Capítulo 34 – Tempos de paz
Tinha acabado. Pessoas foram feridas, vidas foram perdidas, mas não em vão. Voldemort estava morto.
Gina estava deitada de bruços em sua antiga cama no dormitório feminino da Grifinória, pensando na batalha que acabara há, no máximo, vinte minutos. (N/V: aí, ela ouviu um "squik squik" e, de repente, viu um olho possuído. Aí o olho comeu ela e o Harry virou corno *o* [piadainterna /lixa)(N/A: Imaginem as possibilidades de um olho comer uma pessoa... É, terei pesadelos)(N/V: ah, vai, ser comida por um olho é meu novo fetiche *o*)(N/A: *sai correndo e tromba com o Sr. S*)(N/S: Oi, mal começo a betagem do capítulo e já levo uma trombada? Enfim, coisas que se vive com Mari e Vicky... -.-')(N/V: Marina, você não é Elefante pra dar trombada u.u' Ai, atoron começar chats no meio de fics *o* Ei, será que algum dia o Nev vai virar corno por causa de um olho o.O' ?)(N/S: Oi, prazer, meu nome é Olho! ;*) (N/V: Nhá, assim eu gamo *-*)
Ela tentava organizar sua cabeça, que estava confusa. Também, não era por menos: uma hora, Harry estava morto. Outrora, estava lutando com Voldemort no Salão Principal. Isso sem falar que, antes de Harry aparecer, ela, Hermione, Luna, com uma ajuda de Victória no final(N/V: mais ou menos assim: Cheguei! *luta acaba* ae, boaaa!), estavam lutando contra Belatriz Lestrange, quando uma Maldição da Morte não acertou Gina por pouco, fazendo Molly Weasley aparecer e dar um fim na Comensal. A imagem se repetia na sua mente:
Centenas de pessoas agora se encostavam às paredes observando as duas lutas, Voldemort e seus três oponentes, e Belatriz e Molly, querendo atacar e ao mesmo tempo proteger, incapaz de garantir que não iria atingir um inocente.
- Que vai acontecer com seus filhos depois que eu matar você? - Provocou Belatriz, tão desvairada como o seu senhor, saltando para evitar os feitiços de Molly que dançavam ao seu redor - Quando a mamãe for pelo mesmo caminho que o Fredinho?
- Você... nunca... mais... tocará... em... nossos... filhos! - Gritou a Molly.
Belatriz deu uma gargalhada, a mesma gargalhada exultante que seu primo Sirius dera ao tombar para trás e atravessar o véu.
O feitiço de Molly voou por baixo do braço esticado de Bellatrix e atingiu-a no peito, diretamente sobre o coração.
A risada triunfante de Bellatrix congelou, seus olhos pareceram saltar das órbitas: por uma mínima fração de tempo, ela percebeu o que ocorrera e, então, desmontou, e a multidão que assistia bradou, e Voldemort deu um grito. (N/S: Isso nos leva a crer que Molly usou o Avada Kedavra, e isso a faz muito mais macho que nosso Harrieta! fufufu)
As batidas na porta do dormitório fizeram Gina pular em susto e automaticamente se desligar de suas lembranças. Levantou-se e foi até a porta, mas parou quando ia abri-la e achou melhor perguntar:
- Quem é?
Ela retornou uns passos, pronta para pegar sua varinha caso preciso, quando a porta abriu ruidosamente, revelando Harry. Ele estava com as roupas e o rosto sujo, mas ela não poderia deixar de achá-lo bonito, ainda mais quando seus olhos verdes estavam brilhando dessa forma.
- E não era você que dizia que podia sentir minha presença? – Disse Harry, com um sorriso zombeteiro no rosto.
- Ah, desculpa, estava mais ocupada pensando nos métodos de tortura que usarei em você – Respondeu Gina, indecisa em ficar feliz ou furiosa em vê-lo. Talvez os dois.
- Torturar-me? Por quê?
- Porque você, Harry James Potter, me fez pensar que tinha te perdido! – Ela começara a gritar – Porque te ver saindo da sala do diretor direto para morte e depois nos braços de Hagrid, foi a pior sensação que senti na minha vida!
- Mas eu voltei, não foi?
- Voltou, mas e daí? Eu... me... senti... um... lixo! – A cada palavra espaçada, ela dava um soco no peito dele – Você... não... podia... ter... feito... isso, Harry!
Harry abraçou-a forte, fazendo-a parar de gritar e de batê-lo. Para sua surpresa, Gina abraçou-o de volta, como se nunca quisesse deixá-lo, e chorou. Ele sentia sua camisa molhar mais e mais, mas não se importava. Quando ela estava em seus braços, nada mais importava.
- Desculpe-me pelo ataque – Sussurrou Gina, seu rosto enterrado no peito dele.
- Tudo bem. Só quero que saiba que te deixar foi a coisa mais difícl que fiz. Quando Dumbledore disse que eu poderia voltar, fiquei tão...
- Espera, Dumbledore? Em que momento você falou com ele?
Harry de súbito lembrara que não havia contado para Gina, então levou-a até uma das camas do dormitório (que ele esperava que fosse a dela) e sentou-se lá, puxando-a para seu colo, e começou a falar:
- Quando o Avada de Voldemort me atingiu, desmaiei e acordei na Estação King Cross, só que ela estava vazia. Dumbledore apareceu um pouco depois e nós começamos a conversar. Falamos sobre a minha ligação com Voldemort. Ao me atingir com a Maldição da Morte, ele matou a parte de sua alma que estava dentro de mim, acredita? Ele viveria enquanto eu vivesse, não o contrário.
"Depois falamos sobre as Relíquias da Morte. Dumbledore e Grindewald eram, quando jovens, loucos para encontrarem-nas e formar um novo mundo com elas. As coisas não saíram como planejado, claro, quando Aberforth jogou uma verdade nas caras do irmão e Grindewald se descontroulou, e aquela luta entre os três causou a morte de Ariana.
"Resumindo um pouco mais, Dumbledore confessou que, ao deixar que Snape o matasse, queria que ele fosse o dono da Varinha das Varinhas, mas isso não saiu como planejado. Ficamos em silêncio e, nesse meio tempo, cheguei a conclusão de que poderia voltar. Eu perguntei a Dumbledore se ele achava que eu deveria voltar e ele disse que, se eu voltasse, havia uma grande chance de eu liquidar Voldemort para sempre.
"Mas eu perguntei só para saber a opinião dele mesmo, pois eu voltaria de qualquer jeito. Se você está aqui, então é aqui que devo estar". (N/S: Só eu notei que ele deixou de comentar sobre o fato de estar "pelado, pelado, nu com a mão no bolso(8)" ? Por que motivo terá sido, hã?)(N/V:Não acho que a Gininha ia querer saber das aventuras de Haryy e Dumby)(N/A: Tive vontade de fazer o Harry citar isso e a Gina dizer: "Cê tá ligado que o Dumbie é gay, né? G_G" -qq)
Gina levantou seu rosto, que estava encostado no peito de Harry, e disse:
- Palavras certas nos momentos certos. É, você me conquista cada dia mais – E sorriu.
- Que bom, Srta. Weasley, esse é o meu objetivo – Harry disse sorrindo também e afagando os cabelos dela.
Eles ficaram em silêncio, porque palavras não eram necessárias. Era um silêncio confortável, em que eles só ficavam fazendo carinhos um no outro. Ele só foi quebrado minutos depois, quando Gina não conseguiu segurar uma pergunta que estava atormentando-a:
- Como você subiu aqui?
- Ah!, é que, segundo Hermione, o castelo foi muito danificado na batalha – Respondeu Harry -, portanto sua magia está muito fraca e não capta certas coisas, tipo gente do sexo masculino entrando no dormitório feminino. E, também, não é como se eu tivesse vindo aqui com segundas intenções. (N/S: Já está bem nas quintas intenções, né?)
- Eu falaria: "Ah, que pena", mas estou muito cansada. Fica comigo esta noite?
- Claro. (N/A: Okay, eu quase coloquei "Of course, my horse", mas, tipo, né, assim, essa é a pior frase ever, então deixa quieto /z)(N/S: juro que você perderia toda a credibilidade se tivesse feito uma merda narrativa dessas... '-')(N/V: "Tchau, my love", "Of course, my horse" e a cada dia essa fic fica mais baiana \o *foge da Carol*)
Eles conversaram mais um pouco, até que o sono venceu-os e eles deitaram-se, Harry com os braços em volta da barriga de Gina, e dormiram como não dormiam há muito tempo. (N/S: Dormir de conchinha é uma das coisas mais confortáveis e apaixonantes de se fazer com alguém que se gosta... *-*)
Harry acordou na manhã seguinte sentindo-se muito bem. O peso que antes ele carregara nos ombros agora não existia mais e isso o deixava muito aliviado. Ele agora era livre para fazer o que bem entendesse. Poderia planejar seu futuro...
Pensando em "futuro", Harry tateou a cama em busca de Gina, mas não encontrou-a. Olhou para os lados ainda à procura dela, só encontrando roupas limpas e dobradas na cama ao lado, uma para ele e outra para Gina, ele supôs.
Logo, a porta do banheiro abriu, revelando Gina, com uma toalha cobrindo seu corpo e outro envolvida em seus cablos. Ela sorriu ao ver o namorado e disse:
- Olha, você acordou! Já estava na hora.
- Por quê? – Perguntou Harry, confuso – Dormi muito tempo?
- Um dia e meio, trinta e seis horas, como preferir – Ela caminhou até a outra cama, pegando o primeiro monte, onde estavam suas roupas.
- Isso é humanamente possível? (N/S: Eu conheço recordes mais longos, alguns meus, inclusive! 8D)
- Na verdade, não. (N/S: Acabei de dizer que é! ¬¬) Madame Pomfrey veio aqui cuidar de seus ferimentos e te deu uma Poção do Sono, porque você precisava descansar bastante para recompor a magia que você gastou na batalha.
Harry não disse nada. Ficou admirando-a passar um creme hidratante em seu corpo nu. (N/S: Mari, esse seria um momento propício para descrições detalhadas, não? (66')
- Harry, você não acha que precisa de um banho? – Perguntou Gina, risonha.
- Ah, claro – Ele disse, mas não se moveu, seus olhos ainda vidrados no corpo dela.
Gina balançou a cabeça negativamente. Vestiu-se e empurrou Harry até o banheiro, ligando o chuveiro.
- Pronto, agora pode tomar banho e, de preferência, um bem gelado – Ela disse piscando para ele e depois voltando para o dormitório.
- Por sua causa, meu amor, frio é pouco, tem que ser congelando! – Harry gritou do banheiro, sabendo que a namorada divertia-se com a situação.
Ele passou uma boa meia hora banhando-se, tirando toda a sujeira do seu corpo adquirida na batalha. Desligou o chuveiro e logo vestiu-se com as roupas que Gina deixara ali. Olhou-se no espelho, vendo um rosto bem mais jovem do que lembrava, mesmo com alguns cortes. Nem tentou arrumar os cabelos, anos de experiência já lhe diziam que esse esforço era inútil.
Voltou para o dormitório e viu Gina sentada em sua cama, folheando a revista Semanário das Bruxas.
- Onde você está arranjando essas coisas? – Perguntou Harry – As roupas, a revista...
- Monstro – Respondeu Gina – Sou a mestra dele, sabe? – Ela fechou a revista e colocou-a na mesinha ao lado.
- Hm, sei.
Harry sentou-se na cama em que a namorada estava sentada e pegou a mão direita dela, dando um pequeno beijo ali. Quando virou a cabeça para olhá-la, pôde vê-la limpar uma lágrima disfarçadamente.
- Ei, o que foi? – Sussurrou ele.
- Nada – Disse ela – É que a revista estava falando sobre a loja de F-Fred e Jorge.
- Ah – Harry abraçou-a e deixou-a chorar o quanto precisasse.
Ele amava sua Gina durona, mas também amava a que mostrava seus pontos mais fracos, coisa que não fazia nem com sua família. Ele gostava do fato de que ela se abria com ele e de que ele podia se abrir com ela.
- Ainda culpando-se pelas mortes que ocorreram na batalha? – Perguntou Gina, após um tempo de silêncio, mirando o rosto de Harry.
- Tentanto não me culpar – Disse Harry – Pensar que eles lutaram comigo e não por mim. O problema é que sou cabeça dura.
- Pelo menos você tenta... Vamos descer? – A garota levantou-se e estendeu a mão para Harry.
- Você está bem?
- Estou, acho.
O garoto pegou a mão dela e, juntos, andaram até o Salão Principal. Os burburinhos que eram ouvidos de lá cessaram com a entrada do casal. Enquanto eles andavam até a mesa onde os Weasley estavam, os burburinhos voltaram. Pessoas apontavam e sussurravam.
Com isso nem se importaram. Mas, assim que várias pessoas apareceram à sua volta, falando e tirando fotos, a situação ficou encômoda.
- A profecia era real, Sr. Potter? – Perguntou um repórter identificado por um crachá como do Wizard Times, dos Estados Unidos.
- O que farão do seu futuro agora, Stra. Weasley? – Perguntou uma bruxa baixinha, que parecia pertencer à uma revista de fofoca.
- A pergunta que não quer calar: - Disse um repórter alto e musculoso – Firebolt ou Nimbus? (N/S: Sempre tem que ter um para fazer uma pergunta quebra-clima... Joga um frango nos peitos dele!)
- Eu... é... hã? – Harry perguntou, confuso.
- Harry Potter – Uma garota loira chamou sua atenção -, a revista Pink quer saber: você usa cuecas normais ou boxers?
- Boxers – Respondeu Gina sem pensar. Ao se dar conta do que havia falado, colocou a mão na boca, assustada, e olhou para Harry, que segurava uma risada. (N/V: VaaiiiGina ¬¬' [calei :B])
Um silêncio incomum tomou conta do lugar, antes de ser quebrado por uma voz conhecida:
- É isso aí, maninha! Pega geral, mesmo! – Gritou Jorge. (N/S: Tuduntz!)
E o Salão caiu na risada. Com o clima mais descontraído, Gina foi até o irmão e abraçou-o, feliz por vê-lo sorrir e tirar sarro – mesmo que dela -, apesar de tudo.
Um flashe nos irmãos se abraçando. Outro em Harry fungindo dos repórteres para ficar ao lado deles. Um último nos três sentando-se à mesa.
- Não gostei da história das boxers – Murmurou Percy, lançando um olhar de desdém para Harry.
- Percy, na boa – Disse Rony -, você não tem nenhuma moral para reclamar algo nessa família, pelo menos por enquanto. Quanto aos dois, com a tempo a gente se acostuma.
- Acostuma-se exatamente a quê? – Dessa vez, quem falou foi Carlinhos.
- À nada, à nada! – Disse Harry, à beira do desepero. Tudo que ele não precisava agora era correr de irmãos raivosos - A comida está ótima, não? Os elfos estão se superando a cada dia... – E, para seu alívio, o rumo da conversa alterou-se.
Os repórteres que tentavam chegar até eles foram expulsos por uma impaciente McGonagall, furiosa com aquela invasão de privacidade.
Harry, ao ver sua ex-professora censurar os repórteres e ao olhar para os Weasley, que conversavam e comiam animadamente quanto possível, percebeu que, aos poucos, tudo voltaria normal e que, finalmente, ele poderia ser normal. (N/S: E seria internado, pois ser normal é uma patologia! (Vide "O Alienista" de Machado de Assis))
Os funerais foram realizados no dia seguinte, às 16h30min. O discurso de Jorge emocionou a todos:
- É estranho pensar em um Jorge sem um Fred, mas isso é algo que teremos de aprender a conviver. Eu, principalmente, terei de aprender a não ter mais um gêmeo, a não ter mais alguém para completar minhas frases. Mas não vou ficar deprimido ou algo do tipo, pois Fred não queria isso. Ele morreu sorrindo, afinal de contas – Jorge virou-se para a lápide do irmão.
"Cara, no momento, sinto muito sua falta e de certa forma sempre irei sentir, mas me prendo ao pensamento de que, um dia, nos encontraremos no céu... ou no inferno, poir duvido muito que Deus te aguentará por muito tempo".
Muitos riram e Jorge sorriu, indo sentar-se ao lado da mãe.(N/S: Juro que no momento que li ese trecho tava tocando "Fico assim sem você" no player do meu celular! *-* Obs.: Eu estou no trabalho enquanto beto o cap.)
Alguns metros à frente, um senhora segurando um bebê de cabelos turquesa em seu colo e olhava para a lápide de Remo e Tonks. Aqueles eram Andrômeda Tonks e Teddy Lupin.
- Venha comigo – Sussurrou Harry para Gina, pegando na mão dela.
Ela assentiu.
Caminharam até onde estava a senhora e o bebê.
- Olá, Sra. Tonks – Disse Harry timidamente.
- Pode me chamar de Andrômeda, Harry – Disse ela – É muito bom revê-los.
- Igualmente – Falou Gina – E esse pequenino é...?
- Teddy – Quem respondeu foi Harry -, nosso afilhado, filho de Tonks e Lupin.
- Ah, obrigada por me avisar antes.
Andrômeda, prevendo uma futura possível briga entre o casal, interrompê-los, perguntando se queriam pegar Teddy. Gina ofereceu-se e, ao ver o bebê mudar a coloração de seu cabelo para um tom de ruivo igual ao dela ao apenas tocá-lo, abriu um sorriso.
- Oh, ele gostou de você! Faz isso com todo mundo que gosta! – Disse Andrômeda.
Quando foi a vez de Harry pegá-lo (com a ajuda de Gina, pois ele nunca tinha carregado uma criança antes), ao invés dos cabelos, Teddy mudou seus olhos para verdes. "Ele está como poderia ser um filho meu e de Gina", pensou Harry.
Mas filhos era um pensamento muito precoce, ao menos antes de dar um certo passo. Um passo que ele se sentia cada vez mais disposto a dar, só de olhar para Gina. (N/S: Citando a melhor frase do filme "Robôs", a melhor parte é fazer o bebê! (66')(N/V: Queem imaginaria que um Shimbo mais maduro assistiria "Robôs"... Tsc,tsc...)
Menos de duas horas depois, os Weasley, mais Harry e Hermione, foram para A Toca.
O jantar ocorreu em silêncio, devido aos soluços contínuos da Sra. Weasley, ao ver o lugar de Fred à mesa vazio. Quando todos terminada de comer, foram para a sala, com exceção de Jorge e da Sra. Weasley, que ficaram conversando na cozinha.
Houve um craque do lado de fora e logo puderam ouvir passos e uma batida na porta.
- Quem é? – Perguntou o Sr. Weasley, já à frente da porta.
- Kingsley – Disse o homem lá de fora – Membro da Ordem e, embora muitos não saibam, o nome de minha mãe era Fravisbelta, não Flávia.
As pessoas no recinto seguraram o riso.
- Está bem – O Sr. Weasley falou e abriu a porta.
Kingsley só deu um passo para dentro da casa e olhou em volta, como se procurando alguma pessoa. Ao parecer encontrá-la, andou até ela.
- Posso falar com você um instante lá fora, Harry? – Falou ele. (N/S: Alguém por acaso pensou que fosse outra pessoa?)
- Hm, claro – Disse Harry, acompanhando Kingsley até o campo de quadribol improvisado dos Weasley.
Uma vez longe do campo de audição dos outros, Kingsley virou-se para Harry e disse:
- Não sei se você sabe, Harry, mas fui nomeado Ministro da Magia provisório. Mesmo que meu cargo não seja efetivado, o que acho improvável, todo o conselho chegou a uma conclusão quanto a você – Houve uma pausa – Queremos que trabalhe para o Ministério, como auror.
Harry arregalou os olhos, surpreso com a proposta.
- Mas... Mas não vou precisar fazer os NIEM's? – Perguntou ele.
- Não será necessário – Respondeu o ministro – depois de tudo que você passou. Ao invés de três anos de treinamento, você fará um, apenas por preucaução. E então, aceita?
Harry passou a mão por seus cabelos, nervoso, bagunçando-os ainda mais.
- Posso pensar um pouco, Kingsley? – Pediu – Preciso resolver umas coisas antes de poder te dar uma resposta definitiva.
- Como queira – Kingsley falou – Assim que decidir-se, mande-me uma carta. Cumprimente Molly por mim, também. Tchau –E com um craque desapareceu.
Harry voltou, atordoado, para A Toca. Avisou a todos que Kingsley já fora embora, pois devia estar bastante ocupado, e subiu para seu quarto.
Não mais que cinco minutos depois, ouviu batidinhas à porta.
- Quem é? – Perguntou.
- Hermione, Gina e Rony – Hermione disse.
- Ah, entrem! A porta está aberta.
Os três entraram e sentaram-se na cama de Harry, enquano ele estava sentado em uma cadeira no canto do quarto.
- Tudo bem? – Questionou Hermione.
- É, até que sim – Respondeu Harry – Kingsley veio aqui me oferecer um cargo de auror no Ministério.
- Nossa, mas isso é ótimo! – Exclamou Gina. Ao ver a feição do namorado, mudou o tom: - Ou não é?
Harry passou a mão por seus cabelos novamente e disse:
- É ótimo. É só que... Onde vou ficar? Não só esse ano, mas, sabe, pelo resto da minha vida. Não posso ficar n'A Toca para sempre.
- Não que mamãe reclamaria – Murmurou Rony.
Gina resolveu ignorar o irmão e dar logo sua sugestão para Harry:
- O que você acha de reformar o Largo Grimmauld? Tem um amigo de papai que faz essas coisas e ainda bem rápido e com qualidade. Em dois meses a casa estaria pronta. Sem falar que ele é afiliado à uma empresa de decoração.
- Hm, boa ideia – Disse Harry – Vou falar com seu pai depois.
Um grande espaço de tempo se passou enquanto os quatro discutiam como deveria ficar o Largo, para ajudar Harry. Começaram falando em como tirar o quadro da Sra. Black de lá, mas, quando o assunto foi para um possível campo de quadribol nos terrenos ao fundo da casa, com Harry, Gina e Rony especulando animadamente, Hermione começou a ficar entediada.
- Acho que vou pegar um pedaço de pudim de leite que a Sra. Weasley fez – Disse ela – e ficar por lá. (N/V: kkk, eolri /tallesoff\)(N/S: Pudim? Luna baixou na Mione?)
- Então vai, sua chata – Falou Gina mostrando a língua.
Hermione fez um gesto de desdém com a mão esquerda e saiu do quarto. Aproveitando o silêncio, Gina levantou-se e foi até a cadeira em que Harry estava sentado, sentando-se no colo dele. Antes de ele poder falar alguma coisa, ela colocou as mãos dela em seu rosto e beijou-o. Harry correspondeu prontamente.
- Mione, me espera! – Gritou Rony, saindo deseperado do quarto.
Gina terminou o beijo, rindo.
- Ah, então você só me beijou para afastar o Rony? – Perguntou Harry em falso tom magoado.
- É – Respondeu Gina -, mas isso seria para um fim maior – Ela saiu do colo dele.
- Que seria...? – Harry levantou-se e deixou-a levá-lo até a cama.
- Ficar sozinha com você – E beijou-o de novo.
Deitaram-se na cama – Harry por cima -, sem interromper o beijo. Gina inverteu as posições e sussurrou para o namorado:
- Sua casa vai ficar demais.
- Nossa casa – Corrigiu ele.
A ruiva sorriu e voltou a beijá-lo.
(N/S: Todos nós sabemos o que vem depois, mas o surpreendente é a Mari não ter arranjado alguém para escrever uma NC nesse espaço aqui...)(N/A: Aqui, né? Aguarde, Pedrinho² #muahaha) (N/V: Ah não, AH NÃO o.o Não o 'muahaha' ! Tudo menos isso!)
Uma semana depois, Harry ainda estava indeciso quanto a fazer o curso de auror.
- Você acha que devo mesmo, Gi? – Quis saber, ainda em dúvida.
- Claro que sim! – Gina pegou um pergaminho na gaveta de sua escrivaninha, já que estavam no quarto dela, e colocou ao lado da pena de escrever e do tinteiro – Está aí, escreva para Kingsley. Você sempre pensou em ser auror, afinal de contas.
- Eu sei, eu sei, é só que não estou acostumado a fazer decisões que durarão para o resto da minha vida. Nem sabia se sobreviveria para completar dezoito anos!
- Harry, não é para a vida inteira. Se não gostar, saia, ponto.
- É, está bem – Pegando a pena, Harry começou a escrever.
Sua mensagem foi curta.
Kingsley,
A resposta é sim. Quando começo?
- Gina, coloco "Harry" ou "Assinado: Harry Potter"?
- E eu é que sei? - Disse Gina, revirando os olhos.
- Mas ele é o ministro e...
- Harry! Termina essa carta logo!
Harry.
Gina sorriu e colocou a carta nas patas de Pichitinho, que voou alegremente para fora do quarto rumo ao Ministério da Magia. Menos de vinte minutos depois, voltou trazendo dois pergaminhos de coloração diferente. O mais claro dizia:
Harry,
Fico feliz em saber disso. O treinamento começará em 01 de setembro, às 15h00. No próximo pergaminho, você saberá o material necessário para o curso técnico e teórico.
Aliás, dentro de alguns dias você (e os outros também) receberá um convite para a celebração do fim da II Guerra e entrega de Ordens de Merlin (não se surpreenda nem um pouco se receber uma).
Até mais,
Kingsley.
- Celebração? Não gosto disso... – Comentou Harry.
- Não há o que temer, Harry – Disse Gina -, ainda mais com Kingsley no comando. Tenho certeza de que ele só convidará quem estava na batalha, talvez um ou outro relacionado à ela indiretamente.
- Tomara... – Ele abriu o pergaminho mais escuro e leu a lista de materiais – Será que tem problema se formos no Beco Diagonal amanhã? Quero comprar essas coisas logo.
- Por mim, sem problema.
No dia seguinte, logo após o almoço, Gina, Harry e Rony foram até o Beco Diagonal. Hermione não fora junto por estar na Austrália, em busca dos pais.
Assim que a passagem do Caldeirão Furado para o Beco abriu, Rony puxou Harry pelo braço, deixando Gina andar à frente.
- Por que você me chamou? – Quis saber o ruivo – Para segurar vela?
- Você é meu melhor amigo! – Explicou Harry.
- E? Sei muito bem que você preferiria um dia sozinho com Gina.
Vendo a cara séria de Rony, Harry percebeu que não adiantaria enrolar o amigo.
- Tudo bem – Falou – Vamos comprando as coisas aí e, assim que der, você vai me ajudar a escolher um certo ítem.
Rony achou melhor não perguntar mais nada, pois mais cedo ou mais tarde descobriria o que Harry estava tramando, afinal de contas.
A primeira parada deles foi na Floreios e Borrões. Como a lista de livros era específica e com vários volumes, embora pequenos, demoraram cerca de uma hora lá dentro, mesmo com pouco movimento.
Quando saíram da loja, Harry deu um papel para Gina e outro para Rony, dizendo para eles:
- Se demorarmos nas outras coisas o tanto que demoramos na Floreios, essa compra não vai acabar hoje. Portanto, Gina, você vai na Madame Malkin ver as veste necessárias. Você sabe o tamanho e tudo o mais, certo? – Ela assentiu – Rony, você vai pegar o material de poções n'O Boticário. Beleza? – Os dois concordaram e cada um foi para uma direção.
Quando Harry viu que Gina estava um pouco longe e, ainda por cima, distraída com as lojas ao redor, foi atrás de Rony e cutucou-o.
- Que foi? – Perguntou Rony – Esqueceu de falar alguma coisa?
- Não! – Disse Harry – Só sugeri esse negócio de nos separarmos para distrair Gina. N'O Boticário é só deixar a lista lá que eles buscam o que é necessário. Na Madame Malkin é que você tem que ficar lá, verificando tudo... Enfim, venha comigo.
Andaram até O Boticário, deixaram a lista no lugar e seguiram até uma loja branca por fora, com o nome "Shine" escrito em dourado, grande e iluminado. Na vitrine, vários aneis. Lá dentro, atrás de um balcão, um senhor elegante que aparentava ter em média cinquenta anos fazia retoques em um anel com sua pena.
- Harry, por que estamos em frente à Shine? – Questionou Rony – Você... Não vai dizer que você... Oh, meu Merlin! Estou pensando certo? Você vai pedir a minha irmã em casamento? (N/V: Por que será que ele pensou isso? Jurei que o Harryzito ia pedir a Mimi em casamento :o)(N/S: *fazendo voz de anunciador de nota de escola de carnaval* "Constatação de Óbvio: DEEZ!")
Harry assentiu, feliz. Ao abrirem a porta da loja, um sininho tocou anunciando a entrada deles.
- Em quê posso ajudá-los? – Disse o senhor por trás do balcão.
- Eu gostaria de comprar um anel de noivado – Disse Harry, mau conseguindo conter a alegria dentro de si.
- Claro, senhor...?
- Potter. Harry Potter.
O vendedor não disfarçou sua surpresa, mas manteve a mesma postura. Saiu de trás do balcão e tirou fileiras de aneis debaixo da mesa transparente que ficava do lado direito da loja, colocando-as em cima da mesma.
- Nessa primeira fileira, temos os aneis de diamante – Disse o vendedor. As fileiras chegavam a ter a largura da mesa, portanto haviam muitos aneis de cada categoria – Esse é um dos que mais vendo – O vendedor pegou um anel de prata com um (N/V: Big)(N/S: Mac) diamante no topo.
Harry analisou-o. Até que era bonito, mas ele sabia que Gina acharia-o muito exagerado.
- Nada mal – Falou o garoto -, mas eu gostaria de algo mais... único.
O senhor levantou uma sombrancelha, pensando. Andou pela loja procurando algo, até que olhou para o balcão, hesitante. Caminhou até lá e pegou o anel em que antes estivera trabalhando.
- Veja bem – Disse ainda hesitante -, esse é o primeiro anel da minha nova coleção. É de ouro branco vinte e dois quilates, com pedrinhas de esmeralda na parte de cima. Se reparar bem – Ele andou até Harry e colocou o anel na frente de seus olhos -, verá que, onde não estão as esmeraldas, estão riscos ondulados, em prata.
Harry pegou o anel em sai mão e admirou sua beleza. Enquanto isso, o vendedor voltava para trás do balcão e verificava o que deveria ser a tabela de preços.
- Tudo bem, vou levar – Disse Harry.
- Há um porém, meu rapaz! – Disse o senhor, voltando para perto dele – Esse anel já á caro por natureza. Se quer exclusividade, terei de aumanetar o preço em mil galeões, para compensar o prejuízo que terei!
- E ficaria...?
- Três mil galeões. (N/A: Eu parti do princípio de que uma varinha custa cem libras, sendo que em galeões vale quinze. Arredondando o quinze para vinte, quer dizer que librA vale cinco vezes mais o valor de galeão. Ou seja, três mil galeões são equivalentes a quinze mil libras 8-|)(N/V: Queria que ele tivesse comprado o do Big Diamante u.u)(N/S: Oe, gostei de ver, adoro esses momentos "pesquisa e raciocínio na elaboração da história! Boa, Mari!)
- Levo, da mesma forma.
Rony arregalou os olhos, pediu licença e levou Harry para fora da loja.
- Você é louco? – Exclamou o ruivo – Três mil galeões, Harry, três mil galeões! (N/S: Pode repetir mais uma vez? Três Mil Galeões! Tá, já repetiu... prossiga!)
- É só dinheiro, Ron – Explicou Harry, calmo.
- Só dinheiro para você, que ganhou uma herança gorda dos seus pais e ainda herdou o cofre e os bens da família Black! Mas para nós, que sempre fomos pobres, é muito dinheiro. Gina nunca aceitará algo com um valor desse.
- Ela não precisa saber. Vamos, preciso comprar isso logo, antes que Gina comece a suspeitar.
Ele voltou para a loja, deixando uma atônito Rony do lado de fora. Pegou a quantia devida, pediu para o dono da loja manter sigilo sobre a compra e reencontrou Rony, desta vez com uma caixinha preta em sua mão.
- Pronto – Harry falou olhando para a caixinha.
- Olha, cara, continuou achando que você gastou muito – Informou Rony – Para te ajudar, tenho aqui, ó... – Ele vasculhou seu bolso e dele tirou modedas de parata, que contou em sua mão – Nove sicles – E sorriu.
- Você está falando sério, Rony?
- Claro que não! Vou usar os sicles para tomar sorvete. (N/S: Rony agiu legitimamente como Rony pela primeira vez no capítulo, com possível exceção da fuga da pegação H/G mais lá em cima! xD)(N/V: Atooron)
Harry balançou a cabeça negativamente, rindo, e os dois começaram a caminhar, conversando, para buscar o material de poções de Harry. Após pegarem tudo, estavam indo em direção à Madame Malkin quando alguém colocou as mãos por cima dos olhos de Harry.
- Adivinhe quem é – Cantarolou esse alguém.
O garoto já sabia que era Gina, obviamente, mas respondeu, em tom de brincadeira:
- Romilda?
Gina tirou suas mãos dos olhos de Harry e foi para sua frente, para olhá-lo, com as mãos na cintura e uma cara emburrada.
- Vai, meu amor, você sabe que é brincadeira! – Harry falou puxando-a pela cintura e beijando sua bochecha para tirar aquela cara emburrada – Só tenho olhos para você. (N/S: Se tivesse para a Romilda, ai precisava de internação! O.O)
- É bom mesmo – A ruiva disse em um tom perigoso, para depois sorrir e beijá-lo.
Dessa vez, milagrosamente, Rony não reclamou, pois já estava longe, comprando seu sorvete.
Cerca de um mês e meio depois, ocorreu a I Celebração Pós II Guerra. Como esperado, Harry, Gina, Rony e Hermione receberam a Ordem de Merlin, Primeira Classe. Luna Lovegood, Neville Longboton e Victória Castaldelli receberam a Ordem de Merlin, Terceira Classe, por seu excelente trabalho ao ensinar seus colegas e protegê-los dos irmãos Carrow.
Como Gina supusera, na celebração só haviam pessoas que estavam na batalhas ou ligadas à ela indiretamente, mesmo com os repórteres tirando fotos na entrada do local.
Era um evento mais calmo, portanto Harry e Gina ficaram com teddy para Andrômeda descansar um pouco. "Cuidar de um bebê de meses não era fácil nem para uma mãe jovem, imagina para uma velha senhora!", ela dizia.
Por volta de meia-noite e meia o casal voltou para A Toca, pois Teddy parecia estar no décimo quinto sono e não queriam acordá-lo. Colocaram-no na escrivaninha que Hermione havia transfigurado em berço e ficaram admirando-o dormir.
- O que fazemos caso ele acorde e comece a chorar? – Sussurrou Harry.
- Nós andamos até aqui e vemos qual o problema – Respondeu Gina no mesmo tom.
- E como sabemos qual o problema?
A garota revirou os olhos.
- Harry, você quer ter filhos? – Ela questionou – Porque, se quiser, terá de aprender muito.
- Quero cinco.
- Cinco...?
- Cinco filhos – Sorriu.
Gina virou-se para ele e levantou uma sombrancelha, pensando.
- Meu máximo é três – Disse ela.
- Por que só três?
- Porque não é você que vai dar a luz a eles, né, querido? E não são só três. Três é um número bom, na verdade.
- Tudo bem... Quatro.
- Três.
- Quatro!
- Três!
- Três e meio e não se fala mais nisso! (N/S: HEEEEEEEEEEIN? O_O)
Houve um silêncio até Harry compreender a bobagem que havia dito. Gina falou, incrédula:
- Claro, vamos cortar a criança ao meio – Revirou os olhos novamente – E aí, três?
- Tudo bem, três – Concordou Harry, derrotado – Argh, mulher, como você sempre consegue o que quer de mim?
- Segredo, Harryzito – Ela então beijou-o rapidamente e foi para o seu quarto dormir.
-
O aniversário de Harry fora tranquilo. Por pedido dele, apenas seus amigos mais próximos estavam presentes. Foi um almoço normal, com direito a um delicioso bolo para a sobremesa.
No dia seguinte, eram seis horas da tarde e o dia já começava a virar noite. Harry e Gina estavam abraçados, admirando o pôr-do-sol, quando a Sra. Weasley chamou:
- Crianças, venham ver o que chegou!
Eles entraram, de mãos dadas, para ver a Sra. Weasley entregar uma carta para cada um. As cartas continham o selo de Hogwarts. Os dois abriram e leram cada um sua carta. Gina depois subiu para seu quarto, alegando que iria pegar um prendedor de cabelo, pois o fim de tarde estava muito quente.
- Mas não é uma maravilha? – Perguntou a Sra. Weasley para Harry, quando Gina terminou de subir as escadas.
- Er – Começou Harry, um pouco sem jeito -, é muito bom mesmo, Sra. Weasley, mas não vou voltar para Hogwarts. Kingsley disse que me aceitaria nos treinos para auror, mesmo sem NIEM's. Disse que, depois de tudo o que fiz, não precisaria de teste.
- Ah – A matriarca parecia um pouco decepcionada -, mas você ficará aqui nesse tempo, não é, querido?
- Isso eu não sei. O Largo está ficando pronto, sabe? Eu achei que seria legal eu morar na minha própria casa. (N/S: Harry não sabe fazer média com a futura sogra, #FATO!)
- Compreendo... Só acho que é uma besteira você ficar naquela casa enorme, sozinho, enquanto pode ficar com todos nós, aqui n'A Toca.
- Mas eu não vou ficar sozinho!
- Não?
- Na verdade... – Ele respirou fundo - .
- Hã?
Harry respirou fundo novamente, contou até dez e rezou para que desse tudo certo.
- Eu... – Ele falou - Eu comprei um anel de noivado. Quero me casar com Gina. Isso é, se a Sra. e o Sr. Weasley deixarem. Tu-tudo bem?
- Mais do que bem, meu filho – Sua cara decepcionada mudara para uma completamente eufórica e satisfeita – Falarei com Arthur.
- Obrigado.
Depois ele foi até o quarto de Gina e ficou conversando com ela, como se nada houvesse acontecido. De pouco em pouco, ele se sentia mais perto do seu "felizes para sempre".
Finalmente chegara o grande dia. Era 11 de agosto de 1998, aniversário de Gina, e ele não via data melhor para pedí-la em casamento. Os convidados começaram a chegar por volta das duas horas da tarde. A festa seria realizada nos jardins d'A Toca. No quarto de Rony, Harry procurava uma camisa em seu malão, bagunçando tudo.
- Harry, é uma ca-mi-sa (N/A: Tira a camisa! Tira a camisa! (8) –n)(N/V: Levanta pro alto e começa a rodar! UI!(8) –n) – Disse Rony – Para quê tanto estresse?
- Preciso achar a camisa que usei na batalha, Rony – Explicou Harry –, é a minha camisa da sorte.
- Camisa da sorte para...?
- Para pedir Gina em casamento! Ela pode muito bem dizer não, cara! (N/V: Aham, Eddie, brilha lá)(N/S: Perfeitamente plausível, a incerteza dele, afinal, as chances de Sim e Não são igualmente 50%! 8d)
- Harry, não viaja. Ela sonha em casar com você desde, sei lá, os cinco anos.
- É, certo – Mas o tom dele não foi muito convincente.
Quando Harry achou sua camisa, os dois desceram e foram para os jardins. Lá, Gina já conversava com alguns convidados. Seus cabelos, que iam até o busto, estavam soltos e encaracolados. Vestia um vestido lilás, solto, que a deixava ainda mais linda.
Ao vê-la ficar sozinha, Harry chegou perto dela de fininho, abraçou-a por trás e sussurrou em seu ouvido:
- (N/V: - Bu \ô/) Parabéns.
Gina voltou-se para ele com um sorriso no rosto.
- Obrigada – Disse ela – Então, Sr. Potter, como é ter uma namorada maior de idade?
- Ah, não muda muita coisa – Respondeu Harry – Só que agora eu posso ir para a cama com ela sem medo de alguém me acusar de pedofilia. (N/S: Eu daria a mesma resposta no lugar dele! 8D)
Gina fez uma cara de falsa mágoa e disse:
- Eu sabia, sabia que nossa relação era só baseada em sexo!
- Claro que é! – Harry exclamou – Sou o grande Harry Potter! Famoso, bonito, não posso ter um relacionamento sério!
- Então namorar a mesma garota por quase cinco anos é uma brincadeirinha?
- Uhum, só uma brincadeira – Ele beijou o pescoço dela – Quer ir no Largo comigo após o parabéns? Tenho uma surpresa para você.
- Claro... Tenho a impressão de que amarei a surpresa – A ruiva falou com um sorriso malicioso.
- É, espero que sim – Ela se surpreendeu ao perceber nervosismo na voz do namorado, mas resolveu deixar para lá, devia ser só imaginação. (N/S: Já notaram que todo mundo que escreve - inclusive eu- acredita realmente que frases como "não deve ter importância" ou "devia ser só imaginação" nos enganam? Pois é...)(N/A: Pois é, pois é... –q)(N/V: True, true...)
Poucos minutos depois, a Sra. Weasley serviu todos os doces e salgados que fizera e todos foram para a grande mesa comer.
As pessoas conversavam, riam, comiam e bebiam, alegres por estarem ali. Perto da hora do parabéns, Jorge chamou todos e anunciou:
- Senhoras, senhores e senhoritas – Ele deu uma piscadinha para Angelina, com quem ficara conversando por toda a festa -, gostaria de apresentar a vocês uma coisa que eu mesmo fiz para minha irmã, essa coisinha fofa que-vontade-de-morder da mamãe que hoje está crescendo! Que linda! – Ele fingia apertar as bochechas de uma pessoa invisível.
Gina escondeu seu rosto na curva do pescoço de Harry, que ria da gracinha de Jorge, assim como muita gente.
- Vamos ao show! – Exclamou Jorge.
Com um aceno de varinha, vários fogos saíram d'A Toca. Tomaram a forma dos três aros de quadribol e de Gina, segurando uma goles. Ela dava um looping no ar e acertava a goles no aro esquerdo, sendo que estava do lado direito, na maior velocidade.
Uma arquibancada foi formada quando ela fez o ponto. Lá, as pessoas feitas de fogos de artifícios seguravam uma placa, que dizia: "Parabéns, Gininha \ô".
A aniversariante nem reclamou por seu irmão ter usado o apelido que odiava, de tão maravilhada que ficou com os fogos.
Em seguida, o parabéns foi cantado. Quando todos se distraíram pegando bolo ou comendo docinhos, Harry pegou Gina pela mão e por aparatação levou-a até o Largo Grimmauld. O lugar agora era claro e tinha a aparência de novo. A aparatação era apenas permitida para Harry e para quem ele permitisse.
- Que perfeito! – Exclamou Gina ao jogar-se no sofá preto de couro em frente à lareira.
- Ei, mocinha, não vá acomodando-se não! – Disse Harry autoritário – Quero te mostrar a parte mais importante da casa, antes.
Gina levantou-se do sofá e Harry indicou as escadas, que subiram lado a lado. Ele apontou para a última porta do lado esquerdo do corredor, onde Gina olhou surpreendida para a cama king size branca que ficava no centro do quarto.
- Nesse eu posso pular? – Perguntou Gina, seus olhos brilhando como se ela fosse uma criança ao ganhar um brinquedo novo. (N/S: Dá pra entender... Quem não ama pular em camas king size novas? *o*)
- Pode sim – Riu Harry.
A garota jogou-se na cama e Harry fez o mesmo em seguida. Sem perceber, já estavam se beijando.
- Quer estrear a cama? – A ruiva quis saber quando tiveram que terminar o beijo em busca de ar.
- Pode parece careta – Harry falou -, mas eu só gostaria de estreá-la na nossa noite de núpcias.
- Mas isso ainda vai demorar muito!
- Na verdade – Harry pegou a caixinha preta que estivera o dia inteiro em seu bolso -, acho 15 de julho uma ótima data – Abriu a caixinha – Quer se casar comigo, Gin?
Era evidente o choque de Gina. Ela sentou-se na cama, ainda não acreditando no que Harry acabara de falar. Olhou para ele de novo. Mordeu o lábio inferior em sinal de nervosismo.
Enquanto isso, Harry suava em frio. Se ela dissesse sim, ele seria o homem mais feliz do mundo. Só que ele esperava uma resposta imediata e ela estava demorando muito. Talvez fosse dizer não. E se dissesse não...
- Sim – Gina respondeu em não mais que um sussurro.
- S-sim? – Gaguejou o garoto – Tem cer-certeza? Porque você não precisa aceitar para não me deixar sem graça. Agora você é maior de idade, pode muito bem usar um Obliviate para apagar minha memó... – Gina silenciou-o com um beijo. Um beijo que demonstrava tudo o que sentiam um pelo.
- Eu te amo, seu bobo – Ela disse -, então é claro que quero me casar com você.
Harry soltou o ar que não sabia que segurava e sorriu. (N/S: Por cima ou por baixo? .-. #FAIL) Voldemort estava morto e ele iria se casar com a mulher de sua vida. Tudo estava bem.
N/V: AAAAAAAAAAAAAAAAAAH!¹²³²¹
Que beautiful *o*
Olha, curiosamente os números de N/V's diminuíram, mas, se vocês querem culpar alguém, culpem a Daisy, minha professora de Mat, que não me deixa fazer nada u.u Ela me persegue u.u²
Falando em matemática, faz tempo que a Vicky não aparece hm... Só não vou falar "Quem quer que ela apareça, levanta a mão" porque sei que vou ficar no vácuo...
Oh, meu Deus, que saudade do tempo em que eu era CDF... Nem precisava estudar... *brisa*
Bom, just that. Beijos \õ/
Viicky C. L. Lm PWB Kadabra-Glee
N/S: Mais um capítulo que ficou muito bem elaborado! E digo "elaborado" mesmo, porque "escrito", em si... Bem, digamos que a betagem foi feita num word portable (porque eu fiz a betagem no trabalho), e isso me deu muito trabalho... Dá para crer? Só pela Mari para eu fazer uma coisa dessas mesmo!
Mas, enfim, é triste e feliz ao mesmo tempo, ver que a fic está para acabar... Triste por saber que em breve ela estará terminada, e será uma fic a menos para acompanhar apaixonadamente. Feliz, pelo fato de que teremos uma fic genial para lembrar por completo...
Agora, é esperar o que nossa querida Mari nos reserva nesse término de DUJD!
Até logo, e que A Força esteja com vocês!
Ass: Sr. S
N/A: Nem tenho saudade do tempo em que eu era CDF... ainda sou (h) Capítulo escrito praticamente só na escola, pra vocês verem como sou uma aluna aplicada –qn
Nesse demorei mais pra postar do que em todos os outros o.o Sorry, mas teve páscoa, passar coisa do caderno pro pc demora, viciei em Glee (cara, não tem série mais perfeita *..*), sem falar que msn, Facebook e Twitter distraem... Falando em Twitter, sigam-me: MarinaAnderi ô/ (N/V: Sigam-me também: viickyC e, quem tiver Farmville, me adiciona no Facebook: Victória Castaldelli) Isso! Facebook também: Marina Anderi.
O próximo capítulo é o último ;-; Mas ainda tem epílogo :D
Raluxna Miramai: Também acho que me superei. Um dos melhores capítulos que já escrevi, em minha opinião :) A morte do Fred, da Tonks e do Lupin é triste mesmo ;-; Isso é amor, isso é H/G sz
A Vicky leu a Cinco Visiones e amou... Acabei esquecendo de ler, mas prometo que dia desses leio... Não agüentei, acabei de ler. Deu-me uma angústia na parte da Ginny :'(, mas a do Rony também é emocionante. Todas, aliás (y) Bjss e continua comentando
Sophie Malfoy: Que bom que achou lindo, amou, que ficou muito bom ô/ Quem pode, pode, e –n Bjss e continua comentando
Anne Lee B: O fim é inevitável, fazer o quê? Vou seguir com minha vida ;) Fico muito feliz com seus elogios, valeu, mesmo :D Português de Portugal ruleia... algumas vezes, né? Com "Pau da Morte" morro até hoje uashuahsuashuas Sempre vou dar meu máximo para manter meu nível e, se Deus quiser, melhorar! Bjss e continua comentando
Melissa Snape: Obrigado! "Uau!" deve ser bom, né? :D Bjss e continua comentando
Liloo Potter: Chorou? Eu também. Estou virando uma torneira humana, menina, sério /z Depois que eles saem da Penseira é a minha parte favorita também! Que bom que amou o cap :D Bjss e continua comentando
Ines Potter: "LINDO, ate chorei no final do capitulo, a fic ta demais..." Fico muito feliz que pense assim, é muito importante para minha pessoas esses comentários que demonstram suas emoções e opiniões (y) Bjss e continua comentando
LadyBarbiePontasPotterCullenS: Menina, que nick é esse o.o *a que demorou dois anos pra acertá-lo*
Ela não saber que ele está vivo dá mais emoção na história. E, vai, eu seria mais má se matasse ele – o que não aconteceu. Garota-Que-Amou é lindo mesmo, thejealousone ruleia *-* E o ponto em que parei da história foi o normal, você sabia que ele ia vencer o Voldinho mesmo '-' Ah, e medo mor dos seus milhões de "posta" *sai correndo* Bjss e continua comentando
Annabeth Weasley *-*: "Eu choro com essa fic T.T" [2] aushaushaush Bjss e continua comentando
Uchiha-Math: Respiração na tela do pc? Calma, Math, o pc não é uma pessoa pra você ficar beijando –qs A história da JK é verdadeira, agora a hipótese de que foi por isso que ela matou o Fred é outra história XD O Gringots, hm, foi inesperado por quase todo mundo. Acho que contribui para isso, confundi as coisas *sai correndo e bate num poste* *se recompõe, massageando a testa* Então, sempre respondo as reviews uashuahs Que bom que se emocionou no capítulo 33... tenho recebido muitos elogios sobre ele e isso me deixa muito feliz \ô/ Bjss e continua comentando
thamires: Acompanha desde o capítulo 15 e não comentou desde aí por que? Ò.ó Vicky rules (h) Cena emocionante, não tem como não quase chorar, né? ;) Bjss e continua comentando
Biahh Potter Weasley: Claro que continuo ô/ Bjss e continua comentando
MasterIlusions: Ah, de boas chorar nessas partes de RdM. Meow, 'cê não tem noção do que aconteceu comigo! Eu terminei RdM pela primeira vez quando estava na academia. Comecei a chorar compulsivamente, veio um bando de gente ver se eu estava bem, se não tinha machucado e panz. Eu disse que tinha torcido o tornozelo bem forte, porque, imagina dizer "Ah, é que terminei de ler meu Relíquias da Morte e buááááá", não ia rolar (y) "enfim, adorei a capítulo... valeu minha lágrimas =D..." *-* É, está acabando... mas ainda não acabou ô/ Bjss e continua comentando
Maria Clara Sifuentes: Bonito seu nome, seu sobrenome também, viu? Amo fazer as pessoas de esvaírem em lágrimas –s Faz pensar que tenho talento... ou que sou tão ruim que as pessoas riem da minha ruindade ;-; *querendo confete* Que bom que se emocionou no capítulo 33... tenho recebido muitos elogios sobre ele e isso me deixa muito feliz \ô/² Acho-o muito emocionante e um dos meus melhores trabalhos, sério. Bjss e continua comentando
Stefanny Potter: Com certeza o casal mais lindo e fofo que existe sz Que bom que achou o cap demais... e que chorou no final :D Bjss e continua comentando
Gustavo Mendes: Aê, menino de palavra ô/ Linkin Park é vida, assim como Avril. Ela é diva *-* Obrigada pelos parabéns! A Vicky é phoda só na fic, porque na vida real /lixa Bjss e continua comentando
Maria Lua: "pq é bem a parte que baixa o espirito assassino em Jk" uashaushaush realmente. "simplesmente perfeito" *o* E fico feliz que tenha achado lindo. Também achei, modéstia a parte. A despedida deles eu imaginava há tanto tempo (muito mesmo). Lembro que, uma vez, ouvindo Leave Out All The Rest no carro e pensando nessa parte, comecei a chorar. Bjss e continua comentando
David E. Cullen: Lembro sim. Claro que lembro! É, concordo que é muito triste a fic estar acabando =/ Ow, gostei dessa música! De quem é? Talvez até use-a aqui ou numa próxima fic... Bjss e ligo sim. Qual o telefone? –q Continua comentando ;)
Carla W. Black: "fiquei com o coração na mão na cena em que ele se despedia da Gina" Essa era a intenção: passar o que sentiam para o leitor e fazê-lo se emocionar com isso ;) Leave Out All The Rest rulez, de boa, assim como a maioria das outras música dos Linkin Park. Amo também Numb e In The End *-* Nunca chorei na morte do Fred '-' *insensível* Bjss e continua comentando
Bah Malfoy Black: Chantagista sou eu ô/ Continuação? Como, Bah? Não tenho ideias, além de que não seria mais "de um jeito diferente". Valeu pelo elogio de melhor escritora, mas estou bem longe disso, preciso melhorar muito ainda. Aff, que merda, continuava inflando meu ago ¬¬' "aah foi mt mt mt perfeito esse capitulo" *-* Modéstia a parte também o achei muito bom ^^
te amo dms e a distancia não é nada² Bjss e continua comentando
danda jabur: "Vou ter que admitir algo vergonhoso: não fiz a review por pura e simples preguiça u.u" Ah, VÁ! Sou tua mãe, lembra? Conheço-te como ninguém u_u
Concorde, a cena inicial foi tipo "estou no céu", mas só o Rony e sua lerdeza épica para confirmar que era tudo real XD
O Aberforth já estava impaciente. Muita gente entrando e saindo[risca], suruba (6)[/risca] do quadro da Ariana, ele foi tipo: "vai logo e não me enche" /z
"Aí se vê uma seta apontando: loira" MUITO tosco, mas eu ri demais uashaushuashaushauhs
"E 'Oi! Tem uma guerra rolando aqui!' –KK amo essa parte! #sapocaco" [2]
Olha, numa cena aê eu esqueci de incluir a Gina. Sorry . Mas é que é muita cena pra incluí-la, uma hora a gente esquece
Quando nem tinha começado o capítulo 33, pensei em pôr esse trecho de In The Words Of Givevra Molly Potter e, realmente, ficou lindo e encaxadamente perfeito *-*
A Malu lê a fic sim, desde, ahn... abril?
"Meu Deus, Marina. Você conseguiu me deixar em completo desespero! Eu estou sem palavras, com os olhos inchados e vermelhos, as bochechas cheias de marcas de lágrimas, a respiração difícil, a voz entalada na garganta e o coração na mão! Como você consegue?" Nem te conto (66'
Pelo que me pareceu, ocê gradou do capítulo :B Que bom! Como já dito, filha, sua opinião vale muito para mim [abraço E eu nunca te abandonaria [abraço²
Ah, já tenho alguns projetos de fic sim. Mostrei-te até três, já, se não me engano, na AP, junto com a Lep e a Carol *pensante* Bjss e continua comentando
JuHh Potter Cullen: É, não postei tão logo, mas postei –q "Ah!" Não gozou lendo a fic não, né? #medo "*-*" Um elogio, né? *o* Bjss e continua comentando
Malu Rodrigues: Putz, Malu, muito obrigada pelos elogios infinitos *-* Você é uma das minhas melhores amigas também [abraço "Eu virei até personagem! *-* Estarei sempre viva em Hogwarts e muito, MUITO obrigada por isso! *-*" Foi nada ^^ Você merece ;) E, cara, nem eu lembrava que tinha começado a escrever essas fic com doze anos... Parece que foi há tanto tempo, Dels oO' Te amo também, Maluzitainha [abraço Bjss e continua comentando
Untitled: Sabia que eu adoro essa música? "How could this happen to me? I've made my mistakes, got nowhere to run, the night goes on" E tenho certeza de que seu nick não tem nada a ver com isso –q Estou bem aqui e, não, não morri (ah, VÁ). Bjss e continua comentando
Until next time!
Bjss,
Marininha Potter
