Notas da Autora

Após a batalha, Kakarotto decide...

Capítulo 35 - O plano de Kakarotto

- Macaco insolente! Se deseja ver todo o meu poder, que assim seja! - Freeza exclama com um sorriso maligno.

Nisso, os demais ficam horrorizados ao verem os níveis de poder subindo, assustadoramente.

Raditz estava chocado, conforme eles viam as transformações dele, uma por uma, até a última.

- Você tem um nível acima deste? Mostre-me. Sinto que não está usando cem por cento de seu poder.

"Como ele sabe disso?" - Freeza pergunta mentalmente a si mesmo, exibindo visível surpresa em seu rosto.

Como se lesse o pensamento dele, o saiyajin fala:

- Não importa como eu sei disso. Apenas sei que não usou cem por cento de seu poder. Eu aconselho a usar. Não quero que a luta termine rápido demais. - Kakarotto fala com um sorriso de canto.

- Que seja... Irei saborear a sua face de terror quando eu mostrar cem por cento do meu poder. - o arcosiano fala com um sorriso maligno.

Nisso, ele começa a se concentrar para usar cem por cento de seu poder, subindo o seu poder, gradativamente, para horror dos demais que lutavam para acreditar que era real, pois, mesmo não possuindo mais scouter, era inevitável o fato de que o nível era, simplesmente, aterrador, com exceção de Raditz, que sentia o ki e tinha absoluta noção do quanto era aterrorizante o nível de Freeza, embora sentisse que Kakarotto também podia manipular o seu poder e que por isso, eles ainda não haviam visto, o nível real de poder do saiyajin que tinha a mesma fisionomia de seu genitor.

Após vários minutos, o arcosiano estava com cem por cento do seu poder, sendo que os seus músculos ficaram mais proeminentes, para depois falar com um sorriso maligno no rosto:

- Vou ter um prazer imenso em transformá-lo em um saco de pancadas. Vou ensinar quem é o superior entre nós, seu macaco bastardo.

- Eu já estava cansado de esperar. - ele fala, aborrecido, pois, ainda não era suficiente.

Nisso, Freeza avança e começa a socar freneticamente Kakarotto, sacolejando o corpo dele, que não reage, para depois dar um chute no abdômen do saiyajin, o lançando para o solo, abrindo uma cratera considerável, enquanto levantava uma densa nuvem de poeira, para depois lançar dezenas de rajadas consecutivas contra a cratera e após alguns minutos, ele para e comenta ao olhar para a cratera:

- Nem deu para me divertir... macaco estúpido.

- Então, esse é cem por cento do seu poder? Isso é deprimente.

Uma voz sai do entulho, sendo que a nuvem de poeira é dispersada por uma forte rajada de vento, quando Kakarotto reaparece na frente dele, intacto, com exceção de algumas escoriações, enquanto massageava os seus ombros, falando:

- Confesso que senti, um pouco, os últimos golpes. Eu esperava mais, acredite - ele comenta desanimado.

- Seu...! - ele exclama, irado, enquanto procurava conter o tremor que sentia ao ver o saiyajin inteiro a sua frente, mesmo após o seu ataque maciço.

- Tem mais alguma transformação? Talvez, uma oculta? Não consigo acreditar que é o seu limite.

- Vou lhe ensinar a respeitar o grande Freeza!

- Pelo visto, não.

Então, o arcosiano avança contra Kakarotto que bloqueia o soco com o dedo mindinho, para depois falar:

- Creio que é a minha vez. Acredite quando falo que não sou misericordioso. Você irá pagar por todo o terror que ousou praticar contra os namekuseijins. Quanto ao quase extermínio da minha raça, eu não estou interessado. Eles foram assassinados por serem fracos.

- Pelo menos, ele tem a postura de um autêntico saiyajin. - Vegeta fala, seriamente.

- É a minha vez... certo?

Antes que o arcosiano pudesse responder, o saiya-jin golpeia fortemente o abdômen dele, fazendo-o curvar levemente, sendo que este se recupera e tenta acerta-lo com a perna.

Porém, o ataque é bloqueado com o dorso do braço, para depois dar um soco fortíssimo no rosto de Freeza, fazendo-o voar para longe até se chocar contra a parede, sendo que este se ergue e lança várias rajadas de ki contra o saiyajin que, meramente, as desvia com as mãos como senão fosse nada, fazendo-as se chocarem no chão em torno dele, deixando o seu oponente estarrecido.

Freeza se desloca e fica em frente ao saiyajin, dando uma cabeçada em Kakarotto, que para aflição dele não sente e nisso, a cabeçada é retribuída pelo saiyajin, fazendo o arcosiano sentir o impacto e aproveitando isso, Kakarotto roda sobre uma de suas pernas e o acerta horizontalmente no abdômen, fazendo ele se chocar contra uma montanha a destruindo, levantando uma nuvem de poeira e detritos.

Então, a fumaça é dispersada pelo arcosiano que voa, para depois disparar as rajadas, avançando contra o seu oponente, para ficar em frente ao saiyajin.

Então, o arcosiano tenta acertar o rosto dele com um chute horizontal, sendo que Kakarotto o bloqueia com o braço, para em seguida se agachar, levemente, acertando um soco violento no abdômen do arcosiano, fazendo-o curvar o corpo em dor, enquanto tossia sangue, para depois ser acertado por uma sequência rápida de socos e chutes, por alguns minutos, por parte de Kakarotto, para em seguida ser golpeado com um forte chute no abdômen e em seguida, um chute horizontal no rosto do alienígena, fazendo-o atingir o solo, novamente, destruindo algumas parcas montanhas remanescentes, assim como pedaços de outrora edifícios, até se chocar contra a terra.

Irado, Freeza voa com ímpeto em direção ao saiyajin e tenta acertar um chute nele, com Kakarotto desviando do chute, para em seguida dar um forte chute transversal no abdômen e depois, uma sequência de socos e chutes, atingindo-o várias vezes, até que é arremessado para longe com um chute certeiro em sua face.

Enquanto este era atirado com violência, ele voa até ele, rapidamente e juntando as mãos o acerta com tudo na cabeça, fazendo-o se chocar violentamente contra o chão.

Irado, Freeza se ergue, novamente e avança contra o saiyajin, tentando ataca-lo novamente, sendo que desvia facilmente, se posicionando atrás do arcosiano, dando um soco nas costas do chikyuujin, atirando-o em direção ao solo, levantando, novamente, uma densa nuvem de poeira e detritos.

O arcosiano avança novamente, lançando rajadas de ki, consecutivas, enquanto avançava, sendo que Kakarotto some de seu campo de visão, deixando o arcosiano estarrecido, para depois surgir ao seu lado, chutando ele no abdômen, lançando-o contra o chão, para depois dar um soco no rosto dele quando ele se aproxima do solo, acabando por se chocar contra o chão.

O arcosiano tenta se levanta, enquanto concentra o seu poder para destruir o planeta, pois, ele podia sobreviver no espaço por quanto tempo quisesse, enquanto que os saiyajins somente podiam ficar um período determinado de tempo no espaço. Destruindo o planeta, ele iria ganhar a batalha.

Porém, como se lesse os pensamentos dele, Kakarotto vai até ele e o chuta violentamente para o alto, para depois concentrar o seu poder, lançando uma rajada violenta de ki contra o arcosiano, o desintegrando, sem deixar quaisquer vestígios, antes que ele pudesse lançar a sua Death ball, para implodir o núcleo do planeta.

Vegeta estava irado, pois, deveria ter sido ele, o príncipe dos saiyajins, a derrota-lo e não outro saiyajin. Ter alguém que não era ele com tal nível de poder, o deixava irado.

Raditz se junta a eles, sendo que reconhecia o saiyajin a sua frente, apesar de saber que não havia muitas feições diferentes entre os saiyajins.

Ele dá um passo a frente, enquanto que Kakarotto pousava, ainda transformado e pergunta:

- Qual o seu nome?

- Kakarotto.

- Você tem o mesmo nome do meu falecido otouto, além de ter a aparência do meu otou-san. Você deve ser algum parente. Parece que o meu pai tinha irmãos, embora nunca os tenha visto.

Raditz preferiu mentir, para que Vegeta não tivesse nenhum interesse na Terra, já que não pediu mais informações sobre o planeta que esteve. Além disso, o seu príncipe conheceu Bardock e Kakarotto era uma cópia dele, sendo que ele desejava saber o que aconteceu com o seu otouto, que o fez sair do planeta Terra.

- Ele lembra Bardock. De fato, não havia muitas fisionomias diferentes em nossa raça. - o príncipe fala pensativo.

- Saibam que não vou permitir que ninguém ataque esse povo. - ele fala seriamente, estreitando o cenho.

Vegeta fica surpreso, para depois falar:

- Apenas queremos usar as esferas mágicas deles. - ele fala, sendo que na verdade, pretendiam destruir todos os habitantes.

Isso era antes de ver o nível de poder dele, decidindo que não era sábio provocar a ira dele, por mais que tal ideia o deixasse irado.

Kakarotto arqueia o cenho, para depois se afastar dali voando a toda velocidade, voltando, após alguns minutos com uma esfera alaranjada na mão, falando:

- Essa é uma das esferas mágicas. É preciso, ter todas as sete juntas, para fazer um desejo.

Os namekuseijins ficam estarrecido dele saber disso, sendo que estranharam, pois, as Dragon balls eram maiores. A dele tinha metade do tamanho e a cor era mais clara.

- Como conseguiu? - Vegeta fica estarrecido.

- Eles ficam em pontos centrais no planeta.

- Como sabe disso?

- Um namekuseijin me contou. Mas, saiba que não tenho interesse em nenhum desejo. Portanto...

Nisso, ele destrói a esfera, sendo que na verdade, aquela única esfera foi criada pelo filho de seu sensei que tinha todo o conhecimento do pai. O motivo de fazer tal teatro era para fazer os saiyajins e os outros povos, não desejarem invadir o planeta por causa das Dragon balls.

- O que você fez? Seu imbecil!

Vegeta exclama irado com a sua cauda se contorcendo de raiva na cintura, ficando mais irado pelo fato de que não poderia surrá-lo, devido a diferença brutal de poder entre ambos.

- Sem essa esfera, você não pode fazer qualquer desejo. Precisa ter todas elas, inteiras.

Vegeta fica irado e torce ainda mais os punhos, enquanto cerra os dentes, até que luta para se acalmar, após vários minutos e fala, embora ainda sentisse a sua raiva consideravelmente fresca:

- Mesmo que isso não seja mais tentador, já que destruiu uma delas, os arcosianos não irão deixar esse planeta em paz. Ele tem um valor de venda elevado. A única forma de manter esse planeta sem ser atacado, ou então, diminuir as chances, é dizimando o império do arcosiano. Quando erguemos o nosso império, juro por minha honra que não iremos ataca-los, desde que explique como conseguiu a transformação.

Kakarotto arqueia o cenho e desfaz a transformação, sendo que sabia do orgulho saiyajin e que se havia prometido por sua honra, cumpriria.

Porém, haveriam outros saiyajins e algum grupo poderia ataca-los, sem receber qualquer ordem e ao pensar nisso, descobre que precisava encontrar alguma forma de protegê-los, permanentemente e conforme pensava, teve uma ideia.

- Irei pegar algo na nave que usei para vim.

- Bem, iremos até a nave do Freeza.

- Eu parei perto dela.

- Partiremos daqui a vinte minutos. Iremos exterminar o império deles e com sorte, conseguiremos encontrar alguns saiyajins para reconstruímos o nosso império.

Nisso eles partem.

Kakarotto voa até a nave e pega o filho de seu sensei que estava angustiado, até que vê Kakarotto e pergunta:

- Funcionou?

- Sim. Agora, podemos trazer o seu pai de volta.

No local em que ele partiu, os namekuseijins se recuperavam da batalha que assistiram, enquanto que Nail se aproximava deles, olhando seriamente para um ponto a sua frente, até que avista um dos saiyajins voltando com um namekuseijin no colo, colocando a criança no chão, na frente deles, para depois falar:

- Tenho uma ideia para que nunca mais sejam incomodados. Porém, quero pedir algo.

- Como sabe das Dragon balls?

Nisso, ele conta, rapidamente, sobre Katatsu, deixando todos estarrecidos.

- Quando saímos daqui, devem usar um desejo para trazer o pai dele, meu sensei, Katasu, de volta a vida. Acredito que tem que trazer a alma dele para cá e depois, ressuscitá-lo. Tem como?

- Temos direito a três desejos.

- Usem o terceiro desejo para deslocar o planeta de vocês para o local mais seguro desse universo, sem qualquer presença de raças malignas, assim como de qualquer raça que possa ataca-los. Mesmo que aquele saiyajin prometa, haverá outros que podem ataca-los, mesmo sem receberem a ordem. Depois de um ano, quando puderem realizar outro desejo, peçam para que todos se esqueçam das dragon balls. Inclusive eu. Afinal, não quero sofrer tentações. Além disso, todos devem ter a memória falsa de que Namekusei foi destruído pelo arcosiano, inclusive este Kakarotto. Vai que existe algum meio de conseguirem entrar na minha mente. Há muitas raças com poderes estranhos e não quero arriscar.

- Entendi.

- Então, não iremos nos ver de novo, nii-san? - Katsu, o filho de seu sensei, pergunta com lágrimas nos olhos.

Kakarotto se agacha, sorrindo tristemente, falando:

- Não. Infelizmente, não temos outra escolha. Mesmo que eu vá com vocês, o meu poder pode acabar servindo para atrair inimigos. Mesmo que eu o controle, terá momentos em que vou ter que usar o meu poder e o nível dele pode ser sentido através de uma distância absurda. Isso pode atrair inimigos. Portanto, você terão mais chaves de terem uma vida tranquila, sem eu estar com vocês. Além disso, eu prometi que exterminaria todos os arcosianos.

- Mas... - ele fica cabisbaixo.

Kakarotto sorri e afaga a cabeça dele, falando:

- Vou me sentir mais seguro com vocês bem longe desse lugar perigoso. Deve ter algum lugar seguro no universo. Caso não tenha, usem um desejo para me avisar. - nisso, ergue o olhar para Neil, falando - Eu confio o meu otouto a você.

- Juro por minha honra que cuidarei dele e que iremos ressuscitar Katatsu. É o mínimo que podemos fazer por proteger a minha raça. Senão fosse por você, nós teríamos sido exterminados.

- Bem, vou ter que partir.

Nisso, ele flutua e se afasta deles com Katsu chorando, sendo que os outros sentiam pena dele.

Após meia hora, as naves partem, sendo que em Namekusei, eles invocaram Porunga com o consentimento de todos os anciões e do Saichourou.

Eles ressuscitam Katatsu, após trazerem a alma dele ao planeta, sendo que fica estarrecido e depois, imensamente triste ao saber da decisão de seu filho, Kakarotto, enquanto abraçava o seu outro filho, sendo que notou a mudança no olhar dele quando a raça do planeta em que estavam venderam ambos ao arcosiano. Antes de morrer, viu a mudança no olhar e temia que ele estivesse mudando.

De fato, seria uma consequência esperada, por ter sido algo chocante, que o abalou demais. A sua ira foi descomunal.

Então, eles fazem o terceiro desejo com Porunga encontrando o lugar ideal para viverem e um ano depois, fazem o desejo para que todos, com exceção deles, se esqueçam da existência das Dragon Balls.