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Necessidades sombrias

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Adaptação

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Capítulo 37

Um momento antes de fatiar Inuyasha, a espada de Tarut e o braço carnoso que a brandia caiu no chão.

O golpe aconteceu tão rápido, que o que restou do braço de Tarut passou voando pela face de Inuyasha, borrifando sangue.

Cadeon tinha golpeado Tarut por trás, se lançando ao demônio de fumaça, riscando para golpear bem a tempo.

Imediatamente, Inuyasha lutou contra os dois que o seguravam, frenético para chegar a Kagome. O estrondo de aço rangendo em cima da chuva vertente e vento uivante, enquanto os homens de Cadeon se atracavam com os Kapsliga.

A Noiva mortal de Inuyasha estava no meio de uma batalha imortal.

Quando Tarut se virou para enfrentar Cadeon,com um punhal na outra mão dele, Inuyasha berrou:

─Não Tarut, está segurando ela!

Mas Cadeon já tinha dado um empurrão espetando.

Tarut tinha usado Kagome como escudo.

O tempo ficou em câmera lenta, Inuyasha não a pôde ver, mas ele podia cheirar o sangue fluindo dela... Ele pode ver a reação chocada de Cadeon quando ele retirou a espada dele.

O demônio tinha corrido sua espada por ela.

─Não!─ Inuyasha rugiu, lutando freneticamente. ─Kagome!

Quando Cadeon elevou a espada dele novamente, Tarut finalmente derrubou Kagome para bloquear o golpe. Muito tarde.

Logo após Inuyasha espiar a cabeça de Tarut caindo ao chão, ele alcançou a visão dela... desmoronando na lama..., olhos abertos e ofuscados, saindo sangue da boca e estômago.

Com um rugido, ele arrebatou fora a garganta de um Kapsliga com apenas um apertar das pontas de seus dedos. Ele pegou o outro pela parte superior da boca para arrancar a cabeça dele fora do pescoço. O outro Kapsligas fugiu com a visão.

Livre, Inuyasha se jogou para ela, afundando os joelhos ao lado dela. ─Kagome!─ Ele apertou o corpo dela nos braços dele. ─Fica comigo!

Ela poderia contar que a velha loucura estava à beira de reclamá-lo. Ele estava ajustando o roupão encharcado dela como movimentos desajeitados como se para mantê-la coberta e quente da chuva.

Kagome não quis olhar para baixo. Estranhamente, não havia nenhuma dor, só entorpecimento. Mas a expressão do demônio lhe contava tudo. A ferida era mortal.

Cadeon virou para se aproximar. Enquanto ele fazia o percurso, ela vagamente ouvia os outros...

─Cade fez o que?─ Rydstrom gritou. ─Que diabos você disse , Rk.

─Ele destripou a noiva do vampiro,─ Rk disse. ─O sanguessuga é inútil para nós agora, você não pode torturá-lo mais que isto.

─Eu não a vi. ─ Cadeon falou para Inuyasha. ─Eu nunca a tinha visto.

Ela sentia piedade por ele depois de tudo, ele tinha salvado a vida de Inuyasha. Se somente ele não tivesse levado a dela.

Até mesmo Kagome tremeu à expressão de Inuyasha. Com os olhos brilhando vermelho com malícia, ele disse:

─Em cima de mil vezes, demô coisa que você ame irá morrer. ─ Então ele a riscou dentro do quarto deles.

Enquanto ele embalou a cabeça dela, ele resmungava os pensamentos em voz alta. ─Hospital. Onde? Um hospital humano...─ Seu olhos arremessaram de modo selvagem. A face dele foi batida pelo Kapsliga, a mandíbula dele inchada e o lábio estourado. ─Você fique comigo. ─ ele declarou para ela, em uma voz atormentada. ─Só agüente firme por mim! Preciso pensar...

Ela queria muito o acariciar para confortá-lo, mas os braços dela penduraram inúteis. Eu conheço este sentimento. Tão frio.

Morrendo. Da mesma maneira que Nïx tinha predito. No dia que eu contei para Inuyasha o segredo, mas não como elas tinham esperado. Destino poderia ser tão cruel.

─Preciso achar um hospital...

Ela balançou a cabeça dela tanto quanto pôde. Ela não chegaria ao hospital, era muito tarde para ela.

Mas ela tinha que explicar, para que ele não pensasse que era culpa dele.

─Inuyasha... eu estava morrendo de qualquer maneira.

─Não fale!─ a voz dele estava crua.

Os sons estavam diminuindo. O sangue deixava o corpo dela tão rapidamente, como se tivesse esperando somente uma chance. ─Eu chamei uma bruxa... ela passou pelo... espelho do estúdio. ─ A visão ficando borrada. ─Me fez viva... mas só por um curto tempo. Sabia disto... não podia te falar.

─Sua morte era um acordo com o diabo?─ Ele estava tremendo ao lado dela. ─E você ganhou somente duas malditas semanas?

─Valeu a pena!─ Ela tossiu fraca. ─Amo você.

Com isso, sangue saiu dos olhos dele como lágrimas... Entretanto o corpo dele cresceu imóvel de repente.

─Que bruxa koeri?

─Mariketa.

Apertando ela ao tórax, ele os riscou no estúdio.

─Só permaneça viva, Kagome!

Depois da colocá-la na cama, ele achou uma manta e apertou à ferida dela.

─Minha valente menina,─ ele falou ─fique comigo.─ Então ele enfrentou o espelho. ─Bruxa!─ ele rugiu. ─Venha a mim!

Enquanto ele continuou gritando por Mari, Kagome lutou para permanecer consciente, querendo lhe contar que Mari não podia ajudar, que ele só estava levantando as esperanças para as ter esmagadas. Mas com cada tentativa, ela tossia mais sangue.

─Mariketa!─ Ele esmurrou o espelho em um frenesi, batendo a mão dele. ─Venha a mim!

Quando não havia nenhuma resposta, ele afundou aos joelhos dele ao lado de Kagome. ─Ah, Deus, venha a nós!