Aviso: Spoilers de Relíquias da Morte neste capítulo.
Uma Questão Sirius
Capítulo 38 – Busca de Alma
"Parabéns!" disse Sirius com alegria. "Agora, vamos ter que nomear vocês três novos Marotos. Como acha que devemos chamá-los, Aluado?"
Remo Lupin olhou para cada um dos três animagos ante ele, finalmente se focando no pássaro que ainda estava voando pela sala. "Bem, Almofadinhas, sugiro chamá-la de Asa Vermelha – Asas para encurtar."
Gina cantou algumas notas de canção de ave em resposta antes de voltar à forma humana. "Gostei desse. Que tal a Hermione?"
"Hum," disse Almofadinhas, olhando para o gato marrom-escuro. "Que tal Miss Kitty?" A gata rosnou para ele, mostrando os dentes. "Tudo bem, acalme-se. Então que tal Mulher-Gato?" Hermione chiou com raiva e arranhou a perna do Sirius enquanto ele ria. "Ai! Isso dói."
Gina sorriu, "Que tal Garras?"
Hermione ronronou e mudou de volta. "Okay. Isso é aceitável. Acho que Harry devia ser chamado Cicatriz." Harry rugiu em discórdia, bem barulhento. "Okay," ela disse, fazendo festa na juba dele.
Sirius disse, "Leões deveriam ser os reis da selva, então que tal Real?" Harry balançou a cabeça.
"Muito tipo Quim," disse Remo. "Que tal Presas?" Harry acenou e mudou de volta.
Sirius limpou a garganta e disse solenemente, "Eu aqui presente os batizo Asa Vermelha, Garras e Presas – os mais novos membros da distinta Irmandade do Maroto," tocando cada um na cabeça com sua varinha enquanto dizia o novo nome deles.
Rony, Neville e Luna, que estavam assistindo em silêncio, aplaudiram. Luna comentou, "Agora os wrackspurts não serão capazes de afetá-los."
Foi um trabalho duro, usando os espaços abertos em seus horários de estudo, mas na Sexta, 28 de Julho, Harry conseguiu enviar dois reductos silenciosos de uma vez – um de cada mão – efetivamente quebrando os dois bonecos de treino que ele estava usando. Ele limpou o suor da testa enquanto suspirando de alívio que ele finalmente conseguiu.
"Bom trabalho, Harry," disse Hermione, soando um pouco menos entusiástica do que Harry teria esperado. "Você conseguiu primeiro." Agora, Harry sabia o problema.
"Tenho certeza de que você conseguirá em breve," ele disse com o que esperava ser um sorriso encorajador. "Você também, Asa Vermelha."
Respirando fundo, Gina disse, "Espero que sim."
Se focando de novo nos bonecos destruídos, Harry pensou, "Reparo!" e ambos se consertaram.
Ele continuou a quebrá-los e consertá-los pela hora seguinte, até que Hermione anunciou, "Consegui!"
Harry a abraçou com um sorriso na cara. "Sabia que conseguiria." Ele então deu a ela um beijo rápido. "Agora, conserte-os," ele disse enquanto voltava para seu treino. Quinze minutos depois, a Gina também conseguiu, embora Harry tivesse notado que os bonecos dela não estavam tão quebrados quanto os dele e os da Hermione. Ele sabiamente decidiu não mencionar isso, em vez disso congratulá-la por um trabalho bem feito. 'E depois,' ele pensou, 'o poder que ela pode colocar nos feitiços vai aumentar com a prática. Para não mencionar que o núcleo mágico dela está um ano atrás do meu em desenvolvimento simplesmente por causa da idade. Ela é muito mais poderosa do que eu era ano passado.'
Dumbledore estava muito contente com o progresso deles em sua visita no dia seguinte. "Posso honestamente dizer que nunca vi ninguém nas idades de vocês com tanta habilidade mágica quanto vocês três. Srta. Weasley, você é a mais jovem animaga de quem já ouvi falar. Srta. Granger, você é a bruxa mais formidável com menos de quarenta que já conheci, tanto em intelecto e habilidades mágicas. Sr. Potter, o progresso que você tem feito no último ano é fenomenal. Creio que você está quase pronto para cumprir seu destino." Por um instante, Dumbledore parecia triste, mas rapidamente sorriu com um brilho no olho. "Eu gostaria de testar completamente sua habilidade de duelar, Harry. Às dez em ponto amanhã de manhã, eu gostaria de duelar com você sem limites exceto não usar imperdoáveis."
Os olhos de Harry se expandiram. "Hã, não acho que eu esteja pronto para isso."
"Bobagem," respondeu Dumbledore com calma. "Você é muito modesto. E depois, se você planeja em duelar com Riddle, precisa praticar com alguém de habilidades similares e sou a pessoa mais próxima de um igual a estar disponível. Bom dia para todos vocês." Ele então deixou o Largo Grimmauld Número Doze sem outra palavra.
Harry passou o resto daquele dia nervosamente praticando cada feitiço e técnica de duelo que sabia, enquanto contemplando fugir.
"Presas," disse Sirius depois que Harry o derrotou em um duelo pela terceira vez em uma hora. "Você está nervoso por nada. Dumbledore não vai te matar."
Cansado, Harry assentiu. "Suponho que não."
"O pior que ele fará será quebrar alguns ossos. Talvez cortá-lo ou queimá-lo com aquele chicote de fogo dele. Talvez feri-lo..."
"Você não está ajudando, Almofadinhas," interrompeu Harry, que estava sorrindo um pouco.
"Talvez você deva passar mais tempo com a Hermione," ele sugeriu. "Sabe, uma última pegação antes..."
"Calado, Sirius," ele disse, na verdade gargalhando enquanto ia à porta.
Depois que sua namorada o ajudou a esquecer sobre o duelo iminente, Harry foi para a cama muito mais relaxado.
No Domingo, 30 de Julho, Harry estava esperando na sala de duelo com a Hermione às nove e quarenta e cinco da manhã. Os outros o deixaram a sós com ela por alguns minutos. Ele mal tocou em seu café da manhã, e fez o bastante de seus exercícios para se aquecer, mas não se exaurir. Ele estava usando uma camiseta sem manga, shorts e calções. Ele percebeu que eles não estariam usando armadura neste duelo. Ele deveria testar suas habilidades – não as da pele de dragão.
"Não fique tão nervoso, Harry," disse Hermione.
"Fácil para você dizer," ele respondeu. Ao vê-la franzir, ele rapidamente disse, "Lamento."
Ela sorriu. "Sei que está estressado, mas eu creio que você se sairá melhor do que pensa."
"Acha que vou vencer?" Ele perguntou. Sua namorada se dobrou inconfortavelmente no chão, respondendo à pergunta dele com linguagem corporal.
"Não acho que ele vai te machucar muito," ela ofereceu. "Apenas se renda quando souber que está derrotado."
Ele realmente riu. "Muito obrigado."
"Disponha," ela disse. Ela então o beijou. "Você vai se sair bem. Sei que vai pegá-lo algumas vezes, de qualquer jeito." Ela então sorriu. "Quantos estudantes já desejaram poder dar um tiro no diretor pelos anos?"
Ele riu. "Vai me ajudar a me recuperar, não vai?"
"Claro, Presas."
"Então não vai ser tão ruim, eu suponho."
Naquele momento, alguém bateu na porta, e a voz de Sirius disse, "o Dumbledore está aqui."
Depois de respirar fundo, Harry disse, "Venha. Vamos acabar com isso. Espero que eu não tenha que passar meu aniversário em São Mungo."
"Tenho a mesma preocupação," disse Dumbledore enquanto ele entrava. Ele estava usando um longo robe púrpura, que grandemente contrastava com o traje do Harry. "Também não tenho desejo de usar os serviços deles. É por isso que pedi à Madame Pomfrey para estar aqui."
Foi logo decidido que Remo seria o árbitro, e uma barreira invisível foi criada para proteger os espectadores. Antes da disputa começar, Dumbledore disse, "Quero ter certeza de que você entende completamente, Harry. "Não se retenha. Eu não me reterei."
Harry engoliu em seco e assentiu. Remo disse, "A disputa termina quando um de vocês se render ou for nocauteado, já que nenhum de vocês pode ser desarmado simplesmente perdendo a varinha. Assumam suas posições." Os dois duelistas assumiram posições defensivas. "Comecem."
Enquanto apontando sua varinha para Dumbledore com sua mão direita, Harry lançou um tonteador da ponta de sua varinha e sua mão esquerda, e então ele se jogou no chão bem a tempo para se desviar de um feitiço vermelho lançado para ele. Ele viu que Alvo se abrigara contra ambos os estuporantes dele e estava no mesmo lugar em que começou. Harry se rolou e ficou de pé enquanto lançando uma azaração explosiva para seu oponente na defensiva.
Dumbledore conjurou um bando de vinte morcegos no ar e os lançou para Harry, que formou um escudo entre ele e os morcegos. Essa distração momentânea permitiu ao diretor lançar um chicote de fogo para Harry. Quebrou o escudo invisível, permitindo aos morcegos acesso a Harry, e ao mesmo tempo atingir sua varinha, que o menino de quinze anos derrubou um momento antes de lançar uma bola de fogo de cada mão – uma apontada para seu oponente, a outra para os morcegos mais próximos, eliminando nove deles.
Dumbledore desaparatou para evitar a bola de fogo, e reapareceu atrás do Harry, cujos instintos de caratê despertaram. O velho não podia dizer o que seu protegido fizera, mas sentiu suas pernas cederem e caiu no chão. As pessoas começaram a aplaudir naquele momento, enquanto Harry lançava dois tonteadores no Alvo. Com velocidade surpreendente para sua idade, Dumbledore rolou para fora do caminho, e lançou uma azaração rasteira para o Menino-Que-Sobreviveu.
A azaração atingiu Harry, que caiu, mas conseguiu rolar para fora do caminho antes que as próximas azarações do diretor pudessem atingi-lo. Com ambas as mãos juntas, ele lançou duas azarações explosivas direto no peito do Dumbledore. Ele conjurou um escudo a tempo, mas parte da explosão passou por ele e atingiu seu alvo, o empurrando cinco pés para trás, mas não o derrubando. O velho estava ofegando, e sua pele estava ficando um pouco rosada. Harry lançou outra azaração para ele, mas ele aparatou para fora do caminho de novo.
Desta vez, Harry decidiu que dois podiam jogar este jogo. Ele aparatou para onde Dumbledore estava, mirou suas mãos para onde ele estava antes, e lançou dois poderosos tonteadores. O palpite de Harry estava certo. O diretor mais uma vez aparatou bem atrás de seu adversário, mas descobriu que ele se movera. Ele produziu um escudo bem a tempo para bloquear os tonteadores.
Dumbledore então começou a lançar feitiço após feitiço em seu oponente em sucessão rápida, fazendo Harry ficar se desviando sem um momento para atirar de volta. Após trinta segundos de se desviar com sucesso, ele cometeu o erro de pular e viu que uma azaração estava direcionada para aonde ele ia aterrissar. Ele sabia que é impossível aparatar em movimento sem se estrunchar, então ele seria atingido. Ele pôs seu melhor escudo, esperando que ele agüentasse e aterrissou.
A azaração quebra ossos estava enfraquecida pelo escudo do Harry, mas ele atingiu seu tornozelo esquerdo, causando muita dor. Harry lançou duas azarações quebra ossos de volta ao diretor como vingança enquanto caía no chão. O diretor parecia surpreso de ver essas azarações e conjurou um escudo, que foi destruído pelas azarações o atingindo juntas. Uma versão mais fraca da azaração atingiu seu braço direito, fazendo o homem gritar em agonia enquanto quebrava.
Harry aproveitou o momento de distração para realizar um feitiço de cura no seu tornozelo, mas podia notar que ainda estava doendo. Entretanto, ao menos ele podia se levantar, mesmo se mancasse. Ele rapidamente começou a lançar tonteadores em seu oponente, determinado a encerrar seu duelo antes que outros ossos fossem quebrados.
Dumbledore levantou outro escudo e começou a fazer a mesma coisa que seu oponente estava fazendo, lançando tantos tonteadores quanto possível. O escudo de Dumbledore estava levando uma surra, e ao mesmo tempo, Harry não estava tão rápido quanto antes, especialmente por causa dos morecegos conjurados restantes que finalmente o alcançaram. O escudo do diretor foi penetrado ao mesmo tempo que Harry não foi rápido o bastante para se desviar. Conseqüentemente, ambos foram atingidos por tonteadores ao mesmo tempo.
Harry abriu os olhos, e viu a face de sua namorada. "Como se sente?" ela perguntou.
Ele sacudiu a cabeça em um esforço para se despertar mais enquanto pensava sobre isso. Ele não sentiu nenhuma ferida, e podia ver a Madame Pomfrey lidando com Dumbledore. "Estou ótimo. Acho que perdi. Não me surpreende."
"Você não perdeu, Harry," ela disse.
"Fui derrubado."
"Assim como ele," ela disse com um sorriso. "Vocês dois caíram ao mesmo tempo. Foi um empate."
Os olhos de Harry se entreabriram enquanto ele a encarava em descrença. "O quê?"
"Tecnicamente, ele estava mais machucado do que você."
"Ele deve ter se segurado."
"Ah, Harry, meu rapaz," chamou Dumbledore de onde ele estava. "Você se saiu muito bem. A única coisa na qual me segurei foi o uso de feitiços letais. Não queria matar você. Sei que você fez o mesmo. Contanto que você não se detenha com feitiços letais enquanto encarando Riddle, creio que terá uma chance igual de derrotá-lo em um duelo."
Harry estava chocado. "Você acredita que sou tão bom quanto Vold..."
"Harry! Lembre-se de que seu nome é tabu. Dizendo-o poderia revelar a nossa localização." Ele suspirou. "Queria que o Ministério pusesse um tabu nas Imperdoáveis. Queria ter pensado em sugerir isso ao Ministro Vehosia." Ele então olhou para Harry. "Sei que Tom tem muito mais experiência que você, e sabe mais maldições do que você, mas seu poder é praticamente igual, e não se precisa de mil feitiços para terminar um duelo – apenas um. Você também tem a vantagem da juventude e da agilidade. Se você pode desviar de seus feitiços, não importa com o que ele tenta atingi-lo. Me agradou você não depender muito de escudos, porque duvido que qualquer feitiço que Riddle te lance seja bloqueado por um simples protego."
"Então, você está dizendo que assim que as Horcruxes acabarem, estarei pronto?"
O rosto de Dumbledore continha um sorriso que não exatamente lhe alcançava os olhos quando dizia, "Exatamente. Naquele front, alguma coisa que ocorreu pode ajudar. Parece que um Comensal da Morte assassinou um duende no Gringotes quando ele demorou muito tempo para servi-lo. Enquanto a morte é mais lamentável, isto deixou a nação Duende muito zangada, e mais predisposta a conceder nosso pedido. Tenho uma hora marcada com o Ministro Vehosia mais tarde hoje, aonde vou pedir para ele requisitar que os duendes nos permitam vasculhar cofres de conhecidos Comensais da Morte à procura de objetos das trevas. Espero que sejamos capazes de encontrar uma Horcrux."
Todos desejaram boa sorte a Alvo antes dele sair.
No dia seguinte, Harry acordou mais cedo com antecipação. Era seu décimo quinto aniversário, e pela primeira vez na vida, ele estava realmente esperando uma celebração, junto com presentes. Era verdade que ele as teve antes desde que entrou no mundo bruxo, mas sempre foi uma surpresa para ele. Desta vez, ele realmente esperava que seu aniversário fosse reconhecido. Ele estava tendo uma festa que não era uma surpresa. Apesar desse fato, ele ainda tinha que treinar.
Ele pôs suas roupas de exercício e desceu para a sala de treinamento, descobrindo que Hermione já estava lá. Ela andou até ele e lhe deu um beijo.
"Feliz aniversário."
"É agora," ele disse antes de beijá-la.
Uma garganta foi limpa atrás deles. Harry não respondeu, mas Hermione se separou dele. Ele relutantemente se virou para ver Sirius. "Feliz aniversário, filhote."
"Valeu."
Gina, Neville, Luna e Rony apareceram alguns minutos depois para se juntarem no exercício, cada um desejando um feliz aniversário, embora Luna acrescentasse, "Certifique-se de que os yeltines não te mordam. Eles gostam de morder pessoas nos aniversários delas."
Após uma hora disso, os adolescentes se separaram em dois trios para seus estudos (Harry, Hermione e Gina em um grupo com Rony, Luna e Neville no outro) baseados nos tópicos que estavam cobrindo. Neste dia, o grupo de Harry estava continuando a praticar feitiços mudos e sem varinha mais de um feitiço por vez. Todos eles podiam fazer isso, mas queriam fazer disso uma segunda natureza para que possam tentar mais de dois de uma vez. O outro grupo estava aprendendo magia defensiva avançada.
Depois que a hora acabou, eles começaram o duelo deles. Já que Harry precisava ser o melhor, ele queria as chances tão ruins quanto possíveis. No momento, eram Harry e Hermione duelando com Sirius, Gina, Neville, Rony e Luna.
A princípio, o casal em desvantagem estava lado a lado enquanto cada um lançava feitiço após feitiço, mantendo os outros na defensiva. Entretanto, o outro time logo percebeu que poderiam formar um par, com um protegendo enquanto o outro continuava lançando feitiços ofensivos. Logo, Harry e Hermione foram separados enquanto se desviavam de maldições que nunca pareciam parar de vir. Quando quer que tivessem uma chance, eles lançavam feitiços que podiam penetrar escudos, mas tinham que continuar se movendo rápido para que estivessem desviando de feitiços de outros antes de tontearem a pessoa. Eles tinham um novo escudo pronto antes de levarem tiro de novo.
Harry ficou cansado disso e lançou um feitiço no chão embaixo da Luna. Ele aprendeu sobre isso em uma aula de transformação avançada, e ficou surpreso que Dumbledore não tenha feito isso com ele. O chão embaixo dos pés da loira virou um caroço de velocidade, efetivamente derrubando a garota. Harry a tonteou. Neste traino, combatentes tonteados não podiam ser revividos, do contrário teriam que usar feitiços letais para decidir um vencedor. Se Harry estivesse lutando com um Comensal da Morte, ele teria provavelmente usado um reducto.
No mesmo momento, ele ouvira o Rony xingar. Ele rapidamente se virou para ver seu primeiro amigo deitado no chão sem uma varinha, prestes a ser tonteado. Harry tinha que rapidamente se abaixar para evitar um tonteador do Sirius, e mentalmente se repreendeu por se distrair. "Você leva o Sirius," gritou Hermione. "Peguei a Gina."
"Ao menos você pensa que pegou," disse Gina enquanto Harry lançou duas maldições em seu padrinho. Ele não assistiu a batalha das duas garotas já que Almofadinhas se transformou em um cachorro, com os feitiços voando nele. O sinistro pulou para Harry, que pulou para Sirius se transformando em um leão, para que ambos fossem animais quando esbarrassem um no outro. Ambos rugiram, distraindo Gina por um segundo, durante o qual ela foi tonteada.
Hermione assistiu o gato e o cão lutando no chão e se perguntou se ela devia interferir. Ela não queria arriscar tontear Harry por acidente, e isso valia para qualquer outro feitiço que ela pudesse tentar. Ela decidiu apenas assistir. Ela acreditava que Harry venceria, mas se não vencesse, ela enfeitiçaria o Almofadinhas, para que o time dela vencesse de qualquer maneira. Ela pensou que não era muito esperto da parte do Harry mudar de forma, mas não tinha certeza que ela não o faria sob aquelas circunstâncias. O canzarrão e o leão estavam quase empatados e o cão tinha muito mais experiência lutando naquela forma. Todos os três 'Novos Marotos' estavam apenas se acostumando a se mover naquelas formas.
Logo quando Hermione pensou que Almofadinhas pudesse levar a melhor sobre o Presas, uma luz vermelha foi atirada da garra dianteira direita do leão direto no peito do cão. Ele caiu aturdido. Harry mudou de volta para a forma humana e estava ofegante. Hermione podia ver alguns arranhões na cara do namorado, então ela rapidamente o curou antes de andar até cada oponente e, "Enervate"-los. Ela então se virou para Harry. "Como lançou um feitiço na sua forma de animago?"
"Ele o quê?" perguntou Gina, enquanto os outros rapazes encaravam o Harry.
"Isso era para ser impossível," Hermione continuou.
Harry parecia nervoso. "Não sei. Eu só desejei poder tonteá-lo e consegui. Não senti nada diferente de quando uso magia como um humano."
"Hum," disse Sirius, enquanto coçava o queixo. "Acho que a maioria, se não todas as pessoas que se tornam animagos só usam magia com suas varinhas. Se esse é o caso, então eles provavelmente não podem segurar uma varinha em suas formas, a menos que sejam algum tipo de macaco."
A cara da Hermione brilhou. "Então, já que não precisamos de nossas varinhas para realizar feitiços usando apenas nossos corpos como conduítes mágicos, podemos usar magia. Tenho que testar isso!" ela declarou antes de virar uma gata. A felina apontou uma pata para o namorado, e um raio de luz atirou nele. Ele imediatamente começou a rir incontrolavelmente sob a influência do feitiço animador. Logo, Asa Vermelha estava lançando feitiços das asas dela em pleno ar, com os probleminhas que ela começaria a cair quando ela parou de bater as asas para lançar um feitiço, e então a mira dela falhava.
Sirius parecia pensativo por um momento antes de sugerir, "Lance os feitiços dos seus pés." A ave tentou isso e atingiu o irmão dela com uma azaração.
"Ai! Por que fez isso?"
"Porque posso," ela disse com alegria após mudar de forma.
Todos muito cedo, Harry, Hermione e Neville tinham que sair para sua aula de caratê, que deixou aos outros a chance de preparar a festa. Quando voltaram, as decorações estavam todas prontas e a festa começaria uma hora após a volta deles, o que lhes deu muito tempo para limpar. Harry ainda não podia ver a decoração.
Depois que Harry tomou uma ducha em seu banheiro, ele pôs a camiseta do animado 'Coração de um Apanhador' que Gina lhe deu na sua festa no ano passado. Descobrindo que estava um pouco apertada no peito e nos ombros, ele rapidamente realizou um feitiço para alargá-la um pouco e olhou no espelho, e notou que o Pomo estava se movendo muito devagar. Ele fechou os olhos e se focou em enviar mais de sua magia para reabastecer os feitiços na sua camiseta. Ele abriu os olhos e admirou como a figura de um Pomo começou a voar em volta dela até ser pega por uma mão vinda de seu coração.
Quando ele desceu a escada, ele descobriu que a maioria dos hóspedes, incluindo a família Weasley menos Percy, chegou. Naturalmente, Sirius e todos os Grangers, que estavam vivendo naquela casa, estavam lá. Luna, Neville, Remo, Tonks e Hagrid também estavam lá. Dumbledore e McGonagall disseram que estariam lá, mas ainda não apareceram. Harry podia ver uma mesa cheia de pacotes embrulhados em um canto da sala.
"Você usou a camisa que te dei no ano passado!" disse uma Gina alegre, que se levantou e abraçou Harry. "Feliz aniversário!"
Hermione andou até seu namorado e lhe deu um beijo rápido. "Feliz aniversário, Harry."
Enquanto os outros estavam desejando um Feliz Aniversário para Harry, ambos McGonagall e Dumbledore vieram pelo flú.
"Feliz aniversário, Harry," sua diretora de casa disse enquanto colocava um presente na mesa.
"Sim, espero que tenha um aniversário alegre," disse Alvo jovialmente. "Gostaria de uma palavrinha em particular com você antes que esta celebração comece." Ele então colocou um pequeno pacote na mesa de presentes.
"Claro, senhor." Os dois andaram até o quarto de Harry, onde Dumbledore fechou a porta e lançou alguns feitiços de privacidade.
"Eu queria informar que o Ministro Vehosia foi capaz de nos conseguir permissão dos Duendes para visitar os cofres de conhecidos Comensais da Morte. Eles estavam zangados o bastante com aquela organização para extraoficialmente tomarem partido. Seremos capazes de inspecionar os conteúdos e destruir objetos amaldiçoados, mas não remover coisa alguma dos cofres." Ele então suspirou. "Aliás, também concordamos em dar a Espada de Gryffindor para os duendes ao final do ano, e o Ministro Vehosia não quis discutir que outras concessões ele fez para a nação Duende. Estarei, é claro, trazendo aquela espada maravilhosa comigo, e o Ministro deixou claro que ela é necessária para destruir certos objetos das trevas."
"Portanto, amanhã, você, Hermione, Gina, Sirius e eu estaremos visitando o Gringotes. Você e Hermione estarão sob suas capas da invisibilidade enquanto eu também estarei invisível. Sirius vai alegar que está indo visitar o cofre de sua família com o duende Grampo. Vamos todos seguir, e uma vez que estivermos no carrinho, nos revelaremos e visitaremos os cofres de segurança maior pertencentes a Comensais da Morte. Os cofres dos Malfoys, dos Carrows, dos Lestranges, dos Avery e dos Dolohovs. Acho altamente improvável que Tom tenha confiado que uma Horcrux estivesse em qualquer cofre menos seguro que isso. Há um dragão guardando cada um deles, mas felizmente os duendes os estarão restringindo."
"Isso é ótimo, mas por que o Neville, a Luna e o Rony não podem vir também? Eles também estão treinando. Talvez não haja tanto tempo, mas isso não deve ser muito perigoso se os duendes estão nos ajudando."
Dumbledore parecia pensativo. "Não estou certo..."
"Parece um monte de trabalho se tivermos que checar cada item, então creio que quanto mais pessoas tivermos para ajudar nós estaremos usando armadura de dragão."
"Sim, creio que você está certo. Também vou convidar o Remo. Vou falar com os adultos e deixar os adolescentes com você. Esteja pronto às duas horas em ponto. Isso deve te dar tempo para voltar de sua aula de caratê. Tentaremos terminar tudo até às oito da noite, mas poderemos passar a noite lá se necessário. Isto é, todos menos o Sirius, que terá que ser visto retornando para evitar levantar suspeitas."
"Certo," concordou Harry, e ambos voltaram para a festa. Todos eles se divertiram. A Sra. Weasley usou o mesmo feitiço que ela usou no ano passado para pôr uma figura do Harry pegando o Pomo em seu bolo. Harry recebeu vários livros de muitas pessoas, outra camiseta da Gina que mostrava um dragão voando ao redor, e um espelho de inimigos de bolso do Dumbledore que ele fora encorajado a guardar consigo o tempo todo, junto com um novo bisbilhoscópio do Sirius. Hermione deu a ele uma garrafa da mesma colônia que ela deu pra ele no ano passado. Os pais dela deram a ele uma coleção de literatura clássica inglesa que continha doze livros famosos.
Harry queria andar na motocicleta do Sirius até a casa dos Dursleys para jogar bombas de bosta na casa de novo, mas Sirius lamentou dizer que, "Com Riddle lá fora, não podemos arriscar viagens assim. Estarei levando você e Hermione para a minha ilha antes do verão acabar, entretanto." Isso parecia satisfazer o Harry no momento, embora ele tivesse decidido aprontar na Rua dos Alfeneiros uma vez que a guerra acabou.
A maioria dos hóspedes (com as exceções de Dumbledore, McGonagall e Molly) participou de um jogo de Quadribol interno (que não usava vassouras). Adam Granger e Arthur Weasley particularmente adoraram. Marissa Granger foi árbitra. McGonagall e os outros adoraram assistir. Depois da partida, Harry teve a chance de deixar os outros adolescentes saberem que terão que estar preparados para visitar o Gringotes no dia seguinte.
Precisamente às duas e cinco da tarde, um grupo bem grande de pessoas foi de chave de portal atrás do Gringotes. Alvo Dumbledore rapidamente ficou invisível enquanto Harry, Rony e Neville se amontoaram sob a capa da invisibilidade dele. Hermione, Gina e Luna se esconderam sob a dela. Remo Lupin se desiludiu. Todos eles foram até a entrada do banco, com os adolescentes andando o mais devagar porque Rony estava ficando muito alto para caber sob a capa.
Eles chegaram à entrada bem a tempo para ver Sirius Black entrar no banco. Ele chegou bem publicamente, e os outros esperaram pelo próximo cliente abrindo a porta para entrar. Os outros entraram no banco bem a tempo para seguir Almofadinhas e Grampo pela porta que levava aos carrinhos. Uma vez que todos estavam no carrinho agora lotado, Dumbledore e os outros ficaram visíveis. Harry e Hermione guardaram suas capas em seus bolsos.
Grampo rapidamente começou a viagem antes de falar. "Não fui informado que tantos de vocês estariam se juntando a nós nesta jornada."
"Nós percebemos que a missão prosseguiria muito mais rapidamente com mais pessoas ajudando," disse Dumbledore. "Pode confiar em cada um deles."
"Muito bem." Eles passaram pelas cavernas em silêncio, até que finalmente parou perto de um dragão cego. "Este é o primeiro cofre de nossa lista – o cofre Malfoy. Lembrem-se, não tirem nada deste cofre."
"Claro que não," disse Dumbledore amigavelmente. "Não estamos aqui para roubar, apenas para evitar mais mortes."
Grampo abriu o cofre, e Harry tinha que admitir que havia muito ouro e belos tesouros dentro dele. Dumbledore disse, "Ele não teria amaldiçoado um Galeão ao acaso, então testem apenas os objetos sem tocar neles."
Hermione havia ensinado a Rony, Neville e Luna o feitiço de detecção que ela, Harry e Gina haviam usado no ano passado enquanto limpavam a Mansão Black, então todos eles se separaram e começaram a trabalhar. Harry testou alguns troféus, uma Ordem de Merlin, relógios antigos que tinham óbvias origens trouxas, jarros com cabeças encolhidas dentro, e muitos objetos que ele não conseguiu identificar. Vez por outra, ele encontrava alguma coisa que tinha uma maldição das trevas nela, e a destruía com um feitiço que Dumbledore mostrara a eles. Enquanto o objetivo primário deles era encontrar uma Horcrux, não havia nada errado em destruir alguns outros objetos almadiçoados.
Eles entraram no cofre Lestrange, e o encontraram lotado do chão ao teto com cálices e moedas de ouro, armadura de prata, as peles de criaturas estranhas – algumas com espinhas longas, outras com asas caindo – poções em frascos com jóias, e uma caveira ainda usando uma coroa.
Após menos de um minuto de escanear objetos sem tocar neles, Dumbledore anunciou, "Está aqui!" Harry se virou para ver Dumbledore apontando sua varinha para o que inconfundivelmente era a taça de Hufflepuff. Após alguns segundos, ele acrescentou, "Eles adicionaram Maldições Gemino e Flagrante. Felizmente não tocamos em coisa alguma." Ele então realizou um feitiço na taça, presumivelmente para remover as maldições, e disse, "Quero que vocês se afastem."
Ele então pegou a Espada de Gryffindor de umapequena bolsa que ele carregava. Ainda parecia engraçado para Harry ver alguma coisa tão grande sair de um contêiner tão pequeno, embora ele tivesse um baú com propriedades similares.
"Posso fazer isso?" perguntou Gina, surpreendendo todo mundo. "Eu gostaria de destruir uma Horcrux." Harry percebeu que isso era por causa da experiência com o diário.
Aparentemente, Dumbledore percebera isso também, porque ele lhe entregara a espada. "Claro, Srta. Weasley."
Ele assistiu em silêncio enquanto Gina levantava a espada em seus braços e cortava a taça com toda a força dela. Havia uma batida metálica e um longo grito. A taça foi cortada em duas, bem no meio. A ruiva devolveu a Espada de Gryffindor para o diretor.
Dumbledore moveu os dois pedaços da relíquia quebrada em volta e realizou um feitiço grudento. O resultado final era que, à primeira vista, a taça parecia não estar danificada. "Muito bem. Eu creio que devemos deixar o resto deste cofre intocado." Ele então pôs as proteções de volta na taça. "Espero que ninguém seja capaz de dizer que estivemos aqui," ele disse com um brilho nos olhos.
Eles conferiram os cofres de Avery e Dolohov, e conseguiram resultados parecidos com os dos cofres de Malfoy e Carrow, e estavam de volta à Mansão Black às sete da noite para celebrar a destruição de outra Horcrux. Estimulados por seu sucesso, eles concordaram em procurar na Câmara Secreta em Hogwarts naquele sábado.
Era um grupo sujo e desapontado de pessoas que voou para o banheiro da Murta que Geme em vassouras às duas da tarde neste sábado. Eles estiveram lá embaixo desde oito e meia e vasculharam cada polegada da câmara lendária e não encontrou nada além de um cadáver de basilisco em decomposição e vários ossos de roedor. Dumbledore, entretanto, magicamente extraiu as presas do basilisco, que seriam muito úteis caso tivessem que entregar a Espada de Gryffindor para os duendes antes de terem destruído todas as Horcruxes.
Neville segurara a mão da Gina durante toda a provação. A princípio, ela estava tremendo, mas depois de uma hora ela foi capaz de ajudar na busca. Após seguir o túnel atrás da boca de Slytherin, eles encontraram apenas mais ossos de roedores. Realmente não foi agradável, e o ar cheirava muito mal. Mesmo depois que o ar foi limpo por um feitiço ainda não parecia direito. Eles ficaram agradecidos por saírem de lá, mas desejaram que não tivessem ido.
"Suponho que eu devia ter sabido," disse Dumbledore enquanto ele se lavava. Eu monitorei os movimentos de Riddle durante sua visita, e ele não chegou perto de mim em parte alguma. Pensei que ele pudesse ter escondido uma aqui embaixo enquanto ainda era um estudante."
"Aonde ele foi?" perguntou Harry.
"Direto para o sétimo andar, onde fica a entrada para o meu escritório."
"Há vários outros lugares no sétimo andar," disse Hermione. "A entrada para a Torre da Grifinória, por exemplo."
"Duvido que ele tenha escondido uma Horcrux na nossa sala comunal," disse Rony, ganhando uma encarada da Hermione.
"Talvez não," disse Harry, "mas também há a sala de Adivinhação."
"Ele não foi naquela direção," disse Alvo.
"O escritório do Flitwick não fica lá?" perguntou Sirius.
"Sim," disse o diretor, mas duvido que ele tenha escondido uma Horcrux no escritório do diretor da Corvinal.
"Tem que haver outro lugar," disse Gina. Olhando em volta, ela disse, "Tem algum lavatório lá em cima que possa ter outra câmara oculta?"
"Não no banheiro masculino," disse Harry. "Desde que vim aqui na primeira vez, sempre verifico as pias por alguma coisa esquisita,"
"Eu também," admitiu Gina em silêncio.
"Tem que haver alguma coisa," disse Dumbledore, pensando fundo. "No último Natal, encontrei um excelente banheiro perto da entrada do meu escritório quando minha bexiga estava excepcionalmente cheia. Mais tarde naquele dia, investiguei e não consegui encontrá-la."
Harry piscou para tirar da cabeça a imagem da bexiga cheia de Dumbledore. "Então, essa sala apareceu do nada e desapareceu?"
"Exatamente," respondeu o diretor. "Investiguei mais a fundo, eventualmente alistando a ajuda de um elfo doméstico. Eles parecem saber mais sobre Hogwarts do que qualquer outra pessoa. De qualquer modo, ela me explicou que é chamada de Sala Precisa e virá de acordo com a necessidade do usuário. Se Tom Riddle descobriu a sala durante sua estada em Hogwarts, ele pode ter escondido uma Horcrux lá."
"Parece que teremos que checar isso." Disse Sirius.
Logo depois, o grupo estava de pé em frente à pintura de Barnabas tentando ensinar trasgos a dançar. Dumbledore explicara como ativar a sala, então Harry estava caminhando para frente e para trás, pensando, 'Eu preciso de um lugar para esconder minha Horcrux... Eu preciso de um lugar para esconder minha Horcrux.'
Uma porta repentinamente apareceu, então eles a abriram para encontrar uma sala do tamanho de uma longa catedral, cujas janelas enormes estavam enviando raios de luz para o que parecia ser uma cidade com muros enormes, construída do que Harry sabia que eram objetos escondidos por gerações de habitantes de Hogwarts. Ele engoliu em seco e viu que não foi o único. Os outros estavam olhando em volta, incrédulos. Hermione tentou sem sucesso convocar uma Horcrux, mas Dumbledore ressaltou que Riddle não teria feito isso tão fácil, então eles se separaram e começaram a checar todo item atrás de uma maldição.
Enquanto Hermione decidiu checar alguns livros, defendendo sua decisão ao declarar que, "A primeira Horcrux era um livro," Harry escolheu um corredor que continha mobília quebrada, catapultas aladas, Frisbees com Presas, e garrafas quebradas com poções velhas. Ele checou cada coisa e foi mais a fundo. Então ele checou um monte de chapéus, um dos quais tinha uma maldição levemente obscura, então ele o destruiu, mas sabia que não era a Horcrux. Ele procurou através de jóias, algumas das quais tinham outras maldições nelas, que ele eliminou. Ele passou por um monte de capas velhas, e então viu o que parecia ser ovos de dragão quebrados. Ele encontrou um bando de garrafas rolhadas cheias de venenos que ele reconheceu de seus estudos extras e os fez desaparecer antes de passar por espadas enferrujadas e um machado manchado de sangue. Depois de conferir um grande trasgo estufado, ele notou uma tiara estragada, então ele lançou o feitiço de detecção das trevas nela.
Definitivamente tinha um feitiço das trevas poderoso o bastante para ser uma Horcrux. Harry estava com medo de tocá-la, porque podia haver pragas nela. "Professor Dumbledore!" Ele chamou, "Acho que a encontrei!"
"Onde você está?" veio a voz de Alvo. "Faria a gentileza de lançar faíscas vermelhas para que eu possa te encontrar?"
Dentro de alguns minutos, o diretor encontrou Harry, e estava lançando seus próprios feitiços no diadema. Com um brilho nos olhos, ele declarou, "Você localizou de fato uma Horcrux, e eu acredito que este é o diadema perdido de Ravenclaw, que dizem dar sabedoria ao usuário." Ele estava claramente impressionado com o artefato precioso. "Me pergunto como Tom localizou isto." Ele suspirou. "Parece tão ruim ter que destruir isso, mas o que deve ser feito deve ser feito." Ele pegou a Espada de Gryffindor e olhou para Harry. "Faria as honras? Temo não ser capaz de destruí-la."
"Okay," ele disse, pegando a espada em sua mão e partindo a relíquia preciosa em duas. Depois que ouviram um grito barulhento vindo da tiara, Harry disse, "Acha que pode consertá-la? Sabe, para pôr em um museu ou coisa assim após a guerra?"
Alvo sorriu para o jovem. "Infelizmente, não pode ser restaurada, mas posso colar as duas metades juntas como fiz com a taça de Hufflepuff. Não vai ficar ruim numa estante. Certamente não mais trará sabedoria." Ele então franziu. "Se Riddle a tivesse posto, ele poderia ter percebido que o que ele estava fazendo era errado. De qualquer forma, nós já estivemos aqui por uma hora e meia. É hora de partirmos."
Quando eles voltaram para a Mansão Black, após pedir a Dobby e Winky para deixarem a sala para que pudessem ter alguma privacidade, Dumbledore disse a eles, "Creio que a sexta Horcrux é a cobra de Riddle, e que ela geralmente está do lado do mestre dela. Portanto, não creio que seremos capazes de pegá-la até que o encaremos."
"Então é isso," disse Harry com alegria. "Nós nos certificaremos de que mataremos sua cobra e então eu duelo com ele."
Com um olhar de pesar na cara, o diretor sacudiu a cabeça. "Não muito."
"O que quer dizer?" perguntou Hermione.
Olhando tristemente para Harry, Alvo disse, "Você se lembra do seu segundo ano, quando eu disse a você que Riddle havia acidentalmente posto um pouco dele em você?"
"Si... oh NÃO! NÃO! Você não está dizendo que..." Harry se afastou com um olhar de horror em sua cara.
Fechando os olhos, Dumbledore balançou a cabeça. "Temo que quando ele te atacou quando bebê, a alma dele estava tão partida que um fragmento dela foi arrancado do todo, e se agarrou na única alma viva que restava naquele lugar. Você. É por isso que fala língua de cobra. É por isso que você tem sua conexão com ele. Lamento não ter te contado mais cedo, mas eu não conseguia suportar. Detectei a Horcrux quando te examinei depois que seus pais morreram."
Enquanto se afastando ainda mais, Harry descobriu que estava tremendo levemente enquanto seu rosto ficava pálido.
"Não," disse Hermione enquanto lágrimas começaram a se formar nos olhos dela. "Você não pode dizer que Harry tem que... Não pode!"
Era tudo que Harry podia agüentar. Ele se virou e correu para seu quarto, magicamente selando e silenciando a porta atrás dele. Ele caiu na cama, não ligando que lágrimas começaram a cair de seus olhos. "E pensar," ele resmungou enquanto sua garganta se contraía e sua mandíbula tremia. "Eu realmente pensei que ele pudesse sobreviver a isso." Ele ficou assim a noite toda, ainda em suas roupas, até que o sono finalmente o pegou várias horas depois.
No dia seguinte, Harry não apareceu para o exercício matinal. Hermione não tinha certeza de que era intencional. Ele podia ter simplesmente dormido demais, mas ela duvidava disso. Ela e os outros passaram por sua rotina sem uma vez sequer mencionar o fato de que ele estava desaparecido, já que nenhum deles sabia que como eles suportariam saber que era uma Horcrux que precisava ser destruída.
Hermione fora atrás do Harry na noite anterior, só para descobrir que era tarde demais para impedi-lo de se trancar. Ela pensou em acampar do lado de fora do quarto a noite toda, mas percebeu que era perda de tempo. Ela lançou um feitiço na porta para informa-la no momento que abrisse e voltou para a sala de estar. Parecia um funeral. Dumbledore já se fora, e os outros adolescentes pareciam prestes a sair também. Todos olharam para ela com expectativa. "Ele se trancou e silenciou a porta," Ela disse com tristeza. Rony, Gina, Neville e Luna, que surpreendentemente não tinha coisa alguma a dizer sobre Nargles ou alguma outra criatura não existente, foram embora de chave de portal.
Hermione estava no meio de alguns alongamentos particularmente dolorosos quando a varinha dela vibrou para deixá-la saber que seu namorado abrira a porta dele. Ela parou e se levantou, correndo para fora da sala sem dizer nada.
Ela chegou à porta dele a tempo de ouvir uma descarga do banheiro mais próximo. Ela sorriu brevemente, percebendo por que ele saíra do quarto dele. Não importa o quão miserável você seja, há certas coisas que não se pode ignorar. Decidindo o que fazer rapidamente, deixando a porta exatamente como ela estava, e se escondeu.
A porta se abriu e Harry entrou em seu quarto, rapidamente renovando os feitiç ficou chocada com a aparência dele. Seus olhos estavam vermelhos. Sua pele estava cheia de marcas rosas. Havia manchas de lágrimas escorrendo pelas bochechas. Ele até tinha suíças na cara. Suas roupas estavam enrugadas e seu cabelo estava mais bagunçado do que de costume.
"Quem está aí?" ele exigiu, apontando sua mão na direção do intruso.
Ela se levantou. "Sou eu, Harry. Eu queria te ver."
"Você viu," ele disse com indiferença, "Agora pode relatar que estou vivo."
"Harry?"
"Vá em frente," ele disse, gesticulando até a porta, que brilhou por um momento e então abriu.
Ela apontou sua própria mão para a porta, que fechou e brilhou de novo.
"Caia fora!" ele chiou. "Já sei por que quer falar. Eu entendo. Eu também não iria querer me namorar."
"O quê?" Ela perguntou confusa.
"Você quer terminar comigo. Eu entendo. Eu também não ia querer beijar uma Horcrux. Agora vá." Ele apontou para a porta, que brilhou por um momento e abriu.
"Pare!" ela gritou, magicamente batendo a porta. "NÃO estou deixando, e não vim aqui para terminar com você!"
"Ah. Eu saquei," ele disse. "Você sempre foi muito gentil. Vai agüentar para que eu aproveite meus últimos..."
"O QUE HÁ DE ERRADO COM VOCÊ?" Ela gritou.
Ele olhou para ela chocado. "Não ouviu? Tenho uma maldita Horcrux dentro de mim! Isso é o que há de errado! Sou uma aberração! Uma aberração com uma sentença de morte!"
"Você não é uma aberração!" ela gritou, enquanto começava a chorar. "Você um homem maravilhoso, carinhoso, que..."
"Que simplesmente tem um pedaço da alma de um assassino dentro de mim que o ajudou a mantê-lo vivo!"
"Ele tem uma parte do meu sangue dentro de mim!" ela o lembrou. "Como acha que me sinto sabendo que o ajudei a conseguir um corpo?"
Ele parecia ter sido tomado de surpresa por um instante enquanto ele se sentava em sua cama, mas então reagiu, "Pelo menos você não tem que morrer," mas disse isso com menos veneno.
Ela se levantou e se sentou perto dele, pondo um braço em volta dos ombros dele. "Encontraremos um jeito," ela disse, esperando estar certa.
Ele se virou para olhar para ela com uma expressão triste. "Se Dumbledore não sabe como, então ninguém sabe. Encare os fatos. Vou morrer."Ele respirou fundo. "Meu maior arrependimento é que nunca vou casar com você," ele disse enquanto algumas lágrimas começavam a cair. "Eu te amo."
Ela o abraçou enquanto as lágrimas dela se juntavam às dele. "Te amarei para sempre."
Ambos sentiram saudade de suas sessões de estudo, mas Hermione apareceu para os duelos enquanto Harry limpava. Ele desceu a escada para o almoço e se sentou perto da Hermione, que o beijou rapidamente.
"Oi, Harry," disse Gina reservadamente.
"Oi, lamento se perdi os exercícios."
"Tudo bem," disse Sirius com um sorriso falso. "Todo mundo merece uma folga de vez em quando."
"Suponho que essa seja a sensação de descobrir que um amigo tem uma doença fatal," disse Luna, sendo dolorosamente honesta.
Harry deu de ombros. "Eu, eu suponho."
"Está dizendo que alguém tem uma doença fatal?" perguntou Dobby, que estava servindo a Neville um copo de cerveja amanteigada.
"Nada, Dobby," disse Harry com tristeza. "Por que não tira o resto do dia de folga?"
"O Mestre Harry Potter está doente?" Dobby perguntou, parecendo preocupado.
"Não se preocupe com isso, Dobby." Harry respirou fundo. "Não há nada que possa fazer."
Lágrimas estavam agora escorrendo livremente dos olhos do elfo enquanto ele abraçava os joelhos do Harry. "Harry Potter é um bom mestre! Ele não devia estar morrendo! Do que ele está morrendo? Talvez Dobby possa ajudar."
Harry devolveu o abraço. "Dobby, você é um bom elfo e um bom amigo. Temo que não haja nada que alguém possa fazer. Agora, tire o resto do dia de folga."
"Sim, Mestre Harry," ele disse antes de desaparecer com um barulho.
Harry olhou para todo mundo com um sorriso. "Eu simplesmente não consigo fazê-lo parar de me chamar de mestre." Todo mundo sorriu um pouco.
De algum modo, depois disso, a conversa se tornou um pouco mais normal. Depois do almoço, Harry, Hermione e Neville foram à aula de caratê.
Embora as coisas estivessem um pouco mais solenes, elas estavam na maior parte de volta ao normal. Harry parecia voltar a seu treinamento com paixão, e estava logo encarando todo mundo e durando cinco minutos antes de ser atingido. Hermione tentou o mesmo e só durou dois.
Harry e Hermione estavam gastando muito mais tempo a sós juntos pela semana passada. O sentimento não mencionado era de que se não pudessem ter o tempo de vida que queriam, então não desperdiçariam um momento que tivessem. No dia antes do aniversário da Gina, Hermione e Harry estavam sozinhos no seu quarto quando ele disse, "Hermione, estive pensando."
Reconhecendo seu triste tom de voz, ela percebeu que isto era provavelmente sobre sua morte iminente. Ele já contara a ela como ele queria que fosse seu funeral. Ela teria dito a ele para não falar disso, exceto que ela percebeu que ele realmente morreria, e ela queria honrar seus últimos pedidos. "Sobre o quê?" ela perguntou com um tom de voz neutro.
"Quando eu derrotar Riddle, precisarei ser morto imediatamente. Alguém terá que estar lá para... para destruir a última Horcrux para que ele morra."
Se preocupando em manter um lábio superior enrijecido, ela respondeu em um tom de negócios, "Eu presumo."
"Eu," Harry engoliu nervosamente. "Acho que preferiria que sua cara fosse a última coisa que vou ver." Ele engoliu de novo. "Se não quiser, vou entender. Mas eu, eu gostaria que você destruísse o pedaço da alma de Riddle em mim."
Hermione olhou para ele, chocada. Ela piscou de volta as lágrimas que estavam ameaçando cair. Ela não pensou que fosse capaz de fazer o que ele pediu. Ela não sabia o que dizer, mas foi salva de responder por um guinchado de alegria vindo do outro lado da sala.
"Quem está aí!" gritou Harry, imediatamente se colocando entre Hermione e o barulho.
"É o Dobby!" ele disse com excitação. "Dobby lamenta Dobby estar espionando seu mestre, e Dobby merece qualquer punição Mestre Harry Potter inflija, mas Dobby está querendo saber do que Mestre Harry está morrendo! Ninguém está contando a Dobby, dizendo que é da conta do Mestre Harry, então Dobby está tendo que descobrir. Todo que Dobby está ouvindo é a palavra Horcrux que Dobby não está conhecendo. Agora, Dobby está ouvindo que um pedaço da alma de Aquele-Que-Não-Se-Deve-Nomear está dentro do Mestre."
"Hã, sim," disse Harry depois de rever o que seu pequeno amigo dissera. "Ele não pode morrer enquanto aquele pedaço da alma dele está dentro de mim, então terei que morrer enquanto eu o mato."
"Não, mestre. Você não tem que morrer. Elfos conhecem antiga magia de almas. Isto ser de antes de elfos serem escravizados. Elfos fazem poderosa magia de alma para consertar uma alma quebrada ou até separar e banir uma porção destruída de uma alma antes que ela infecte o resto da alma. Um dia, um bruxo muito mau e poderoso pegou um elfo chamado Frugey tentando curar sua alma e pegou Frugey e seus descendentes como escravos para sempre com magia muito negra, e os está impedindo de usar magia de alma enquanto forem escravos. Os outros elfos se foram por terem medo que ele faça o mesmo com eles, mas a parceira de Frugey ficou com ele e se permitiu virar uma escrava. Embora eles não pudessem usar magia de alma, eles ensinaram isso e está sendo ensinado a todos os elfos."
As sobrancelhas de Hermione se enrugaram em pensamento. "Vou querer falar dessa história mais tarde, Dobby, mas está dizendo que sabe como se livrar do pedaço da alma de Tom Riddle dentro de Harry sem machucá-lo?"
"Sim, Dobby sabe como e pode fazer porque Dobby está livre."
Ela olhou intensamente para o namorado. "Quer tentar?"
Ele se virou para o elfo livre. "O que precisa fazer?"
"Você precisa se deitar no chão onde Dobby possa tocar a sua cabeça."
Harry aceitou, e Dobby passou por um processo onde ele detectou a alma estrangeira presa à do Harry. O momento que Dobby cortou sua conexão foi doloroso, fazendo Harry gritar, mas não durou muito. Harry começou a se sentir mais feliz do que nunca. Ele se sentiu leve como uma pena, como se um peso que ele estivesse carregando por anos fosse finalmente removido.
"Como se sente?" perguntou Hermione, o trazendo de volta à realidade.
Ele sorriu para ela. "Nunca me senti melhor."
Hermione realizou o feitiço de detecção no namorado, vendo, "Nenhuma magia negra! Você agora é realmente apenas Harry!" Ela o abraçou e o beijou, e então se virou para Dobby, que estava chocado com o quão rápido ela o pegou e o abraçou firmemente, beijando sua testa. "Muito obrigada!" Ela percebeu que estava chorando de novo, mas desta vez era de felicidade.
Harry e Hermione logo marcharam escada abaixo com o Dobby, que estava corando loucamente enquanto sentado nos ombros deles. Sirius e os Grangers (a quem a verdade fora contada depois que eles exigiram saber por que todo mundo estava agindo como se estivessem em um velório) eram os únicos lá, e ficaram felizes com a notícia. Eles chamaram Dumbledore pelo fogo imediatamente, que veio e confirmou que a Horcrux não mais estava dentro de Harry.
Na manhã seguinte, os outros também celebraram a boa notícia, e a festa de aniversário da Gina na Toca extra-oficialmente serviu como uma festa de 'Harry Vai Sobreviver!' para aqueles que sabiam o que acontecera. No dia seguinte, Hermione, Harry e Sirius foram até a ilha dele que é o Triângulo das Bermudas pelo final de semana.
De manhã bem cedo, os animais indígenas da Ilha Black foram tratados com uma estranha visão. Um gato marrom estava perseguindo um canzarrão preto que estava perseguindo um leão com uma juba preta e selvagem. Eles corriam pela ilha, longe da praia, onde o gato conseguira ultrapassar o cão. Quando alcançaram seu destino, uma das runas que protegia a ilha, o gato estava uma pata à frente do leão e a tocou primeiro.
O gato se transformou em Hermione, e foi logo seguida por Harry e Sirius mudando de volta também. Todos os três estavam ofegando, e Hermione estava positivamente brilhando. "Te derrotei, Harry!" ela exclamou com alegria.
"Ótimo," ele disse fingindo fazer beicinho, "Pagarei a aposta assim que me livrar do Sirius."
"Que aposta?" perguntou Almofadinhas.
"Bem," ele respondeu timidamente, "Devo a ela uma beijação."
"Mesmo?" Sirius perguntou com um sorriso. "Você sempre deve pagar suas dívidas de jogo. Estarei de volta à cabana. Não faça nada que eu não faria."
"O que você não faria?" perguntou Harry com um sorriso.
"Deixar minha namorada esperando. Te vejo depois." Ele se transformou de volta em Almofadinhas e saiu correndo.
Olhando para sua namorada, Harry sorriu. "Acabei de me lembrar de uma aposta que fizemos aqui um ano atrás, sobre quem seria o primeiro a completar a transformação. Você me deve cinco beijos."
Ela olhou para ele com falsa indignação. "Só porque mudei cinqüenta e dois segundos depois de você não significa que ganhou."
"Mais cedo é mais cedo," ele disse enquanto ele colocava seus braços em volta dela e começou a pagar sua dívida de jogo.
Depois de passar alguns dias aproveitando a ilha, a praia e o traje de banho da Hermione, Harry teve que admitir que suas férias foram muito curtas. Eles voltaram para a Mansão Black para a última semana de verão e descobriram que Remo apanhara seu material escolar no Beco Diagonal. Os últimos poucos dias de verão passaram sem incidentes, e antes que soubessem, o Primeiro de Setembro chegara.
Observação de witowsmp: By the way, I had the goblins cooperate because I don't believe myself capable of writing a Gringotts robbery better than JKR did in DH. Thatwasmyfavoritesceneofthat book.
Tradução: A propósito, fiz os duendes cooperarem porque não creio ser capaz de escrever um roubo no Gringotes melhor do que JKR fez em Relíquias da Morte. livro.
