N/a: E ai minhas queridas(os)!?

Estao gostando?

Espero que sim!

Eu aqui estou morrendo de calor nesse feriado!

Eu moro na serra gaucha e este ano o clima foi algo trágico

Pq ou morriamos afogados pela chuva, ou tilintando de frio, mas agora nos ultimos dias estamos simplesmente torrando no sol!

Eca! Eu gosto de frio!

Bom, deixa pra lá neh!

Amanha teremos mais!

Mas pra que ninguém se sinta boiando, vcs lembram lá ainda na primeira história em que o pai da hell comenta sobre o tal do "conselho" que existe na familia dele!?

Lá bem, bem no inicio mesmo, quando ele conta pra hell um pedaço da hitória das familias dela...

Bem, adivinhem onde ela e o avô pirado dela vao ir parar no cap de hj e de amanha?

E tem mais uma parte do Byrdie tocando o terror em Zack e outra fofuxa entre Clau e Seth!

Buenas, me voy!

XOXO

Vic.


PARTE 5 (VII)

O QUE VEM DEPOIS

Capitulo 47 – Diferenças

- Sejamos honestos, algo me diz que vou ter que conviver com você por bastante tempo..- disse Byrdie secamente, com as mãos sobre a mesa.- Zack, você gosta dela.- afirmou e Zackery ficou sem reação, um tanto envergonhado.- Eu sei de tudo.

- Bem..- disse Zack olhando para os lados, sem ter certeza.- Senhor Bernard, eu não sei o que lhe responder!

- A verdade, Zackery! Eu não posso fazer nada contra você, ela te deu um medalhão! E de qualquer jeito ela me pararia antes que eu chegasse a tocá-lo!- riu Bernard, nervosamente.- Ela se importa dom você, e agora se importará ainda mais já que vocês são "parentes".- então Zack desistiu de tentar ser indiferente.

- Sim, eu gosto dela. Mas ela ama o senhor e Emmett, ela já deixou isso bem claro pra mim centenas de vezes. Ela nunca teve a intenção de se casar comigo, sequer de se aproximar muito de mim..- resmungou Zack.

- Como eu disse antes, eu sei. Helena costuma ser mais honesta comigo do que é com os outros..

- Então, por que...?

- Porque eu não quero perde-la Zackery!- exclamou batendo as mãos na mesa e tudo tremeu.- Sim, eu já tive outras, muitas outras, mas Helena é especial, é por ela e pra ela que eu vivo! Ouça...- baixou o tom.- Ela se importa com você e isso é fato, então, se você fizer mal a ela, de qualquer tipo, eu vou adorar quebrar o seu pescoço, estamos entendidos?

...

ClauPOV.

Eu nem dormi esta noite. Eu era nova, eu era uma mulher e se possível ainda mais apaixonada por aquele lobo que estava ali do meu lado, dormindo, babando no travesseiro e roncando. Acho que é coisa de lobo roncar como se tivesse uma motosserra na garganta! Ri o mais baixo que pude, mas foi o meu telefone tocando que o acordou.

- Quem é?- perguntou Seth ainda meio sonolento.

- Acho que é Seth..- não reconheci o numero.

- Atende.- incitou ele.- Não precisa temer eu estou aqui com você.- sorri pra ele e atendi.

- Alô?

- Ah, oi, sou eu, Shane.

- Oi Shane.

- Humm, eu gostaria de conversar com você hoje, pode ser?

- Sim, pode, onde?- perguntei, mas ai eu me lembrei de um lugar em que gostavamos de ir.- Que tal no píer?

- No píer!? Humm, seis da tarde. Tchau.

- Tchau Shane.- ele parecia incomodado e surpreso.

Fiquei mais uns instantes sentada nua na cama, de costas pra Seth, com o telefone na mão e olhando para o oceano através da porta de vidro da sacada. Nem percebi quanto tempo havia passado até Seth abrir a porta e receber o nosso café da manhã.

- Clau, venha comer.- chamou Seth só de calça jeans e lindo, corei e mordi meus lábios enquanto olhava pra ele por cima do meu ombro.- Acho que não é bem comida de que você precisa..- ele parecia sério.

- Hun?- arqueei uma sobrancelha, não tinha entendido.

- Você está com sede, não está? Seus olhos estão mais escuros hoje..

- É, um pouco. Ainda não dormi e você me tirou as energias noite passada..- falei e ele sorriu tortinho colocando as mãos nos bolsos da calca.

- Por que não dormiu?

- Felicidade demais. Eu estava com medo de que se eu dormisse, que ela fosse embora, que eu acabasse por perceber que foi tudo m sonho.. um sonho bom.- eu estava envergonhada demais pra olhar pra ele.- Obrigada.

- "Obrigada"!? Pelo que?- disse ele já ajoelhado à minha frente.- Claudia, eu jamais fui tão feliz e realizado na vida! Eu mal posso esperar para ter você pra sempre e só minha!

- Eu também!- desenhei com os dedos aquelas lindas linhas que formavam seu rosto.- Não vejo a hora que esta confusão toda com Shane acabe..

- Eu sei meu amor, eu sei...- então nos beijamos e fui dele de novo.

...

HellPOV.

Foi uma conversa emocionante a que eu tive com meu avô e eu o estava abraçando quando ouve um flash e uma porta se abriu onde havia apenas uma parede onde havia um brasão dos Koleston incrustado nela.

- Ah, que beleza!- disse meu avô.- Venha querida, há um lugar que você precisa conhecer!- então me puxou para dentro daquela parede aberta e fomos parar em um corredor úmido e escuro.

- Vô, onde você ta me levando?

- Esta casa em que moro e que um dia será sua e de seus filhos também pertence à nossa família desde os primórdios! É cheia de passagens e cantos escondidos que se abrem e se revelam conforme a necessidade, é como que esta casa fosse viva, me entende?- dizia enquanto me arrastava.

- Creio que sim, mas onde o senhor está me levando?

- Vamos verificar na fonte, como eu disse que faríamos! A ultima vez que minha entrada nesta parte da casa foi liberada foi na noite em que descobri que você era minha neta...

- Ainda não entendi, o senhor pretende fazer o que? Uma seção espírita?- debochei, mas não ouvi ele rir.

- Quase isso, meu bem!- então parou e aprumou-se, depois tateou a parede e pegou uma das tochas apagadas que estava ali e a acendeu e logo pareceu que não estávamos mais sós ali devido a um burburinho que eu ouvi mais adiante. Agarrei meu avô pelos ombros e o pus atrás de mim.- Calma Heleninha, eles estão assim porque provavelmente já estão esperando por nós, eles querem conhecê-la desde que eu estive aqui da ultima vez, há dez anos..- deu de ombros e passou na minha frente, fiquei boiando.

- Eles quem?- perguntei. Juro, às vezes meu avô soa completamente insano. Mas ele continuou não me dando ouvidos e andou mais à frente no corredor, abriu uma grande porta do lado direito e entrou.

- Venha logo Helena, você é esperada!- chamou-me lá de dentro e segui atrás dele.

Logo que cruzei aquela grande e maciça porta senti que o ambiente era imenso, mas era tão escuro que eu mal sabia onde eu estava pisando. Me senti cercada e sabia que havia uma grande quantidade de pessoas ali, pelas vozes, mas não havia nenhuma presença física.

Foi quando bem ao longe percebi meu avô e sua tocha, que foi jogada e ao cair em uma vala iluminou com fogo todo o ambiente ao nosso redor. Eu não estava errada ao achar que aquele ambiente era imenso, por que era ela uma grande abobada circular.

- Oh, merda!- exclamei completamente embasbacada.

Aquela enorme sala era cheia de quadros pendurados e naquele instante todas aquelas figuras pintadas neles me encaravam em silencio. Algumas com ar de respeito, outras com ar divertido, e muitas com cara de poucos amigos.

- Helena! Bem vinda ao Conselho Koleston!- exclamou meu avô de braços abertos e um enorme sorriso no rosto.