No capítulo anterior: Tala ganhou coragem para contar a decisão que tomara a Wyatt. Amy e Aki chegaram ao Japão. Aki fez-se passar por Kai e começou a implicar com Ray. Amy chegou à mansão, dizendo ser convidada de Kai. Tala revelou a Wyatt que ia partir com os Blitzkreig Boys, para viajarem pelo mundo e treinarem. Ele e Wyatt discutiram e Wyatt acusou Tala de gostar mais do beyblade do que dele. Os dois terminam o namoro, Wyatt ficou desolado e chorou nos braços de Aki. No dia seguinte, Tala foi-se embora. Aki discutiu com Amy, que revelou que a sua família estava a ser ameaçada por Voltaire e era por isso que ela estava de cooperar com ele.

Capítulo 37: Uma Nova Amiga

A porta da cela de Kai abriu-se e Aya entrou. Trazia uma bandeja de comida nas mãos e não parecia nada contente por estar ali. Não por Kai, de quem não tinha nada a apontar, mas sim por se lembrar que Voltaire tinha um dos seus netos ali presos e isso aborrecia-a bastante.

"Aqui tens a tua comida Kai." disse Aya, entregando-lhe a bandeja.

"Aya, ainda não tiveste notícias do Aki?" perguntou Kai.

Aya trazia as refeições a Kai e tinha-lhe contado que Aki tinha ido viajar, mas não lhe dissera para fazer o quê.

"Não." respondeu ela.

"Tu sabes para onde ele foi? E o que foi fazer?" perguntou Kai.

"Não, não sei." mentiu Aya.

"Sabes sim! Diz-me!" pediu Kai.

"Lamento, mas não te posso dizer." disse Aya, saindo da cela.

"Mas, para onde terá ido o Aki?" perguntava-se Kai. "Ele disse que me ia tirar daqui… e o Ray… não sei se ele está bem. Se estiver, deve estar preocupado comigo…"

Beyblade: História de um Amor Conturbado

Na mansão de Voltaire, no Japão, o telefone tocou. Tyson, Max e Zeo estavam sentados na sala, com Hilary, que tinha chegado minutos antes.

"Quem vai atender?" perguntou ela, olhando para os três rapazes.

"Eu não vou. Estou bem aqui sentado." disse Tyson, um tom de preguiça.

"Vá, Zeo, tu é que vives aqui em casa." disse Max. "Vai lá tu, por favor."

"Eu?" perguntou Zeo. "Pronto, está bem."

Zeo foi atender o telefone. Segundos depois, apareceu novamente na sala.

"Está uma rapariga chamada Allison ao telefone. Ela quer falar contigo, Tyson." disse Zeo.

"Oh, meu Deus!" exclamou Hilary. "A maluca do príncipe encantado ainda não desistiu?"

"Eu já lhe disse que não queria nada com ela." defendeu-se Tyson.

"Exacto. És só meu." disse Max.

"Ena, que possessivo." disse Tyson, sorrindo. "Não tens de te preocupar que realmente só tenho olhos para ti, Maxie."

"Acho que não deves falar com a Allison." disse Hilary. "Ela é maluca. Onde é que já se viu, andar a ligar-te? Ainda por cima para aqui. Como é que ela sabia que ias estar na mansão do avô do Kai? Parece-me que te deve andar a espiar."

Tyson e Max entreolharam-se, ficando curiosos também sobre como é que Allison estava a ligar para ali para falar com Tyson. Ainda assim, Tyson levantou-se do sofá.

"Eu vou falar com ela, só para saber o que ela quer." disse ele. "Também um telefonema não faz mal a ninguém, portanto não há nada a temer."

Tyson foi ao telefone. Do outro lado ouviu a voz de Allison.

"Olá Tyson." disse ela, sorrindo do outro lado da linha. "Queria felicitar-te pela vitória no campeonato."

"Bem, a vitória foi de toda a equipa."

"Sim, eu sei. Vi tudo pela televisão." disse Allison. "Mas só agora é que consegui ligar-te. Aliás, consegui o número do dojo do teu avô e liguei para lá, mas ele disse-me que não estavas lá e portanto deu-me este número para ligar e falar contigo."

Tyson acenou lentamente com a cabeça. Pelo menos o mistério de como é que Allison tinha ligado para ali para falar com ele estava resolvido.

"Sabes, ainda estou à procura do meu príncipe encantado."

"Ah, que bom para ti." disse Tyson, sem grande interesse.

"Pensei que já tinha encontrado o meu príncipe, sabes? Quando fui a África, havia lá um rapaz chamado Azu Banzu que era lindo e simpático."

"E então, o que é que correu mal?"

"Ora, ele só tomava banho uma vez por mês. Cheirava muito mal e eu não consegui estar perto dele." respondeu Allison. "Tentei comprar-lhes uns desodorizantes, mas ele recusou e pronto, foi assim que acabou tudo entre nós. Mas pronto, não vou desistir."

"Pois…"

"Era só para te avisar que já te esqueci."

"Óptimo. Passa bem. Adeus."

Tyson desligou o telefone e voltou à sala. Max, Zeo e Hilary olharam para ele, com curiosidade. Hilary e Max tinham contado a Zeo quem era Allison, ou pelo menos, qual era o objectivo dela.

"Então, o que é que ela queria?" perguntou Max.

"Queria felicitar-me pela vitória no campeonato, dizer que já me tinha esquecido e que ainda andava à procura do príncipe encantado." respondeu Tyson.

"Aquela rapariga é demais." disse Hilary. "Não me parece que por andar de país em país, vá encontrar o tal príncipe encantado."

"É verdade. Normalmente não devemos procurar o amor. Ele é que vem até nós." disse Zeo.

Hilary olhou para ele e sorriu, fazendo Zeo corar um pouco.

"Pelo menos, ela já não está interessada em ti, Tyson." disse Max, aliviado.

"Pois, mas com o meu charme, o que não falta por aí são fãs apaixonadas por mim." disse Tyson, sorrindo.

"Ah, deve ser mesmo." disse Hilary, rindo-se. "Eu vou dar uma volta. Alguém quer vir comigo?"

"Eu vou!" exclamou Zeo, de imediato.

"Eu fico por aqui com o Max." disse Tyson. "Não me apetece andar por aí a caminhar. Prefiro ficar sentadinho no sofá."

"Então até logo." disse Hilary.

Ela e Zeo saíram da mansão e foram dar uma volta. Max e Tyson entreolharam-se.

"Achas que o Zeo está interessado na Hilary?" perguntou Max.

"Talvez sim, talvez não. Mas também já vi a Hilary corar a olhar para ele." respondeu Tyson.

"Enfim, espero que, se gostam um do outro, se entendam." disse Max. "Tyson, ontem foste muito mauzinho."

Tyson sorriu maliciosamente.

"Maxie, tu não vieste ajudar a limpar a mansão, por isso não mereceste receber uma recompensa."

"Tyson, és mesmo mau." disse Max, aproximando-se e beijando Tyson.

"Estás a tentar convencer-me a irmos lá para cima fazer amor?" perguntou Tyson. "Ontem à noite não resultou."

"Isso foi ontem. Tyson, vá lá, não sejas assim." pediu Max.

"Anda lá." disse Tyson, pegando na mão do namorado. "Mas nada de gemidos altos, Max. A Amy e o Kai estão aqui em casa."

E assim, mais feliz, Max acompanhou Tyson a um dos quartos, onde se trancaram e passaram um bom bocado juntos.

Beyblade: História de um Amor Conturbado

Wyatt e Ray estavam a passear pelas ruas de Bey City. O sol brilhava no céu e o dia parecia bastante agradável. No entanto, Wyatt não consegui, ainda, apreciar o dia. Estava a tentar recuperar-se do que Tala lhe fizera, mas não era algo fácil.

"Eu lamento que entre ti e o Tala as coisas não tenham resultado." disse Ray. "Mas podes contar comigo para tudo o que precisares."

"Obrigado, Ray. Mas não quero pensar mais nisso, porque ainda dói bastante. Mas se calhar até foi melhor ter acontecido agora, do que se acontecesse depois." disse Wyatt. "Na realidade, eu já devia ter antecipado isto."

"Como? Não podias adivinhar que o Tala ia querer deixar-te para ir viajar pelo mundo." disse Ray.

Wyatt abanou a cabeça. Os dois continuaram a andar durante um pouco, em silêncio. Depois Wyatt decidiu voltar a falar e explicar a Ray o que queria dizer.

"Eu e o Tala nunca tivemos o mesmo que tu e o Kai." disse Wyatt. "Vocês amavam-se e via-se isso bastante bem."

"Ora, tu e o Tala também."

"Não. Disseste ao Kai que o amavas, não disseste?"

"Sim." respondeu Ray, acenando afirmativamente. "E ele também mo disse a mim."

"Exacto. Aí está. Eu estava… ainda estou, apaixonado pelo Tala. Também disse que o amava, mas ele nunca me disse isso de volta." explicou Wyatt, suspirando. "Dizia que gostava bastante de mim… mas afinal não era amor. Aliás, eu é que pensei que conseguia fazer com que ele se apaixonasse por mim. Quando começámos a namorar, o Tala disse-me que queria tentar namorar comigo e que poderíamos ficar bem juntos. Na verdade, nunca prometeu que me amaria."

Ray deixou-se ficar em silêncio, sem saber o que dizer a Wyatt. Não sabia como o ajudar, nem se seria melhor concordar ou discordar do que Wyatt estava a dizer.

"Portanto, se ele não me amava, é melhor que tenha acabado." disse Wyatt, limpando uma lágrima que lhe surgiu no olho esquerdo. "Ele não podia ficar preso a alguém que não amava."

"Wyatt…"

"E eu… eu mereço ser amado por alguém." disse Wyatt, olhando Ray nos olhos. "Não mereço?"

"Claro que sim." respondeu Ray, de imediato. "Mereces e vais encontrar alguém que te ame de verdade. Sei que é doloroso o que estás a passar, mas tens de ser forte e ter esperança. Quando menos esperares, o amor vai bater-te à porta novamente."

Wyatt acenou afirmativamente. Estava a tentar convencer-se disso mesmo. Depois, resolveu mudar de conversa.

"O que se passa entre ti e o Kai?" perguntou Wyatt. "Ele anda diferente contigo."

"Não sei o que aconteceu, mas ele começou a implicar comigo por tudo e por nada. Está a deixar-me louco!" exclamou Ray, exaltado, como não acontecia muitas vezes.

"Ele ajudou-me muito ontem." disse Wyatt.

"Eu não sei porque é que ele anda chateado e parece ser só comigo…" disse Ray.

Wyatt e Ray pararam perto dos semáforos, que estavam vermelhos.

"Tens de ter uma conversa séria com ele." disse Wyatt. "Já sabes que o Kai é um pouco fechado. Pode ter algum problema e não querer dizer. Se falares com ele, pode ser que ele se abra."

"Tens razão. É o que vou fazer." disse Ray e começou a andar em frente, sem reparar que o semáforo ainda estava vermelho.

Um carro, a alta velocidade, vinha na direcção de Ray.

"Cuidado Ray!" gritou Wyatt.

Ray olhou à volta, mas o carro estava muito perto. Ele ia ser atropelado. E então, não se sabia bem de onde, uma rapariga empurrou-o para longe do carro, que passou a alta velocidade por eles. Ray e a rapariga caíram no chão, mas levantaram-se rapidamente.

"Ray, estás bem?" perguntou Wyatt, correndo para Ray.

Algumas pessoas que estavam ali perto ficaram a olhar para a cena e uma ou duas tinha já o telemóvel na mão, caso fosse necessário chamar uma ambulância.

"Sim." respondeu Ray, voltando ao passeio. "Tenho só uns arranhões."

"Ainda bem que não te magoaste a sério." disse a rapariga que tinha salvo Ray.

Ela tinha mais ou menos a mesma altura que Ray. Tinha pele branca e macia, uns cabelos longos e dourados e uns olhos azuis brilhantes.

"Obrigado." agradeceu Ray. "Salvaste-me a vida. Como te chamas?"

"O meu nome é Nina Richsmile."

"Nina Richsmile? Tu és filha do multi-milionário que negoceia beyblades?" perguntou Wyatt.

Nina sorriu e acenou afirmativamente com a cabeça.

"Sim. É verdade."

"Tu não devias ter um guarda-costas ou algo para te proteger?" perguntou Wyatt.

"Não é preciso. Eu sei cuidar de mim." disse Nina, confiante. "Vocês são o Wyatt e o Ray, dos Bladebreakers, não são?"

"Sim, somos nós. Conhecemo-nos?" perguntou Ray.

"Ora, quem é que não conhece os Bladebreakers?" perguntou Nina, sorrindo. "Vocês são muito famosos. Ainda mais agora que acabaram de ganhar o campeonato mundial."

"Bem, tu salvaste-me a vida, Nina. Queres vir almoçar connosco?" perguntou Ray. "Acho que é o mínimo que posso fazer para te retribuir."

"Oh, claro que sim." respondeu Nina, entusiasmada. "Sabem, eu sou vossa fã. A minha irmã até vos conhece e tudo. Eu fiquei super boquiaberta quando disseram que tu, Ray, e o Kai estavam a namorar."

"É verdade. Nós estamos mesmo a namorar." confirmou Ray.

"Pois, isso eu sei. O Kai confirmou e tudo. Mas no início, fiquei em dúvida." disse Nina. "Mas o amor é muito bonito. É a melhor coisa do mundo."

Com muita insistência de Nina, eles foram almoçar a um restaurante de comida rápida. Embora Nina pertencesse a uma família rica, ela não era de modo nenhum uma rapariga com a mania das grandezas ou que se achasse acima das outras pessoas.

"Bem, temos de ir embora." disse Ray, depois do almoço. "Espero voltar a ver-te."

"Esperem!" gritou Nina, quando Ray e Wyatt se afastavam. "Posso ir com vocês?"

"Porque queres ir connosco?" perguntou Ray.

"O meu pai negoceia produtos de beyblade, vocês pertencem à equipa campeã de beyblade e eu sou vossa fã. Eu gostava de conhecer o resto da equipa." respondeu Nina. "Pode ser?"

Wyatt e Ray entreolharam-se.

"Por mim, tudo bem." disse Wyatt, encolhendo os ombros.

"Está bem. Podes vir. Pareces ser boa pessoa e salvaste-me a vida." disse Ray.

Nina seguiu-os até à mansão. Olhava para eles com um brilho no olhar e um sorriso na cara.

"Chegámos." disse Ray, abrindo a porta da mansão.

"Onde estão os outros?" perguntou Nina, excitada por ir conhecer o resto da equipa.

"Eu vou chamá-los." disse Wyatt, afastando-se e subindo as escadas até ao primeiro andar.

"Só para saberes Nina, o Tala foi viajar, por isso não o vais conhecer." disse Ray.

O sorriso de Nina esmoreceu um pouco.

"Que pena. Gostava de os conhecer a todos. Mas pronto, neste caso, não há nada a fazer. Pelo menos posso conhecer os outros."

Pouco depois, Wyatt voltou acompanhado de Tyson, Max e Aki.

"Que pressa, Wyatt." queixou-se Tyson. "Eu e o Max estávamos tão bem no quarto a dormir."

"Mas como é que vocês estavam a dormir, a estas horas?" perguntou Wyatt.

"Estávamos cansados." respondeu Max, corando um pouco. "Estivemos a fazer… exercício e depois adormecemos."

Nina olhou para eles, sorrindo.

"Ah, que maravilha! Estão aqui quase todos." disse ela, sorrindo. Tirou do bolso um pequeno bloco e uma caneta. "Dão-me o vosso autógrafo?"

"Quem é esta?" perguntou Tyson, confuso.

Ray explicou quem era Nina e como a tinha conhecido. Ao perceber quem Nina era, Tyson ficou bastante surpreendido e contente.

"Ena, tu és filha do Paul Richsmile." disse Tyson. "Que espectáculo!"

"E salvaste o Ray." disse Aki. "Obrigado."

De seguida, Aki calou-se. Deveria estar a representar o papel de um Kai pouco interessado por Ray e que queria apenas discutir com ele. Agradecer por outra pessoa salvar Ray, não era ir de encontro ao papel que estava a representar.

"Desta vez saiu-me, sem querer." pensou Aki. "Mas a verdade é que estou mesmo aliviado por não ter acontecido nada ao Ray. O avô quer que eu acabe com a relação do Kai e do Ray, mas não quer dizer que tenha de acontecer nada de mal, fisicamente, ao Ray. Ele é simpático… se ao menos eu pudesse tratá-lo bem, mas não posso…"

Um a um, todos assinaram o bloco de Nina. Aki deixou-se ficar para o fim e fez uma assinatura em nome de Kai, apesar de não ter ideia de como Kai dava autógrafos. Mas visto que Nina também nunca recebera nenhum autógrafo do verdadeiro Kai, não tinha maneira de saber que aquele autógrafo não era igual ao que Kai faria.

O resto da tarde passou pacificamente. Nina ficou toda a tarde com os Bladebreakers. Zeo chegou por volta do jantar. Hilary já não vinha com ele.

"Olá a todos. Quem és tu?" perguntou Zeo, a Nina.

"Eu chamo-me Nina."

"Olá, eu sou o Zeo."

Nina deu um salto e um pedaço de papel e uma caneta apareceram na sua mão.

"Eu vi-te a participar num dos campeonatos mundiais, apesar de já não ter sido agora, mas gostei muito de te ver a combater." disse Nina. "Dás-me o teu autógrafo?"

"Ah… claro que sim." disse Zeo, um pouco atrapalhado.

Pouco depois, todos começaram a jantar. Zeo e Tyson não despregaram os olhos de Nina. Era a rapariga mais bonita que eles alguma vez tinham visto. Max deu uma cotovelada a Tyson e lançou-lhe um olhar frio, pelo que Tyson deixou de olhar para Nina.

"Tyson, tu estavas sempre a olhar para ela! Também me vais deixar como o Tala deixou o Wyatt?" perguntou Max, depois do jantar, quando eles estavam num canto da sala, afastados dos outros.

"Claro que não, Maxie." respondeu Tyson, envergonhado. "Eu não queria que ficasses aborrecido."

"Pois, mas estavas a olhar para a Nina com grande entusiasmo." acusou Max.

"Desculpa, Max. Não volta a acontecer, prometo."

Max hesitou, mas acabou por sorrir. Tyson ficava com uma cara engraçada quando estava envergonhado e pedia desculpa.

"Ok Tyson, agora vê lá se eu te apanho a olhar outra vez para ela." disse Max, de forma ameaçadora.

"A partir de agora só tenho olhos para ti, Max." disse Tyson, sorrindo também. "Mas o Zeo é que não parou de olhar para ela."

"Pois é… bem, ela é mais bonita que a Hilary… se calhar o Zeo não está apaixonado pela Hilary, afinal." disse Max.

Zeo estava agora sentado num dos sofás da sala, com Ray, Amy, Aki e Nina. Ouvia atentamente a história que Nina estava a contar.

"Sabes, eu também olhei para a Nina." disse Tyson. "Ela tem um brilho especial. Mas se o Zeo gostar da Hilary verdadeiramente, de certeza que não a troca pela Nina."

Continua…