Notas da Autora

Kirara sente seu ódio aumentar ainda mais, se era possível, quando ele...

Kakarotto passa a ficar irritado, perante o comportamento incompreensível dele, em relação à Hanako.

Yo!

Eu mudei a capa do capítulo anterior, pois, encontrei uma imagem excelente, que retrata bem a face da Kirara, frente ao olhar de Kakarotto.

Tenham uma boa leitura XDDDDD

Capítulo 38 - Central de Identificação e Registro de escravos

Kakarotto pega subitamente a nekomata, enquanto a mesma fazia uma espécie de grunhido, algo que agradou o saiyajin, que a colocou em cima de um dos braços e pôs-se a massagear o pelo da mesma, enquanto ouvia rosnados audíveis que o agradavam, ficando surpreso pelo fato de se divertir tanto ao vê-la ficar estressada e igualmente irada.

Em seguida, a segura pelo lombo, erguendo-a, enquanto notava os olhos grandes que estavam coléricos e fala, sorrindo de canto:

- Você é mesmo macia... Quando eu tiver que ir a alguma missão e precise ficar me deslocando pelo planeta, vou requisita-la como cama, pois, sei que pode ficar ainda maior do que isso, né?

"Eu sou agora uma cama?!"

A nekomata pensa, lançando um olhar que podia gelar o inferno, percebendo que ele parecia se divertir e isso a irritava ainda mais.

"Por favor, Kirara-chan... Não suportaria vê-la sendo punida... Já me deitei em cima de você."

"Mas, era você. Estamos falando do bastardo que pretende se divertir com você."

"Mas..."

- Bem, se você não mostrar a sua outra forma, quando eu me divertir com Hanako, você irá assistir. O que acha? – pergunta com um sorriso maligno no rosto.

A nekomata engole em seco e a chikyuujin perde a cor de suas bochechas, enquanto olhava apavorada para a sua amiga e em seguida para o seu dono, pois, já seria vexatório apenas com ele e se sua amiga assistisse, seria ainda pior e não conseguiria olha-la por muito tempo, sem sentir vergonha.

Kakarotto fica satisfeito ao ver que a cabeça da nekomata caía, indicando a rendição da mesma e então, a solta, com a mesma caindo de pé, graciosamente, deixando-o maravilhado:

- Como ela consegue? – ele se volta para a chikyuujin – responda.

- Ela é uma espécie de gato, Kakarotto-sama. Os felinos são especialmente hábeis, além de poderem saltar distâncias incríveis. Agilidade e habilidade são marcas dos felinos.

A chikyuujin fala humildemente, olhando-o, conforme ele pedia, sendo que via o medo e isso o incomodava, embora fosse algo quase imperceptível e rapidamente reprime tal sentimento, pois, era algo impróprio para se sentir perante uma escrava.

Desanimada, Kirara se concentra e seu corpo reluz, sendo envolto em chamas também, algo que o surpreendeu, pois, parecia um pequeno tornado envolto em chamas, que reluzia e quando o brilho cessa, revela um corpo imenso, tendo da cabeça ao chão, aproximadamente, dois metros e sessenta centímetros de tamanho e três metros e oitenta centímetros de comprimento da cernelha até a anca. Da anca até a ponta das duas caudas felpudas, exibia um metro e quarenta centímetros de comprimento, passando a exibir presas afiadas, assim como um par de caninos alvos proeminentes, com o saiyajin percebendo que chamas irromperam das patas, após ela se transformar e em seguida, se extinguiram.

Surpreso com a transformação, flutua para passar a mão no lombo dela, sobre um rosnado de ira da mesma, que o divertia, confirmando que mantinha a maciez de quando estava no tamanho menor.

Nisso, olha para os lados e fica satisfeito ao ver a face surpresa dos seus conterrâneos, sendo que alguns estavam estáticos, percebendo também que os escravos estavam boquiabertos ao verem um ser pequeno, ficar imenso e igualmente imponente.

Adorando a atenção que ela chamava, ele fala:

- Quando sair comigo, você deverá assumir essa forma, de repente, quando estivemos rodeados de pessoas. Entendeu?

O saiyajin pergunta, segurando a mandíbula dela, fazendo-a olhar para ele, que se vê refletido nas íris cor de sangue, assim como o desejo da nekomata de trucida-lo, algo que o agradou e o fez rir, levemente, pois, fazia tempo que não se divertia.

Resignada, recordando-se da ameaça dele e pela amizade que nutria com Hanako, balança afirmativamente a cabeça.

- Ótimo. Ainda bem que é racional. Facilita o meu trabalho. Agora venha.

Conforme Kirara caminhava, exibindo em suas mandíbulas, um par de presas pontiagudas proeminentes e olhos grandes, assim como um corpo imenso, todos davam passagem, enquanto ficavam surpresos, outros boquiabertos, lutando para acreditar que um ser daqueles era real, sendo que alguns sentiam inveja de Kakarotto por ter uma fera tão imponente e majestosa.

Inclusive, questionavam-se, como ele conseguiu um ser desses, pois queriam um para eles, também.

- Antes de irmos para a minha mansão, precisamos passar na Central de Identificação e de Registro de escravos. Falta um procedimento em vocês.

Hanako e Kirara se entreolham, até que Kakarotto se vira para a chikyuujin e como se lesse os pensamentos delas, fala:

- O procedimento consiste em usarem um laser em sua pele, para marca-la, ao colocarem o símbolo dos escravos de Bejiita, assegurando assim que não sejam retiradas do planeta, sendo uma das várias medidas tomadas para evitar a retirada de escravos. Claro, os saiyajins que possuem alto cargo podem retirar apenas seus escravos pessoais, sendo que precisam retornar com eles para Bejiita, após voltarem da missão. Devido a certas peculiaridades de nossa raça, não podemos nos dar ao luxo de perder escravos ou então, vendê-los. Todos os escravos capturados em uma conquista ficam em Bejiita, pois, muitos morrem em decorrência do trabalho que executam, ou se matam, nesse caso, os escravos sexuais ou então, são mortos, por acidente, quando há a lua cheia no planeta.

A cor das bochechas de Hanako é drenada e a nekomata fica com medo, embora sentisse ainda mais raiva por Kakarotto, enquanto controlava o rosnado que queria brotar no fundo de sua garganta. Já as demais escravas, apenas tremem de medo, imaginando a dor.

- Podemos fazer mais um acordo e você irá permitir que a nekomata não sinta nada, além de você. Há a opção da anestesia local para os escravos, para que não sintam a dor da pele sendo queimada pelo laser, assim como são vendados. Mas, isso é opcional. Posso solicitar para vocês e pagar por esse procedimento adicional O que acha?

A ryuusou arqueia o cenho para ele, enquanto o olhava desconfiada, pois, sabia que o seu dono não faria algo tão gentil, de graça e como se lesse o pensamento dela, o saiyajin fala, com um sorriso malicioso, que a fez tremer de medo.

- Claro que exijo algo em troca... Você deverá masturbar o meu pênis, sempre que eu acordar e também quando eu solicitar, além de fazer sexo oral. Claro, que irei fazer em você também como um bônus.

Ela fica intensamente ruborizada, enquanto não compreendia como era feito algo assim e ao perceber a confusão no rosto de sua escrava, pega a mão dela e coloca em cima de seu membro, fazendo-a corar ainda mais, enquanto a nekomata virava o seu focinho para o lado, controlando a sua raiva e vontade imensurável de arrancar a cabeça do saiyajin.

- Masturbar consiste em massagear o meu pênis com as suas mãos. Vou ensina-la como. O ato de coloca-lo na boca é sexo oral. Entendeu? – Kakarotto fala com a voz rouca, sentindo um intenso prazer com o toque dela – Vou ensina-la a fazer do jeito que eu gosto. Por sorte, sou um instrutor bem paciente, quando o assunto é sexo, acredite.

Então, solta a mão da chikyuujin que a recolhe, imediatamente, enquanto cora violentamente, evitando olhar para ele e para os lados, enquanto que não conseguia sequer imaginar, colocando o membro dele em sua boca.

- Temos um acordo? Não quero usar dispositivos especiais em sua boca para que não morda, para garantir o sexo oral. – vê a face dela confusa e extremamente corada, que o faz sorrir - Esses dispositivos consistem de uma argola, presa por uma tira em seu rosto, que a obriga a ficar com a boca aberta, enquanto cobre os seus dentes. Com certeza, deve ser demasiadamente incômodo. Eu precisei usar nelas, devido à relutância.

- Mas, a promessa feita a inferiores não tem valor para vocês, Kakarotto-sama. – ela fala em um fio de voz.

O saiyajin bufa e depois, fala:

- Quer arriscar uma promessa ou não arriscar e enfrentar a dor do laser, assim como a sua amiga, aqui no lado. – ele aponta com o polegar para a nekomata, adorando o olhar de ódio da mesma.

Hanako pensa e descobre que não pode negar a promessa, pois, não suportaria ver a sua amiga, Kirara sofrendo. Se pudesse aliviar ou então, impossibilitar a dor, assim faria.

Na verdade, não havia nenhuma opção e sim, apenas uma escolha e que consistia no fato de concordar com as exigências descabidas e igualmente pervertidas dele, em troca da anestesia.

A chikyuujin suspira e o saiyajin fala confiante, já prevendo a resposta dela:

- Pelo visto, temos um acordo.

- Sim... Eu concordo. Afinal, pelo que eu entendi, de um jeito ou de outro, terei que fazer essas coisas para você...

A humana fala corada, sem olhar para ele, não conseguindo repetir as palavras masturbação e sexo oral, assim como pênis.

- Se quebrar o acordo, irei pagar para fazerem a marca no outro lado, sem anestesia e ainda por cima, será feito duas vezes. Entendeu? – ele fala em uma ameaça velada, pois, não confiava em animais para manter a promessa.

- Vou cumpri-la... Tenho a minha honra. Ou o que sobrou dela, após ser despojada de muitas coisas. Não se preocupe senhor. – ela fala humildemente.

Aceitando a promessa dela, mas, ainda desconfiado, pois, Freeza foi um exemplo demasiadamente marcante para os saiyajins, que apenas garantiam a promessa a seus conterrâneos, pois, havia a honra e orgulho.

Já, as demais raças, não eram dignas de promessas e ademais, caso fizessem uma, não eram obrigados a cumprir, pois, em situação semelhante, não cumpririam. O arcosiano demonstrou de forma marcante e duradoura, a falta de honra das outras raças e a vil traição.

Conforme eles caminhavam, Hanako observava as parcas lojas, sendo que a maioria delas era direcionada a uma pequena parte da população que consistia de alienígenas, cuja raça era subjugada ao império em troca de não serem escravizados, fornecendo desde tecnologia, até criaturas para alimentação dos mesmos.

Havia poucos tipos de comércios em Bejiita, uma vez que os hábitos de consumo dos saiyajins eram limitados por ser uma raça guerreira.

Portanto, tais comércios, a maioria esmagadora, eram direcionados para o consumo dos alienígenas.

Um dos poucos comércios que mais eram usados pelos saiyajins, consistia naqueles que vendiam vestimentas para os escravos, assim como o Centro de Disciplina de Escravos, onde os escravos eram enviados para serem disciplinados, para se tornarem extremamente obedientes, executando exemplarmente as ordens que eram dadas por seus donos, sendo algo opcional, sendo que havia, inclusive, Disciplinadores particulares, que consistiam de saiyajins de poder baixo, que disciplinavam os escravos na casa do dono do mesmo.

Já, o Domo, fornecia bebidas e petiscos, assim como possuía arenas protegidas, individualmente por um campo energético, que impedia que os oponentes ou ataques, atingissem um saiyajin em outra arena, permitindo que os mesmos lutassem, sendo um dos estabelecimentos mais populares, sendo que os domos eram divididos em classes.

Se um saiyajin de outra classe entrasse em um Domo de uma classe não pertencente à dele, todos os saiyajins se uniam para ataca-lo. Somente as fêmeas podiam andar livremente entre os Domos, independente de sua Classe, assim como aqueles que estivessem sobre ordens do Imperador.

Havia também a Toca, que fornecia escravos de graça para o vencedor, através de torneios de luta, além de fornecer o aluguel de escravos sexuais em troca de pagamento, cujo valor variava de acordo com a classe do saiyajin e frente a tal pensamento, ela sente uma intensa dor e tristeza, ao pensar no sofrimento desses escravos e que de fato, era preferível a liberdade na morte, impedindo assim de continuar vivendo o inferno em vida.

A Central de Distribuição de Carnes e a Central de Identificação e Registro de Escravos eram prédios regidos somente por saiyajins, sendo que possuíam escravos alienígenas, assim como a Domo e a Toca.

Os alienígenas de raças subjugadas podiam adquirir escravos, mas, não podiam retirar os mesmos do planeta. Tentar retirar um era um crime severo punido com a morte, após uma tortura violenta.

Essas parcas raças subjugadas, pagavam para que não fossem escravizados, sendo que não possuíam monarca próprio ou um chefe, pois, esses foram despostos pelo império de Bejiita e mortos, isso quando não eram transformados em escravos sexuais dos saiyajins de Elite, que governavam esses planetas em nome do império, sendo que havia saiyajins que habitavam o planeta, auxiliando na fiscalização.

Em contrapartida, a população tinha a segurança de não serem escravizados, assim como contavam com alguma proteção, desde que mantivessem o "pagamento".

Os monarcas eram os únicos que eram escravizados, se tornando escravos sexuais, sendo castrados, previamente, para que não gerassem descendentes com o seu sangue, interrompendo assim a continuidade da linhagem, quando não eram mortos, fazendo parte da oferta da raça, em troca de não serem escravizados.

Normalmente, o povo invadia o castelo e davam os monarcas, após capturarem os mesmos, pois os saiyajins faziam questão de avisar a todos sobre a "proposta" e frente a isso, tal raça fazia qualquer coisa para ter a chance de ser poupada, inclusive, entregar seus próprios conterrâneos.

Nesse caso, a família real ou a família do chefe.

Os de Elite e de Primeira Classe eram responsáveis pela fiscalização e, portanto, possuíam os melhores cargos, uma vez que os cargos que os saiyajins podiam ocupar eram ditados pela Classe que o mesmo pertencia.

Os de Segunda classe, os mais poderosos da mesma, se tornavam soldados reais. Os demais lideravam os grupos de ataque, formados pelos de Terceira Classe, uma vez que esta Classe representava a "massa" de Bejiita. Claro, havia alguns saiyajins de Terceira Classe, cujo poder estava próximo dos de Segunda Classe, que também lideravam esses grupos.

Os demais da Terceira Classe, que não conseguiam ser aceitos em um grupo de ataque, eram direcionados para a Central de Distribuição de carnes, sendo algo considerado vexatório, pois, indicava o quanto eram fracos para o padrão de uma Terceira Classe.

As profissões inferiores e subalternas eram direcionadas aos escravos que formavam a força de trabalho, ou então, eram usados para darem prazer. Nesse caso, os escravos sexuais.

A chikyuujin treme a menção de serem usados para o prazer, mais do que para a força de trabalho, sendo que sabia disso tudo, graças a Bardock, pois, ele não se limitou, somente, a ensinar a cultura de seus conterrâneos.

Também contou sobre o método usado para pagamento que consistia no fornecimento do número de identificação do saiyajin pelo mesmo, sendo que o sistema enviava uma mensagem ao scouter deles.

O valor só era debitado da conta criada automaticamente, assim que o saiyajin começava a trabalhar, após o mesmo confirmar o valor do débito, assim como o local que solicitou o pagamento, sendo a forma que encontraram de pagar com praticidade e rapidez, algo que a surpreendeu, com o mesmo explicando, após ela questionar sobre o scouter, e informou que o saiyajin também possuía um bando de dados pessoal, atrelado a sua conta financeira.

Quando o aparelho era destruído, ele precisava fornecer a numeração do mesmo, informando ao sistema a destruição, para em seguida adquirir um novo scouter fornecido pelo Império, para instalar todos os dados do aparelho anterior no novo, assim como o registrava no sistema, para que fosse reconhecido como sendo dele.

Em virtude disso, os saiyajins faziam o backup dos dados de seus aparelhos no sistema, para que caso fosse destruído, pudessem repor muitas informações, assim como contatos salvos no mesmo.

Ele aproveitou para explicar a Hanako, também, sobre o processo de formação dos saiyajins.

O Centro de treinamento era para os saiyajins que saíam da cápsula de crescimento e frequentavam até os doze anos, sendo que moravam exclusivamente no Centro de Treinamento, que era imenso, ocupando áreas gigantescas, localizadas longe dos centros urbanos, em locais consideravelmente inóspitos.

Explicou que nesse local eram ensinadas técnicas de sobrevivência em um ambiente feroz e repleto de perigos, com diversas feras soltas e saibamans, sendo que os saibamans somente eram usados no Centro de treinamento para segunda classe em diante. No de Terceira Classe, só havia feras.

Após enfrenta-los e derrota-los, os saiyajins os comiam, pois, eles precisavam cuidar de si mesmos, já que tinham uma idade considerável, após saírem das capsulas de crescimento.

Nesse local havia também instrutores, que ensinavam os princípios da luta e sobre orgulho. Dormir era considerado um luxo, pois, obrigavam o jovem a ficar sempre atento a sua volta, pois, era aceito e incentivado os ataques sorrateiros dentre os saiyajins, através de emboscadas.

Os feridos eram levados por escravos até as diversas máquinas medicinais disponíveis no local, sendo que esses escravos andavam em grupos e armados, para se protegerem das feras, quando iam resgatar algum saiyajin, que ativava um botão do seu scouter, solicitando ajuda.

Nos Centros de Treinamento de Segunda classe em diante, eram saiyajins de Terceira classe que retiravam os feridos, por causa dos saibamans.

Ocasionalmente, os saiyajins muito fracos morriam em decorrência dos ferimentos e isso era visto como algo normal, pois, indicava que o mesmo era absurdamente fraco e, portanto, imprestável como saiyajin, sendo algo esperado e uma forma de evitar que os muito fracos, deixassem descendentes, ao morrerem cedo.

Em suma, era praticada uma seleção dentre os mais aptos e menos aptos, cujo destino dos fracos era somente a morte.

Após os doze anos, eram enviados aos Ginásios, onde era desenvolvido o orgulho extremo, assim como era aperfeiçoado as técnicas de batalha. Os instrutores eram os saiyajins mais poderosos daquela classe e os jovens ficavam no local até os dezoito anos, ao comparar com o tempo dos humanos.

Inclusive, para que o saiyajin fosse aceito no Ginásio, mesmo para o Ginásio de Terceira Classe, era exigido um nível mínimo de poder para frequentar o local.

Os que não conseguiam, voltavam para o Centro de Treinamento, até conseguirem que algum grupo os aceitasse. Caso não conseguissem até atingirem a maioridade, eram transferidos para a Central de Distribuição de carnes, pois, eram fracos demais para participarem de alguma missão e tal trabalho era considerado vexatório e igualmente humilhante, pois, demonstrava ao quanto ele era fraco.

Hanako ficou surpresa, ao saber, através de Bardock, que até os vinte e um anos, comparando com a idade humana, os saiyajins eram considerados filhotes.

Após os vinte anos, começava o processo de amadurecimento, que durava um ano e aos vinte e um anos, era considerado um adulto, atingindo a maturidade sexual, sendo capaz de procriar, podendo se vincular em uma ligação falsa, ao escolher um parceiro de procriação, como eles chamavam os companheiros que usavam somente para se acasalar, sendo o mesmo a vida inteira, a menos que o parceiro morra. Aí, escolhem outro.

Ele chegou a citar sobre a ligação verdadeira e que dos saiyajins, somente ele e Gine a possuía. Embora que acreditava que outros a possuíam, apesar de não saberem, ainda e temia que eles descobrissem tarde demais, pois, a ligação verdadeira era tida como um mito e eles ainda não compreendiam a totalidade da mesma.

Conforme Bardock explicou o pouco que compreendia sobre a ligação verdadeira, Hanako lhe falou que parecia com a ideia das almas gêmeas e o saiyajin concordou que era estranhamente similar, quando ela explicou o que consistia tal ideia, com o mesmo percebendo as semelhanças entre elas.

Apesar de estar muito curiosa, sobre os saiyajins que não haviam reconhecido a ligação verdadeira, assim como percebeu a demasiada preocupação que ele possuía em relação a isso, o mesmo não revelou quem eram e a chikyuujin não sabia que Bardock se referia a Vegeta e Bulma, Raditz e Tights, assim como para ela e Kakarotto.

Após alguns minutos, sai de seus pensamentos, um tanto chateada ao se recordar que o genitor do seu dono não forneceu os nomes ou quem eles eram, apesar de que, com certeza, não saberia quem eram, mesmo que ele falasse.

Então, após suspirar, olha para frente e percebe que chegaram a Central de Identificação e Registro de Escravos, com Hanako percebendo o quanto o edifício era imenso, ocupando, ao todo, uma quadra inteira, pelo que desconfiava.

A chikyuujin não percebeu que Kakarotto a observou o tempo todo, procurando ocultar a preocupação que odiava sentir por ela, pela mesma ser apenas a sua escrava, sendo que bufa, quando percebe que a humana sai de seus pensamentos.

Já, Hanako, não compreende o motivo dele bufar, assim como da cauda na cintura se contorcer, como se estivesse com raiva.

Porém, dá de ombros, pois, não fez nada de errado e, portanto, não precisava temer ou perder tempo pensando na atitude dele.

Eles entram e caminham dentre corredores, sendo que Kakarotto fez questão da nekomata entrar na sua forma verdadeira, provocando surpresa em que via e em outros, medo, ao verem as presas pontiagudas.

Em relação aos saiyajins havia inveja, pois, adoravam feras e aquela era uma fera com aparência feroz e igualmente linda, sendo que percebiam o quanto era submissa e isso os agradava demasiadamente e os mesmos passaram a invejar mortalmente Kakarotto, enquanto desejavam, ardentemente, saber como ele conseguiu o belo exemplar da fera.

Após alguns minutos, eles chegam a uma porta dupla e as mesmas abrem quando o sensor identifica a entrada de pessoas, revelando uma espécie de laboratório.

Então, um escravo cientista se aproxima com uma prancheta holográfica e Kakarotto fala:

- Preciso marcar as minhas escravas com o laser, segundo a lei de Bejiita. Elas já estão cadastradas. Meu número de identificação 456789456.

- Já localizei o senhor. Kakarotto-sama? Líder do esquadrão Alfa?

- Sim.

- As escravas são E01026, EF01027, E01028, E01029 e E0130?