Capítulo Quarenta e Nove

BPOV

Eles se foram.

E estamos só nós.

"Então, você quer ir para a minha..." Eu comecei a perguntar a ele, mas seus lábios me silenciaram.

Eu acho que aqui é um lugar tão bom quanto qualquer outro para perdermos nossas virgindades.

"Ah, Bella, minha doce Cristo Virgem", ele gemeu em minha boca enquanto suas mãos timidamente traçavam sobre minha cintura e até meus quadris.

Ele estava duro e inflexível contra minhas curvas e eu amo a justaposição de sensações.

Eu cedi à fraqueza dos meus joelhos e abaixei-me até sentir a suavidade das nuvens abaixo de mim.

Ele seguiu de boa vontade, mantendo nossas mãos e bocas juntas em uma ligação desesperada.

Meus jeans, sua camisa, meu sutiã... todos eles desapareceram até que estávamos nus.

Sua pele era bronzeada por causa de todas essas décadas em frente ao lago de fogo e minha língua roçou o cabelo claro em seu peito enquanto ele se estabeleceu em cima de mim.

Isto era perfeito.

Isto era certo.

Tudo o que eu podia pensar quando olhei para a parte de baixo do seu corpo para a sua moita ardente, onde ele estava duro e orgulhoso estava...

"Puta merda... mas de jeito nenhum que vai caber!"


N/A: Missy queria que eu me certificasse de que mantive a nota que eu enviei, então...

Alerta de pau enorme!

Eu disse Moita Ardente... HA!

Sim, eu fiz. :)

Restam dois... e depois o fim. : (

N/T – OOOOOOOOOOMG, devilward vem ni mim, haha.

Beijos, Barbara Sá.

N/Paulinha: Oo isso é coisa de dizer numa hora dessa Jessusella, logico que cabe \o

kkkkkkkkkkk

Queremos a pervisse \o/

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