Notas da Autora

Lian e Kuririn partem rumo a última esfera e se surpreendem ao descobrir que a mesma se encontra...

Após reuni-las, eles irão ver pela primeira vez, o lendário dragão que concede desejo a aqueles que reúnem todas as esferas...

Yo!

No capítulo anterior, vocês devem ter estranho uma cidade imensa, ou melhor, as ruínas de uma, ao lado do castelo de Pilaf.

Sem Goku e os outros, mesmo com um radar ruim, ele conseguiu reunir as esferas e se tornou o rei do planeta. No primeiro capítulo, mostro que ele era o rei e que o castelo, assim como a cidade, foi destruída pelos saiyajins e o mesmo, assassinado, após ser rei

E sim, Pilaf comprou a Dragon ball do Kame-sennin, que conseguiu uma pequena fortuna. Claro, Pilaf tentou tomar a força, e quando viu que não conseguiria, propôs a compra da esfera.

Quanto a Dragon Ball que estava com Bulma, quando ela encontrou a terceira esfera, após conseguir criar uma máquina para paralisar o monstro que assombrava a vila e de quebra, o mesmo ser revelado que era um porco com capacidade de transformação, ela conseguiu encontrar as meninas e eles entregaram a esfera.

Porém, foi obrigada a dar para Pilaf as suas Dragon Balls, pois, o mesmo a ameaçou com uma arma.

Pilaf conseguiu a esfera no castelo do pai de Chichi, quando a mesma consegue encontrar Kame-sennin, graças à ajuda de Pilaf, pois, ele acabou encontrando-a e ela pediu ajuda, explicando a situação e Pilaf já sabia que a esfera estava no castelo do pai dela e por isso, a ajuda.

Portanto, o rei Gyumao entregou a esfera a Pilaf, como agradecimento.

O destino da Red Ribbon não foi diferente e citei isso no primeiro capítulo. Embora, tenham conseguido resistir por algumas horas.

O comandante Red ia começar a juntar as esferas, quando a Terra foi invadida.

Foram os dois únicos lugares de Dragon Ball que apareceram. Nesse capítulo, irei mostrar outro.

Além disso, foi proposital o fato de que a última esfera estava a oeste deles, indicando o final da busca, pois, Dragon ball, foi inspirada na lenda de Sayuri, do conto, A viagem para o Oeste.

Também quero aproveitar para pedir desculpas pela demora.

Teve dias que fez um calor intenso e o meu computador fica em um quartinho pequeno, de laje. Aí, já viram né?

A propriedade do concreto é absorver o calor e depois lança-lo para o interior e nesse aspecto, todas as paredes, além do teto, transmitem calor. Ou seja, fica quente demais e muitos dias têm sido assim. Portanto, não conseguia sentar e digitar.

No frio, é a mesma coisa. Fica uma "geladeira".

Como só posso digitar a noite, pois, trabalho o dia inteiro, se o quartinho do computador está insuportável, mesmo com o ventilador, eu não o utilizo e isso ocasionou o atraso nas minhas fanfictions.

Alguns dias estavam quentes, mas nem tanto e por causa disso, conseguia lidar com o ventilador. Portanto, aproveitei para digitar os capítulos, assim como usei as manhãs de domingo.

Vou tentar cumprir o prazo. Mas, esse calor não ajuda ¬¬

Tenham uma boa leitura.

Sem mais delongas, tenham uma boa leitura XDDDDD

Capítulo 52 - Em busca das Dragon Balls na Terra - Final

Após mais algumas horas de voo, ambos pairam sobre o mar e Lian questiona:

- É aqui mesmo, Kuri-chan?

- Sim, Li-chan.

- Pelo visto está nas profundezas... Vou ligar o sistema de varredura de profundidade do meu scouter. – a meia saiyajin falava, enquanto apertava alguns botões do mesmo.

- Varredura de profundidade? – o chikyuujin pergunta, arqueando o cenho.

- Uma tecnologia portátil recém-adaptada para o scouter. Ele permite varrer o subsolo de um local, inclusive, nas profundezas do mar, através de um sistema de scanner com feixes invisíveis a olho nu.

- Para que isso?

- Bem, se é uma invenção para os scouters, o propósito de sua criação é...

- Localizar qualquer ser que se esconda, enquanto os saiyajins realizam o ataque em algum planeta. – ele completa, após suspirar tristemente.

- Também fiquei triste com essa invenção, pois, reduziu e muito as chances de alguém escapar da carnificina que eles praticam, assim como para tentar escapar da escravidão.

- Se dependesse de mim, todos os saiyajins deixariam de existir, com exceção de alguns. Seria um favor para o universo. – ele fala cerrando os punhos, ao se recordar dos anos de humilhação e sofrimento da escravidão, pois foram anos infernais.

- Concordo com você. E se surgisse algum inimigo com essa capacidade, "assistiria de camarote", esse ser exterminando os saiyajins, com exceção de alguns, claro. Em relação a eles, eu lutaria com todas as minhas forças, junto deles.

- Pena que isso nunca vai acontecer... Os saiyajins irão continuar com seu reinado de terror e de perversidade pelo universo afora e somente resta aos demais alienígenas orarem, para que seu planeta não esteja na lista da morte dos saiyajins.

- Verdade...

Ela murmura tristemente e nisso, ambos ficam em silêncio, enquanto que a varredura do scouter dela continuava, fornecendo dados das profundezas.

- Kuri-chan! Achei algo.

- Como assim?

- Parece que tem uma espécie de caverna no meio do leito profundo desse oceano e o que é estranho, é o fato dele conter partes de consistência diferente das demais rochas submersas no entorno.

- Nossa! Os saiyajins sabem ler os dados desse aparelho? Assim... Em relação a você, era o esperado, pois, é inteligentíssima. Mas, sempre pensei que muitos dos saiyajins eram brutamontes sem qualquer cérebro.

Lian gargalha gostosamente e depois fala, sorrindo para seu noivo:

- A maioria. Alguns são um pouco mais espertos, mas, a maioria esmagadora tem um QI baixo. Os que possuem um pouco mais de inteligência são os de segunda classe para cima, sendo que os de Elite são um pouco mais inteligentes que os demais. Mas, mesmo assim, não conseguiriam analisar esses dados. Quando pedi a tecnologia para o meu scouter, solicitei que viesse com mais dados sobre o escaneamento. Os dos demais, apenas informam se há algum ser vivo ou não, escondido em alguma caverna subterrânea.

- Caverna subterrânea?

- Sim. Mas, parece que possuí algumas partes feitas pelos humanos... Kuri-chan? – ela o questiona, ao olhar para o seu amado, que se encontrava pensativo.

Após alguns minutos, Kuririn bate com a mão fechada em sua outra mão espalmada, enquanto exibe um sorriso imenso, ao se lembrar de algo.

- Acho que sei que lugar é esse que você está falando. – nisso, olha para um grupo de ilhas ao longe – Sei onde estamos. Uma vez, Kame-sennin me mostrou um local, que segundo ele, havia o boato da existência de uma espécie de porto subterrâneo usado por piratas no passado. Senão me engano, a localização era mais ou menos essa.

- Bem, isso explica porque nessa caverna há partes que não condizem com rochas.

Lian fala pensativa, com o dedo no queixo, enquanto olhava para o ponto que o scouter detectara a caverna e que se encontrava abaixo deles, há dezenas de quilômetros de profundidade.

- Confesso que sempre quis fazer uma caçada ao tesouro, desde que era uma criança ao ler sobre os piratas e seus tesouros escondidos. – ele comenta sem graça.

- Então, faremos isso! A Dragon Ball é o nosso tesouro e vamos invadir um antigo porto pirata, submerso no mar! – ela exclama animada, contagiando o seu amado, cuja empolgação diminuiu, fazendo a sua amada arquear o cenho.

- Só há um porém, Li-chan.

- Qual, Kuri-chan? – ela arqueia o cenho.

- Sei que você consegue mergulhar rapidamente e possuí uma resistência absurda, ainda mais na forma super saiyajin 4, mas, eu não resistiria a um mergulho nas profundezas tão repentinamente.

- Não se preocupe. Quando partimos nessa jornada em busca das Dragon Balls, me preveni de alguns empecilhos que pudessem surgir, ainda mais pelo fato de seu planeta ser coberto, a maior parte por água. – ela sorri marotamente e tira do bolso uma cápsula, que ao ser apertado, revela ser um compartimento com algumas capsulas.

- Então... – Kuririn recupera a sua animação, ao ver o estojo de cápsulas.

- Sim. Trouxe uma capsula submarino comigo, caso precisássemos procurar uma Dragon ball nas profundezas do oceano.

Então, ela retira a cápsula e se aproxima da água, para depois apertar e lança-la, que explode em uma fumaça, revelando um submarino de tamanho considerável e igualmente bonito.

- Esse submarino é lindo.

- Achei que seria legal viajamos com estilo. – ela fala com um imenso sorriso.

Nisso, ambos se aproximam e ela apoia sua digital em um pequeno quadrado perto da porta, que em seguida abre, sobre o espanto do terráqueo.

- É por digital?

- Também é por voz. E o aparelho sabe se quem apoiou o dedo está vivo ou não. Conforme estamos falando, ele está analisando a minha voz. Sem essa confirmação, não irá ligar os sistemas e se alguém tentar abrir a porta para mexer nele e força-lo a aceitar, terá uma desagradável surpresa. – ela sorri de canto.

- Checagem de voz concluída e de digital. Bem vinda a bordo, embaixadora Lian-sama.

- Como assim, "surpresa"? – ele arqueia o cenho para ela, após olhar em volta, admirando o luxo interno do submarino.

- Digamos que custará a sua vida.

Kuririn sente o sangue gelar ao imaginar o que o computador era capaz de fazer para evitar o seu roubo e inclusive, pelo visto, era capaz de medidas extremas.

- Bem, vamos até esse porto submerso.

Ela fala, enquanto sentava em uma das cadeiras confortáveis e luxuosas, seguida de Kuririn, que senta ao seu lado, ainda maravilhado com o requinte e luxo e ao perceber o olhar de seu amado, a meia saiyajin fica feliz, pois, estava proporcionando a ele uma vida de luxo.

Então, uma espécie de painel de comando se propaga no ar em 3D e a mesma passa a guiar a nave que submerge rumo ao porto submerso.

Lian adorou os seres marinhos que apareciam e fica fascinada por algumas espécies, consideradas exóticas e igualmente lindas. Seu amado também estava igual a ela, olhando maravilhado para as espécies que surgiam fora do vidro.

Então, após contornarem a parte de cima da espécie de caverna com o sonar do submarino ligado, Lian identifica uma possível entrada.

Ao encontrar, adentra com o submarino, com eles percorrendo um corredor de pedras, para em seguida notarem que havia uma espécie de saída logo acima deles e nesse momento, a meia saiyajin faz o submarino emergir e ao saírem, percebem que se encontravam em uma espécie de câmara, inclusive com oxigênio e se surpreendem.

- Quem diria que poderíamos respirar tranquilamente, mesmo antes de adentrarmos por completo no porto? – o terráqueo comenta, enquanto observava as entrada cavada na rocha.

- Verdade... Deve ter alguma conecção com a superfície ou algo próximo disso.

Lian comenta, enquanto eles caminhavam rumo a um túnel escavado nas pedras, após transformar o submarino em cápsula e guardar novamente no estojo.

Então, após caminharem alguns minutos, se deparam com um túnel metálico e com furos. Algo que Lian estranha de imediato.

- É estranho ter esses furos na parede.

- Não deve ser nada. Vai ver, era o gosto estético dos piratas. – o chikyuujin avança e Lian tem um estalo, repentino, passando a suspeitar do motivo da existência dos furos.

- Kuri-chan, não!

Rapidamente, ela o envolve com a sua cauda e o puxa, evitando assim que uma lança o perfurasse, enquanto o mesmo olhava assustado para a espécie de lança metálica que parecia ter surgido do nada, até que o mesmo percebe que havia saído de um dos buracos.

- É uma armadilha. Os piratas queriam esconder seus tesouros a todo custo. E acredito que eles tinham algum meio de evitar esse corredor da morte. – Lian começa a investigar o entorno da entrada do túnel metálico.

- Provavelmente... Também acredito que eles não atravessavam isso. – e se junta a sua amada, começando a procurar algum dispositivo no entorno, que indicasse uma passagem ou algo assim.

- Acho que achei, Kuri-chan! – Lian comemora e nisso, cautelosamente, aperta o botão e ambos veem uma passagem surgindo ao lado deles – Vamos.

Nisso, ele a segue, enquanto atravessam o atalho e após andarem por alguns minutos ficam surpresos ao verem uma espécie de porto e um edifício, a direita deles.

Inclusive, havia alguns barcos abandonados, além de uma imensa embarcação atracada no porto por cordas grossas e igualmente antigas.

- Está explicado porque eles conseguiam sumir. – Kuririn comenta – Ninguém desconfiou, na época, que houvesse um porto subterrâneo secreto. Tal hipótese e igualmente boato, surgiu há anos atrás, um pouco antes dos saiyajins invadirem a Terra.

Então, Lian estanca o passo e faz o mesmo com Kuririn, que percebe a tensão nela.

- Eu ouvi alguma coisa. Parece ser oriundo do som de algum metal se mexendo. Algo que não deveria acontecer, em um local abandonado há tanto tempo.

Frente a isso, ele passa a apurar seus sentidos, assim como, começa a procurar por aquilo que chamou a atenção de sua amada.

- Eu também ouvi esse som metálico.

Após alguns minutos, Lian consegue identificar a origem, graças a sua audição apurada:

- Vêm daquele edifício. – aponta para o edifício e Kuririn acena positivamente com a cabeça.

Então, ela olha para cima e ele segue o seu olhar, para depois, ambos verem um robô pular do alto, como senão fosse nada e percebem que o mesmo exibia espécies de metralhadoras em suas mãos.

- Para trás, Kuri-chan! Deve ser uma espécie de guardião automatizado, ou algo assim. Não sei se é mesmo daqui ou se é de algum alienígena, que veio parar por acidente nesse local.

A meia saiyajin pediu para ele se afastar, pois não sabia o poder do armamento desse robô e se o mesmo era alienígena ou não, pois, se fosse da Terra, seu amado conseguiria desviar e bloquear. Mas, se fosse do espaço, seria extremamente difícil para um chikyuujin.

Nisso, o robô atira enquanto a jovem avança e as balas ricocheteiam na pele de Lian que não sente nada, enquanto protegia o scouter em sua face com a sua mão e seu noivo, com o seu corpo, já que era uma super saiyajin 4.

- Seu desgraçado irritante!

Então, consegue alcança-lo e com um soco potente, despedaça o robô, ainda mais ao liberar o ki em seu punho, explodindo o mesmo em vários pedaços.

- Isso é o que chamo de resolver rapidamente a ameaça... – Kuririn comenta, enquanto observava os restos do robô.

- Estou ansiosa demais para conhecer a minha mãe. Logo, não tenho tempo para tentar ser mais "delicada". – ela fala delicada entre aspas e nisso, Kuririn ri.

- Com certeza! – ele exclama sorridente e nisso, eles avançam, passando pelo prédio, pois se baseavam no sinal do radar.

Após alguns metros, se deparam como uma espécie de labirinto. Frente a isso, Lian decide abrir buracos, cuidadosamente, na parede em linha reta, através de potentes socos, seguindo a direção da Dragon Ball, sobre olhar surpreso de Kuririn, que pensa consigo mesmo:

"Ela quer muito ver a mãe... Também, não a condeno. Era só um bebê quando a mesma foi assassinada por saiyajins perversos e cruéis. Acho que no lugar dela, também ficaria ansioso para conhecer alguém querido, cujo tempo foi roubado por monstros com caudas."

Então, eles vêm no final do labirinto uma espécie de entrada de água, indicando que teriam que mergulhar.

Kuririn estranha ao vê-la mergulhar na água e pergunta curioso:

- Não vai abrir um buraco nessa parede até a Dragon ball?

- Sim. Seria mais prático... Porém, não sei se posso abrir um buraco nessa parede, porque, posso acabar acertando a parede desse porto que o protege da água e aí, haveria uma inundação. Não quero arriscar. Ainda mais se a última Dragon ball está aqui perto.

Nisso, ele a segue a após passarem por um pequeno túnel, avistam uma espécie de claridade e ao subirem em direção à superfície luminosa, ambos ficam surpresos ao verem uma espécie de câmara imensa, sendo que o radar indicava que a Dragon ball estava nesse local e passam a refinar o campo de busca do radar que Kuririn segurava.

Nisso, ela concentra o seu ki no corpo e o utiliza para seca-lo, sendo tal técnica executado pelo chikyuujin, pois, Kakarotto o havia ensinado.

Então, caminham alguns metros, até que encontram mais uma espécie de poço, com ambos percebendo que o sinal indicava que a esfera estava lá.

Kuririn fica tentado a abrir alguns baús em frente a uma imensa estátua, mas, ela fala, ao notar o olhar cobiçoso dele:

- Podemos ate tentar, depois. Porém, provavelmente tem armadilhas e acredito que os piratas não deixariam alguém ficar com o tesouro tão facilmente. Provavelmente, ao pegar o tesouro, o mesmo acionará algum mecanismo oculto, que irá assegurar que o ladrão não saia dessa caverna. Bem, é uma opinião, baseada no fato de que eles se esmeraram demais em proteger o tesouro, para permitir que o mesmo fosse levado. Inclusive, muitos ficaram aqui e viraram esqueletos, apenas por não quererem se separar do mesmo.

Kuririn fica pensativo, mas concorda. Vindo dos piratas, não duvidava nada. Inclusive, conforme se recordava de alguns filmes que vira na juventude, assim que alguém do filme tocava no tesouro, o mesmo provocava o desabamento da caverna ou ativava alguma armadilha fatal e ao analisar o que ela falou e a dedicação dos piratas para o tesouro oriundo dos saques, acreditava que esses filmes possuíam um "fundo de verdade".

- Você tem razão.

Nisso, ela mergulha, antes que ele se oferecesse e então vê a Dragon ball presa na mandíbula de uma caveira e fica feliz, enquanto retirava a esfera, observando que em volta havia tesouros e nisso, vê dois diamantes imensos e sorri, pois, se recorda de Kuririn e na face desanimada dele, ao concordar em não mexer nos baús.

Quando ela sai do lago com a Dragon ball em uma mão e a outra mão para trás, ele não entende, até que ela estende essa mão e revela os diamantes, fazendo o chikyuujin ficar atônito, sendo que fica ainda embasbacado, quando entrega os entrega.

- Espero que fique feliz. Achamos mais de um tesouro.

- Obrigado. – nisso, ele guarda os diamantes da roupa.

- Já temos as esferas. Vamos a algum lugar tranquilo para invocarmos Shenron.

- Claro.

Então, ambos refazem o percurso que usaram para entrar e ao chegarem à entrada da caverna, transforma a cápsula novamente em submarino e nisso, eles emergem até a superfície, para depois transforma-lo em cápsula, para em seguida partirem dali.

Após algumas horas, Lian identifica o local ideal, que era uma espécie de platô, sem nenhum outro ki por perto, que tornava aquela campina ideal e então, eles juntam as esferas e a meia saiyajin decide que Kuririn devia invocar.

Afinal, é um terráqueo e as esferas são terráqueas.

- O invoque, Kuri-chan.

- Sério? – ele fica feliz.

- Sim. As Dragon Balls são da Terra. Você é da Terra. Logo, é o mais lógico e certo.

- Tudo bem.

Ele fala e nisso, fica em frente às esferas e inspira profundamente, antes de exclamar as palavras:

- Shenron! Apareça e realize o nosso desejo!

Nisso, eles observam que o céu escurece e nuvens de tempestade surgem revibrando pelo céu, enquanto as esferas brilhavam, passando a pulsarem em um único ritmo, até que surgem feixes de cada uma delas que se unem no ar, fazendo surgir um corpo que resplandecia em um tom dourado intenso, tomando a forma de um dragão imenso.

No Tengoku, Kami-sama percebe que invocaram o dragão e comenta com um Mister Popo preocupado:

- Invocaram Shenron...

- Mas, por quê? Como conseguiram? – Mister Popo pergunta.

- Há lendas sobre elas e alguém contou a eles sobre a existência delas. É a única explicação para isso. - Karin fala, enquanto andava, pensativo.

- Quero saber, o que eles desejam... Uma pena que não posso matar Shenron, uma vez que sou criador dele. Afinal, um Kami-sama não pode ceifar uma vida. E Shenron é um ser vivo, além de ser uma criatura que criei. – Kami-sama comenta, desanimado.

- Verdade... Bem, também confesso que desejo saber qual o desejo deles. – o sennin comenta, olhando para o Nigenkai (mundo humano).

- Aquela meia saiyajin... Sua índole parece ser boa. E o do chikyuujin também... – Kami-sama comenta.

- Mister Popo ainda está preocupado com o desejo.

- Todos nós estamos Mister Popo. – Kami-sama comenta, enquanto apoiava-se em seu cajado nodoso.

Lian estava filmado com uma pequena câmera, desde que eles juntaram as esferas naquele prado. Ela prendeu a câmara em sua cabeça, para deixar as mãos livres, não utilizando o scouter, para se precaver.

Afinal, ninguém mais podia saber da existência das Dragon balls e por causa disso, o scouter não era considerado um meio seguro de reter informações.

O fulgor desaparece e revela um dragão verde escamoso chinês com patas e garras, assim como um focinho imenso, além da espécie de bigodes escamosos compridos, chifres na testa e olhos rubros como sangue e a voz do mesmo reverbera como um trovão no céu:

- Então, qual o seu desejo? Realizarei apenas um.

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Notas:

Yo!

Quero agradecer ao comentário de: nicolasalmeida . ferreira

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nicolasalmeida . ferreira:

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Yo!

Não vai aparecer inimigos nesta fanfiction.

Certos arcosianos apareceram em O passado de Bardock e Kakarotto, que mostra o passado deles e que tem relação com Luz da lua.

Claro, ainda reservo algumas surpresas, mas, no tocante batalhas, não terá. Pelo menos no quesito batalhas físicas, pois, haverá outras "batalhas", que alguns personagens terão que lidar. Tanto os atuais, como os novos que irão surgir.

Muito obrigada pelo comentário XDDDDDD

Beijos