N/a: Ollaaaaa

estes sao os dois ultimos capitulos da parte 5!

E bem importantes!

Espero que gostem!

Na proxima parte tem mais amorzinho, garanto!

Até amanha!

Beijossss mil

Vic.


PARTE 5 (VIII)

O QUE VEM DEPOIS

Capitulo 48 – O Conselho Koleston

- "Bem vinda".. Fale por si mesmo, Indra, não me agrada em nada ter esta suja na minha família!- disse o rabugento quadro de Taranius Koleston.

- Suja!? Eu, suja?- disse helena furiosa se aproximando do quadro.- E quanto a você que pra se provar pra os Volturi, atacou a família da minha mãe? E que pra comprovar a sua baixeza e covardia, matou todas aquelas crianças? Você que é sujo e nojento! Eu só sobrevivo com o que me foi dado e isso inclui o seu tão adorado sangue, bisavô, um sangue que é muito mais puro que o seu!- houve um grande burburinho.

- Você diz que eu quis me provar...- debochou Taranius de novo.- Mas qual é o nome pra aquilo que você fez, pequena mártir, em Volterra? O fato de você não ter vindo aqui antes, não significa que não saibamos o que você faz para enxovalhar ainda mais o nosso nome desde que você foi reconhecida!- disse Taranius e Helena estava espumando de raiva, mas foi cortada antes que dissesse algo.

- Helena estava protegendo a família dela, o que inclui a nossa também!- disse o quadro de Marcus Koleston.- Este é o nosso lema, sempre foi, proteger a família em primeiro lugar, não importa à que preço! Mas me parece que boa parte de vocês esqueceu isso! Foi eu quem a ajudei a voltar pra casa e faria de novo e outras dezenas de vezes! Foi o maldito orgulho que o senhor me ensinou a ter que fez com que eu executasse o meu primo antes que eu averiguasse as provas e circunstancias que o levaram a salvar a mãe de Helena e a esconder a filha por onze anos!- houve mais um burburinho.

- Obrigada Marcus, eu não tive a real chance de te agradecer pela ajuda que você me deu em Volterra.- disse Hell e os dois trocaram um significante e respeitoso aceno de cabeça.

- Não fui o único responsável por sua volta, prima, graças a você eu também tive uma incursão a este conselho..- sorriu Marcus.

- Como?- perguntou Hell.- Acho que sei por que vocês me odeiam! Ultimamente todos que tem vindo aqui é por minha causa!- exclamou e mais um burburinho se seguiu.

- Ninguém aqui realmente te odeia, filhote...- disse uma voz grave e conhecida de Helena, em tom relaxado, num outro canto da sala.

- Papa!- exclamou Hell que literalmente voou de encontro à gravura do pai.- Papa eu achei que nunca mais veria você, que o senhor não tinha feito...- ela ficou sem fala enquanto alisava a gravura em completo deleite e flutuava perante todos aqueles quadros e o avô.- Eu sinto tanto tua falta..

- E eu a tua, filhote..- sorriu Peter Koleston.- Fiquei sabendo que tenho netos lindos e poderosos, é verdade?

- É. Tenho três filhos, papa, mas a menina não é minha, ela é uma Klein... E dos meninos.. William, é o que mais me lembra você..- disse ela emocionada.

- E os nomes dos outros?- perguntou ele.

- Claudia e Peter, como você, filho!- disse Indra também emocionado e feliz.- Peter lembra muito você, fisicamente quando era jovem... Mas sabe, viemos aqui para discutir o contrato de casamento de Merlin sobre os Koleston e os Swift...

- Eu o cumpri.- disse Peter ainda encantado com a visão da filha e os dois trocaram sorrisos.- Hell é a herdeira exigida no contrato. Eu sabia que os Swift não estavam verdadeiramente mortos, mas eu não podia arriscar a segurança deles enquanto aqueles que os perseguiam ainda vivessem.. Foi então que Helena Ravenclaw me ajudou, ela sabia do paradeiro de Eva Swift, Eva e a mãe dela eram amigas..- explicou.

- Obrigada, pai..

- Obrigado a você, meu anjo, eu sempre soube que você seria grande! E quanto à pureza do sangue de minha filha... Pra vocês tolos que prezam tanto vossa linhagem, Helena é tataraneta de Merlin, portanto, o sangue dela é mais puro do que o de 90% de nossa família e a mãe dela era maravilhosa. Me torturaram os 15 anos em que vivi uma vida dupla, porem eu jamais fui tão feliz ou tão amado em minha vida! E minha morte e a de Indira valeu à pena, quando demos ao mundo, Helena Mentz Koleston!- disse ele orgulhoso seguido pela expressão de Indra e agora, da maioria das outras gravuras.

- E minha mãe, pai? Como ela está?- perguntou Hell depois de certo tempo.

- Sua mãe está muito bem, querida e ela tem tanto orgulho de você, quanto eu.

- Diga a ela que eu a mamo muito.

- Ela sabe disso, pode ter certeza...- disse Peter e uma gravura ao lado da dele resolveu atrapalhar a conversa.

- Sabe, você é parecida com Ivanka..- disse a gravura feminina pintada com um pequeno cachorro em seu colo, com o cabelo grisalho preso em um alto coque e óculos em formato de meia lua presos à ponta do comprido e fino nariz.

- Quem?- perguntou Hell à gravura, o nome da plaqueta abaixo dela a identificava como Suzanne Koleston.

- Eu! Ivanka Koleston!- disse outra gravura, realmente muito parecida com Hell, mas de olhos e cabelos marrons, e trajes medievais.- Diga-me, querida, você já encontrou-se com Stefano? Já? Diga-me é ele o pai dos teus filhos?- perguntava ela ansiosamente.

- Hun?

- Ah, não dê ouvidos a ela, Ivanka é completamente maluca!- disse outra gravura feminina, pintada como uma dama do século 17.

- Eu não sou maluca, Gertha!- disse Ivanka.- Stefano disse que voltaria e que ficaríamos juntos pra sempre!

- Sim, isso foi antes ou depois de você morrer de peste? Acho que o seu espírito que entrou neste quadro, ainda estava lesado com a doença! Nunca existiu um Stefano, minha cara..- disse Gertha desdenhosa.

- Claro que existiu!- disse Ivanka desesperada e tristonha.- Helena, é verdade, encontre meus diários!

- Onde?

- Humm..

- Viu, completamente insana!- desdenhou Gertha novamente.

- Eu gostaria que você não falasse assim dela..- disse Hell.

- Mãe! Mãe!- era a voz de Woody soando a distancia e Hell olhou imediatamente ao avô que deu de ombros.- Mãe, onde você está? Peter precisa de ajuda!

- Peter!- exclamou Hell voltando ao chão.- Preciso ir, prazer!- então ela saiu correndo porta afora.

Capitulo 49 – Em Transe

- Vai cair, vai cair...- dizia Peter sentado na cama, segurando as têmporas e se balançando pra frente e para trás.

- Filho, estou aqui, vai passar, olha pra mamãe...- disse Hell ajoelhada à frente do filho e segurando seu rosto com as duas mãos, os olhos do garoto estavam negros.- Saiam, em calma e silencio..- disse ela para todos aqueles presentes que começaram a se retirar.- Filhote, conta pra mamãe o que você viu.

- Mãe, tem um avião, ta cheio mãe, vai cair..- disse Peter ainda agitado, chorando.

- Ah querido, eu lamento tanto que você tenha que ver isso..- disse Hell também tristonha, pegando o filho no colo.

...

EmmPOV.

Com a chegada antecipada de Bernard, minha lua de mel com Hell foi pro saco. Então eu fiquei meio perdido, meio que sem ter o que fazer, mas eu tinha que ficar em NY, porque Clau e Seth estão em Nova Jersey e é mais próximo daqui caso eles precisem de algo... Foi nisso, em uma das minhas tentativas de distração que Bernard voltou para casa um pouco agitado.

- Emm, seria bom se você viesse comigo.- disse ele.

- Claro, que houve?

- Peter ficou agitado com uma visão, Hell está acalmando ele.

- Ela quem te mandou aqui?

- Não, mas achei legal vir e pegar você, vamos!

...

Chegamos à casa de Indra, quando achei que íamos para a Rússia. Lá na sala estava o avô de Hell, Zack e os avós dele e Woody. Byrdie me disse que tinham vindo pra cá porque Hell veio fazer as pazes com o avô dela.

Segui para o quarto que Indra me indicou e quando lá entrei Hell pareceu surpresa a me ver, ainda assim sorriu. Ela estava sentada em uma das confortáveis camas e Peter estava em seus braços como um pequeno bebê, ele gemia baixinho e parecia tão frágil que temi me aproximar muito e poder acordá-lo.

- O que houve com ele, Hell?- perguntei baixinho.

- Pete estava tirando um cochilo e sonhou com um avião caindo, ficou fragilizado... Ele recém dormiu, estou esperando que ele durma mais profundamente para que eu possa tirar dele esta memória triste...- ficou quieta olhando pro nosso filho.- Você não precisava ter vindo, mas fiquei contente que Byrdie tenha ido buscá-lo.- me aproximei e beijei-lhe delicadamente os lábios e depois beijei atesta do meu filho, que tremeu levemente com o frio dos meus lábios em sua pele que estava quente e suada.

- Como resolveremos estes flashes dele?- perguntei.

- Eu estava pensando em pedir ajuda à Allie, na família, de fato, é ela quem tem este poder, não eu... O que eu posso impedir é que ele tenha estes flashes enquanto dorme.. Eu vou precisar de algumas horas aqui no laboratório da Liga pra que eu possa preparar um novo amuleto para a corrente dele..- disse ela e meus medos tomaram conta de mim.

- Hell, você não acha que eles são novos demais para irem para ir morar tão longe de nós?- perguntei.

- É claro que eu acho, Emm, e eles sempre serão sempre bebês pra mim, mas olhe pra ele, esse garoto tem quatro anos? Ou Claudia apenas cinco?

- Não, você tem razão..- sorri ao olhar o grande garoto.- Eu vou sentir falta dos três pestinhas..

- Então talvez esteja perto da hora de produzirmos mais pestinhas...- disse ela sorrindo tortinho.

- Eu já disse que te amo?

- Hoje ainda não, ursão..

...

ClauPOV.

Era oito da noite e eu ainda estava no píer esperando por Shane e Seth insistia em me dizer que ele não viria e que provavelmente nunca tinha nem pensado em ir ao meu encontro, mas eu tinha certeza de que havia algo errado.

Pedi para que Seth me levasse à minha antiga casa, aquela mesma com a qual eu tinha sonhado tantas vezes e que agora estava pintada em cor diferente e na qual Shane e meus antigos pais ainda moravam e do lado de fora, aparentemente, estava tudo desligado.

Circundei a casa e encontrei a porta dos fundos aberta, a mesma d=que ainda dava para a cozinha onde, há minha época, havia um ventilador no teto, também, tudo tranqüilo.

Mais uns passos, eu estava na sala de jantar e a mesa estava posta para três pessoas, apesar de ser hora do jantar, pensei que ela estava posta desde o almoço, já que a comida nas travessas estava fria.

Na sala o layout era agora diferente, assim como os móveis e o sofá ficava de costas para mim, a TV estava ligada e era a única fonte de iluminação do ambiente. Dizia que um vôo havia caído no mar e estavam dando as buscas por sobreviventes encerrada.

Ouvi também uma respiração falhada e fraca, dei mais uns passos e o que entrou em meu campo de visão foi Shane, desacordado e com a boca espumando. No chão, uma garrafa de vodca e dois frascos de calmantes vazios. Tentei acordá-lo sem sucesso.

- Seth! Chame uma ambulância!- gritei.

...