Não acredito! Ele está aqui! Ele voltou! Não acredito. Sério, não estou acreditando...
- ZERO! –gritei pela terceira vez. Porque ele não me ouvia? Porque ele não olhava para trás?
Dei uma de louca e corri até a casa dele de pijama (lê-se: uma blusinha de alça e um shortinho). Não é possível que ele não tenha me ouvido. Até o cachorro da rua de trás me ouviu! Abri a porta com violência. Onde será que ele estava? No quarto dele talvez? No escritório? ONDE?!
Corri para o lugar que me pareceu mais óbvio: o quarto. Subi as escadas desesperadamente e dei de cara no grande corredor. A porta estava fechada, mas tinha uma luz por debaixo da porta. Ele estava ali! Caminhei evitando fazer barulho para não acordar o Ichiru. Quando finalmente cheguei em frente a porta do quarto do Zero, hesitei. E se na verdade ele me ignorou? E se ele não quis olhar para mim de propósito? AH! PARA DE PENSAR BESTEIRA, YUUKI! ABRE LOGO ESSA PORTA!
Empurrei a porta o mais calmamente que consegui. Estava muito nervosa e não sabia o que ia dizer. Por onde começar? Me desculpando por invadir a casa dele a essa hora? Perguntando onde ele tinha se enfiado durante 10 dias? É... É um bom começo.
- Yuuki?! – voltei de meus devaneios com ele olhando para mim chocado. Porque ele estava chocado? Quem sumiu sem dizer nada para ninguém foi ele! Oras... – O que está fazendo aqui?
- Eu é que pergunto! – disse sem necessariamente gritar. – Você sumiu por 10 dias e deixou todos nós preocupados! Onde você esteve?
- Na casa de campo dos meus pais... Eles deixaram de herança para mim e Ichiru. – nossa! Agora que percebi. Ele está mais magro! Está com a aparência horrível! O que aconteceu com ele? – Só voltei para pegar mais algumas roupas. – falou jogando algumas peças dentro de uma bolsa e passando por mim.
Ele iria embora novamente? NÃO! Não podia permitir que ele fosse embora de novo! Eu tinha que pará-lo! Virei meu corpo e dei alguns passos largos para conseguir segurá-lo pela blusa. Dei um puxão forte e eu, por total falta de equilíbrio, fiz com que caíssemos no chão.
Ele caiu por cima de mim e ficamos nos olhando por algum tempo. Quando ele ia fazer menção de sair de cima de mim eu o segurei pela manga da blusa e inverti nossas posições. Segurei seus braços com minhas pernas e segurei seu rosto entre minhas mãos. Aproximei meu rosto do dele.
- Você não vai a lugar nenhum! – falei apoiando minha testa na dele. – Você não pode mais sumir desse jeito! Sabe como eu fiquei durante esses 10 dias?! Parecia um zumbi andando pela casa! – droga! Eu já estava querendo chorar... – Como você me faz um negócio desses? Diz que me ama, mas me deixa livre? Que tipo de homem você é?! Você deveria me prender e nunca me soltar! – olhei para ele com os olhos marejados. – Me deixou chorando sozinha! Nunca mais faça isso! – eu abracei seu corpo. Ou pelo menos tentei. – Eu te amo seu idiota! Te amo mais do pensei ser capaz de amar alguém! Por isso, não vá embora...
- Yuuki... – ele retribuiu meu abraço. – Yuuki! – me abraçou mais forte.
Ele inverteu nossas posições novamente, ficando por cima de mim. Ele suspendeu o corpo só o suficiente para poder ver o meu rosto. Ficamos nos olhando. Levei meu braço até sua cabeça e afaguei seu cabelo. Como senti a falta dele! Como eu fui tão burra de deixá-lo ir? Agora nada disso importa mais. Eu o tinha de volta e é isso que importa!
- Senti sua falta... – ele disse no meu ouvido. – Senti muito a sua falta.
- Também senti a sua. Mais do que imagina... Sinto muito. – senti as lágrimas voltando aos meus olhos. – Eu fui uma idiota. Uma estúpida de ter terminado com você... Por favor, me perdoe. – eu já tinha a visão embaçada.
- Shi... – ele beijou minha testa. – Aconteceu... Não importa mais. – beijou minha bochecha. – Eu agora só quero saber de uma coisa. – ele adquiriu um tom de voz sério. Senti medo. – Que história é essa de intercâmbio para os EUA? – MERDA! Tinha me esquecido de contar isso a ele!
- Foi só uma desculpa para ver meus pais. E para ficar longe de você. – ele fez uma cara aborrecida, mas eu rapidamente me corrigi. – Mas não vou mais! – segurei sua manga novamente. Com medo que ele saísse de cima de mim. – Não vou mais fazer intercâmbio algum. Vou ficar aqui. Com você. – fiz menção de abraçá-lo novamente, mas ele afastou seu corpo, mas continuou em cima de mim. Senti o pânico correr em minhas veias. – Zero?
- Você ia sozinha? – perguntou desconfiado. Droga! Pare de fazer tantas perguntas, imbecil!
- Não... – resolvi abrir logo o jogo. – Ia com o Yagari. – ele não parecia nada chocado. – Mas eu já disse! Não vou mais a lugar nenhum com ele. Terminei com ele hoje! Não temos mais nada. Eu não amo ele, Zero. Eu amo você! Por favor, acredite em mim! – ele riu. RIU! – O que é tão engraçado?
- Você. – que bom que minha angustia de diverte, né? Idiota. – Eu já sabia disso. Só queria que você me contasse. – ele beijou minha bochecha. Agora quem não entendeu fui eu. Como assim já sabia? – Encontrei com o Kain hoje na faculdade. Fui para explicar o meu sumiço para a coordenação e acabei esbarrando com ele. Antes mesmo de eu falar qualquer coisa ele já veio com quinhentas pedras na mão para me acertar. – tive que rir. É tão a cara do Akatsuki fazer isso. – Ele começou a fazer um monte de perguntas e eu fiquei com cara de idiota, pois não tinha a MENOR ideia do que ele estava falando. Quando ele percebeu que eu não estava entendo absolutamente nada, ele resolveu explicar. E foi aí que fiquei sabendo que você não estava indo para a faculdade, que você ia para os EUA e o motivo.
Vocês não tem noção do quanto eu quero bater nele nesse momento! Ele me fez ficar angustiada à toa! Zero é um idiota! O mais perfeito e maravilhoso idiota do mundo! Fiquei olhando para ele com cara de chocada e ele com aquele sorriso debochado na cara. Ai... Que vontade de beijá-lo! De agarrá-lo! De fazer tudo o que não pude fazer durante o tempo que nós ficamos afastados.
- Você é um bobo, Zero... – disse acariciando-lhe a face. – Muito bobo. – sorri no final.
- Sim, sou. Mas sou o seu bobo. – e finalmente me beijou.
Ele me beijou como se o mundo fosse acabar. Tinha de tudo naquele beijo. Desde saudade até raiva. Como eu sentia saudade daquela boca, daquele corpo! Sentia saudade de tudo dele. E estava louca para matar essa saudade.
Ele levantou mais o corpo e ficou sentado no chão com o seu corpo entre minhas pernas. Senti suas mãos em minha bunda e ele me suspendeu. Cruzei minhas pernas em sua cintura. Ele estava se dirigindo para as escadas. Porque?
- Zero, para onde você está me levando? Seu quarto é logo ali! – abracei seu pescoço para não cair.
- Eu não vou amar você com o Ichiru e a Yori no quarto ao lado. – ele disse fingindo aborrecimento. A Yori estava aqui?! – Vamos para a sua casa.
- Não! – falei segurando no colarinho da blusa. – Kaname está lá com a Ágatha-san. – ele me olhou aborrecido.
- Será que todos os casais que conheço resolveram transar justo hoje?! – o velho Zero estava de volta. Não consegui conter o riso. – Já sei! – ele voltou a descer as escadas. Só fiquei observando para onde ele estava me levando.
- Garagem?! – perguntei incrédula.
- Sempre quis transar com você no meu carro. – ele sorriu maroto. Beijou-me novamente.
Não consegui protestar. Só o que eu queria era ficar com ele. Se ele quisesse fazer amor na Lua eu viajava para lá e faria amor lá se necessário! Ele me colocou na traseira do carro. Ficou me olhando por algum tempo. Parecia nervoso com alguma coisa.
- Está tudo bem? – perguntei preocupada.
- Sim. – me beijou. – Só estou pensando... Você nunca mais vai fugir de mim. A partir daqui, é caminho sem volta.
- Eu sei. – sorri. – É por isso que eu estou aqui agora, né? – o beijei. – Já disse. Te amo. Quero ficar com você. – ele sorriu.
Ele se encaixou entre minhas pernas e as apertou. Eu gemi. Ele me beijou fogosamente depois desceu os beijos para o meu pescoço. Eu tirei a blusa dele e a joguei atrás de mim. Ele tirou a parte de cima do meu pijama. Ele colocou uma mão em cada peito e os apertou, eu arfei. Aprofundou o beijo enfiando a língua ainda mais em minha boca.
- Zero... – consegui dizer entre o beijo. Ele tirou as mãos dos meus peitos e desceu para a cintura e me pressionava contra ele, fazendo-me sentir seu sexo já pulsante. Eu corei um pouco, mas me mantive firme. Eu coloquei minhas mãos no peito dele e fui descendo até chegar ao fecho da calça. Encontrei o zíper e o puxei para baixo, depois abri o botão, a calça caiu automaticamente. Ele me puxou para mais perto dele. Levantou meu quadril o suficiente para retirar meu short. Agora eu só estava de calçinha e ele somente de cueca. Ele me empurrou mais para dentro da parte traseira do carro e eu deitei lá. Estava frio, então me arrepiei. Ele ficou em cima de mim.
Ele colocou todo o peso do corpo dele em cima de mim. Fiquei com falta de ar. Tive que pegar todo o ar que pude. Meus peitos se encheram. Zero os abocanhou. Eu gemi. Eu segurei sua cabeça para que ele continuasse ali, fazendo aquilo com meus seios. Eu arfava muito. Ele desceu uma das mãos para a minha bunda e a apertou. Eu estava com as mãos em suas costas e o arranhei.
Zero colocou sua mão sobre o meu clitóris e o massageou. Eu apertei seus ombros com força. Eu o queria logo dentro de mim, senão eu enlouqueceria! Ele tirou a minha calçinha e a jogou em algum lugar. Eu tentei tirar sua cueca sozinha, mas não tive sucesso. Ele me ajudou e eu pude sentir sua excitação bem na minha entrada.
- Zero. Por favor. Não aguento mais... – implorei.
Ele sorriu e mordiscou o bico do meu peito. Ele colocou um dedo dentro de mim. Ficou movimentando seu dedo dentro de mim enquanto eu alisava e às vezes arranhava suas costas. Ele estava fazendo de propósito! Decidi tomar a iniciativa eu mesma. Passei a mãos pelo seu peitoral e fui descendo, chegando até seu pênis. Ele segurou minha mão e a afastou.
- Quietinha... – disse ele rouco de excitação. – Eu só estou esquentando...
Depois disso fiquei até sem saber o que falar. Ele finalmente se ajeitou em cima de mim e se posicionou na minha entrada. Pude senti-lo entrando em mim. Que saudade daquela sensação! Aquela sensação de vazio se completando. Cruzei minhas pernas em sua cintura para aprofundá-lo. Nós nos beijamos mais lascivamente.
Nós já estávamos com ritmos rápidos e eu ansiava por mais. Pedia ao Zero que fosse mais rápido e ele me obedecia. Eu já não estava aguentando mais, sentia como se algo fosse explodir dentro de mim. Zero grunhia em cima de mim. Foi quando mudamos de posição. Zero encostou-se no vidro traseiro da picape e me colocou em seu colo. Ele me puxava para baixo e fazia seu membro entrar cada vez mais em mim. Eu iria morrer de prazer!
- Yuuki... – ele conseguiu falar.
- Zero... Já não aguento mais. – eu disse jogando minha cabeça para trás.
Eu já estava chegando ao clímax e percebi que ele também. Ele acelerou ainda mais os movimentos e fez menção de me tirar de cima dele.
- Não. – disse o impedindo. – Não me importo. Não pare... Continue. – ele me beijou.
- Eu te amo. – disse enquanto fazia maior pressão nos movimentos.
- Eu também. – falei antes de gozar. Finalmente tinha chegado ao clímax. – Ah... – ele me beijou profundamente.
- Ah! – ele tinha chegado ao clímax também.
Ele me aninhou no seu colo e ficamos assim até eu começar a cair no sono. Tinha sido mais intenso do que muita das vezes que tínhamos feito. Estava exausta por conta dos últimos dias. Precisava dormir urgentemente. E não havia conforto melhor do que acolhida ao calor do corpo do Zero.
- Já dormiu? – perguntou ele enquanto fazia cafuné em mim.
- Ainda não... – disse sonolenta.
- Então dorme. Amanhã conversamos. – beijou minha testa e encostou sua cabeça na minha.
Com isso, acabei dormindo. Um sono com sonhos maravilhosos. De nós dois juntos...
Acordei com o sol batendo no meu rosto. Abri os olhos e fiquei cega temporariamente devido à claridade. Quando me acostumei com a claridade, abri mais meus olhos e percebi onde estava. No quarto de Zero. Como eu vim parar aqui? Ele me trouxe no meio da noite para cá?
- Bom dia, amor. – o ouvi dizer na entrada do quarto. Foi alucinação minha ou ele acabou de me chamar de 'amor'? Acho que estou hiperventilando. – A luz te acordou? Esqueci de fechar as cortinas.
- Está tudo bem. – sorri me sentando na cama e abraçando as pernas. – Que horas são?
- Meio dia. – ele falou caminhando em direção a cama. – Não se preocupe. Já falei com seu irmão que você estava aqui. Ele não se importou muito.
- Ele é um ótimo irmão. – falei percebendo que Zero fazia uma aproximação perigosa. Ele me olhava com aqueles olhos felinos. Senti um arrepio correr por minha espinha. – Não fique me olhando dessa maneira!
- Eu posso olhar você do jeito que eu quiser. Você é minha, lembra? – ele engatinhou até mim e me beijou. – Que tal um segundo round? – sorriu maroto.
- Agora? – perguntei divertida. – Estou com fome.
- Come depois. – me beijou e puxou meu corpo para baixo do seu. – Precisamos matar as saudades um do outro.
- Zero... – eu ri. – Você não existe. – o beijei de volta. – Eu juro, dou a minha palavra, que assim que eu comer alguma coisa, eu fico o dia todo na cama com você.
- O dia todo? – perguntou desconfiado.
- O dia todo. Fazendo o que você quiser.
- Então vamos comer então. – ele me puxou para fora da cama e me pegou no colo. – O que você quer comer?
- ZERO! Me bote no chão! Eu sei andar até a cozinha. E eu ainda estou nua! Preciso de roupas. – disse enquanto olhava pelo quarto por minhas roupas.
- Não tem ninguém em casa. Todos foram para a faculdade. – disse enquanto saía do quarto e andava pelo corredor.
- Mesmo assim, Zero! Não me sinto a vontade andando nua pela sua casa. Meu Deus! – ele já estava descendo as escadas.
- Não sei por quê. Tudo eu já vi e sei de cor! – ele sorriu travesso.
Resolvi desistir de argumentar com ele. Não ia ganhar dele mesmo. Ele me colocou no chão quando já quando estávamos na cozinha. Ele pegou algumas coisas na geladeira e foi separando em cima da bancada. Eu fiquei olhando aquela cena maravilhada. Eu podia viver assim para sempre que não ia me incomodar nem um pouco.
- O que vai fazer? – perguntei me aproximando dele e o abraçando pelas costas.
- Omelete de queijo e presunto. Gosta?
- Adoro! – disse beijando suas costas. – Zero... – o chamei. – Preciso te falar uma coisa.
- O que? – perguntou sério.
- Eu ainda vou para os EUA. – ele me olhou surpreso. – Preciso ver meus pais. Não consigo mais ficar aqui sem poder vê-los. – falei angustiada. Eu queria muito que ele entendesse o meu lado. Ele ficou virado de costas para mim por alguns instantes. Quando virou disse:
- Eu entendo. Mas espere até as férias, pode ser? Aí podemos ir juntos. Afinal, quero me apresentar devidamente a eles como seu namorado.
- Zero... Eles estão em coma. – falei tentando evitar ficar triste. – Não sei se eles vão conseguir te ouvir.
- Tenho certeza que vão. – ele se aproximou de mim. – E tenho certeza que assim que chegarmos lá, eles vão abrir os olhos para poder ver o quão feliz a filha deles está. – não consegui e chorei. – Não chore, amor...
- Eu já disse que te amo? – falei o abraçando. – Eu te amo muito! Não sei o que faria sem você.
- Provavelmente estaria agora comendo alguma porcaria deitada no sofá da sala assistindo algum filme corta pulsos... – eu o olhei fingindo incredulidade. – A Yori me contou. Encontrei com ela e com o Ichiru pela manhã. – ele se virou e continuou a fazer a omelete.
Fiquei olhando ele fritar a omelete e quando terminou, comemos. Ficamos conversando sobre algumas outras coisas. Depois fui lavar a louça. Logicamente, peguei o avental para me cobrir, mas sentia o olhar lascivo do Zero em mim. Senti ele se aproximar de mim e ficar com o corpo colado no meu. Quase quebrei um prato.
- Preciso dizer isso: Você está um tesão vestindo só esse avental. – e mordiscou a minha orelha. Senti um arrepio.
- Zero, espera eu terminar de lavar a louça! Meu Deus! – ele me ignorou e beijou meu pescoço. – Zero...
- EI! Sexo na cozinha é proibido! – eu e Zero nos viramos e demos de cara com o Ichiru e com a Yori parados na entrada da cozinha. – Vão para o quarto os dois. – e riu. – Yuuki... Uau!
SWAT!
- Zero!
ALGUNS INSTANTES DEPOIS...
- Ichiru, está tudo bem? – perguntei, já devidamente vestida, para ele. – A frigideira não te acertou, né?
- Não. Por sorte o Zero nunca teve uma boa mira... – ele riu.
- Engraçadinho... – disse Zero irritado. – Isso foi por ter olhado para o corpo da Yuuki!
Ok... Deixa eu explicar a situação: Ichiru e Yori chegaram de surpresa em casa e pegaram eu e Zero na cozinha. Eu, completamente nua. Ichiru fez uma brincadeira (elogiou o meu corpo) e o Zero, em um ataque LOUCO de ciúmes, pegou a frigideira que ele fez a omelete e tacou contra o Ichiru. Por sorte não acertou nele.
- Você é que um ciumento incorrigível! Queria ver se tivesse acertado o Ichiru em cheio! – falei revoltada.
- Está tudo bem Yuuki. Não aconteceu nada demais... – falou Yori. – Ichiru está ótimo, né?
- Sim. Não se preocupem comigo. Vão continuar a reconciliação de vocês. – eu corei. Definitivamente, corei. – Ops! Desculpa, Yuuki. Não queria te deixar sem graça.
- Ichiru, deixe minha namorada em paz. – falou Zero grossamente. – Yuuki, vamos voltar para o quarto. – disse me pegando no colo e me carregando escada acima.
- Zero! Já disse que posso andar! – falei protestando em vão. – Zero!
Ele me levou para o quarto e me jogou na cama. Voltou para a porta e a trancou. Foi até a janela e fechou a cortina. O quarto ficou todo escuro. Ele caminhou até a cama e veio para cima de mim. Me beijava apaixonadamente e eu retribuía. Ele me fez deitar na cama e logo ficamos sem roupas.
- Zero, calma... – disse meio sem fôlego.
- Não. – disse voltando a me beijar. – Ainda sinto a sua falta. – falou me penetrando sem avisar. Doeu um pouco, mas não me importei. Eu também sentia a sua falta.
Chegamos ao ápice mais uma vez e dormimos abraçados. Agora sim eu podia dormir tranquila. Tinha Zero ao meu lado.
