Original Title: Eternity(www (ponto)fanfiction(ponto)net/s/5251060/1/Eternity)
By: LisaLovesCurry(www(ponto)fanfiction(ponto)net/u/1936036/LisaLovesCurry)
Disclaimer: Não tenho os direitos de "Twilight", Stephenie Meyer que tem.
Eternidade
Eternity
2005: Influência
PV de Bella
Sem dúvida alguma, Alice é, ao mesmo tempo, a pessoa mais doce e mais diabólica que já conheci. Quase uma semana antes do fim das férias de verão, ela decidiu que precisávamos fazer umas compras volta às aulas – pelo menos, para mim, já que Alice tem quase a mesma quantidade de roupas que uma loja de departamentos. É claro que, sabendo que eu considero passar horas olhando sapatos e roupas uma forma de tortura que eu evito com todas as forças, Edward viria conosco. Alice e Edward me acalmaram um pouco, já que eu não queria que ele sofresse também, a força dele combinada com meu desinteresse em moda também afastando os planos ambiciosos de compras de Alice. Infelizmente (pelo que eu vi), Alice queria ir a Seattle, e com uma viagem tão longa como aquela, ela pensou que eu ficaria cansada, então decidiu que deveríamos passar a noite lá, sem se importar que a frágil humana em questão não se incomodaria em dormir no carro.
"O que faz você pensar que Charlie vai deixar?" perguntei, cética. Por mais que ele gostasse de Alice, não acreditava que Charlie ficaria animado em saber que ela e Edward seriam meus companheiros nessa viagem. De fato, tinha quase certeza que ele surtaria com a mera sugestão.
Alice sorriu serenamente. "Diga a ele hoje à noite – ele prefere ouvir isso de você que de Edward, e ficará feliz que você diga com uma semana de antecedência. Confie em mim."
E então, para o deleite de Alice, fiz o que ela me disse. Edward percebeu que eu realmente queria a Seattle, pelo menos para comprar livros novos, e parecia que tentava não rir quando ele foi se despedir de Charlie algumas horas depois de eu conversar com Alice.
"Vejo você amanhã, Edward," Charlie falou sem tirar os olhos da TV – para o meu alívio, nos últimos meses, o zelo de Charlie deu lugar a uma cautelosa aceitação de Edward.
"Boa noite, Charlie," ele disse quando estava para sair, mas parou como se lembrasse de algo. "Oh. Talvez fosse melhor perguntar a ele hoje, já que queremos ir semana que vem."
"Perguntar o quê?" Charlie disse, virando o rosto para olhar para mim.
Lembrei-me das palavras de Alice e suspirei. Ela obviamente falou a Edward a respeito. "Alice quer fazer compras de volta às aulas, então ela, Edward e eu estávamos pensando em ir a Seattle semana que vem."
"É uma longa viagem," Charlie disse, franzindo a testa, e eu lutei contra o desejo de suspirar de novo.
"Nós íamos passar a noite lá," falei, tentando soar casual.
Assim como esperado, as sobrancelhas de Charlie se ergueram e o rosto dele ficou vermelho. Dava para ver que ele esqueceu completamente que Alice iria conosco. Tudo o que o cérebro dele registrava era: "minha filha, Edward, quarto de hotel, sem supervisão". Uma péssima combinação na opinião de Charlie.
"Carlisle e Esme iriam conosco," Edward falou antes de Charlie pronunciar uma palavra. "Vamos partir no sábado de manhã e voltar domingo bem cedo, se estiver tudo bem."
Okay, agora eu tive que reprimir uma gargalhada. Charlie tinha se preparado para rebater a ideia de Alice, mas agora que Edward tinha o trunfo da supervisão dos pais, ele parecia não saber o que dizer.
"Oh," ele conseguiu dizer finalmente. "Tudo bem, então."
Edward disse boa noite de novo e foi embora. Eu sabia que ele voltaria em alguns minutos assim que deixasse o carro na enorme garagem da casa dos Cullens, e nesse tempo, eu subi para escovar meus dentes e colocar o pijama. Quando terminei, desci para dizer boa noite a Charlie e o vi ao telefone da cozinha, de costas para mim. Não querendo ouvir, embora soubesse com quem ele falava, comecei a subir de novo as escadas quando eu o ouvi dizer:
"Okay, só queria ter certeza que vocês não se incomodavam. Obrigado, Esme."
Ele disse boa noite, e tentei parecer muito inocente ao entrar na cozinha.
"Boa noite, pai," disse.
"Um momento," Charlie disse, apoiando-se na bancada. "Acabei de falar com a senhora Cullen, e ela me disse que ela e Carlisle estão felizes que você vá com eles. Ela também disse que vai ficar de olho em vocês três, e eu sei que eles vão, mas... você sabe..."
Ai, não. Charlie estava tentando abordar o tópico sexo seguro comigo, esquecendo que eu ia completar dezoito anos em um mês. Ele provavelmente pensava que embora os pais de Edward nos observassem durante o dia, à noite a história era outra. Péssimo que eu não pudesse contar que isso só era verdade se os pais precisassem dormir.
"Pai, eu vou me comportar," prometi depressa. "Provavelmente vou dividir o quarto com Alice."
Charlie pareceu aliviado com a ideia. "Certo. Que bom. Boa noite, menina."
Edward estava rindo quando juntei-me a ele no meu quarto.
"Não posso acreditar em Alice." Falei, mas estava rindo demais quando subi na cama e me aninhei a ele, meu cobertor entre nós.
"Eu acredito," Edward falou sorrindo. "Sinceramente pensei que ela tinha dito que eles viriam, mas deveria ter adivinhado que ela queria enganar Charlie assim."
"Bem, ele disse sim," murmurei, balançando minha cabeça diante das táticas de Alice, "Ele ia dizer não, mas ficou tão aliviado em saber que Carlisle e Esme vão também que agora nem liga mais. Pelo menos, não tanto. Qualquer alternativa ao plano original teve que parecer melhor."
"Nós nos comportaremos bem, especialmente eu, traremos você de volta inteira no domingo," ele disse calmamente, beijando minha testa e rindo quando estremeci. Era meio irônico que embora Edward passasse todas as noites na minha cama, ele nunca tenha feito nada que causasse a fúria de Charlie, exceto estar em minha cama. Não, de nós dois, eu era a mais problemática, por tudo de bom que aquilo causava em mim. Edward era cuidadoso comigo quando meus descontrolados hormônios começavam a tomar conta.
O sábado seguinte foi uma dia típico de agosto, quente e nublado, e Charlie já estava vestido para ir pescar quando veio acenar para nós cinco ao partirmos na Mercedes preta de Carlisle. Ele não disse nada sobre a viagem durante toda a semana, mas ver Carlisle e Esme nos bancos da frente pareceu ajudá-lo a se acalmar. Aparentemente, ter criado cinco filhos adotivos os tornava gurus paternos aos olhos dele, e eu pude ver que ele teria um bom dia de pesca, parando somente de vez em quando para se preocupar comigo.
A viagem para Seattle não pareceu demorar muito. Só os conheci há alguns meses, mas os Cullens já eram como uma família para mim. Não que meu relacionamento com Edward ajudasse a me sentir aceita: eu era uma dos poucos humanos do mundo que conhecia a verdade sobre vampiros, e isso significava que sempre que eu falava com pessoas normais, havia sempre coisas na cabeça que eu sabia que nunca, nunca poderia dizer. Mas com a família de Edward, nunca me senti como se eu por acidente relevasse um segredo, já que o segredo em questão era o deles. E para o alívio de Edward (e um pouco de espanto) eu não era como os outros humanos, que geralmente sentiam que havia algo de errado com os Cullens, algo assustador. Eu adorava estar com eles, o que, a meu ver, dizia respeito a ser humana no futuro, mas Edward não gostava de falar a respeito disso.
Depois de dar entrada no hotel, Alice avisou que o shopping seria nossa primeira parada. Eu tive que lembrar que eu era uma convidada, que eu quis vir junto nessa viagem e que estava ganhando uma carona e um quarto de hotel de graça, então eu precisava ser graciosa com os zelosos hábitos de compra de Alice (achava eu). Ainda assim, senti um pouco de inveja quando Carlisle e Edward entraram numa livraria quando Alice puxou Esme e eu para olharmos calças jeans.
Não me entendam mal. Fazer compras com Alice era divertido – mas depois de mais ou menos uma hora fazendo compras, eu começava a olhar o relógio e me perguntar quanto tempo pode ser gasto olhando diferentes camisas coloridas.
"Alice, posso levar Bella para comer alguma coisa e depois você nos encontra na livraria?" Esme sugeriu finalmente. Alice, que estava contemplando duas camisas que tinham o mesmo estilo, porém de diferentes tons de azul, olhou para nós e sorriu.
"Boa ideia. Depois de uma pausa, podemos ver mais alguns lugares antes de partirmos."
Tentei não gemer ao seguir Esme para fora da loja. "É o terceiro lugar que visitamos e ela acha que precisamos ver mais outros?"
"Alice é muito… dedicada quando o assunto é comprar," Esme disse com um sorriso. "Ela e Rose já passaram doze horas no Shopping América – pensei que teria que arrastá-las de lá se quisesse vê-las de novo."
Tentei não estremecer com o pensamento de passar doze horas dentro de um shopping. Renee gostava de fazer compras, mas, Jesus, não tanto assim (e talvez nenhum humano tivesse tais habilidades sobrenaturais). Na verdade, eu estava com fome também, então encontramos a praça de alimentação e comprei um enorme pretzel. Mencionar isso a Edward nunca era uma boa ideia, mas até onde eu me preocupava, meus dias como humana eram sempre contados, então eu pensei que pudesse apreciar uma vez ou outra comida que não prestava enquanto eu pudesse.
"Isso é… comida de verdade?" Esme indagou com o tom educado, porém cético.
"Eu não acho que tem mesmo qualquer valor nutricional, se é isso que quer dizer," falei. "Mas é gostoso."
"Hmm," Esme falou, balançando a cabeça, mas não fez qualquer outro comentário. Enquanto eu comia, Esme examinou as roupas que eu comprei até então: apenas uma calça jeans e algumas camisas, apesar dos melhores esforços de Alice de me fazer querer olhar saias e vestidos. Eu não pude deixar de encará-la. Se você sai com um vampiro isso acontece sempre, e num lugar público isso não era exceção. Esme não saía muito em Forks, mas quando ia, era cuidadosa em se vestir de forma que parecesse mais velha. Notei que Carlisle fazia isso também, no que eu via como um esforço inútil para se misturar com as pessoas normais. Mas hoje ambos estavam usando roupas que os deixavam com a idade que aparentavam, e mesmo em lugares cheios como este, Esme estava recebendo muitos olhares.
"Isso não incomoda?" perguntei, sem realmente pensar se eu queria mesmo saber. "Digo, pessoas olhando para você."
"Você se acostuma," Esme disse calmamente. "Além disso, você está muito bonita. Devem estar olhando para você também."
"Esme…" revirei os olhos. Era algo que uma mãe diria, comparar minha mediocridade e eu com a beleza supernatural dela como se fôssemos iguais. Esme riu, e quando eu terminei de comer, fomos procurar Edward e Carlisle. Digo, depois nós os encontramos. Esme foi ver primeiros os livros de arte e arquitetura e eu fui olhar alguns romances. Quando Edward me encontrou, eu tinha a cara metida num livro, perguntando-me se deveria comprá-lo, e ele tinha uma pilha de livros de quase meio metro.
"Algo para fazer hoje à noite," ele explicou. "Para a tranquilidade da mente de Charlie, você vai dividir o quarto com Alice."
Era desapontador, mas eu tinha mesmo a impressão de que isso iria acontecer.
Como se ela tivesse ouvido o nome ser mencionado, Alice apareceu com muitas sacolas de compras nos braços e sorriu.
"Pronta para olhar sapatos?" ela perguntou, e eu conseguir não gemer ao tentar calcular quanto tempo Alice ficaria vendo sapatos. Aparentemente minha pausa havia acabado, então paguei os livros que escolhi antes de deixar Alice me arrastar para a próxima loja.
Depois de Alice finalmente ficar satisfeita com as compras numa única tarde, o resto do dia passou rapidamente: fomos a uma exposição, depois Edward me levou para jantar antes de encontrarmos os outros Cullens para vermos um jogo (eu não gostei de eles gastarem muito dinheiro comigo, mas talvez eu pudesse convencer Alice a contar esta viagem como um presente de aniversário). Foi muito divertido, mais do que esperava, fazer as coisas que não podia fazer em Forks, e estar com pessoas de quem eu não tinha segredos. Minha futura família, disse comigo mesma, e mais uma vez, fiquei aliviada que Edward não pudesse ler meus pensamentos – senão ele ficaria bravo comigo.
Quando voltamos ao hotel, Carlisle e Esme nos desejaram boa noite, e Alice e eu subimos ao quarto que iríamos dividir. Edward ficou sozinho, e embora eu suspirasse com o pensamento de passar a noite longe dele, pelo menos Charlie ficaria aliviado quando eu contasse a ele esta parte da história.
Alice abriu a porta com o cartão, e eu imediatamente me assustei: Jasper estava sentado numa cadeira perto da janela.
"Oi," disse ele serenamente, e me senti mais calma, cortesia do dom incomum de Jasper, e depois olhei para Alice.
"Bella," disse ela, tentando e falhando em mostrar culpa em vez de estar se divertindo, "Eu sei que você contou a Charlie que iríamos dividir o quarto, mas..."
"Só falei que provavelmente dividiríamos," disse eu, começando a sorrir. "Então eu não menti, e se eu contar a Charlie amanhã que você e eu nos divertimos muito, isso não seria uma mentira também."
"Edward está no 215," ela falou, entregando a minha mala, e disse boa noite aos dois antes de andar pelo corredor até o quarto de Edward e bater na porta. É claro que Alice havia visto como eu queria passar a noite, então ela convidou Jasper para ficar com ela. Geralmente a ideia de ser capaz de ver o futuro parecia carregar mais responsabilidade que eu gostaria de ter, mas em casos assim, eu via o quanto isso podia ser divertido.
Edward pareceu surpreso, mas feliz quando abriu a porta para mim.
"Alice," falei numa meia-explicação, e ele suspirou.
"Fico feliz em vê-la, mas me sinto um pouco culpado," disse ele. "Você teve que passar pelo quarto de Carlisle e Esme para chegar aqui, mas obviamente eles não tentaram pará-la. Aparentemente minha família apoia a corrupção da sua inocência juvenil."
Gargalhei com aquilo. "Você passa todas as noites na minha casa e ainda não fui corrompida, não que eu não tenha ainda tentado."
Edward balançou a cabeça, mas inclinou-se para me beijar sem mais protestos. Depois de alguns segundos, como sempre acontecia caso eu ficasse interessada demais em beijá-lo, Edward educadamente afastou-se. Tentei não vacilar ao sentar-me na cama, e depois olhei minha sacola, que tinha minha escova de dente e o pijama.
"Volto logo," prometi.
Uma ida ao banheiro depois, estava de roupas trocadas e começando a sentir sono, o que Edward naturalmente notou, embora não tenha me visto bocejar.
"Cansada?" ele perguntou. "Quantos pares de sapatos Alice a convenceu comprar?"
"Nenhum, e você sabe disso," disse, enrolando-me debaixo dos lençóis. "Eu me diverti muito hoje, mas da próxima vez que Alice disser que quer fazer compras, terei que dormir muito uma noite antes. Não tinha ideia de quanta energia eu gastaria apenas andando pelo shopping."
"Você levou muito tempo para dormir na noite passada," Edward disse pensativo, desligando as luzes e deitando ao meu lado. "Algum sonho ruim?"
Fechei os olhos, esperando que talvez a mentira não ficasse tão clara na minha cara se eu não olhasse para ele. "Não."
"Hmm," Edward disse, mas ele não me pressionou por detalhes. Na noite anterior, eu sonhei com Phoenix e não tinha certeza se ele me ouviu falar alguma coisa que lembrasse a escola de balé – minhas lembranças do acidente eram milagrosamente relapsas, mas Edward sempre se lembraria, com perfeita clareza, como eu estava quando ele e os outros foram me resgatar. Embora eu sentisse dor, era provavelmente pior para Edward me ver ferida daquele jeito, deitada lá, e se perguntando se eu iria morrer. Ele odiava sentir-se inútil, mas pior ainda (para nós dois) era a certeza dele de que era o culpado. Que apenas por estar comigo, ele quase me levou à morte.
"Ela não prefere ser esposa da morte a aquele corpo ambulante?" Edward disse suavemente.
Olhei para ele. "O quê?"
"É de 'O Fantasma da Ópera,'" ele explicou secamente. "É sobre um monstro que se apaixona por uma mulher. Ele quase a mata, mas depois a deixa ficar com o homem que ela ama e depois morre."
"Eu já li esse," falei, tentando não parecer inquieta. Renee ficou por um tempo obcecada por ópera há alguns anos, então eu li alguns romances e peças numa tentativa de entender o que exatamente toda aquela cantoria significava.
"Eu nunca tinha lido, até hoje," Edward disse. "Li enquanto esperava por você na livraria, e havia essa passagem em particular que me chamou a atenção."
Eu não falei nada em resposta, mas fechei os olhos de irritação quando ele ligou de novo as luzes.
"Você comprou essa edição?" perguntei – qual era o ponto se ele tinha uma memória fotográfica?
"Nesta página," disse ele calmamente, erguendo o livro de cima da pilha que ele fez ao lado da cama, no chão. Olhando o lugar que o dedo dele marcava, li,
"Por que ela brincou com a ameaçadora catástrofe? Por que ela brincou com o coração do monstro? Por que, num último excesso de piedade, ela insistiu em arremessar, como último calmante à alma do demônio, a divina canção:
Anjo sagrado, abençoado nos céus,
Meu espírito anseia descansar contigo"
Bem, isso não era algo que eu gostava que ele ficasse pensando: como ele podia pensar que eu estava com ele por pena, que ele era um monstro? Ele era um anjo… mas eu sabia que se tentasse explicar isso, só gastaria saliva, ou possivelmente iria chorar, então tentei imitar o tom de voz dele: interessada, mas também distante, como se estivéssemos discutindo o significado dos livros que lemos, mas que não gostávamos muito.
"Mas o fantasma… era humano. Não seria a moral da história que humanos fiquem longe de outros humanos?"
Para meu alívio, a estratégia funcionou: Edward riu, um som que nunca deixou de me fazer sentir zonza de alegria.
"Eu não sabia que era isso que Leroux tinha em mente," disse ele, guardando o livro e desligando de novo as luzes. "Uma família de humanos, ou pais humanos, não toleraria você dormindo no meu quarto. Suponho que eles são uma má influência, permitindo que isso continue debaixo do nariz deles."
"Não vai ouvir reclamações minhas," disse calmamente, já começando a cair no sono. Amanhã, estaremos na minha cama de novo, e esse mero pensamento foi o suficiente para me fazer sorrir na escuridão. Edward começou a cantarolar minha canção, e enquanto ele fazia isso, não pude deixar de pensar que ele não era uma influência tão má quanto os pais dele. E eu estava sempre tentando, sem sucesso, ser uma má influência para ele. Mas quando fechei os olhos, senti consolo ao saber que tinha bastante tempo, todo o tempo que precisava, para convencer Edward a ver as coisas do meu jeito, tanto sobre me transformar quanto sobre... outras coisas.
N/T: mais um capítulo... e eu estava me perguntando o que diabos esse capítulo tinha a ver com Carlisle/Esme, até chegar a esse finalzinho... :) Supervisão paterna pra quê, né?
Próximo capítulo sai dia 5 :) Obrigada pelo apoio com os comentários e até lá!
