Capítulo XXXXXII: Na casa de Aberforth - Parte III
Kate levantou no meio da noite suando frio. Harry estava estático do outro lado da cama em um sono profundo que Kate invejava. Kate colocou a mão na cabeça tentando amenizar a dor que latejava na sua nuca, mas parecia que ela tinha que conviver com aquilo. Ela suspirou e se levantou devagar. Na outra cama estava Ron roncando e quase babando no travesseiro.
Abriu a porta devagar e a encostou observando a escuridão do corredor e os primeiros reflexos de luz no final, o dia estava começando a nascer. Novamente cinza, novamente frio, novamente em guerra. Kate voltou a colocar a mão na cabeça. Ela agora via algo vindo. Parecia uma cena, um reflexo, era estranha a confusão na sua cabeça
- Você está bem? – Aberforth segurou no braço dela. Se não fosse por ele com certeza ela estava no chão.
Ela encontrou os olhos azuis igual do irmão e sorriu timidamente. Não tinha como mentir, mas também não tinha como explicar o que estava havendo. Horas atrás ela estava conseguiu acompanhar uma conversa de longe e manter um contato mental com Hermione. Agora eram essas imagens em sua cabeça.
- Eu não durmo direito à noite – Kate falou se afastando dele- Me desculpe
- Venha, você gosta de leite quente? Vou te preparar um – Ele falou
Os dois ficaram sozinhos em uma cozinha escura, que não tinha janelas, apenas velas. As paredes velhas e escuras deixavam o local arcaico. A mesa de madeira e tudo na cozinha de ferro faziam Kate achar que estava nos anos 20 e não quase não quase no ano de 2000.
- Me conte sobre você – Aberforth falou ligando o fogo com uma varinha
- Hm, eu tenho o sono leve – Kate falou sem saber o que ele exatamente queria. Ela estava concentrada em evitar mexer com sua própria cabeça. Ela realmente estava doendo – Eu sou atleta de ginástica. Pelo menos era há algum tempo atrás.
- Interessante, mas o que é isso?
- Eu fico me esticando, fazendo malabares, me equilibrando tudo com o meu corpo.
- Você deve ter uma grande força nos músculos né? – Ele perguntou
- Sim, eu costumava ter, mas eu parei de treinar e isso prejudica um pouco as coisas, mas sabe que uma vez que você faz isso, é como bicicleta, você nunca esquece – Kate fez uma pausa – Você sabe o que é uma bicicleta?
- Não seja tão inocente. Não somos tão arcaicos como você está pensando.
- Que boa – Kate falou rindo observando as inúmeras facas na parede e se assustando
Aberforth se virou para dar o copo para ela e observou ela olhando para as facas.
- Costumam dizer que eu sou uma pessoa um pouco feroz e que mato animais por pura diversão. Tudo isso porque eu tenho uma coleção de faca – Ele se sentou com ela – E talvez não seja tão simpático como era o meu irmão. Pelo menos ele está morto e eu vivo.
- O senhor conheceu a minha mãe quando ela estudou em Hogwarts?
- Sim, ela era uma menina muito bacana, mas como era excluída pela maioria do colégio ela sempre vinha aqui, aonde ninguém quase vem a não serem os excluídos. Seu pai também era assim, imagino que você tenha seguido a mesma vida deles.
- Não – Kate falou sentindo uma pontada mais forte na cabeça – Incrivelmente eu era uma pessoa sociável, com amigos, até diria popular.
- -Você era feliz?
- Era - Kate falou tomando um gole do leite - Até a minha mãe morrer. Nós não éramos a família perfeita, mas éramos amigas. E isso contava e muito. Deve ser por isso que quando ela morreu eu perdi um pouco de noção do que fazer.
- Seu pai nunca foi presente não é mesmo? Não faz muito o tipo de o Snape ser pai, mesmo porque ele pouco saia de Hogwarts e tenho certeza que se saia era para ir para o outro lado, o lado de Voldemort, você sabe.
- É ele não tem jeitão de pai, mas a minha mãe também não tinha, então podemos nos dar bem - Kate riu observando a porta se abrir - Falando na pessoa mais bizarra do mundo, olha só quem aparece.
Severo fechou a porta em silencio. Kate observou pequenos flocos de neve na cabeça dele e apenas fechou os olhos tentando amenizar a dor da sua cabeça que tinha aumentado ao perceber que queria saber o que tinha acontecido realmente com ele. Ela apertou os olhos e abaixou a cabeça. Severo olhou para Aberforth e depois para ela.
- Ela quase desmaiou no corredor, fiquei aqui conversando com ela para ver se ela melhorava, mas aparentemente acho que não adiantou muita coisa -Aberforth falou sem se mexer observando a menina.
- Eu estou bem - Kate não queria preocupar ninguém naquele momento, mas tinha que admitir que não tivesse como se recuperar para pelo menos fingir que estava bem. Agora fazia sentido porque o homem estava conversando com ela.
Severo rapidamente já estava ao lado de Kate, levantando o seu rosto e olhando para seus olhos. Ela estava pálida, ao colocar à mão nela percebeu que estava soando demais.
- Snape – Aberforth o chamou preocupado – Está precisando de alguma coisa? Ajuda?
- Aberforth, vou levar ela para o meu quarto e dar um calmante para ela dormir – Severo falou pegando na mão de Kate a fazendoela levantar. Kate se levantou apoiando a cabeça no peito de Snape, agora não tinha como dizer alguma coisa – Qualquer coisa eu te chamo.
Severo abriu a porta do quarto e colocou Kate em sua cama, buscando alguma coisa dentro de um pequeno livro que estava nas suas vestes. Ele se sentou ao lado dela buscando algo dentro das suas páginas com uma concentração e preocupação que incomodava Kate.
- Severo Snape – Ela o chamou – Você anda com isso dentro da sua roupa? Você é neurótico.
- Cale a boca e deite logo nesta cama, você sabe que está ruim. Não tente piorar as coisas
Kate não disse nenhuma palavra e fez o que o homem disse. De fato, ele tinha razão, mas não tanto quanto ela. No fundo ela sabia o que estava acontecendo e o que era preciso ser feito. Olhou para Severo lendo fielmente uma página e balançou a cabeça
- Isso só vai amenizar a situação, não irá me melhorar. Eu preciso de um tempo para me treinar e agüentar o poder que está dentro de mim, se não eu serei inútil. Estou me sentindo assim porque fiquei dias de molho e hoje usei muita magia.
- Se você sabe disso porque insiste em concentrar tudo em você? – Severo falou sem tirar os olhos do livro –Essa história de entrar em Hogwarts não dará certo com você assim.
- Não agora – Kate ainda deitada colocou a mão no braço dele o fazendoele olhar para ela – Eu preciso de um tempo para mim, um tempo para acalmar Voldemort, um tempo para as coisas irem a um lugar. Você de certa forma está certo, não dá para pular naquela escola agora. Ainda somos muito fracos, não de força, mas de vontade de vencer.
Severo olhou para ela relaxando os ombros. Observando a expressão pálida e o sorriso torto no rosto dela tentando passar alguma coisa de positivo, Severo suspirou, Natalie poderia ter pelo menos ajudado ela com esses poderes, tudo bem que eles só cresceram com o contato com a magia, mas mesmo assim tudo poderia ter sido diferente.
- Vou colocar um feitiço em você para amenizar isso que você está sentindo.
Kate apenas fez um sinal de positivo com a cabeça. Severo pegou a varinha e começou a sussurrar algumas palavras da qual Kate não entendia nada, mas podia ver que Severo lia no seu pequeno livro. Ela se sentiu mais aliviada e de repente muito mais leve do que o comum. Severo pode ver que o feitiço fez feito ao ver o sorriso satisfeito da menina.
- Fala a verdade, às vezes eu pareço uma criança mimada não é mesmo? – Kate riu sonolenta
Severo apenas deu um curto sorriso para ela e se virou para a porta que estava abrindo, possivelmente com Aberforth preocupado, mas para a sua aflição era Hermione, nitidamente de olhos inchados e com uma timidez que ele nunca tinha visto. Houve um silencio e Hermione focou os olhos em Kate fugindo os de Severo.
- Aberforth disse que ela estava passando mal quando eu o encontrei no corredor – Hermione falou com a voz meio tremula – Vim saber se você está precisando de alguma coisa, de alguma ajuda.
- Da menina que quer usar o velho professor dela para salvar os amiguinhos? Acho que não.
- Engraçado o amor não é mesmo? – Kate falou ainda sonolenta, quase dormindo, já de olhos fechados – Deixa a pessoa mais equilibrada do mundo desequilibrada e a mais fechada do mundo aberta como uma flor desabrochada em plena primavera.
Severo olhou com certo ódio para Kate. Hermione não sentiu isso, ela estava falando a verdade, mas mesmo assim não conseguiu se movimentar, quanto mais encarar Snape. O clima não estava bom para nenhum dos dois. Hermione percebeu que não seria o momento ideal para conversar com o professor.
- Bom, acho que você já resolveu o assunto. Vou voltar pro quarto.
Hermione saiu mais rápido que possível. Severo deu um grande suspiro passando a mão no cabelo sem saber o que fazer.
- Vou ter que falar pela segunda vez para você ir atrás dela? – Kate bufou se virando e se cobrindo com o cobertor que estava de lado na cama – Vou aproveitar a sua cama, para você nunca dizer que eu nunca dormi na sua cama quando estava doente. Menos um trauma para a nossa lista.
- Durma, logo mais eu volto –Severo falou ficando de pé e saindo do quarto.
Hermione se sentou na cama respirando devagar percebendo o ar entrando e saindo do seu corpo, tentando se entreter naquilo para não perder o controle novamente e chorar. Era um clima péssimo que ela mesma criou, ela e seu descontrole de soltar tudo na cara de Snape e ainda falar umas asneiras para Ron acreditar, mas também não podia falar a verdade para o garoto. Seria muito pior a reação de Ron do que de Snape.
Hermione percebeu uma lagrima cair dos seus olhos. Poderia ser até ruim, mas Severo estaria ao seu lado, ou não, depois das coisas que falou. Tinha sido uma estúpida e imatura que usou o artifício de saber de mais para confrontar ele. Ela já estava se culpando,sabendo que inicialmente a culpa era dele.
A porta se abriu devagar e ali apareceu um Severo que gostaria de estar orgulhoso evitando Hermione e não simplesmente entrando no quarto da garota. Severo pegou a varinha e fez um feitiço na porta, Hermione percebeu que a conversa seria complicada.
- Eu não quero brigar. Eu só fui para lá porque fiquei preocupada – Hermione falou com receio na voz
- Está com medo de mim? – Severo franziu a testa se aproximando da menina observando os músculos dela assim como a feição dela ficarem tensos com a aproximação dele. Ele se sentou na outra cama, no pé, o mais longe que ele podia, apoiou os cotovelos nos joelhos observando ela - Chegamos ao ponto de você ter medo de mim é isso?
- Depois das coisas que eu te falei hoje – Hermione ficou tímida, mas não deixou de notar o quanto ele ficou sedutor daquele jeito, naquela posição observando ela com um tom sereno – Diretamente e indiretamente, é um pouco obvio eu ficar com medo da sua reação.
- Eu também fiquei com medo da minha reação quando eu ouvi você falando aquelas coisas, por isso mesmo eu precisei dar uma volta para esfriar a cabeça. Não que eu tenha convicção que aquilo seja verdade, mas de certa forma, nós sabemos, que não existe nenhum sentimento do qual você descreveu que não seja normal uma menina como você sentir.
- Sev – Hermione falou se lamentando de novo
- Não me chame assim, estamos tentando uma conversa séria – Severo falou em um tom enérgico com ela – Pelo menos você mostrou hoje que me conhece muito bem, foi até mim com uma poção contraceptiva tomada, falou sobre o que eu realmente penso dos meus antigos relacionamentos e da minha vida e de fato fez uma descrição simples do que eu imagino de mim mesmo para o idiota do Weasley. A questão Granger é o que você quer de mim. Amor puro e ingênuo não é. Pois nenhuma garota ingênua iria até as intenções que você foi e nem colocaria minha filha em um de seus planos.
- Vendo por este lado – Hermione fez uma pausa, ele parecia estar certo em seu raciocínio – Eu realmente não sei o que eu quero, quando eu estou com você eu faço as coisas por impulso,por medo de te perder, para ficar mais perto de você.
- E por que isso?
- Por que eu me apaixonei por você. Eu não tenho culpa. Seria muito mais fácil ficar com o Ron sabia? Mas você me faz bem e eu sinto muito pelo o que eu disse tanto relacionado à sua filha como quando eu falei com o Ron. Eu não penso exatamente aquilo atualmente, mas eu já pensei, em muitas vezes quando o senhor foi ignorante comigo na sala de aula, mas se você deseja saber o que eu quero, eu sinto muito, eu não posso te responder. A única coisa que eu queria é que você me tratasse como um pouco mais de respeito, eu não sou tão aproveitadora com você está me descrevendo, eu apenas fui até você com a poção contraceptiva tomada porque eu queria ser sua, porque na primeira vez que a gente se beijou você também quis isso e nem por isso eu pensei que você queria me usar, embora você já me tenha feitoeu pensar assim.
Severo percebeu que estava fazendo papel de bobo perto da menina, que não havia nada a ser explicado além da sua teoria idiota ser realmente idiota. Não tinha porque criar mais problemas para a sua cabeça se ela estava ali sendo tão sincera e confortando seu coração dizendo aquelas palavras.
- Eu não sei o que deu em mim – Severo falou abaixando a cabeça – Me desculpe
- Snape, você precisa se controlar um pouco mais. Eu não vou te trair, me vingar, te usar. Eu só tenho 17 anos e estou apaixonada pelo meu ex professor e quero ficar junto dele, embora seja tecnicamente errado aos olhos dele e de um menino da minha idade que realmente olhou para mim quando eu comecei a chorar nos cantos por causa dele e implicar com sua primeira namoradinha.
- Eu não estou acostumado com essas coisas. Minha vida sempre foi complicada demais, eu sempre tendo a complicá-la ela ainda mais. Eu não devia ter sido tão rude com você hoje,eu sei disso, assim como eu não deveria ter criado uma teoria idiota com essas que eu acabei de falar.
Hermione se levantou, mas Severo continuava olhando para o chão. Ela se sentou ao seu lado de pernas cruzadas, ao estilo índio, na cama, passando a mão em suas costas chegando até os seus cabelos para que o rosto dele se encontrasse com o dela.
- Eu não estava brincando ou dormindo quando disse que te amava – Hermione falou tentando sorrir – Mas não teste a minha paciência me fazendo chorar deste jeito. Acho que nós não estamos em um tempo de ficar perdendo tempo com isso não é mesmo?
Severo apenas aceitou com a cabeça, em um movimento muito envergonhado, como se fosse uma criança de nove anos.
- Onde estão meus cabelos para me esconder agora? – Severo falou tentando quebrar o clima
- Você não precisa mais deles – Hermione segurou o rosto dele para si e ao invés de beijar os seus lábios como estava realmente com vontade, beijou a sua testa fazendo Severo dar um sorriso tímido
- Como é descobrir que seu professor tão rabugento também é um maldito sensível?
- Muito satisfatório – Hermione sorriu passando os lábios nos dele
- 50 pontos para a Grifinoria – Severo falou se virando para ela e a beijando.
Hermione não esperou que o beijo se tornasse intenso para se agarrar ao pescoço dele e puxar ele para se deitar em cima do corpo dela. Severo também não recuou ao movimento e pelo contrario ficou feliz com aquele beijo esquecendo as magoas das últimas horas.
Severo se afastou um pouco dela indo para o lado e ela estranhou a postura dele, mas se acalmou a perceber que ele estava a puxando para o seu lado, para o seu abraço
- Descobri que eu odeio brigar com você – Severo falou lhe dando outro beijo, mais suave se afastando – E que realmente você é a pessoa mais irritante do mundo quando quer.
- Vou levar isso como um elogio – Hermione passou a mão no peito dele, alisando-o de um jeito atraente demais para a cabeça e o corpo de Snape se controlarem
- Hermione, eu tenho uma filha doente no outro quarto. Se você continuar deste jeito eu não vou me controlar – Ele falou em um tom ameaçador
- Uma filha doente no outro quarto – Hermione sorriu – Gosto muito de ver vocês dois desta maneira, não sei por que, mas eu realmente gosto muito dos dois.
- Já percebeu como ela sabe mais de nós do que nós mesmos?
- Sim, acho que damos muito na cara – Hermione falou rindo em seu peito – Mas ela deve estar dormindo agora.
Hermione girou ficando em cima de Snape o deixando de olhos arregalados. Hermione deu um sorriso maroto para ele que logo passou a mão na cintura de Hermione até puxá-la para se aproximar dele com um beijo, mas o beijo não aconteceu porque houve um barulho muito agudo no lado de fora da casa.
Uma risada maléfica anunciava novamente a chegada de Bellatrix e os comensais onde eles estavam. Severo arregalou os olhos e Hermione em um salto saiu de cima dele pegando sua varinha.
Kate também acordou, assim como todos da casa. Por sorte a poção a fezela ficar melhor e logo foi até o quarto onde estavam Hermione e Snape para pegar sua varinha. Os três se entreolharam e Kate não disse nada, apenas pegou sua varinha.
- Acalme-se – Snape falou segurando em seu braço
- Eu vou fazer o que precisa ser feito
Ao sair do quarto percebeu os rostos assustados de Molly, Fleur, Fred e Jorge. Enquanto Artur, Sirius, Remus e Aberforth tentavam manter os feitiços de proteção da casa. Kate olhou para eles, mas não disse nada, apenas olhou para a direita e percebeu que havia um Harry com os óculos tortos querendo dizer logo alguma coisa.
- O que vamos fazer? – Tonks falou entrando no corredor
Kate ignorou o que a menina disse e saiu em direção a Harry pegando em sua mão a força e o jogando praticamente para dentro do quarto. Harry estava nervoso e ao mesmo tempo assustado com o que ela estava fazendo
- Presta atenção – Kate estava sendo bruta até demais ao pegar o rosto de Harry em suas mãos – Eu vou ficar do seu lado, eu vou ficar do seu lado, eu vou ficar do seu lado e eu realmente gosto de ficar com você e eu realmente desejo ficar com você quando tudo isso acabar e realmente eu acho que te amo. Do tipo muito. Você é a pessoa que eu mais gosto de ficar junto e que me identifico, posso conversar sobre tudo e eu não quero perder isso,entendeu?
Harry a agarrou sem saber por que e a beijou.
- Vamos pelas portas do fundo – O grito de Aberforth foi alto
- Vamos para a mansão – Sirius falou no mesmo tom que o grito
Harry e Kate foram para o corredor e quase foram arrastados pelos outros que estavam fugindo para os fundos do estabelecimento. Todos acabaram aparatando do mesmo jeito, no mesmo momento para a felicidade dos comensais e de Bellatrix.
Era uma armadilha muito bem planejada de quem sabia para onde eles fugiriam. Ao aparatarem no parque em frente da Mansão Black havia pelo menos 10 comensais esperando eles com varinhas na mão, sendo comandados novamente por Bellatrix.
- Mais um encontro para apimentar nosso dia – Ela riu maleficamente – E dessa vez não tem para onde fugir, a não ser para o mato.
Seria mais uma batalha e a mais difícil até agora para eles.
Gente, escrevi demais e acabei fazendo a terceira parte da casa de Aberforth, mas como vocês puderam perceber realmente uma nova batalhazinha vai começar.
Pelo menos eu deixei vocês mais um capítulo com dois personagens que não vão estar mais presentes na fanfic. Ou não. :)
Aceito reviews, muitas reviews, para me deixar feliz para postar o próximo capítulo logo logo. Tipo logo = final de semana. :)
