria que abraço o filho com força e disse:

– Meu filho... a mamãe tava preocupada... tá tudo bem...

Severo ficou um tempo abraçado à sua mãe. Depois ele foi para seu quarto. Roger se aproximou da nora, tirou a pomada do bolso e disse:

– Vicky, o Sev sofreu uma lesão anal e você tem que passar iss vezes ao dia...

A nora colocou a mão na boca horrorizada. Vermelha de raiva ela disse:

– Tudo bem, mas o problema vai ser ele deixar, ele é retraído...

Severo subiu a escada com dificuldade e foi ao quarto. Jean e Audrey estavam lá. Quando elas viram o irmão entrar, elas o abraçaram chorando. Ele pediu para as duas saírem do quarto e deixarem–no sozinho, mas Jean disse:

– Nós não vamos deixar você sozinho desse jeito...

Severo deitou–se na cama, encolheu–se e começou a chorar. Suas irmãs, vendo–o naquele estado não tiveram coragem de perguntar o que aconteceu no hospital. Elas só ficaram ao seu lado tentando confortá–lo como podiam. A mãe deles entrou no quarto, sacudiu levemente o ombro do filho e falou:

– Filho... vem tomar banho, tirar as coisas ruins do seu corpo...

Severo e sua mãe entraram no banheiro. ele não conseguia se despir sozinho, mas não queria pedir ajuda. Sua mãe percebeu que ele demorou um pouco para abrir a torneira da banheira, resolveu entrar no banheiro e disse:

– Filho... calma... nos primeiros dias você não vai conseguir tirar a roupa sozinho... deixa a mãe te ajudar...

O menino abaixou a cabeça e deixou sua mãe ajudá–lo a se despir. Victoria achou estranho que ele não estava usando cueca, mas achou melhor não perguntar nada. Ela olhou para ele e disse:

– Sev, pode ficar quanto tempo você quiser... quando você terminar você me avisa...

Aproveitando que estava sozinho, Severo entrou na banheira e relaxou um pouco com a água morna. Sozinho, ele começou a pensar:

"As coisas estava indo tão bem, e agora isso? Talvez o Tobias estivesse certo, talvez seria melhor para mim e para os outros se eu simplesmente não existisse..."

Severo olhou para a pia, viu o barbeador com lâmina que sua mãe usava para se depilar, retirou a lâmina e voltou para a banheira...

Victoria sentiu uma pontada no peito e resolveu entrar no banheiro. Ela viu seu filho fazendo um corte no pulso direito, na vertical e gritou:

– Severo, o que você tá fazendo!

O menino se assustou e jogou a lâmina no chão. Sua mãe o ajudou a sair da banheira, ajudou–o a se secar, foi ao quarto e pegou uma maleta de primeiro socorros. Ela olhou para seu braço e disse:

– O seu corte, é fundo o suficiente pra sangrar. A gente vai tentar parar o sangramento aqui, mas se ele não parar, a gente vai ter que voltar para o hospital..

Ela pegou uma gaze, pressionou contra a ferida e esperou um pouco. O menino viu aliviado que a ferida parou de sangrar. Sua mãe passou uma pomada cicatrizante, colocou gaze e uma atadura. Depois ela levo–o para o quarto, ajudou–o a se vestir, colocar a tipoia. As meninas entraram correndo para ver o que estava acontecendo. Segurando seu rosto com as mãos, Victoria perguntou:

– Filho, por que você ia fazer isso?

Severo não respondeu, apenas desviou o olhar, abaixou a cabeça e lágrimas rolaram em suas bochechas. Victoria falou para Audrey:

– Filha, limpe a bagunça do banheiro, Jean dá licença que eu preciso falar com seu irmão...

Audrey entrou no banheiro, executou um feitiço de limpeza e deixou a mãe e o irmão sozinhos. Sua mãe abraçou Severo e disse:

– Sev, você acha que aquele verme vale tudo isso? Eu sei que você tá passando por um momento difícil, mas você tem uma família que te ama e vai te ajudar a superar... eu não te gerei, mas você agora é o meu filho de coração e eu morreria se alguma coisa acontecesse com você...

Ela ficou um tempo abraçada ao filho, chorando silenciosamente. Depois de um tempo ela perguntou:

– Severo, vamos passar a pomada?

– Nã... não precisa, estou bem...

– Sev... não precisa ter vergonha... o que você não pode é ficar com dor... – ela percebeu que os olhos do menino se encheram de lágrimas de novo e resolveu não forçá–lo. – Você quer esperar o seu pai chegar para ele passar em você?

– Quero...

– Quer ficar aqui deitado assistindo Pica Pau?

– Quero...

Victoria saiu do quarto, chamou as filhas e disse baixinho:

– Meninas... o Sev se cortou na banheira... por favor, ajudem a mamãe a ficar de olho nele...

– Tudo bem Mamain... – respondeu Jean.

– Eu sabia! – falou Audrey. – Eu estranhei aquela lâmina caída no chão! Eu guardei o barbeador no armário do espelho, pro Sev não pegar de novo...

– Isso! Agora, peguem a coberta favorita do Sev e fiquem com ele assistindo Pica–pau...

Richard chegou mais cedo do hospital. Sua esposa aproveitou que os irmãos estavam assistindo televisão no quarto, abraçou–o e disse chorando:

– Por que isso tinha que acontecer agora, ele tava tão bem? Ele tentou se cortar na banheira...

– As meninas sabem disso?

– Sabem... eu pedi para elas ficarem de olho nele...

– Fez bem...

Richard foi ao quarto e encontrou seus filhos assistindo televisão. Ele pegou umas roupas e foi ao banheiro. Assustado, Severo perguntou:

– O senhor quer que a gente saia?

– Não precisa, eu vou só tirar esse cheiro de hospital antes de jantar... eu me troco no banheiro...

Os Taylor jantaram em silêncio. Depois de algum tempo, Richard se aproximou do filho e disse baxinho:

– Severo, a Victoria me disse que você não deixou ela passar a pomada em você, deixa eu passar...

O menino olhou para o pai e se encolheu.

– Não precisa... a dor já passou...

Richard abraçou o filho e falou:

– Sev... se você não cuidar, isso pode virar algo mais sério. Vamos ao quarto que...

– NÃO! EU NÃO PRECISO DISSO, ME SOLTA, VOCÊ NÃO É O MEU PAI!

Severo se desvencilhou de Richard, foi para o seu quarto e tentou trancar a porta, mas sua mãe havia tirado a chave. Desesperado, ele se encolheu num canto e esperou o pior, afinal ele havia gritado com o pai.

Depois que Richard foi atrás do filho, Jean e Audrey se abraçaram à mãe e começaram a chorar silenciosamente. Jean disse:

– Tadinho do Sev, Mamain...

Richard se aproximou de Severo que estava encolhido em um canto, tremendo. Ele sentou–se no chão, deitou a cabeça do menino no colo e falou:

– Desculpa se eu te assustei... mas você tá com uma ferida e não precisa ficar sentindo dor... você precisa ser forte e aprender a confiar mais em mim, eu sou seu pai...

Severo olhou para o pai e balançou a cabeça. Logo depois ele deixou o pai aplicar o medicamento. Richard percebeu que na cueca dele havia um pouco de sangue. Ele pegou uma limpa e ajudou o menino a se trocar. Ele perguntou:

– Dói também quando você vai ao banheiro?

Severo ficou vermelho e abaixou a cabeça. Richard o abraçou e disse:

– Você não tem que passar por isso sozinho... estamos aqui pra te ajudar...

Severo aquela noite quis dormir sozinho, mas ninguém deixou, depois do que ele tentou fazer. Ele dormiu no meio das irmãs, como sempre. No meio da noite Jean e Audrey acordaram com ele se debatendo e gritando.

* Nas afecções do trato anorretal, Xilodase está indicada no tratamento das hemorróidas, fissura e prurido anal e no pós-operatório de hemorroidectomia. No tratamento das irritações da pele e das infecções cutâneas causadas por germes sensíveis à ação da neomicina.