Uma Questão Sirius

Capítulo 39 – Beijando na Chuva

Apesar de sua preferência de que o verão durasse para frente, Harry não pôde evitar sorrir quando ele viu a placa que lia, 'Plataforma Nove e Meia,' e disse que partiria às onze horas. Ele e Hermione passaram pela barreira juntos de mãos dadas e continuaram a andar até a máquina vermelha enquanto Sirius aparecia atrás deles. Foi decidido que caso Voldemort atacasse a plataforma, os pais trouxas da Hermione seriam uma responsabilidade que alguém teria que proteger, e eles decidiram não se arriscar a criar o problema, então eles se despediram no Largo Grimmauld.

Pela fumaça, o Menino-Que-Sobreviveu pôde ver alguns aurores uniformizados olhando em volta, e tinha certeza que havia mais. "Eu pensaria que Riddle não vai atacar aqui. Seria muito previsível."

"Você provavelmente tem razão," ela concordou, "mas ainda estou grata por estarmos usando nossa armadura sob nossas roupas."

"Eu também," Ela olhou em volta. "Ainda me dá uma sensação estranha não carregar um baú como os outros estudantes."

Sorrindo, o namorado dela sugeriu, "Eu posso tirar o meu baú encolhido da minha carteira e reajustar o tamanho dele. Deve estar bem pesado com todos aqueles livros. Então eu re-encolheria meu baú e te veria sofrer com o seu."

"Muito engraçado," ela respondeu. "Acho melhor ir ao vagão dos monitores agora." Ela apertou a mão do namorado. "Fico contente que o Professor Dumbledore te perguntou se você queria ser monitor ou não antes de dar a posição para outra pessoa. Você a mereceu."

"É," Harry concordou. "Alguma chance de andar pelo castelo tarde da noite com você..."

"Não será apenas comigo," ela disse enquanto corava. "Teremos que patrulhar com quem quer que tenha sido estabelecido."

"Eu presumo."

Quando chegaram ao compartimento dos monitores, Harry estava surpreso de ver a pior pessoa qualquer um podia escolher para monitor da Sonserina. O idiota estava esnobando como se tivesse conquistado alguma coisa.

"No que Dumbledore estava pensando dando uma insígnia de monitor?" Harry chiou para sua namorada.

Ela suspirou. "Não sei, mas não há nada que possamos fazer a respeito. Aquela vaca da Parkinson é a monitora."

Draco repentinamente começou a cheirar o ar com uma expressão de ter detectado alguma coisa nojenta. "Se estiverem se perguntando o que é esse odor, uma sangue-ruim acabou de entrar aqui."

Pansy riu, mas foi a única. O resto o estava encarando. O Monitor-Chefe de seis pés e três de altura (não estou a par de conversões métricas, então só traduzi a altura original – six-foot-three), Kenneth Towler da Grifinória, foi direto na cara do Draco. "Você acabou de receber uma detenção, seu pequeno filho de Comensal da Morte! Os amigos de seu pai mataram a minha mãe no verão passado," ele pegou a camisa do agora aterrorizado Sonserina e o estava pressionado contra a parede enquanto Harry olhava com admiração. "e não vou aturar esses preconceitos de..."

"Kenny!" chamou a Monitora-Chefe da Corvinal, Sally Fawcett, enquanto Draco gania de medo. "Deixe o patético Mordedor da Morte ir. Podemos dizer a Dumbledore que não trabalharemos com ele. Não estrangule o garotinho como ele merece." Ela olhou em volta. "Tenho certeza que nenhum de vocês quer trabalhar com este monte de lixo."

Enquanto os outros monitores da Sonserina ficaram quietos, Pansy era estúpida demais para ficar de boca fechada. "Como se atreve a tratar o Draco dessa forma? Quando o pai dele…"

"Então você também quer fazer parte da lista?" perguntou Fawcett. "Ótimo. Talvez devêssemos fazer um pedido especial para não termos simpatizantes de Você-Sabe-Quem como monitores." Harry, junto com a maioria dos outros, sorriu. "Accio, insígnia!" Ela convocou a insígnia de monitor do Draco e então a da Pansy, deixando um buraco nos robes deles. "Agora caiam fora, vocês dois!" Uma vez que os dois quintanistas da Sonserina saíram, Sally se virou para os outros com um sorriso no rosto. "Okay, agora que isso já passou, vamos começar esta reunião."

"Então, lá estava o pequeno furão, chorando enquanto Ken o segurava contra a parede," disse Harry com alegria, entretendo seus amigos depois que eles voltaram da reunião. Eles assumiram a primeira patrulha no trem para acabarem logo. Todos eles riram, especialmente Rony e Luna, embora eles não tivessem certeza se ela estava rindo disso ou de alguma coisa no Pasquim no qual a cara dela estava enfiada.

"Isso não foi engraçado," disse Hermione, embora fosse óbvio que ela estava tentando muito evitar rir.

"Francamente," disse Harry, "isso devia ser feito toda vez que alguém como Malfoy use aquela palavra. Imagine quantas pessoas parariam de agir assim se isso não fosse tolerado."

"Ora, ora, ora," veio a esnobada familiar de Draco da porta. Ele estava usando um robe novo e não-rasgado. "Parece que achamos o compartimento de sangues-ruins, mestiços e traidores do sangue." Ele estava guardado por Crabbe e Goyle, que riram do comentário, mas isso não que impediu todo mundo no compartimento risse alto. "Do que estão rindo?"

Enquanto pegando sua varinha para exibição, Harry respondeu, "Porque eles sabem o que estou prestes a fazer com você."

Draco riu. "Se ao menos vocês soubessem o que o Lorde das Trevas vai fazer com vocês e Hogw... Aaaaahhhh!" Nesse momento, o corpo de Draco começou a se expandir do mesmo jeito que a Tia Guida há alguns anos atrás. Os botões em sua blusa e suas calças estouraram, e a pulseira de seu relógio caro quebrou enquanto seus guarda-costas olharam em confusão. Percebendo o que Malfoy sugerira, Hermione realizou legilimência em Draco, descobrindo que o pai dele lhe contara que Voldemort atacaria Hogwarts antes do Natal, mas não quando. Quando ela começou a ver as fantasias de Malfoy, ela saiu da mente dele para ver os pés do garoto deixando o chão. Hermione realizou um feitiço repulsor nele para que ele flutue no salão. Então os outros dois Sonserinos, junto com o relógio quebrado, foram banidos atrás de seu alfa e a porta foi magicamente fechada e trancada.

"Ele estava sério," declarou Hermione com um olhar de preocupação na cara.

Harry sorriu. "Quer dizer quando ele disse, 'Aaaaahhhh?' Sim, creio que ele estava seriamente assustado."

Ela rolou os olhos para o namorado. "Quero dizer sobre Riddle."

"Ele está sempre atrás de mim," disse Harry calmamente.

"Acho que Hermione quis dizer se ele ia atacar Hogwarts," disse Luna com uma voz de sonho de trás da edição do Pasquim que ela estava lendo o tempo todo.

"O quê?" perguntou Harry, que não havia prestado muita atenção enquanto se concentrava em inflar o Malfoy.

"Ele se gabou que o Lorde das Trevas ia fazer alguma coisa com você e com Hogwarts," disse Gina.

"Faria sentido," disse Neville. "O Ministério também está localizado lá."

"Se ele conseguir, não acho que ele terá qualquer problema sério após dominar Hogwarts," disse Rony. "Tem Dumbledore, Vehosia e Harry em um lugar só."

"Eu li a mente dele. O pai dele disse que Riddle está atacando Hogwarts antes do Natal mas não disse exatamente quando." Hermione parecia preocupada. "Mas e quanto aos estudantes?"

"Ele não se importa com quantas crianças morram no processo," disse Harry firmemente. "Ele não se importou em tentar me matar quando eu tinha um ano de idade."

"Mas eles manterão as crianças a salvo se isso acontecer," perguntou Neville. "Não vão?"

"Tentarão, mas não vai funcionar," disse Harry tristemente. "Ele gosta de matar as pessoas que ele considera indefesas. Os professores vão tentar uma evacuação, e cortar o exército em potencial deles ao meio. Eles não perceberão que se essa batalha for perdida, não haverá lugar para as crianças irem e ficarem seguras. Eles terão que lutar sem os adultos. É melhor nos unirmos agora – pelo menos os estudantes que podem lutar, talvez do quarto ano pra cima – e aumentar nossas chances."

Hermione assumiu uma expressão de excitação. "E se... bem, talvez... se apenas... E se aqueles que quisessem lutar em caso de um ataque organizado e praticassem luta... talvez até viessem com um plano de batalha para defender o castelo?"

Os olhos de Gina se entreabriram. "Quer dizer, como um exército? Não apenas o clube de duelos que Sirius monitora?"

"Exatamente," disse Hermione. "Embora essa possa ser uma boa fonte para membros."

"Dumbledore não aprovaria." Disse Rony miseravelmente.

"Ele diria que somos jovens demais," acrescentou Neville.

"E se," disse Harry, olhando nos olhos de cada um, "nós mantivermos isso em segredo dos professores, mesmo do Sirius?" Todos eles ficaram chocados. "Então, quando Riddle atacar, apresentamos nosso plano e exigimos ser capazes de lutar por nosso mundo."

Hermione o encarou com orgulho, embora ela parecesse um pouco nervosa. "Parece perfeito, embora seja contra as regras... mas isso é sobre a nossa sobrevivência."

"Perfeito," disse Harry. "Agora tudo de que precisamos é alguém para liderar. Alguma sugestão?" Todos eles, até a Luna, o encaravam agora intensamente. "O quê?" ele perguntou, não notando o significado.

"Ainda acho que estão todos doidos se pensam que as pessoas vão me ouvir," disse Harry para seus amigos enquanto dividiam uma carruagem a caminho para Hogwarts.

Todos eles haviam unanimemente insistido que ele liderasse o grupo que estavam discutindo, muito para a sua surpresa. Até a Luna havia dito, "Os nargmites estão circulando sua cabeça, o que significa que você é um grande líder."

Segurando uma risada, Rony mostrara apoio à sua namorada ao acrescentar, "Você não pode discutir com os nargmites."

"Muito mais pessoas te admiram do que você sabe," respondeu Hermione enquanto continuavam a andar nas carruagens de testrálios.

"Só para ver a minha cicatriz," ele comentou, recebendo uma baforada do Rony.

"Falo sério, Harry. Muitas pessoas te admiram."

"Mas vão mesmo me ouvir?"

Respirando fundo, Hermione disse, "Só há um meio de descobrir. Vamos começar a espalhar a palavra na sala comunal da Grifinória amanhã e partirmos daí. Aonde acha que devemos nos encontrar?"

Harry imediatamente declarou, "A Sala Precisa devia ser perfeita!"

Depois do banquete, onde os novos estudantes foram selecionados e Dumbledore lembrou os estudantes para ficarem longe das partes do castelo que o Ministério estava usando, Harry e Hermione lideraram os novos Grifinórias para a sala comunal, onde sua namorada imediatamente começou a falar com as pessoas que foram membros do clube de duelos no ano passado. Ela partilhou com eles as palavras do Malfoy e suas suspeitas sobre um ataque no castelo. A maioria concordou que não queriam se esconder no dormitório enquanto o destino do mundo deles era decidido, e queriam ser parte da resistência e ajudar com um plano de batalha. Aqueles que eram amigos íntimos (ou mais) de pessoas fora da Grifinória concordaram em ajudar a passar a notícia discretamente sobre a primeira reunião, que estava marcada para esta sexta à noite.

Na noite seguinte, o Monitor-chefe e a Monitora-chefe, Kenneth Towler e Sally Fawcett da Grifinória e Corvinal respectivamente, entrou no escritório do Diretor.

"Boa noite, Sr. Towler, Srta. Fawcett. Queiram se sentar. Gostariam de um drop de limão?" Ele indicou a travessa que tem estado cheia toda vez que algum deles estava naquele escritório, o que não acontecia com muita freqüência.

"Não, obrigado," disse Kenny enquanto Sally acenava com a cabeça.

"Agora, a que devo o prazer desta reunião?" ele perguntou com um brilho nos olhos. "Entendo que houve um problema com alguns dos novos monitores no trem."

"Exatamente," disse Sally. "Queremos que Draco Malfoy e Pansy Parkinson sejam substituídos."

Os olhos de Dumbledore se esbugalharam. "Eu tinha ouvido esse boato, mas nunca esperei que estivessem tão dispostos a dispensar alguém tão facilmente. Todo mundo merece uma chance de se provar."

"As primeiras palavras dele na reunião foram chamar a Hermione Granger de sangue-ruim," disse Kenny com paixão. "Ele obviamente aceitou a filosofia de Você-Sabe-Quem – a mesma que matou a minha mãe."

"Ele cometeu um engano. Tenho certeza que ele se desculpará," ele respondeu com calma.

"Não!" exigiu Sally. "Ele tem usado o termo abertamente desde seu segundo ano. Todo mundo no time de Quadribol da Grifinória o ouviu chamar a Hermione disso na época, e nenhum professor fez coisa alguma a respeito." Dumbledore parecia chocado que ela soubesse disso. "Perguntamos às pessoas na Grifinória sobre ele, e então perguntamos alguns dos professores sobre seu comportamento na aula e suas notas. Queríamos saber o que ele fez para merecer uma insígnia de monitor."

Dumbledore engoliu.

Kenny disse, "A Professora McGonagall nos contou que suas notas em Transformação são medíocres na melhor das hipóteses, e que a única coisa na qual ele é excelente é em causar problema, geralmente ao proclamar seu preconceito sem sentido, e todos os outros professores concordaram. Na verdade, o único professor a ter dito algo gentil sobre ele é o Snape, e ele nem ensina mais."

"Professor Snape," Dumbledore o corrigiu.

Sally continuou, "A única aula na qual ele sequer teve boas notas era Poções, mas a Professora O'Brian provou que ele era um trapaceiro na primeira aula de poções dela, e ela suspeita que as poções completas que ele e alguns outros tinham com eles foram preparadas pelo Professor Snape."

"Ela pode suspeitar, mas isso nunca foi provado," defendeu Dumbledore.

"Ele na verdade tem feito pior naquela matéria no último ano do que em qualquer outro já que não pode trapacear mais," acrescentou Kenny.

"Para simplificar," disse Sally, "ele não mereceu seu posto, e ninguém se sente seguro em patrulhar com aquele aspirante a Comensal da Morte. Creio que ele usaria a oportunidade para atacar a Hermione e qualquer outro nascido trouxa com quem ele patrulhar."

"E então Harry Potter o assassinaria," acrescentou Kenny.

"Também achamos que ele usaria seus privilégios para ajudar Você-Sabe-Quem. A maioria das pessoas acredita que ele tentará atacar Hogwarts este ano," disse Sally. "Este castelo é lar de seus três alvos mais prováveis – você, Ministro Vehosia e Harry Potter. Se o pai do Draco tiver qualquer meio de se comunicar com ele, ou já lhe tiver dado ordens, ele aumenta o perigo."

"Ela é a namorada do Draco, e o defendeu na reunião," disse Kenny.

"E ela tem notas ainda piores do que as dele," acrescentou a Sally.

"E ela deixou claro que é simpatizante de Aquele-Que-Não-Se-Deve-Nomear, assim como o namorado dela e os guarda-costas dele."

"E para deixar isso claro para você, Diretor," Sally acrescentou, "Não trabalharemos com Mamadores da Morte. Se você se recusar a substituí-los, então precisará de novos Monitores-Chefes."

"Não apenas isso," acrescentou Kenny, "mas muitos outros monitores também."

Dumbledore parecia mais velho do que nunca enquanto respirava fundo. "Vou considerar sua sugestão. Vocês terão minha decisão ao final da semana. Até lá, ambos o Sr. Malfoy e a Srta. Parkinson estarão suspensos de seus deveres de monitores. Estão dispensados."

A semana se passou rápido demais, pelo que Harry reconheceu. Todos os professores eram os mesmos, inclusive Sirius, que reabriu seu clube de duelo. Dumbledore atendeu os desejos dos Monitores-Chefes e deu as posições de monitores para Sonserinas que não fossem conhecidos como Simpatizantes de Voldemort como Draco e Pansy. Neste caso, eles eram Blaise Zabini e Daphne Greengrass, ambos os quais eram civis com os outros, se não particularmente amigáveis. Todos os monitores se sentiram mais seguros com eles do que com seus predecessores, mas Harry lembrou a Hermione para não abaixar a guarda em volta deles.

Antes que o Menino-Que-Sobreviveu soubesse, quase metade dos estudantes do quarto ano para cima estavam reunidos na Sala Precisa para sua primeira reunião. Todo mundo estava falando junto em grupos. Angelina Johnson havia até lembrado a Harry dos testes de Quadribol na manhã seguinte.

Quando ele sentiu que todo mundo estava lá, ele foi até atrás do pódio providenciado pelo salão e limpado a garganta. Ninguém exceto sua namorada, que sorriu para ele, notou. Ele pôs um feitiço sonorus na garganta e falou.

"Atenção, todo mundo." Todos eles terminaram suas conversas e começaram a encará-lo. Ele agora podia sentir vários pomos de ouro voando em seu estômago – ou eram balaços? Suas orelhas estavam agora rosadas. "Sim, bem, obrigado por virem. Como sabem, o motivo pelo qual estamos aqui é porque acreditamos que Hogwarts será atacada em breve. Dumbledore e o Ministério estão ambos aqui, então sentimos que é um alvo muito tentador."

Alguém usando robes da Corvinal gritou, "Você também está aqui e ele parece estar sempre atrás de você."

Abaixando a cabeça por um momento, Harry respirou fundo e respondeu, "Sim, você tem razão. Há um motivo para isso. Uma profecia foi feita antes de eu nascer que basicamente diz que tem que ser eu a finalizá-lo se ele for finalizado." Todo mundo ficou em choque. "Foi por isso que aquele covarde tentou me matar quando eu era bebê. Tom Riddle, o que, a propósito, é o nome verdadeiro de Voldemort." Mais pessoas ficaram chocadas. "Sim, sei que é tabu, mas se ele pudesse entrar aqui, ele não esperaria alguém mencionar seu nome de escolha. Entretanto, se isso fizer com que se sintam melhor, o chamarei de Riddle. O ponto é que tenho que cuidar dele pessoalmente, mas tenho certeza que haverá vários Comensais da Morte para o resto de vocês.

"De qualquer forma, se ele atacar, nós acreditamos que os professores tentarão nos esconder enquanto eles combatem Riddle. Nós esperaríamos enquanto outros decidiam nosso destino. Se ele vencer, então seremos mortos ou escravizados. Creio que podemos ajudar a aumentar as chances a nosso favor, e podemos permanecer unidos com os professores e o Ministério, quer eles queiram ou não, e nós PODEMOS fazer uma diferença!" Houve uma salva inesperada de aplausos. Ele realmente sorriu com isso.

"Nós queremos nos juntar e treinar, e virarmos a Armada de Hogwarts, e mostrar a Riddle que ele não pode mais nos assustar!" Houve mais aplausos. "Viemos com algumas idéias diferentes de grupos de combate em que podemos nos dividir, e ficaríamos felizes em ouvir mais idéias. Treinaremos ao menos uma vez por semana em cada uma dessas divisões. A maravilha sobre esta sala é que ela pode acomodar tantos grupos quanto podemos trazer. Isso é o que temos até agora..."

Harry passou a explicar as idéias que ele e seus amigos tiveram para defender o castelo que eles não acreditavam que os adultos já tivessem pensado. Eles encontraram apoio entusiástico, e as pessoas decidiram de que grupo queriam fazer parte, e a próxima reunião foi marcada. Hermione insistiu que todo mundo que quisesse fazer parte do grupo assinasse um documento que ela fez para a reunião.

"Você foi realmente ótimo," disse Hermione na sala comunal após a reunião. "Do jeito que você se portou e falou conosco. Você realmente inspirou confiança."

"A questão é se vai funcionar. Não quero liderá-los para as mortes deles." Ele suspirou. "Você realmente acha..."

"Sim, eu acho. Creio que nosso plano é sensato e que com sua liderança..."

"Você é mais líder que eu..."

"Você é um líder nato," ela disse com paixão. "Sei que não gosta disso, e que tudo que você quer é ser comum, mas você é um líder extraordinário, uma pessoa extraordinária. Você se recusa a ficar esperando sem fazer nada enquanto outros planejam seu destino. Você assumiu controle da sua vida ano passado."

"Com sua ajuda," ele acrescentou. "E a de Sirius também."

"Sim," ela disse, corando com a menção do nome dela. "Agora é hora para você ajudar todos nós estudantes a tomar as rédeas de nossos destinos em vez de esperarmos que nossos 'protetores' sejam assassinados."

"Espero que possamos fazer isso."

"Sei que podemos," ela disse antes de beijá-lo, efetivamente desfazendo suas dúvidas, junto com o resto dos pensamentos de seu namorado.

Harry acordou excitado na manhã do aniversário de dezesseis anos da Hermione. Ele se lembrou das coisas esplêndidas do ano passado, e esperava por uma repetição. Ele queria tudo perfeito o dia todo, porque ele tinha algo muito especial para dar a ela no jantar, que ele arranjou para não ser no grande salão.

Ele estava ao pé da escada segurando um buquê de rosas para desejar a sua namorada um "Feliz Aniversário" assim que ele a visse.

A aniversariante deu um sorriso brilhante para seu namorado enquanto ela continuava a descer a escada. "Obrigada." Ela o beijou antes de tirar as rosas dele. "Ai!"

Para o desprazer de Harry, Hermione havia segurado as rosas de um jeito que o dedo dela fora espetado com um espinho e agora sangrava. Ele ficou em pânico enquanto dizia, "Sinto muito." Ele pegou sua varinha e ela permitiu que ele realizasse um rápido feitiço de cura nela. "Sinto muito mesmo, Hermione."

"Muita gente extrai os espinhos para evitar isso," ela comentou, mas ao ver o quão penitente ele parecia, ela disse, "Tudo bem. As rosas são bonitas. Deixe-me apenas colocá-las na água e já estarei de volta."

Enquanto ele a via subir a escada, ele sorriu. As coisas não têm saído tão bem quanto ele queria, mas não foi tão mau. Podia ser pior.

Depois da malhação matinal (e duchas subseqüentes), o jovem casal foi até o salão para o café da manhã. Eles se sentaram juntos à mesa da Grifinória com Rony, Neville e Gina, e estavam ocupados comendo quando o correio chegou. Entre as primeiras corujas no salão estava Edwiges, que estava carregando um pequeno saco de papel amarrado à perna. Ela voou direto para Hermione e estendeu a perna.

Ela sorriu enquanto desamarrava o pacote da coruja do namorado, e descobriu que, como no ano passado, continha um presente dos pais dela, assim como um novo presente do namorado dela. O que Harry deu para ela foi um monte de fotos deles no ano passado.

"Eu, hã, pensei que pudesse querer acrescentá-las àquele álbum de família," ele disse a ela.

"São maravilhosas," ela disse enquanto olhava para uma foto deles dançando no Baile de Inverno.

De repente, houve um baque na frente dela, e o jarro de suco de abóbora derramou, enchendo a bandeja, o colo e os presentes da Hermione com seu conteúdo. Ela deu um gritinho, atraindo a atenção de outros Grifinórias, que começaram a rir dela. As orelhas delas coraram. Harry, no momento, parecia devastado. "Tudo bem," ela disse calmamente, embora fosse óbvio que ela não estivesse feliz. "Posso dar um jeito..."

Foi quando uma pequena forma alaranjada na mesa em frente à Hermione, pingando de suco de abóbora, começou a agitar as penas, espalhando o líquido em todos os cinco amigos, mas nenhum tanto quanto Hermione, cujo rosto agora estava pingando com o suco. Todos podiam ouvir risadas de outros Grifinórias embaixo da mesa, incluindo Fred e Jorge. Para o desprazer dela, Gina reconheceu a criatura como, "Errol!" a coruja da família Weasley.

Rony acrescentou, "Ele tem uma carta."

Hermione viu que a ave realmente tinha uma carta úmida pingando amarrada à perna, que estava agora estendida para ela. Após limpar o rosto com um guardanapo, ela cautelosamente desamarrou o envelope, e foi capaz de ler as primeiras cartas com o nome dela no envelope. Ela abriu o envelope úmido e conseguiu determinar que, "É um cartão de aniversário do Sr. e da Sra. Weasley."

"Foi... gentil da parte deles," disse Harry. "Uma pena que enviaram com Errol."

"É," disse Hermione, com hesitação. "É a intenção que conta, não é?" Ela se virou para Rony e Gina. "Não digam a seus pais o que aconteceu. Não quero que eles se sintam mal." Eles assentiram e Hermione rapidamente se limpou e então a Errol com sua varinha. Ela até conseguiu salvar as fotos e o presente dos pais dela, e resolveu abrir sozinha. Ela confidenciou, após Harry insistir, que o presente misterioso do ano passado foi uma caixa de roupa íntima que a mãe dela escolheu.' Isso foi o bastante para Harry corar e nunca mais perguntar. Ele viu que seria melhor se ela abrisse o presente em particular neste ano também.

A manhã passou bem, e logo eles estavam almoçando no salão. Edwiges voou para Hermione e derrubou um pacote na frente dela. Ela abriu e encontrou um vestido. Ela o desdobrou e o examinou. Era verde esmeralda com detalhes em ouro. O vestido era de corte baixo e sem mangas. Hermione beijou Harry na bochecha.

"Obrigada," ela disse, se levantado e posicionando o vestido contra ela. Gina olhou para ela com surpresa nos olhos. "Qual o problema, Gina?" Ela não disse nada. Hermione encontrou a etiqueta que revelava o tamanho.

"Extra Largo! HARRY JAMES POTTER! Pensa que preciso de um vestido extra largo? Sou tamanho médio apenas! Pensa que sou gorda?"

As pessoas no salão começaram a rir. Com lágrimas no rosto, Hermione fugiu do salão. Harry, parecendo mortificado, correu atrás dela.

Hermione estava se recusando a falar com Harry, não importa o quanto ele implorava, berrando pedidos de desculpas para ela enquanto ela ficava à frente dele. Ela foi para o dormitório dela e continuou chorando até que Gina apareceu.

"Veio para uma boa risada, não veio?" Hermione perguntou.

"Não, eu não explicou tudo para mim. Já que você não falava com ele. Ele me disse que ele adivinhou um tamanho, mas especificou um número. Aparentemente, ele perguntou à Lavender Brown que tamanho ela pensava que você era e encomendou o tamanho de vestido que combinasse."

"Mas não havia necessidade de conseguir um Extra Largo!"

"Ele não quis te dar Extra Largo. Ele não sabe nada de tamanhos de vestidos de mulher. Ele está acostumado a usar aquelas roupas de segunda mão daquele primo porco dele. Como acha que ele vai saber o tamanho certo? Não faz sentido te perguntar porque arruinaria a surpresa. O que pensa que ele vai fazer – tomar a Poção Polisuco e fingir ser você pra conseguir o tamanho certo?"

"Não," Hermione respondeu. Ela parecia estar se acalmando um pouco.

"Ele tentou seu melhor. É a primeira vez que ele já encomendou roupas de mulher e ele aprendeu com o seu erro. Lembre-se, você é uma bruxa e pode ajustar o tamanho com magia. Ou, me ensine o feitiço e ajusto pra você."

"Não pensei nisso." Hermione pôs o vestido extra largo enquanto ensinava o feitiço para Gina. Ela levantou a varinha e lançou o feitiço. O vestido mudou de tamanho até servir perfeitamente.

"Pronto, isso deve resolver." Disse Gina. Hermione se colocou à frente de um espelho e se admirou. "Você devia descer e mostrar o vestido para Harry."

Ela suspirou. "Acho que eu devia me desculpar com ele." Gina simplesmente assentiu enquanto sua amiga descia a escada.

Harry estava sentado em uma cadeira na sala comunal com sua cabeça abaixada. Ele estava miserável. Todo esse tempo que passou procurando catálogos de vestidos de mulher foi para nada. Ele pensou que tinha escolhido um vestido perfeito. "É a última vez que peço ajuda à Lavender," ele resmungou para si mesmo. Ele ouviu passos nas escadas das garotas, e olhou para cima, esperando ver Gina descendo para lhe contar que Hermione ainda não vai falar com ele. Elas estiveram lá em cima por um bom tempo, e ele estava aliviado que eles não tinham aula até Runas Antigas, que não começava por mais uma hora.

Em vez disso, ele encarou a criatura mais amável que já tinha visto. Ele se levantou e andou até Hermione, que estava descendo a escada. "Você parece bonita. Deve ter ajustado. Gina disse que podia." Ele respirou fundo. "Lamento. Cometi um erro, mas eu não estava tentando…"

"Também lamento," ela o cortou. "Eu exagerei. Sei que não me insultaria de propósito, e você estava tentando fazer algo gentil, e gosto do vestido."

"Fica bem em você."

"Obrigada," ela disse e então o beijou suavemente.

"Poderia vestir isso logo antes do jantar?" ele perguntou. "Eu... tenho alguns planos, e gostaria se você o usasse."

"Aonde vai me levar?" Hermione perguntou enquanto Harry a levava pela mão ao salão de entrada no terreno. Ele estava usando seu terno verde-escuro que comprou no verão passado. Havia sido levemente alargado para levar em conta seu crescimento desde que o comprou. Ele pensou em vendá-la, mas nunca faria isso enquanto Voldemort estivesse vivo. Era muito arriscado que ela fosse atacada enquanto vendada. Como resultado, ele simplesmente a fez segui-lo. Ele só disse a ela que ele queria levá-la a um passeio. Ele não estava olhando para o céu enquanto tocava a caixinha em seu bolso. "É quase hora do jantar, e estou com fome."

"Eu sei," disse Harry enquanto ele a levava. "Eu simplesmente queria andar pelo lago com você. Pensei que seria romântico."

A expressão dela se amaciou. "É romântico. Obrigada."

Ele respirou fundo enquanto continuavam a andar em volta ao lago de mãos dadas. "Sei que as coisas não têm sido do jeito que eu queria – do jeito que você merecia – mas eu queria que você soubesse que te amo e estou tentando tornar seu aniversário especial."

"Eu sei, Harry. Isso simplesmente parece um desses... o que é isso?" Ela apontou para uma pequena figura acima que estava de pé próximo a uma mesa com duas cadeiras. Havia uma vela acesa no meio da mesa. Antes que Harry pudesse responder, a figura entrou em foco. "Dobby," ela exclamou com felicidade. Ele estava usando um pequeno smoking preto. Hermione pôde ver e cheirar os pratos de vitela, batatas amassadas e feijões verdes na mesa, junto com as duas garrafas de cerveja amanteigada.

"Dobby está contente de ver Harry Potter e sua Hermy," ele disse excitado, "e está desejando à Srta. Hermy um feliz aniversário."

"Obrigada, Dobby," ela disse com alegria.

O elfo então se virou para Harry. "Dobby terminou de guardar a comida, então agora Dobby se vai. Se precisar de alguma coisa, apenas chame o Dobby. Dobby estará de volta com sobremesa em trinta minutos."

"Obrigado," disse Harry, e seu elfo desapareceu com um pequeno POP.

Harry pegou uma cadeira para Hermione e ela se sentou. Ela o agradeceu enquanto ele se sentava de frente para ela. "Espero que não se incomode," ele disse em tom de conversa. "Eu queria um jantar particular apenas para nós dois."

"É adorável," ela disse enquanto enfiava o garfo na vitela e começou a cortá-la. Ela deu uma mordida e fechou os olhos sensualmente. "Está deliciosa," ela declarou e seu namorado sorriu para ela.

BUM! Trovão se ergueu acima deles enquanto ficava mais escuro, e chuva começou a cair neles, os encharcando (incluindo o vestido novo da Hermione) e o jantar deles em uma questão de segundos. Harry começou a xingar veementemente enquanto se levantava. Ele tirou seus óculos de mentira para que pudesse ver propriamente. "Não importa o que eu faça! Nada dá certo! Me desculpe! Eu…"

Hermione o interrompeu com risada. Ele se perguntou se ela finalmente enlouqueceu. "Não vê," ela disse entre risadinhas, "quanto mais tentar, pior as coisas ficam."

Ele se viu começando a se juntar aos risos. "Eu queria que isso fosse tão especial," ele disse enquanto ria. "Eu queria..." Ele então levou a mão ao bolso, tirando uma pequena caixa preta que imediatamente ficou encharcada. Ela olhou para ela e ficou chocada. "Acho que somos um tanto jovens para um pedido verdadeiro," ele disse, ficando um pouco sério, "mas pensei em te dar um anel de promessa." Ele abriu a caixa, revelando uma pulseira prateada sem pedra nela. Tinha 'Harry & Hermione' cravado nela. Ele olhou nos olhos dela, mesmo enquanto água pingava das caras deles. "Quero te mostrar e a todo mundo mais que eu te amo, e que pretendo me casar com você quando for a hora certa. Por ora, peço que use este símbolo do meu amor até que eu o substitua por um anel de noivado." Ele tirou da caixa, ela silenciosamente segurou a mão esquerda, e ele a colocou no dedo dela, e magicamente ajustou o tamanho. Considerando o que aconteceu no almoço, ele estava contente de ter posto esse feitiço.

Com a chuva do jeito que estava, ele não podia dizer se sua amada chorava ou não enquanto ele colocava o anel no dedo dela, ou quando ela o beijou apaixonadamente enquanto ficavam na chuva.

Eles foram brevemente interrompidos por um pequeno POP próximo a eles. Eles se separaram imediatamente e Harry mirou sua mão para o intruso, prontos para combater quem quer que fosse.

"Dobby lamenta que Dobby não tenha colocado proteção contra chuva sobre a mesa," ele disse com tristeza. Mesmo na chuva, era óbvio que ele estava chorando. "Sua refeição está sendo arruinada e está sendo culpa de Dobby. Harry Potter devia punir Dobby."

Foi nesse momento que ambos olharam para os pratos cheios do que havia se tornado sopa e começaram a rir de novo. "Tudo bem, Dobby. Você não fez chover. Acha que poderia nos preparar mais dois pratos e levá-las para a Sala Precisa?" Harry disse. Ele encarou a Hermione, que assentiu com alegria. "Estaremos lá em alguns minutos."

"Sim, Harry Potter, senhor," ele respondeu antes de se afastar.

Harry segurou a mão da Hermione, e eles começaram a voltar para o castelo. Harry começou a cantar, "Beijando na chuva, só bei..."

"Calado," ela riu, antes de andar em volta para beijá-lo ainda mais.

Eles lentamente voltaram para o castelo, parando uns poucos minutos para beijar. Eles abriram a porta e entraram, pingando por todo o chão. Eles não deram cinco passos dentro antes de ouvirem a voz de Draco Malfoy do salão próximo. Eles o ouviram e a seus cães de guarda andando em sua direção.

"São Potter e sua sangue-ruim imunda! O que andaram fazendo, beijando na lama?"

O casal encarou um ao outro por um momento, e continuou a andar até a escada, completamente ignorando a fuinha.

"Não vai me ignorar, sangue-ruim!" ele gritou para as costas deles enquanto pegava sua varinha. Ambos o ouviram fazer isso e pegaram suas varinhas, se preparando para se defenderem. Harry estava usando sua armadura de dragão por baixo de seu terno, mas não achou que Hermione estava usando a dela sob o vestido.

"Expelliarmus!" veio a última voz que eles esperavam que os ajudasse. Eles se viraram para ver Severo Snape pegando a varinha do Malfoy. Harry ficou tenso ainda mais do que já estava ao ver aquele assassino.

Draco cercou o seu diretor de casa. "Por que faria isso, Snape?" Eu poderia..."

"Amaldiçoar estudantes pelas costas te deixará encrencado," ele disse enquanto lhe devolvendo a varinha. "Vocês três, de volta para o dormitório da Sonserina. Vou lidar com... o casal feliz." Ele silenciosamente lançou um patrono para o salão mais próximo enquanto Malfoy, Crabbe e Goyle obedeceram.

"Aquilo era uma corça?" perguntou Hermione, curiosa sobre o animal prateado que havia indubitavelmente ido buscar o diretor após apenas permitir-lhes uma breve visão.

"Silêncio!" ele chiou com raiva. "Pingando água sobre o castelo é contra as regras da escola. Mesmo que eu não tenha o feliz privilégio de puni-los eu mesmo, me certificarei de que..."

"Olá, Severo," disse Dumbledore de trás dele. "A que devo o prazer?" Harry observava os olhos do diretor olharem em volta e focarem neles. Ele podia jurar que seus olhos se focaram na mão esquerda da Hermione por um segundo mais do que necessário. "Entendo. O Sr. Potter e a Senhorita Granger foram aparentemente apanhados na chuva," ele disse calmamente.

"Eles estão sujando o castelo enquanto falamos." Era verdade que ainda estavam pingando com água e uma poça estava se formando por trás deles. "Eles podem ser seus favoritos, mas exijo que sejam disciplinados."

"Suponho que você esteja correto." Ele se virou para eles. "Dez pontos cada serão removidos da Grifinória, e vocês dois servirão uma detenção com a Professora McGonagall amanhã à noite." Ele então se virou para o diretor da Sonserina. "Isso te satisfaz, Severo, o u deveria pendurá-los pelos polegares?"

"Ótimo," Snape chiou, e então foi em direção ao calabouço.

Dumbledore se virou para o jovem casal e tirou sua varinha, secando Hermione, Harry e então a poça. "Vocês deviam ter se secado quando entraram no castelo," ele disse, em tom de conversa, com um brilho nos olhos. "Feliz aniversário, Srta. Granger."

"O-obrigada, Senhor."

"Eu gosto do novo anel no seu dedo. Incidentalmente, vocês dois parecem muito bem. Boa noite." Dumbledore foi até seu escritório, e o jovem casal foi para a Sala Precisa, aonde Dobby preparara suas novas refeições.

As próximas semanas se passaram com aulas, o clube de duelos do Sirius, Quadribol, treinamento pessoal, e o treinamento da AH. Tudo que McGonagall mandou Harry e Hermione fazerem na detenção foi magicamente limpar a sala de aula dela, o que demorou cerca de cinco minutos. Ela disse que ela não pensou que molhar o chão durante uma tempestade devesse ser uma infração quando um simples feitiço limpa tudo.

A Armada de Hogwarts estava indo bem, e Harry estava contente com o progresso que estavam fazendo. Ele estava impressionado com a Sala precisa sendo capaz de satisfazer todas as necessidades deles. O teto incrivelmente alto que ela desenvolveu para eles era a parte mais incrível para Harry. As pessoas que estavam com eles estavam todas a fim de aprender e praticar as partes deles na Armada de Hogwarts.

Quando o 'Berrador' relatou uma fuga em massa de Azkaban durante a primeira semana de Outubro, serviu para motivar ainda mais os membros da Armada de Hogwarts, assim como convencer os outros a se juntarem. Harry tinha sua pele de dragão remanescente transformada em tantas vestimentas quanto pôde, o que era vinte e oito, que ele distribuiu para as pessoas que ele pensava que estavam dando seu melhor no treinamento. Eles aceitaram as vestes com gratidão, jurando sempre usá-las.

No dia 30 de Outubro, Draco parecia particularmente satisfeito consigo mesmo durante a aula de Trato das Criaturas Mágicas, então Harry realizou Legilimência nele, e encontrou a informação que precisava. Usando moedas enfeitiçadas que sua brilhante namorada inventara para comunicação, ele chamou uma reunião da AH naquela noite. Ele começou dizendo as palavras, "O ataque será amanhã."

Observação de witowsmp: I've purposely not mentioned what Hogwarts' Army is training on so that there'll be surprises in the next chapter, which I plan to publish in a few days.

Tradução: Intencionalmente deixei de mencionar o que a Armada de Hogwarts está treinando para que haja surpresas no próximo capítulo, que planejo publicar em alguns dias.