Harry Potter sentou na biblioteca, com um copo de uísque na mão. Ele não tinha bebido nada do copo, nem se lembrando de bebê-lo. Ele simplesmente encarava o profundo liquido âmbar, pensando que a cor,quando se levantava o copo contra a luz, era muito parecida com a cor de um par de olhos que ele conhecia...
A voz do conde de Bartlett o trouxe de volta de onde ele tinha ido, a quilômetros de distância.
-Então esta me dizendo que eu não posso ainda voltar para casa. - Thomas ainda falava um pouco alto. Seu ouvido ainda não estava completamente recuperado, embora o médico que o havia atendido lhes tivesse garantido que com o tempo ele voltaria ao normal.
Harry inclinou sua cabeça.
-Sim - ele disse. -Aparentemente, houve um leve... mal-entendido.
O rapaz o estudava de modo zombeteiro da poltrona onde ele afundara:
-Mal entendido? Que tipo de mal-entendido?
-Bem. - Harry Potter se perguntava como ele podia continuar falando assim, como se ele não tivesse nenhuma preocupação no mundo, quando por dentro, ele estava chorando. Soava dramático, ele sabia. Mas era a verdade. Só que não era uma verdade que ele quisesse compartilhar com Ambrosia ou Crutch, e mais especificamente, com o rapaz na frente dele.
-As autoridades prenderam Seymour Hawkins, também conhecido como O Duque. - Quando a mandíbula de Tommy caiu um pouco devido a noticia, Harry assentiu. -Sim, eu achei mais sábio encarcera ele. Você não precisa se preocupar, não será chamado para testemunhar contra ele. Os crimes que ele cometeu aqui em Londres algum tempo atrás o manterá atrás das grades por anos. A menos, é claro... - Isto ele adicionou quase pensadoramente - que eles o enforquem.
-Eu não sabia - o conde disse, ainda falando alto. -Não há nada sobre a prisão dele nos jornais.
-Não. Haverá amanhã, se minhas fontes estiverem corretas. E então você terá que ficar aqui por pelo menos mais uma noite. Sem mensagem para casa, também. Desculpe-me, mas o... individuo com quem eu tratei ontem provou ser surpreendentemente intratável, e não seguiu minhas instruções. Sua vida ainda pode estar em perigo, pelo menos enquanto ele achar que O Duque esta livre.
O menino o olhou de modo sombrio com olhos escuros que era perturbadoramente parecido com os de sua irmã. Mas Harry tentou não pensar nisto.
-Você esta falando sobre Ron, não esta? - Tommy perguntou.-Não, não balance sua cabeça. Eu sei que foi ele. Eu soube que foi ele no momento em que a arma detonou meu ouvido. Ele tentou me matar. - A voz dele não tremeu.
Harry tentou dar um simples contrair de ombros como resposta.
-Não -o conde disse. - Não há necessidade de me tratar como uma criança. Eu tenho sido um tolo. Eu vejo isso agora. Ele se sentiu mal na primeira vez, quando O Duque atirou em mim dezembro passado. Porque, de certo modo, tinha sido culpa dele por ter me levado àquele lugar. Ele sabia que eles me roubariam. Ele sabia disso muito bem. E então ele se culpou.
Harry apenas disse:
-Eu acho que sim - e isso ele disse suavemente.
O conde aparentemente não tinha ouvido ele.
-Mas então eu me tornei um problema, não? Por causa do que eu sabia. Eu poderia falar. Não apenas sobre o roubo, mas sobre O Duque tentar me matar. E então ele resolveu se livrar de mim.
Harry disse:
- Se servir de consolo, eu não tive a impressão que o Lord de Winchilsea estava muito aliviado com o serviço. Matar você quer dizer. Eu acredito que ele só fez isso porque sua própria vida estaria em perigo se ele não o fizesse.
-Porem - Tommy disse, com uma dose de indignação - ele não precisava ter continuado com isso. Ele podia ter fugido.
-Ah, sim. - Harry disse com um leve sorriso. -Mas então ele não teria o privilegio de se casar com sua irmã.
O conde, ficando todo vermelho de raiva, exceto no lugar onde a pólvora penetrara em sua pele, que segundo o cirurgião acabaria sendo expelida, fechou o semblante.
- Ah, como se eu fosse permitir isso agora. Quero dizer, casar com um cara sem escrúpulos. Estava tudo bem, quando eu não sabia que ele estava nisto. Mas agora...
-Sim, bem. - O frágil sorriso desapareceu. -Isto, é é claro, algo que você e sua irmã terão que resolver.
-Eu tenho que dizer a ela - o menino disse. Ele não falou, entretanto, em voz alta, e Harry se perguntou se talvez ele não quisesse dizer as palavras em voz alta. - Se apenas tivesse uma maneira de deixar de fora a parte das apostas, embora...
-Você terá muito tempo para pensar nisso. - Harry colou o intocado copo de uísque de lado. -Você não terá contato com toda a sua família ate nós sabermos que é seguro.
-Mas ela tem o direito de saber - o conde disse mais alto desta vez, então estava claro que ele não estava falando consigo mesmo. -Ela tem o direito de saber o tipo de homem com quem ela esta se casando. Você não vê? Foi minha culpa ela se envolver com ele em primeiro lugar. Ele me fez de tolo, ele fez todos nós de tolos. Com seu titulo, conexões e charme. Nós pensamos que ele era um nobre.
Harry levantou o rosto para o menino.
-E ele é. Winchilsea é um titulo muito antigo e respeitado no Baronatario.- Ele se lembrava das freqüentes citações de seu pai. - Os Wesley têm mantido seu sangue azul...
-Mas por baixo de tudo isso - o conde interrompeu -ele não é nada melhor que seu companheiro Hawkins.
-Isto pode ser - Harry disse, gravemente. - Mas eu não quero que você deixe essa casa, ou mande nenhuma mensagem, nem para sua irmã, nem para sua mãe, ou para ninguém. Mais tarde, se você quiser...
Mas ele parou de falar e não disse mais nada, apenas se ocupou com confusão de papel que estava em sua mesa. O que ele estava fazendo? O que ele estava fazendo? Ele tinha jurado que não iria. Ele tinha dito a si mesmo que ele não apelaria para este garoto para ajudá-lo em sua situação com Hermione. Se ela se recusou a acreditar quando ele disse que ter atirado em Ron não tinha nada a ver com Cho, então ela era exatamente como todas outras mulheres que ele tinha conhecido: desconfiada, teimosa e controladora. Ele tinha desistido dela.
E ainda assim estava sangrando por dentro.
-Mais tarde, sir?
Harry nem mesmo olhou para ele.
-Nada. Estava longe. Eu tenho bastante coisa para fazer. Como você sabe, eu sai cedo ontem, e cheguei tarde hoje...
O conde disse, quase repentinamente:
-Você atirou nele, não?
Harry perplexo, limpou a garganta.
-Não, não. Bem, não realmente. Só... - Quando uma largo sorriso apareceu no rosto do conde, Harry disse, severamente - Isso não é divertido. É errado atirar nas pessoas. Armas e violência... somos uma sociedade civilizada, e não espaço para esse tipo de coisa.
O sorriso do conde desapareceu.
-Você soou exatamente como minha irmã.
-Sim - Harry concordou. - Agora, vá e visite Ambrosia, sim, my lord? Eu tenho muita coisa para fazer.
O conde o deixou então, mas havia um olhar determinado em seus olhos enquanto saia da biblioteca.
Não muito distante dali, a recata jovem mulher que tinha tão calmamente terminado seu noivado mais cedo naquela tarde atravessou a grama de sua quadra de badminton, soluçando.
Era ridículo, Hermione sabia. Era ridículo que não pudesse parar de chorar. Era ainda mais ridículo que ela não pudesse chorar na privacidade de sua própria casa.
Mas lá havia choro suficiente, e por razões inteiramente diferentes das dela. Thomas ainda não tinha sido achado, nem eles tinham recebido nenhuma palavra de seu paradeiro. Lady Bartlett estava fora de si. E seu sofrimento iria piorar quando recebesse a noticia de que Hermione rompera seu noivado. Então Lady Bartlett não iria apenas ter um ataque. Oh, não. Ela provavelmente sucumbiria a um acesso de calafrios e febre intermitente, podendo ate morrer, pondo fim a suas agonias para sempre.
Mas agora, sabendo apenas que o filho dela estava desaparecido, Lady Bartlett tinha chamado seu médico, cirurgião e farmacêutico. Essas pessoas estiveram tão ocupadas entrando e saindo da casa com vários remédios para suas palpitações e dores, que Hermione tinha finalmente percebido que ela não teria paz dentro de casa, e, sabendo que Gina estava fora em outra de suas marchas de protesto, saiu para a privacidade de seu jardim.
Lá, ela não perdeu tempo e deixou fluir suas emoções.
Se o medico da mãe dela, Hermione sabia, a tivesse visto ele teria dito que ela estava exausta. O farmacêutico teria prescrito um calmante. Ela não tinha ideia que do que o cirurgião teria dito desde que não havia jeito de concerta um coração quebrado, mas ela supôs que o homem teria sentido a obrigação de tentar.
Mas não havia nada que eles pudessem fazer. Hermione dera vazão a suas mágoas do seu jeito. Ela tinha conquistado Harry Potter. Por vinte quatro horas gloriosas – talvez um pouco menos – ela tinha tido Harry Potter, sentido como era ser amada por ele, sentido como era estar viva, pela primeira vez em seus vinte e um anos.
E então ela aprendeu a verdade. A dolorosa verdade. Que nada daquilo tinha sido verdade. Aquilo tinha sido apenas um jogo. Ela tinha sido apenas outra vitima do Lothario de Londres.
Ela soluçou continuamente no jardim, agradecida que o véu do crepúsculo impedia que fosse vista e desse margem para sua mãe mandar Bennington sair e informá-la que a filha de um conde não deveria chorar no jardim, mesmo os seus próprios jardins.
Ela era uma idiota. Ela sabia disso. Uma tola por cair de amores por Harry Potter.
Mas o desempenho dele tinha parecido tão convincente! Ela realmente pensou que ele estava apaixonado por ela. Como, ela se perguntou, em um milhão de anos, poderia um homem que tinha proferido seu amor por ela tão ardentemente poder ser ainda capaz de manter sentimentos por outra mulher?
Por que ele tinha que sentir alguma coisa, no mínimo, por Cho, para ter raiva suficiente para atirar em seu amante secreto.
Era exatamente como Gina sempre disse: Homens são desprezíveis.
E então, enquanto ela pensava que seu coração poderia literalmente estar quebrado, e que ela talvez pudesse, de fato, requerer a um cirurgião, ou há um pouco de calmante afinal de tudo, uma voz familiar soou da pequena casa de verão vizinha pela parede de trás do jardim.
-Oh, Deus. O que aconteceu? Mamãe finalmente vendeu todos os seus cavalos?
Hermione levantou a cabeça e olhou na direção da casa de verão, a desconfiança parou temporariamente suas lágrimas:
-Tommy? - ela sussurrou.
Ela viu a sombra escura se destacar das demais, e então o irmão dela andou atrás do gramado, e sentou ao lado dela, pondo seus dedos nos lábios.
-Não diga nada, ninguém deve saber que eu estou aqui.
Sob circunstâncias diferentes, Hermione poderia ter abraçado o irmão. Agora, entretanto, ela apenas olhava para ele, vendo que ele aparentava estar bem, ela suspirou:
-Onde você esteve? Mamãe está doente de preocupação.
Thomas disse, com uma risada amarga:
-Tente diminuir sua alegria em me ver novamente, Mione. É embaraçador.
-Bem, é melhor você entrar, para que ela veja que está tudo bem com você ou não verá sua próxima mesada, posso lhe garantir. - disse Hermione.
Thomas, sentado com as penas cruzadas ao lado dela no gramado, disse,
-Eu não posso deixá-la saber que eu estou bem. E você não dirá a ninguém que me viu. Eu tenho que desaparecer por um tempo mais. Mas eu tinha que ver você, Mione.
Embora estivesse escuro, Hermione pensou ter visto uma genuína preocupação no rosto de seu irmão. Desde que ele raramente era serio com ela, ela se esqueceu de seus próprios problemas por um momento, e o examinou mais atentamente.
-Tommy - ela disse, suavemente. -Você esta com problemas, não está?
-Um bem sério - o irmão dela respondeu. -E foi tudo culpa minha. Isto é porque eu vim ver você, embora eu tenha prometido que não viria. Você vê, Mione... -ele se inclinou e fez uma coisa que ele tinha feito apenas três ou quatro vezes em sua via: ele colocou a mão sobre a dela. -É sobre Ron.
- Ron? - Hermione fungou. As lagrimas dela aparentemente ainda não tinham desaparecido completamente. De fato, a menção desse nome em particular, ela sentiu as retornarem, picando os cantos no canto dos olhos dela. - Oh, Deus, Tommy. - Ela disse com uma doente sensação que seu irmão de algum modo tivesse descobrido sobre a situação de Lady Cho. - Por favor, não. Eu já sei.
Tommy tirou sua mão de surpresa.
-Você sabe?
-Sim, é claro. Eu terminei com ele esta tarde. Eu deveria ter feito isso há muito tempo, no momento que eu descobri, de fato. Gina me disse que...
A mandíbula do conde caiu.
-Gina sabe?
-Sim, é claro. - Hermione olhou para ele curiosamente. - Você sabe que eu digo tudo a ela. Só que mamãe não queria. Terminar com ele, eu quero dizer.
-Mamãe. - o rosto de seu irmão se contorceu com horror. -Você disse a Mamãe?
Hermione piscou para ele. -Bem, é claro que eu disse a mamãe. Ela apenas disse que os convite tinham sido enviados, e que minha reputação estaria arruinada se eu cancelasse o casamento, e que poderia ter ele de volta se apenas usasse meus dotes femininos, e... oh, Tommy, eu fui tão idiota, acreditei nela. E fiz a pior coisa... Você não acreditaria como fui estúpida. Procurei Harry Potter e eu...
Ele a interrompeu.
-Hermione - ele disse, cuidadosamente. -Sobre o que você esta falando?
-O que você quer dizer, sobre o que eu estou falando? - Hermione perguntou. -Eu estou falando sobre Ron. - Ela olhou para ele curiosamente através das lagrimas. -Sobre o que você esta falando?
-Eu estou falando sobre Ron, também.
-Sim - Hermione disse. -Eu achei que sim. Bem, eu agradeço sua preocupação, mas eu já sei tudo sobre isso. Eu os vi você entende.
Tommy balançou a cabeça.
-Viu quem?
-Ron é claro. - Hermione respondeu com impaciência. -E Lady Cho Chang. Eu os vi fazendo amor em um divã na sala de estar de Lady Ashforth.
Por um momento, o irmão dela apenas a encarou. Então ele abriu a boca e deixou sair uma palavra que queimou o ouvido de Hermione. E ela tinha ouvido muitas palavras como aquela saírem dos lábios dele no passado.
-Tommy! - ela disse, ralhando.
- Que safado! - o irmão dela disse. -Você esta me dizendo que Ron e Cho estavam... estavam... se encontrando atrás de suas costas? - Apenas que ele não usou a palavra "encontrando."
-Se você precisa ser vulgar a respeito disso - Hermione disse, sem expressão - então eu suponho que a resposta para sua pergunta é sim. - Então ela olhou para ele com curiosidade. - Não era sobre isso que...
-Deus, não! -Tommy explodiu. - Eu estava tentando te dizer por que Ron foi baleado! Era por isso que você estava chorando, não?
Hermione disse:
-Bem, sim, eu suponho, de qualquer forma. Mas, Tommy, foi por isso que ele foi baleado.- Ela engoliu em seco, então continuou. - Harry Potter atirou nele.
-Certo. Como um aviso - Tommy disse - para me deixar em paz.
Hermione deu um rápido balançar de cabeça.
-Não, Tommy. Porque Harry Potter iria querer que Ron te deixasse em paz? Ele atirou porque descobriu sobre Ron e Lady Cho.
-Não - Tommy disse, com alguma indignação. -E eu acho que você deveria saber. Fui eu quem começou tudo isso. Potter atirou em Ron por causa de mim. Ron tentou me matar, porque o cara que atirou em mim inverno passado descobriu que eu não estava morto afinal, e que eu poderia não apenas identificá-lo, mas arruinar os negócios dele, também. Então ele disse a seu noivo para ele terminar o serviço.
Hermione, sentada no gramado em baixo das primeiras estrelas da noite, olhou para seu irmão. Olhado para ele como se ela nunca tivesse visto ele antes. Notando pela primeira vez os círculos embaixo de seus olhos, e a curiosa poeira de alguma coisa parecida com fuligem ou sujeira por todo um lado de seu rosto. Ele ainda usava as mesmas roupas da noite em que desaparecera, e embora alguém tinha obviamente tentado limpa-las e passá-las, elas estavam rasgadas na altura de seu casaco, e os joelhos de sua calça estavam mais escuros do que o resto de suas calças.
Mas isto não foi o motivo dela agarrar suas mãos entre as delas. Ela fez isso porque o irmão dela estava usando a mais seria expressão que ela já tinha visto em seu rosto.
-Diga-me - ela disse, urgentemente.
Ele enrugou a testa nervosamente.
-Você ficara brava comigo.
-Não ficarei -Hermione assegurou a ele. - Oh, eu certamente não ficarei.
E então ele contou a ela.
(N/A): Oii gente, finalmente o Tommy contou toda a verdade e a Hermione sabe de tudo!
Muito obrigada a todos que estão lendo e principalmente quem está comentando.
LryaEvans: Oi flor, no capítulo anterior Mione acabou com Ron e agr Tommy contou toda a verdade a Mione, ou seja, tudo conspira a favor do nosso lindo cavalheiro inglês, agr como será a reação de Mione ao descobrir a verdade só no próximo capítulo - hahaha eu sendo malvada. Espero que você continue gostando, bjoos.
Marianna Thamiris: Heiii flor, aguardando ansiosa, roendo as unhas pelas suas atualizações! E em relação ao Ron, bem tomara que esse filho da mãe, vagabundo, aproveitador, cachorro, safado tenha logo o que merece. E tadinho do nosso lorde inglês, o pobre coitado ficou tão devastado pelo fora da Mione, eu consolaria ele de boa, sério, não precisava nem pedir duas vezes. Ahhhhhh e espero que você tenha gostado desse capítulo - huuuuuu finalmente o Tommy contou toda a verdade! Bjoos.
Witchysha: Finalmente o Tommy contou a verdade hein, dava mais que na hora! E em relação a vingança do Ron, haha, bem só no próximo capítulo - lê sendo malvada. AAAAA mas ele ainda vai ter o que merece, nosso querido Harry vai garantir isso, espero que você tenha gostado, bjoos.
Mel Itak: Muito muito obrigada pelos elogios, fico muito feliz ao saber que você está gostado, e espero que continue assim. Esperando review sua no próximo capítulo, ok, bjoos.
Midnight: Oi flor, finalmente Mione mostrou que não é nenhuma dama vitoriana! Eu digo ebaaaa, você acredita que eu tinha o capítulo todo pronto e a lerda aqui acabou tirando da página, fiquei cega de raiva! Mas consegui terminar tudo! Bem desde o começo sabíamos que a Cho é uma vadia sem coração, e quanto ao Ron e sua vingança, bem, no próximo capitulo terá a sua resposta - essa sou eu sendo malvada. Espero que tenha gostado, bjoos.
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