Notas da Autora

No castelo real, a rainha...

Raditz e as kibajins ficam surpresas quando descobrem que...

Em um planeta, após anos, Bardock encontra...

Capítulo 52 - A raiva de Gine

No castelo real, a rainha havia dado a luz, sendo que havia tido uma complicação e estava morrendo. Nenhum dos médicos conseguiu salvar a vida dela e dentre as suas últimas palavras, ela se despediu do seu companheiro, que começava a sentir um imenso vazio dentro dele, para depois morrer, sem desejar conhecer a sua cria mais nova, pois, ele era pateticamente fraco. Quanto ao príncipe Vegeta, ele não teve nenhum interesse em ir ver a sua genitora, pois, não queria interromper o seu treino.

Foi descoberto o nível de poder da cria mais nova deles em uma consulta com o médico que cuidou da gestação do primogênito. Ele se silenciou, frente a ameaça do rei e nunca foi divulgada a gestação da rainha, que a levou em segredo, sendo que a sua Kaulek impedia qualquer um de vê-la e isso fez surgir boatos sobre uma provável doença na rainha.

Muitos acreditaram nisso, pois, justificaria o fato dela ter se ausentado da vida pública, ficando confinada em seu quarto. Uma equipe médica, sobre ameaça do monarca, havia ficado responsável por acompanha-la.

No parto, havia tido complicações e nada puderam fazer, enquanto a vida abandonava o corpo da rainha.

Ao ver o pequeno que chorava nos braços do médico, ele rosna e resiste a vontade de mata-lo, sendo que sentiu uma vontade intensa em fazer isso.

Só não fez, pois, foi a última cria dela.

Ao pensar melhor, chamou seu Kaulek e ordenou:

- Leve esse bebê. O faça se passar por seu filho ou de qualquer outro saiyajin. Coloque-o no programa de envio de bebês. Quero que entre no computador central e programe o destino dele ao planeta mais fraco, sendo que deve ser o mais afastado do universo conhecido. Não quero que nenhum saiyajin o encontre.

- Sim senhor. O senhor que dar um nome?

- A minha rainha havia dito que queria que o segundo filho dela se chamasse Tarble. Bem, realizarei o desejo dela, mesmo ela odiando a gestação dele por ele ser fraco. Eu também odiava essa gestação e odeio esse saiyajin. Não por mata-la e sim, por ser uma desonra e igual vergonha.

- Ele é mesmo muito fraco, meu rei.

- Leve esse lixo a central de bebês. Depois, programe o envio dele, através do computador central. O supervisor pouco se importa com o destino e não vai desconfiar do motivo de tal destino que será dado a ele.

- Sim, meu rei.

Nisso, ele pega Tarble e se retira dali.

O rei se vira para a equipe e fala, de forma ameaçadora:

- A arrumem, de modo que pareça que foi uma doença. Se ousarem comentar com alguém sobre o nascimento dessa cria bastarda, irei garantir a tortura até a morte de vocês. Entenderam?

- Sim, senhor.

Todos falam em usino, apavorados e começam a preparar o corpo da rainha, para deixa-la limpa, dando a impressão que ela morreu por causa de uma doença, encobrindo assim o parto.

Antes de sair, ele ordena a Kaulek de sua rainha, que agora seria dispensada de seu cargo:

- Certifique-se que esteja tudo limpo. A mesma ameaça que fiz para eles serve para você, entendeu?

- Sim, meu rei. – ela fala temerosa, enquanto se curvava levemente.

Então, ele sai, sendo que olha demoradamente para a sua falecida companheira, até que suspira, pesadamente.

Mais tarde, o rei se encontra em uma sala particular com o seu filho e conta sobre Tarble, assim como o destino dele, com o jovem príncipe ficando surpreso pelo fato de seu genitor não ter matado a sua cria mais nova, conforme seria o esperado.

Quanto a sua genitora, Vegeta não se importava com a morte dela, pois, mal a via. Ela era mais uma estranha do que qualquer coisa, assim como o seu genitor.

Portanto, não se importou com a morte dela e falou, quando seu pai disse que seria feita a cerimônia real de enterro:

- Não vou perder o meu precioso tempo de treino, por uma reles saiyajin, mesmo que ela seja a rainha, assim como não perderia o meu tempo valioso indo a sua cerimônia real de enterro, caso venha a falecer.

Nisso, sai da sala, seguido pelo seu kaulek.

O rei Vegeta sentia orgulho de sua cria, pois, ele ser um saiyajin frio, altivo e orgulhoso.

Porém, não compreendia porque no íntimo, desejava que ele fosse diferente.

Ao notar o rumo indesejado de seus pensamentos, ele sacode a cabeça para os lados e espana tais pensamentos que eram descabidos a seu ver, pois, somente deveria sentir orgulho da reação de sua cria, sendo que também se sentia triste pela perda de sua rainha, apesar de nada demonstrar em seu semblante.

O que ele não sabia, é que o seu Kaulek, por um motivo que o mesmo não sabia, havia simpatizado com o pequeno e, portanto, sem ninguém saber ou perceber, ele mudou o programa da nave, graças ao seu status.

Ele acabou tendo que interromper a lavagem cerebral que faziam nos bebês, para colocar a explicação do que ele era e o seu nome, assim como, quem eram os seus pais e seu irmão mais velho, além de explicar sobre o planeta natal dele, ocultando o que eles faziam, caso a raça desse planeta encontrasse a sua nave.

Afinal, não queria prejudicar a chance do filhote no novo planeta que iria viver.

Então, após modificar a nave, sendo que o alertou também para nunca voltar para Bejiita, pois, senão seria morto, ele se afasta, enquanto que a mesma era enviada ao espaço, enquanto ele murmurava:

- Boa sorte, Tarble.

Distante dali, alguns dias depois, Bardock partiu com o seu esquadrão, sendo que a missão de purgar dois planetas iria demorar dez meses, sendo a viagem mais longa que ele já fez com o seu esquadrão.

Gine ficou triste pelo tempo que ficaria longe dele e na despedida, ele prometeu que iria repor o tempo perdido, fazendo-a corar intensamente.

Naquele instante, era de noite e ela havia acabado de sair de casa, após voltar do seu trabalho na Central de carnes e como sempre, as suas filhas fingiam serem escravas, enquanto que Raditz acompanhava a genitora, sendo que agora tinha respeito pela sua mãe, pois, ela mostrou o quanto era poderosa.

Ao mesmo tempo em que respeitava a sua genitora, Raditz não conseguia aceitar muito bem o fato que ela mantinha o seu emprego atual, apesar de possuir um nível muito acima de um saiyajin de segunda classe, assim como o seu genitor, que comentou que ela tinha quase que o mesmo nível dele e que a diferença era muito pouca.

Em contrapartida, ele aceitou o fato que as kibajins eram mais poderosas do que ele, enquanto que ficava chateado, quando elas tinham que mudar a sua postura, fingindo serem escravas submissas em público.

Enquanto isso, pensava nos treinos que a sua genitora passava, sendo que, às vezes, passava pelo campo de treinamento e se infiltrava nele, apenas para matar algumas criaturas, saindo em seguida dali. Confessava que era mais interessante que os treinos de sua mãe.

Os seus pais falaram que não iriam se opor a ideia dele frequentar uma Academia para Segunda classe, se ele quisesse, sendo que ainda se surpreendia com o fato que os pais dele davam amplo direito a ele de escolher o que queria, em vez de impor.

Então, em um determinado momento, Tsuki acaba esbarrando em um saiyajin, que estava em grupo e ele se vira para ela e fala:

- Olhe onde você anda seu animal!

- Sim, senhor. Me perdoe, por favor. – ela fala submissa e torna a andar.

- Eu não terminei de falar com você, vermezinha!

Ele ia soca-la, quando Gine detém o soco dele com a sua mão, começando a rosnar, enquanto exibia em sua face, a mais pura raiva.

O saiyajin recua e rapidamente acessa o seu scouter, assim como os outros, sendo que ela deixava o seu poder no nível de uma Terceira classe, ocultando assim o seu verdadeiro poder, enquanto que começou a formar em torno deles uma espécie de roda com vários saiyajins e alguns alienígenas que estavam curiosos e que haviam parado de andar, apenas para olhar o que ocorria entre uma fêmea e um grupo de machos.

- Uma saiyajin patética! Vejam, é uma terceira classe!

Nisso, os outros riem e se juntam a ele.

- O seu animal se chocou em mim.

- Você não tem o direito de tocá-la. – ela fala com raiva na voz, sentindo muita vontade de trucidar aqueles saiyajins – Além disso, ela pediu desculpas.

- Saiba que sou um saiyajin de Primeira classe, bastarda! Você é apenas uma mísera saiyajin de Terceira classe.

- O que tem na cabeça, saiyajin patética? Como uma saiyajin de classe tão baixa como você, ousa enfrentar nós, que somos Primeira classe? – outro fala, indignado por tal afronta.

- Ela não está sozinha!

Nisso, eles vem um filhote de saiyajin ficando entre eles e a genitora, sendo que detectam o poder dele pelo scouter e o que parecia o líder comenta:

- Pode ter um nível maior que essa saiyajin, que deve ser a sua genitora, mas, não passa de um mero filhote, mesmo sendo Segunda classe. Não pode fazer nada contra adultos como nós.

- Seus...!

Ele ia avançar, quando Gine apoia a mão no ombro do seu filho sem olha-lo, enquanto falava:

- Fique com elas. Sua mãe precisa retirar o lixo da rua.

- Mas...

Ele ia falar quando se cala, pois, nunca viu a sua genitora com um semblante repleto em ódio, como ela estava agora, pois, era o oposto do que normalmente exibia, sendo que rosnava audivelmente como uma fera ensandecida, pois, não permitia que mexessem com as suas crias.

Sentindo os pelos de sua cauda arrepiados, ele se afasta, puxando as kibajns para longe, enquanto que elas estavam preocupadas com Gine, sendo que Tsuki se culpava por não ter prestado mais atenção por onde andava.

Cinco saiyajins cercam Gine, sendo que dois deles eram de Segunda classe e o que parecia o líder, fala:

- Apesar de ser uma fêmea, não teremos piedade com você.

- Apesar de vocês serem patéticos, eu não terei pena de vocês e saibam que irão pagar caro pela afronta.

- Vamos quebrar os seus ossos, para ensinar uma lição a você, sua Terceira classe. Vocês saiyajin de classe baixa, devem se curvar a nós, pois, somos saiyajins superiores.

Então, eles avançam contra Gine, que primeiro destrói os scouter deles, ao soca-los no lado do aparelho, enquanto que usava os pés em outros e inclusive, usou a cauda para dar uma caudada certeira no líder.

Nisso, ela começa a distribuir socos e chutes, alterando com caudadas, em todos eles, que não conseguiam acerta-la, pois, ela desviava e contra-atacava, sendo que estavam atônitos, pois, não parecia uma Terceira classe, ao exibir tamanho poder e força, assim como velocidade, embora o scouter deles detectasse o mesmo nível de antes, pois, Gine controlava com exatidão o seu ki e elevava tão rapidamente, que os scouters não detectavam esse aumento súbito.

Um deles ia acertar um gancho de direita nela, que se agacha, para depois soca-lo no abdômen. Outro se preparava para dar um chute lateral nela, sendo que ela se vira, se levantando, bloqueando com o antebraço, para depois dar um soco violento no rosto deste saiyajin, quebrando o seu nariz.

Outros dois, um de cada lado, tentam dar um chute lateral nela que se agacha, acabando por fazer ambos acertarem um ao outro e quando o líder erguia o punho contra ela, Gine sorri de lado e desvia, girando o corpo, para depois rodar a perna, acertando um forte chute horizontal na coluna deste saiyajin, fazendo-o cair no chão.

Em alguns minutos, todos estão no chão, sendo que Raditz e as kibajins estão fascinadas com a luta.

Gine está parada e espera eles se levantarem, enquanto falava:

- Vocês não iam me ensinar uma lição, idiotas?

Eles rosnam e se colocam de pé, bufando de ira, enquanto que a cauda deles se contorcia de raiva na cintura. O que era o líder avança contra ela que desvia, enquanto que segurava o braço dele e a outra mão o antebraço, a quebrando, ao girar, sendo que segura no ombro do líder, que gania de dor, enquanto dava chutes horizontais em dois saiyajins, ao mesmo tempo, quebrando o nariz de ambos.

O líder tenta golpeá-la, sendo que ela salta para o alto, para depois chutar lateralmente o rosto deste saiyajin, enviando-o para o chão e quando outro a agarra pelas costas, ela chuta a perna dele, quebrando-a, fazendo gritar de dor, enquanto a soltava.

O que ela havia quebrado o nariz anteriormente, avança nela com o punho erguido, sendo que ela devia, ainda de costas e dá uma forte cotovelada na traqueia dele, fazendo-o arfar, para depois ela girar sobre o seu eixo, acertando um forte chute horizontal no abdômen dele, fazendo-o se ajoelhar, para depois chutá-lo verticalmente na direção de coluna dele, a quebrando, para depois erguê-lo pelo colarinho da armadura, sendo que o joga para o alto, que está sem relação, para depois chutá-lo horizontalmente, quebrando um braço dele, para depois jogá-lo para o alto, quebrando o seu outro braço com um chute, sendo que depois acerta um soco fortíssimo no tórax deste saiyajin, quebrando várias costelas, sendo que depois, o golpeia fortemente no abdômen, aprofundando seu soco, enquanto liberava o seu ki em ondas, provocando um grande dano interno.

Os outros que se levantaram fracamente e viram a cena, ficaram apavorados e tentaram se afastar, sendo que ela faz a mesma coisa com eles, quebrando a perna deles e nocauteando os outros para não fugirem, enquanto repetia o que fez com o saiyajin nos outros.

A multidão que havia se aglomerado em torno deles, assistiam estarrecidos, uma fêmea surrando cinco machos, sendo que depois, muitos assobiavam e outros perguntavam se ela não queria ser a companheira deles.

Ao terminar com eles, os deixa jogados na rua, sendo que fala que já havia se unido a um saiyajin, mostrando a marca do vínculo, deixando muitos saiyajins desanimados, enquanto que as outras fêmeas suspiravam aliviadas, sendo que eles não entendiam como uma saiyajin de Terceira classe conseguiu espancar saiyajins de Primeira classe, sendo que no murmúrio que se segue, muito falaram que eles deviam estar embriagados, assim como não elevaram seus poderes, sendo uma hipótese bem plausível ao ver deles, que justificaria tal surra.

Um dos soldados responsáveis pela administração daquela região, intercepta Gine que fala:

- Ele pretendia bater em uma das minhas escravas, sendo que ela já havia pedido perdão por encostar, nele. Claro que não permiti. Eles não gostaram e me cercaram para atacar-me, sendo que somente estava exercendo o meu direito como proprietária. Eles não podiam tocar em nenhuma das minhas escravas.

O saiyajin olha para as kibajins, que fingiam submissão e estavam cabisbaixas, sendo que os outros saiyajins corroboraram a versão dela, falando que de fato, um deles queria bater na escrava dela e ela não permitiu, sendo que ele a ofendeu, enquanto que a cercou, para bater nela, juntamente com os outros.

Frente a tais provas, ordena que levem os saiyajins para as máquinas médicas mais perto dali, enquanto dava o caso por encerrado, sendo que pretendia contar a todos, que vários machos foram derrotados por uma fêmea, sabendo que eles seriam motivo de piada, pois era vergonhoso perder para uma classe mais baixa, sendo que eles conseguiram uma derrota ainda mais humilhante, ao perderem para uma fêmea.

Já, Gine, tinha a certeza absoluta que eles ficariam vários meses em uma máquina médica e por terem sido humilhados em público ao perderem para uma Terceira classe, sendo que era mulher, piorando ainda mais a situação deles, eles iriam tentar pegar alguma missão, para ficarem vários anos longe do planeta, para que os demais esquecessem a humilhação que eles sofreram.

Raditz sentiu orgulho de sua mãe, enquanto que as kibajins processavam o que ela fez, ficando surpresas, pois, nunca imaginaram que ela faria algo assim.

- Vamos?

Nisso, ele a segue, sentindo ainda mais orgulho dela, enquanto que havia ficado maravilhado pela luta dela, que conseguiu derrotar múltiplos oponentes, ao mesmo tempo em que fez questão de quebrar todos os ossos deles, compreendendo o motivo do pai dele falar que a sua mãe podia enfrenta-lo.

Afinal, ela não derrotou saiyajins de classe baixa. Eram três de primeira classe e dois de segunda classe.

Raditz decidiu que se dedicaria aos treinos da genitora com afinco, para poder ser um guerreiro ainda mais poderoso.

Seis anos depois, há milhares de anos luz dali, Bardock estava em mais uma missão de extermínio de um planeta.

Primeiramente, todos haviam assumido a forma oozaru e após dizimarem a defesa do planeta, desfizeram a lua artificial e passaram a destruir os sobreviventes, sendo que ele se focava em matar mulheres e crianças para não serem transformadas em escravas, sabendo que nenhum dos membros de seu esquadrão iria achar ruim, pois, ele era o líder, enquanto ignorava o fato deles estuprarem mulheres.

A raça que eles estavam terminando de subjugar não seria feita escrava. Mas, ele se focava em mulheres e crianças, para que as mulheres não fossem estupradas pelos membros do seu esquadrão e para que eles não se divertissem ao torturar as crianças.

Não podia falar nada em relação aos estupros e a brincadeira doentia deles com as crianças, pois, poderiam estranhar a sua piedade e já bastava o fato que matava mulheres e crianças, sem falar o motivo.

Eles não desconfiavam da verdade, pois, ele matava vários homens em brincadeiras doentias, equiparando-se a eles, que achavam que o fato dele matar mulheres e crianças era uma espécie de capricho, uma vez que ele já tinha companheira. Claro que achavam algo ruim, mas, eles compreendiam que podia ser considerado um hobby estranho, sendo que alguns saiyajins acabavam se focando em alguns grupos para se "divertirem".

Eles já estavam terminando de destruir o planeta, quando Bardock, que estava mais afastado dos outros, nota uma movimentação dentre as rochas.

Em vez de lançar uma rajada, ele voa até o local e vê um alienígena, sendo que ele não pertencia a raça que estavam destruindo.

Esse ser olha para o saiyajin, curiosamente, para depois sorrir:

- Então, é Bardock? – ele pergunta em tom de confirmação.

O saiyajn fica estarrecido pelo alienígena saber o seu nome. Por causa disso, cancela a esfera de ki que havia formado em sua mão e pergunta:

- Como sabe o meu nome?

- Sei que se chama Bardock e contraiu união com Gine, sendo que tem dois filhos. Um se chama Raditz e o outro Kakarotto. Vocês são saiyajins. Há também duas kibajins, que você e Gine adotaram como filhas, embora que para os demais saiyajins e para os demais soldados do maldito Freeza, elas não passam de meras escravas. O nome delas é Tsuki e Yuhe.

Ele estava estarrecido, enquanto que o homem sorria, sendo que se levanta, falando:

- Escapei da prisão graças a você. Claro que eu odeio a sua raça. Vocês são monstros, assim como Freeza. Porém, meu ódio é maior pelo maldito arcosiano, ao mesmo tempo em que sei que é diferente de sua raça e sei também o verdadeiro motivo de matar mulheres e crianças. Devo agradecê-lo por isso, pois, os mata de forma rápida, para que não sofram no futuro ou na mão dos seus subalternos.

- Quem é você?

- Me chamo Kanassi (alusão ao planeta Kanassa) e o meu planeta natal é Hayart. A minha raça, hayart-jin foi exterminada pelo bastardo Freeza, através da Ginyuu Tokusentai. Os sobreviventes foram transformados em escravos. Eu saí do planeta horas antes da invasão. Porém, minha nave teve problemas técnicos ao entrar em um cinturão de asteroides e acabei caindo nesse planeta onde me prenderam. Há anos eu espero você... Ou melhor, seria dizer, quase duas décadas, desde que tomei ciência de sua existência?

- Como assim? – ele pergunta, aturdido.