Notas da Autora
Gine fica feliz quando...
Ela se surpreende, quando descobre que...
O rei vegeta fica surpreso quando...
Então, ele decide...
Yo!
Peço desculpas pela demora em atualizar.
A partir de hoje vou atualizar a cada vinte dias. Se conseguir terminar o capítulo antes, eu posto. Os vinte dias é o meu tempo limite.
Antes, coloquei o prazo de quinze dias, mas, o meu trabalho anda muito movimentado, já que trabalho em um escritório de advocacia.
Portanto, o limite de quinze dias para mim é impossível manter. Torno a repetir que se conseguir terminar o capítulo antes, eu posto.
Senão, só depois de vinte dias.
Lamento.
Tenham uma boa leitura. ^ ^
Capítulo 54 - O pedido de Bardock
Conforme o esperado por Gine, que assistia as lutas, Raditz, está derrotando todos os seus oponentes, quando escuta o som de chamada do seu scouter e ao ver de quem era fica emocionada, sendo que chega a secar uma lágrima, enquanto evitava chorar de alívio na frente de seus conterrâneos, pois, muitos já a olhavam com plena crítica em seus olhos, por uma saiyajin ousar chorar.
- Bardock?! Você está vivo? Que bom! Eu estava tão preocupada!
- Eu estou bem, Gine. Mas, preciso que faça um favor. Confie em mim.
Ela arqueia o cenho e fala:
- Claro que confio em você. Qual é o favor que quer que eu faça?
- Raditz está lutando, agora, né?
- Sim. Mas, como você soube que ele está lutando, agora mesmo? – ela pergunta surpresa, pois, senão se enganava, a nave ainda estava longe de Bejiita, para receber o sinal de tevê.
- Ele acabou de receber um gancho de direita, não foi?
Ela fica estarrecida ao ver que ele acertou e fala com visível surpresa na voz:
- Sim. Como você sabia?
- Primeiro, vá para um lugar reservado. Raditz acabou de nocautear o seu adversário, portanto, ele vai voltar para a sala de espera. Nesse momento, saia e vá para um local que não tenha outro saiyajin.
Ela ia questioná-lo, quando nota que o seu filho nocauteou o seu oponente e sorri ao ver a genitora, para depois se dirigir a área de espera.
Então, Gine sai do local, discretamente e caminha até ir para uma sala, sendo que não tinha ninguém.
Então, fala:
- Já estou em um lugar que não tem ninguém.
- Ótimo.
- Como sabe o que está acontecendo? A sua nave está demasiadamente longe para capitar algum sinal de Bejiita, ainda mais da espécie de torneio.
- Eu explico depois. Preciso que faça algo por mim, já que neste momento eu estou longe de Bejiita. Saiba que precisa fazer de modo que Raditz não perceba o que fez. O próximo oponente dele na semifinal será forte. Aproveite para nocauteá-lo com a onda de ki que usamos nas kibajins, no caso, a distância em relação a ele, quando o oponente dele acertar um forte gancho de direita nele, após soca-lo consecutivamente na face. Nesse momento, quando der o gancho de direita, discretamente, o acerte com uma onda de ki direcionada a nuca dele. Ele vai pensar que foi o soco que o nocauteou.
Ela fica estarrecida e pergunta:
- Mas, por quê? Nos prometemos que não íamos intervir em suas escolhas. Por mais que me agrade a ideia dele não partir em alguma missão de extermínio, estaríamos nos intrometendo em sua vida.
- Eu sei... Saiba que ao fazer isso, irá salvá-lo. Preciso que confie em mim e que faça o que eu pedi. Quando eu voltar, vou explicar o motivo. Até que eu chegue em Bejiita, você precisa manter Raditz no planeta. Ele não pode sair com o príncipe em hipótese nenhuma. Fazê-lo perder a competição, o fará ficar confinado no planeta, até que eu chegue.
- Eu confio em você e mesmo não compreendendo como isso pôde salvá-lo, eu vou fazer o que me pediu, pois, você nunca iria intervir na vida dele sem ter um forte motivo.
- Tem que fazer como eu peço, pois, se ele descobrir a verdade, provavelmente, irá se revoltar e não quero que ele parta do planeta na primeira nave disponível.
- Ele não vai desconfiar. Vou fazer discretamente. Portanto, eu vou procurar o lugar mais próximo dele e os scouters não irão conseguir detectar, como sempre, a rápida mudança do meu poder de luta.
- Excelente.
- Espero revê-lo em breve, meu Bardock.
- Eu também quero revê-la, minha Gine.
- Vou voltar, pois, em breve a luta dele vai começar e preciso procurar um lugar bom.
- Sim. Eu volto a falar com você mais tarde, sendo que não vamos citar nada disso entre nós, novamente. Agora foi o único momento em que esse assunto está sendo tocado. Vai que ele nos ouve.
- De fato, é perigoso... Vou esperar ansiosamente a sua ligação. Aposto que nossos filhos vão adorar falar com você.
- Até mais, minha Gine.
- Até mais, meu Bardock.
Após encerrar a ligação dele, ela volta ao local reservado para o público e fica feliz ao conseguir um lugar excelente para usar a técnica.
Então, fica surpresa quando percebe que de fato, o final da luta se sucedia como o seu companheiro descreveu e no momento exato que ele falou, ela usa a sua técnica, para Raditz pensar que foi nocauteado pelo seu oponente.
Na arquibancada real, o rei se surpreende ao ver que Raditz cai e passa a pensar que talvez alguns relatórios estivessem errados, pois, se estivessem certos, ele teria conseguido vencer o torneio da Segunda classe e não teria perdido na semifinal.
Ele suspira cansado, após considerar o fato de que alguns relatórios não eram precisos, mesmo com ele chegando à final.
Após mais uma luta, chega a final do torneio de Terceira Classe. Omonarca se levanta de sua poltrona e declara Karudo como sendo um dos saiyajins que iriam acompanhar o seu filho, sendo que depois foi realizado o torneio de Primeira classe, já que o de Terceira Classe foi feito antes do de Segunda classe e um jovem chamado Keeki (beet beterraba) venceu.
Gine se sentia mal em fazer isso com a sua cria e após pegá-lo no colo, não pôde impedir da culpa tomar o seu coração, enquanto voava a até a casa dela e de Bardock, para coloca-lo em uma máquina medicinal particular.
Enquanto isso, o Kaulek do rei se aproxima do mesmo e fala algo próximo do ouvido do soberano, o surpreendendo, para depois o monarca arquear o cenho, sendo que em seguida cerra os dentes e torce os punhos, para depois sair do local, enquanto a sua cauda se contorcia de raiva na cintura.
Longe dali, ele pergunta ao seu Kaulek:
- O bastardo do Freeza quer falar comigo?
- Sim, senhor. O desgraçado está aguardando o senhor no canal prioritário um.
O rei Vegeta acessa o seu scouter e transfere a chamada do canal prioritário um para o seu aparelho.
Então, ele ouve a voz que mais odiava no universo, enquanto torcia os punhos pela imensa raiva que sentia, assim como a sua cauda se contorcia de raiva na cintura.
- Eu tenho um pedido, rei Vegeta.
O monarca sabia que não era um pedido, por mais que o arcosiano usasse uma voz cordial, sendo que sabia que o tom era falso e que na verdade era uma ordem que deveria cumprir pelo bem de Bejiita.
- Qual o pedido Freeza-sama?
- Chegarei ao seu planeta em três meses e dessa vez, quero uma espécie de comemoração. Portanto, como é um evento inusitado, eu quero que todos os saiyajins estejam no planeta.
O monarca percebe que em tese, teria que cancelar a viagem do filho.
Porém, havia dado a sua palavra e não podia muda-la, pois, tinha a sua honra de guerreiro e ao pensar melhor, percebe que Vegeta teria algumas semanas para se divertir no planeta com os outros, sendo que daria tempo de ir, ficar algumas semanas e depois, teria tempo de sobra para voltar, antes que Freeza chegasse, pois, com certeza iria perguntar da presença do príncipe.
- Sim, senhor. Vou convocar todos os saiyajins e irei ordenar os preparativos para a comemoração.
- Ótimo. Nos veremos daqui a três meses.
Nisso, a ligação é encerrada, enquanto que o rei torcia os punhos e exclamava:
- Maldita seja você, Freeza!
- É revoltante mesmo, meu senhor, que nós os saiyajins, precisamos nos curvar a esse bastardo. – o Kaulek dele fala, sentindo muita raiva.
- Nós, os guerreiros mais poderosos e natos, nos curvando para um bastardo de um arcosiano é revoltante!
Após alguns minutos, o monarca fala:
- Poderíamos aproveitar o fato de que quase todos os saiyajins irão voltar ao planeta em três meses, para ataca-lo, quando ele se aproximar do planeta. Ele não iria esperar um ataque contra ele.
- Excelente ideia, meu senhor. – o Kaulek fala animado.
- Reúna os guerreiros mais poderosos. Iremos fazer um ataque surpresa a esse bastardo. – o rei fala, seriamente.
- Estou ansioso para derrotar esse desgraçado, que ousa nos tratar como se fôssemos seus servos.
- Vou voltar ao torneio. Comece a reunir os mais poderosos. Não me importo se é macho ou fêmea. Quero todos os de Elite comigo. A única exceção será Nappa, que vai acompanhar a minha cria. Pegue os de Primeira classe mais poderosos, cujo poder esteja próximo do mínimo requerido para um saiyajin de Elite para servirem no grupo principal de ataque. Não se esqueça da ordem do bastardo do arcosiano. No final, poderá nos ajudar, já que como é uma ordem dele, irá justificar o fato de termos muitos saiyajins no planeta.
- Sim, senhor!
Ele se curva levemente, para depois se retirar, ansioso para reunir os mais poderosos, enquanto que o monarca voltava até o local onde estavam sendo realizados os torneios individuais de cada classe.
Há centenas de anos luz dali, Bardock termina de se trocar e sai, após colocar o seu scouter na face, sendo que sabia onde a sua equipe estava e que era no refeitório.
De fato, todos estavam no refeitório, comendo, até que escutam o toque de chamada do circuito interno e antes que um deles atendesse, Bardock surge, os surpreendendo, pois, eles não sabiam que o líder havia saído da máquina medicinal, sendo que notam que os seus olhos exibem preocupação, conforme olhava o comunicador da parede, para depois fechar os olhos e inspirar profundamente para atender, como se tivesse receio do que ia ouvir.
Então, a voz de um soldado é ouvida pelo intercomunicador da nave:
- O rei Vegeta ordenou que todas as naves voltem para Bejiita, imediatamente, pois, será feita uma comemoração e todos precisam estar no planeta.
Bardock fica com uma feição séria, processando o que ouvia, para depois inspirar, enquanto torcia os punhos, sendo que em seguida fala:
- Bardock falando. Mensagem ouvida. Estamos retornando ao planeta.
- Ótimo. Irei comunicar a Central de missões.
Então, a ligação é encerrada.
O grupo de Bardock que observava as suas reações, ainda estavam surpresos, sendo que não conseguiam compreender a surpresa que ele exibiu em seu semblante e as suas reações antes da mensagem e durante a mesma.
Um deles pergunta:
- Tudo bem, Bardock?
Ele sai de seus pensamentos e olha para o seu subordinado, falando:
- Tudo bem... Descansem, pois a viagem será longa.
Então, eles saem, sendo que ele senta e come, para depois ir ao seu quarto.
Ele deita e aproveita para alinhar mentalmente todas as visões que teve, enquanto procurava estudar uma forma de controlar, mais conscientemente as visões, pois, iria precisar delas, principalmente dali a alguns meses, sendo que percebeu em suas visões, que daria tempo dele chegar antes de Freeza, para que pudesse fazer o que fosse necessário para salvar a sua família, sendo que não se importava mais com o fato de não salvar a sua raça, após as visões alternativas baseadas no fato dos saiyajins sobreviverem e outras, da raça dele destruindo Freeza e concordava com Kanassi, que de fato, com exceção de alguns, a sua raça não podia assumir o lugar de Freeza, pois, condenaria todo o universo, da mesma forma que o arcosiano condenava.
Ele se lembra, que ao saber da existência de tal poder, chegou a pensar que teria sido bom ter tal poder a alguns anos atrás, para que pudesse salvar o seu pai, Kabbage e os outros que morreram, pois, foi dada uma missão muito acima da capacidade deles.
Portanto, eles foram mortos, enquanto tentavam invadir um planeta.
Claro que depois, conseguiu a missão de exterminar os habitantes do planeta onde eles morreram e na forma oozaru, juntamente com os seus outros soldados, conseguiu exterminar em alguns dias, a raça de insetos humanoides que lembravam baratas gigantes, que possuíam uma toxina potente que podia paralisar os oponentes, ao afetar o sistema nervoso central, após algumas horas de contato. No caso dos saiyajins, em apenas um dia, podia paralisar parcialmente. Mas, nunca seria uma paralisia total.
Porém, atrapalhava os movimentos, sendo que a maioria deles tinha um nível de poder considerável e eram difíceis de matar, pois, mesmo sem a cabeça, podiam lutar e também eram demasiadamente numerosos, com uma alta capacidade de proliferação.
Como sabiam de tal toxina, Bardock e seu grupo de ataque, usaram máscaras especiais feitas do mesmo material das armaduras, possuindo a mesma elasticidade, permitindo assim que lutassem na forma oozaru com elas.
Ele sai de suas recordações e suspira, para depois voltar a treinar os seus novos poderes.
Há milhares de anos luz dali, a nave de Freeza vagava pelo universo, sendo que ele sorria frente ao fato do seu plano estar dando certo, pois, queria exterminar o maior número possível de saiyajins.
Ele estava na ponte de comando e pergunta a um dos seus subordinados:
- Como está a reunião dos dados sobre a localização desses macacos?
