Cavendish-Potter

- Remo, voce pode ficar um minutinho? – a pergunta calma de cassandra fez os monitores erguerem a cabeça. Cassandra pediu, na noite de terça-feira, quando todos estavam arrumando as coisas para sair da sala.

- Por que?

- Porque precisamos ter uma conversa a sós.

- A sós? E o que você quer conversar com o meu namorado a sós, Cassandra Catherine Cavendish? – Angélica colocou as mãos na cintura, a face rubra.

Cassandra não resistiu.

- Não é da sua conta, Angélica Felicia Malfoy. E mesmo se fosse, apenas os ouvidos puros e inocentes do Remo é que iriam escutar o meu mais doce e singelo... – Cassandra se jogou no chão para desviar de um feitiço de Angélica. Sirius e Tiago, que estavam perto da loira sonserina a seguraram pelos braços.

- Angélica, calma. – Lílian pediu, quando a loira tentou se soltar. – Cassandra, peça desculpas agora.

- Só por dizer que o Remo possui ouvidos puros e inocentes? – ela balançou a cabeça. – prefiro cantar o Sirius na frente da Rachel. E se considerarmos que isso nunca vai acontecer...

- Acho bom mesmo! – Rachel bufou. Eddie caiu na gargalhada, quando Cassandra terminou de falar.

- ... pelo simples fato que eu possuo bom gosto! E se querem saber, a Angie pode tirar a cueca do Remo a hora que ela quiser, menos quando tiver um monitor por perto.

- EBA! – Diego gritou, fazendo todos o encararem. – O Remo vai deixar a monitoria!

- Que diabos você esta falando? – Remo encarou com uma expressão que fez Severus sorrir, levemente. Pelo visto, o cornival iria levar uma surra...

- Ora, o Remo é monitor. Então, a Angie não vai poder tirar a cue... – Diego parou, como se estivesse pensando. – isso é facilmente resolvido. Angie, quer ir ver como é o meu... hum... você sabe o que? – balançou as sobrancelhas. – Se bem que eu deixo você tirar as roupas do Montegomery primeiro.

- O QUE? – Rachel berrou, virando para o cornival.

- Rachelzinha, voce não sabia de nada? A Angie ficou encarregada de tirar as roupas do Eddie para... – Diego arregalou os olhos antes de sair correndo da sala, com Rachel no seu encalço. Cassandra e Eddie se encararam. A grifinoria fez um sinal de positivo com o polegar, antes de virar para Remo.

- E então Remo? Vai me ajudar com aquele trabalho de Poções ou vou precisar pedir ajuda para o Snape? – deu uma piscada significativa, que fez o monitor da grifinória gemer.

No dia seguinte, Remo andava apressado. Teria que estar em três minutos na sala de poções, mas acabara se distraindo enquanto lia as anotações absurdas de Cassandra, sobre como irritar o professor de poções. Se ela se dedicasse um pouco menos para aquilo e estuda...

- POTTER! A culpa é toda sua! – Cassandra virou uma esquina, com o nariz empinado.

- Minha? Você coloca os ingredientes que fizeram o caldeirão explodir e a culpa é minha?

Tiago se defendia, colocando as mãos sobre o peito.

- Ah, claro... coloque a culpa sobre a morena, quem sabe assim o morcegao não ataca a sua jugular? – ela colocou as mãos na cintura.

- Doçura, você está sendo muito dramática. – tiago revirou os olhos.

- Primeiro lugar, dramática é a minha bisavó. Segundo – Cassandra enfiou o dedo no peito de Tiago. – sua conversa é mole como o seu cérebro. Terceiro é mais fácil meu pai me esganar por sua conta que...

- Vocês não vão ir para a aula?

Os dois se viraram para lupin, como se estivessem surpresos.

- Professor Remo? – Cassandra ergueu uma sobrancelha. – Resolveu usar algum daqueles cremes embelezadores que a perua da sua mulher está tentando sempre enfiar para cima da mamãe?

Remo obrigou-se a rir.

- Boa piada, Cass. Mas não temos tempo para gracinhas.

- Cass. – ela e tiago se olharam.

- Isso é uma piada?

Tiago perguntou, como se não acreditasse nos seus ouvidos.

- O dia de travessuras já passou. – Cassandra falou secamente.

- Cassandra, Tiago. Vocês estão bem? – Remo por fim pareceu perceber que eles usavam um uniforme diferente. – que roupas são essas?

- Angélica nos convenceu a usar um novo uniforme, para mostrar para a professora Minerva. Você não estava atrasado para uma aula qualquer? – Cassandra retrucou, acertando Tiago na cintura.

- Pode ir... copiando as matérias para nós? – ele gaguejou, percebendo algo que escapava da compreensão de Remo.

- Precisamos acertar alguns detalhes. – Cassandra acrescentou, embora aparentasse estar tão atônita quanto Tiago.

- Detalhes. Vou precisar supervisionar alguma detenção de vocês?

- Esse é o nome que vocês davam para... – Cassandra acertou Tiago novamente. Ele gemeu, lançando um olhar indignado para ela.

- De maneira alguma.

- Se tudo correr bem. – Tiago acrescentou.

Remo deu de ombros, e seguiu adiante. Quando tinha dado uns quinze passos, lembrou-se que eles não tinham as mochilas. Paralisou, quando escutou as palavras de Cassandra.

- Nada de pânico. Precisamos de um plano que nos mantenha com a cabeça sobre os ombros e que nos faça voltar.

- Sugere o que? Explodirmos o colégio?

- Ouriço... Acorda. Explodimos o caldeirão preferido do Snape...

- Explodimos? – ele a interrompeu cruzando os braços.

- Está bem. EU explodi. Mas agora a questão, é que ninguém, com exceção do Remo pode nos ver.

- Sei de um lugar perfeito para nos escondermos. – tiago sorriu largamente, enquanto Cassandra corava.

- Só que não podemos ficar na Casa dos Gritos o tempo todo. Existe uma coisa chamada necessidade de comida, sabia?

- Podemos ficar na casa dos gritos, quando hum... eles estiverem ocupados, viemos ate a cozinha.

- Boa idéia. E pode tirar essa expressão do rosto!

- Que expressão?

- A de que vai me beijar. – ela recuou um passo, ele avançou.

- Sabe meu limãozinho, que quando você faz essa cara... fica mais bonita?

- Potter! – Cassandra murmurou, antes dele a beijar. Envolveu o pescoço do grifinorio, retribuindo o beijo. Remo arregalou os olhos, a boca aberta. Começou a retroceder devagar.

Não acreditava no que seus olhos e ouvidos tinham presenciado. Nem tiago ou Cassandra haviam aparecido durante a aula de poções e eles já estavam na metade da aula de Defesa, quando Cassandra, ainda com os cabelos negros colocou a cabeça para dentro da sala.

-Prof River, a senhora se incomodaria se tiver dois alunos retar...

- Não fala retardados! – Tiago gritou, fazendo todos rirem.

- Eu sei que não sou retardada, mas tenho sérias duvidas quanto a você, Potter! – Cassandra sibilou.

- Sentem-se nos lugares vagos, ao lado de Macgregor e Snape.

- Ele é todo teu! – Cassandra adiantou-se para sentar ao lado de Macgregor, mostrando a língua para Tiago. Eddie e rachel estavam no meio dos dois.

- Isso é injustiça, sabia? Eu já tenho que atura-lo nas aulas de poções.

- Cada burro com sua carga. – Cassandra ignorou a risada de tiago. Os dois tentaram se concentrar na aula. Pelo menos Cassandra fez isso, até que tiago mandou Eddie passar um recado para Cassandra, que riu levemente, antes de escrever algo e mandar devolver. Ficaram nessa troca por alguns minutos, os dois sempre rindo.

Agatha River parou na frente de Cassandra, com o olhar letal que era gracejo entre os grifinorios mais "abusados".

- E então, senhorita Cavendish. Qual a principal diferença entre humanos e vampiros?

- Vampiros não tem mal-halito. – Cassandra falou como se fosse a coisa mais natural do mundo.

A classe inteira caiu na gargalhada. Até mesmo Severus curvou os lábios.

- Sua informação está errada, Cavendish... – ela encarou levemente Potter, como se o culpasse pelo comportamento de Cassandra. Afinal, nas suas aulas, aquela menina era comportada. – Alem da alimentação... – River deu as costas, enquanto continuava a sua explanação. A troca de bilhetes recomeçou.

Snape estava quase roubando o bilhete de tiago, quando River virou-se para eles.

- Accio bilhete! – tiago e Cassandra colocaram-se em pé, protestando.

- Acho que a turma vai gostar de compartilhar a conversa que informalmente estavam tendo.

- Calma ai! A Emenda Constitucional de 1856 diz claramente...

- Cavendish cala a boca! – River mandou.

- Não diz Cavendish cala a boca. Diz que...

A turma inteira caiu na gargalhada. Até mesmo Severus viu-se a rir. Eddie sussurou.

- Mais uma dessa e você está suspensa!

- Não dá idéia para a Cass. – tiago sussurou para Eddie.

- Então, professora quer saber? Leia para a turma. – Cassandra sentou-se dando um risinho.

Tiago arregalou os olhos.

- Cassandra...

- Senhor Lupin, quer fazer a honra?

- Honra? – Cassandra deu uma risadinha, quando Remo a encarou. – Safadeza pura e simples!

- Quieto, talvez assim o Aluado aprenda alguma coisa.

- A única coisa que alguém pode querer ensinar para o Remo, é uma lição que fico vermelha em pensar em falar. – piscou para o maroto, que tossiu.

"Tiago...

Grita loira.

AAAAAAAHHHHHH!!!!

Hahahahaha.

Estive pensando.

Se for na morte da bezerra, esquece.

Vamos?

Pirou?

Por que?

Preciso dizer?

Ah... tiaguinho...

Não faz bico.

Só uma coisa então.

o que?

Deixa de ser veado!"

Com o termino da leitura, a classe caiu na gargalhada. Cassandra exibia o seu sorriso mais inocente. E embora tiago estivesse com as bochechas pegando fogo, sorria debochado.

- Querem falar sobre isso? – River pegou o pergaminho das mãos de Remo, balançando-o para toda a classe ver.

- Que a senhora não tinha o direito de ler uma correspondência particular e privada?

- Tiago, já descobri o que vou te dar de aniversario. – Cassandra revirou os olhos. – E não vai ser o pijama de oncinha!

- Por que não minha linda? Eu já estava começando a me animar, dançando com esse pijaminha!

- Porque você está seriamente precisando de um curso intensivo.

- Só se você e a lilinha forem as professoras.

- A única coisa que eu vou te ensinar é a voar sem asas.

- Ai que fofo! Vou virar borboleta? – Severus institivamente recuou perante as palavras de tiago. Em especial quando ele começou a bater palmas.

- Não, meu veadinho desmantelado. Eu vou atirar cada parte do seu corpo em uma turbina de avião e...

- Pode começar agora? – Tiago fez uma voz doce. A muito custo, Cassandra não riu.

- Você quer que eu comece por onde?

- Estou em duvida. Será que pelas unhas? Ou pelos meus lindos maravilhosos...

- Potter e Cavendish, para a sala do diretor agora mesmo.

- Fofa, não é que a nossa professora está naqueles dias?

Cassandra escondeu o rosto nas mãos, escondendo as lagrimas de riso.

Após a aula, os alunos foram para a sala da biblioteca. Snape, por pura falta de opção acabou sentando junto a Evans e Malfoy. Enquanto Angélica ficava falando sobre os modelos que pretendia utilizar na festa, Severus e Evans estudavam, se bem que a discussão sobre um ponto em especial não avançava em ponto algum.

- Duvido Snape.

- Como quer que eu prove?

- Plano C em ação. – angélica anunciou para Lílian, vendo Cassandra entrando com Tiago no seu encalço. Os dois cochichavam, enquanto davam pequenas risadas. Ao perceberem que Pince os encarava, engoliram o riso. Não se aproximaram dos colegas, indo sentarem-se afastados.

- A cass é louca ou o que? Quantas vezes eu já disse para ela que não gosto do tiago?

- Se é assim, por que o plano está dando certo? – Angélica sorriu, enquanto uma carranca era a resposta da ruiva.

- Que plano C? – Snape quase suspirou, com a revirada de olhos de Lílian, enquanto angélica ria.

- Plano C de "ciúmes", obvio. – Angélica tomou para si as explicações. – Basicamente, o plano envolve a vitima, quer dizer garoto dos sonhos...

- Eu não gosto do potter!

- E todas nós ficamos por dias, conversando, tentando convence-lo a namorar com a garota ideal ou então a desistir dela. – angélica ignorou lílian. – mas geralmente, esse plano faz com que a cabeça dura em questão – deu uma olhada para lílian. – perceba que realmente gosta do outro, ficando com...

- Ciúmes. – Severus murmurou. Só merlin sabia o quanto lhe custava não ir torcer o pescoço de potter naquele instante.

- Cass o batizou assim. Alias, todos os planos dela, iniciam-se com as inicias do que vai ser feito.

Potter devia estar levando o plano a serio, pois sentando-se na frente de Cassandra, a olhava como um cachorrinho embevecido.

- Eu vou lá acabar com isso agora mesmo!

- Nem pensar! – angélica fez lílian sentar-se. – vamos ver até que ponto aqueles dois vão ir.

- Você concorda com essa historia? – a ruiva bufou com raiva.

- Não concordo, mas vai ser divertido ver o que potter é capaz de fazer por você.

- Hahaha. Estou quase caindo de tanto rir. – a ruiva cruzou os braços.

Snape parecia assassinar alguém. Rachel estava quase cedendo a vontade de cair na gargalhada, quando Eddie lhe cutucou o braço.

- Que foi? – virou-se para ele, que indicou Potter e Cassandra.

- Acho que os dois vão acabar na enfermaria, um batido pela Evans outro pelo seu irmão.

-Isso é o que dá não confessar o amor que sentem. – Rachel não percebeu a expressão de Eddie. Começou a fazer pequenos ruídos, tentando chamar a atenção de Cassandra, até que desistiu. Fez uma bola de papel, atirando-a na grifinoria.

A bolinha atingiu Potter, que olhou para rachel, com o cenho franzido. Ela indicou Cassandra. Tiago bateu levemente na mão da garota, que olhou então para Rachel, que apontou o irmão.

Cassandra deu de ombros, antes de virar-se novamente para Tiago. Como se tivesse lembrado de algo, pegou a bolinha, jogando-a em Rachel, acertando-a com precisão. Quando Rachel olhou para ela, fez o barulho de uma cobra.

- Cascavel de peruca! – Rachel xingou, quando Cassandra voltou sua atenção para tiago.

Beatrice entrou sorridente na biblioteca. Estava matando aula de historia da magia e não arrependia-se um minuto por conta disso. Ficou observando, até que percebeu lílian a encarando severamente. Deu de ombros, mostrou-lhe a língua e foi até Tiago e Cassandra, que estavam mais afastados.

Cassandra apoiava a cabeça nos pulsos, os cotovelos na mesa. Mantinha os olhos fechados, enquanto escutava tiago ler.

- meu anjo de luz, tua magia faz que meu coração esqueça de tudo o mais. Eu esqueço de tudo o mais: comer, beber. Respiro apenas quando consigo vê-la ao longe, meu coração...

Cassandra suspirou, fazendo tiago parar.

- É meloso.

-É obvio que é meloso. É um poema de amor, lembra?

- Prefiro as poesias que o meu limãozinho faz.

Tiago sorriu, fechando o livro.

- Pode esperar dentro da barriga da sua mãe, que fora vai morrer umas quantas vezes. – ela retrucou.

- Ora, fofura, será que você não percebeu que...

Fofura? Beatrice não conseguia entender nada. Aproximou-se um passo, apenas para ter certeza do que estava ouvindo.

- Pode tirar o hipogrifo da chuva, Potter. – Cassandra respondeu secamente.

- E você quer que eu faça o que? Enfrente o morcegão?

Cassandra levantou-se e estava prestes a sair da biblioteca quando tiago praticamente gritou.

- EU ENFRENTO O MORCEGÃO SE VOCE QUISER!

- Morcegao é... – ela respirou fundo. – pelo menos meu pai não era um veado como o seu! – ela saiu definitivamente da biblioteca.

Madame Pince apareceu, aparentemente fumegando de raiva. Tiago recolheu rapidamente os materiais, antes de seguir atrás de Cassandra. Beatrice ainda em estado de choque, sentou-se com lílian, não proferindo nenhuma palavra. O queixo caído não conseguira se fechar. Ela balançava as mãos, como se não acreditasse no que escutara.

Depois de um longo período, Cassandra entrou novamente. Estava acompanhada por todos os marotos. Aproximaram-se da mesa de lílian.

- Vocês acreditam no que está acontecendo? Remo pirou de vez!

Reclamou enquanto se sentava.

- Não enlouqueci não! Eu vi perfeitamente vocês dois, juntos... fazendo aquilo. – Remo protestou.

- Remo, o nome da criança não é Astolfo para que você venha falando que fizemos aquilo juntos!

- Aquilo o que? – Beatrice pareceu se recuperar do estado estranho.

- Não sei se você percebeu, mas tem uma ruiva assassina por perto. Não posso responder isso sem perder o pescoço.

- O que? Tiago ficou lendo poemas de amor para você? – beatrice falou, assustando-se quando Cassandra pulou.

- Eu não acredito! Se isso for uma pegadinha, podem parar os dois!

- Não é pegadinha. Faz uns dez minutos que vocês saíram... depois que o tiago leu um poema de amor para você. – tapou os ouvidos com os berros de Cassandra e Tiago.

- O que?

- Endoideceu foi?

- Quietos! – lílian mandou.

Desse jeito vou ter que agarrar o Tiago de verdade para que vocês possam falar! – Cassandra reclamou, não se mexendo um milímetro de onde estava.

- Como agarrar o Tiago de verdade?

- Remo estava enchendo os nossos ouvidos que hoje de manhã Cassinha e o Pontas estavam se agarrando no corredor. – pedro falou sem malicia.

- Como assim? – Lílian ergueu-se de um pulo.

- Rabicho, você realmente acredita nisso? – Tiago pediu impaciente.

- É claro que não! Se a Cass está noiva do Garcia, por que iria te beijar?

Severus por um momento sentiu pena de Potter, em especial com as risadas debochadas que ecoaram de Angélica, Cassandra e Beatrice. Evans olhou tiago com severidade.

- Então?

- Fala meu coração... – tiago fez uma mesura, que fez lílian revirar os olhos.

- Essa historia que você estava lendo poemas de amor para a cass, é verdade?

- E desde quando que o tiago fica lendo os poemas de amor que escreve, para alguém alem do travesseiro? – Cassandra pediu impaciente.

- Como você sabe que escrevo poemas desse tipo? – tiago pareceu ficar bravo.

- Como você acha que eu descobri sobre a sua namorada? – Cassandra não pareceu perceber o perigo enquanto falava.

- Que namorada? – tiago se virou para ela.

- Aquela que você não quer nos apresentar! – piscou para o maroto, que pareceu entender.

- Ah... tinha me esquecido dela. Mas... voce lembra que tipo de frases tinha nos poemas, Trice?

- Anjo de luz... alguma coisa com comer e beber. Por que? – ela se espantou com a palidez de tiago.

- Quem mexeu no meu diário?

Notas do capitulo...

Essa primeira nota, é para pedir desculpas a todas as leitoras (e leitores se tiver algum, já que por enqto apenas meninas, pelo q entendemos dos comentários) pela demora em publicar o capitulo. Não sabemos se semana q vem haverá atualização, mas esperamos não demorar...

Respondendo a Lele... Sev não tem sangue de centauro, a mãe da Rachel é trouxa... e o entendimento disso se dara... algum dia...