Nota do autor: As várias personagens que eu tirei dos animes, não me pertencem.
No capítulo anterior: O misterioso assassino, que é um dos nossos heróis faz mais algumas vítimas, deixando apenas seis sobreviventes. Qual deles é o culpado?
Capítulo 38: A Rima Chega ao Fim
O Poema era assim: (Prestem atenção que vai ser importante)
Dezasseis pessoas na mansão Vinze
Uma delas leva uma pancada e então restam quinze. - Kai
Quinze pessoas, chocadas com o que aconteceu
Uma é apanhada de surpresa e restam catorze. - Anna
Catorze pessoas, na ilha com esperança
A uma é dado um tiro e restam treze. - Dejiko
Treze pessoas desconfiadas, enquanto o bolo coze
Para uma a vida chegou ao fim e restam doze. - Misuzu
Doze pessoas vão jantar e olham para o bronze
Uma delas engasga-se e então restam onze. - Brendan
Onze pessoas em agitação, metem as mãos pelos pés
Uma delas adormece para sempre e então restam dez. - Sarah
Dez pessoas vão almoçar enquanto não chove;
Uma delas decide não comer e então restam nove. - Saki
Nove pessoas a dormir: não é biscoito!
Uma delas levanta-se, não tem sorte e então restam oito. - Musette
Oito pessoas foram dar uma volta, por onde lhes compete;
Uma não quis mais voltar e então restam sete. - Anina
Sete pessoas vão rachar lenha, mas eis
Que um deles se corta e então restam seis. - Ilda
Seis pessoas de uma colmeia fazem brinco;
A uma picou uma abelha e então restam cinco.
Cinco pessoas foram caminhar, a tomar ar no mato;
Uma ficou perdida e então restam quatro.
Quatro pessoas no mar; para um foi a última vez
Os outros nada puderam fazer e então restam três.
Três pessoas andando pela casa. E depois?
O urso abraçou um e então restam dois.
Duas pessoas ao sol, com medo até de uma pluma;
Uma delas acaba por morrer e então fica só uma.
Uma pessoa está aqui só, das dezasseis apenas restou uma;
Por fim ela enforcou-se e não ficou nenhuma.
O dia amanheceu. Os seis sobreviventes: Alex, Daphne, Lina, Aki, Camy e Hikari, desceram para tomar o pequeno-almoço. As desconfianças tinham aumentado imenso.
Daphne: Pessoal, vou preparar o pequeno-almoço.
A Daphne dirigiu-se à cozinha, deixando os outros na sala de jantar. Todos se entreolharam, até que a Lina disse:
Lina: Não é por nada, mas eu vou até à cozinha ficar de olho na Daphne. – disse ela. Nesses dias na mansão, a Lina tinha parado de pintar o cabelo e agora estava no seu tom original de cor-de-rosa. – Se a Daphne for a assassina, não lhe custa nada envenenar-nos a todos pela comida.
Subitamente, todos tomaram consciência do que a Lina tinha dito e da razão que ela tinha. Todos se dirigiram à cozinha. Ao vê-los ali, a Daphne ficou surpreendida.
Daphne: Então, o que estão todos aqui a fazer?
Hikari: Viemos para estar de olho em ti. – disse a Hikari, rigidamente e com uma expressão séria. – Não confiamos em ti para nos preparares a comida. Sabe-se lá se não nos vais envenenar a todos.
Daphne: O quê? Vocês pensam que eu sou a assassina? – perguntou a Daphne, incrédula e zangada.
Aki: Todas as hipóteses são válidas.
Camy: Desculpa Daphne, mas vamos ver-te a cozinhar, para ter a certeza de que, tudo o que comemos, está em condições.
Daphne: Ai vão ficar aqui? Então é bom que me ajudem.
Assim, os seis preparam o pequeno-almoço. Depois de comerem, cada um foi para seu lado. Cinco minutos depois de se terem separado, alguém bateu à porta do quarto da Aki.
Agora, todos mantinham as portas do seu quarto trancadas, mesmo de dia. Cautelosamente, a Aki abriu apenas uma frincha da porta e viu que era a Camy.
Camy: Aki, deixa-me entrar. Precisamos de conversar.
A Aki abriu a porta e a Camy entrou no quarto. Depois a Aki fechou a porta, mas já não a trancou.
Aki: O que é que tu queres Camy?
Camy: Bem, eu vou ser directa Aki. No início éramos dezasseis. Depois começaram a morrer pessoas. Pensávamos que havia um assassino na ilha ou fora dela, mas que vinha aqui e matava as pessoas. – explicou a Camy. – Mas depois… quando a Musette morreu, vimos com clareza que a única possibilidade era que o assassino fosse um de nós. Depois morreram a Anina e a Ilda e agora só restamos nós os seis. Um de nós anda a matar os outros, mas a questão é, qual de nós?
Aki: Desculpa lá Camy, mas até aí já toda a gente tinha chegado. O que queres dizer com esse discurso todo?
Camy: É assim Aki, eu acho que tu não és a assassina. Nós somos amigas há algum tempo e se tu fosses a assassina eu saberia.
Aki: Desculpa contradizer-te Camy, mas se eu fosse a assassina, representaria muito bem e nem tu irias desconfiar. – disse a Aki, abanando a cabeça. – Mas é claro que eu não sou assassina nenhuma.
Camy: Também penso que não. É assim, quem é que tu achas que é o assassino ou assassina?
Aki: Hum… deixa-me pensar… acho que é a Daphne. Ela parece que anda mudada, mas mesmo assim ela foi uma Devil Diva e pode muito bem ter enlouquecido. Para mim, sem dúvida que é ela a mais provável.
Camy: Estou a ver. – disse a Camy, pensativa. – A tua teoria até é plausível e percebo completamente mas… para mim a culpada é a Lina.
Aki: A Lina?
Camy: Sim. Acho que é a Lina. Pensa bem. Ela fala em sangue muitas vezes, tem ideias malucas e acha graça a todas as coisas más. Ela é definitivamente suspeita.
Aki: Sim. Mas se fomos a analisar bem, a Hikari e o Alex também podem ser os assassinos. A Hikari anda estranha e está quase sempre fechada no quarto. O Alex anda nervoso, como todos nós, mas ele é suficientemente esperto para ter matado os outros.
Camy: Resumindo, podia ter sido qualquer um deles. – disse ela, pensativa.
Aki: Sim, qualquer um deles pode ser o assassino ou assassina.
Magicville
Na sala de estar, o Alex estava sentado no sofá, quando a Lina entrou na sala e se sentou também.
Lina: Então, estás pensativo?
Alex: Sim. Estava a pensar numa maneira de conseguirmos sair desta ilha.
Lina: Era bom. Estou farta de aqui estar. Principalmente porque estamos a morrer um a um e nada me garante que não seja a próxima. – disse ela, com um olhar preocupado.
Alex: Não penses nisso Lina.
Lina: Tenho de pensar. Sabes, tenho uma suspeita.
Alex: Que suspeita?
Lina: Sabes, estas mortes intrigaram-me. Alguém anda a fazer isto. Mas depois das mortes da Anina e da Ilda comecei a ter outra perspectiva.
Alex: Explica-te Lina. – pediu o Alex, sem perceber.
Lina: É assim, a mim parece-me que as mortes da Anina e da Ilda ocorreram quase ao mesmo tempo. Ora, uma pessoa não consegue estar em dois lugares ao mesmo tempo… mas duas pessoas podem dividir-se e cada uma estar num lugar.
Alex: Quer dizer que… achas que há dois assassinos?
Lina: Exactamente. Eu suspeito da Camy e da Aki. Elas dão-se bem, estão muitas vezes juntas, são definitivamente suspeitas e encaixam na minha teoria.
Alex: Realmente Lina, até faz sentido… mas a Aki, ela não iria matar o próprio irmão.
Lina: Na minha teoria, essa foi uma jogada de mestre. Acho que a Camy matou o Kai. A Aki fez o seu papel de irmã inconsolável e assim, desviou as atenções de si. – disse a Lina, abanando a cabeça, completamente convencida do que dizia.
Alex: Toda essa teoria me parece muito rebuscada… mas pode ser verdadeira.
Magicville
A Hikari estava deitada na cama do seu quarto. Ela olhava para o tecto. Vários pensamentos atravessavam a sua cabeça. Quem era o assassino? Porque é que estava a matar as pessoas?
A Hikari levantou-se da sua cama. A Misuzu tinha dito que, quando alguém morria, a sua estatueta desaparecia. Era verdade. Mas de certeza que elas não desapareciam por magia. Alguém estava a tirá-las do seu lugar.
A Misuzu também estava a começar a formular a teoria de que a rima no quadro tinha algo a ver com as mortes. A Hikari caminhou até ao quadro, pendurado na parede e releu as rimas.
Sim, algumas encaixavam perfeitamente, outras eram mais vagas. A Anina tinha querido ficar no penhasco e tinha morrido e a Ilda estivera a cortar lenha e tinha morrido. As rimas encaixavam.
A próxima rima falava de abelhas. Sim, haviam colmeias na ilha. A Hikari sobressaltou-se. Ela não se iria aproximar das colmeias.
A Hikari correu até à secretária que havia no quarto. Havia ali umas canetas e papel. Rapidamente, a Hikari escreveu no papel a sua teoria. Se ela morresse, talvez alguém encontrasse o papel e se pudesse salvar.
Magicville
Era a meio da tarde, quando o Alex chamou todos para se reunirem na sala. Todos ficaram curiosos.
Daphne: Qual é o assunto Alex?
Alex: Eu acho que sei de uma maneira para sairmos desta ilha.
A reacção dos outros foi rápida. A Daphne abanou a cabeça, pensando que isso era impossível. A Lina e a Camy pareceram interessadas. A Aki mexeu-se no sofá e a Hikari não reagiu.
Lina: Como é que tu pretendes que nós saíamos desta ilha?
Alex: Bom, nós pensámos em sair usando um pára-quedas, mas a ideia não deu. Porém, podiamos fazer uma jangada.
Aki: Oh, boa ideia! – disse ela, animada.
Alex: Temos madeira na ilha e também temos corda para prender os troncos.
Os outros concordaram com a ideia.
Alex: Bom, primeiro sugiro que façamos o seguinte. Vamos dividir-nos e procurar bons troncos para a jangada. Daqui a… vamos ver, vinte minutos, reunimo-nos aqui para decidirmos que troncos vamos usar. Lembrem-se de que só os resistentes interessam.
Os outros concordaram e saíram da casa. Antes de se separarem, a Hikari disse:
Hikari: Pessoal, vamos dar o nosso melhor. Mas, por favor, não se aproximem das colmeias.
Sem dizer mais nada, afastou-se. Os outros ficaram um pouco confusos, mas não ligaram muito.
Magicville
A Lina andava a procurar há cinco minutos. Já tinha visto dois troncos bons. Estava agora quase a passar pela área das colmeias. Deteve-se. A Hikari tinha pedido a todos para não irem para ali.
Ao longe, a Lina vislumbrou uma grande árvore, que parecia ser boa para a jangada. Mas a Lina só podia avaliar isso se estive mais perto. Decidiu arriscar. A Hikari devia estar maluquinha ao dizer para não se aproximarem das colmeias.
A Lina foi até à árvore. As colmeias eram mesmo ali ao lado e ouvia-se o barulho das abelhas. Enquanto estava a olhar para a árvore, a Lina não notou que uma pessoa, com uma seringa na mão, se aproximava dela.
Num movimento rápido, a pessoa espetou a agulha no pescoço da Lina. Ela nem teve tempo de gritar. Um veneno foi injectado no seu pescoço e ela morreu instantaneamente. A seringa foi deixada, caída no chão. No pescoço da Lina, havia apenas uma picada, que poderia ser facilmente uma picada de abelha, mas que tinha sido uma injecção letal.
Seis pessoas de uma colmeia fazem brinco;
A uma picou uma abelha e então restam cinco.
Magicville
O assassino não perdeu tempo. Tinham passado dez minutos e só restavam mais dez para que todos se reunissem na mansão. O assassino tencionava liquidar mais uma vítima antes que todos se reunissem.
Caminhando rapidamente, o assassino foi até ao local onde tinha matado a Ilda. Ainda ali estava o machado, ensanguentado. Pegando no machado, o assassino continuou a caminhar… e encontrou a sua próxima vítima.
A Hikari estava a observar as árvores, mas os seus pensamentos estavam longe. Será que alguém se iria aproximar das colmeias? Mal ela sabia que já alguém tinha feito isso e… pagado um preço muito alto.
O assassino aproximou-se da Hikari sem fazer barulho. Elevou o machado e, com um movimento poderoso, usou o machado e cortou o pescoço da Hikari. A cabeça da Hikari rolou pelo chão. Tinha sido decapitada. O machado ficou no meio do chão, agora coberto de sangue.
Cinco pessoas foram caminhar, a tomar ar no mato;
Uma ficou perdida e então restam quatro.
Magicville
Passaram os vintes minutos, mas apenas quatro das seis pessoas estavam reunidas em frente à mansão.
Alex: Onde está a Hikari? E a Lina?
Camy: Não as vi. – disse a Camy, encolhendo os ombros.
Aki: Estou com um mau pressentimento.
A busca à ilha deu origem à descoberta dos dois corpos. As três meninas pensaram em desistir de fazerem a jangada, mas o Alex insistiu. Pegando no machado, que tinha sido lavado, o Alex foi cortar as árvores para a jangada. Depois, as meninas trataram de amarrar os troncos e depois todos levaram a jangada até à praia. Tinham improvisado uns remos. Anoiteceu.
Camy: Pronto, amanhã partimos.
Alex: Não, nem pensar. – disse o Alex. – Eu quero partir hoje.
Daphne: Mas é de noite! – protestou a Daphne.
Alex: E o que é que isso tem? Tenho o pressentimento de que, se hoje formos dormir, quando amanhã acordarmos, o assassino já deve ter destruído a jangada.
As três meninas permaneceram caladas. Secretamente, concordavam com o Alex. Voltaram a olhar uns para os outros. Os seus olhares estavam cheios de desconfiança.
Aki: Vamos lá então!
Todos ajudaram a empurrar a jangada para dentro de água. Depois, saltaram para lá e pegaram nos remos. Mas a aventura não durou muito. Começou uma tempestade. Começou a chover e haviam ventos fortes.
A jangada começou a tremer e a saltar. Subitamente, o Alex foi atirado à água.
Daphne: Alex!
Mas era de noite, estava escuro, estavam no meio da tempestade e as ondas eram enormes. O Alex desapareceu no meio das ondas, perdendo-se para sempre.
A Daphne começou a chorar. Com muito esforço, a Camy e a Aki conseguiram manobrar a jangada e ela chegou a terra. As três voltaram para casa, fecharam-se cada uma no seu quarto e terminou o dia.
Quatro pessoas no mar; para um foi a última vez
Os outros nada puderam fazer e então restam três.
Magicville
Quando a Daphne acordou no dia seguinte, olhou pela sua janela, que dava directamente para a praia e suspirou. A jangada estava destruída, tal como o Alex previra.
A Daphne suspirou novamente. O Alex já não estava entre os sobreviventes. As três meninas encontraram-se para tomar o pequeno-almoço. Depois, a Camy e a Aki foram para a sala e a Daphne subiu até ao primeiro andar.
Sem saber porquê, sentiu um impulso para ir ao quarto da Hikari. Quando lá entrou, viu que em cima da cama, tapado por um lençol, estava o corpo da Hikari. Estremeceu. Em cima da secretária estava uma folha de papel, escrita. A Daphne pegou nela e começou a ler.
Sentiu-se exausta ao ler aquilo. Depois, foi ler os versos. Batiam certo. O Alex tinha morrido de afogamento e a Lina tinha morrido com uma picada, se bem que não fosse de abelha.
A Daphne desceu as escadas e foi até ao jardim. A próxima rima falava num urso, mas não haviam ursos naquela ilha. Subitamente, um grande bloco de mármore caiu do piso de cima, bem em cima da cabeça da Daphne, esmagando a cabeça dela. Era um enorme relógio de mármore, que estava no quarto da Hikari… um relógio em forma de urso.
Três pessoas andando pela casa. E depois?
O urso abraçou um e então restam dois.
Magicville
A Aki e a Camy, sentadas na sala, ouviram um barulho enorme vindo do jardim. Correram para lá. A Daphne estava morta.
A Aki e a Camy entreolharam-se, mas este era um olhar diferente. O olhar cheio de confiança que costumavam transmitir uma à outra tinha desaparecido, sendo substituído por medo.
Só restavam elas as duas na ilha… isso queria dizer que…
Camy: Então é isso…
Aki: Como é que a Daphne…
Camy: Foi um plano engenhoso.
As duas entreolharam-se. Subitamente, a Camy viu uma pistola no meio da relva. Correu para lá e pegou nela, apontando-a à Aki.
Camy: Aki, não sei como é que pudeste matar toda a gente!
Aki: Mas… - disse a Aki, aproximando-se da Camy.
Camy: Afasta-te ou eu disparo!
Aki: Camy, dá-me a pistola!
A Aki aproximou-se mais. A Camy premiu o gatilho. Um tiro certeiro no coração e a Aki caiu, morta, na relva do jardim.
Duas pessoas ao sol, com medo até de uma pluma;
Uma delas acaba por morrer e então fica só uma.
Magicville
A Camy deixou a pistola cair no chão. Doía-lhe a cabeça. Tinha acabado de matar a sua melhor amiga. Mas como é que a Aki tinha conseguido matar a Daphne, estando sempre na sala ao lado da Camy? Essa era a grande dúvida que pairava na mente da Camy.
Por um lado, sentia-se aliviada. Era a única sobrevivente na ilha. Mas ninguém lhe iria tentar fazer mal. Subiu até ao seu quarto e, quando entrou, lançou um pequeno grito.
No meio do quarto estava uma cadeira e, no tecto, havia um gancho. Nesse gancho havia uma corda com um laço. Uma corda pronta para um enforcamento.
A Camy lembrou-se do último verso.
Uma pessoa está aqui só, das dezasseis apenas restou uma;
Por fim ela enforcou-se e não ficou nenhuma.
Camy: Então… eu deveria enforcar-me… mas não vou enforcar-me! Eu não vou morrer!
A Camy chegou perto da cadeira e deu-lhe um pontapé, derrubando-a. Ela não ia morrer. A morte era para os outros. Subitamente, a Camy ouviu a porta do quarto abrir e virou-se. À porta do quarto, estava uma pessoa que ela conhecia.
Camy: Não… não pode ser! Tu morreste! Não podes estar aqui!
Mas a pessoa que estava à porta, estava bem viva.
Continua…
No próximo capítulo: A Camy acaba por descobrir quem é que afinal andava a matar todos os outros. Como é óbvio que ela sobrevive, porque senão a fic terminava, eles voltam à zona entre os mundos e escolhem um novo portal. Lá, encontram uma velhinha simpática e um grande dilema.
Cantinho das Personagens, O Confessionário – 33:
Camy: Bem, parece que estou sozinha.
Assassino ou Assassina: Não. Eu também estou aqui!
Camy: Cala-te! Eu mereço ter mais tempo que os outros para falar. Consegui sobreviver, enquanto todos os outros falharam e morreram. Sabem uma coisa, eu e a Aki fomos um pouco estúpidas. Se estávamos as duas na sala, nunca podíamos ter empurrado o bloco de mármore que esmagou a cabeça da Daphne.
Assassino ou Assassina: Olha que novidade. Mas vocês são todos burros. Como é que achas que eu consegui matar toda a gente, bom, excepto tu, e escapar impune?
Camy: Vá, vamos mas é embora que os leitores não querem saber de conversas entre nós, porque não vou revelar quem é que eu vi à porta do meu quarto e que devia já pertencer ao mundo dos mortos.
Assassino ou Assassina: Xauzinho!
Anedota de Vida
20.
A Ilda virou-se para a Sarah, a Anna e a Saki e sorriu.
Ilda: Vejam lá se sabem a resposta à minha adivinha. Sou ave, mas não voo. Tenho lá, mas não sou ovelha. O que sou?
Sarah: B-bem… não faço ideia.
Saki: Passo.
Anna: Eu desisto. Qual é a resposta.
Ilda: É a avelã!
Sarah, Saki e Anna: ¬¬X
Cantinho do Autor - 16:
Olá a todos! Bom, não digo que a solução do enigma seja fácil, mas também não é muito difícil descobrir quem é que andou a matar os outros. Caso não tenham percebido, a Camy pensava que estava sozinha, mas uma das pessoas que, supostamente morreu, não morreu e era essa pessoa que andava a matar todos. Qual deles era? Vão ter de esperar pelo próximo capítulo para saber.
Bom, espero que pelo menos alguém consiga ter um bom raciocínio para descobrir quem matou todos os outros. Se se lembrarem mais ou menos como cada um morreu, vão ver que algumas pessoas, por exemplo a Aki, ela não podia estar viva, porque recebeu um tiro no coração.
Acho que até já dei pistas a mais. Vamos ver se alguém descobre. Até para a semana!
E se fosses tu?
A Hikari, apesar de não explicar o porquê, avisou os outros para não se aproximarem das colmeias.
82 – Se tu estivesses nos lugares dos outros, farias o que a Hikari diria ou não? Ou exigirias que ela explicasse o que queria dizer com aquilo?
A Aki e a Camy, que pareciam ser inseparáveis e que confiavam uma na outra, no momento em que viriam a Daphne morta, não hesitaram em pensar que a outra era a assassina.
83 – Se tu estivesses no lugar da Aki ou da Camy, nesse momento, achas que conseguirias continuar a confiar na pessoa que era a tua melhor amiga?
84 – Quando a Camy pegou na pistola e a Aki lhe pediu que lha desse, o que farias tu se estivesses no lugar da Camy? Davas a arma à Aki, mesmo pensando que ela era a assassina, agias como a Camy e tentavas matar a Aki, pois pensavas que ela te queria matar ou fugias dali?
A Camy sabe quem é a pessoa que andou a matar os outros.
85 – Aqui vem a pergunta derradeira. Depois de analisares o que aconteceu, quem achas que é o assassino ou assassina? E porquê?
