Pov Greta.
Eu emiti um chiado de frustração. Quando eu pensei que a garota iria sucumbir à depressão de alguma forma ela se restabelece e pior aceita os quatro como seus companheiros frustrando meu plano. Bem, isso não iria me impedir de continuar tentando. Eu tinha outros recursos.
Eu olhei para Alice que estava um pouco frustrada por não consegui falar com o namorado. Sua presença me irritava, mas eu podia dizer que ela era útil, se não fosse por ela talvez Klaus... Não, eu não creio que Klaus me mataria, eu sou muito valiosa para ele.
– Alice, eu pensei que você havia dito que ela iria acabar definhando de tristeza e morreria. – ela me olha em causa. – Não precisa se preocupar, eu estou queimando sálvia, mesmo que eles estejam em casa eles não poderão nos ouvir.
– Minhas visões não são perfeitas, como você bem sabe. Eu não imaginava que Damon iria interferi. Minhas visões são baseadas em decisões e quando eu tive minha visão, Damon não havia decidido nada. – ela diz com voz monótona, discando novamente para o idiota que ela chamava de namorado. – Caixa postal de novo. – ela resmunga.
– Se está com tanta vontade de falar com ele, por que não vai até lá?
– Tem razão. – ela diz sorrindo e sai rapidamente. Revirei os olhos. Começo a desconfiar das razões de Alice para acabar com o relacionamento dos Originais com a Escolhida. Antes ela havia me dito que amava Jasper e não se conformava com o rompimento, mas agora ao ver sua preocupação com esse namorado...
Meus pensamentos se interrompem com uma batida na porta.
– Greta, quero que me acompanhe e desfaça um feitiço. – Diz Klaus entrando em meu quarto.
Eu o sigo sem mesmo perguntar o que ele queria que eu desfizesse. Seus olhos são negros com tal intensidade que não consigo nem mesmo ver a íris de seus olhos. Pelo pouco que eu tinha visto em vampiros só havia duas possibilidades. Ele estava com sede, o que não faria sentido, Klaus nunca deixaria chegar a esse ponto, ele já teria se alimentado ou mesmo teria mordido meu pescoço, visto que eu nunca o impediria de fazer isso então...
Chegamos ao andar de cima. Eu caminho até o limiar da porta da Escolhida e posso sentir a magia correndo em toda parte. Uma poderosa barreira estava ali. Eu vi o olhar assustado da garota lá dentro e eu compreendi.
Não era sede propriamente dito, era desejo. Pela intensidade na cor de seus olhos e a dos outros eles estavam tomados de desejo e pelo que pude perceber a menina conseguiu que alguém colocasse uma barreira para impedir que eles chegassem perto.
Bonnie.
Eu ainda não me conformava que uma bruxa inexperiente como a Bonnie tenha se livrado de meu veneno. Depois que a Emily havia sumido eu não vi motivo de manter sua neta viva e por um tempo eu achei que ela estava morta, para minha surpresa ela reaparece e por motivos que eu não compreendo Klaus a instala dentro de casa e no andar superior. Nem mesmo eu que o sirvo a mais de dez anos tenho um quarto na parte superior.
Eu volto minha atenção à garota dentro do quarto. Então ela pediu para Bonnie fazer uma barreira.
Garota inteligente e burra também. Bem se ela não os quer então será contra sua vontade o que cai perfeitamente com meu plano inicial.
Eu quase sorri diante disso. Ou sua alma se quebra, já que ela não está de acordo com isso ou no melhor da situação eles a matam, tamanha a intensidade de desejo que sentem no momento. Klaus era um amante excelente e vigoroso, além do fato que os vampiros tinham o costume de morder seu parceiro sexual, já era bem difícil uma humana sair ilesa com apenas um vampiro sugando seu sangue em um ato de paixão, imagine quatro.
Pov Bella
Isso não podia estar acontecendo. Por que as coisas não podiam ser simples pelo menos uma vez?
Uma pequena dor percorreu meu baixo ventre mais uma vez. Não, não agora.
– Boa noite, Bella. Eu trouxe algo para você comer. – disse Bonnie entrando no quarto.
Bonnie.
Eu viro em direção a sua voz, quase correndo em sua direção.
Eu tinha tantas perguntas para ela. Por que ela estava ali, por que ela tinha sumido quando ela disse que voltaria, mas isso teria que esperar.
Eu abri a boca e fechei novamente.
– Eles não estão em casa, mas estarão de volta dentro de minutos. – ela disse com um olhar sabendo.
– Eu preciso de ajuda. – eu digo sem preâmbulos. Antes mesmo que ela possa responder, eu coloco a bandeja que ela segura no centro da cama e a puxo para se sentar próximo a mim explicando rapidamente o motivo de minha aflição.
Eu não tinha ideia do que esperar com a chegada da minha regra, ou melhor, eu tinha. Não que eu quisesse pensar muito sobre isso, mas diante das circunstancia eu não via alternativa. O efeito que meu sangue tinha neles...
– Calma Bella. Eles não vão machuca-la, mas eu entendo sua aflição. Acho que posso ajuda-la.
– Como?
– Eu poderia selar esse quarto com magia. – disse Bonnie pensativa. – Eu poderia colocar uma barreira de forma que eles não pudessem entrar aqui, eu acho... Não fique tão esperançosa, eu sou nova nisso. Acredito que possa colocar uma barreira, mas...
– Mas?
– Você tem que estar ciente de uma coisa. Eles não poderão passar a não ser que o convidem, mas se você convidar seja quem for a entrar a barreira irá cair permitindo a entrada de outros, compreende? – eu assenti. - Mas ela não caíra totalmente, com sua permissão eles poderão entrar, no entanto você não poderá sair. Eu irei fazer com que barreira deixe de existir depois de duas horas que o seu sangue tiver ido embora, visto que eu não estarei presente para retirar a magia.
– Não vai?
Ela me deu um sorriso nervoso.
– Eu acho melhor não estar presente quando eles descobrirem sobre a barreira. Eles podem me fazer retirar a barreira e por mais que eu queira negar, eu não poderei recusar.
– Eu compreendo. – eu digo. Eu não queria coloca-la em uma situação que pudesse prejudica-la. Eu gostava dela, e de alguma forma eu sentia que sua amizade era sincera.
Ela levantou e se encaminhou até o meio do quarto e começou recitar algumas palavras que eu não consegui entender, no qual ela disse que era uma língua celta.
– Pelo menos eles não estão em casa ou eles teriam impedido de alguma forma. – ela disse e deu uma risada nervosa.
– Desculpe Bonnie por coloca-la nessa situação.
– Não tem problema, Bella. Eu disse que a ajudaria no que fosse preciso, mas eu acho melhor eu ir, antes que eles voltem da reunião com os Volturis. – eles haviam me contado sobre os ataques recentes a humanos que sugeria um ataque de lobisomem, o que segundo Klaus não seria possível sem uma lua cheia. Charlie foi um daqueles que tinha sido atacado.
– Para onde pretende ir?
– Matt me convidou para ir a casa dele, eu acho que vou aceitar.
– Matt?
– Sim. – ela corou. – Nós ficamos bem amigos nos últimos dias.
– Amigos? – eu dei um sorriso sugestivo, no qual ela corou ainda mais. Eu ri. – Tá tudo bem Bonnie. Matt é um cara legal, espero que tudo dê certo entre vocês.
– Somos só amigos, Bella. – ela se defendeu ruborizando novamente e rindo depois disso. Eu sorri diante disso. Bonnie e Matt? Eu esperava que eles fossem felizes.
Matt era um ótimo amigo e Bonnie certamente era uma boa pessoa.
Trocamos números de telefone para qualquer eventualidade e ela se foi me desejando sorte.
Mais uma dor em meu baixo ventre. Eu esperava que a barreira de fato funcionasse. Eu pensei antes de me encaminhar ao banheiro a fim de tomar um banho quente, isso certamente iria ajudar a relaxar e amenizar a cólica.
O banho ajudou a relaxar meus músculos tensos, mais um dorzinha em meu baixo ventre, minha regra chega e um barulho alto como se pedras colidissem vem do meu quarto.
Meu coração vacila uma batida. Eu permaneço parada tentando ouvir o motivo do barulho, mas apenas o silencio se faz ouvir. Eu coloco a calcinha com o absorvente rapidamente e coloco o roupão pendurado, amarrando firmemente antes de entrar no quarto.
Os quatro estão parados no limiar de minha porta espalmando a parede invisível que adorna meu quarto. Eu suspiro, a barreira funcionou.
Eles voltam seus olhos no mesmo instante para mim. Ops. Acho que disse isso em voz alta.
Graças à porta dupla do quarto eu posso ver todos eles ao mesmo tempo.
Eu me aproximo lentamente de modo a ficar de frente a porta, não ousando chegar muito perto. Eles parecem respirar profundamente, seus olhos estão negros e cravados em mim.
– Quem colocou essa barreira e por quê? – Pergunta Klaus com voz enrouquecida que faz um arrepio passar pelo meu corpo.
Eu sinto minha garganta secar diante da intensidade de seu olhar.
– Bella? – Ele volta a dizer.
– Eu pedi para Bonnie fazer a barreira? – eu respondo, mas em meu nervosismo o faz soar mais como uma pergunta.
Ele me olha como se avaliasse minha resposta.
– Por quê? – ele pede, com as palavras saindo baixo, me fazendo dar um passo mais a frente para ouvi-lo melhor. – Achei que você havia concordado em nos dar uma chance, em dar uma chance a esse relacionamento.
– E eu concordei. – ele parece confuso com minha resposta e eu resolvo elaborar um pouco melhor minha resposta. – Eu concordei em dar uma chance a esse relacionamento, acredite. Mesmo não sabendo como isso vai se desenrolar... Como... Eu nunca estive em um relacionamento e para ser sincera eu não sei o que esperar, mas... – eu respirei profundamente antes de continuar. – Eu já vi como vocês reagem quando estou sangrando...
– Pensei que tivéssemos deixado claro que não sentimos sede de sangue por você...
– Vocês deixaram. – eu o cortei. – Mas também disseram que o meu sangue provoca outros tipos de desejos em vocês. – eu disse corando.
– Jamais faríamos algo que você não está de acordo. Você já sangrou em outras ocasiões e acho que nos controlamos muito bem.
Eu cruzei os braços, arqueando a sobrancelha.
– Talvez nem tanto. – diz Edward meio à contra gosto.
– Mas creio que a barreira seja um pouco excessiva. – disse Jasper levando a mão de volta à barreira e sendo repelida pela mesma.
– Chamarei a Bonnie para que ela possa retirar a barreira. – Disse Damon para os outros.
– Ela não está em casa. – eu digo antes que ela possa se virar.
– Como assim? Onde ela foi? – Damon perguntou entre dentes.
– Ela saiu... E só vai voltar daqui alguns dias. – Eu disse mais confiante ao ver Damon tentar forçar a barreira e tendo o mesmo tratamento de Jasper. Sendo repelido pela mesma.
– Você disse...
– Eu disse que iria dar uma chance ao nosso relacionamento e vou, mas enquanto eu estiver... - eu corei incapaz de falar a palavra. – Vocês não serão permitidos chegar perto de mim e a barreira estará aí para assegurar isso. O fato de ter concordado em ter um relacionamento com vocês não significa que eu estarei indo para cama com vocês na primeira oportunidade.
Eu podia deseja-los, mas meu medo e insegurança ainda eram fortes e eu não queria que a minha primeira vez fosse pela influencia de meu sangue.
– Isabella, eu acho que já provamos que temos o controle de nós mesmo. – Damon teima em dizer.
– E eu digo que você deveria rever suas palavras. – Eu olho para a protuberância em suas calças e dos outros, antes de desviar meus olhos constrangidos.
Meu Deus! Que tamanhos são esses? Isso é normal? Eu não acho que isso vai caber em mim...
– Vamos chamar a Greta, ela poderá retirar isso. – Edward diz gesticulando para a barreira invisível a minha porta. – Você vai ver Bella que seus medos são infundados e que nós temos perfeito controle sobre nós mesmos.
Greta?
Eu havia me esquecido dela.
Greta chegou até o limiar da porta, seus olhos pareciam ter um ar malicioso que um arrepio desagradável passou pela minha coluna.
Ela falou umas palavras estranhas, que graças a Bonnie eu sabia que era uma língua celta. Ela acabou seu cântico e se aproximou da porta. A barreira permanecia intacta, constatei ao ver o olhar surpreso na cara dela.
Ela voltou com velas e ervas e passou a recitar outro cântico. Eu me sentia nervosa e muito ansiosa e ao ver o sorriso em seu rosto quando ela terminou só me fez me sentir doente, no qual eu me sentir muito melhor ao ver seu rosto se contorcer em uma careta. A barreira continuava intacta. Eu me permito suspirar em alivio.
Sua mascara de cordialidade estava de volta ao se virar de volta a Klaus que esperava, assim como os outros.
– Desculpe Klaus, mas somente a Bonnie poderá retirar o feitiço. – Ela abaixa a cabeça como uma reverencia a ele como se estivesse arrependida. – Porém...
Eu prendo minha respiração em expectativa ao que está por vim.
– Continue Greta. – ordena Klaus em voz gélida e irritada.
– A barreira não pode ser desfeita, mas tem outro modo para que vocês possam entrar. – Ela diz, eu não sei como, mas parece que ela segura um sorriso em seus lábios. – Isabella pode convida-los a entrar e assim poderão passar.
Quatro pares de olhos se voltam para mim.
Eu já disse que não gosto dessa mulher?
– Isabella?
Eu não poderia fazer isso.
É claro que você pode. Eles são seus companheiros, uma hora ou outra isso vai acontecer. Eles não vão machuca-la.
Você só pode estar brincando, já viu o tamanho deles? Eu sou uma só e eles são quatro. Quatro que a meu ver que são bem... Grandes. Eu nem sei como vou lidar com um, imagine quatro. Não mesmo.
– Bella? – eu escuto Edward falar meu nome tirando-me de meu debate interno.
– Eu não posso fazer isso. – eu digo.
Eles pareciam-me olhar entre incrédulos e irritados.
– Nós não...
– Eu sei que não querem me machucar, mas vocês podem afirmar que ao passar conseguirão não tocar em mim? – antes que eles podem abrir a boca eu emendo. – Podem prometer? Podem dar sua palavra?
Eles permanecerão silenciosos, apenas me olhando. Jasper foi o primeiro a quebrar o silencio.
– Não podemos prometer tal coisa. Desejamos você e agora, nesse momento, desejamos mais do que qualquer outra coisa de fazê-la nossa. Como dissemos anteriormente o cheiro de seu sangue é inebriante para nós, não que precisássemos de mais uma coisa para aumentar nosso desejo por você. Você é delicada, gentil, inteligente e tem uma beleza... Como eu disse não era preciso mais um complemento para aumentar nosso desejo em relação a você.
– Jasper está certo, não é só o cheiro de seu sangue que nos fazem deseja-la se é essa sua preocupação e eu sei que você está com medo... Podemos ser gentis, jamais a machucaríamos. Isso nós podemos prometer. – Diz Edward.
– Nos convide a entrar. – pede Damon de forma persuasiva.
Eu caminho até a porta. Seus olhos negros cravados em cada movimento meu. 'Desculpe', eu sussurro antes de fechar a porta na cara de quatro pares de olhos incrédulos.
Eu os ouvi praticamente rosnar do outro lado da porta. Ía ser três dias bem longos.
Deitei na cama, sem me preocupar em colocar uma roupa, me enfiando em baixo das cobertas e deitando minha cabeça no travesseiro macio e em pouco tempo eu dormia.
No dia seguinte eu levantei-me da cama calmamente e me encaminhei para o banheiro.
Eu fiquei sob o chuveiro por um tempo, de olhos fechados na poderosa cascata, massageando um pouco o corpo, antes de pegar o sabonete.
Mas alguém chegou lá primeiro.
– Me permite? – murmurou Jasper, deslizando os braços ao meu redor e me puxando de costas em direção a ele.
Meu coração bate contra o peito em choque e susto.
– O que está fazendo aqui? – pergunto meio aturdida.
– Vim desejar bom dia. – ele responde calmamente, e começa a passar o sabonete suavemente em minha pele molhada, fazendo pequenos movimentos circulares, cobrindo meus seios, minha barriga e coxa com a espuma cremosa.
Eu senti uma fraqueza quase entorpecente começando a invadir meus sentidos diante dos movimentos dele, e notei que se ele não estivesse me segurando, provavelmente eu teria escorregado no chão do Box.
– Não vou perguntar se dormiu bem, porque sei que dormiu. – ele acrescentou em meu ouvido.
– Sim. – eu sussurro, deixando a cabeça cair para trás em seu ombro, conforme os delicados movimentos da mão dele tomavam uma dimensão mais intima.
– Mas agora... – os lábios dele encontraram o ponto sensível atrás de minha orelha. – Agora você acordou novamente.
Minha única resposta foi um suspiro, quando Jasper solta o sabonete e começa a acariciar meus seios, brincando com os bicos excitados com os dedos. Eu podia sentir a pressão da excitação dele e eu me movi contra ele com deliberada provocação.
A reação dele foi imediata. Ele virou meu rosto, procurando minha boca ardentemente e sem reservas, então ele me tomou em seus braços e me deitou com ele, com seu corpo molhado e escorregadio se unindo sem esforço ao meu em um ato de possessão.
Ele me beijava com ardor, enquanto eu enlaçava seu pescoço e minhas pernas envolviam sua cintura, todo meu corpo ligado no ritmo quente de seus movimentos. Sua resposta era ardente e completa.
Quando as primeiras ondas de prazer começaram a surgir dentro de mim, eu arfei contra os lábios dele, mas conforme as sensações começaram a se intensificar, eu senti o controle escapar e liberei um pequeno e assustado gemido.
– Não resista querida. – ele murmurou contra a minha boca. – Apenas... Deixe rolar.
O ar soluçou em minha garganta enquanto eu obedecia e sentia a primeira flecha de desejo atingindo minha alma. Eu podia me ouvir gemendo, ciente de seu corpo se movimentando contra mim, e finalmente meu corpo é abalado com um grande orgasmo sendo seguida por ele.
Eu ainda estava unida a ele, saciada, exausta, quando ele desligou a torneira e me levantou. Ele pegou uma toalha de banho e nos envolveu, para depois me carregar para o quarto.
Quando eu finalmente consigo falar, pergunto meio maravilhada:
– É... Assim que você deseja bom dia?
Ele sorri, deitando na cama comigo.
– Na realidade, sim. – ele murmura beijando meus lábios. – E também boa noite, e em dias de muita sorte, boa tarde também... Mas só pra você.
– Também viemos te desejar bom dia. – eu ouço a voz de Edward próximo aos meus ouvidos. Eu olho para cima e vejo Edward, Klaus e Damon me fitando com seus olhos escurecidos de desejo.
Eu me sento rapidamente na cama assustada, olhando de forma desorientada ao redor. O quarto estava mergulhado na penumbra. Eu tentei acalmar as batidas de meu coração. Foi só um sonho, constato. E volto a cair de volta no travesseiro.
– Jasper pare de projetar. – Edward grita do andar debaixo.
– Mas que droga, Jasper. Olha o que me fez fazer. – Damon grita irritado.
É seriam três dias bem longos.
Notas da autora:
Que sonho esse da Bella... eu bem que queria que o Jasper me desse um bom dia, boa tarde e um boa noite assim humm *momentopervoligado* rsrsrsrsrsrs Estamos perto da primeira vez de Bella... Ele vai acontecer no capítulo 39... Alguém tem algum palpite com quem será? Bem, por não se tratar de uma história convencional já vou deixar avisado que a primeira vez de Bella também não será convencional, ok? Em cena teremos dois vampiros e a sortuda da Bellinha... Ô inveja rsrs Mas quem será esses dois vampiros?
