Notas da Autora

Não aguentando ver a sua escrava naquele estado, Raditz decide...

Tights fica surpresa quando descobre que...

Ela é tomada pelo medo, quando a...

Capítulo 52 - Raditz e Tights - Surpresa e medo

Ele se aproxima e nota que ela se encolhe e fala:

- Não a estuprei. Por que está assim?

- Mesmo sem penetração é estupro, mestre.

- Não a penetrei e acho que isso deveria ser bom para você. Além disso, não fui egoísta. Procurei lhe dar prazer.

- Meu corpo reagiu independente de me agradar ou não. É uma reação natural.

Ele suspira e fala:

- Vamos fazer isso algumas vezes. Se acostume.

- Quantas vezes vou aguentar esse inferno, mestre?

- Exagerada... – ele revira os olhos.

- Eu tenho senso de pudor, ainda, Raditz-sama.

- A cada três dias. Você terá três dias para lidar com o que acontece entre nós, aqui no quarto. Inicialmente, iria ser a cada dois dias, porque, com você, eu senti um prazer intenso que nunca senti por outra fêmea, mesmo saiyajin. Você devia ser orgulhar e ser grata por eu ter ampliado para três dias.

Ela revira os olhos e fala, com o choro diminuindo, enquanto que tremia levemente:

- Não há nada para me orgulhar.

- Se você parasse de chorar, poderíamos ir até o centro comercial mais próximo daqui, tido como o melhor da capital. Você precisa de alguns itens, pois, estudei em sua raça que vocês ficam no cio todo o mês, por exemplo.

- Não é cio... Isso lembra os animais no meu planeta.

- Eu chamo de cio, pois, ficam férteis. Quando alguém está no cio, não indica que está fértil? – ele pergunta mal humorado.

Ele estava aborrecido e não sabia se era pelas lágrimas ou pelo estado de sua escrava ou pelo medo que ela exalava, ou então, todos esses motivos, pelo que desconfiava, pois, descobriu que vê-la em tal estado lastimável, lhe incomodava, demasiadamente.

- É período fértil e se chama menstruação, mestre.

- Dá na mesma. Para nós saiyajins é cio. – ele fala simplesmente, dando de ombros.

- Não é assim... E eu sou humana e não uma saiyajin.

- Isso eu percebi. – ele responde com um sorriso sarcástico.

"Calma, Tights. A racional aqui é você e não vai perder os estribos por causa de um homem das cavernas."

- É período fértil.

- Cio. – ele fala, se divertindo ao vê-la fica irritada.

- Eu Jane, você Tarzan. – a humana fala irritada, indicando ela e depois ele.

- Como assim Jane e Tarzan? – ele arqueia o cenho, enquanto exibia um semblante curioso.

A chikyuujin explica o que era e o saiyajin ri ainda mais, deixando-a desconcertada, até que fala:

- Há sessenta anos, atrás, vivíamos em cavernas e usávamos roupas de peles de animais, presas no corpo por uma espécie de cipó entrelaçado em forma de corda, além de usarmos utensílios feitos de ossos e dentes. Claro, não vivíamos em copas de árvores, porém, podemos considerar como algo primitivo. Inclusive, adorei o apelido.

- Bem, isso explica muita coisa. – ela fala, revirando os olhos – deixaram de ser primitivos há pouco tempo.

- Nossa forma oozaru deve nos auxiliar no fator "primitivo". Pode não parecer, mas, os instintos nos tomam em certas circunstâncias, além de sermos muito possessivos com nossos parceiros de procriação ou se preferir, companheiros em vez de parceiros. Ambas as formas de falar estão corretas.

- Para mim, é uma forma que lembra um macaco com um focinho repleto de dentes.

- Então, sou mesmo Tarzan, uma vez que você disse que ele agia como um macaco por ter sido criado por eles... – nisso, ele fala roucamente – Vamos comemorar nossas novas definições na cama. O que acha?

- Nem sobre o meu cadáver!

- Prefiro você bem viva. – ele fala sorrindo.

Tights massageia a testa, sendo que seu medo diminuía, enquanto ficava levemente irritada pelo rumo da conversa.

Ao ver que a diversão acabou o guerreiro fala, ainda sorrindo, pois, sua escrava lhe agradava de várias formas e agradecia o fato que essa personalidade ficara, de certa forma, intacta, durante os anos de escravidão:

- Bem, além do que você precisa, também iremos comprar todos os materiais de higiene que você desejar, sendo que poderá escolher, também, algumas roupas diferentes e bem discretas para usar dentro da minha mansão, pois, não quero nenhuma parte de seu corpo à mostra, com exceção do rosto, das mãos e dos pés, sendo que nos pés, sempre tem que ter algum calçado para cobri-los. Somente este Raditz pode ver o seu corpo e mais ninguém... – ele fala possessivamente - Poderá também comprar algumas joias e outros itens. E o melhor de tudo, não precisará carregar peso. Vou mandar separar a escrava mais forte para nos seguir.

Ele sorri ao vê-la ficar boquiaberta, adorando o fato que as lágrimas e a dor em seu semblante, assim como o odor de medo, diminuíam cada vez mais, até que percebe que ela olha desconfiada para ele, fazendo-o erguer uma sobrancelha, com o saiyajin perguntando:

- Por que está ressabiada?

- Não entendo o motivo de querer me dar joias, assim como permite que eu compre o que precisar.

Então, sorrindo ainda mais, fazendo-a arquear o cenho, ele fala:

- Quero agradá-la. Além disso, o fato de ter me proporcionado um prazer acima das minhas expectativas, me faz querer dar coisas para você. Quando eu disse que nunca senti um prazer intenso como foi com você, com nenhuma outra fêmea, mesmo saiyajin, era verdade. Confesso que foi uma surpresa maravilhosa e igualmente inesperada. Além disso, sempre dou presentes para as escravas que me agravam. As do meu harém são as provas vivas disso.

Tights cora, enquanto que não compreendia o motivo de se sentir incomodada, frente à citação do harém e que ele tinha várias fêmeas, sendo que deveria agradecer que elas existiam, pois, assim, diminuiria as chances dele querer penetrá-la, passando a reservar somente para elas, segundo o acordo deles.

Claro, era egoísta ao pensar dessa forma e podia soar como cruel, desejando o estupro para outra mulher e não era hipócrita para criticar alguém que fosse egoísta, pois, ela também era assim, pensando somente no melhor para si, enquanto tentava sobreviver em um universo hostil. Perante a escravidão e o perigo de perder a virgindade, assim como de se tornar brinquedo sexual, a fazia agir de forma egoísta e pensar "antes ela do que eu", sendo que não se orgulhava disso.

Afinal, apenas não queria ter que aguentar o seu dono dentro de si, como era com as outras. Se pudesse impedir esse destino, faria de tudo, inclusive ser egoísta. Foi o que ela aprendeu com os outros escravos, pois, muitos somente pensavam neles mesmos e no máximo, em seus entes queridos. Perante o que viviam, não podia ser considerado algo errado e isso, de certa forma, aplacava a culpa que a acossava, ás vezes, quando pensava em formas de não sofrer o destino de uma escrava sexual.

- Saiba que nunca fui tão gentil em dar presentes, nem com as do harém, que precisam fazer muitas coisas para ganharem presentes. Você é especial, de certa forma.

Então, a vê corar, após ficar embasbacada e ele ri levemente, falando:

- Você também é alguém bem divertida. Adoro as faces que você exibe.

Nisso, ela revira os olhos e dobra os braços na frente do tórax, para em seguida bufar com visível aborrecimento na face.

- É bom saber que divirto o senhor dessa forma, mestre. – ela fala sarcasticamente.

Nisso, ele ri ainda mais e a chikyuujin continua bufando, sentindo vontade de apertar o pescoço de seu dono e estrangula-lo, sendo que este gargalhava, fazendo-a virar a cara ainda mais.

- Você me diverte humana. É bom saber que também tenho esse adicional. Além disso, percebo a sua raiva. Mas, você é fraca e nem me faria cócegas, acredite.

Ela fica inicialmente alarmada ao saber que ele percebeu o seu intento, mas, depois relaxa, ao ver que o saiyajin sorria ainda mais e não ficava irado, como qualquer outro dono ficaria se a sua escrava tivesse tal olhar e desejo, assim como falta de respeito para com o seu proprietário, desde que ele entrou no quarto.

Então, a humana relaxa e fala, virando o rosto:

- É bom saber que tenho esse adicional, mestre. – a chikyuujin fala sarcasticamente.

- Devia se orgulhar. – ele fala sorrindo.

Tights apenas revira os olhos e massageia as têmporas.

Então, o guerreiro pergunta com um sorriso no rosto:

- Quer ir fazer compras ou ficar nesse chão? Além disso, você precisa se alimentar. Quanto às roupas que irei comprar, você irá coloca-las no meu armário.

- Sim, mestre. – ela se levanta, sendo que não consegue controlar a animação por sair da mansão.

Claro, adorava ficar escrevendo por horas, sentada em algum lugar, pois, apesar de ser uma inventora como todo o Briefs, sendo tão inteligente quanto a sua irmã caçula e seu genitor, ela preferia escrever a inventar.

Além disso, precisava sair de vez em quando e já que, estava naquele planeta, deveria, ao menos, aproveitar a oportunidade de conhecê-lo melhor, embora que sabia que seu planeta natal era muito mais belo do que esse "planeta da morte e crueldade", cujo céu era rubro como o sangue das pobres vítimas deles, a seu ver.

Raditz fica aliviado ao ver a mudança no semblante da humana, conforme ela se levantava do chão, sendo que exibia um olhar pensativo.

- Gostaria de fazer um tour pelo planeta com você. Porém, não temos tempo para fazer isso, agora. Iremos fazer compras e depois, preciso leva-la para uma surpresa que tenho reservado para você. O tour fica para outro dia.

- Surpresa? – ela arqueia o cenho.

- Sim.

- Qual? Estou curiosa. – a humana sorri, animada, sendo que ele adorava o sorriso dela.

Nisso, ele leva seu nariz ao pescoço de Tights, retendo-a em seus braços, com a sua cauda circundando a cintura dela, possessivamente, inspirando o seu perfume, simplesmente maravilhoso para ele, percorrendo o rosto dela, uma parte do pescoço descoberta e a nuca com o seu nariz, fazendo a sua respiração quente se chocar contra a pele dela, sentindo-a tremer em seus braços, enquanto sorria de canto ao ver a influência sobre ela, percebendo que a humana bufava por causa da reação de seu corpo, até que mordisca a marca dele, nela, fazendo-a gemer.

A chikyuujin arregala os olhos, se assustando com o seu gemido e o fato que o seu corpo correspondia às carícias sutis e igualmente gentis do saiyajin, até que ele a beija nos lábios, a surpreendendo, para depois se afastar dela, que não consegue conter a frustação imediata em sua face e ao perceber a sua reação e o sorriso presunçoso do guerreiro, Tights bufa e fica irritada, enquanto virava o rosto para o lado, cruzando os braços na frente de seu tórax, com ele percebendo, que não achava ruim o fato de sua cauda envolver a cintura delicada da humana.

- Segredo... – o guerreiro sorri ao vê-la bufar - Eu poderia tê-la aqui e agora, sem penetrá-la, que você não iria recusar.

Ela fica surpresa e depois cerra os dentes, sabendo em seu íntimo que era uma verdade amarga, embora não apreciasse tal constatação, para depois o olhar com uma face que faria temer o homem mais corajoso do mundo, sendo que Raditz é um pouco afetando, fazendo o seu sorriso diminuir, embora persistissem vestígios do mesmo:

- Você não deve nada para uma de minha raça, quando faz uma face dessas, acredite.

- É bom saber disso, mestre. – ela fala vitoriosa.

Raditz sorri, para depois abanar a cabeça para os lados, ainda sorrindo, enquanto saia de seu quarto, adorando o fato da sua escrava lhe surpreender tanto.

Ainda sentindo-se irritada pela reação de seu corpo, ela sai dali, bufando, sendo que ao descer as escadas, observa a movimentação de escravas atarefadas, assim como duas escravas fortes de uma raça que usava espécies de arreios que cobriam partes do seu corpo, sendo que carregavam um chicote na cintura e possuíam características próximas das ferais, apesar de terem um corpo harmonioso e igualmente escultural, aparentando o fato de serem bem fortes.

No dia anterior, quando chegou na mansão, estava tão nervosa e apavorada, que subiu para o quarto de seu dono e se encolheu no chão, esperando que a noite viesse e seu martírio começasse. Estava tão assustada e tensa, enquanto lutava para evitar que se recordasse do que fizeram na nave, que não fez nenhuma questão de andar pela mansão, assim como caminhou para o quarto, praticamente, "cega" a qualquer movimento a sua volta, limitando-se a ficar no imenso e luxuoso, quarto, lutando contra o terror que sentia ao imaginar Raditz a tocando, novamente, com a diferença que foi despida na noite anterior.

A chikyuujin fica alarmada quando percebe que elas olhavam demoradamente para ela, com uma face indecifrável, sendo que Tights não sabia como agir, até que desviam a face, conversando algo em seu idioma, enquanto se afastavam dali.

A humana suspira aliviada e ao terminar de descer as escadas, encontra uma jovem alienígena atarefada que usava um decote amplo, que mostrava bem os seus seios, cobrindo-os apenas pela metade, ao ponto deles parecerem que saltariam para fora, assim como trajava uma saia curtíssima, que cobria apenas as nádegas, deixando o início das coxas de fora, sendo similar ao modelo que usava, embora a diferença fosse gritante.

Então, ela pensa consigo mesma, revoltada, sendo que torcia os punhos ao se recordar das duas escravas usando arreios, sendo que estes tinham pedaços de couro consideráveis que cobriam metade dos seios e a intimidade delas:

"Saiyajin pervertido."

- Com licença... Onde os escravos comem? – ela olha com visível pena para a escrava, enquanto sorria gentilmente.

A alienígena se vira para ela, arqueando o cenho, olhando-a de baixo para cima, passando a exibir confusão no rosto, inicialmente, para depois, Tights ver o olhar dela se estreitando, podendo perceber o brilho de raiva nos orbes da jovem, que pergunta indignada para a chikyuujin:

- Qual a sua categoria de escravo?

- Escrava doméstica.

- É bonita... não entendo porque não usa uma roupa como a nossa.

- Foi o nosso mestre que mandou usar esse tipo de roupa.

- Este tipo de roupa, somente é usado por escravas feias para esconderem a sua feiura, pois, cobrem todo o corpo, deixando apenas o pescoço e a cabeça para fora, assim como as mãos.

- Olha... Só quero saber onde vocês comem.

Ela fala com irritação na voz, por ser alvo da raiva de outra escrava que usava roupas indecentes, assim como as outras que haviam parado, momentaneamente, de fazer as suas obrigações para observar ambas.

Apesar de estar irritada, compreendia a reação da escrava a sua frente e isso a fazia sentir-se, em parte, mal pela situação delas, assim como sentia que não podia criticar o comportamento da jovem, pois, provavelmente, teria a mesma reação no lugar dela.

Portanto, criticá-la, seria hipocrisia.

Além disso, nunca iria falar que o mais justo seria usar o que as demais usavam, até porque, odiaria usar uma roupa que mostrava tanta coisa.

Claro, podia soar como sendo algo egoísta, mas, nunca iria pedir para o seu dono deixá-la em igualdade com as outras.

Porém, mesmo possuindo tal pensamento, este não a impedia de se sentir mal, enquanto sentia que seu estômago doía de fome. Aliais, ao pensar melhor, descobriu que sequer almoçou ontem. A última vez que comeu foi na nave.

Afinal, ela estava tão nervosa e apavorada com o que iria acontecer à noite, quando ficasse com o seu dono no quarto dele, que nem pensou em comer. Agora, que não estava mais nervosa e nem assustada, seu estômago queria o que lhe foi negado no dia anterior.

- Voltem ao trabalho!

Uma voz alta e imperiosa, seguido do estalar de um chicote no chão, fez todas voltarem ao que faziam e quando a jovem humana se vira para trás, observa uma das escravas de aparência feral com um chicote na mão, que se aproximava com um semblante indecifrável e começa a sentir medo, sendo que a escrava ao seu lado se encolhia, enquanto a mesma avançava em direção a ambas.

Inclusive, sentiria pena da escrava ao seu lado, senão estivesse tão aterrorizada, enquanto imaginava que havia quebrado alguma regra e que seria punida por isso, não sabendo se era melhor o chicote do que a coleira.

Afinal, a punição da coleira era a sensação do choque ou de ser queimada viva. Ambas as punição estimulavam, extremamente, as terminações nervosas, fazendo o escravo sentir uma dor lacerante, enquanto gritava, sem conseguir conter a voz, assim como a sensação de ser queimado vivo.

Ela não consegue conter o medo que a tomava, pois, as lembranças das punições estavam bem vívidas em sua mente, somando-se a humilhação e vergonha quando ficavam punindo mais de dez minutos, fazendo os esfíncteres dos escravos falharem, fazendo-os defecarem e urinarem sem qualquer controle.

Após o castigo, as terminações nervosas estavam tão sensíveis, que o fato de tocar na pele, disparava novas dores e assim se seguia por até meia hora, dependendo do tempo de punição ordenado à coleira.

Então, quando ela fica próxima delas, Tights sente um intenso pavor e sua respiração parece falhar, enquanto que percebia que a escrava ao seu lado quase estava desmaiando de medo, enquanto se encolhia contra a parede atrás delas, com a humana ficando alarmada ao ver que olhava para ela, fazendo-a tremer ainda mais, enquanto se recordava dos inúmeros castigos que sofreu, quando era escrava dos ryuushiro-jins, suscitando antigos medos que a fizeram rever seu comportamento perante o seu dono, quando se esqueceu de quem ele era, sendo que se fizesse um quinto do que fez com o seu proprietário atual, no quarto, estaria sendo punida, severamente.

Tights suspeitava que Raditz houvesse mandado puni-la e isso justificaria o fato da responsável pelos escravos, munida de um chicote, se aproximar dela.

Afinal, a seu ver, era a hipótese mais plausível, pois, não se recordava de ter feito algo de errado, desde que desceu as escadas, sendo ciente que somente agiu de forma inapropriada perante o seu dono, que apesar de parecer ter gostado, podia ter fingido, apenas para fazê-la relaxar, para no final puni-la, como um jogo doentio, que vivenciou tantas vezes com os ryuushirojins e que inclusive, foi ludibriada apenas uma vez, passando a ficar atenta nas outras vezes, frustrando assim aqueles que queriam vê-la se desesperar ao enganá-la.

Naquele momento, ela estava esbravejando maldições, contra si mesma, por ter se esquecido dos jogos doentios que o ex-dono dela adorava fazer com os escravos, fingindo que não se importava com certos atos, apenas para ter o prazer de punir severamente, pois, amava ver o sofrimento e a humilhação, assim como os outros, principalmente quando os escravos urinavam ou defecavam, sendo que ela passou por isso.

A chikyuujin não compreendia o motivo perante o seu dono, de ter se esquecido dessas lições importantes que aprendeu na base da dor, do sofrimento e da humilhação em público.

Se tivesse se lembrado, agiria de forma extremamente submissa e obediente, tratando o seu proprietário com o devido respeito, sem ousar olha-lo e somente respondendo quando ele lhe perguntasse, em vez de conversar e inclusive, discutir com o seu dono, se amaldiçoando em pensamento por sua tolice e por ter sido idiota, além de burra, por ter se esquecido das punições e de como deveria agir perante o seu dono.