Notas da Autora
Chichi põe em início o seu plano para...
Ela também faz com que...
Uma jovem tem que...
Goten fica desesperado quando...
Então, decide...
Yo!
Peço desculpas pela demora em atualizar.
A partir de hoje vou atualizar a cada vinte dias. Se conseguir terminar o capítulo antes, eu posto. Os vinte dias é o meu tempo limite.
Antes, coloquei o prazo de quinze dias, mas, o meu trabalho anda muito movimentado, já que trabalho em um escritório de advocacia.
Portanto, o limite de quinze dias para mim é impossível manter. Torno a repetir que se conseguir terminar o capítulo antes, eu posto.
Senão, só depois de vinte dias.
Lamento.
Tenham uma boa leitura. ^ ^
Capítulo 35 - O início do plano de Chichi
Alguns meses depois, Chichi estava em uma espécie de laboratório, analisando uma vestimenta especial feita sobre encomenda. Foi uma confecção cara, pois, tiveram que usar materiais especiais conforme as exigências dela, sendo que a sua assistente pessoal havia conseguido encontrar a fábrica e encomendou o modelo, não sabendo qual seria o uso.
Agora, ela estava provando o material, tirando dúvidas com os cientistas, sendo que os tratava como meros serviçais, sendo ríspida e os menosprezando.
O motivo de não a expulsarem dali é que ela pagou bem caro pelo produto e era cliente. Por isso, se submetiam a tal tratamento.
Antes, estavam se sentindo culpados por terem cobrado mais caro, pois, não haviam conseguido na época, um desconto nos materiais, sendo que conseguiram recentemente.
Inclusive, eles iam debitar o valor que ela ia pagar.
Porém, com o tratamento dispensado a eles, decidiram se calar, deixando-a pagar a mais pelo serviço, já que tinham que ouvir insultos, além de aceitarem, serem tratados como inferiores.
Após aprovar o traje, ela paga o valor e se retira, com todos ficando aliviados e imensamente felizes ao verem que ela foi embora, pois, se ficasse mais, temiam que não conseguissem se controlar para ensinar uma lição à "mulher-demônio", como a apelidaram em si, ao mesmo tempo em que sentiam pena da assistência dela que era tratada de forma pejorativa constantemente, além de sempre ouvir crítica, sendo que souberam que a anterior pediu demissão e não duvidavam que ela iria pedir em breve.
Após sair da loja, ela sorri, enquanto falava consigo mesma:
- Vocês irão ver seus desgraçados... Agora vou conseguir colocar o meu plano em prática.
Após algumas horas, de volta ao castelo, ela está em sua sala e ordena a sua assistente que ligue ao responsável pelos guarda-costas do filho, pois, queria falar pessoalmente com ele.
Apesar de Goten ser forte para os padrões humanos, ela convenceu o filho a mantê-los, pois, seria um efeito interessante, ele entrar nas festas e boates com uma equipe de guarda costas profissionais e o seu filho apreciou a ideia de se mostrar com eles, aumentando a sua importância, pois, não era qualquer um que conseguia arcar com tais profissionais.
Após algumas horas, o líder dos guarda costas aparece na sala e após uma mesura, ela pergunta:
- Jarbas, você conseguiu matar a desgraçada? Não quero nenhuma bastardinha me incomodando, só porque o olfato do meu filho falhou em detectar o período fértil dessa vagabunda, que conseguiu ocultar a gestação até hoje.
- Eu consegui matá-la, Chichi-sama. Enquanto os meus homens a rendiam, eu meti uma bala na cabeça da bastardinha. Confesso que me surpreendi com a cauda.
- É uma anomalia genética, que veio do desgraçado do meu ex-marido – ela fala rapidamente, assim como rispidamente.
- É uma anomalia bem estranha, mesmo.
- Entendo... Imagino que ela queria ficar com a filha para garantir uma excelente pensão alimentícia, já que o meu Goten teria que dar uma pensão, no mínimo milionária para ela e essa bastarda. Fico feliz em impedir que ela enriquecesse.
- Ela ia ficar muito rica. Ainda bem que evitamos isso. Se bem, que ela parecia amá-la. Não acho que era pelo dinheiro, pois, chegou a comprar enxoval para o bebê e parecia bem feliz quando saiu da loja.
- Não me importa se ela amava ou não essa bastardinha. O que importa é que me livrei dessa desgraçada. Afinal, ela é uma mulher qualquer. Ou seja, uma vagabunda. Além disso, é pobre. Quando o meu filho se casar, tem que ser com alguma mulher rica ou de excelente linhagem. Se tiver uma linhagem nobre, melhor ainda. Aí sim, terei netos dignos. Claro que terei que incentivá-lo a amputar as caudas, assim como fiz com a dele quando era criança, pois, era algo feio, não condizente com um humano, além de ser algo imprestável.
- A senhora se livrou dessa bastarda. Fique sossegada.
- Excelente! Quero que ela fique de boca fechada sobre isso. Não quero que Goten saiba, pois, havia o risco dele não concordar com isso. Não quero descobrir se ele concordaria ou não.
- Não se preocupe, minha rainha. A ameaça que fizemos em relação a sua família, a fará ficar de boca fechada. Ela percebeu que está mexendo com pessoas poderosas, no caso a senhora e que o mais sensato é ficar calada.
- Ótimo!
Então, ela o dispensa com um aceno e ele se curva novamente, para depois se retirar, enquanto que Chichi decidiu avisar o seu filho para usar preservativo, pois, temia que o olfato dele pudesse enganá-lo, novamente, e sabia que se ela usasse as palavras corretas, ele não desconfiaria de nada e usaria o preservativo a pedido dela.
Longe dali, em uma casa simples, uma jovem olhava, desconsolada, para o quartinho que havia separado para o bebê, enquanto segurava em suas mãos um bichinho de pelúcia que comprou para a sua amada filha.
A jovem havia decorado e inclusive, montou sozinha o berço, usado, mas, em ótimo estado que conseguiu em um bazar beneficente.
A garota se sentia muita estúpida por ter contado que estava grávida a Chichi, pois, não conseguiu achar Goten no celular para comunicar da gravidez e posterior nascimento, enquanto que imaginava que ele ia ficar feliz por ser pai e a rainha por ser avó. De fato, foi uma tola e pagou com a perda de seu amado bebê, sabendo que não tinha escolha e que não podia comunicar as autoridades, pois, a rainha era poderosa e temia pelos seus pais. Se não tivesse mais ninguém, iria denunciá-la as autoridades.
Inclusive, nem podia contar a eles o ocorrido, pois, os seus avôs tinham uma idade considerável e temia que qualquer stress adicional os matasse.
Enquanto isso, ela agradecia ao fato de que não havia falado a eles que estava grávida e que deu a luz, pois, queria fazer uma surpresa e imaginava, tolamente, apresentando Goten aos seus amados avôs em um restaurante bom, assim como contando da filha deles, para depois ela pedi-la em noivado. Concordava que fora uma tola, ao não perceber que era uma das inúmeras mulheres que ele tinha.
Suspirando, ela decide levar o berço para fora, sendo que iria doar a alguém que precisasse, assim como o enxoval que comprou, pois, senão pode realizar o seu sonho, outra mulher iria realizar.
Minako se levanta, saindo do estado de torpor, sendo que estava em um pranto silencioso, após presenciar o assassinato de sua amada filha há várias horas atrás.
Secando as suas lágrimas, ela vai até o seu quarto e decide que iria se mudar, assim como levaria o berço a um bazar beneficente, para que outra pessoa humilde tivesse um berço. Só manteria consigo o bichinho de pelúcia, pois, a sua filha o havia tocado, antes de ser brutalmente retirada do berço, enquanto a mantinham presa pelos braços na sala de baixo, sendo que gritava e implorava para que poupassem a sua amada filha, até que um tiro a silenciou por um minuto, para depois ela gritar em agonia, clamando por sua filha.
Viu o que parecia ser o líder chamado Jarbas, pois, ouviu o nome dele pela boca dos demais, saindo com um saco preto, sendo visível o bracinho de seu bebê, pendurado, para fora do saco. Alguns minutos depois, ele foi até a sala e usando a sua família como ameaçava, a obrigou a ficar calada, enquanto mostrava o quanto eles eram ricos, no caso o pai da criança e a avó desta e que não teria a mínima chance, enquanto que a família dela pagaria o preço pelo inconveniente e naquele instante, compreendeu que não foi Goten e sim a mãe dele.
Mesmo assim, desde aquele instante, decidiu que manteria distância dele, pois, temia que ele tivesse a mesma opinião e compactuasse com os atos da mãe, pois, era um "filhinho de mamãe", além de ter várias mulheres, sendo que agradecia o fato de nunca ter contado onde os seus pais moravam a ele, uma vez que fora uma tonta romântica que pagou um alto preço ao pensar que um príncipe iria se interessar por uma pobre como ela.
Após alguns dias, já havia doado o berço e o enxoval, sendo que terminava de fazer a sua única mala, já que não tinha muitas cosias, sendo que havia colocado no correio todos os presentes de Goten, incluindo joias, pois, não queria mais nada dele e também porque nunca se importou com tais coisas por ser simples, enquanto que tentava lidar com o seu coração esmigalhado, pois, caiu na besteira de amá-lo e achou que era recíproco.
Descobriu naquele instante o quanto foi uma tola romântica e igualmente cega.
Enquanto havia preparado a caixa no dia anterior, o telefone que Goten deu a ela há vários meses atrás, tocou e reconheceu o número, sendo que desligou, após apagar todos os rastros do celular de último modelo que foi junto com a caixa que iria enviar a ele, devolvendo o que o meio chikyuujin deu a ela.
Então, a jovem sai da casa humilde que havia alugado, sendo que a proprietária sabia o que ocorreu e não era louca de denunciar a rainha do monte Flypan, pois, eles a ameaçaram também.
Ela se despede da jovem, que pega um ônibus rumo a estação de trem, para voltar a sua terra, sendo que seriam vários dias de viagem.
Após meia hora, enquanto estava perdida em seus pensamentos, sentada em um banco simples da estação de trem, ela ouve o choro de um bebê, que prontamente a faz chorar, pois, fazia ela se lembrar de sua amada filha.
Minako olha para o lado e vê um bebê, assim como, uma linda mala de viagem na cor azul com fraldas e vários kits, com um envelope em um dos bolsos, aparecendo a metade e ao olhar para cima, vê próximo dali, um homem de terno preto, que era parecido com o líder dos guarda-costas de Goten e que estava de costas, saindo da estação.
Ela pega a carta com as mãos trêmulas e abre o envelope, lendo a mensagem em letras garrafais:
"Eu fingi que a matei. Os meus subordinados acreditaram e acredito que a minha face de poucos amigos ajudou a simular o fato que a assassinei. Ela está um pouco desorientada, pois, usei um pano embebecido em uma substância que causa desorientação, para depois coloca-la em um saco plástico, com ela inconsciente, para simular a sua morte. Eu cuidei dela desde então, pois, precisava aguardar um momento propício para entrega-la a você. Dou um conselho a você. Fuja. Vá para longe. Nunca contate Goten. Não sei se ele concordaria, mas, na dúvida, é melhor não arriscar. Se a rainha descobrir que a pequena está viva, irá mandar outras pessoas para executarem a sua filha e você poderá não ter sorte, como teve comigo. Peço desculpas pelo sofrimento que impus a você, mas, não tive escolha. Precisava simular a morte dela para a rainha e para os meus homens, deixando assim, você livre. Um conselho que lhe dou. A sua filha parece ser uma guerreira. Talvez seja pela cauda. O avô dela, Son Goku, é poderoso e bom. Ele defendeu o mundo do rei dos demônios, Piccolo Daimaou e sempre acreditei que foi ele que derrotou Cell. Acredito que ele lhe ajudaria. Ele mora no Monte Paouz. Mas, parece que tem como amiga acientista chamada Bulma Briefs, da família Briefs, residente na Corporação Cápsula. Os Briefs odeiam a Chichi. Quando ela crescer um pouco, recomendo leva-la até eles, pois, acho que ela será poderosa. Afinal, já fui um lutador de artes marciais e reconheço uma guerreira quando vejo uma. Seria bom ela aprender a lutar para se proteger da rainha e de qualquer capanga que ela envie para matar você, a sua família e a sua filha."
Ela abraça a filha, chorando emocionada, sendo que curva várias vezes a cabeça em agradecimento na direção do guarda costa, antes de se levantar e subir no trem, ainda chorando emocionada, sentindo uma felicidade indescritível ao sentir o cheirinho de sua filha e o peso morno dela, decidindo que iria fazer o que ele falou.
Distante dali, Goten estava no seu quarto e tentava ligar para um número especifico em sua agenda de telefone. No caso, para Minako.
Claro, tinha várias amantes, mas, não compreendia porque, em relação a ela, se sentia unido. Inclusive, desde que a conheceu, não conseguia a mesma sensação de prazer que experimentava com ela nas outras e chegava ao ponto, ultimamente, de se sentir incomodado com as demandas das outras, sendo que ela nunca pedia nada e era gentil, sendo que percebeu que ela não se importava com luxo, status ou riqueza.
Além disso, sentia que havia acontecido algo de errado e era uma sensação inquietante, sendo que sentiu levemente, enquanto buscava as Dragon balls por vários meses.
Portanto, havia tentando ligar nas últimas vinte e quatro horas mais de trinta vezes e o celular somente acusava que estava na caixa postal.
Então, preocupado, ele saiu voando dali até a casa que ela alugou e ficou surpreso ao vê-lo vazio. Ele foi até a lanchonete que ela trabalhava e descobriu que havia pedido demissão há alguns dias atrás e que não sabiam o motivo, sendo que ele não soube que ela estava grávida, pois, não contaram.
Afinal, ao ver deles, ele era um estranho e não havia motivo para falar algo assim, uma vez que julgavam que o bebê nasceu morto, pois, foi essa a explicação que a jovem deu e ela parecia desolada, sendo que não sabiam a verdade.
Goten foi até a proprietária, que se lembrou da ameaça dos guarda costas e apenas falou que ela estava sentindo falta dos pais e que não sabia onde eles estavam, sendo uma informação verdadeira, pois, a jovem nunca lhe contou, assim como nunca contou aos seus amigos a localização deles, sendo que somente sabia que eles eram trabalhadores rurais.
Ele voltou ao castelo, desanimado, sendo que não conseguiria localizá-la pelo ki, pois, era fraco demais e não podia usar as Dragon balls para localizá-la, pois, estavam espalhadas na Sala do tempo e espaço, sendo que agora, se arrependia de ter feito o desejo.
Afinal, se não tivesse invocado Shenron, poderia perguntar a ele o paradeiro dela, pois, sentia uma intensa tristeza que não era dele e julgava que era dela, não compreendendo o motivo de se sentir assim.
Alguns dias depois, ele recebe a caixa de Minako pelo correio e fica surpreso ao ver tudo o que deu para ela, sendo que não havia nenhum bilhete, por mais que tivesse revirado a caixa em busca de alguma explicação, para depois cogitar a hipótese que ela descobriu sobre as outras mulheres que ele tinha e que, por isso, resolveu sumir, sendo que no íntimo sabia que ela tinha razão em fazer isso, explicando assim a enorme tristeza que sentiu dela.
Porém, percebeu que a tristeza parecia profunda e vinha acompanhada de uma intensa dor, enquanto que sentia que algo o impelia a ver a jovem, para depois começar a sentir uma intensa felicidade.
Então, algumas horas depois, ele procura uma agência renomada de detetives e encomenda a busca pela jovem, fornecendo todos os dados que sabia sobre ela.
Na sala, com o chefe dos detetives, o mesmo fala:
- Tem o telefone dela com você?
- O número?
- Não. O aparelho. Você disse que ela devolveu tudo o que você deu. Também preciso do computador dela.
- Ela formatou ambos. Ou melhor, alguém formatou para ela.
- Ás vezes, conseguimos resgatar alguma coisa que pode auxiliar na busca dela. Talvez, algum rastro. Quero mandar os objetos a um perito para que ele procure algum rastro. Também gostaríamos que entregasse tudo o que deu para ela e inclusive, a caixa. Podemos encontrar alguma pista.
- Vão tentar encontrar alguma pista, antes de buscar alguma informação sobre o paradeiro dela? – ele pergunta.
- Vamos iniciar a investigação, imediatamente. Vou mandar o meu melhor detetive, juntamente com o melhor auxiliar que essa agência dispõe. Vamos manter contato direto com esse detetive, que será assessorado por uma equipe.
- Eu tenho esperança que vocês a encontrem, pois, pesquisei e vi que é a melhor firma de investigadores. Não vou poupar dinheiro e recursos. Somente podem me contatar. Não contatem o castelo e mais ninguém, nem mesmo a minha mãe. A investigação é somente minha.
- Sim senhor. Só iremos ligar no celular do senhor. Além disso, temos um telefone que possuí número restrito. Ninguém pode detectar o número de telefone da ligação.
- Excelente. – ele fica aliviado, pois, já ouviu algumas vezes a opinião de sua mãe sobre mulheres que não possuem status de riqueza ou de nobreza.
Portanto, não queria a intromissão dela. Ele precisa ver Minako. Sentia que ela estava passando por uma situação difícil.
Então, ele se despede e se retira, voltando ao castelo, sendo que estava intensamente preocupado com ela e queria vê-la o quanto antes.
No Monte Paouz, mais precisamente, próximo da casa de Goku e Yuri, sendo que ambos não estavam, assim como a filha deles, Chichi, que veio voando ao aprender o bukujutsu, graças a Goten, há alguns meses atrás, viu o casal saindo para passear e aproveitou esse momento para se aproximar da casa, ficando indignada ao ver o luxo da mesma, sabendo que a cápsula devia ser um presente da "mulher vulgar", conforme se referia à cientista, sendo que também a chamava de prostituta, pois, agia como "uma mulher qualquer", ao ver dela.
A chikyuujin usava um traje que moldava o seu corpo, sendo que era a prova de cheiro, enquanto que havia abaixado o seu ki, tornando-o nulo.
Conforme rodeava a parte de trás da casa, via robôs, sendo que notou que eles haviam terminado de fazer a comida e naquele instante arrumavam a mesa, para depois fazerem outras tarefas, saindo da cozinha.
Com o frasco de veneno na mão, sorrindo imensamente, ela se prepara para entrar na casa, decidindo que iria envenená-los através da comida e para isso, iria virar o liquido na panela, sendo que viu um pratinho de bebê e ficou satisfeita ao saber que a "bastardinha", a seu ver, não iria escapar.
Sorrindo malignamente, ela se prepara para entrar na casa.
