Notas da Autora

Gine se surpreende quando Kabbage...

Após usar a técnica nas Kiba-jins, Bardock se prepara, juntamente com os outros, para invadir o planeta...

Durante a invasão, a nave acaba sendo...

Yo!

Eu coloquei o tempo de gestação dos saiyajins em cinco meses, pois, como eles são guerreiros, a evolução fez as fêmeas terem uma gestação curta, para que garantisse o nascimento do bebê vivo, pois, elas são tão guerreiras quanto os machos.

Afinal, a genética deles foi desenvolvida para as lutas, explicando assim a intensa felicidade que sentem enquanto lutam, ainda mais contra um adversário poderoso, além de dotá-los de uma grande força e resistência natural, assim como aumento de seus poderes quando se recuperam de ferimentos severos, além de capacidade de aprender um golpe, apenas olhando uma única vez.

Por causa disso tudo, quanto menos tempo a fêmea ficasse gestante, mais rápido a cria nasceria, aumentando assim as chances de deixar um herdeiro. Isso foi fruto da evolução deles, que condicionou os seus corpos para a batalha, ao mesmo tempo em que impedia que a população caísse vertiginosamente por falta de filhotes, sendo atrelado ao odor da fertilidade, que deixa os machos sedentos e a fêmea sensível aos toques, garantindo uma gestação.
Claro, que na época das cavernas, os filhotes acabavam sendo mortos quando os adultos lutavam entre si, sendo que agravava o fato dos pais não se importarem com as suas crias.
Portanto, quanto mais crias tivessem, melhor, para evitar o declínio da raça.
O problema foi em parte sanado com o advento das cápsulas de crescimento, cujo uso se tornou obrigatório, para que o saiyajin crescesse até ter um corpo capaz de sobreviver sozinho, se necessário.
Acredito, que quando alcançam a idade mínima para sobreviverem sozinhos, seu crescimento se torna lento, conforme citado em Jacob – O patrulheiro das galáxias, que eles ficam mais tempo jovens, para aproveitar melhor as lutas.

Era só isso que queria explicar. ^ ^"

Tenham uma boa leitura.

Capítulo 37 - O cerco

- Essa nave está parecendo uma nave fantasma. Os únicos que vejo são os gêmeos lutando entre si. Os demais não saem de suas cabines e até entendo o motivo. Quem dera que eu tivesse a minha parceira de procriação comigo... Eles são sortudos. – ele suspira, entornando mais uma caneca de korokila.

- Um dia, você vai encontrar uma saiyajin que aprecie e ela irá corresponder. – Gine fala em tom confortador.

- Eu tenho tentado... Tive várias fêmeas, mas, nenhuma fez surgir o desejar de me vincular. – ele suspira, desanimado.

Mesmo corada, Gine fala, com um sorriso gentil:

- Um dia irá encontra-la. É que até agora não encontrou uma nova parceira de procriação.

- Acha que é isso? – ele pergunta, se animando, levemente.

- Com certeza! É que é preciso ter paciência. – ela fala com um sorriso encorajador.

- Vou ter mais paciência. – ele fala e se levanta, secando a boca com o dorso das mãos, saindo dali – Até. Mais dois dias e iremos chegar ao nosso destino. Vou ver o que aqueles dois imbecis estão fazendo, pois, do jeito que são burros, são capazes de se ferirem gravemente, acabando por não participarem da invasão.

Então, ele sai dali, rumo a sala de treinamento, enquanto que Gine terminava de comer, para depois organizar a bandeja delas e encher a jarra de água novamente, ao usar dois cubinhos, colocando na estranha máquina.

Após estar tudo pronto, ela leva a bandeja até o quarto delas, entrando após digitar a senha, sendo que minutos mais tarde, Bardock chega e fica no quarto, conforme sua companheira pediu e ambos notam que elas não têm mais medo dele, sendo que Gine fica feliz.

Então, após Gine colocá-las para dormir, Gine fala, se afastando, enquanto olhava as pequenas ressonando, abraçadas aos seus bichinhos de pelúcia:

- Mal vejo a hora de ter nossa cria em meus braços...

- Daqui a cinco meses, você o terá. – ele comenta, sendo que escondia o fato que estava ansioso para saber a aparência de sua cria.

- Não queria usar a cápsula de crescimento... Queria cuidar de nosso filhote, integralmente.

Bardock suspira e fala:

- Você é mesmo única... Mas, sabe que não pode. A lei manda que o bebê seja colocado na Cápsula de crescimento.

- Eu sei... – ela fala, para depois suspirar tristemente.

- Por falar nisso, quando chegamos ao planeta, precisamos providenciar uma cápsula de crescimento ao império.

Nisso, ele a puxa para um abraço, enquanto afagava a cabeça dela e beijava gentilmente a sua testa, com ela suspirando feliz, enquanto ronronava frente a carícia confortadora, sendo que Bardock sorria de canto, pois, adorava ouvi-la ronronar, sendo que todos ronronavam, perante uma carícia carinhosa, sendo algo que acontecia somente quando estavam com o seu parceiro de procriação, sendo algo independente do sexo do saiyajin.

Então, ambos saem do quarto, com ela travando a porta, para depois, ambos irem até o quarto de Bardock e assim que ambos entram, ele a abraça, delimitando seus lábios com o dedo em carícias suaves, fazendo-a suspirar de contentamento, até que ele toma os lábios dela em um beijo repleto de amor, até que, conforme passa-se os minutos, são tomados pelo forte amor que os une, com ambos entregando-se aos sentimentos mútuos, se unindo de corpo e alma em uma dança frenética de amor e assim se segue até chegarem ao planeta, após duas semanas viajando pelo espaço, após saírem de Kiba-sei, sendo que saíam do quarto, apenas para ela ficar com as crianças e cuidar da alimentação delas, além de procurar, quebrar, gradativamente o bloqueio linguístico entre eles.

Assim que a nave começa a aproximação final do planeta, Bardock entra sorrateiramente no quarto delas, que estão dormindo, para auxílio dele, sendo que não imaginava que teria a sorte delas estarem adormecidas.

Então, quando elas chegam a se levantar, sonolentas, ele usa a sua técnica em ambas, fazendo-as ficarem inconscientes, sem que percebessem, pois, fora tão rápido, que elas não conseguiriam processar o que aconteceu.

Gine entra no quarto e pergunta:

- Já usou a técnica?

- Sim. Acredito que elas ficaram desacordadas por várias horas, já que são filhotes.

- Será tempo suficiente para que não vejam a invasão?

- Não sei... mas, acredito que, pelo menos, não irão ver nossas formas oozarus.

Nisso, eles saem e trancam, se juntando ao grupo que iria atacar o planeta e que já estava posicionado para sair da nave, antes que ela pousasse, para não dar tempo da raça se organizar.

- Olhem para o céu daqui a alguns minutos! Eu irei criar a lua cheia artificial. – Kabbage anuncia, enquanto abria a porta.

Então, a porta da nave abre e eles saem voando, sendo que já podiam ver um exército do planeta se aproximando.

- Gine, pouse a neve e fique próximo dela. – Bardock fala, segurando a mão dela.

- Não se preocupe. Eu vou ficar perto da nave, Bardock, Afinal, não deixaria as pequenas kiba-jins sozinhas por nada desse emundo.

- Ótimo!

Nisso, eles saem e Gine fica na porta, atenta a qualquer aproximação.

Claro, não conseguiria matar ninguém, mas, podia nocautear.

Então, quando a nave pousa, ela sai e fica atenta a qualquer nível de poder que se aproximasse, sendo que ela e Bardock não usavam o scouter para detectar poder, sendo usado apenas para conversarem entre si.

Enquanto isso, Gine observa que o seu companheiro e colegas se transformam em oozarus, indicando que a lua artificial estava no céu. Portanto, precisava tomar muito cuidado para não olhar para a lua.

Não porque não conseguia controlar sua forma oozaru, pois, com o treinamento de Bardock, ela conseguia controlar e sim. Mas, era por causa do tamanho dela após a metamorfose, que acabaria chamando a atenção para ela e para a nave, sendo que na nave tinha as duas kiba-jins que dependiam dela para salva-las e ademais, estava grávida, também.

Portanto, o ideal seria que ela não lutasse, enquanto gerava uma nova vida dentro dela, para evitar qualquer problema ao feto, caso golpeassem sua barriga.

Por causa disso tudo, baixou drasticamente seu poder de luta para ficar invisível, caso ele pudessem rastrear algum poder, enquanto que ficava atenta, sendo que agradecia o fato deles começarem a destruição e extermínio em massa distante dali, pois quase não ouvia os gritos, ou sentia o cheiro de sangue impregnado o local.

Afinal, sempre sentia seu coração se restringir, ao sentir que centenas de poderes de luta desapareciam, assim como via os seus colegas fazerem competição de quem matava mais ou a melhor forma de matar.

Distante dali, Bardock havia acabado de liberar uma rajada contra uma cidade, fazendo-a ser reduzida a entulhos e então, Panpukin fala, ao se aproximar:

- Duvido que consiga esmagar muitos, Bardock. Eles correm para todos os lados. Eu aposto oitocentos ziar que não consegue manchar toda a sua bota na sola de sangue desses inferiores.

- Acha que não consigo? – ele arqueia o cenho na forma oozaru.

Então, ele usa a cauda e destrói um prédio no lado e outros edifícios com Panpukin ficando surpreso ao ver que ele reunia vários daquela raça em um só ponto, devido a obstrução da fuga e então, pisoteia, para depois mostrar o pé, sorrindo vitorioso, ao vê-lo bufar:

- Eu consegui.

- Droga! Não havia pensado em fazer isso...

- Após a invasão, vou cobra-lhe... Não se esqueça de sua dívida, Panpukin. – ele fala com um riso vitorioso.

- Droga! – ele chuta um prédio ali perto.

Asparakus e Kale riam, sendo que ouviram a aposta e Asparakus fala:

- Só você mesmo, Panpukin... Bardock é inteligente demais. Claro que ia achar um jeito de cumprir com a aposta.

- Calem-se! – ele exclama indignado, se afastando dali e pondo-se a destruir outra cidade próxima dali.

Então, ainda rindo, Kale e Asprakus se afastam, esmagando e liberando rajadas, sendo que Asparakus não conseguia liberar rajadas e apenas limitava-se a pisoteá-los ou acertar com a cauda, se divertindo ao vê-los fugir, isso quando não pegava alguns para esmagar em suas mãos, se deliciando com o som de ossos sendo quebrados.

Então, longe dali, o casal encontra Toma e Seripa, que estranham o fato deles estarem se divertindo acima do habitual, até que contam da aposta de Panpukin e que perdeu, assim como a quantia que teria que pagar a Bardock, sendo que começam a rir e decidem ir até Panpukin para o aloprarem.

Kabbage nota o riso dentre eles e desejava perguntar, pois, estava curioso.

Porém, tinha sua obrigação, que também era um prazer a ele e torna a destruir tudo, decidindo perguntar depois qual o motivo do riso, sendo que Panpukin estava absurdamente aborrecido.

Nisso, os gêmeos que competiam entre si, como sempre, nesse caso, sobre as melhores formas de matar, já que não liberavam rajadas da boca, se aproximam de Panpukin que rosnava audivelmente e esbravejava para Toma e Seripa que estavam aloprando com ele.

Então, os gêmeos se inteiram do que é e passam a rir, até que Panpukin libera rajadas nele e nos demais que se afastam, enquanto rugia:

- Calem-se!

Nesse interim, vendo o conflito, Kabbage se aproxima de Bardock, que fala o ocorrido e então, ele também acha graça, para depois tornar a destruir.

Já, Gine não sabia do ocorrido, pois, sempre desligava o scouter, pois, não suportava ouvir as apostas um do outro, que envolvia o assassinato de inocentes por prazer.

Portanto, bloqueava o recebimento de sons do seu scouter.

Então, ela sente a aproximação de vários poderes fracos, típicos daquela raça, que apesar de serem fracos fisicamente, possuíam uma tecnologia considerável e ao olhar para a nave, percebe que não pode deixar que eles se aproximem da mesma, pois podem implodi-la, acabando por matar as kiba-jins e por causa disso, decide atacar primeiro.

Então, rastreando todos, ela sai dali e pega os soldados de surpresa, nocauteando-os, sendo que muitos disparam suas armas contra ela, acabando por matar seus conterrâneos na ânsia de mata-la, sendo que apenas a ferem levemente, para depois ela destruir os armamentos com uma rajada de ki, enquanto voltava a nocauteá-los.

Nisso, ela observa que havia muito mais vindo, pois, a sua equipe estava destruindo mais para o centro do planeta e que algum deles que ela nocauteou, avisaram da sua existência.

Nisso, ela vê naves voando, provavelmente do planeta, que começam a disparar projeteis nela, que procura afasta-los da nave, enquanto eles se concentravam nela, usando suas armas mais avançadas tecnologicamente e muitas destas, com um poder destrutivo imenso, ferindo gradativamente Gine, embora ela prosseguisse lutando, enquanto que não podia olhar para um ponto específico do céu, para que não se metamorfoseasse em um oozaru.

Ela não se transformava, pois, se ela se tornasse um oozaru, além de sua resistência e poder aumentarem drasticamente, ela poderia acabar matando eles, devido ao tamanho do oozaru, sendo mais fácil evitar a morte deles, na forma normal.

Então, após horas, Gine está bem ferida, mas, havia impedindo um grande exercito, com milhares de armas, enquanto sentia que havia poucos níveis de poder no planeta, indicando que pelo menos noventa por cento da população foi dizimada.

Nisso, ela voa até estar próxima da nave, pois, já sabia o que o seu grupo iria fazer com os soldados e não queria testemunhar a morte deles.

Então senta próxima dali, pois, tinha que garantir que não haveria mais perigo para as kiba-jins, até que olha para ao céu, sabendo que a lua desapareceu, enquanto que os poderes de luta haviam desaparecido no planeta, somente restando aqueles na sua frente e de seus colegas.

Então, suspira tristemente, sendo que não aguentava mais ver tantas mortes e atos cruéis.

Nisso, os colegas chegam e ficam espantados com a quantidade de destroços de armas, assim como centenas e de soldados inconscientes.

Enquanto isso, os colegas de sua equipe exibiam ferimentos consideráveis, pois, acabaram enfrentando, após alguns minutos, o poder bélico do planeta.

Portanto, os ferimentos de Gine, considerando o fato que não se transformou em um oozaru, eram bem condizentes com os ferimentos esperados nessa forma, já que a forma oozaru foi seriamente ferida.

- Gine! O quê...?! – Bardock fica estarrecido e vai ate a companheira, exibindo um semblante preocupado.

- Eles quase descobrem a nave.

Enquanto ela falava, Bardock notava os sorrisos malignos de seus colegas para com os soldados que acordavam.

Então, pega a sua companheira e a leva dali, já sabendo o que pretendiam fazer, sendo algo que ela abominava.

- Desculpe Bardock... Eu estou grávida e mesmo assim... Pelo menos consegui defender o meu ventre.

- Você não teve culpa... Eles desconfiaram do local do pouso da nave e você não teve escolha, já que eu estava ocupado no outro lado do planeta.

Bardock fala tristemente, enquanto pensava que poderia ter perdido a sua amada companheira e cria no ventre dela, se ela não tivesse ficado mais poderosa.

- Eu não aguento mais, Bardock... Tantas mortes. – ela confessa em um fio de voz, controlando-se para não chorar, embora os seus orbes estivessem úmidos.

- Eu sei... Por isso, tenho uma boa notícia para você.

- Qual?

- Assim que voltarmos ao planeta, você será deslocada para outra função. No caso, uma função na Distribuição de carnes de Bejiita. Provavelmente, pegará uma função na capital. Portanto, ficará no planeta.

Gine sabia que deveria estar feliz, pois, não precisaria testemunhar mortes de inocentes, mas, tinha receio que Bardock se interessasse por outra conterrânea, pois, ouvira relatos que havia saiyajins, que mesmo vinculados, acabavam por quebrar o vínculo em prol de outro saiyajin.

Portanto, o vínculo não era uma garantia eterna e ela sabia que era singular demais. Tinha receio que ele resolvesse ter uma saiyajin como as outras e não alguém como ela. Que talvez, ele tivesse se envolvido por ser diferente dos demais e agora, havia se cansado e queria uma como todas as outras.

Bardock estranha o silêncio, sendo que imaginava que ela ficaria feliz com a notícia e não calada, enquanto que sentia pelo vínculo que a sua companheira estava sendo tomada por uma imensa tristeza e então, sente o cheiro salgado de lágrimas e ao olhar para ela, pergunta estarrecido:

- Gine?! Por que está assim? Achei que ficaria feliz. No planeta, você não precisará vivenciar mortes, assim como terá mais tempo para ficar com as kibajins, não precisando leva-las para as missões que fazemos.

- É essa mesmo a sua intenção? – ela pergunta, apertando o abraço.

- O que mais seria?

- Eu achei que estava se cansando de mim, por eu ser diferente e que estava arrependido de ter se vinculado comigo, já que sou uma vergonha para a nossa raça. – ela fala em um fio de voz, com o rosto afundando em seu ombro.

- Sua idiota. – nisso, ela ergue o rosto, estranhando o comentário dele, para depois vê-lo sorrir – Acha que eu iria deixar uma saiyajin tão singular e igualmente especial como você, por outra igual às demais? Você é uma joia preciosa única e é minha... Pensei ter deixado bem claro isso.

- Mas...

- Sem mas... Nunca mais fale algo assim. Nos vincularmos e iremos ter uma cria. Como pode pensar que faria algo assim? – ele arqueia o cenho, exibindo indignação no olhar.

- Eu ouvi falar que alguns saiyajins, mesmo com vínculos, os quebram por outro saiyajin. – ela fala envergonhada.

- Acho que você já notou que nosso vinculo é tão peculiar quanto você. Ou não notou isso ainda?

- Como assim? – ela olha para o seu companheiro, exibindo um semblante surpreso - Não sente o que eu sinto? Nós conseguimos sentir os sentimentos um do outro. Os outros vínculos não conseguem, a menos que seja a morte de um deles, pois, aí causa o rompimento. Ademais, eu sinto-me fortemente impelido a estar com você e cuidar, assim como protegê-la. Eu sinto isso.

- Eu não havia pensado nisso... – ela comenta, envergonhada. – Desculpe Bardock.

- Acredito que você está assim por causa da gestação. Li que as fêmeas ficam um pouco sensíveis nessa época... Porém, me prometa que nunca mais vai duvidar de mim, Gine. Quando disse que seria para sempre, estava falando sério. Você sempre será minha e de mais ninguém... Eu mato quem lhe tocar. – ele fala possesivamente.

- E você sempre será meu.

Gine fala, sorrindo imensamente, se amaldiçoando por ter sido uma tola, enquanto o abraçava ainda mais fortemente, aspirando seu odor e sentindo-se segura e imensamente feliz.