E aí, beleza?

Devem estar se perguntando, "WTF? Não seria domingo?" então eu fiz isso por dois motivos, o primeiro é que esse seria uma espécie de comemoração de minha parte, já que em agosto fez um ano dessa fic, e que eu devo admitir ela roubou o espaço dos titãs no meu coração. E o outro e mais importante é que depois da batalha que eu vi Xia Matsuyama contra um relatório de Biologia, era quase meia noite horário de Brasília (Brasil) e estava lá, se fosse eu no lugar eu já teria "largado os bets" faz tempo, mas não ela, merece um descanso então porque não ler um capítulo, da fic O Retorno! Mas é isso vamos lá.

Nota: Beyblade não me pertence, apenas alguns personagens são de autoria minha e tem personagens que são de autoria de amigos e leitores.

Nota2: Essa fanfic é de MINHA autoria e NÃO tem fins lucrativos.

Nota3: Tudo aqui é fictício assim como os personagens, seus nomes e características. Além disso, não estava com a mínima vontade de estudar geografia para saber as cidades e seus pontos turísticos, ou seja, também é fictício, então qualquer semelhança, é uma mera coincidência.

Blábláblá- falas

Blábláblá- pensamentos

OBS: Lá em baixo vão na caixinha (que merda que toda vez muda o layout dessa droga de site) e aproveitem e deixem um recado, gostou da história, ótimo! Se não gostou, eu digo faça melhor! Se gostou, mas tem alguma critica para me ajudar a melhorar, com certeza será bem vindo.

Divirtam-se!

Amizade

Ana aparece e fala da proposta, que Voltaire fez, para Kai, mas dá um aviso.

Ana- Se for sozinho você vai morrer. – dizia em um tom sério.

Kai- Como assim?

Ana- Eu vi... ele te matar. E depois o Tyson também morre. – aquilo deixa Kai perplexo.

Kai- Você viu como?

Ana- Eu não sei te explicar.

Kai- Mas essa droga funciona?

Ana- Isso eu não sei.

Kai fica um pouco pensativo, depois de alguns segundos, ele olha para Ana.

Kai- Tenho um plano, vem comigo?

Ana- Tá! – os dois saem do local. Enquanto isso, os Brazuka's e os Fire Star estavam conversando, sobre o estado de saúde do Tyson.

Carol- Temos que ir ao hospital, coitado do Tyson. – triste ao saber da situação.

Marcos- Vamos depois da nossa luta.

Leandro- Podemos dar uma passada lá agora a noite.

Carol- É uma boa.

Niranda- É triste ver o Tyson numa situação assim, ele era tão cheio de vida e fica doente desse jeito.

Yube- Ele sai dessa! – dizia com um tom de certeza.

Zack- Porque diz isso? – pergunta curioso.

Yube- Porque ele é o Tyson, ele sai de todas.

Annie- Mas estamos falando de uma doença séria, não uma batalha de beyblade.

Yube- Mas não deixa de ser uma batalha, aposto que o Tyson sai numa boa.

Sergio- Nos resta torcer para ele melhorar logo.

Nathy- Com certeza, ele merece.

Sergio- Se a gente torceu para o Kai sarar quando ele foi atacado na China, e olha que o cara não é lá grande coisa...

Marcos- O Tyson é gente boa.

Carol- Vamos dar uma passada lá depois, eles precisam de apoio.

Leandro- Vamos, mas não podemos ficar muito tempo. – falava sério.

Annie- Podemos levar alguma coisa... eu não duvidaria que eles ainda estão em jejum.

Nathy- Tá aí uma boa idéia, vamos levar uma comida para eles.

Zack- Então vamos... nos temos mais um dia ainda!

Marcos- Demoro! – e as duas equipes se levantam e saem do hotel em direção ao hospital. Mas não era só eles que estavam pensando em ir.

Ling- Temos que ir ao hospital. – dizia preocupada.

Elise- Mas amanhã nossa luta será a primeira.

Dimitri- Um que vai querer ir é o Alexander, ele foi até quando o Kai estava ruim e... – antes de terminar a piada Alexander já o corta.

Alexander- Eu não te dei liberdade, para ficar fazendo piadinhas sobre mim.

Dimitri- Foi mal. – fica quieto.

Ling- Mas mesmo assim, coitado do Tyson.

Alexander- Se quiser ir, vamos depois da luta. – falando calmamente.

Ling- Obrigada. – com um leve sorriso.

Dimitri- Eu não disse? – tirando sarro de novo.

Alexander- Cale-se! – irritando-se. – Agora vamos dormir, amanhã é um dia cheio! – eles se deitam, se aconchegam e dormem.

No hospital, alguém nota a ausência de alguém.

Sr. Dickinson- Onde está o Kai? – estranhando.

Carter- Eu não o vejo desde que conversamos no pátio. – olhando ao redor.

Sr. Dickinson- Estranho, eu sempre achei que ele não sairia de perto do Tyson. Assim como Max, Ray e Kenny. – meio que repreendendo.

Carter- Você mesmo diz que ele enfrenta os problema da maneira dele.

Sr. Dickinson- Eu sei que tenho que parar de julgar certas atitudes do Kai, como fiz com a Black Dranzer, mas...

Carter- Eu entendo, mas ele deve estar vindo já.

Sr. Dickinson- Espero que o Tyson se recupere logo.

Carter- Ele vai ficar bem! Tenho certeza. – acalmando Dickinson. Enquanto isso, perto da meia noite, Kai e Ana estavam em frente à antiga abadia.

Ana- Que lugar é esse? – estranhando.

Kai- Abadia Balcov, eu fui criado aqui, vamos. – eles entram no local, tem uma porta grande não muito a frente e estava o 4° integrante lá.

4° integrante- Que bom que vieram, por aqui. – cheio de cinismo, eles entram na abadia, o elemento os leve até um outro pavilhão e lá está Voltaire e seu capangas.

Voltaire- Kai, que bom te ver de novo. – fala em tom de sarcasmo. – Vejo que trouxe sua guarda costas também.

Kai- Onde está? – sem pensar duas vezes já vai direto ao ponto.

Voltaire- Está com a fera bit? – com um sorriso maléfico.

Kai- Quero primeiro essa "cura" e uma garantia que isso funcione. – tinha um tom de voz sério.

Voltaire- Você ainda está vivo não?

Kai- O que? – estranhando.

Voltaire- Você foi um dos "usuários" e eu também. – fazendo propaganda da droga.

Kai- Onde está?

Voltaire faz um sinal aos um dos capangas que entrega um vidro com um liquido roxo.

Ana- É isso? – olhando com um certo nojo.

Voltaire- Agora minha fera bit. – estende a mão.

Kai- Claro. – ao olhar pra Ana, ela abre um sorriso. – Vai! – ambos saem correndo.

Ana- Esse é seu plano? – berra irritada enquanto corria.

Kai- De última hora. – ao chegar na porta, ela está trancada.

Ana- Droga! – ao olhar uma janela um tanto alta. – Deve ter uns três metros.

Kai- Vamos, eu te ajudo para subir.

Ana- Vê se te enxerga! – foi correndo na sua maior velocidade possível, pegou impulso pela parede mesmo que eram de pedras, subiu até a janela. – Venha, eu te puxo. – dizia com cinismo.

Kai só balança a cabeça negativamente, corre e vai até a janela, mas não antes de ser agarrado.

Ana- Kai! – pensa em descer para ajudar.

Kai- Não! – enquanto era arrastado, ele pega o vidro e joga pra ela. – Leva para o Tyson! – Ana pega o vidro, mas não sai.

Ana- Mas e você cara? – preocupada.

Kai- Vai!

Ana pensa um pouco, mas sai do local.

Voltaire- Pensou que ia sair sem me dar a fera bit? – com raiva falava, enquanto o 4° integrante o puxava pela perna do jovem com a fera bit.

Kai- Eu não a trouxe.

Voltaire- O que disse? – com mais raiva.

Kai- Eu não a trouxe, se caso aquela droga não funcionar, você não terá a fera bit.

Voltaire- Como ousa me enganar? – com mais raiva ainda.

4° Integrante- Posso matá-lo? – a fera bit amarra o Kai.

Voltaire- Última chance, cadê a fera bit? – aponta uma arma para a cabeça de Kai, que apenas cospe na cara Voltaire. – Desgraçado! – dá uma coronhada com a arma na cabeça de Kai, apenas faz uma ferida. – Você vai morrer. Dessa vez, nem Carter, Ana ou qualquer bladebreaker vai te salvar. – vai dar um tiro na cabeça de Kai, mas para ao ver algo brilhando no bolso da calça do neto. – O que...? – mexe no bolso e pega a fera-bit. – Quase me enganou. Agora que tenho minha fera bit. – olha com uma cara malévola para o jovem. – Não preciso mais de você – quando foi atirar, um brilho cega eles. A fera-bit que prendia Kai o solta, que não pensa duas vezes vai direto a janela para escapar.

4° integrante- O que é isso? – fecha os olhos.

Envy- É a fera bit!

Kai- O que? – antes de pular para a liberdade, ele vê uma luz negra atacando a fera-bit que o prendia, assim que a luz se dissipa, Voltaire volta a enxergar e vê Kai quase escapando.

Voltaire- Você não me escapa! – atira, mas a bala não acerta Kai, porque a fera bit transformou o projétil em pó, logo em seguida ataca Voltaire.

Kai- Black Dranzer? Por quê? – estranhando, mas logo esqueceu aquilo e saiu, ao acabar a fera-bit volta ao bit-chip.

Voltaire- Maldito! – dá um soco no chão de raiva, e logo em seguida, pega a fera bit. – Vamos, finalmente podemos terminar nosso plano. – saem do local.

No hospital, Ana chega exausta e vai direto ao quarto do Tyson.

Ray- O que vai fazer? – Ray a segura. – Infelizmente você não pode entrar ali.

Ana- Eu preciso dar essa coisa para o Tyson! – tentando se livrar.

Ray- Mas você não pode entrar. – ainda segurando Ana. – O Tyson está muito fraco.

Max- Deixa ela passar. – dizia em um tom sério, mas com um pingo de esperança.

Ray- O quê?

Max- Ela salvou Kai... – Max olha nos olhos de Ana. – Pode salvar o Tyson?

Ana- Posso, se me deixar entrar! – grita irritada, nisso o médico ouve o fervo e vai até a garota.

Médico- Você não pode entrar, o estado do menino é grave, infelizmente...

Ana- Eu tenho que entrar lá! – tentava se soltar, mas Ray ainda a segurava com força. Sem escolha, Ana dá uma joelhada nas partes sensíveis do chinês.

Ray- Droga... – solta ela e se abaixa na hora de dor. Ana vai correndo para o quarto do Tyson, tranca a porta, mas encontra o vovô.

Vovô- Você é a Ana? – tentando se lembrar Ana viu o rosto triste do senhor.

Ana- Sim, mas depois conversamos. – procura na gaveta, nos armários.

Vovô- O que está fazendo?

Ana- Seringa, viu alguma? – procurando.

Vovô- Tem uma ali na bandeja. – estranhando a atitude da garota. – O que está fazendo? – se assustou ao ver Ana colocando o líquido na seringa.

Ana- Salvando o Tyson. – tira o soro do Tyson e aplica a injeção.

Vovô- Isso vai salvar ele? – esperançoso.

Ana- Vai! – com confiança, mas no fundo ela desconfiava, porém não podia dizer aquilo ao senhor.

Médico- Abram essa porta! – Ana abre, mal destranca e o médico já entra vendo o Tyson. – Espero que não tenha feito nenhuma besteira.

Ana- Ah, cale a boca! – joga a injeção no lixo e sai da sala.

Ray- Quem você pensa que é para me dar um chute? – pergunta irritado.

Ana- Olha, você não sabe o inferno que passamos para pegar essa coisa! – irritada, mas lembra. – Passamos... merda... – se preocupa. – Kai... – olha para a saída.

Max- Kai, o que tem ele? – nisso chegam Dickinson e Carter.

Carter- O que aconteceu?

Ana- Depois eu conto! – ia saindo nas pressas, mas Kai aparece.

Max- Kai, onde você estava? – preocupado.

Kai- Estou bem. Conseguiu? – falando para Ana.

Ana- Tranquilo! – aquilo aliviou Kai.

Carter- O que aconteceu? – insiste mais uma vez.

Ana- Nada! – falando alto com Carter. – Cara chato meu. – se irrita.

Kenny- Você está sangrando. – preocupado com Kai.

Kai- Estou bem.

Kenny- Melhor ir para enfermaria.

Kai- Eu disse que estou bem. – vai até o quarto do Tyson e vê que ele ainda está dormindo. – Porque ainda não acordou? – estranhando aquilo, o médico aparece.

Médico- Venha, vamos fazer um curativo? – puxando Kai, que fica apreensivo. Enquanto isso, na sala de espera.

Max- Espero que ele acorde logo.

Kenny- Será que vai dar certo o que a Ana fez?

Ray- Espero, porque depois do chute que me deu, é bom ela ter curado o Tyson! – irritado e com dor ainda.

Max- Se cura, Tyson. – falava com esperança.

Já na enfermaria, o doutor termina o curativo na ferida da testa do Kai.

Médico- Pronto, sorte que o ferimento não é grave. – deixando Kai sozinho, estava olhando para nada sério, mas algo o fez pensar.

Kai- O que eu fiz? – fica preocupado, pensando se aquilo realmente curaria o amigo.

Ana- Nada de mais. – estava na porta da enfermaria. – Aquela é a droga certa, ele vai ficar bem! – tentando aliviar Kai.

Kai- Porque Voltaire curaria o Tyson? – confuso.

Ana- Eu não sei, mas sei que ele queria a fera bit. Entã, só vamos saber mais além, não deixamos a bichinha andar ainda pelas veias do molequinho.

Kai- Ele tem que se curar. – estava triste. – No primeiro campeonato eu os odiava. Todos eles, principalmente o Tyson, já que ele havia me vencido no torneio regional. – seu tom de voz era diferente, não aquele tom frio de sempre.

Ana- Sério? – não acreditando. – Eu pensava que vocês eram amigos de infância, daqueles que ficava um na casa do outro para brincar de carrinho.

Kai- Não, eu odiei quando o senhor Dickinson disse que seriamos uma equipe. Todos me irritavam, mas o Tyson era o maldito campeão regional.

Ana- A velha primeira impressão. – se senta numa cadeira a frente dele.

Kai- Mas com o tempo, com os campeonatos, aqueles quatro tagarelando sem parar, estava começando a aturar. Não queria saber de equipe, mas sabia que chegaria ao topo com uma equipe... – Ana dessa vez ficou quieta, apenas prestou atenção em cada palavra. – Mas tinha uma coisa que me dava mais raiva: o maldito espírito de equipe que o Tyson insistia em ter. Mesmo eu os ignorando, sendo grosseiro, rude, ele nunca desistiu... mesmo quando eu... – ele fechou os olhos e respirou fundo.

Ana- O que aconteceu? – pergunta em um tom calmo.

Kai- Eu os traí pelo Voltaire, em troca Black Dranzer. – seu tom de voz era de vergonha.

Ana- Então era mesmo do Voltaire? – surpresa com aquilo.

Kai- Os traí por causa da maldita fera bit. – falava com ainda mais vergonha. – Tyson apareceu na abadia e ficava me perguntando o que estava acontecendo. Eu simplesmente o desprezei, joguei a Dranzer nele.

Ana- Sério?

Kai- Como já não bastasse ter os traído, eu queria derrotá-los. Os levei até uma geleira, lá eu derrotei Tyson, Ray e Kenny. Estava prestes a pegar a Dragoon de Tyson. – passa a mão pelos olhos. – Max chegou e impediu que eu capturasse a fera-bit dele. Tyson usou a Dranzer para me derrotar. Só então, finalmente percebi que tudo aquilo, não me levaria a nada. Mas o gelo se quebrou, a placa que eu estava, afundava aos poucos, ali eu tinha decidido era meu fim. – dessa vez uma lágrima cai de seus olhos. – Tyson foi o primeiro a estender a mão para me salvar, os outros falavam para sair dali. – começa a chorar. – Mesmo depois de tudo o que eu fiz, ele ainda me considerava seu amigo, ficava insistindo para que segurasse sua mão, para me puxarem do gelo que se afundava.

Ana- Ele é incrível! – admirada ao que estava ouvindo.

Kai- Ele é. – tenta manter a serenidade, mas só de pensar que não veria mais o seu amigo, ele desmorona. – Apesar de ter entregado no final, a luta foi incrível, a melhor da minha vida, porque não o via como um adversário e sim como um amigo. – Ana segura a mão do Kai.

Ana- Queria ter visto.

Kai- Eu o odiava, mas hoje... – segura a mão de Ana. – Ele é o irmão que eu não tive, os bladebreakers são minha família. – já não conseguia segurar as lágrimas, mas dessa vez nem se importava mais. – Ele tem que ficar bem. – Ana abraça Kai.

Ana- Ele vai ficar bem, eu prometo. – o abraça. Pela primeira vez em anos, Kai chorava. Max, Kenny e Ray aparecem na enfermaria, os três ficam chocados de ver o Kai chorando. Ana olha para eles e os chama com a mão, Ray é o primeiro que vai, seguido de Max e Kenny, ao chegar Ana se afasta e eles abraçam Kai. – Ele precisa de vocês. – diz

Enquanto isso, no quarto onde estavam vovô e Tyson, o velho senhor apenas olhava o neto, ultimamente estava pálido, ao se aproximar do neto, vê um pele mais corada, uma respiração mais firme.

Vovô- Tyson... – se aproxima do neto, Dayse entra no quarto.

Dayse- Como ele está? – ainda chorava muito.

Vovô- Ele ta melhorando.

Dayse- Quer que eu chame o médico? – com um sorriso no rosto.

Vovô- Me faz esse favor querida. – olhava o neto deitado, enquanto Dayse vai chamar o médico.

Ana- E aí, vovô? Como ele tá? – perguntava como se o conhecesse a anos.

Vovô- Bem, ele voltou a ter uma cor. – com um sorriso otimista.

Ana- Ele vai ficar bem, mas esses médicos tem que tirar essa remediarada! – brada irritada, depois de um segundo, percebe o jeito que falou com o senhor. – Desculpe... eu deveria ter...

Vovô- Está tudo bem, não se preocupe. – segura a mão do neto. – Obrigado, por ter ajudado ele.

Ana- Está dando os créditos a pessoa errada, não fui eu quem trocou uma fera-bit pelo remédio.

Vovô- Kai...?

Ana- Foi... – com um sorriso para o vovô.

Vovô- Adoro esse garoto. – abre um leve sorriso.

Ana- Olha, eu te garanto que os Bladebreakers tem uma amizade fudidamente verdadeira. – Vovô sorri logo em seguida o médico aparece.

Vovô- Pode dar uma olhada no Tyson?

Médico- Claro. – o médico faz os procedimentos, checa pressão arterial, temperatura, mas fica intrigado quando checa os batimento. – Será? – checou de novo. – Me permitem? – falando apontando para os remédios.

Vovô- Claro... – estava assustado, enquanto Dayse olhava para o Tyson.

Dayse- Acorda, Tyson. – era como se implorasse.

Na enfermaria estava o restante dos bladebreakers, ainda estavam juntos, mas ver que Kai se acalma.

Max- Está melhor cara? – não tinha como esconder, estava meio que emocionado ao ver Kai daquele jeito.

Kai- Estou sim, desculpem. – com um pouco de vergonha ele se recompunha.

Kenny- Tá tudo bem Kai, segurou por tempo demais. – com um leve sorriso.

Ray- Posso te dizer uma coisa? – Kai apenas balançou a cabeça positivamente. – Foi bom você ter desabafado, isso posso ter certeza.

Kai- Isso não importa. Alguém sabe alguma coisa do Tyson?

Max- Ele ainda está dormindo...

Ray- Ele acorda logo, tenho a certeza. – depois de alguns minutos, Ana volta a enfermaria.

Ana- Molecada! – aquilo chama a atenção deles.

Ray- O que aconteceu? – fala normalmente, já tinha esquecido o aconteceu anteriormente.

Ana- Ele acordou. – todos fazem uma cara de surpresa, e não escondem a alegria de saber da notícia.

Fim do capítulo.

HEYYYYY! QUE BELEZA, TAVA NA HORA MEU QUERIDO! Esse capítulo não sei a vocês, mas quando eu escrevi, achei fraco, porém, quando tive que reler para corrigir, ou tentar, eu vou confessar eu chorei... vamos ver o que vocês acham! Beijos a todos e até a próxima.

Os: Eu tentei tirar todos os erros, então me desculpem se acharam mais algum.

Os2: Eu prometo que os próximos capítulos serão mais leves e alegres e com muito beyblade. ^^''