Este capítulo é um grande M! O aviso está feito!

Depois de deixar a Amora a dormir e desejar boa noite aos empregados, eu e a Aria subimos para o quarto. Eu levei-a ao colo até lá. A cada passo que dava a insegurança da Aria parecia aumentar, a sua mente já ia longe a imaginar qualquer situação. Eu não a queria incomodar e perguntar o que ela tanto sonha acordada, talvez seja apenas receio e a minha pergunta apenas a tornaria mais receosa.

Eu abri a porta deixei-a passar. "Obrigado." Ela diz antes de entrar no quarto. As empregadas já tinham acendido os candeeiros e as velas, as cobertas estavam abertas quase pedindo que alguém se deitasse ali. Eu tranquei a porta e olhei para a Aria. Ela tirou o roupão, deixou-o sobre o baú que estava no fundo da cama e passou a mão pelo cabelo antes de olhar para mim novamente. Ela respirou fundo e deu-me um pequeno sorriso. O clima ficou tenso mesmo sem querer.

"Relaxa." Eu disse deixando o meu roupão junto com o dela.

Ela respirou fundo novamente. "Estou a tentar." Ela diz tímida.

"Não temos de fazê-lo se for muito desconfortável, podemos apenas… ficar juntos um tempo… conhecer-nos melhor fisicamente." Eu digo pegando as mãos ela para nos aproximar da cama.

"Não… o casamento só é consumado se fizermos amor." Ela diz.

"Eu sei, mas não temos de forçar se for desconfortável no início podemos ir aos poucos e fazê-lo ao nosso ritmo... eu não quero que estejas insegura."

"Eu não estou insegura, eu confiar-te-ia a minha vida. Eu não vou negar… eu estou nervosa, eu não sei como agir ou fazer, mas… eu amo-te." Ela diz.

O meu coração inchou com as suas palavras eu queria beijar os seus lábios e nunca a deixar ir. Seria possível viver apenas na nossa bolha de felicidade e amor durante os próximos 2 dias e esquecer o mundo lá fora? Eu posso tentar. Tomei o seu rosto com as minhas mãos. "Eu amo-te tanto, não fazes ideia como esperei por este dia." Disse antes de a beijar castamente. Ela aproximou-se e correspondeu.

Depois desse beijo mais se seguiram, ficámos ali de pé pelo que pareceu horas apenas nos beijando e abraçando. Os lábios dela estavam mais rosados e inchados com os nossos beijos. "Vamos nos deitar?"

Ela concordou seguindo-me para a cama. Os beijos continuaram enquanto eu tentei explorar subtilmente o seu corpo tendo a camisa como barreira. Eu podia fazê-la sentir mais segura se eu der o primeiro passo e tirar a minha camisa, foi isso que fiz. Interrompendo o beijou removi e atirei a minha camisa para o fundo da cama.

Ela parecia hipnotizada por um momento, ela não tirou os olhos do meu peito. Parecendo querer conhecer perfeitamente o meu corpo. O seu olhar voltou aos meus olhos esperando o que fazer. Eu voltei novamente sobre ela e beijei-a. "Confortável?"

"Sim." Ela sorri. "Tu és bonito." Ela diz.

"A minha beleza nunca se comparará à tua meu amor."

Esta era uma boa oportunidade para avançar e tentar acomodar a Aria com um novo contacto. A minha mão desceu da sua cintura para a sua perna e os meus beijos estavam no seu pescoço. Ela gemeu baixinho de satisfação. Eu sorri para mim mesmo continuando. Ela tinha os olhos fechados provavelmente para se concentrar no meu toque.

Eu desci mais para encontrar a bainha da camisa e passar a mão para o interior. Toquei a sua perna, ela arfou. "Isso está bem?" Eu continuei a passar gentilmente a minha mão pela parte inferior da sua perna.

"Eu apenas não esperei as tuas mãos tão quentes na minha pele." Ela diz com um ligeiro rubor.

Eu sorri. "Eu quero subir e tirar-te a camisa." Eu disse-lhe a minha intenção. "Vamos levar o teu tempo." Digo. Ela concordou.

Eu consegui chegar até um pouco acima do joelho beijei a pele recém exposta. "A tua pele é muito macia e perfeita." Eu disse nunca tirando o olhar dela. Ela não parecia saber bem com reagir. "Senta-te." Eu pedi-lhe. Ela fez isso, os nossos lábios estavam novamente juntos e as nossas línguas brincaram juntas por algum tempo. Aproveitei isso para subir mais um pouco até à sua coxa e reparar que ela não devia ter qualquer roupa interior por baixo. Eu afastei-me. "Só tens a camisa vestida?" Perguntei suavemente.

"Sim, disseram-me que seria melhor assim." Ela diz.

Eu concordei. O desejo de a ver totalmente despida era muito forte, o meu pénis já chamava por ela e isso estava a deixar-me menos racional. Eu peguei a mão dela. "Eu preciso que sintas isto." Eu levei a sua mão até ao inchaço nas minhas calças e ela sentiu a minha erecção.

O rubor no seu rosto foi ainda maior e ela acabou por tira a mão sem pelo menos acariciar um pouco. Ela deve aprender isso mais tarde. "O desejo que sinto por ti é tão forte que me deixa assim, foi isto que queria evitar esta tarde." Eu disse.

"Posso ver?" Ela fez a pergunta. Eu nunca esperei que ela pedisse por isso, mas a Aria sempre foi uma jovem curiosa e isso sempre a levou mais longe.

"Claro." Eu saí da cama apenas no tempo de tirar as calças e me expor a ela.

Os olhos dela percorreram-me e demoram um pouco mais examinado o meu pénis. Eu juntei-me a ela novamente. "Posso… tocar?" Ela pede tímida.

"Sim, devagar, com cuidado… é uma região muito sensível." Eu disse.

Ela apenas tocou de leve no comprimento e olhou-me esperando alguma reacção. Eu peguei a mão dela e enrolei-a no pénis. "Se fizeres assim é muito bom." Eu digo movimentando a sua mão para cima e para baixo. Eu gemi com a sensação. Ela pareceu apreciar isso e continuou por mais alguns segundos até parar e olhar para mim um pouco desconcertada.

"Isto não parece justo, tu estás nu e eu… bom." Ela ficou de joelhos sobre a cama à minha frente, pegou a bainha da camisa e puxou-a para cima revelando sem lamentos o seu corpo perfeito centímetro por centímetro. Ela juntou a sua camisa à minha roupa, sentou-se sobre os próprios pés (pose bambi) e olhou para mim.

"Não tens ideia como és perfeita." Eu aproximei-me dela para a beijar e tocar agora sem restrições. Ela correspondeu e abraçou o meu pescoço para não me deixar afastar dela. Eu conseguia reparar numa leve excitação, mas também notei alguma segurança que não existia antes. Ambos estávamos exposto e à vontade, ela estava a confiar em mim. Eu desci beijando e mordiscando o seu pescoço sensível. Ela arfou novamente quando as minhas mãos acariciaram os seus mamilos rosados. Os beijos desceram e eu suguei os seus mamilos. Eu podia sentir o seu coração bater descontroladamente, o meu estava no mesmo ritmo. Eu continuei a explorar o seu corpo e fi-la deitar-se, os meus beijos desceram até ao umbigo. Ela parecia mais nervosa agora.

"Vais fazê-lo agora?" Ela perguntou e prendeu a respiração por alguns segundos enquanto lhe afastei as pernas com calma e toquei a pele tenra da parte interior da sua perna. Ela apenas abriu um pouco a boca antecipando mais o meu toque. "Eu acho que tu és tão grande e eu muito pequena." Ela diz com medo.

Eu toquei o meu próprio pénis sensível. Ela olhou-me mais atentamente enquanto o fazia. Eu preciso dela… vê-la assim deixa-me ainda mais fora de mim. "Eu vou fazer se estiveres pronta." Eu disse tocando no seu sexo e afastando a pele que a protegia. Ela gemeu e suspirou encolhendo-se um pouco com a sensação. Acho que ela está molhada o suficiente, mas é melhor prepará-la ainda mais. "Pode doer no início, mas vais ajustar-te e vai ser bom." Eu continuei a passar os dedos pela sua abertura, isso só a faz gemer mais um pouco.

"Eu acredito em ti." Ela diz respirando pesadamente. Ela estava no ponto e eu posicionei-me na entrada dela. "Respira." Eu disse-lhe. "Vou fazer devagar."

Ele estava muito perto de se empurrar dentro de mim. Eu apenas me lembrei das palavras da minha avó. "Os homens ficam possuídos pelo prazer e tornam-se animais. Às vezes nem amor nos mostram, mas temos de aguentar firmes é o nosso dever." É o meu dever pelo meu marido, pelo Ezra… só tenho de aceitar isso e vou ficar bem.

"Relaxa Aria." Ele inclinou-se mais sobre mim e beijou-me. "Tenta não gritar muito alto, se doer muito eu vou parar." Ele diz e eu concordei. Então ele empurrou-se contra a minha resistência e entrou em mim. Eu apenas abri a boca derrotada e choraminguei tentando não fazer muito barulho como ele disse. Eu fechei os olhos quando o senti entrar um pouco mais e gemi de dor.

Ele parou e beijou a minha testa. "Shhh… vai ficar melhor em breve." Ele diz não se movendo. Eu agarrei os lençóis com mais força, mas tentei relaxar um pouco mais e respirei fundo. "Está melhor?" Ele perguntou.

"Ainda não." Eu gemi com dor.

"É melhor eu sair?" Ele pergunta.

"Não… apenas fica." Eu tentei aguentar-me o melhor que consegui.

"És muito apertada, isso é fantástico." Ele parecia satisfeito com isso. Passou a mão livre pelo meu corpo e beijou-me algumas vezes para me acalmar. Isso pareceu-me romântico e não animal. Ele pegou a minha mão que apertava o lençol e levou-a com ele até ao seu peito. O seu coração estava tão descontrolado quanto o meu. Essa distracção estava a fazer-me esquecer a dor e o desconforto de o ter dentro de mim.

"Podes mover-te se quiseres." Eu digo mais à vontade.

Ele saiu um pouco de mim e voltou a entrar. Eu comecei a perceber o que ele queria dizer com sentir bem. Ele voltou a fazê-lo vezes sem conta num ritmo lento enquanto me beijava e eu gemia agora com prazer.

Ele gemia ocasionalmente também. "Aria… hmmm… estou perto." Ele diz gemendo um pouco mais alto e beijando o meu pescoço novamente. Ele enterrou o rosto no meu pescoço cheirando. Senti as pulsações e os espasmos do seu membro dentro de mim seguido de um gemido mais forte dele. Isso foi particularmente intenso e fez-me gemer também. Ele saiu de mim pouco depois.

"Está feito?" Eu pergunto.

Ele sorri. "Eu acho que para ti ainda não." Ele diz deitando-se de lado ao meu lado e beijando a minha testa. Eu fiquei confusa, mas então a mão de brincou o meu sexo mais uma vez pressionando e friccionando com afinco. Eu inspirei com satisfação. Eu senti a minha vagina contrair mais e mais enquanto ele usava os seus dedos para me estimular. Eu senti a satisfação chegar no fundo do meu abdómen. Eu senti a pulsação no meu sexo cada vez mais intensa. Eu gemi alto com a última pulsação, e o prazer dissipou-se rapidamente pelo meu corpo. Eu respirei superficialmente totalmente relaxada após o que aconteceu e o Ezra parou o seu movimento. Ele tocou o meu rosto e passou o polegar pelo meu lábio inferior. "Foi perfeito." Ele diz antes de me beijar e aconchegar o lençol sobre nós para descansarmos. Eu saí do meu estado entorpecido e aproximei-me do Ezra. "Foi melhor do que imaginei." Eu confessei. Ele envolveu-me nos seus braços e beijou o meu cabelo inúmeras vezes. Eu senti-me cada vez mais longe da realidade enquanto adormecia suavemente embalada nos seus braços.


(shanalystuff. tumblr. com) Publiquei as imagens deste capítulo!

Muito obrigado EzriaBeauty! ;) Espero que tenha valido a pena esperar! ;) Eu já terminei de escrever esta história e já tenho mais duas no forno... a velocidade das publicações depende de vocês.

Espero que tenham gostado! Muito obrigada por lerem e pelo apoio! Até ao próximo capítulo! Beijinhos!