Nota de witowsmp: I am not J.K. Rowling, and I do not own Harry Potter (although I do own a copy of all the books and movies), and am certainly not making any money off of this. I'm writing this purely because I enjoy it, and I hope you do too.

By the way, I've decided to make this story Deathly Hallows compliant (as far as Horcrux locations, although I'm not sure if the actual Deathly Hallows will come into play in this story or not), so you will begin to find spoilers from this chapter on.

Tradução: Não sou J.K. Rowling e Harry Potter não me pertencem (embora eu tenha uma cópia de todos os livros e filmes), e certamente não estou fazendo dinheiro algum nisso. Estou escrevendo isso simplesmente porque gosto e espero que vocês também gostem.

A propósito, decidi pôr esta história em conformidade com As Relíquias da Morte (no que concerne a localizações de Horcruxes, embora eu não tenha certeza se as verdadeiras Relíquias da Morte entrarão nesta história ou não), então vocês começarão a encontrar spoilers a partir deste capítulo em diante.

Uma Questão Sirius

Capítulo 37 – Estudos de Verão

"Olá, todo mundo. É bom ver tantos de vocês voltando para tentar uma faixa verde," disse o Sr. Tucker. "Vou chamá-los por ordem alfabética. Depois de terminarmos isso, qualquer um que passar será bem-vindo para tentar a faixa azul também."

Entre as dúzias de estudantes usando uma roupa de caratê branca com uma faixa roxa estavam Hermione Granger, Neville Longbottom e Harry Potter. Eles pensaram muito e duro sobre se deviam tentar voltar disfarçados ou não, e chegaram à conclusão de que seria muito suspeito para eles aparecerem com cabelo e olhos de cores diferentes e usando nomes diferentes. Seriam reconhecidos de qualquer maneira pelas pessoas que viram todo dia no verão passado.

Hermione mencionara que o último lugar que qualquer Comensal da Morte pensaria em procurar Harry Potter era uma escola de caratê trouxa, e Neville se certificou de pedir à sua avó para não contar a ninguém que eles estavam lá. Uma medida de segurança extra era que Sirius Black estava na sala sob a Capa da Invisibilidade de Harry. Ele estava usando uma chave de portal como colar que ia entre a Mansão Black e um ponto recluso perto da escola.

Harry, que havia decidido não usar seus óculos durante as aulas, disse aos colegas que perguntaram que ele estava usando lentes de contato, o que era a verdade. Na verdade, ele e Hermione tinham suas receitas atualizadas mais cedo naquele dia. Ele ansiosamente esperou pela vez da Hermione, já que ela seria a primeira (alfabeticamente) deles a testar. Se ela passasse, então isso significaria que eles têm seguido os livros apropriadamente. Ele estava certo de que eles estavam, mas ele queria confirmação.

"Granger, Hermione," chamou o Sr. Tucker. Ela nervosamente subiu e começou a avaliação enquanto Harry assistia com seus dedos cruzados. Ele não pôde evitar admirar o quão graciosamente sua namorada se movia enquanto dela demonstrava seu domínio de cada técnica no guia da faixa verde. Finalmente, o instrutor disse, "Excelente. Posso ver que você tem trabalhado muito duro este ano."

Com suas orelhas ficando rosadas, Hermione respondeu. "Sim, eu tenho. Obrigada, Senhor," enquanto ele lhe entregava a faixa nova, que ela guardou no bolso. Harry viu a imagem apagada de seu padrinho piscar para ele.

Neville estava um pouco mais nervoso quando chegou a vez dele, mas todo o trabalho ao qual ele se dedicou foi mostrado quando o teste começou, e ele também recebeu a faixa verde. Quando foi a vez do Harry, ele também a recebeu. Todos exceto um dos estudantes que voltaram conseguiram a faixa verde, mas apenas dois deles (fora o Harry, a Hermione e o Neville) ficaram para tentar o teste da faixa azul.

Aquele foi muito mais difícil, mas todos os cinco estudantes que se prestaram ao teste passaram. Neville quase desmaiou quando o Sr. Tucker lhe deu a faixa azul. Harry e Hermione haviam lhe dito que ele era tão bom quanto eles, mas não acreditava de alguma forma. Todos os três seriam capazes de estudar para a faixa marrom, mas já sabiam que não seriam capazes de ganhá-la até o próximo verão. Entretanto, todos os três sentiam que se beneficiariam de alguns meses de instrução de um mestre antes de voltarem a tentar sozinhos em Hogwarts. O Sr. Tucker demonstraria tudo que eles teriam que ser capazes de fazer para ganharem a faixa marrom.

"Todos eles foram ÓTIMOS!" Anunciou Sirius quando o quarteto chegou à sala de estar de sua casa. Os Grangers, Dumbledore, a Sra. Longbottom, Lupin, Gina e Rony estavam lá, prontos para uma pequena celebração. "Todos conseguiram a faixa verde e a azul." Eles teriam inventado mais algumas pessoas que sabem da localização da casa, exceto que eles não queriam informar mais ninguém sobre as habilidades de luta trouxa dos três. Eles decidiram que quanto menos gente soubesse melhor.

"Parabéns para todos," disse o diretor. "Bom trabalho."

Adam Granger abraçou sua filha enquanto Marissa abraçava Harry. "Bom trabalho!" ela disse com orgulho. Depois que os outros (incluindo a avó de Neville) terminaram de parabenizar os três, um bolo foi trazido que tinha uma figura móvel que descrevia os últimos segundos do torneio do 'The Karate Kid'. Hermione brincou que devia ter sido uma cena do filme 'The Next Karate Kid' que estreou no ano passado. Harry suspirou para ela que devia ter sido uma cena de um filme das Tartarugas Ninja.

Depois que os Longbottoms e os Grangers se foram, Dumbledore disse, "Harry, tudo bem se eu falar a sós com você?"

"Certamente, senhor. Podemos falar no meu quarto."

Harry o levou para um quarto com um tapete marrom-claro e paredes verde-claro. A cama queen-size tinha um cobertor verde-escuro nela, com cortinas de cama combinando. Havia uma escrivaninha de madeira com uma cadeira combinando também.

"O que posso fazer por você, Professor?" perguntou Harry polidamente, uma vez que ele fechara a porta.

"Posso ver que você levou bem a sério seu papel na profecia, e trabalhou diligentemente para se preparar. Eu firmemente acredito que você poderia passar em seu N.O.M. de Defesa Contra as Artes das Trevas hoje se quisesse, possivelmente até o seu N.I.E.M."

As orelhas de Harry ficaram rosadas. "Obrigado, Senhor. Hermione terminou todo o treinamento comigo e se sairia melhor nesses testes."

"De fato, ela merece tanto crédito quanto você, possivelmente mais, porque ela não tem uma profecia sobre a cabeça dela. Meu ponto, embora, é que eu sinto que eu devia ter uma mão no seu treinamento. Antes que você possa derrotar Riddle, há algumas coisas que você deve entender, tais como por que ele não morreu quando a maldição da morte que ele lhe lançara voltou-se contra ele."

Harry sorriu. Ele realmente amava ter uma vantagem sobre o diretor. "Se é sobre as Horcruxes, eu já sei sobre elas, embora eu não saiba quantas sobram. Eu gostaria de ajudar a destruí-las, Senhor."

Dumbledore fez seu melhor para não parecer chocado, mas Potter poderia notar que ele estava. "Há alguma coisa que contei ao Sr. Black que ele não tenha repetido para você?"

Embora Lupin tivesse sido o primeiro para contar ao Harry sobre as Horcruxes, ele não viu motivo para encrencar o lobisomem. Ele sorriu. "Não que eu saiba. Ele sente que eu tenho o direito de saber contra o que tenho que lutar."

"Entendo," o homem de idade disse. "Posso presumir que a Senhorita Granger também esteja ciente das Horcruxes?"

"Sim, Senhor."

"Devo admitir que eu mesmo não esteja certo de quantas Horcruxes o Tom fez. Tenho uma teoria, mas eu não apostaria a vida de cada membro da raça humana naquela teoria."

"Qual é a sua teoria?" perguntou Harry curiosamente.

O diretor suspirou. "Eu preferiria esperar até que eu possa confirmar a minha suspeita. Passei o último ano tentando marcar hora com o antigo diretor de casa de Tom Riddle, que acredito ter algo a dizer sobre a questão, mas ele tem continuamente, qual a expressão, me evitado. Creio que seja prudente chegar ao lugar dele não anunciado, talvez esta noite. Creio que você, assim como seu padrinho, possa ser mais útil durante a conversa. Creio que você ainda tenha problemas com o temperamento?" perguntou Dumbledore com um brilho no olho.

Embora Harry quisesse incluir a Hermione, Dumbledore insistiu que, embora ela fosse mais do que qualificada, uma pessoa a mais atrapalharia. Isso parecia aplacá-la quando ela foi informada dos planos deles. E assim, Sirius, Harry e Dumbledore apareceram a uma quadra de distância de uma velha mansão com três pequenos pops.

"Será interessante ver o velho Slughorn de novo," disse o Sirius com alegria.

"De fato," disse Dumbledore. "Por aqui."

Eles logo chegaram ao grande portão para o que parecia ser uma mansão. O diretor apontou sua varinha nele, e ele abriu. Ele continuou andando na frente de seus dois companheiros calçada acima até que eles chegaram ao alpendre, aonde Dumbledore parou.

A porta foi explodida de suas dobradiças para dentro da casa. "Varinhas prontas," Alvo calmamente disse enquanto ele entrava.

A vista que os saudou não foi prazerosa. A sala estava uma bagunça. Algumas mesas estavam de lado, seus conteúdos no chão. O sofá estava de cabeça para baixo. Harry encarou a televisão, para ver que sua tela estava quebrada. Vários buraquinhos estavam nas paredes brancas sujas de sangue, como se muitos feitiços as tivessem atingido.

"Acha que os Comensais da Morte o pegaram?" perguntou Harry, claramente preocupado.

"Certamente parece assim," disse Dumbledore enquanto ele se aproximava da televisão.

Sirius suspirou. Ele estava claramente aborrecido. "Se ao menos tivéssemos chegado aqui mais cedo. Ele era um bom sujeito."

"De acordo," disse Alvo, justo quando ele fez uma coisa muito estranha. Ele apontou a varinha para a tevê e realizou um feitiço. Repentinamente se transformou num velho volumoso.

O rosto do Sirius se levantou. "Professor Slughorn!" ele declarou com felicidade enquanto Harry tentou processar o que havia visto.

Horácio Slughorn não prestou muita atenção ao Black. Em vez disso, ele estava olhando para Dumbledore. "Como sabia que era eu?"

"Horácio, temo que seu conhecimento de dispositivos trouxas esteja em falta. Não havia botão de força em você, nem circuitos dentro de você. Você simplesmente parecia ser uma caixa com uma janela quebrada. Embora fosse provavelmente enganar um Comensal da Morte." Harry internamente se repreendeu por não notar isso. Ele tinha certeza que Hermione notaria.

"Então, o que o traz aqui, Alvo? Reconheço o Sr. Black, naturalmente, mas quem é... Aha! Este é Harry Potter?" Ele encarou a cicatriz do Menino-Que-Sobreviveu em fascínio.

"Sim, Horácio. Este é o Sr. Potter."

"Prazer em conhecê-lo," disse Slughorn, oferecendo sua mão para Harry, que a aceitou.

"Também estou contente em te ver de novo, Sirius. Nunca acreditei naquele papo furado sobre trair a Lílian e o Tiago."

Sirius apertou a mão de seu antigo professor com um sorriso, mas Harry pôde notar que seu padrinho não acreditou nisso. "É bom te ver de novo, também, Professor."

Alvo então falou. "Antes que entremos no propósito de nos encontrarmos esta noite, posso usar o banheiro?"

"Claro. Vá descendo aquele corredor. É a segunda porta à esquerda."

"Obrigado. O tópico que gostaríamos de discutir são as Horcruxes de Tom Riddle. Volto logo."

Horácio parecia prestes a desmaiar. "Não sei nada sobre isso," ele declarou.

Sirius andou até Slughorn. "Por favor, Senhor. Tudo que precisamos saber é quantas ele fez."

Ele encarou o Almofadinhas. "Se você acha que o ajudei..."

"Ah, não. É só que, como muitos outros estudantes, você era o professor favorito dele. Tenho certeza de que você o conheceu melhor do que qualquer outro. Ele pode ter deixado alguma coisa escapar."

Nervosamente, Horácio respondeu, "Temo que não. Eu..."

"Se você sabe de alguma coisa," gritou Harry com raiva enquanto ele finalmente o encarava. "é melhor você nos contar!"

"N-não sei!"

"Acalme-se, Harry," disse Sirius nervosamente antes de voltar para Slughorn. "Ele tem ficado mais irritado todo dia desde que Riddle voltou. Temo que ele esteja prestes a surtar. Por algum motivo, ele parece te culpar..."

"Você sabia o tempo todo que ele estaria de volta e NUNCA contou a ninguém!" Harry gritou enquanto alguma da mobília descartada começou a sacudir com aparente magia acidental. Horácio olhou para Harry com apreensão.

"Harry," disse Sirius, parecendo ainda mais nervoso do que antes. Talvez você deva esperar lá fora. V-você lembra o que aconteceu na última vez..."

"Aquilo foi um acidente!" latiu Harry enquanto ele encarava com raiva o antigo professor de Poções. "Precisamos de uma resposta!"

Olhando para Sirius enquanto suor começava a escorrer pela cara do Slughorn. "O q-que aconteceu na última vez?"

Almofadinhas fechou os olhos solenemente por um momento. "Nós, nós não gostamos de falar nisso. É só que Harry era um bruxo poderoso. Quero dizer, você pode imaginar com o que ele fez quando ele era apenas um bebê. De qualquer forma, hã, às vezes ele, temporariamente perde o controle de sua magia, e..."

"QUER que o Voldemort viva para sempre?" Harry gritou enquanto apontava sua varinha para Horácio.

"Harry!" gritou Sirius, tentando se posicionar entre o jovem zangado e o velho agora aterrorizado. "Professor, por favor, apenas nos diga antes..."

"Você tem informação vital e a está retendo! Isso faz de você tão mau quanto um Comensal da Morte!" A ponta da varinha do Harry estava brilhando.

"Seis!" disse Slughorn, com lágrimas caindo dos olhos. "Ele queria fazer seis delas, dividindo sua alma em sete."

"Obrigado, Horácio," chamou a voz de Dumbledore alegremente do corredor. "Você foi muito cooperativo."

Slughorn se virou para ver o Harry sorrindo. "Você, você me enganou."

"Para ajudar tremendamente no esforço da guerra," disse Dumbledore. "Você..."

Naquele momento, vários passos foram ouvidos do alpendre.

"Parece que alguém chegou antes de nós," disse uma voz.

"Não, haveria uma Marca Negra. Vamos entrar."

Uma figura encapuzada com uma máscara que lembrava uma caveira entrou na sala. Sirius imediatamente lançou um tonteador nele, e a batalha começou. O Comensal da Morte pôs um escudo a tempo, e o feitiço vermelho ricocheteou na parede. Outro inimigo entrou.

Harry apontou sua varinha neste e enviou um reducto silencioso na sua mão de varinha. Infelizmente, a mulher se mexeu e gritou, "Avada Kedavra," lançando uma luz verde para Harry, que convocou uma mesa do chão para interceptá-la, embora alguns dos pedaços de madeira atiraram no seu braço quando o pedaço de mobília arrebentou. Outra figura mascarada entrou e Harry conseguiu desarmá-lo.

Dumbledore enviou um arco dourado de luz para todos que o atacaram que virou um muro. Uma fênix vermelha repentinamente apareceu. "Eu creio," disse Alvo calmamente, "que há barreiras ambas de aparatação e de chaves de portal na área. Não sei quantos de seus seguidores Tom enviou. Eu portanto acredito que seria prudente permitir a Fawkes nos dar uma carona. Todo mundo, pegue uma pena da cauda." Todos eles concordaram, e em um momento, todos eles estavam a salvo na Mansão Black, Slughorn incluído.

Harry estava bem surpreso de ser imediatamente puxado para um abraço quebrador de costelas de sua namorada.

"Eu, eu pensei que estava na cama," ele conseguiu dizer.

"Não conseguia dormir. Eu tive um... Harry! Seu braço está sangrando! O que houve?"

"Não foi a conversa mais prazerosa que eu já tive," resmungou Slughorn. Você me custou minha casa de férias."

"O que eu gostaria de saber é como nos encontraram!" disse Sirius.

"Eles?" perguntou Hermione em um tom preocupado. "Quer dizer Comensais da Morte, não quer?"

"Creio que, usando os recursos da sede do Ministério, eles devem ter posto um tabu no nome inventado de Riddle," disse Dumbledore.

Harry respondeu, "Quer dizer que Volde..."

"Exatamente. Agora há realmente um motivo para temer falar o anagrama. Quando você mencionou o nome, isso alertou os Comensais da Morte, que mandaram um grupo investigar."

"Então agora não podemos dizer o nome?" perguntou Harry enquanto Hermione estava usando a varinha dela para remover as lascas e curar seus cortes.

"Precisamente. As barreiras nesta casa podem impedi-los de detectá-la aqui mas eu não desejo testar esta teoria. Sugiro nos referirmos a ele como Riddle daqui em diante."

"Então, o que vou fazer?" perguntou Slughorn.

"Posso mudá-lo para uma casa segura," ofereceu Dumbledore, "já que é minha culpa que você esteja em perigo. Ou você pode ir."

Ele parecia contemplativo por alguns momentos. "Sem ofensa, mas eu acredito que eu preferiria não estar junto com pessoas diretamente desafiando Você-Sabe-Quem, então eu irei."

"Muito bem," disse Alvo. "Obrigado pela ajuda."

"Ótimo. Apenas não ande espalhando por aí o que te contei."

"Claro." Slughorn então foi porta afora.

Harry então disse, "Não gosto da idéia de termos deixado aquela luta."

"O que você propõe que tivéssemos feito, Harry?" perguntou Alvo. "Ficar naquela casa até que ela tenha sido incendiada?" Ele olhou gentilmente para seu estudante. "Não havia motivo para lutar aquela batalha – nada que precisássemos proteger além de nós mesmos estava lá. E depois, se tivesse continuado, teria revelado suas habilidades formidáveis. Creio que você queria que elas permanecessem em segredo por agora."

Já que eles agora tinham um número de Horcruxes para procurar, eles sentiram que eles tinham ao menos uma meta definida. Já que o diário, o medalhão e o anel já não são mais problema, havia mais três para obter. Dumbledore mostrou para Harry, Hermione, Sirius e Remo uma memória que os levou a crer que a Taça de Lufa-Lufa seria uma das Horcruxes. Ele também se perguntou se a cobra de estimação de Voldemort, Nagini, poderia ter sido transformada em uma Horcrux. Ele não fazia idéia de que artefato de Grifinória ou da Corvinal Riddle poderia ter conseguido pegar para transformar em Horcrux.

"Mas aonde elas estão?" disse Harry. "Podemos debater o que elas são até nossos rostos ficarem azuis, e isso não nos ajuda em nada! Precisamos saber aonde procurar!"

Sirius disse, "Ele tem razão. Aonde não olhamos?"

Alvo suspirou. "Seu orfanato não existe mais. Eu até procurei no Olivaras, onde ele comprou sua varinha. Enviei outro membro da Ordem para a Albânia ano passado para ver se ele tinha uma escondida lá aonde ele passou seu exílio."

"Quem foi?" perguntou Lupin.

"Prefiro não dizer, mas vocês podes se assegurar de que ele foi excepcionalmente vigilante."

"E quanto a Hogwarts?" perguntou Harry.

"Procurei pelo castelo mas nem mesmo eu não alego saber todos os seus segredos."

"Talvez ele tenha deixado uma na Câmara Secreta," sugeriu Harry.

"Certamente uma possibilidade digna de ser investigada, mas não creio que ele teve tempo suficiente para ir à Câmara na última vez que ele esteve dentro do castelo."

"Ele confiou uma ao Malfoy," disse Hermione pensativa. "Ele não poderia ter confiado uma a outro Comensal da Morte?"

"Talvez," Alvo disse, "Mas a pergunta é, qual? E aonde ele ou ela a guardaria?"

"No Gringotes," disse Sirius. Todo mundo olhou para ele. "Ao menos é aonde eu esconderia. Aqueles cofres de segurança máxima lá são impossíveis de violar. Um de meus ancestrais tentou uma vez." Ele fechou os olhos por um momento. "O último erro que ele cometeu. Por mais que meus pais quisessem que nos juntássemos a Riddle, eles nos disseram para nunca roubarmos o Gringotes – nem mesmo por ele. Uma Maldição Cruciatus é mole comparada com o que os duendes farão com você. Eles têm o direito de lidar com ladrões do jeito que quiserem."

Dumbledore parecia pensativo. "Me pergunto se o Ministro Vehosia seria capaz de persuadir os duendes a permitir que revistemos os cofres de conhecidos Comensais da Morte. Eles sabem que Riddle os destruirá se ele ganhar a guerra."

"Professor," perguntou Hermione, "Estou curiosa. Como se destrói uma Horcrux?"

"Os dois meios mais eficientes estavam disponíveis para Harry quando ele encarou o diário."

"Dois?" perguntou Harry. "O dente de basilisco e..." seus olhos se levantaram com compreensão. "A espada de Gryffindor."

"Precisamente," ele disse.

Logo a rotina do verão passado estava de volta, exceto que Rony, Luna (Rony perguntou se ela podia participar) e Neville estavam participando dos duelos. Esses três também começaram a estudar os assuntos que Harry, Hermione e Gina começaram no ano passado.

Aqueles três chegaram muito perto de alcançar suas formas de animago pelo fim do ano escolar e estavam trabalhando diligentemente nisso. Entretanto, mal havia quaisquer outros assuntos para eles estudarem. Eles ainda meditaram para manter seu potencial de magia tão alto quanto possível e praticaram sua magia sem varinha, mas não estavam aprendendo nada de novo nesses assuntos, e não passavam seu tempo regular de estudo com eles. Eles ainda estavam estudando um livro de feitiços avançados e praticando vôos defensivos uma vez por semana. Dumbledore havia concordado em ser tutor deles em defesa extremamente avançada uma vez por semana, mas isso ainda os deixava com dias extras e nada para preencher o tempo. Uma vez que eles dominaram suas transformações de Animago, eles teriam outro dia sem nada para estudar (não contando seu dever de casa, que eles fizeram à noite).

Enquanto Harry e Gina pareciam aliviados sobre isso, Hermione parecia triste. "Talvez possamos nos esgueirar na Travessa do Tranco para encontrar livros para estudar," ela sugeriu mais cedo no verão.

"Sei que consideramos essa possibilidade antes," disse Harry, "mas honestamente, acho que sabemos de tudo que precisamos para lutar com Comensais da Morte e o próprio Riddle. Simplesmente precisamos continuar praticando para melhorarmos. Ainda não somos bons em duelos sem varinha. Acho que devemos nos concentrar em praticar feitiço após feitiço sem varinha a cada outro dia durante nosso tempo de estudo. Quero que se torne segunda natureza."

A primeira aula de defesa com Dumbledore começou com ele individualmente duelando com cada um deles por dez minutos na Mansão Black. Cada um desses duelos terminava em empate por causa do tempo curto. O diretor só queria avaliar o nível de habilidade deles e não precisava duelar por mais tempo que isso para tal propósito.

"Parabéns," ele disse após os duelos, recebendo expressões confusas. "Todos vocês estavam lutando no nível de auror, e podiam certamente derrotar qualquer Comensal da Morte em uma luta justa."

"Uma luta justa?" Harry repetiu sarcasticamente.

"Você está bem correto em que os Comensais da Morte não lutam justo, e eu acredito que nenhum deles tem a coragem para tal. Como regra, Comensais da Morte chegam em bandos." Ele olhava cada um deles no olho. "Todos os três de vocês são muito mais poderosos do que qualquer um esperaria, e posso ensinar a vocês técnicas para que cada um de vocês ataque cinco pessoas de uma vez, e juntos vocês poderão cuidar de vinte e cinco."

"Como?" perguntou Hermione, curiosa como sempre.

"Vocês aprenderam magia sem varinha a um nível que noventa e cinco por cento de nossa população nem sequer sonha, mas tenho que leva-los um passo adiante. Somente um feitiço pode ser lançado por uma varinha de cada vez, mas sem a varinha, lançamentos simultâneos de múltiplos feitiços são possíveis."

Hermione ficou chocada. Gina suspirou, "Dois feitiços de uma vez?" Harry simplesmente encarou Alvo.

"Sim, dois feitiços de uma vez. Ao menos para começar. Vocês começarão tentando lançar o mesmo feitiço, neste caso, um tonteador, de ambas as mãos ao mesmo tempo." Ele então conjurou seis bonecos de prática para eles mirarem (dois para cada).

Quando Dumbledore saiu, todos os três estavam exaustos, e nenhum alcançou sua meta. Eles lançaram feitiços um segundo aparte, mas não ao mesmo tempo. Ele disse a eles que geralmente leva algumas semanas para entender, e mandou ambos continuarem a praticar. Eles acrescentaram isso à lista do que precisavam fazer.

Alguns dias depois, durante a sessão de animago deles, três animais excitados podiam ser encontrados na sala de duelos. Um leão com grandes olhos de esmeralda, uma juba preta selvagem com uma cicatriz em forma de relâmpago na testa estava andando perto de um gato marrom-escuro com olhos marrons. Um pássaro vermelho estava voando pelo quarto acima deles. Eles finalmente conseguiram suas transformações.