Uma Fanfic NejiSaku (Semi) Drabbles

Postagens: a definir.

Classificação etária geral: T

Sem spoilers.

Gênero: Romance/Drama/Angst/Outros

Disclamer: Naruto não me pertence.

Dedicatória: Para Teh-Chan e Taiana.

Sinopse: Os olhos de Neji são tão brancos como a neve, portanto é natural que Sakura se apaixone por ele no inverno. .:. Uma antologia de anos gastos na busca de calor na estacão mais fria do ano. .:.

Autora: Rawrchelle

Tradutora: K Hime


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Por Rawrchelle

Tradu-adaptacao por K Hime

Passare I'Inverno

and it never ends

e nunca acaba


Nos meses em que Sakura carregava Hizashi, esperava que ele iria crescer e ser muito amado apesar de suas deficiências. Ser fisicamente fraco em uma família inteira de shinobi, muitas vezes é uma desgraça e em um clã tão nobre como o Hyuuga…; Sakura não poderia imaginar as coisas que alguns dos mais velhos, de mente fechada e mais tradicionais diriam sobre ele.

Ela esperava que ele fosse saber que poderia ser e seria forte. Porque Neji é forte, apesar de ser ligado ao ramo da família. Sakura é forte, mesmo tendo nascido civil e sem qualquer sangue shinobi em suas veias. Hizashi não será uma exceção.

Estas são as coisas que diz a ele ao longo dos dias que o menino passa na incubadora, seu corpo pequeno e tão frágil. Ela não pode sequer segura-lo, só pode aproximar a mão e pousar o indicador na palma da mão do bebe, na esperança de que ele va agarra-la de volta.

E ele o faz, na maioria das vezes. A primeira vez que seus pequenos dedos envolvem-se no polegar de Shizuka, ela fica fascinada e diz a Sakura e Neji que não pode esperar até que ele fique forte o suficiente para que ela possa segura-lo. Ela já sabe que ele é mais fraco do que as outras crianças, mas isso não parece intimida-la, e é isso que Sakura a ama. Shizuka está crescendo e sendo influenciada por seus companheiros, mas ainda é tão imparcial.

Neji gasta cada momento livre ao lado de Hizashi, até o ponto onde Sakura tem que forçá-lo a sair do hospital para ir para casa juntos. Ele não quer que- "E se acontecer alguma coisa com ele? E se ele morrer e eu não estiver lá por ele?"

E Sakura não pode negar que tem esse medo também, mas tranquiliza tanto Neji quanto a si mesma. "Tsunade-sama e Shizune estão tomando turnos alternados para tomar conta dele e você sabe que elas são as melhores medicas da Vila".

"Você é a melhor medica da Vila."

Ela sorri e o beija brevemente, e ele permite isso porque esta escuro lá e não há ninguém por perto. "Agora você está sendo preconceituoso."

"Eu-" Ele suspira e passa a mão pelo cabelo. "Eu não achei que as coisas iriam acabar desta forma."

"Ninguém planeja essas coisas. Hey". Eles param no meio da estrada e ela para na frente dele para encará-lo. "Tudo vai ficar bem. Temos um ao outro, certo?" Ela segura o rosto dele em suas mãos. Neji parece cansado, desgastado, derrotado. Como se tivesse vivido mil vidas. "Podemos não ter pensado que as coisas fossem acabar desta maneira, mas quando eu fiz meus votos no dia do nosso casamento, quando eu prometi ficar o resto da minha vida com você, eu quis dizer cada palavra. Para o melhor ou para pior, na doença e na saúde . Lembra? Tudo. "

"Tudo", repete Neji, como se reafirmando. "Até que a morte nos separe."

Ela pressiona a testa a dele, o metal frio de sua hitai-ate contra sua pele. "Até que a morte nos separe."

Uma parte de Sakura deseja que fosse jovem novamente, para que não precisasse se preocupar com as coisas que se preocupa agora. Ela quase deseja que ainda estivesse lutando para encontrar-se e lidar com seus sentimentos por Sasuke em vez de tudo isso; porque isso aqui, não é apenas lidar consigo mesma. Essa e sua família. Seus filhos. Não é apenas a sua vida em jogo, é a deles. E se eles morrerem, isso ira cair sobre ela.

Ela balança a cabeça. "Eu não sei o que vou fazer se ele morrer. Então é melhor ele não morrer, porque se ele morrer, eu vou ficar muito chateada com ele. Não é exatamente o que uma criança deve fazer a sua mãe."

Por tudo isso, Neji consegue ministrar um sorriso tranquilo. "Sim, isso é verdade."

Ela inclina a cabeça e pressiona um beijo no canto da boca masculina. "Devemos descansar um pouco."

"Mas e se-"

"Eu não sei, Neji. Mas não podemos fazer nada da forma como estamos agora, de qualquer maneira."

Ele não parece seguro, mas pelo menos não protesta. E um pé de cada vez a frente, e assim caminham, passo a passo.

Por todo o caminho ate chegar em casa.

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