'·.¸.ღ Lady Mine ღ.¸.·'
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\Capítulo Trinta e Sete\
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Sesshoumaru nunca acreditara em supertições.
Achava estupidez não passar por debaixo de uma escada, ou o escândalo que muitos faziam quando quebravam um espelho.
Supertições eram crenças estúpidas nos quais tolos desocupados e ignorantes acreditavam. Trabalho de pessoas que deveriam ter tido suas vidas apagadas antes de abrirem suas bocas para pronunciarem absurdos. Ele dizia o mesmo de profecias, que apareciam para distrair tolos de um problema maior. E também não dava crédito ao mau presságio.
Entretanto, não gostara da forma como aquele dia amanhecera.
Havia algo estranho no ar, e até mesmo na cor comum da alvorada. Havia um cheiro que estava e ao mesmo tempo não estava presente. Até mesmo a forma como o vento soprara parecia estar tentando avisar algo. Algo que lhe trazia uma irritante sensação de impotência.
Alguma coisa se aproximava. Mas não era a tempestade que meteorologistas anunciavam estar chegando a Tóquio, antes de alertarem a necessidade de se preparem para um possível período de isolamento. O clima mudara bruscamente. Não havia rastros do sol que se fizera presente nas últimas semanas. Mas ele não sentia o cheiro da tempestade. Conhecia o cheiro da tempestade. Sentira-o muitas vezes para se enganar agora.
Sem conseguir evitar, olhou para a cama, como se quisesse verificar que tudo estava certo. Ali, Kagome dormia encolhida sob as cobertas, deixando apenas o rosto do lado de fora. Agora, ela parecia tranquila, entretanto, quase não dormira durante a noite. Pesadelos a despertavam a cada minuto, mas o pior havia sido o último. Deste, ela quase não despertara. Necessitara da ajuda de Aishu para fazê-lo, e ambos terminaram machucados pelo poder que ela liberou durante o pesadelo. Um sonho do qual ela se negara a falar, enquanto se encolhia e chorava. Algo que apenas a deixara voltar a adormecer pouco tempo antes do amanhecer.
Incomodava-o saber que ela queria manter-se em silêncio. Não deveria, mas o frustrava ver que algo a machucava e ele nada podia fazer.
Sacudindo-se e intitulando-se como estúpido, voltou a atenção para a tela do notebook, enquanto terminava de abotoar a camisa. Era melhor se concentrar em sua agenda diária, no que nos problemas de sua companheira. Só necessitava atuar quando ela estava presente e bem desperta, caso o contrário, não havia motivos para pensar naquelas besteiras.
Avaliou os dados na tela do notebook e ficou satisfeito por não ter muitos compromissos àquele dia. Despertara com a intenção de cancelar boa parte dos compromissos que viesse a ter, para poder estar em casa antes das três, mas saber que não precisaria fazê-lo era muito melhor. Afinal, seu pai estava vigiando todos os seus passos e obviamente tentaria descobrir a razão dos cancelamentos. E não queria que ele nem ao menos imaginasse que estava agradando Kagome. Ele poderia desconfiar e lhe atrapalhar.
"E avancei muito para ser atrapalhado agora. Especialmente quando finalmente a tenho em minha cama."
Novamente olhou-a.
Aquela era uma imagem que se acostumara a ter quase todas as manhãs. Um costume que ela estava adquirindo desde a noite em que se tornou ainda mais ativa e decidiu seduzi-lo. Um costume que ele pretendia não deixá-la perder. E tudo por ele ter dito sim quando ela lhe pedira que fosse totalmente dela em troca de ela esquecer tudo e se deixar apaixonar.
Não fora difícil fazê-lo. Ele era um Youkai de Honra, jamais corromperia seu casamento com a Humana com traição. Ele, nestes termos, seria dela. Mas ela jamais teria o que almejava dele: amor.
Se soubesse que um sim poderia trazê-la tão rápido para seus braços, o teria feito antes.
Agora ela lhe sorria, lhe beijava quando ninguém estava olhando, e até mesmo ria durante as conversas que tinham. Kagome se tornara menos tímida em sua presença. Mas sentia que ainda faltava algo. E odiava saber que isto tinha relação com Inuyasha. Havia alguma coisa no relacionamento de Kagome com Inuyasha, que ele ainda parecia estar longe de alcançar. Ela deixava transparecer até mesmo enquanto falava com ele ao telefone.
Desejava matar o meio-irmão por ter o que ele não tinha.
"Mas o que eu não tenho?" Perguntou-se, olhando sua Companheira através do espelho. "O que você dá ao meu irmão e não a mim?"
# Merda! – praguejou ao sentir o tecido da gravata se rasgar entre seus dedos. – Inferno! – resmungou, tomando cuidado para não acordar Kagome, e atirou o tecido no chão.
"Acalme-se!" Ordenou-se, pressionando a ponte do nariz. "É estupidez ficar se consumindo por tal futilidade. O que importa é que ela pertence a mim e não aquele bastardo." Controlado, abriu os olhos. "Sim!" pensou a admirando. "Ela é e será apenas minha."
Pegou outra gravata e a vestiu antes de dar fim àquela que rasgara. Não almejava ouvir Kagome lhe questionar sobre a razão daquilo. Tinha de arrumar um modo de controlar-se melhor, antes que acabasse agir ridiculamente diante de Kagome. Isto seria humilhante demais.
"Só há necessidade de representar com ela acordada e presente!"Lembrou-se com raiva. Caso o contrário todos acreditariam que era um tolo apaixonado. Um fraco que se rendeu ao charme de uma Humana.
Deu um nó perfeito, embora violento, na gravata e arrumou o colarinho da camisa.
"Não! Sesshoumaru Takahashi jamais estaria de joelhos por uma mulher."
O som do toque do celular o arrancou de devaneios. Impaciente, viu o nome de seu pai piscar na tela do aparelho e resistiu ao impulso de destruir o aparelho. Não era necessário atender para saber o que seu pai almejava: Criticá-lo por ter proibido a Humana Kaede de entrar na mansão.
Na manhã anterior, Kagome e a mulher Kaede tiveram mais uma discussão. Uma briga que ele vira obrigado a encerrar expulsando definitivamente da mansão. Afinal, ninguém deveria gritar com a Lady daquela casa. Ninguém, a não ser ele, o Lord da casa.
Adorava saber que estava livre da mulher Kaede, e que Kagome não ira querer tê-la por perto num futuro próximo. Mas detestara ver Kagome passar mal por causa da briga, e odiava ter de receber as ligações constantes de seu pai.
Na primeira vez que Kagome brigara coma a babá, as ligações de seu pai vieram dois dias depois e a cada hora. Ligações onde Inu no Taisho mostrava seu desagrado por Kaede não estar por perto para velar por Kagome – algo que era para ele, Sesshoumaru se preocupar, e não uma Humana estúpida.
"Reclamou como seu eu fosse culpado!"
Lembrou-se dos longos minutos de reclamações, e de como o pai o obrigara a conversar com Kagome, para que a mulher voltasse para a mansão quatro dias antes. Mas a calma entre as duas não durara muito. Kagome não parecia querer tanto a presença da babá ao seu lado. Trancava-se sozinho no quarto. Não aceitava ajudava dela. Tudo o que fazia era trocar algumas poucas palavras cordiais com ela. E no dia anterior, outra briga estourara. Mais séria e obviamente motivada pelo mesmo motivo da primeira.
"E o que me faz querer saber o que houve…"Olhou-a com atenção.
Ali estava outro assunto que ela evitava. Não tem importância, ela dizia quando era questionava, e para não se mostrar tão curioso, não insistia. Mas tinha importância sim. Algo tão sério a ponto de fazê-la detestar a presença de Kaede.
Ouviu o celular tocar novamente e olhou-o com raiva.
Desta vez a Humana deveria ter corrido imediatamente para os braços da mulher de Inuyasha, o culpando por tudo, ao invés de esperar e tentar arrumar tudo por si mesma. Porém, nada o faria mudar de ideia. Kaede não possuía laço sanguíneo algum com sua Companheira, para ele ao menos pensar em relevar como fizera com Kikyou.
# Não vai atender?
A voz dela o pegou de surpresa, e se maldisse por isso. Nada pegava Sesshoumaru Takahashi de surpresa.
Virou-se e seus olhos se encontraram com os dela. Ainda encolhida embaixo dos cobertores, ela o encarava com os olhos nublados pelo sono e cansaço.
# Chichi-ue. – respondeu com desagrado, caminhando até a mesa onde estava o notebook. – Deve ter um bom discurso sobre como eu não deveria ter expulsado sua babá. Afinal, ficar sozinha comigo, para eles, pode lhe ser prejudicial. – olhou-a por sobre a tela.
Kagome ficou vermelha e mordeu o lábio.
# Acha que ele deixaria isso de lado se eu falasse com ele e dissesse que estou bem?
Sesshoumaru a encarou com atenção, antes de desligar o notebook. Não, não adiantaria de nada Kagome falar com Inu no Taisho. O patriarca da família Takahashi acreditaria que ela o fazia por pedido de Sesshoumaru. Então, restaria a ela contar o que acontecera entre as duas. E algum momento teria de falar com seu pai, não poderia evitá-lo por muito tempo.
# Vai me contar o que aconteceu entre vocês duas? – a testa dela se franziu em contrariedade. – Não vai escapar desta vez. – se aproximou da cama. – Necessito saber para evitar que Chichi-ue me tire a paciência por causa desta mulher. Vamos Kagome… não tenho o dia inteiro.
# Certo… - anunciou num tom malcriado, antes de sentar tomando cuidado para não deixar o corpo ser descoberto pelo lençol. – Bem… - ela o olhou, e torceu os lábios como se tivesse provado algo desagradável. – Não surte…
"Surtar?"Estreitou os olhos, desconfiado. Ela já não o conhecia suficiente para saber que Sesshoumaru Takahashi não surtava? Mas, notando o brilho nos olhos dela, decidiu deixar tal deslize passar.
# Começamos a brigar por sua causa. – começou em tom baixo, e virou o rosto para a porta da sacada. – Ela acha que estou agindo de maneira estranha, e atribuiu a causa a você. Durante a briga ela meio que… - o olhou. – bem… ela começou a gritar. Pedi para ela parar. – deu de ombros. – Ela sabe que o bebê não gosta que falem mal de você. Pedi para ela parar, mas não parou. – abaixou os olhos, desenhando na colcha com o dedo. – Disse que preferia me ver morta que me ver aceitar você…
"Ela o que?"
Sua raiva deve ter soado não apenas em seu pensamento, mas também em sua voz. Afinal, Kagome se encolheu como se ele houvesse erguido a mão para ela, e seus olhos se encheram de lágrimas.
"Merda!"Pensou, enquanto lhe entregava um lenço. Esquecera que a mulher estava excepcionalmente frágil naqueles últimos dias. E vê-la chorar o incomodava.
# Não chore. – pediu, sentando-se na beira da cama, e controlando o desejo de ir matar a Humana. – Por que não me disso isso quando lhe perguntei antes?
Kagome ergueu os olhos marejados e mordeu o lábio.
# Imaginei que você fosse…
# Proibi-la de pisar nesta casa? – completou a frase, embora soubesse que ela imaginara que ele fosse matá-la. – Imaginou certo. Ela não pisará mais aqui… sob qualquer circunstancia.
Ninguém podia tratar sua companheira daquela maneira. Nem mesmo o Youkai Companheiro podia fazê-lo. Não importava o quanto de raiva que uma Companheira fizesse, nada justificava tal atitude. Até mesmo pensar era desrespeitoso, e por tê-lo feito no início da união, ele sentia dores na marca dela em seu corpo. Isto tudo, principalmente, por saber que ela não merecia. Por saber que ela era uma boa Companheira, e por querê-la não apenas para tomar conta da criança Hanyou que iria nascer, mas por ter se tornado um vício do que ele não almejava se livrar.
# Ela não usou exatamente essas palavras…
# Ela não pisa mais aqui. – reforçou. Se ele visse a Humana, a mataria. – Não se fala mais nisso. – não iria aceitar ouvi-la defender a mulher que desejara vê-la morta. – Fui claro?
# Sim. – Kagome limpou os olhos. – Sim. Claro. – repetiu em tom baixo, e estendeu o lenço para ele. – Obrigada.
Sesshoumaru a estudou, enquanto pegava o lenço. Entretanto, não encontrou nenhum sinal de amargura por ele ter tomado aquela decisão. No rosto dela apenas estava visível o cansaço de alguém que não conseguira ter uma boa noite de sono. Sacudindo-se mentalmente, se levantou da cama e afastou-se dela. Algum dia descobriria por que aquela mulher o fazia sentir-se como um tolo.
# Não vou poder lhe acompanhar no café hoje. Tenho uma reunião daqui a trinta minutos. – Entrou no banheiro e ao voltar ao quarto viu Kagome levantando com dificuldade da cama. – Não acredito que deveria ir ao colégio hoje.
Ela se virou para ele, com a testa franzida em contrariedade, enquanto desistia de tentar levantar.
# Adoraria ficar deitada, Sesshoumaru. – resmungou, alisando a barriga que crescera muito naqueles últimos dias. – Mas tenho a última prova do período hoje. Não posso perder. Não quando ele pode nascer a qualquer momento. – sorriu fracamente.
"Oh sim… a criança!"lembrou-se da criança que estava preste a nascer, ao se aproximar dela e ajudá-la a levantar. Vez ou outra esquecia que o nascimento de seu herdeiro estava preste a acontecer. E todas as vezes que o fazia, pegava-se se recriminando por isso.
Mulheres, especialmente aquelas grávidas de Youkais, tendiam a apresentar sérias alterações de humor nas últimas semanas. Se era consequência de hormônios ou da ansiedade de se ver logo livro da gravidez, ele não saberia dizer. O que importava era que Kagome já se encontrava daquele modo. Em um momento estava feliz e no outro, por qualquer pequena coisa, chorava ou tinha um ataque de raiva. Ou, como naquele instante, lhe lançava um olhar como se almejasse saber se era estúpido ou simplesmente ignorante.
Pressionou a ponte do nariz, para não castigá-la por lançar-lhe aquele olhar. Era especialmente por tal comportamento instável que decidira seguir o conselho de Ayame.
Dois dias antes a Youkai aparecera, sem ser convidada, em seu escritório, querendo saber como andava seus avanços com Kagome. E mesmo sem pronunciar uma palavra a respeito, ela adivinhara exatamente o que estava acontecendo, e o aconselhara a levá-la para um centro de relaxamento especializado em mulheres grávidas de Youkais.
E era para o melhor de Tóquio que iria levá-la depois de apanhá-la na escolha àquela tarde. Durante duas horas Kagome seria mimada por especialistas. Um tratamento que ele esperava que tivesse resultados, afinal não aguentava mais, inclusive, vê-la passar mal por causa desses estranhos pesadelos.
# Vou lhe pegar no colégio. – informou e a viu aparecer na porta do banheiro. Os cabelos negros ainda despenteados, e uma toalha na mão. – Duas e meia está bom?
# Sim. – ela sorriu, inclinando a cabeça para o lado. – Vamos a algum lugar?
Sorriu, sem desviar a atenção do pequeno computador em sua mão. A Miko era perspicaz, isto não havia como ele negar.
# Vamos. – guardou o pequeno computador. – Tenho um compromisso as três, e quero que você esteja comigo.
A testa dela se franziu, obviamente por querer saber aonde iriam e por que a queria com ele.
# Para onde?
# Não faça perguntas mulher.
Kagome torceu o nariz, enquanto pegava uma muda de roupas.
# Isso é premeditado ou você apenas é ignorante? – ela disse antes de lhe dar as costas e bater a porta.
"O que…" Chocado, Sesshoumaru olhou para a porta fechada. Em outros tempos ele teria arrombado a porta e lhe ensinado uma lição por tratá-lo daquele modo. "Como ela se atreve?"Respirando profundamente, questionou-se tudo se transformara. Quando ele passara a deixar passar ilesa uma mulher que lhe insultava e batia a porta na cara dele.
"Estou louco!"disse a si mesmo, pressionando a ponte do nariz. E se ainda não estava, aquela mulher estava preste a conseguir enlouquecê-lo.
Por que ela o alterava tanto? Por que ela o fazia parecer uma pessoa completamente diferente?
'Desista Sesshoumaru… você já a ama…' Ayame dissera dois dias antes, enquanto saia correndo da sala dele.
# Não… - disse em tom alto o suficiente para apenas ele ouvir.
Não a amava. Não estava apaixonado por ela, ou seja lá que outro nome pudesse se dar aquilo. Jamais o faria. Mas estava satisfeito por conseguir convencer todos daquilo. Seria mais simples quando seu pai descobrisse.
# Merda! – praguejou quando o telefone tocou outra vez alguns minutos depois.
# Inu no Taisho pode ser realmente insistente… - a voz de Kagome veio segundos antes de ela aparecer na porta do banheiro, usando uma calça folgada e um casaco que já falhava em ocultar a gravidez.
# Sim… - olhou-a com atenção. – Acho curioso ele não ligar para você ou para o residencial.
# Quebrei meu celular e ainda não tive tempo para comprar um novo. E puxei o cabo do telefone residencial ontem após a quarta ligação de Kikyou. – mordeu o lábio. – Adoro minha irmã… mas já estava cansada de ouvi-la querer que eu conversasse com Kaede.
# Ela sabe que a mulher…
# Kami, não! – sacudiu a cabeça com veemência. – Kikyou seria capaz de mandar enforcarem Kaede. Ela não morre de amores por você, mas… - torceu o nariz e piscou como se quisesse evitar as lágrimas. – Em fim… - respirou fundo. – Vamos deixar isto apenas entre nós.
Ainda desconfiado, ele confirmou. Não conseguiria arrancar mais nada dela àquela manhã, e muito menos tinha tempo para fazê-lo.
# Aishu só irá lhe deixar no colégio. – informou, terminando de se arrumar e verificando as horas. – Não poderá ficar com você hoje, pois precisarei dele na empresa. Ele terá de ir a Kyoto em meu lugar.
# Não se preocupe, Sesshoumaru. – ela sentou com cuidado na poltrona. – Kami… Espero que isso acabe logo… essa gravidez esta me matando. – encostou-se e colocou os pés sobre o pufe. – Eu ficarei bem. Não é a primeira vez que fico sem Aishu.
Ele não estava preocupado. Então por que ele se sentiu incomodado quando ela pediu para ele não o fazer?
# Ótimo. – aproximou-se e se inclinou para beijá-la nos lábios.
# Até… - ela sussurrou com um sorriso. E com isso ele saiu do quarto, ignorando a sensação desconhecida que o afligia.
Oláááá!
Tudo bem?
Gostaram do capítulo?
Como prometido. Aqui estou no sábado. :P
Vou dizer... é difícil pakas escrever tudo no ponto de vesta do Sesshy... mas adooooro fazer isso. Colocar a luta dele enquanto tenta se convencer de que ainda está armando para cima dela e não a amando, é simplesmente... satisfatório. Sei que muitas querem ver as reações dele com o filho ou filha que vai ter, mas Sesshoumaru ainda não pensa em confrontar essa realidade. Mesmo vendo o quarto e a necessidade de Kagome, de ter uma ajuda a mais, é como se a 'ficha' dele ainda não tivesse caido totalmente, entendem? Quando o bebê nascer, vai ser outra história. =D
Gostaria de lembrar a vocês que LM é drama... e que o próximo capitulo talvez não saia sábado que vem, mas até dia 27 sai. Prometo. A parte 'triste' da fic vai começar e por ser triste terei de ter bastante cuidado, especialmente se tratando de Sesshoumaru.
Desculpe pela demora e tudo mais. Mas estou fazendo o possível para terminar a fic antes do fim do ano. Quando tenho tempo me dedico só a ela. Por isso as outras estão paradas.
Bem... o cap não está betado. XD Então não liguem para erros de concordancia e outras coisas. Não adianta quantas vezes você lê e relê, você sempre passa os erros quando revisa algo escrito por você. :P
Agradecimento pelas Reviews: Bah / Meyllin / Nami-chan / Aninha / Gheisinha / Lady Aredhel / HP / Giselle / PaNdOrAh-CHAn / Nai / sayurichaan / Pri H. U. Hikari
Obrigada pela compreenção e paciência.
Beijokas e até mais.
Telly Roarke
