Notas da Autora

Após alguns minutos, Konato chega junto com o pai na casa deles e resta a Raditz, lidar com a companheira.

Nisso, lhe vêm a mente uma pessoa que pode ajuda-lo a salvar Chichi e a filha.

Enquanto isso, Komato começa a disciplina, sendo que está determinada a fazer Yukiko demonstrar algo, sendo que só consegue...

Yo!

A baka aqui se esqueceu de citar que nesta fanfiction, Kakarotto e nenhum dos saiya-jins aprendeu a sentir o ki.

Resolvi variar dessa vez, já que nas demais fanfictions, pelo menos Kakarotto, familiares e amigos, incluindo Vegeta, conseguem.

Eles usam o scouter para medir o poder e Yukiko tem um controle absurdamente insano... Sendo que isso foi meio "autodidata" ou algo assim, sendo que surgiu pela necessidade em ocultar seu verdadeiro poder.

Quase parecido com a Gine da outra fanfiction, sem relação a essa, Despertar do Amor. Mas, no caso dela, foi por outro motivo, que era se esconder dos scouters, embora as razões de ambas sejam até parecidas se formos analisar.

Os princípios de como fazer isso, Yukiko aprendeu com Gyuni, sendo que ela somente aprimorou a técnica. Irei mostrar uma conversa delas sobre esse controle, o mesmo que a meia saiya-jin ensinou a sua mãe.

Porém, a tecnologia do scouter está avançando e muito, embora que não será capaz de detectar as mudanças absurdas de poder, assim como de qualquer outro com tal habilidade, mas, possuí uma nova tecnologia, que pode acabar indicando que tem alguma coisa estranha, caso, em uma batalha, não aja alteração no poder de luta, por exemplo.

Yukiko descobriu uma nova atualização do scouter e por isso, se dedicou a treinar para tentar "driblar" tal melhoria nos aparelhos de medição de poder.

É uma benção para a meia saiya-jin, o fato de que os saiya-jins têm pensamentos muito simples, além de frios e não gostam de perder tempo "analisando" coisas difíceis. Claro, há exceções dentre eles, como Vegeta, Kakarotto, Raditz e Bardock.

Kakarotto irá começar a desconfiar, mas, irá demorar, pois, na mente dele, sendo de conhecimento de todos, pelo menos o que a raça dele acha, sem qualquer respaldo cientifico, que como os chikyuu-jins são pateticamente fracos, na opinião deles, não só no aspecto força, poder e resistência, assim como de mente e emoções por serem emotivos demais, duvida, piamente, que algo de bom surja do cruzamento com um desses, não dando bons frutos e por causa disso, Kakarotto terá sérias dificuldades em considerar hipóteses, que soarão como insanas tanto para ele, quanto seria para os demais saiya-jins.

Menos Raditz, que já compreendeu que em relação a certos cruzamentos, sendo esses raros, acabam fazendo surgir guerreiros poderosos. Claro, emocionais e sentimentais demais para os padrões da cultura saiya-jin, mas, mesmo assim, com mais facilidade de acesso ao poder e com um nível acima de Elite, ao contrário do que todos pensam.

Agora, sem mais delongas, boa leitura XDDDDDD

PS: Só poderei responder aos comentários amanhã.

Capítulo 37 - Raditz e Sayuri

Após alguns minutos de vôo, enfim, pai e filha chegam em uma mansão nos arredores da cidade, mas, um pouco afastada do centro e Konato pousa após o pai, sendo que ambos caminhavam para a porta, com a jovem notando a inquietação de seu genitor, conforme a cauda dele não se mantinha na cintura, devido a tensão impregnada nele, assim como a face deste que parecera ficar mais branca, conforme se aproximavam da moradia, atravessando o imenso quintal.

- Tudo bem, touchan? Você está parecendo ainda mais pálido e a sua cauda não está na sua cintura.

- É que eu já sei qual vai ser a reação de sua mãe. Por isso. - ele fala sem olha-la, enquanto se preparava mentalmente e espiritualmente.

Nisso, Konato segura discretamente a mão do genitor e olhando-a, preocupada, pergunta:

- Posso ajudar em algo, tou-chan?

Raditz olha para a filha por alguns minutos, avaliando a situação e ficando dividido entre pedir para ela mentir para evitar uma punição sofrível a ele, ou não falar nada, sendo que no fundo, sabia que merecia a punição.

Além disso, se sentiria mal em pedir para a sua filha mentir, pois também não era certo, uma vez que ensinavam, principalmente a mãe dela, que mentir era errado, sendo que frente a saiya-jins podia mentir ou também, quando a mentira fosse visando salvar ou proteger alguém.

Portanto, aquele caso não se enquadrava no que era permitido mentir e suspirando, tentando assentar inutilmente seus cabelos na frente, fala, forçando um sorriso, enquanto afagava carinhosamente a sua cria:

- Não se preocupe. E não tem nada que possa me ajudar, minha princesinha. Mas, obrigado por perguntar.

Konato sorri lindamente e depois, quando se aproximavam da porta, ela abre entusiasmante e entra seguida do pai e quando este fecha a porta, ela sorri e corre até onde estava a sua mãe, que estava fazendo o jantar e a abraça feliz:

- Tadaima, kaa-chan! – exclama animadamente.

- Okaeri, filha. - ela sorri e se agacha para enchê-la de beijos. - agora, meu bebê, suba, tome um banho, se troque e depois desça para comemos. Fiz hoje o prato que você mais ama.

- Sério? - ela pergunta com os olhinhos brilhando.

- Sim. - nisso, beija a cabeça da filha e fala, sorrindo docemente - Agora faça o que a mamãe disse.

- Sim, kaa-chan!

Nisso, ela corre sorrindo e a avó dela vinha do corredor e nisso, desvia do caminho para abraça-la e beija-la no rosto, sendo que é retribuída pela mesma, para depois correr de dois em dois degraus para o seu quarto.

Tanto a avó, quanto a mãe desta, sorriam felizes em ver o quanto Konato era carinhosa, amável e gentil.

Nisso, Raditz surge, sorrindo e Sayuri corre ate ele, o abraçando e em seguida, beijando-os nos lábios, sendo retribuída pelo saiya-jin, que circunda a sua cauda, possessivamente na cintura dela, sendo que erguera a cabeça levemente para cumprimentar a mãe desta, que sorrindo, o cumprimenta de volta, enquanto pegava um copo para beber água.

A jovem se separa e pergunta, seriamente, desfazendo sorriso ao notar o desconforto de seu amado, fazendo-a arquear o cenho:

- Como foi a rinha? Ela não viu nada de grotesco ou violento, né? Esse evento nunca teve uma boa fama e ouvi dizer que nos últimos anos piorou ainda mais.

- Eu a tirei quando vi que estava ficando impróprio para ela.

- Como assim impróprio?

Ela arqueia o cenho, olhando-o seriamente e colocando as mãos na cintura, fitando-o, intensamente, deixando-o desconcertado.

- A rinha decaiu muito, se tornando um espetáculo horrível. O início nem tanto, mas, do meio para o fim, foi desconcertante. Mas, tirei nossa filha a tempo.

Raditz fazia todo o possível para desconversar o que era o "desconcertante", sendo que não estava contando nenhuma mentira e sim, apenas omitindo algumas coisas para o seu próprio bem.

- Foi só isso? – Sayuri ainda estava desconfiada, mantendo seu cenho arqueado - Pois, se foi só isso, porque essa sua face de tensão ou preocupação? Diria que estava preocupado com a minha reação.

- Não foi por isso.

Mentia, mas, esperava que assim nutrisse uma chance de escapar do castigo, pois, por mais que merecesse, não queria dizer que abraçaria tal punição.

Apenas, aceitaria, caso fosse pego e punido, não reclamando e aceitando com resignação.

- Por que essa face, então?

- Confirmei as minhas teorias, que tinha desenvolvido há anos.

- Que teorias? - ela desfaz a face séria e fica curiosa, enquanto que notava pelo canto do olho, sua mãe fiscalizando as panelas no fogo.

- Os mestiços são de fato mais poderosos que um saiya-jin puro. Claro, acredito que dependa do cruzamento em si. Além de que, consegui uma outra confirmação, que também suspeitava há anos.

- Mas, como você confirmou? Através da rinha?

- Sim e por conseguir sentir o ki. Yukiko é poderosa demais e pode vir a ser mais poderosa que Kakarotto, se assim desejar.

- Como assim, mais poderosa que Kakarotto? Pelo que soube, Yukiko é filha de Chichi com um riyashiro-jin... Ou não? – ela questiona surpresa, sentindo-se triste pela terráquea, caso o que ela suspeitasse fosse verdade.

- Aquele desgraçado do meu otouto, Kakarotto... Yukiko é a filha mestiça dele, mas, a trata como uma escrava de rinha. Já vinha suspeitando que Chichi estivera grávida dele e agora, nas batalhas, notei a semelhança dela com ele, confirmando as minhas suspeitas. Por isso quis assistir a rinha. Para confirmar isso e ao descobrir de quem ela era filha, minha teoria que os mestiços são poderosos, ganhou respaldo.

Nisso, suspirando cansado, senta na cadeira, com a sua amada sentando no lado e segurando a mão dele, confortando-o, sendo que olhara amargurado, por apenas alguns segundos a coleira que ela usava, obrigatoriamente, sendo que não podia tirar dela, odiando ver quem amava com toda a força do seu coração, usando um dos símbolos da escravidão, que garantia, por mais irônico que fosse, a proteção da mesma, em conjunto com uma cicatriz de queimadura próximo do ombro dela.

Essa cicatriz era outra marca que evidenciava a escravidão, cujo desenho marcado na pele era um símbolo dado a escravos em Bejiita, tendo sido marcado através de um laser, que provoca uma dor intensa, sendo o escravo imobilizado para isso, antes desse ser vendido e que com certeza, também se encontrava marcado na pele de Yukiko, assim que era adquiriu a idade mínima para marcação, tal como a mãe desta, Chichi.

Afinal, após ver o tratamento que seu irmão dava para elas, não duvidava que tivesse levado sua cria para ser marcada por um laser. De um bastardo como aquele, ele não duvidava mais nada.

- É mesmo filha dele?

- Sim. Não há dúvida. Mas, por sorte, nosso pai não percebeu... - nisso, cerrando os dentes, fala com raiva - Fiquei com tanto ódio dele, ao vê-lo tratar a pobre Chichi e a filha dele como escravas, as humilhando e as maltratando, que juro, que precisei me controlar e muito para não fazer nada.

- Tenho pena dessa Chichi e sua filha, pois, tanto eu quanto ela temos filhos mestiços. Mas, temo por nós. - Sayuri fala levemente triste e com a face coberta de preocupação.

Nisso, Raditz leva delicadamente a sua mão ao rosto dela e acaricia amavelmente, fazendo-a erguer os olhos úmidos para ele, que sorria gentilmente e falava:

- Não se preocupe. Minha maior prioridade é a segurança de vocês. Nunca as arriscaria. Mas, penso em fazer algo.

- Fazer algo? Mas...

- Não se preocupe... Farei tudo de um modo que não me envolva e não deixe rastros.

- Como fará isso, Raditz? Tem algum plano para ajuda-las, sem arriscar a sua família?

A mãe de Sayuri pergunta, preocupada, olhando-o pelo canto dos olhos, enquanto virava o conteúdo do jantar nas bandejas já posicionadas, estrategicamente.

- Uma das minhas opções é a Draco Star.

- Aquela...?! - a senhora fica embasbacada.

- Okaa-san... Ela é minha amiga de infância. Por que não aceita isso?

- Simples. Ela sempre foi contra seguir as regras, fazendo as coisas do seu jeito, desde pequena, com a desculpa de ser uma alienígena dentre a nossa raça, acolhida por uma família rica e...

- E agora tem um navio só dela e subordinados, enquanto cruza o espaço... - nisso, olha para o seu marido e sorri - Na próxima vez que a encontrarmos, poderemos pedir a ela que nos ajude.

- É mais fácil você pedir. Ela não vai ainda com a minha cara. - Ele fala ligeiramente amargurado, embora soubesse que Draco Star, era a maior esperança dele naquele momento.

- Não fale assim, amor... Ela com certeza o perdoou - ela fala, tentando anima-lo, ao ver a face "defuntória" dele a simples menção do nome dela.

- Ela é a sua melhor amiga, de infância e praticamente uma irmã... Nunca me perdoou do modo como a tratei no início, enquanto lutava para me libertar dos grilhões do orgulho. Eu mesmo, até hoje, não me perdoo e estou consciente, que quase a perdi por isso, assim como a minha felicidade. Nunca fui feliz, quanto agora, com vocês.

- Saiba que já superei... - ela sorri, tentando anima-lo, segurando no rosto dele, fazendo-o olhar para ela, que acaricia o rosto dele - Eu o amo. Quem fez aquilo comigo foi o orgulho saiya-jin. Você já se redimiu para mim.

Nisso ela o beija, sorrindo em seguida, ao ver que após algum tempo ele correspondia, abraçando-a possessivamente, como se quisesse devorar os lábios da jovem, que gemia levemente, após as mãos dele começarem a percorrer o corpo dela, não parando nas costas da mesma.

Então, a mãe desta pigarreia, chamando a atenção de ambos, sendo que Raditz olha para o lado e Sayuri cora violentamente, não conseguindo olhar para a sua mãe que suspira e fala, ao ver que se "acalmaram":

- Vocês não estão no quarto e Konato podia descer a qualquer momento. Ou já se esqueceram que agora vocês tem uma filha?

Nisso, o casal se entreolha e gela, pois haviam se esquecido disso, além do fato da filha deles que em breve desceria para jantar.

Então, após alguns minutos, com a mesa posta e todos sentados, Konato surge sorridente, trajando um pijama e sentando na mesma, entre os seus pais, passando a contar como fora o passeio com o genitor e a rinha, sendo que Raditz suspirara aliviado, discretamente, ao ver que a sua cria se atrapalhava na descrição e a mãe sorria para ela, não conseguindo compreender, com certeza, muitas das coisas que Konato euforicamente contava, sendo que a cauda da mesma abanava de um lado para o outro, animadamente.

Longe dali, na Mansão de Kakarotto, Chichi ajudava a sua filha a tomar um banho para tirar a terra e o sangue de sua pele, para depois tratar das feridas dela com unguento e curativos, sendo o que faz após secar o corpo pueril, passando a tratar dos ferimentos para em seguida cobri-la com um cobertor ralo e velho, surrado em vários graus, sendo que usava um lençol velho, mas, um pouco grosso por cima dela, que adormece com a mãe ao seu lado.

Esta pegara um cobertor igualmente ralo e surrado em vários graus, até pior que o da filha e cobrira este com uma espécie de lençol grosso e igualmente velho, se enrolando nele para dormir, pois o porão podia ser muito frio.

Ela cantara uma canção de ninar para Yukiko, que adormece agarrada com a mão na roupa da mãe, como se temesse que a mesma saísse de perto dela, enquanto se encolhia no calor do corpo materno, aspirando o perfume que tanto a confortava.

No dia seguinte, Kakarotto saíra cedo da mansão, pois tinha alguns compromissos marcados que tomariam o resto de seu dia e após alguns minutos de sua saída, a disciplinadora Komato chega, decidida a fazer a escrava pagar pela humilhação que ela sofreu dias atrás no mercado.

Quando desce ao porão, Yukiko estava fazendo alguns treinamentos supervisionados por sua mãe, quando a disciplinadora denuncia a sua presença, não sabendo que as mesmas já haviam percebido desde que esta pisara na mansão.

Rapidamente, tanto a chikyu-jin quanto a meia saiya-jin se prostram e nisso, ela fala:

- Hoje faremos o treinamento de obediência absoluta e controle das emoções.

Chichi se apavora, pois compreendia no que consistia o treinamento, sendo que o escravo era obrigado a executar as ordens, não importando o tão esdrúxulas que podiam ser ou perversas, assim como vexatórias.

Afinal, um escravo exemplar e muito bem disciplinado, devia obedecer todas as ordens dadas, sem hesitar ou titubear, fazendo-a se lembrar de quando Kakarotto a disciplinou, assim como as ordens que dera, sendo muito destas vexatórias, sendo que senão obedecia, as punições eram infligidas, e não consegue deixar de sentir um incômodo em seu pescoço pela punição da própria coleira a uma ordem verbal de seu dono, assim como dos chicotes em suas costas, sentindo-a formigar, como se desejasse relembra-la do sofrimento.

Porém, pelo tom de voz e pelo que soube do ocorrido no mercado, duvidava que a disciplinadora seria justa nas punições ou nas ordens, pois, sentira um certo prazer no timbre de voz dela, que fez arrepiar os seus cabelos, sendo que Yukiko percebera isso também.

Então, Chichi sobe para ajudar Gyuni nos afazeres domésticos, pois duvidava que conseguisse aguentar ver as punições da filha sem correr para proteger o corpo dela com o seu, mesmo sabendo melhor do que ninguém que isso só agravaria a situação de ambas, através do castigo duplo, temendo também, que a sua filha se descontrolasse, caso visse a mãe sendo surrada.

Afinal, até agora, Yukiko nunca testemunhara isso, assim como há mais de nove anos, Chichi não era ser castigada, pois as punições pararam assim que ela ficou grávida e a terráquea estranhara, embora, agradecia o fato de não ter revivido os castigos, novamente, nesses anos.

Por isso, não queria estar perto, para não agravar as punições para a sua amada filha e nem para testar o controle dela, enquanto chorava e sentia uma imensa dor em seu coração, se perguntando do motivo de seu corpo não ter abortado sua filha quando era um feto para que a mesma não sofresse a vida miserável e sofrida de uma escrava, que era a mesma coisa que viver no inferno.

Nisso, Komato ordena que Yukiko buscasse coisas, a obrigando a subir os degraus e trazer o objeto, para em seguida, mal chegando perto da disciplinadora, essa mandar levar para cima, para em seguida, mandar trazer de novo, para depois levar de volta, seguindo-se assim por duas horas interruptas, até que a meia saiya-jin dá uma leve suspirada, mas, sendo o suficiente para Komato se levantar e pegar um chicote de energia especial, que não deixava marcas, mas, que conseguia machucar por baixo da pele, atravessando as roupas.

Nisso, a chicoteia várias vezes, com esta curvada para frente, na postura de punição, que consistia em agachar seu corpo, dobrando ambas as pernas e curvando o dorso para frente, ao ponto do queixo encostar no chão, expondo assim as costas para facilitar a punição, enquanto o chicote descia várias vezes, até que Komato fica um pouco satisfeita, por enquanto, sorrindo triunfantemente, enquanto a pequena arfava com dificuldade, mas, não chorara ou gritara de dor, pois sabia que era isso que a outra queria e não daria esse "gostinho" a ela.

Afinal, era uma batalha acirrada silenciosa entre as duas.

De volta à disciplina, Yukiko continua fazendo isso e ao ver que após três horas não tinha nenhuma mudança, começa a alternar o que queria que trouxesse, de uma forma tão confusa, mudando de ideia, gritando lá de baixo, fazendo propositalmente para que a meia saiya-jin errasse, sendo que cansada e esgotada após horas fazendo a mesma coisa, a pequena acabara trocando o que era para trazer.

E novamente, se colocava na posição de castigo, recebendo a punição, enquanto que esta travara as suas mandíbulas para não emitir nenhum som, pois por baixa da pele, seus músculos ainda estavam doloridos, tornando o segundo castigo ainda pior que o primeiro, assim como estranhava o fato de ouvir uma espécie de voz ou uma sensação estranha, cada vez que o chicote lhe feria, não conseguindo reconhecer, mas, a temendo, consideravelmente, enquanto achava tal voz conhecida, mas, não conseguindo se lembrar de onde.

E assim segue-se por dias, sendo que ela fazia outros treinos sobre orientação de Komato, sendo que esta procurava atrapalhar Yukiko de alguma maneira nas ordens com a finalidade de castiga-la.

Porém, após duas semanas, a disciplina é suspensa, momentaneamente, por alguns dias por cauda da disputa da Terceira chave da classe dois da Rinha de escravos, onde trinta e dois escravos se enfrentariam em alguns dias, saindo dezesseis desses confrontos, para disputarem a segunda chave e Kakarotto estava focado em treina-la para as batalhas, sendo que na ausência dele, Chichi se encarregava dessa parte.

Komato odiara essa interrupção, pois, estava se divertindo em surrar a escrava, apesar desta não demonstrar dor, por mais que a ferisse internamente e consecutivamente.

Mas, acreditava que em breve dobraria Yukiko, até porque decidira aplicar um castigo duplo nela, acreditando que a pequena não ficaria impassível se a mãe fosse punida por causa de um erro dela, acreditando que assim conseguira arrancar da escrava uma face de dor e desespero, como almejava.

Até porque, percebera que a mãe da escrava que treinava temia a presença do dono e, portanto, não comentaria nada da punição que sofreria, até porque evitava ficar perto de Kakarotto, além do fato de todas as escravas da mansão desconhecerem os termos do acordo, inclusive a proibição de punir Chichi, conforme suspeitava.

Komato regorjeava-se pela sua ideia do castigo duplo, enquanto visualizava a visão de uma face de dor e desespero em Yukiko.

Além disso, agradecia o fato que um dos objetos que usava como punição, havia sido escolhido pelo dono delas, pois este objeto era incapaz de deixar marcas visíveis na pele ou estragar vestes, o que facilitaria para punir a outra escrava sem deixar marcas evidentes e assim, o general não desconfiaria de nada.

Com esse pensamento que a deixava imensamente feliz, entra na sua casa, decidindo "comemorar" com os seus escravos, sodomizando-os para seu deleite e prazer, desejando mais do que nunca, ouvir os gritos tão aprazíveis a ela, assim como as faces contorcidas em um intenso sofrimento e desespero.