Nota: Gente, quando passei essa fic para o , fiz confusão com os capítulos 18 e 19. A Herykha me avisou e eu mudei, até comentei no meu profile, mas acho que ninguém viu. Para quem não leu, o capítulo 19 é a primeira vez do Jensen com o Jay e mostra por que o Jared tratou o Jensen meio friamente depois de terem ficado juntos. Não sei se alguém acha que ainda vale a pena ler um capítulo tão para trás, mas se quiserem... A cena ficou muito fofa. Eu acho. É isso.
I
Jensen se obrigou a sair da cama. Quando chegara da casa de Jared largara o paletó com o celular no bolso sobre o sofá. Agora o pequeno aparelho irritante tocava insistentemente o obrigando a se levantar uns minutos mais cedo que o habitual. Com pouca paciência, Jensen foi até a sala e resgatou o celular do bolso da roupa. Era Jeffrey ligando. Ficou um tempo parado apenas olhando para o nome na tela, por fim, atendeu.
– Hey, Jeff!
– Te acordei? – Jeffrey perguntou do outro lado da linha.
– Já estava quase na minha hora mesmo...
– Eu queria falar com você antes de ir para o trabalho, Jen. – Jeffrey disse num tom sério. O mesmo tom que ele usava quando estava tratando de negócios. – Quero que você saiba que a minha ação não tem nada haver com nós dois ou comigo e com o Jared.
– Que ação? – Jensen estava realmente curioso.
– Jen, eu estou comprando a Vitória.
II
Jared, como sempre, chegou atrasado ao trabalho. Tivera dificuldade para dormir depois que Jensen havia ido embora e mesmo sabendo que o homem não estaria correndo atrás dele ou o esperando na loja de doces, se forçou a manter a rotina na esperança de vê-lo e quem sabe conversar. Quando entrou no escritório, encontrou o local como uma colméia de maribondos. Todos estavam andando de um lado para o outro, indo de mesa em mesa, conversando aqui e ali, agitando as mãos, xingando, rindo ou simplesmente não fazendo nada profissional, por assim dizer. Até Chad estava agindo de modo estranho. Ao invés de se esmerar em seu novo projeto, o rapaz estava cutucando o projeto de Jared.
– O que está acontecendo aqui?
– Hey, Jay! – Chad abriu um sorriso. – Novidades!
– Boas ou ruins?
– Julgue por si próprio. – Chad deu de ombros. – Seu pai comprou a Vitória.
– Meu pai... O quê?! – Jared achou que devia ter escutado mal.
– É isso mesmo, Jay. Agora nós somos uma filial da Loren.
– Mas... Isso não faz sentido.
– Faz sim. – Jim, que se aproximara por trás dos dois arquitetos sem ser notado, entrou na conversa. – Graças ao trabalho do Ackles, nós fomos capazes de pegar trabalhos grandes e sérios. Saímos-nos bem, o cenário nacional nos reconheceu, mas ainda precisávamos nos expandir para alcançar o cenário exterior. A Loren já tinha intenção de se expandir para o Canadá, mas achou melhor comprar um escritório como a Vitória, cujo trabalho sério ela já conhece e o mercado também, do que começar do zero.
– E isso é vantajoso para nós por que...? – Jared quis saber.
– Por que finalmente temos verba suficiente para darmos início a todos aqueles projetos que estão guardados na gaveta, por que o nome Loren abre portas e por que, mesmo tendo tido um grande avanço que conseguimos com o Ackles, a Vitória estava muito endividada.
– Ah... – Jared suspirou cansado. No fim das contas não haveria mesmo uma grande mudança ali. Eles apenas teriam mais verba, mais trabalho, talvez mais espaço. Porém, no geral, nada mudara. Jared estava pensando assim quando viu Jensen saindo do escritório carregando uma caixa com seus pertences.
– Parece que vocês vão ter de volta a sala de recreação... – Jim disse acompanhando o olhar de Jared.
– Ele foi mandado embora? – Jared perguntou aturdido.
– Não. – Jim começou a se afastar. – Ele foi transferido para a matriz em Los Angeles.
O coração de Jared falhou uma batida. Jensen iria para Los Angeles? Jensen iria para longe dele?
– Jim! – Jared correu atrás do chefe. – Quem mais foi transferido.
– Quem mais? – Jim franziu as sobrancelhas. – Só o Ackles. Como eu já lhe disse, a Loren quer que continuemos trabalhando exatamente como antes.
– Mas...
Jim colocou uma mão em seu ombro e o olhou nos olhos.
– Filho, se você quer consertar as coisas com o Ackles, sugiro que fale com ele hoje ainda. Amanhã bem cedinho ele tomará o vôo para Los Angeles.
Jim voltou a se afastar. Jared respirou fundo e foi até a garagem. Jensen havia acabado de guardar a caixa e estava fechando o porta-malas.
– Jensen. – Jared chamou. Jensen ainda ficou um tempo parado no mesmo lugar, de costas para ele, as mãos ainda no porta-malas. Depois ele se virou para olhá-lo.
– Sim? – Seu tom de voz era baixo e quebrado, como se ele estivesse fazendo um grande esforço para falar. Seus olhos estavam vermelhos e havia bolsas escuras sob eles.
– Fiquei sabendo que você vai para Los Angeles... – Jared estava sem jeito. Como ele poderia consertar as coisas? Fora ali atrás de Jensen por impulso, mas agora não sabia o que dizer.
– É. – Jensen colocou as mãos nos bolsos da calça e se encostou ao carro. – Agora que o Jeffrey comprou a Vitória, não faz muito sentido continuar recusando o cargo que ele me ofereceu.
– Qual cargo?
– Vice-presidente. – Jensen baixou o olhar.
– Claro. – Jared tentou passar indiferença. – Com a Alicia morta, o Jeff é o presidente agora... Ele realmente precisava de um vice competente. Parabéns!
– Obrigado. – Jensen murmurou.
– Isso quer dizer que não vamos nos ver mais... – Jared disse sem disfarçar o pesar.
– Daqui à Los Angeles é um pulo de avião. – Jensen disse levantando a cabeça e olhando para ele com olhos esperançosos. – Eu poderia vir sempre... Ou, talvez, você...
– Jensen, você tem certeza que quer continuar com isso? – Jared perguntou. – Você está bem com isso? Quer mesmo ser usado por mim desse jeito?
– É o único jeito de ter você. – Jensen voltou a baixar a cabeça. – Não é o que eu quero, mas não posso viver sem você.
– Nem eu sem você, Jensen. – Jared o puxou para os seus braços e o beijou. – Eu nunca devia ter exigido algo assim. Nunca deveria ter te aceitado daquele jeito quando você bateu na porta da minha casa. Eu deveria ter te chamado para conversar... E ontem à noite... Ah, Jen, eu fiz tanta burrada.
– E eu, então...? – Jensen sorriu passando os braços em torno de seu pescoço. – Eu queria tanto acabar com meu sofrimento que acabei sofrendo ainda mais...
– Esqueça tudo isso! – Jared disse voltando a beijá-lo. – De agora em diante, seremos só nós dois, sem mentiras, sem joguinhos, sem vinganças...
Jared levou a mão à nuca de Jensen fazendo-o levantar a cabeça para aprofundar ainda mais o beijo. A outra mão deslizava pelas costas do homem. Jensen fugiu dos lábios de Jared e começou a beijar seu pescoço, parando aqui e ali e mordiscando. Suas mãos firmes foram parar no peito de Jared e começaram a tocar, apertar com força, senti-lo como se precisasse disso para ter certeza de que o homem a sua frente era real. Jared gemeu quando as mãos de Jensen foram parar na parte da frente de sua calça e apertaram ali.
– Jensen, é melhor parar ou vou acabar transando com você aqui mesmo...
– E o que está te impedindo? – Jensen respondeu sorrindo de um jeitinho sacana enquanto suas mãos iam até o cinto de Jared.
– Aqui?! – Jared olhou surpreso para Jensen. – Estamos na garagem. Se alguém chegar e...?
– Então vamos ser rápidos. – Jensen o beijou enquanto abria suas calças. Quando seus lábios se desgrudaram, ele voltou a sorrir daquele jeitinho e abaixou as calças de Jared até os tornozelos enquanto se ajoelhava a sua frente.
– Cara, quem é você e o que fez com o verdadeiro Jensen?
Jensen não respondeu. Apenas levou as mãos ao sexo pulsante de Jared acariciando-lhe toda a extensão enquanto a ponta de sua língua contornava sua virilha. Jared gemeu. Porra! Fazer sexo numa garagem pública sempre foi uma de suas fantasias eróticas, mas Jared nunca pensou que realmente chegaria a realizá-la. Ainda mais com Jensen. Quando o homem finalmente abocanhou seu sexo, Jared soltou um gritinho. Se alguém ouviu ou não, naquele momento não importava. Jensen engoliu praticamente todo o seu sexo. Sua língua e seus dentes trabalhavam juntos para aumentar o prazer de Jared que gemia descompassadamente. Suas mãos haviam se fechado com força contra os cabelos curtos de Jensen e seu quadril se movia suavemente. Jensen, então, tirou o sexo de Jared da boca fazendo o homem lhe olhar feio. Era só aquilo? Jensen sorriu.
– Fode a minha boca! – Jensen passou a língua pelos lábios sensuais lambendo um pouco de pré-sêmen que escorria deles.
– Jen, tem certeza? – Jared perguntou com voz rouca.
Jensen não respondeu, simplesmente sorriu. Jared segurou firmemente seus cabelos forçando-o a jogar a cabeça para trás e, então, se enfiou todo em sua boca. A ponta de seu pênis arranhando a garganta. Jensen não reclamou. Ficou completamente passivo. Jared começou a entrar e sair com força e velocidade, enquanto Jensen fazia sons mais que sensuais com a boca. Seus olhos estavam fechados e seu rosto corado. Ele era a imagem da própria beleza. Parecia que seus lábios haviam sido desenhados especialmente para se fecharem em torno do pau de Jared. Ao menos era isso o que ele pensava. E Jared fodia a boca de Jensen sem dó. Jensen, por sua vez, procurava o próprio prazer se masturbando. As mãos subindo e descendo no mesmo ritmo das estocadas de Jared. Só de vê-lo assim, Jared se sentia mais quente, mais afoito. Quando viu Jensen gozar nas próprias mãos, Jared não conseguiu se segurar mais e gozou dentro da boca de Jensen, fazendo-o se engasgar um pouco. Jensen engoliu o que pôde e limpou o que havia escorrido de sua boca com um lencinho. Jared teve que se escorar contra o carro de Jensen para não cair. Aquele orgasmo o deixara com as pernas bambas. Jensen, ainda de joelhos, terminou de se limpar e limpou Jared. Depois subiu sua calça e fechou-a já que o homem não parecia ter forças para isso.
– Jen, esse foi o boquete mais quente que eu já provei... – Jared confessou quando Jensen se levantou e terminou de vesti-lo. – Não posso acreditar que você vai mesmo para Los Angeles amanhã...
– Relaxa, baby. – Jensen lhe deu um beijinho. – Eu posso voar para cá todo fim de semana...
– Mas eu não quero te ver só nos fins de semana. – Jared queixou-se.
– Bom, então, você poderia pedir transferência.
– Transferência?
– É. Você pode ir para Los Angeles comigo. – Jensen disse abraçando-o. – Seu pai queria levá-lo para lá, mas ele teve medo de que você recusasse ou achasse que ele só estava te chamando por ser o filho dele.
– E não é só por isso?
– Não mesmo. Ele ficou impressionado com o seu trabalho e do Chad no Rio Don. Acho que ele quer vocês trabalhando juntos em um projeto lá...
– Então se eu for, o Chad vai junto.
– É essa a intenção.
– E nós dois? – Jared enlaçou a cintura de Jensen. – Como a gente fica?
– Eu vou entender se você quiser morar com seu pai, mas meu apartamento ainda está lá... – Jensen disse beijando o pescoço de Jared. – A gente podia morar junto. Tentar de novo...
– Eu teria que levar meus cachorros...
– Sinto falta deles. – Jensen disse. – Além do mais, meu apartamento de Los Angeles é maior. Uma cobertura. Acho que terá bastante espaço para os seus cachorros.
– Será que dessa vez vai dar certo? – Havia insegurança na voz de Jared.
– Dessa vez eu estou sendo sincero e você também. – Jensen lembrou. – Se isso não for o bastante para dar certo, nada mais será.
– E quanto ao Jeffrey?
– O que tem ele?
– Ele não vai ficar te perseguindo, tentando te reconquistar?
– Eu já deixei as coisas bem claras para ele. – Jensen afirmou. – Seu pai é um cara legal, Jared. Ele entendeu.
– Certo, então... – Jared suspirou aliviado. Mal conseguia acreditar que as coisas estavam se acertando. – Mas me conte, por que você decidiu se entregar para mim daquele jeito de uma hora para outra?
– A minha irmã, a Kenzie, ela cometeu suicídio. – Jensen disse num tom baixo enquanto fechava os olhos e pousava a cabeça no ombro de Jared.
– Ah, Jensen, sinto muito! – Jared se odiou por não ter perguntado nada a Jensen antes. Quando o viu chegar completamente arrasado em sua casa dizendo que queria ficar com ele, Jared deveria ter suspeitado.
– Ela se foi sem que eu tivesse dito um monte de coisas. Quando ela se foi, eu me dei conta de que a vida é curta demais e que algo poderia vir a acontecer antes de eu conseguir convencê-lo e, então, eu nunca mais teria você. – Jensen contou. – Acho que eu só não queria mais ficar longe de você e estava com medo de perdê-lo de vez. Ao menos seu corpo já era alguma coisa a se ter...
– Você tem muito mais que isso, Jensen. – Jared beijou seus olhos fechados. – Sempre teve. Eu sou todo seu.
– Te ouvir dizer isso de novo me deixa tão feliz... – Jensen abriu os olhos e sorriu. – Eu nunca mais quero perdê-lo.
– Eu estava tão magoado, Jen, que quis te fazer sofrer. – Jared confessou. – Por isso eu fiz aquela proposta absurda e te tratei tão mal, mas... No fim, eu meio que agi como você no princípio com aquela história de vingança.
– Você não foi tão longe.
– Quase fui... – Jared o beijou. – Mas isso não vai voltar a acontecer.
– Nunca mais... – Jensen se aconchegou em seus braços.
III
Caixas ainda se amontoavam pelo chão fazendo Jensen ter que se desviar de uma ou outra enquanto tentava colocar as coisas no lugar. Lá fora, Jared tentava colocar seus cachorros no canil que mandara construir na cobertura de Jensen, mas Sadie e Harley estavam tão agitados com a casa nova que queriam brincar e mal se continham pulando em cima do dono e latindo muito. Da sala, onde Jensen tentava colocar alguns objetos na estante, ele podia ver Jared com os cachorros. Seu namorado mais parecia uma criança grande brincando daquele jeito. Aquela era a parte mais adorável de Jared e era uma das coisas que faziam Jensen amá-lo tanto.
À noite, quando tudo estava no lugar e os cachorros haviam sido recolhidos no canil, Jensen e Jared se sentaram na varanda para admirar o trabalho pronto. Aquele apartamento podia ter sido de Jensen antes, mas agora era dos dois e tinha a cara dos dois. Havia tanto de Jensen quanto de Jared nos quatro cantos da casa e isso os fazia muito feliz. Uma brisa suave vinha do mar até eles e Jared fechou os olhos e se esticou na espreguiçadeira enquanto tomava sua cerveja. Jensen ao seu lado sorriu para ele. Estava tão feliz.
Haviam passado por muita coisa e haviam sofrido e errado bastante, mas agora estavam ali e tudo daria certo. Jensen já estava em Los Angeles há duas semanas e Jared começaria a trabalhar na Loren no dia seguinte. Jeffrey lhes ofereceria um jantar dali a três dias como forma de demonstrar que tudo estava bem entre eles. Chad também se mudara para Los Angeles, mas fora viver com sua antiga namorada, Sophia. As coisas estavam se ajeitando.
Jensen mirou o controle no aparelho de som da sala e colocou uma música para tocar. Jared abriu os olhos e franziu as sobrancelhas. Jensen, então, ficou de pé e começou a se despir.
For you, there'll be no more crying. (Por você, não haverá mais choro)
For you, the Sun Will be shining (Por você, o sol estará brilhando)
And I feel that when I'm with you (E eu sinto que quando estou com você,)
It's alright, I know it's right. (Está tudo bem, eu sei que está tudo bem.)
Enquanto suas roupas iam ficando pelo chão, os olhos de Jared o devoravam. Quando Jensen estava completamente despido, ele foi até Jared, subiu sobre ele e o beijou. Jared o abraçou. Suas mãos percorriam suas costas, seus lábios deslizavam por seu pescoço. Jensen ficou de joelhos sobre a espreguiçadeira de Jared, seu sexo na altura de seu rosto. Jared abriu a boca e deixou que Jensen se aprofundasse nela. Suas mãos se fecharam sobre as carnes macias das nádegas de Jensen. Amava sentir aquele gosto na boca, amava sentir a maciez de seu corpo. Jared amava tudo em Jensen. Tudo. E amou quando Jensen começou a se mover suavemente, fazendo amor com sua boca, para depois aumentar o ritmo e fodê-la até quase chegar a sua garganta. Amou quando Jensen o puxou pelos cabelos enquanto gemia alto.
To you, I'll give the World (Para você, eu vou dar o mundo)
To you, I'll never be cold (Por você, eu nunca vou ser frio)
Cuas I feel that when I'm with you (Por que eu sinto que quando estou com você)
It's alright, I know it's right. (Está tudo bem, eu sei que está tudo bem.)
As mãos de Jared se fecharam com mais força nas nádegas de Jensen e ele lhe deu um tapinha ali. Jensen gemeu mais alto e saiu de dentro de sua boca. Com um movimento digno de um acrobata, Jensen se virou e apoiou as pernas no encosto da espreguiçadeira de cada lado da cabeça de Jared enquanto sua cabeça ficou entre as pernas dele. Logo suas mãos trataram de libertar a ereção pulsante do namorado. Jared ofegou enquanto passava um braço em torno da cintura de Jensen para firmá-lo naquela posição. Seu rosto se afundou entre as carnes macias da bundinha de Jensen e ele levou a ponta da língua ali sentindo o gosto do prazer que o esperava. Jensen abocanhou seu sexo.
And the songbirds are singing, (E os pássaros estão cantando)
Like they know the score (como eles sabem o resultado)
And I love you, I love you, I love you (E eu te amo, te amo, te amo)
Like never before. (Como nunca antes)
Jared gemia. Sua língua continuava a foder a bundinha apertada de Jensen enquanto seus dedos o alargavam. Seu pau estava sendo devorado pelos lábios sensuais do namorado e as mãos dele alisavam suas coxas. Jared não sabia se poderia esperar mais, estava tão louco de tesão. Jensen pareceu entendê-lo e logo saiu daquela posição girando o corpo e indo se sentar em seu colo.
– Pronto para mim, baby? – Jared perguntou já posicionando seu sexo na entrada apertada de Jensen.
– Acho que é você quem tem que estar pronto para mim, amor. – Jensen sorriu daquele jeitinho sacana que fazia Jared se derreter todo.
Ao dizer isso, ele ergueu o corpo um pouco e depois desceu sobre o sexo de Jared sugando-o todo para dentro. Jared gemeu. Jensen o beijou e enlaçou seu pescoço com os braços.
– Eu vou te fazer ver estrelas, Jared. – Disse rebolando em seu colo.
– Eu já estou vendo estrelas, amor. – Jared disse segurando com força a cintura de Jensen, por que, poxa, era demais senti-lo rebolando daquele jeito e se fechando com força contra o seu pau. Jensen definitivamente tinha ficado muito bom em sexo.
And I wish you all the Love in the world (E eu desejo-lhe todo o amor do mundo)
But mosto f all, I wish it from myself (Mas acima de tudo, eu desejo isso a mim mesmo)
Jensen começou a cavalgá-lo de forma firme e rápida, subindo e descendo em seu colo. Jared gemia alto. Adorava quando Jensen tomava o controle. Jensen parava de vez em quando e dava umas reboladinhas em seu colo, só para provocá-lo, só para aumentar ainda mais seu desejo. Jared amava quando Jensen fazia assim, mas também amava surpreendê-lo. Quando Jensen estava rebolando bem gostoso em seu colo, Jared o tomou pela cintura e o fez se deitar no chão. Ele levou as pernas de Jared até sua cintura e o estocou com força fazendo-o pular do chão. Jensen gemia alto. Jared sabia que Jensen amava um sexo louco e meio selvagem. Quanto mais ele metia, mas Jensen se apertava em torno de seu pênis tornando a penetração mais dura, mas fricativa.
And the songbirds keep singing (E os pássaros continuam cantando)
Like they know the score (como eles sabem o resultado)
And I love you, I love you, I love you (E eu te amo, te amo, te amo)
Like never before, like never before. (Como nunca antes, como nunca antes)
Jensen apertou ainda mais suas pernas em torno da cintura de Jensen tornando a penetração mais profunda. Jared penetrou com mais força sentindo deliciado o quanto Jensen era apertado e quente. Parecia que iria derreter dentro dele. E derreteu. Seu gozo o preencheu por completo. Jensen gozou logo depois. Os dois resvalaram pelo chão. O corpo de Jared sobre o de Jensen. Os dois suados e satisfeitos.
– Sabe, Jensen, eu nunca me canso de fazer isso com você. – Jared confessou sorrindo enquanto girava o corpo e ficava ao lado de Jensen. – Você foi a melhor coisa que já me aconteceu.
– Você diz isso mesmo depois do inferno que eu te fiz passar? – Jensen perguntou inseguro.
– Já ouviu falar que o que não nos mata nos fortalece? – As pontas dos dedos de Jared passearam pela face suada de Jensen. – O que aconteceu nos fez mais forte.
– Também sinto isso. – Jensen levou uma mão ao rosto de Jared. – Se eu não tivesse passado por tudo aquilo, acho que hoje eu não estaria aqui com você. Eu, provavelmente, nunca teria tido coragem de me abrir tanto, me expor tanto, me entregar tanto.
– Acho que nós dois aprendemos nossa lição, Jensen.
– E qual seria essa lição? – Jensen franziu a sobrancelha.
– Para o amor é preciso confiança, entrega e diálogo. – Jared falou. – Muita coisa teria sido evitada se a gente tivesse conversado mais abertamente desde o início e se a gente confiasse mais um no outro.
– Acho que você tem razão. – Jensen o beijou. – Eu sempre serei sincero com você. Sempre...
– Eu também, por que eu te amo mais que tudo no mundo e não quero perdê-lo de novo por mentiras, mal entendidos e rancores guardados.
– Você não vai me perder, amor. – Jensen o abraçou. – Eu nunca mais vou deixar você sair da minha vida. Seu lugar é aqui comigo, baby.
– Nunca houve um outro lugar para mim.
Os dois se beijaram. A fraca luminosidade da cidade chegava pálida aos seus corpos suados entrelaçados no chão. Havia algo entre eles que nem mesmo toda a dor pela qual passaram poderia destruir. Um fazia parte da vida do outro. Não. Um era a própria vida do outro e assim eles eram um só. Para sempre.
Fim
Gente, muito obrigada por terem curtido essa fic até o fim. Foi um imenso prazer escrever para vocês, ler os reviews e as mensagens. Eu ainda não me familiarizei com o suporte, então nem sei como responder os reviews direito, por isso não respondi nada, mas li tudo. Muito obrigada e espero rever todo mundo nas próximas fic's ou nas suas.
Beijos!
