Bem-me-quer
Bem me quer.
Ela puxou uma pétala e Draco disse que aquilo era idiota. Ela deslizou os dedos pela flor e sorriu um pouco. Draco revirou os olhos e continuou concentrado no jornal que lia enquanto a ruiva brincava com as flores brancas que havia na cabeceira da cama.
Mal me quer.
Ela franziu os lábios e virou-se para Draco que ignorou-a completamente.
- Não me quer mais?
- Não brincando com flores dessa forma.
Ginny pegou as margaridas e levou-as para fora do quarto, voltando apenas com uma flor.
- Porque não se cansa dessas flores feias e sem graça?
- Elas servem pra determinar se você gosta de mim ou não.
Bem me quer.
- Creio que depois de anos, meio que dá pra saber que eu gosto de você.
- Não custa nada confirmar.
Mal me quer.
- Então?
- Não posso continuar assim.
- Como assim, Draco?
- Você precisa se casar comigo, Ginny.
Bem me quer.
Bem me quer.
Bem me quer.
