Eu obtive alta na terça-feira de manhã. Depois de fazer minha primeira ultra-som. Edward me acompanhou mesmo estando preso numa cadeira de roda e com uma injeção intravenosa no braço.

Eu praticamente chorei ao ver o nosso bebê que mais parecia um caroço de feijão.

Mesmo de alta, não quis sair do hospital. Queria ficar com Edward que só receberia alta amanha a tarde. Ele me chamava para perto dele e enlaçava minha cintura e ficava pedindo beijos e mais beijos.

Ele também deu seu depoimento ainda no hospital.

James e Victória, assim como seus dois ajudantes haviam morridos carbonizados, acharam o que restaram do corpo deles, o que não havia virado cinzas. Victória havia resolvido marcar a pele de Edward com ferro quente e acabou causando o incêndio. Como ela fez isso ainda é o mistério.

Na quarta-feira a tarde, Edward teve alta e ele e Esme foram para minha casa, ficar hospedados lá, já no sábado Edward faria o pedido de casamento oficial na frente dos nossos familiares.

Nós dois pudemos dormir no meu quarto, o que foi ótimo, assim poderíamos dormir abraçadinhos.

Edward antes de dormir dava um beijo na minha barriga, depois se deitava e me puxava para perto e ficávamos trocando carícias até pegar no sono.

Na quinta eu e ele passamos um dia no SPA, presente de aniversário atrasado ofertado por ele, já que no dia do meu aniversário estávamos fugindo do nosso cativeiro. Meus pais disseram que o meu presente de aniversário seria a minha lua-de-mel e os outros me deram coisas mais variadas como roupas e livros.

Chorei muito no nosso noivado.

Recebemos poucos convidados, somente família. Alice teve que ficar com um computador no colo para que Carlie e Jacob estivessem presentes mesmo estando na Europa.

- Bella. – Edward falou. - Fiquei meio em dúvida em dizer coisas clichês na frente da sua família, fazer um texto meu, misturar os dois ou qualquer outra coisa... e percebi que mesmo que eu misturasse tudo não seria suficiente. Eu sei que eu te amo. Que quero passar o resto da minha vida com você, quero acordar todo dia e ver o seu rosto, seu sorriso, sua cara de sono e até mesmo de estresse. Quero viver num lugar nosso e criar nossos filhos com amor... Talvez nos briguemos uma vez ou outra... mas prometo escutar o que tens a me dizer antes de agir precipitadamente, prometo lhe mimar quando puder, prometo ser o seu céu, ser o seu sol, quero ser o seu universo. Quero ser tudo para você assim como tu és tudo para mim. Te prometo que não importa o dia, o clima, ou a roupa que vestes... Prometo que sempre vou te amar, do seu jeito. Te prometo ser sua casa, o seu bem-estar, prometo esta com você nos bons e nos maus momentos. Me peça qualquer coisa, meu anjo, e eu farei de tudo para lhe dar, por mais impossível que seja eu também prometo nunca te decepcionar. E por ultimo, Bella, te prometo te amar a cada dia. Mais do que eu amei ontem e menos do que te amarei amanhã. Porque eu sou e serei para sempre completamente seu. Isabella Marie Swan? – ele se ajoelhou e abriu a caixinha com a aliança. – Aqui perante a nossa famíla, você aceita casar comigo?

Eu chorava copiosamente enquanto Edward esperava ansiosamente o meu 'sim' para deslizar o anel no meu dedo.

- Edward... –eu mal conseguia falar entre lágrimas. – Não há palavras no mundo que possam descrever o que eu sinto, por mais que o que eu disse também seja clichê, mas não deixa de ser a verdade. O ser humano vive de clichê, mas nunca percebe. E talvez o maior e o melhor dos clichês seja o amor. O nosso amor é puro, incondicional e até mesmo irracional. Você é minha vida e eu não existiria sem você. Eu aceito casar com você e ser incondicionalmente sua para sempre.

Ele sorriu largamente e pos o anel no meu dedo e beijou cada dedo meu e depois a aliança e depois se levantou para que eu pudesse por o anel no dedo dele e beijasse seus dedos e sua aliança também.

[http .wordpress . – junta os espaços]

Nós nos beijamos delicadamente e passamos a noite dançando e aproveitando o momento de amor da gente.

Papai havia contratado um banda que fez nós todos dançarmos até praticamente a madrugada.

Eu e Edward vimos o dia nascer sentados na borda da piscina, com casacos bem grossos e uma taça de champangne.

Na segunda feira, estávamos de volta na faculdade.

Voltar foi diferente.

A Bella feliz e que acredita no "e viveram felizes para sempre" estava de volta e esbanjava felicidade para todos os lados.

Eu não era mais um robô que chorava pelos cantos, eu voltei a ser uma humana e que amava demais meu mundo.

Eu e Edward alugamos um apartamento próximo – exigência dele – assim ele poderia cuidar da minha gravidez e atender a qualquer pedido com mais facilidade do que morando nos alojamentos que tem horário de recolher.

Estávamos reprovados em algumas cadeiras por conta do mês que faltamos e perdemos alguma prova crucial e estávamos em recuperação em outras e havia algumas que podiam ser feitas as segundas chamadas. Eu não desacelerei meu ritmo. Continuava cheia de cadeiras, assim quando eu ficasse um semestre fora não perderia muito. Decidimos também que quando Edward terminasse a faculdade nos iríamos voltar para Seattle e eu transferiria minha faculdade para a Universidade de Washington, a mesma que Ângela está.

Não me importei com meu antigo sonho de fazer moda em dathmouth, eu entre na faculdade que eu queria, de certa forma já realizei meu sonho.

As TDG ficaram loucas quando souberam das novidades. E foram logo atrás de comprar algum presente embaixo de protestos meus. Mas no final consegui convencê-las de esperar até eu saber o sexo da criança, assim teria melhores opções do que comprar coisas unissex.

O único problema agora era fazer as garotas da faculdade entender que Edward tinha dono. Ele era totalmente meu e nenhuma delas jamais voltaria a encostar nele.

Estávamos encostados numa árvore no fim do dia.

Edward havia ido encontrar comigo quando minhas aulas acabaram ele me levara um enorme buque de tulipas vermelhas para mim, uma pequena forma de relembrar a flor que fazia parte da nossa história simbolizando o amor perfeito.

Resolvemos namorar um pouco ao ar livre antes de voltar para o nosso apartamento e se enterrar em livros.

Eu beijava o pescoço de Edward o provocando. Ele estava chateado comigo porque na noite passada ele havia tentado fazer amor comigo e eu recusei.

- Só depois do casamento. – falei empurrando ele levemente e sem querer realmente que ele se afastasse.

- Esta falando sério? – Ele disse me olhando atentamente como se eu fosse louca.

- Tenho. Assim a nossa lua-de-mel vai ser ainda melhor. Mais proveitosa. – pisquei para ele.

- Você é louca. – ele murmurou. – mas vou atender ao seu pedido... Mas vou logo avisando, na lua-de-mel, não sairemos do quarto...

- Tem certeza que vai esperar ate o casamento? – Edward murmurou tentando capturar meus lábios.

- Sim, Edward. Vamos nos casar em dezembro. Não falta tanto assim...

- Falta sim... – ele murmurou. – Quero te amar muito...

Edward ficou beijando o meu pescoço. Até que fomos interrompidos por alguém limpando a garganta. Olhamos para quem nos interrompia. Era a garota que estava na biblioteca com Edward.

- Para quem disse que ele é brocha... Você está bem agarrada a ele. – ela disse com um tom arrogante.

Eu ri. – Se você acreditou o problema é seu... Agora ele é meu e ninguém mais toca. –Então eu o beijei com o máximo de paixão possível e Edward correspondeu à altura.

Escutei ela bufar e seus saltos se distanciando, mesmo assim não parei de beijar Edward.

Sem fôlegos, nos separamos. Edward riu.

- Vou esfregar na cara de cada garota que você ficou... Que você é meu agora. – falei arfante.

- Se for sempre assim... Esfregue quantas vezes quiser. – nós rimos e voltamos a nos beijar.

Resolvemos voltar para casa. Voltaríamos a pé aproveitando a companhia um do outro.

- Bella? – alguém chamou atrás de nós. Olhei para trás e vi Adrian com um sorriso amarelo no rosto.

Eu soltei da mão de Edward e fui até ele e o abracei.

- Obrigada. – murmurei no seu ouvido. – Graças a você minha família soube mais rápido o que aconteceu comigo.

- Tudo bem... – ele disse me abraçando de volta. – Fiquei preocupado. - Nos separamos. – Perdi a chance de conseguir um encontro com você, não foi? – ele murmurou lançando um olhar para Edward que esperava mais atrás.

- Edward e eu estamos noivos. Ele era o meu namorado há um tempo e nos separamos por um desentendimento.

- Então o seqüestro fez vocês dois se reconciliarem e eu perdi.

- Desculpe, Adrian.

- Tudo bem... Fique sabendo que se ele resolver dá uma de Mané de novo, eu estarei aqui.

Eu sorri e o abracei de novo.

- Você é um bom amigo. – dei um beijo no rosto dele e sai de perto.

Edward estava com o rosto sério quando retornei. Passou um braço pelos meus ombros e continuamos o nosso caminho para o apartamento.

- Não gostei disso. – ele murmurou fazendo bico.

- Ciúmes? – perguntei com um sorriso enquanto abria a porta do nosso apartamento.

- Claro... – ele me puxou para os seus braços e foi caminhando para o nosso quarto. – Não sabe o meu medo... Minha insegurança... Está lindo agora... Estamos apaixonados e tudo é fácil e mágico... Tenho medo do que pode acontecer.

-Não se preocupe. Com conversa, com amor e carinho vai dar tudo certo...

Ele assentiu e me beijou lentamente.

- Vamos conseguir... – ele murmurou.

- Sim nós vamos.

Fomos tomar banho juntos, não é porque eu tinha imposto limites para nós não significasse que não poderíamos usufruir do corpo um do outro. Enchemos a banheira e ficamos sentados e abraçados, aproveitando o contato das nossas peles nuas.

Começamos a nos beijar com intensidade, nossas mãos sempre explorando o corpo um do outro. Era bom passear no corpo molhado de Edward. Quando interrompemos o beijo que era cheio de paixão e lasciva Edward gemeu.

- Amor, melhor você sair primeiro... Eu vou daqui a pouco.

- Por que?

Ele mordeu os lábios quando movimentei minhas coxas e, sem querer, encostaram no seu membro, então eu entendi. Sorri para ele.

- Por que você não me ensina? – murmurei corando com o que eu havia proposto.

- Você quer o que? – ele perguntou meio pasmo.

- Que me ensine a fazer... quero te dar prazer.

- Bella... Eu acho... – então eu interrompi com um beijo. Nossas línguas se entrelaçaram enquanto Edward me apartava contra o seu corpo com um pouco de força. Segurei a mão dele entre o beijo e levei para a sua barriga, com vergonha demais de fazer por mim mesma e fazer besteira. Edward soltou minha mão rapidamente para apertar minha cintura mais uma vez e depois guiou minha mão até o membro dele. Eu tremi.

Minha mão o rodeou e ele colocou sua mão por cima da minha soltando um gemido, depois ele começou a me guiar nos movimentos. Ele não soltou minha mão em momento algum, me mostrando como ele queria e como ele gostava e enterrou seu rosto no pescoço onde deu mordidas, beijos molhados e chupões.

Ele intensificou os movimentos e com a outra mão me puxou mais para cima deixando sua boca ao alcance dos meus seios e começou a beijá-los também. Eu gemi com ele. Logo Edward chegou ao ápice tremendo levemente e relaxando na banheira. Ele ficou todo mole.

- Eu te amo. – ele sussurrou num fio de voz. Ele estava praticamente desfalecido na banheira.

- Eu também. – falei me aconchegando ao corpo dele. – Gostei de fazer isso por você... Conhecer um pouco mais um do outro... isso é bom...

Ele sorriu e beijou meu cabelo.

- Teremos alguns meses para conhecer mais um do outro antes da prova...

Eu ri e ele me puxou para mais um beijo

...

Era o dia do casamento. Depois do meu dia de noiva eu estava em frente ao espelho vendo minha imagem usando um lindo vestido branco, com lantejoulas brancas aplicada, eu me sentia uma princesa.

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Uma coisa que eu havia gostado muito foi meus poucos meses como noiva, ajudar na escolha da decoração, musicas a ser tocadas, cores, formas a parte que eu mais gostei foi tirar fotos para o book. Edward e eu tiramos fotos por três dias... Um num estúdio, outro em um parque e depois demos uma passada na pista de patinação e outro na praia. O fotógrafo era o da empresa e ele era ótimo, nos deixava a vontade para fazer as poses que quiséssemos e um dos momentos mais gostosos foi quando sentamos na sombra de uma árvore e tivemos que namorar na frente deles. Eu corei muito, mas logo nos soltamos trocando beijinhos na boca e no pescoço, nos olhando... Ficaram fotos verdadeiramente lindas... Tudo era uma delícia. O casamento iria ser uma belíssima cerimônia feita com coisa que eu e Edward gostávamos.

Rosalie e Emmet seriam meus padrinhos, enquanto Jake e Carlie seriam os de Edward.

Alice, Deah, Gra e Téh seriam minha damas.

- Respira fundo. – Téh disse me entregando o meu buquê formado por essencialmente por tulipas. – Edward vai está lhe esperando lindo lá no altar.

Eu olhei para ela e mordi os lábios. Eu realmente tina medo de dar algo errado.

Papai chegou para vir me buscar e me levar ao altar.

Eu achava que ia hiper ventilar.

Nosso bebê estava completando quatro meses e saberíamos o sexo quando voltássemos da nossa rápida lua de mel. Seriam somente duas semanas, o tempo das férias de natal e voltaríamos para a faculdade, apesar de eu abandonar ela no semestre que vem, já que nosso bebê nasceria em maio, Edward faria duas cadeiras para não perder o ritmo.

O casamento acontecia numa igreja de Seattle e depois haveria a recepção e a festa em um Buffet chique que ficava próximo.

Não mudamos nosso discurso. Simplesmente dissemos aquelas velhas palavras. Mas depois de tantas declarações eram apenas ela que faltavam a ser dita para selar o nosso amor.

A festa foi perfeita. Tiramos muitas fotos, dançamos nossa primeira valsa. O amor era palpável entre nós.

Quando joguei o buquê caiu nas mãos da Téh, que pela primeira vez a vi corar ao olhar para Dimitri. Já a cinta-liga que Edward jogou caiu nas mãos de Kellan que fez a maior cara de safado para Gra, fazendo ela ri gostosamente.

Dançamos nossa primeira valsa com muito romantismos, Edward me guiando sempre com perfeição e com o olhar cheio de amor.

Depois dancei com meu pai, meu irmão e o pai de Edward.

Dancei mais duas músicas com Edward até que nós dois pudemos nos retirar do salão.

A festa seguiu com muita dança de todos os ritmos, mas antes de ir me esbaldar com a banda contratada por Alice, eu e Edward tivemos nossos minutos a sós no primeiro andar do Buffet, onde eram nossos camarins, por assim dizer. Já que éramos as estrelas da noite.

Eu primeiro troquei de roupa colocando um vestido parecido com o que eu usava antes porem mais curto, mais solto e mais rodado e depois fui me juntar a Edward num sofá de veludo vermelho. Ele tinha nas mãos duas taças de champangne.

- Está feliz? – ele murmurou.

- Mais do que nunca estive em toda a minha vida.

- Posso dizer o mesmo. – então nós nos beijamos com doçura e carinho. – E o nosso bebê?

- Está querendo dançar. – eu disse rindo. Ele também riu

- Que impaciente... – ele murmurou se aproximando do meu pescoço e dando delicados beijos por toda a extensão. – Daqui a pouco nos três iremos dançar. Depois o Havaí nos espera.

Eu ri. Nossa lua de mel seria no Havaí, escolha de Edward e nós tínhamos uma casa de praia lá. Teríamos o local só para nós dois e eu estava torcendo para que Edward cumprisse sua promessa de não querer sair do quarto, a não ser que fosse para nos amar na sala, na cozinha, no banheiro, na piscina e na praia...

Eu corei com meus pensamentos, os últimos meses foram dolorosos sem nos tocar como queríamos, mas aprendemos a conhecer mais o corpo um do outro e conseguíamos nos satisfazer um pouco do desejo um do outro.

Então eu senti um gosto na minha boca e uma vontade que não podia ignorar.

- Edward...

- Sim? – ele murmurou beijando atrás da minha orelha.

- Eu estou com uma vontade...

- De que? – ele me olhou atentamente pronto para correr e buscar o que eu quisesse.

- Eu quero comer chocolate branco. Eu quero uma barra da minha marca favorita, daquela que desmancha na boca da gente.

- Tem que ser esse que você quer? Porque lá embaixo tem uma mesa cheia de chocolate, inclusive branco.

- Tem que ser a barra. Da marca que eu gosto. - falei já sentindo o gosto do chocolate na minha boca.

-Eu vou pedir para o Jacob ir comprar. - Ele murmurou – Vamos descer logo, assim eu falo com ele logo também.

Eu fui feliz da vida, louca para comer o chocolate.

Descemos para festa e ficamos dançando enquanto Jacob e Carlie foram comprar o chocolate para mim.

Tivemos nossa primeira valsa, que foi simplesmente um sonho de tanto romantismo, Edward me guiava pela pista com graça e uma perfeição que parecia que tínhamos tido aulas de dança para o casamento.

Algumas danças mais tarde, Edward me puxou para um mesa e colocou na minha frente a barra de chocolate que eu tanto queria. Afoita, abri logo e coloquei um pedaço na boca... Fui ao céu com o sabor maravilhoso do chocolate, ele se derretia na minha boca levando ondas de prazer pelo meu corpo. Era a perfeição.

Escutei Edward rir ao meu lado e quando perguntei o que foi ele simplesmente me beijou.

...

A festa havia sido maravilhosa, iríamos para o Havaí de lá mesmo. Os pais de Edward foram nos deixar no aeroporto enquanto a festa continuava para o resto dos convidados.

Embarcamos sem preocupações e aproveitamos para dormir um pouco no avião mesmo.

Quando chegamos na nossa casa de praia já havia amanhecido e apesar de ter dormido um pouco no avião ainda estava com sono, culpa da gravidez.

Edward então deu a idéia de irmos dormir num outro quarto que não fosse o de núpcias e deixasse para ir para lá a noite apenas.

Nem chegamos a subir para o segundo andar, num dos quartos de hóspedes mesmo tomamos um banho e caímos na cama.

Incrivelmente eu só acordei a noite.

Edward acordado a um pouco mais de tempo fez o nosso jantar e subiu nossas malas. Comemos os dois juntos, porém na hora da sobremesa o cheiro da calda de morango quente me deu um enjôo imenso e eu tive que correr para o banheiro. Meu anjo segurou meus cabelos e ficou massageando minhas costas.

- Esta melhor? – ele perguntou quando eu finalmente terminei.

- Sim, obrigada. – fui para a pia me limpar. – Por que você não sobe para o nosso quarto enquanto termino de me arrumar aqui...

- Você vai ficar bem?

- Claro. Eu sempre fico.

Ele sorriu e saiu do banheiro então eu finalmente pude me arrumar com calma. Vesti apenas um robe branco, fiquei com medo de parecer feia com uma lingerie sensual e com minha barriga saliente.

Subi e Edward me esperava de costa para mim, olhando a vista que nossa varanda oferecia. Cheguei por trás dele e o abracei.

Ele se arrepiou todo e logo se virou para poder me abraçar também. Tudo a nossa volta estava escuro apenas as estrelas iluminavam um pouco o ambiente.

- Eu te amo! – falei olhando nos olhos dele.

- Eu também te amo. – ele sussurrou encostando sua boca na minha.

- Mais do que amava ontem...

- E menos do que eu amarei amanhã. – ele completou e nossos lábios se juntaram em uma sincronia sedutora e ardente. Nossas línguas se entrelaçavam de maneira que arrepiava o meu corpo. Quando dei por mim estávamos na cama e completamente nus.

-Bella? - eu perguntou com a voz rouca - eu deixo você excitada? - então por cima do robe movimentou meu dedo sobre o meu sexo, fazendo-me arquear, me aproximando mais dele.

-Muito - às vezes fechava os olhos pra sentir melhor o que ele estava me fazendo sentir.

- Eu te amo, minha Bella. – ele sussurrou deixando o amor transparecer em sua voz, era como uma doce caricia – Você é a mulher da minha vida.

- Eu te amo também, meu Edward. – eu disse com todo amor que conseguia reunir em minha voz – Te amo mais do que imaginei ser possível.

Edward me beijou com amor e muito desejo, roçando seu corpo contra o meu e segurando minha cintura com firmeza, como se temesse uma fuga, fruto da sua nova insegurança. Só o tempo o faria entender que eu o amava e nunca o deixaria. Eu até que gostava da alternativa do tempo...

Instintivamente, minhas mãos foram para sua nuca, puxando-o para mais perto de mim, enquanto acariciava seus cabelos. Meu corpo se arqueou tentando se ondular ao dele. Seus movimentos ficaram mais rápidos e meus olhos já se reviravam de prazer até que eu explodi me sentindo mole por um tempo. Edward continuou me beijando, agora se concentrando no meu pescoço e me dando tempo para me recuperar enquanto suas mãos exploravam o meu corpo.

Eu o puxei para mim e o beijei com ferocidade, demonstrando todo o desejo que estava sentindo, enquanto arranhava levemente suas costas.
Edward tomou o controle do beijo e o tornou mais suave e terno. Ou ele não compartilhava do mesmo desejo desenfreado que eu, ou queria me enlouquecer.

- Vamos ser paciente, amor. – ele sussurrou contra meus lábios – Não me obrigue a forçá-la a isso. Temos a noite toda para matar a saudade...

Antes que eu processasse totalmente sua frase, Edward voltou a me beijar daquele modo calmo e amoroso. Era um beijo quase inocente, mas apenas serviu para me incendiar. Então, ele se afastou e eu soltei um gemido de protesto.

Escutei seu riso abafado.

- Quero fazer algo... – Ele disse pegando algo dentro de uma sacola na cabeceira da cama e tirando de lá dois vidros.

Era um vidro de óleo corporal e o outro era hidratante. Edward pegou primeiro o óleo, destapou e antes que espalhasse em mim ele beijou minha barriga.

- Vou cuidar das minhas princesas – ele deu um sorriso torto – ou quem sabe de uma princesa e de um principe... Mas acho melhor te chamar de rainha... Você é minha rainha... – ele sussurrou e começou a espalhar um pouco de óleo na minha barriga, fazendo massagens por toda a extensão. Fazia movimentos variados, a maioria circulares e ao mesmo tempo que me sentia relaxada estava louca para ter Edward nos meus braços e quase pulei no colo dele quando começou a massagear meus seios que começavam a ficar inchados...

Eu me senti em êxtase... Depois ele fez o mesmo processo com o hidratante e quando finalmente se deu por satisfeito ele colocou os vidros de volta na cabeceiça e passou a beijar cada parte do meu corpo.

- Edward... – eu supliquei o puxando para mim e atacando sua boca.

Edward correspondeu, colando seu corpo no meu, mas logo ele ditava novamente seu ritmo, porém era um ritmo que me agradava, rápido... sensual... e quente...

Eu já não estava agüentando mais e movia minhas coxas uma contra a outra em busca de fricção para que eu tivesse algum alivio. Meu ato fez Edward gemer ao notar o que eu fazia. Ele desgrudou o corpo do meu e ficou olhando minhas pernas, enquanto sua língua umedecia seus lábios e no segundo seguinte ele ataca as partes sensíveis da minha coxa. Eu pensava que ia ganhar mais da boca dele, mas ele seguiu direto com suas trilhas de beijo e logo já me beijava com volúpia.

Não podia suportar mais, eu precisava dele.

Abri os olhos, quando ele cobriu meu corpo com o seu e beijou meu pescoço com luxuria, enquanto entrava em mim lentamente.

- Edward... – gemi quando ele parou completamente dentro de mim. – Eu... preciso... –a minha voz se tornou um gemido languido e não fui capaz de falar mais nada quando ele comecei a se mover dentro de mim, ele sabia exatamente do que eu precisava e precisava do mesmo... desesperadamente.

Nossos gemidos, o som dos corpos se batendo, o som do mar quebrando e o vento, eram nossa música. A composição perfeita do nosso amor. O clímax veio de forma sensacional, os dois juntos, como devia ser sempre.

Ele apoiou os braços na cama para evitar que seu peso me machucasse, enquanto aproveitávamos o êxtase que ainda espalhava ondas nos nossos corpos, meu coração batia tão rápido que parecia que nunca mais voltaria ao normal. Eu poderia viver com isso...

- Minha vida... – Edward sussurrou no meu ouvido.

- Minha paz... – Sussurrei de volta.

- Minha alma...

- Meu amor.

- Mais do que ontem...

- Menos do que amanhã... – Sorri para ele e não tinha notado que chorava até que ele beijou minhas lágrimas e voltou a colar seu corpo no meu.

...

Eu vivia com um sorriso bobo quase que constantemente. Edward não era diferente. Lembro de vê-lo chorar quando descobriu que uma menina crescia no meu ventre. Vi seu lábio se mexer num "minha princesinha". Dois dias depois eu e ele estávamos num shopping com Alice, minha mãe, Esme, Kate e minha avó comprando todo o enxoval de cor lilás.

Logo nossa bebê tinha três quartos. Um na nossa casa perto do campus da faculdade, outro na mansão Swan e outro no nosso novo apartamento que ficava também na parte nobre de Seattle.

O púnico problema que tínhamos era que a nossa princesa ainda não tinha o tamanho perfeito, eu ainda não havia me recuperado o suficiente do seqüestro e meu peso ainda estava um pouco abaixo do que deveria uma grávida de quase cinco meses está.

Eu abandonei a faculdade por esses seis meses, já que o parto seria no final de maio. Edward faria apenas duas cadeiras para passar mais tempo comigo e me acompanhar a médica.

A notícia boa veio aos seis meses quando eu finalmente atingi o peso ideal e minha médica me informou durante o ultra-som que nossa Vanessa Marie estava perfeitamente saudável e com o peso ideal.

Com oito meses eu nem mal conseguia ver meus próprios pés, Edward me fazia me sentir linda, todo dia me elogiava, me enchia de beijos, abraços e carinho. Ele era um marido e um pai presente, todas as manhãs, nos levantávamos cedo e íamos a um clube fazer hidroginástica. Também fiz algumas sessões de drenagem, sem contar também a massagem que Edward fazia toda as noites antes de dormimos.

Vanessa Marie nasceu no dia 28 de maio ás seis horas e doze minutos da noite. Eu assistia um romance acariciando meu barrigão, esperava Edward chegar do supermercado, ele havia ido comprar batata palha para mim. Quando ele abriu a porta e balançou o saco para mim a bolsa estourou. Sem pensar duas vezes Edward correu para pegar um vestido seco para mim e já ligava para o hospital avisando da nossa chegada. Em dois minutos saiamos de casa. As malas estava no porta-malas do carro dele desde o dia em que eu completei sete meses de gravidez, sempre por segurança. Isso aconteceu as duas da tarde.

Durante o parto a dor foi imensa, mas em nenhum momento eu pensei em desisti como muitas vezes a gente ver nas novelas as mães dizendo que acham que não vão conseguir. Eu ia conseguir. Edward segurava minha mão e eu apertava com força a cada contração. Ele sorria e me incentiva, em nenhum momento sua expressão de felicidade vacilou ele sabia que eu era forte e iria trazer nossa filha ao mundo.

Mas, sinceramente, a dor valeu a pena. Nossa bebê linda tinha a pele alva os cabelos loiros e os olhinhos escuros como chocolate derretido.

- Eu era loiro quando nasci... – Edward murmurou olhando nossa bebê já no quarto do hospital e que dormia no seu berçário eu me sentia cansada e sabia que logo iria dormir, eu tinha amamentado pela primeira vez e eu me sentia completa, minha ligaçao com minha princesa era muito forte... Edward mexia nos meus cabelos. – Logo meu cabelo foi virando ruivo mas parou nesse tom estranho meio acobreado.

- É uma cor linda... Mas isso faz com qua a gente não saiba a quem ela puxou no tom do cabelo. Eu também nasci meio aloirada... Depois que meu cabelo virou marrom, mas é um marrom que fica ruivo no sol...

- Eu sei... E é lindo... – ele disse beijando minha testa. – Mas a cor do cabelo não importa realmente. As duas cores são lindas.

Eu sorri para ele e ele beijou meus lábios suavemente, depois ficou cantando até que finalmente eu dormir... meu sorriso bobo estampado na cara.

Minha história com Edward nos ensinou inúmeras coisas. Escutar o outro talvez seja o mais importante, mas também aprendi que a sinceridade por mais dura que seja deve ser respeitada e posta em primeiro lugar para a pessoa que amamos. Meu erro foi em não notar que os valores da família Swan não deveria ficar só entre nós deveria se estender também aos que me amam. Aprendi também que virar uma Cullen não significa que eu tenha deixado de ser uma Swan significava que agora duas famílias com valores importantes teriam seus ensinamentos unidos e passado para a próxima geração.

Aprendi também que devemos realmente pensar antes de agir. Falo isso por conta de Vanessa, que, apesar de ser muito amada por todos de maneira quase irracional, ainda foi fruto de uma irresponsabilidade minha e de Edward e que poderia ter destruído nossa carreira e até mesmo nossas chances de um futuro retorno. Claro que de certa forma devo essa parte a James, se não fosse pelo seqüestro e por quase ter morrido nas mãos dele eu e Edward não teríamos repensados os nossos valores e o que os nossos corações queriam. É uma experiência que não receito a ninguém e nem tenho vontade de repeti, mas que foi útil para algo depois do final feliz, pelo menos para mim e para Edward. E que também me fez pensar que por mais que a pessoa ouça frases, que cansamos de escutar, como "só compreende quem passa" e "Só damos valor de verdade quando perdemos ou pensamos que perdemos" não deixam de ser uma dura e cruel verdade que só entendemos a extensão depois que passamos por situações complicadas. É algo que está decorado na cabeça, mas só passa a ser lembrado sem ser uma forma de "decoreba" depois de tudo.

Também aprendi que ser mãe não é uma tarefa fácil. Mesmo tendo a sorte de ter uma filha maravilhosa e uma babá muito boa é difícil lidar com ela e com a faculdade ao mesmo tempo. Vanessa é bastante esperta e aprende tudo com facilidade, não se comporta mal e costuma ser obediente, mesmo assim tendo que me dobrar em ser mãe e estudante só falto enlouquecer para entregar todos os meus trabalhos em dia e dá atenção a minha boneca. Edward também passa por uma situação pareciada e que piorou quando começou a fazer estágio, mas sempre que Vanessa chamava ele para brincar ele, como num passe de mágica, estava disposto e pronto para virar o personagem que a imaginação da nossa filha criasse, seja um super herói, astronauta ou um cavalinho... ele nunca dizia para ele frases como "agora não" e quando lhe questionei seu ato a resposta foi simples: - Se eu viver dizendo para ela agora não ou estou cansado ou deixa para amanha... O agora sim, o amanhã e o descanso nunca chega e quando chegar o tempo vai ter passado e ela não vira mais para me chamar para brincar e sim para apresentar o namorado.

Sempre aprendemos coisas novas a cada dia, como mãe, como esposa e como amiga, aprendo novos valores, novos exemplos e sempre tento errar o mínimo, mas sem nunca deixar de lado minha própria felicidade e a da minha família e apesar de tudo uma coisa nunca poderei me esquecer, faço sol, chuva ou neve, se é inverno ou verão se é aqui ou do outro lado do planeta, se hoje ou daqui a vários anos...

Eu sempre serei uma SWAN.

Fim...

Prólogo da autora: Não há palavras para explicar como é terminar uma fic. É como terminar mais um capitulo do livro da vida, é uma sensação gostosa saber que apesar de tudo eu consegui. Eu realmente peço desculpas pela demora e sou muito grata a paciência de você, mas tanta coisa acontece... tantos imprevistos... O ultimo foi a perca do meu pen drive com o ultimo capitulo da historia quase enlouqueci, mas enfim achei e estou aqui agora me despedindo de vocês...

Uma vez eu vi uma autora dizer que chorou por saber que a sua fic estava acabando e pensei comigo mesmo que era uma bobagem e que não faria isso... Tambem me senti bem para finalizar a historia e que estava na hora certa dela... Mas escrever o nome "Fim" fez as lágrimas virem a tona e a sensaão de vitória se apossar de mim.

Me despeço com alegria, ainda vai ter um pequeno bônus da infância de Vanessa,mas não sei ao certo quando exatamente sai, mas vai sair...

Enfim... Vocês sabem que quero reviews... E não digo adeus para vocês e sim até breve pois ainda estou presente nas minhas outras fics e logo logo estarei com vocês em Id lie e Meu Pequeno Grande Amor, também planejo voltar a um projeto abandonado de uma continuação e daqui a um tempo por em prática um outro projeto de parceria com a Deah.

Um super beijos para vocês e obrigada por me acompanhar e me dá apoio por meio de reviews!

Amos vocês!