Capítulo Trinta e Cinco

A segunda-feira passou muito rapidamente, Edward e eu ficamos o dia todo em casa conversando sobre algumas de nossas preferências bobas. Edward ria de tudo o que eu falava, garantindo que eu não tinha mudado nada. É claro que isso me irritava um pouco, mas no final das contas era até engraçado que ele ficasse tão feliz com as coisas mais idiotas que eu falava.

E eu confesso que essas conversas aparentemente sem importância eram as que eu mais gostava de ter com ele, apesar de tudo.

Dormimos abraçados na segunda, e a terça foi um dos piores dias que eu já passei. Como no dia anterior tínhamos comido bobagens, acordei de madrugada terrivelmente enjoada, correndo para o banheiro. Depois disso fiquei enrolada nas cobertas suando frio enquanto Edward trazia uma colher de sal – dessa vez eu mesma coloquei na boca, sem esperar que ele forçasse.

Só saí da cama para vomitar, e depois de almoçar ali mesmo, para tomar banho. Me vesti lentamente e, sem nenhuma razão aparente, senti cheiro de chocolate quente. Estava frio em Forks, mas não tanto para tomar isso. Mordi o lábio de leve enquanto saía do banheiro.

— Que carinha é essa? – Edward perguntou com um sorriso preocupado e as sobrancelhas franzidas.

— Nada. – desconversei. Ele me olhou com desconfiança. – Eu só estava pensando... que queria tomar um chocolate quente.

Edward sorriu como se isso fosse a coisa mais esplêndida que ele já tinha ouvido.

— Tipo um desejo? – perguntou.

— Oh. – murmurei, surpresa. Sorri e coloquei a mão na minha barriga, olhando para baixo. – Vamos manter os desejos desse tipo, tudo bem? Nada de coisas estranhas para a mamãe, por favor!

Levantei o rosto e olhei para Edward, que me encarava com um sorriso, não parecendo incomodado como ficava no começo por eu me chamar de mamãe.

— Eu vou fazer seu chocolate quente. – avisou.

— Vou começar a fazer as malas de volta. – respondi, e então tive algo para me concentrar pelos próximos minutos.

Depois que Edward terminou de fazer, trouxe uma xícara pra mim – a qual eu tomei como se fosse a coisa mais deliciosa que eu já tinha tomado... O que era verdade, na verdade.

Então logo estávamos indo embora de volta para Seattle – depois de ligar para Alice avisando que já estávamos saindo da casa e passar na casa do meu pai pra nos despedirmos (eu tinha ligado para Angela mais cedo e conversado um pouco com ela).

A viagem foi silenciosa, e nós paramos algumas vezes no caminho. Havia algo que eu não tinha contado a Edward e nem pretendia contar tão cedo, mas estava me machucando por dentro.

— Tem certeza que não tem nada de errado? – pediu ele mais uma vez, pegando minha mão enquanto esperávamos o elevador do prédio dele chegar. Por mais que eu gostasse de ficar ali, tinha me apegado bastante à Forks, apesar do pouco tempo que passei lá.

— Não é nada com você, de verdade. Eu só estou meio cansada. – tentei, dando de ombros.

— Bella... – ele começou, mas só balançou a cabeça. Ajeitei a bolsa em meu ombro e ele se preocupou. – Está muito pesado? Quer que eu leve pra você, querida?

Antes de me derreter pelo querida, olhei para Edward com desdém – em sua mão direita estava uma mala minha e a mala dele. Tudo o que eu estava carregando era minha bolsa de mão. Suspirei.

— Estou bem. – garanti, com um sorriso pequeno.

Chegamos ao apartamento dele sem dizer mais uma palavra e ele foi direto para o quarto deixar nossas malas. Nós não tínhamos conversado sobre onde eu ia ficar, e eu ia evitar ao máximo esse assunto, ficando ali por alguns dias até ter vontade de ir à minha casa pegar minhas coisas e sair de lá definitivamente. Sentei em sua cama, me deixando escorregar pra ficar deitada.

— Eu tive um sonho ruim. – admiti, por fim. – Na verdade, ruim é um eufemismo. Foi... horrível.

Edward suspirou baixo e se aproximou de mim, deitando ao meu lado e beijando meus lábios. Eu me sobressaltei, mas correspondi lentamente.

— O que sonhou, querida? – murmurou, passando os braços por meus ombros. Suspirei.

— O que pode me dizer sobre uma mulher chamada Tanya Denali? – perguntei ao invés de responder.

Ele ficou tenso.

— É uma pessoa que eu saí algumas vezes. Por quê?

Apesar de seu corpo paralisado, sua voz soou calma. Tentei parecer tão calma quanto ele, apesar de estar nervosa. Por que, agora que eu estava tão feliz, alguém tinha que aparecer pra estragar tudo? Era demais pedir pra continuar em paz sozinha com Edward?

— Ela... é muito bonita. – falei lentamente.

Edward me encarou com confusão nos olhos.

— Você está com ciúmes?

Eu ri sem humor.

— Eu deveria estar? – desafiei.

— Claro que não. Mas o ciúme não é exatamente uma reação racional. – explicou lentamente. Mais uma vez ele estava me olhando daquele jeito cuidadoso, como se eu fosse explodir a qualquer momento.

— Desculpe. – pedi, corando. – Eu só... sonhei com ela e fiquei abalada.

— O que você sonhou? – pediu de novo, sorrindo de leve para me encorajar.

— Eu estava vindo aqui no seu apartamento e a porta estava aberta... Eu entrei e fui falar com você e você estava com essa Tanya. Não foi nada explícito, mas vocês estavam conversando e ela tinha a mão na sua perna. Um pouco mais próximos do que eu gostaria, mas apenas conversando. E então acabou. Não sei porque me afetou tanto. Ela é apenas... tão bonita.

— Em minha defesa devo dizer que não pode ser uma memória porque Tanya sequer sabe onde eu moro. – falou ele, rindo.

Suspirei.

— Desculpe por estar tão psicótica. São os hormônios, você sabe. – justifiquei, sem conseguir deixar de rir de sua expressão exageradamente sofrida.

— Eu acho que eu agüento mais uns 7 meses da sua versão lunática. – brincou. Bati de leve em seu braço. – Ah, querida, você sabe que eu amo você.

Escondi meu rosto corado em seu peito, rindo baixinho.

— Amo quando você me chama assim. – admiti, sorrindo feito boba. – Eu amo tudo em você.

Edward puxou meu rosto delicadamente para cima, sorrindo com os olhos brilhando e me beijou delicadamente, fazendo com que um suspiro escapasse por meus lábios. Eu adorava quando ele era tão cuidadoso e fofo comigo, mas isso só me fazia querê-lo mais... o que eu desconfiava que não era sua intenção.

— Nós devíamos ligar para Alice e avisarmos que estamos aqui. – fez ele, se afastando.

Eu gemi e escondi meu rosto nas mãos, agoniada. Estava começando a desconfiar de que ele na verdade não estava tão afim. Suspirei.

— Claro. – concordei meio de mau humor. – Disque enquanto eu vou... no banheiro.

Lavei o rosto com água fria, respirando fundo. O que estava acontecendo comigo pra que eu quisesse tanto que nós avançássemos um pouco? Quer dizer, obviamente Edward era o cara mais lindo e charmoso e perfeito que eu já conheci, mas isso não devia ser normal, me sentir tão... quente.

Molhei minhas mãos e passei por minha nuca suspirando. Estava agindo como uma adolescente hormonal... Bem, a parte sobre ser controlada por hormônios era verdade.

— Oi, Alice. Não surte, acabamos de chegar. – ouvi Edward falando.

Suspirei quando ele ficou em silêncio por vários segundos ouvindo-a falar e depois riu. Me lembrei da nossa conversa do início da semana e de como ela supôs que eu não tivesse falado com Edward, gritando comigo no telefone e dizendo que quando eu fosse pra Seattle de volta, iria me bater. Ri sozinha.

Fui para perto dele com um sorriso pequeno e me sentei ao seu lado. Ele estendeu a mão para mim e eu entrelacei nossos dedos, observando como eles se encaixavam.

— Bella está do meu lado e pare de gritos histéricos. Que horas é a consulta?

Eu fiquei meio tensa ao lado dele e ele sorriu docemente pra mim, acariciando meu rosto com nossas mãos entrelaçadas.

— Tudo bem, nós estaremos lá, Alice. Se acalme. – pediu ele, se segurando para não rir. – Até mais.

E desligou. Meu estômago embrulhou, mas não era como se eu fosse de fato vomitar, só estava meio nervosa.

Okay, muito nervosa.

— Você está bem? – perguntou Edward e eu soltei o ar que não percebi que estava prendendo.

Eu já tinha pensado nisso antes, mas só agora a real situação me atingiu: eu ia com Edward para um ultrassom do meu bebê – como ele disse dias atrás – de outro homem.

— Estou pensando sobre o bebê e eu. E você. – sussurrei, engolindo em seco.

Meu rosto corou sem um real motivo e eu abaixei a cabeça, fugindo de seu olhar.

— Bella... – ele pediu, e eu suspirei.

Sua voz macia sempre me convencia, mas agora eu estava realmente desconfortável e não ia encará-lo nos olhos. Sua mão acariciou minha bochecha e desceu por meus ombros para meus braços e então minha barriga. Me encolhi por reflexo.

— Eu nunca vou deixar ninguém machucar vocês.

Meu corpo relaxou com o plural e meu coração derreteu.

— Vou tomar conta de vocês, Bella. Vocês são um pacote só, e já que eu não consigo ficar longe de você, aceita o seu... inquilino.

Sua voz estava séria, mas seus lábios e olhos sorrindo. Suspirei e o encarei.

— Eu já te disse que amo você? – perguntei distraidamente. No mesmo segundo, percebi que nunca tinha dito. Ao menos, não letra por letra e as três palavras exatas.

O silêncio pairou entre nós e eu quase pude sentir o cheiro da expectativa. Sorri, entrelaçando meus dedos com os dele novamente e pousando em minha barriga de leve. Ele sorriu de volta e eu me aproximei, beijando seus lábios.

— Eu amo você.

— Acho que não preciso dizer que é totalmente recíproco. – brincou, e eu bati em seu ombro sem muita força.

— É claro que precisa! Tem que me lembrar disso o tempo todo, ou vou achar que é só um sonho bom e passageiro. – falei, em parte brincando, e em parte constrangida por admitir minha insegurança.

— Eu te amo e vou te amar por todos os dias da minha vida. – declarou.

Suspirei.

— Nem sei o que dizer quando você fala coisas lindas, Edward. – fiz eu.

— Só diz que vai ser pra sempre só minha. Porque eu vou ser sempre só seu. – sussurrou.

— Eu sou exclusiva e inteiramente sua. – respondi antes de beijá-lo.

...

— Calma. – Edward implorou. Eu gemi e quiquei no assento desconfortável. – Mais dez minutos.

— Dez minutos? Nós já não estamos aqui há horas esperando? – falei em choque.

Ele suspirou.

— Por favor, respire fundo. Sua pressão vai subir e causará problemas para o bebê.

Seu golpe baixo funcionou e eu respirei fundo, relaxando no lugar. Eu nunca faria nada que pudesse machucar meu pequeno e ainda não formado totalmente filho.

— Isabella Swan?

Me levantei antes que Edward pudesse me dizer que eu devia ir com calma e andei até o recepcionista da clínica com o rosto apreensivo. Ele sorriu para mim.

— A Dra. Zanzini irá recebê-los no consultório.

— Aham. – resmunguei, e ele apontou o caminho. Edward segurou minha mão carinhosamente mas com força, me forçando a diminuir o ritmo.

— Respire fundo. – instruiu, e eu obedeci. Chegamos á porta que indicava onde devíamos e entrar e eu sorri de leve para ele. – Vai dar tudo certo.

Ele mesmo bateu na porta e nós entramos com a expressão ansiosa. Por mais que eu fosse a surtada ali, era óbvio que ele também estava apreensivo.

— Boa tarde. Pais de primeira viagem? – disse a doutora, sorrindo com simpatia. Ela era loira e provavelmente da idade dos meus pais, apesar do estilo jovial.

Hesitei para responder.

— Sim. – disse Edward.

— Sentem-se, por favor. – pediu, e sentamos de frente para ela em cadeiras macias.

— Então, segundo sua amiga, que fez questão de garantir pessoalmente que eu era uma médica respeitável, seu médico descobriu que estava grávida há algumas semanas. – começou ela, e eu suspirei.

— Sim. E eu tenho milhões de dúvidas. – admiti.

— Certo, Isabella, pode começar com as dúvidas e então farei todas as recomendações. Você é Edward, certo? – perguntou, sorrindo.

— Sim, doutora. – fez ele, e ela assentiu.

— Bom... – hesitei, sem saber onde começar. – Eu vomito um tanto. Quero dizer, bastante mesmo. Ao menos duas vezes durante o dia, geralmente quando acordo e logo depois do almoço. O que é irritante, e me faz ficar meio tonta às vezes.

— O que pode estar acontecendo com você é uma situação chamada Hiperemese gravídica, onde a grávida vomita mais do que é capaz de absorver. Eu posso receitar um remédio leve, mas eficaz, que diminua um pouco isso. – falou, e eu suspirei.

— Isso é comum? O bebê está sendo prejudicado? – Edward perguntou, como um perfeito acompanhante para consulta com a obstetra.

— É muito pouco comum, atinge cerca de 2% das grávidas. Graças ao organismo rápido da mãe, o bebê está sendo mantido com perfeita saúde, mas não é por isso que se deve comer pouco. Você vai ganhar alguns quilos em alguns lugares que talvez não gostaria, mas é tudo para melhor acomodação do seu futuro filho. – explicou.

Eu perguntei sobre tudo o que eu queria saber – as mudanças de humor, os sonhos vívidos e estranhos, o apetite confuso e até mesmo falei sobre algumas pontadas que estava sentindo na barriga e não tinha contado a Edward.

Ela explicou tudo o que eu precisava entender e marcamos outra consulta onde faríamos a primeira ultrassom. Edward ficou decepcionado, mas eu achei interessante marcar antes, para que Edward e Alice pudessem estar presentes quando eu visse o primeiro esboço do que seria meu filho.

Além disso, ela também mediu minha pressão e fez com que eu me pesasse (e eu descobri que tinha perdido 3kg desde que saí do hospital, o que foi um tanto preocupante para mim, mas a doutora explicou que era por tanto vomitar), e anotou as marcas. Agora eu tinha que tomar, além do ácido fólico, um complemento de vitamina B1.

— Mais alguma dúvida? – perguntou por fim, e eu corei fortemente, olhando para Edward com o canto do olho.

— Hãã... – enrolei.

— Você quer que eu saia? – fez ele prontamente, já se levantando. Estava meio óbvio em meus olhos a resposta.

— Obrigada. – murmurei e ele sorriu, acenando de leve para a doutora.

Um segundo se passou.

— Isabella, qual é a sua dúvida secreta?

Eu corei mais ainda.

— É só que... eu não sei se tem alguma ligação, mas eu estou tão... ansiosa. Pra tudo. E ando meio pegando fogo, também. – falei rapidamente, mexendo as mãos e desviando o olhar pelo constrangimento.

— A parte do fogo é definitivamente por causa da sua gravidez! – ela riu. – Seus hormônios estão enlouquecidos, então é normal sentir desejo, às até mesmo em horas talvez nem tão excitantes. Agora sua ansiedade deve ser controlada com alguns exercícios de relaxamento no corpo, ou uma massagem. Não precisa se preocupar com nada que ainda não seja a hora, como por exemplo nomes e cores do quarto... Isso é algo para depois.

Suspirei.

— Tudo bem. E obrigada, doutora.

— Sem problemas, qualquer dúvida, estou aqui. – ela entregou o cartão com os números dela e eu peguei dois porque sabia que Edward ia querer manter um consigo.

— Obrigada. Até mais.

Ela abriu a porta pra mim e eu saí muito mais leve do que tinha entrado. Andei calmamente até a sala de espera e Edward estava lendo uma revista. Me aproximei silenciosamente e mexi em seu cabelo, fazendo com que ele se sobressaltasse.

— Oi, querida. Sanou todas as suas dúvidas? – perguntou, sorrindo. Eu sorri de volta.

— Sim. Me sinto muito melhor agora. Nós voltamos na quarta que vem, certo? Vou ligar para Alice assim que chegarmos em casa e contar tudo para ela antes que ela resolva gritar comigo. – tagarelei, entrelaçando meus dedos com os dele. Eu nunca ia me acostumar com o modo que aquilo parecia tão certo.

Ele levantou e tocou meu rosto enquanto beijava meus lábios rapidamente.

— Pra casa?

Suspirei, sorrindo.

— Pra casa. – concordei. Não havia lugar melhor do que o lugar onde Edward estivesse.

... ... ...

Heeey ! *desviando das pedras sendo atiradas em mim*

Gente, meu último bimestre de aulas está começando e o mês de novembro vai ter ENEM, vestibular, festa surpresa pra minhas melhores amigas (que fazem aniversário com uma semana de distância), provas finais... Ou seja, estou postando esse capítulo agora, mas não faço ideia quando posto o próximo! Mas já vou dizendo que a fic está beeem próxima do fim. Acho que mais uns 3 capítulos, 4 no máximo!

De qualquer forma, responderei as reviews de quem não tem conta aqui e já vou responder de quem tem conta, ok? Desculpem a demora para escrever o capítulo :)

Às leitoras de Me Deixe Te Amar: não sei quando posto lá também, por causa das mesmas dificuldades!

Qualquer coisa, me sigam no twitter : _isastream :D

Reviews:

Priiiiiiii HSUAHSUHAUHSUHASHUHUAHUSHU Ri muito com você falando 'munita'! Tinha uma colega minha que falava assim! Eu faço rascunhos. Por mais louca e pirada que eu pareça ser, sou na verdade muito tímida; começo a escrever a carta e penso: wtf? Aí paro e começo de novo. Desculpe!

Amanda Obrigada :D Cara, mto lindo ver minha fic no seu celular, sua chique u_u'

JUALLEVATO Obrigada! Postando :D

Beta Olá! Postei já ! ^^

Gih Pattinson Obrigada *-* Postando :D

Helo Zanon Obrigadinha *-* Postado!

HelenEmily Não, chuchu! Com calma aí! Desculpe te frustrar, mas não rolou nada ainda _O_

Bia A dúvida sobre quem é o pai vai estar rondando até quase o final... Mas já estamos quase no final, então respire fundo que logo logo descobriremos! E se eu soubesse onde encontrar o Edward 'de verdade', ele já estaria aqui me esquentando nesse dia chuvoso! Rsrsrs

Mari Ah, mas o ponto de vista da Bella foi fofinho, e deu pra entender melhor porque ela surtou u_u '

Ema parei não, só demorei!

Caaaca Siiimm a Jodelle linda me deu parabéns. Ela é muito muito fofa *_* Não arranque seus dedos, postei!

Bibih Cullen Postando já!

Okay, vou responder as reviews de quem tem conta :D

Beijinhos, meninas lindas, amo vocês. Até algum dia ^^