Notas da Autora
A Restauração Terráquea começa o seu ataque e graças aos cientistas, muitos saiyajins encontram-se incapazes de enfrenta-los.
No Tengoku, as esferas criadas pelo jovem Pikoli, enfim, ficam prontas e nisso...
Yo!
Quero pedir desculpas pelo atraso.
Enfim, mais uma fanfiction terminada. Foi iniciada em 15/11/2009, ficou anos em hiato, até que foi finalizada.
Quero agradecer a todos que a acompanharam desde o início e também desculpas por tê-la deixado tanto tempo em hiato. ^ ^
Fico feliz de enfim poder finalizar as minhas fanfictions. Algo que vou fazer, aos poucos. ^ ^
Tenham uma boa leitura.
Capítulo 38 - O sacrífico do verdadeiro futuro para um alternativo
O scouter de Kakarotto apita no meio da madrugada e ele força-se a atender, enquanto Chichi geme pelo horário ingrato que resolveram chamar o seu esposo.
- Quem é? – o saiyajin pergunta mal humorado, desejando matar o infeliz do outro lado da comunicação.
- General Kakarotto, precisamos de ajuda! Estamos sofrendo uma invasão!
- O quê?! – ele fica estarrecido. – Como assim uma invasão? Quem seria louco o suficiente para nos atacar?
- Eles têm caudas como nós, embora alguns outros não tenham. Estão acabando com as nossas defesas! E estamos nos sentindo estranhos. Muitos estão passando mal, por assim dizer.
Ele não consegue compreender o porquê de não ter conseguido sentir tantos ki´s alterados, o que seria comum em um confronto, até que se sente mal e estranhamente desorientado, acabando por cair no chão, para desespero de Chichi que corre até ele, enquanto o mesmo tem dificuldade em erguer-se.
- Kakarotto-sama! Kakarotto-sa...! – porém, a voz do outro saiyajin silencia-se abruptamente sobre um som irreconhecível.
- Meu amor! O que houve? – ela o sacode, enquanto fica agoniada.
- Não sei, Chi... Minha mente está estranha e meu corpo não me obedece. Toda a minha cabeça doí.
- Kakarotto! – ela exclama, agoniada, abraçando a cabeça dele, enquanto a deposita em seu colo, confortando-o. – Fique comigo!
- Só estou tonto e fraco... Não acho que vou morrer, meu amor. Se acalme. – fala fracamente, enquanto lutava para manter os olhos abertos.
Nisso, Suno surge afobada, pois ouvira o grito de Chichi da casa vizinha e notara que era um grito agoniado.
- Chi? Tudo bem? – ela pergunta e depois, olha para o saiyajin caído – Kakarotto?!
Corre até eles e encosta a mão no pescoço dele e fica aliviada ao sentir a pulsação.
- Suno... E o meu Kakarotto? – ela murmura fraca, com os orbes imersos em lágrimas, apavorada.
- Ele está bem, Chi. Só desmaiou... – nisso, ambas ficam aliviadas e ela comenta, preocupada – Mas, não entendo, como um saiyajin pode ficar desse jeito, sem estar em uma luta. Parece que ele voltou de uma luta acirrada.
- Eu não sei! Estávamos dormindo, aí o scouter dele apitou. Ele atendeu e ouviu um saiyajin do outro lado, falando que estávamos sendo invadidos ou algo assim e após algum tempo, a ligação foi encerrada abruptamente.
- Uma invasão? – Suno fica embasbacada – Quem é louco para enfrentar esses monstros, com exceção de Kakarotto, claro.
- Não sei... Não entendi direito a qual invasão eles estavam se referindo. – Chichi fala agoniada, olhando o céu.
- Chi, vamos nos esconder no porão, pois a estrutura dele é o mais forte da casa. Vamos levar Kakarotto conosco.
- Concordo... Acho perigoso ficarmos aqui.
- Chi, deixe que eu levo o maior peso. Apenas, o apoie. Lembre-se que está grávida e não pode fazer força.
- Você aguenta, Suno? – ela pergunta preocupada.
- Descobriremos agora.
Nisso, elas erguem Kakarotto e Suno procura apoiar a maior parte dele nela, para que Chichi ficasse com menos peso.
Ela não podia dizer que era fácil, pois ele era muito pesado, mas, não tinham escolha, porque a sua amiga não podia tomar metade do peso dele, estando em um estágio tão avançado da gravidez e, portanto, ela era a única disponível para suplantar o peso.
Com dificuldade, elas o arrastam, tornando tal distância, no mínimo torturante para Suno, já que estava sustentando grande parte do peso dele, mas, após algum tempo, que pareciam horas de suplício, haviam conseguido chegar com ele até o porão e nisso, ficam ao lado da máquina de gravidade.
Afinal, de toda a estrutura do porão, aquela parte era bem sólida e resistente, por causa dos treinos que um saiyajin fazia e a área da máquina de gravidade, era especialmente reforçada, tornando o lugar mais seguro da casa.
Nisso, elas escutam o som de explosões, enquanto se encolhem contra a parede, sem saber o que acontecia e quem eram os invasores e o que eles queriam.
Apenas podiam orar, enquanto esperavam que o pior passasse, sem saber se era melhor ou não os saiyajins perderem essa guerra.
Longe dali, no palácio dos saiyajins, Vegeta estava na mesma situação de Kakarotto, enquanto que estava seminu tal como Konato, só que ela estava muito bem e quando se aproximou dele, só de peças íntimas, ele viu, horrorizado, ela se transformando em super saiyajin 5, fazendo-o ficar estarrecido.
- Meu caro imperador... Está na hora dos terráqueos terem seu planeta de volta. – fala com um sorriso maligno.
- Quem é você bastarda?
- Uma meia saiyajin que nasceu de um estupro... Bem, adeus, imperador bastardo.
Então, concentra uma esfera de energia em sua frente.
Já, Vegeta, usa todo o seu orgulho, lutando para se erguer e falhando, quando tentou concentrar todo o seu poder para ataca-la.
- Eu, o poderoso imperador Vegeta, não serei morto por um lixo como você!
- Entendo... Bem, desapareça, verme desprezível.
A mestiça fala e lança a esfera à queima roupa, sendo que a esfera de Vegeta é engolida, assim como seu braço, com o mesmo gritando, até que todo o seu corpo é consumido, sem deixar qualquer vestígio de sua existência, assim como ela estourou grande parte do palácio e uma extensão considerável do mesmo, para depois apertar uma cápsula e tirar uma espécie de baú, abrindo-o e retirando deste, roupas que usava no Tengoku, que eram de treino, contendo um emblema, indicando que era uma general.
Quando termina de se vestir, a porta é aberta e os soldados ficam estarrecidos com a meia saiyajin, que os explode sem dar tempo de reação, enquanto partia para se juntar aos seus amigos na erradicação dos saiyajins.
Há milhares de anos luz dali, todos os saiyajins em missões foram abatidos por mestiços e algumas raças que estavam prestes a serem exterminadas, ficam aliviadas ao verem que alguns do grupo que o atacavam aniquilaram outros e comemoram, quando estes se retiram do planeta, sem saber que eram meio chikyuujin que retornavam para a Terra.
Já, em algumas naves que vagavam pelo espaço, os mestiços nas naves circulares, concentram-se e conseguem invocar uma esfera fora da nave e a mesma ataca as demais naves, abruptamente, nesse caso o vidro, quebrando-o e fazendo os mesmos morrerem frente ao vácuo do espaço, para depois explodirem a nave, afastando os destroços deles.
Era uma técnica que aprenderam após muito treino e que fora ensinado por Kami-sama. Todos os mestiços sabiam e era útil, se estivessem em um local, e precisassem invocar uma esfera de ki, fora de onde estavam.
Após algumas horas, todos os saiyajins puros que estavam em invasões, foram exterminados pelos mestiços e os mesmos estavam retornando para a Terra.
Já, no planeta azul, a Restauração terráquea estava conseguindo destruir centenas de saiyajins, enquanto tomava o controle de muitas áreas, inclusive vitais, sobre ordens de Things e dos demais cientistas, que montaram cuidadosamente e meticulosamente uma estratégia para enfraquecer a resistência dos saiyajins, facilitando assim o extermínio dos mesmos, apenas decidindo manter algumas exceções, caso não criassem problemas para eles.
Conforme esperado, os sayajins que contraíram união com os terráqueos não se envolveram, sendo que muitos estavam imobilizados pelo gás translúcido, enquanto que os outros ficaram juntos de sua esposa e alguns com crias.
No Tengoku, em uma sala especial, Kami-sama, Mister Popo, Karin-sama e Pikoli, observam que as esferas enfim são criadas e nisso, ele olha para o seu pai com um semblante triste, enquanto o mesmo chorava.
- Mister Popo... Nos leve ao local mais inóspito do planeta, onde não seremos incomodados. – Kami-sama fala com a voz embargada, lutando contra as lágrimas.
- Sim, Kami-sama. Venham.
Nisso, ele invoca seu tapete mágico e todos sobem nele, enquanto que Pikoli usa seus poderes para levitar as esferas e coloca-las no tapete.
Então, eles desaparecem e reaparecem em uma cadeia de montanhas, completamente desoladas, onde o céu era tingindo de cinza e tendo fortes rajadas de vento.
- Yunzabit, né? – Karin comenta, olhando em volta.
- Sim. Nesse lugar, não há nenhuma presença de vida há milhares de quilômetros. – Mister Popo fala.
- Obrigado, Mister Popo – Pikoli agradece.
- Por nada, jovem Pikoli.
Então, a criança namekuseijin invoca o seu dragão, com o mesmo nome do que o pai criara, até aspecto, como uma forma de homenageá-lo, tal como a aparência.
- Todo poderoso Shenron! Apareça para realizar os meus desejos!
Nisso, o céu fica escuro e relâmpagos cortam as nuvens tenebrosas, enquanto que várias rajadas saem das sete esferas, até que elas se juntam, tomando a forma de um corpo esguio, só que reluzindo em um tom dourado, até que após descer das nuvens, o brilho dourado cessa e um imenso dragão verde, com chifres e um bigode fino e comprido, aparece, olhando para seu invocador, sendo que se prostra lentamente.
- Aqui estou mestre. Quais os vossos desejos? Tem direito a três.
Nisso, ele abraça o seu pai, que o abraça também, para depois falar ao genitor:
- O amo, otou-san e sempre o amarei. Mesmo que eu não exista mais.
- Sempre me orgulhei de você, meu filho... Sempre. Sei que não temos escolha. Sei que precisamos sacrificar esse futuro, em prol de um que nunca existiria, sem as esferas.
- Apesar desse que estamos agora ser o verdadeiro futuro, sendo que os arcosianos nunca deveriam existir, pois o destino deles era a não continuação da raça, temos que fazê-los existir, para que a cadeia de eventos gere o futuro alternativo que salvará esse universo. – Pikoli fala, tristemente.
- Sacrificar o verdadeiro, para surgir um falso... Nunca imaginei que iríamos mexer no tempo, impondo ao universo um futuro alternativo e não o correto que é esse. – Karin fala, apoiando-se em seu cajado, olhando o chão tristemente, ao imaginar a dor que Kami-sama e o Pikoli estavam enfrentando e o enorme sacrifício que ambos faziam.
- É irônico, Karin-sama... – Pikoli fala, afastando-se de seu pai e caminhando rumo a Shenron, que aguardava pacientemente o desejo – Sacrificaremos o verdadeiro futuro para dar um falso. Mas, não temos escolha, pois o verdadeiro futuro caminha para o nada. O fim de tudo. No falso futuro, o universo existirá e teremos um grandioso herói.
Então, o genitor caí de joelhos no chão, para depois curvar-se e chorar, enquanto era amparado por Mister Popo e Karin- sama, que olhavam com pena para o enorme sacrifício que Kami-sama fazia pelo bem do universo em um futuro alternativo.
- Primeiro desejo, Shenron. Faça o pai do arcosiano Cold salvar o filho da morte certa quando ele estava fugindo do planeta condenado, além de garantir a vida dele até que saía do planeta! Meu segundo desejo, é garantir que a nave do saiyajin Kakarotto caia próximo de onde um terráqueo mestre de artes marciais, chamado Son Gohan, se encontra, para que ele veja a queda. Veja a imagem desse chikyuujin na minha mente. Certifique-se que ele caia perto dessa cabana. Meu terceiro desejo, é que impeça que um asteroide destrua o planeta Bejiita, até este ser destruído por um arcosiano chamado Freeza.
- Entendo... Porém, devo adverti-lo, mestre, que a consequência desses desejos é o fim desse futuro. Outro alternativo surgirá. Com o fim deste futuro, tu, Mestre Pikoli, não existirá, assim como esse Shenron não existirá, uma vez que dependo de sua existência. Aceita o preço de vosso desejo? – o dragão pergunta com a voz etérea.
- Sim. – o jovem fala com a voz embargada, enquanto chorava.
- Realizei os desejos.
Nisso, os olhos rubros do dragão brilham e então, Pikoli se vira para seu pai e acena, enquanto fala, com um sorriso fraco em seu rosto umedecido pelas lágrimas:
- Sayounara... tou-chan.
- Pikoli!
Ele exclama, estendo a sua mão, quando um fulgor intenso alvo os envolve, assim como todo o planeta, com os guerreiros olhando confusos, até que esse fulgor se propaga pelo universo inteiro.
Então, o fulgor some e revela uma parte distinta do universo, onde um jovem arcosiano luta para escapar de um planeta condenado.
- Vou te matar, aberração!
Um arcosiano demente surge com os olhos saltando das órbitas, tamanha a insanidade, deixando um campo de batalha no solo com muitos corpos, todos pertencentes a aquela raça.
O pequenino luta para se esquivar dos feixes de luz que irradiavam dos orbes do mais velho.
- Não vai escapar! – ele exclama e nisso, quase o alcança, quando outro adulto, na segunda forma, aparece na frente deste, que estava na primeira forma.
Por um momento, o agressor demente acabou se distraindo com a figura de uma criatura translúcida com corpo esguio esverdeado e olhos rubros, além de chifres e frente a essa visão, que somente ele viu, se distraiu e esse minuto de distração, foi o suficiente para que o pai do pequeno Cold, aparecesse na frente dele, concentrando seus poderes, sem saber que outro arcosiano, logo atrás deste e que quase conseguiu mata-lo, acabou vendo Shenron também, fazendo-o se distrair e assim, permitindo que o rei pudesse salvar o filh que acontece:
- Morra! – nisso, ele aparece na frente do agressor de seu filho e desfere um soco no rosto do perseguidor e em seguida, o despedaça com uma esfera de energia.
Ele encontra-se ofegante e com um ferimento muito sério no seu tórax, enquanto sentia que sua a vida se esvaia a cada minuto e em seu pescoço, repousava um colar com um símbolo. O símbolo real daquele planeta que entrara em uma intensa e violenta guerra interna em busca de poder e para eliminar o pequeno arcosiano, o príncipe, que possuía o maior poder dentre a sua raça, além de ter nascido com a habilidade de sobreviver no espaço, indefinidamente, sem limite de tempo, ao contrário dos demais, sendo uma mutação dentro da raça que incentivara ainda mais a revolta.
O filho, chorando, tenta se aproximar do pai, mas, este faz um gesto vigoroso para ele se afastar e fala, entre golfadas de sangue.
- Fuja meu filho... Voe pelo espaço. Apesar de ser um príncipe sem reino, é poderoso e, portanto, ficará bem. Apenas desejo que seja feliz. Não há futuro para você nesse planeta morto. Seu papa sempre irá se orgulhar de você.
- Papa, não... Não vou sem o senhor. – o príncipe insiste.
- Vá, Cold! Pelo menos, você deve sobreviver, meu filho. O papa agradece e muito por ter tido você.
- Papa!
- Vá, Cold! Não posso segura-los por muito tempo!
Chorando, o pequeno vira de costas para o pai e parte para o espaço, enquanto que uma esfera de energia quase o acerta, com ele vendo outro arcosiano adulto, na primeira forma que avançava e que fora aquele que estava atrás do genitor do pequeno e que se refez da visão, quando a mesma desapareceu.
O monarca consegue segura-lo pelo pé, o surpreendendo, pois estava tão eufórico para matar o príncipe, que não percebeu o genitor deste e o mesmo aproveita para desintegrá-lo com uma rajada.
Porém, antes deste morrer, fulminado pelo ataque, consegue aumentar o buraco no tórax do rei, que cai sem vida em direção ao solo e mesmo desejando ir atrás do seu pai, ele se lembra das palavras do mesmo e de seu desejo.
Então, parte para o espaço para procurar outro planeta para se estabelecer e aprender ainda mais sobre os seus poderes, não percebendo que Shenron o seguia para garantir que chegasse em segurança há um planeta deserto.
Mais de cem anos depois, uma pequena nave circular chega a Terra, trazendo um bebê saiyajin e quando estava há minutos de entrar na atmosfera do planeta, Shenron, em uma forma translúcida, de olhos rubros brilhantes, consegue desviar a rota da nave espacial do bebê, para que esta caia próxima a cabana de Son Gohan.
Nesse interim, nada mais resta do planeta natal dele, que fora destruído por Freeza, sem este saber e muito menos os saiyajins, que o destino do planeta seria de fato um asteroide proveniente do planeta morto original dos arcosianos, do qual, o pai de Freeza e Cold nasceu.
Porém, graças a Shenron, o planeta morto não foi destruído por outro asteroide e nenhum pedaço deste foi lançado pelo universo, para atingir após cem anos, o planeta dos saiyajins, condenando o mesmo a ser destruído por um descendente de Cold.
O barulho da nave se chocando na montanha, atraí a atenção de Gohan, que estava colhendo ervas e então, corre até o local onde a fumaça subia para os céus e encontra um bebê com cauda, que chorava.
Anos depois, esse bebê cresceu, enquanto era criado com muito amor por Son Gohan e graças a um incidente quando era um bebê, tornou-se alguém gentil, amável e bondoso.
Porém, acabou matando seu amado avô, sem saber, em uma de suas transformações e um ano depois, o mesmo estava arrastando um enorme peixe, sem saber que uma jovem cientista chamada Bulma iria encontra-lo e que assim se seguiria a história das Dragon Balls, sem ninguém saber do sacrifício exigido e o fato de que não era o verdadeiro futuro e sim, um surgido, graças a Dragon Balls especiais criadas em um futuro verdadeiro que não mais existe.
Anos depois, após Goku se salvar da doença do coração graças ao filho de Bulma e Vegeta do futuro, Trunks, mais precisamente no Tengoku, Mister Popo via Kami-sama olhando para o céu, com um olhar perdido, como se estivesse pensando e então, se aproxima dele e pergunta:
- Tudo bem, Kami-sama?
- Não sei, Mister Popo... Por mais estranho que seja, sinto que falta-me algo. Não algo, de alguém... É estranho, não acha? Afinal, deveria estar atento aos androides, que em breve chegaram, conforme aviso do jovem filho de Vegeta e Bulma, Trunks.
- Sim, mas, Mister Popo confessa que também sente falta de alguém, mas, não sabe de quem é.
- Desculpe me intrometer na conversa, mas, também me sinto assim. Hoje é um dia tão estranho.
Ninguém consegue ver ou sentir, que um imenso dragão transparente os observa, não sendo ninguém menos que Shenron criado por Pikoli e que o mesmo encontrava-sesentado na cabeça deste, sorrindo ao ver o seu pai, para depois falar ao seu dragão:
- Muito obrigado, Shenron... Fico feliz de vê-los, principalmente o meu tou-chan, antes de desaparecer.
- Por nada... Sou vossa criação e, portanto, como desejou, no fundo de teu coração, rever o seu genitor uma última vez, até desaparecemos sem deixar qualquer vestígio de nossa existência, eu realizei essa última vontade. Esse é o dia equivalente a aquele que fez o desejo. Por isso, desapareceremos hoje.
- É verdade... Podemos ficar aqui, até desaparecemos?- ele pergunta tristemente.
- Sim, Pikoli-sama. – o dragão fala e nisso, seu corpo começa a desaparecer, começando por sua cauda, sem este sentir nada.
Quando todo o dragão desperece, Pikoli começa a desaparecer também, enquanto que murmura, com um sorriso, enquanto lágrimas brotavam de seus olhos:
- Adeus, tou-chan... Cuide-se.
Então, desaparece, enquanto que Kami-sama se vira para onde Pikoli e o Shenron do mesmo, estiveram momentos antes, enquanto que jurava ter ouvido a frase "Adeus, tou-chan... Cuide-se."
- O que aconteceu, Kami-sama? – Mister Popo pergunta, ao ver a face surpresa dele, olhando para um ponto qualquer do céu estrelado, já que era de noite.
- Não sei... Ouvi uma voz, quase como um murmúrio. Vocês ouviram?
Karin-sama e Mister Popo se entreolham, para depois negarem com a cabeça.
- Acho que foi só uma alucinação... Deve ser o nervosismo sobre os androides e o futuro tenebroso que eles podem trazer.
- Provavelmente é isso. – Karin-sama comenta.
Então, Kami-sama passa a olhar para o ningenkai (mundo dos humanos), enquanto que a sensação de que faltava algo, ainda persistia em seu coração, assim como uma tristeza imensa, que não sabia de onde vinha.
FIM
Notas Finais
Yo!
Eis a surpresa dessa fanfiction XDDDDDD
