eeeebaaaa olha eu aqui de voltaaa! *esconde das tijoladas* eu seeei, eu seeei, devo desculpa para todos vocês pela demora, mas assim que voltei de viagem eu prestei vestibular e passei ai tive que correr atras pra fazer matricula na faculdade e depois pra correr atras da papelada pra bolsa e foi uma mega correria e além disso tudo tinha a dona preguiça que não largou do meu pé, mas como essa semana já começou minhas aulas na facul eu meio que deixei a preguiça de lado e vim fazer a fic! hauahuahau maaas eu prometo que não vou sumir desse jeito de novo, pelo menos não até começarem minhas provas e até eu terminar a fic que já está na reta final!

Booom eu tenho muuitas reviews pra responder, mas tenho que caça-las no meu e-mail, então vou responde-las só no proximo cap (se eu responder)!

espero que vocês gostem desse cap e não me matem! e mais uma vez me desculpem pela demora!

Boa Leitura! =D


Capitulo 33

Harry PoV

O sol da manhã entrava pelas frestas da cortina, senti meu braço direito dormente quando tentei me mexer e me lembrei de que Gina estava ali, aconchegada em meu peito dormindo tranquilamente. Sorri lembrando da noite que tivemos e olhei para ela. Gina tinha um sorriso nos lábios e ressonava tranquilamente, seus cabelos vermelhos espalhados e o lençol branco da cama lhe cobrindo o corpo ainda nu.

Passei gentilmente a mão sobre o rosto dela e ela abriu os olhos aos poucos, seu sorriso aumentando em seus lábios. O mar castanho de seus olhos encontrou o meu e eu podia ver um brilho de felicidade neles. Gina levantou o rosto, me deu um beijo suave e disse separando nossos lábios apenas alguns centímetros:

- Bom dia meu amor.

Antes que eu pudesse responder alguma coisa ela me beijou novamente rolando o corpo para cima do meu. Uma de minhas mãos foram automaticamente para sua nuca e se enroscaram nos cabelos vermelhos que eu tanto amava enquanto que a outra segurava firme a cintura dela pressionando o corpo dela ao meu.

Nos separamos para respirar com sorrisos que eu achava humanamente impossível de estar nos nossos lábios, mas ali estavam nossos sorrisos que chegavam até nossos olhos e nossas almas. Gina foi inclinando novamente para me beijar quando seus olhos pousaram no relógio que eu tinha na mesa de cabeceira e seu sorriso morreu no exato momento.

Ela levantou rapidamente e começou a procurar suas roupas que estavam espalhadas pelo quarto. Eu peguei meus óculos e olhei para o relógio finalmente entendendo o porquê da correria dela.

- Harry, mamãe vai nos matar!

- Nos matar? Eu não tenho culpa que você fugiu de casa no meio da noite para me assediar.

Eu ri enquanto ela me fuzilava com o olhar.

- Mas você bem que gostou não é?

Eu sorri e me levantei recolhendo minhas roupas espalhadas. Ela terminou de se arrumar e me deu um beijo rápido, mas antes de sair eu a segurei pelo braço.

- Você não quer que eu vá com você?

- Querer eu até quero, mas conhecendo mamãe será pior se você aparecer lá em casa comigo agora.

- Então nos vemos a noite?

- Sim.

Ela sorriu, me deu mais um beijo e saiu do quarto descendo as escadas rapidamente. Eu me virei e fui tomar um banho e me vestir. Quando terminei de me arrumar eu desci para tomar café e em seguida aparatei para o St. Mungus para ver como Sarah estava.

Eu confesso que ainda estava surpreso com tudo o que foi revelado ontem. Eu não esperava tudo aquilo. Confesso também que fiquei irritado por terem me escondido tantas coisas, mas de que adianta ficar irritado agora?

Encontrei Dylan e Layla no quarto de Sarah. A garota loira estava com a cabeça encostada no ombro do namorado enquanto esse a abraçava carinhosamente pela cintura. Sarah dormia profundamente deitada na cama.

Conversei um pouco com os dois, perguntei como estavam e como Sarah estava. Logo em seguida aparatei para o Ministério. Eu queria participar do interrogatório de Kyle e obter informações sobre Maclaine.

Quando entrei no departamento de aurores encontrei Luke, Sr Hedge, Walter e Loren conversando, eles pareciam bem compenetrados no assunto. Me aproximei e os cumprimentei.

- Harry que bom que você chegou, estávamos falando sobre o interrogatório de Kyle.

- Nós achamos que você deve participar, já que foi atacado por ele.

- Claro, eu ia mesmo pedir para participar.

- Ótimo, o interrogatório começará as dez.

Nós conversamos sobre o que tinha acontecido, eu lhes contei tudo o que eu sabia em detalhes. Sr. Hedge ia fazendo algumas anotações e quando terminei de contar Luke comentou que recebeu uma coruja do Ministro da Magia dos Estados Unidos, ele virá para o interrogatório de Kyle e para ver as filhas.

Já era quase dez horas e nós fomos para o nível 10 onde fica o tribunal que acontecera o interrogatório de Kyle. Assim que entrei lembrei do meu quinto ano quando tive que vir depor por ter usado magia na frente do meu primo Duda. Junto com essa lembrança me veio um sentimento muito forte de saudade de Dumbledore.

Respirei fundo para afastar o sentimento e as lembranças e segui o Sr. Hedge e os outros até os lugares que ocuparíamos. O velho tribunal já estava lotado com todos os membros da suprema corte, com suas vestes cor de ameixa. Assim que nos sentamos o Ministro da Magia, Shacklebolt entrou junto com o Ministro da Magia dos Estados Unidos.

Ele parecia ser um homem muito sério, vestia vestes pretas bem formais, seus olhos verdes me lembravam os de Sarah, mas com a diferença de serem marcados com seriedade e com muitos anos de experiência, ele parecia analisar cada cantinho e cada pessoa que havia naquela sala enorme. O Ministro era alto e seus cabelos castanhos, seu rosto me lembrava bastante de Layla. Ele se sentou ao lado de Shacklebolt e logo em seguida alguns aurores entraram carregando Kyle.

Kyle deu um sorriso sarcástico quando se sentou de frente aos dois Ministros e pude reparar também que o Sr. Western fez uma cara de desgosto. Shacklebolt começou com suas perguntas e me surpreendi ao ver que Kyle estava respondendo sem apresentar relutância.

- O que o Senhor fez quando fugiu dos Estados Unidos após seqüestrar a filha do Ministro Western.

- Me escondi.

- Onde?

- Primeiro na Austrália, depois Espanha e por fim vim parar aqui em Londres.

- Por que escolheu servir Voldemort?

- Porque não tive escolha.

- Como assim não teve escolha rapaz?

- Meus pais foram torturados, então escolhi meu destino, não quis ter o mesmo fim que eles.

- E o que te levou a perseguir a filha do Ministro Western aqui em Londres?

- Achei divertido.

Percebi o Ministro fechar as mãos em punho e respirar fundo para manter a aparência calma. Kyle estava com um sorriso debochado olhando para o ex-sogro.

- Também achou divertido tentar atacar Harry Potter e deixar Sarah Western hospitalizada?

- Basicamente sim!

Agora quem teve de respirar fundo fui eu, como ele pode dizer isso nesse tom debochado, principalmente da mulher que ele dizia amar? Acho que Voldemort fez uma lavagem cerebral nele ou ele é realmente um canalha dos grandes.

- E o que você sabe sobre o comensal Patrick Maclaine?

- Que ele quer vingança e vai brincar com Potter até não poder mais.

Aquilo me irritou mais que tudo, ainda mais quando a gargalhada que ele deu após terminar a frase. Eu preciso achar Maclaine, Gina e os Weasley não estão seguros enquanto ele estiver solto. Respirei fundo para me controlar e ouvi o resto do interrogatório.

- Você sabe o paradeiro de Maclaine?

- Não.

- Então como o encontrou para fazer aquela armadilha em Hogsmead que quase custou a vida de uma estudante?

- Maclaine não pode ser achado.

- Como não pode ser achado?

- Ele te acha se você tiver o que ele procura.

Os dois Ministros e praticamente todos os membros da suprema corte já estavam impaciente com as respostas de Kyle sobre Maclaine e isso não me deixava nada animado.

- Deixe de rodeios e me diga onde fica o esconderijo dele.

- Eu não sei.

- Como não sabe?

- Eu já disse, eu tinha informações e Maclaine veio até mim.

A essa altura do campeonato eu já não estava mais prestando atenção ao interrogatório. Eu tentava encontrar alguma forma de conseguir chegar até Maclaine, mas eu não sei o que ele quer além de se vingar de mim e em hipótese alguma colocarei a vida de Gina ou de mais ninguém em risco.

O interrogatório continuava, agora eles falavam sobre os crimes que Kyle cometeu no passado ao seqüestrar Sarah e todos os outros desde então e finalmente o julgaram culpado e o condenaram a mofar em Azkaban.

Quando finalmente pudemos sair do velho tribunal já eram quase três horas da tarde e eu estava simplesmente azul de fome, mas antes que eu pudesse sair com Rony para comer o Ministro Western se aproximou de nós.

- Senhor Potter, Sr Weasley é um prazer conhecê-los.

- O prazer é nosso Senhor Western.

- Eu estava particularmente ansioso para conhecê-lo Senhor Potter. Layla e Sarah me falaram muito bem sobre o senhor.

- Er... Obrigado Senhor.

- Que tal o Senhor me acompanhar no almoço e depois passar no St. Mungus para ver minhas filhas?

- Claro. Tudo bem.

Eu olhei para Rony de canto de olho que se despediu de nós e seguiu provavelmente para encontrar Hermione e contar o que aconteceu. O Ministro me conduziu para fora do ministério pela saída de visitantes e aparecemos no meio de Londres.

- Ah Londres, essa cidade me encanta. Há muito não vinha pra cá fazer uma visita.

- O Senhor gosta daqui?

- Sim, eu tenho muitas lembranças daqui. É um dos meus lugares preferidos. A arquitetura antiga dessa cidade me encanta.

Seguimos falando sobre Londres e sobre as "aventuras" que o Ministro teve aqui durante sua vida. Quando chegamos ao restaurante ele me guiou até uma mesa um pouco afastada e fez nosso pedido. Me surpreendi com o ritmo que nossa conversa fluiu, ele não me parecia o mesmo homem de dentro do velho tribunal. Aqui ele parecia alegre, bem humorado e até fazia algumas piadas quando começamos a falar de Quadribol.

- Meu garoto, você seria um grande jogador de Quadribol, dos mais valiosos.

Nós riamos e conversávamos como se fossemos velhos amigos. Terminando de comer ele se ofereceu para pagar a conta e não aceitou um "não" como resposta. Logo em seguida aparatamos para o St. Mungus onde encontramos Layla, Dylan e Sarah no quarto de Sarah.

Ela parecia bem melhor, ainda estava um pouco pálida, mas já conseguia se sentar e estava sorrindo ao conversar com Layla. Parece que as duas se entenderam. Entramos no quarto e eles pararam a conversa. Dylan pareceu um pouco sem graça na presença do Ministro e Layla veio abraçar o pai com um sorriso nos lábios.

O Senhor Western cumprimentou Sarah com um abraço e logo em seguida Dylan. Logo todos nós estávamos conversando animadamente sobre várias coisas, Quadribol, viagens, sobre a guerra e por fim sobre o interrogatório.

- Então ele disse que não sabe onde Maclaine está?

- Disse.

- E o que vamos fazer Harry?

- Você quis dizer o que EU vou fazer não é?

- Claro que não, sou sua parceira e quero pega-lo tanto quanto você.

- Não, você não vai participar disso. Não quero que se machuque. Sou eu quem ele quer e eu vou cuidar disso.

- Mas Harry...

- Sem, mas... Já aconteceram coisas de mais, você tem que ficar bem e eu vou atrás daquele maldito.

Layla também entrou na nossa pequena discussão tentando encontrar formas de achar Maclaine sem que Sarah se envolva e sem que eu faça as coisas sozinho como pretendia.

Quando finalmente cheguei em casa eu estava exausto. Me joguei na cama olhando para o teto e depois de um tempo finalmente me lembrei que tinha combinado de jantar com Gina e que eu teria que provavelmente encontrar uma família Weasley muito brava. Aposto que Rony não comentou nada sobre isso porque não teve oportunidade e pensando por esse lado eu devo agradecer o Ministro por ter me salvado do sermão de um Weasley ciumento.

Mas infelizmente agora eu não tenho escapatória então resolvi tomar um banho para tentar relaxar, colocar uma roupa e encarar muitos ruivos raivosos. Talvez seja uma boa oportunidade para eu por em prática o que planejei todo esse tempo.