Capítulo 35

Seu tempo estava correndo, Bella pensou no começo da terceira semana deles juntos. Ela não soube como ela sabia disto, mas sentia isto fortemente. Correndo rápido. Ela estava convencida de que ela não duraria nem mesmo o primeiro mês com Edward.

E ela não pôde deixar de pensar que ele provavelmente estaria lá para vê-la encontrar o fim. Ela sabia que eles estariam em uma relação quando isso acontecesse, mas ela não tinha compreendido verdadeiramente que ele iria testemunhar a morte dela.

A morte que prometia ser violenta.

A culpa pesava. Por que eu não pensei nisto antes?Até mesmo sabendo que, ela não poderia se forçar a separar-se de Edward para o poupar. Ela era gananciosa para todo possível momento com ele, e ela sabia que ele também.

Ontem à noite, quando ela corria as parte de trás dos dedos em cima da cicatriz no torso dele, ele tinha dito:

─Eu odiava essa cicatriz. Mas não mais.

Ele tinha encontrado o olhar dela, e as palavras tinham parecido derramar dele.

─ Bella, isto me trouxe você. Se eu tivesse sabido o que estava esperando por mim, eu teria ajudado o russo a mergulhar sua espada.

Depois de ouvir aquilo, ela se convenceu que o que ele sentia por ela era mais do que simplesmente o que um vampiro sentia pela Noiva. Ele estava apaixonado por ela, como ela estava por ele.

Ainda mesmo com aquela realização, ela sentia como se pequeno mundo deles estivesse desabando no geral. Ele estava tão cansado, mas tentava esconder isto, da mesma maneira que ela tentava esconder a tensão que crescia dentro dela e o medo.

Como se ele sentisse seu pressentimento, ele parecia determinado a fazer todo momento contar...

Aquela noite o presente dele de um vestido escarlate deslumbrante, junto com a promessa de um destino surpresa foi o bastante para distrair a mente de Bella de seus medos, pelo menos por um tempo curto.

Quando ele tinha a riscado para a Itália para o jantar, ela tinha se tornado genuinamente excitada.

O vampiro dela tinha reservado um terraço de jardim particular em La Pergola, sobre Monte Mario.

─ Edward, a visão é espetacular! ─ Debaixo deles a Roma secular na noite, iluminada como um sonho. ─Mon Dieu, aquela é a cúpula de São Pedro? Eu somente a tinha visto em um cartão postal. Esta é uma surpresa incrível!

─Oh, isso?─ Quando ele deu uma casual encolhida de ombros, atraiu seu olhar dela ao terno escuro, moldado com perfeição em cima desses ombros largos. ─Isso não é isso. Isso é só nutrição para minha mortal até que esteja na hora da real surpresa.

─Melhor que isto? Você tem que me falar!

─Então não seria uma surpresa. ─ Ele lhe deu um sorriso torto. ─Também conhecido como une surprise...

Uma vez que eles estavam sentados em cadeiras almofadadas, o servente trouxe um carrinho cheio de champanhas frios. Quando ele verteu, o homem mal pegou os óculos escuros de Edward, mas Edward continuou tenso. Ela desejou que os olhos dele não o aborrecessem tanto assim.

Quando eles estavam a sós, ele esfregou sua mão em cima da parte de trás do pescoço. ─Você deve odiá-los. O vermelho sangue.

Ela balançou a cabeça. ─Eu penso que eles são o vermelho de fogo. E a cor afunda e escurece quando você olha para mim, o que eu amo. Além disso, com o óculos de sol, você parece uma estrela do cinema.

─Ou um viciado em drogas.

─Eu não acredito que os dois são mutuamente exclusivos, mon grand. ─ ela disse, persuadindo um sorriso dele. Enquanto ela tomava um gole do champanhe, ela perguntou:, ─Não teria que reservar este lugar com meses de antecedência?

─Teria.

Ela elevou uma sobrancelha.

─Mas você não?

─Você deveria saber agora que quando diz respeito a você, eu não me restrinjo a nada.

A refeição confirmou esta declaração. Prato depois de prato começavam a chegar, vinhos caros que acompanhavam cada um. Enquanto ela saboreava algumas das comidas mais deleitáveis e drinques que ela nunca tinha provado, ela tentou pegá-lo para revelar a surpresa. Ele tomou um gole do uísque dele, vagarosamente amontoando um pouco de comida ao redor, e sorriu abertamente ante as tentativas dela para conseguir que ele falasse...

─Você está tão contente com você, vampiro.

─É muito bom ter uma surpresa a revelar. Como está sua refeição?

Alguns pratos eram apimentados, alguns sutis e cada um acariciou o paladar dela. Ela sorriu por cima da taça de vinho dela.

C'est exquis comme tes lèvres. Delicioso como seus lábios. ─ Ele ficou tenso quando ela esfregou o pé recoberto pela meia calça pela perna dele.

Em uma voz mais rouca, ele disse:

─Você pode usar seus consideráveis dotes, ─ o olhar dele baixou para o decote do vestido que ele tinha lhe dado ─tudo que você queira, mas eu não falarei.

Para sobremesa, o servente trouxe à mesa uma miniatura de cômoda com gavetas, pintadas de prata. Dentro de cada gaveta minúscula estava um tipo diferente de petit four.

─É isso,─ ela disse, provando todas as delícias ─eu nunca vou partir.

─Não se preocupe nós voltaremos.

Ela se forçou a sorrir pela pontada que sentia.

─Pelo menos uma vez por semana somente pelos petit four.

Depois do jantar, Edward disse:

─Pronta para sua surpresa?

─Sim, eu estou a ponto de morrer!─ ela disse, desejando imediatamente que ela pudesse retirar aquelas palavras, mas ela mascarou sua inquietação.

Ele cobriu seus olhos como ele gostava, então a riscou novamente. Ela sentia o tempo diferente, cheiros frescos. E ela ouviu uma nova língua. França.

Com a outra mão dele morna nas suas costas descobertas, ele a conduziu para um lugar que soou mais aglomerado do que onde eles tinham chegado. Então ele descobriu os olhos dela.

Os lábios dela se separaram em um suspiro. Ela estava de pé em frente a L' Opéra Garnier, a casa pródiga do balé de Paris. Calafrios passaram por seus braços para cima e para baixo. Performance da noite? Romeo et Juliette. Era uma das peças de Shakespeare favoritas dela, e uma que ela sempre tinha sonhado ver coreografada. Experimentar isto aqui? Em Paris? Com os olhos úmidos, ela disse: ─ Edward, esta é a coisa mais maravilhosa que qualquer um já fez para mim.

E o homem mais desejável que ela alguma vez tenha conhecido, estava oferecendo sua grande mão para levá-la até lá.

─Venha. ─ ele murmurou. ─Ou nós chegaremos atrasados.

Ofuscada, ela o deixou guiar para dentro do palácio. Com os sons da orquestra afinando ao fundo, ela foi rodeada pelo esplendor, contemplando a arte que enfeitava, dos tetos até os desenhos em mármore elaborados em baixo dos saltos dos sapatos dela.

Quando eles pegaram seus assentos no melhor camarim ela ronronou: ─Oh, vampiro, você é booommmm. É quase como se... Você não se restringe em nada?

Com um sorriso sensual, ele removeu os óculos de sol e disse: ─Eu estou alegre que você aprove.

Do momento que a cortina subiu, o coração dela bateu ininterrupto. Durante o desempenho, ela estava no céu, golpeada por quanto o balé tinha evoluído e tinha permanecido o mesmo. O médio da dança perfeitamente vestindo o conto, a música seu sócio sublime.

Edward sentou com os braços dele atravessados no peito, um olhar crítico na face. ─Você os envergonha. ─ ele rangiu, o que só a fez o amar mais.

─Bem, obrigada por isso, mas eu acredito que eu seria um pouco baixa e peituda comparada a estes dançarinos modernos.

─Acontece que eu tenho uma coisa por baixas e peitudas bailarinas.

Ela lhe deu um sorriso lento.

─Eu estou alegre que você aprove.

─Sumamente sim. ─ Uma madeixa de cabelo bronze grosso caiu sobre um dos olhos dele. ─Você sente saudades disso?

─Eu sinto. Eu estava vibrando por dançar para uma audiência. E eu perdi a camaradagem na trupe. ─ Ela até mesmo tinha perdido os músculos doendo do esforço de um ensaio cobrado. ─Mas eu estou contente que eu consiga partilhar isso com você. ─ a mão dele encontrou a dela.

Uma vez que a cortina fechou, ela chorou com o trágico final embora isso fosse esperado e aceito porque isso tinha um novo significado para ela agora. Bella também seria separada do homem que ama agora. Ela não queria ser, lamentando que ela estivesse nesta posição.

Mas era esperado. Ela tinha aceitado isto. E ela não lamentava um momento

Ele deslizou uma caixa coberta com feltro nas mãos dela. ─O que é isto?─ ela perguntou, embora soubesse.

Engolindo, ela abriu o estojo. Dentro descansava um primoroso anel de platina, com uma safira azul vibrante no centro, rodeada por diamantes.

─Seja minha esposa, Bella.

Quando ela pode tirar os olhos do anel, ela olhou para ele. Ele tinha lhe perguntado aqui. Inundado na beleza deste lugar, o coração dela estava cheio com emoção da dança e por amar o homem que tinha dado esta noite a ela. Em qualquer outra circunstância, ela teria chorado de alegria.

─ Edward... ─ A necessidade de confessar tudo queimou dentro dela. Mas ela temeu roubar de si mesma este tempo com ele. Estava correndo. Os olhares deles estavam fixos nela. E ela não podia lhe falar.

Devolver o anel seria uma das coisas mais difíceis que ela já fez. Embora estivesse a rasgando em duas, ela lhe deu a caixa.

─Eu sinto muito mesmo. ─ ela sussurrou. ─ Eu não posso.

Ele aceitou sem uma palavra. Mas um músculo fez tique-taque na mandíbula dele.

Quando Bella recusou seu anel, o mundo inclinou obliquamente.

Como um soco no intestino, Edward se deu conta que mesmo depois de tudo, o tempo que eles tinham compartilhado e o prazer entre eles, ela ainda não assumiria nenhum compromisso com ele.

E ela nem mesmo tinha precisado de um segundo para considerar o que ele estava oferecendo.

A fadiga que ele tinha ignorado voltou redobrada. A frustração de sua busca montada. Ele estava falhando a cada turno.

Edward não podia achar o que ele precisava e não podia assegurar o que ele tinha.

Quanto mais Bella se afastava, mais louco ele se sentia. Ele a queria ao ponto da loucura. Edward era um homem que conhecia exatamente aquela posição.

Ele decidiu naquele momento que ele não a deixaria ir simplesmente.

Edward tinha temido que se ele chegasse a esse ponto, ele a faria se lembrar de Jacob. Aquele bastardo também tinha exigido que ela ficasse com ele.

Ainda havia uma diferença entre nunca a deixar ir quando ela na verdade queria ficar e mante-la somente porque ele não podia viver sem ela.

Edward acreditava que Bella queria ser mantida com ele. E a obrigaria.