E aí, beleza?

Galerinha, me desculpe mesmo por não ter postado esse capítulo, mas eu fiquei sem internet, devido a divergências cadastrais (fiqueidevendoenã), mas está aqui um capítulo totalmente excelente, eu gostei muito então... acho que é isso, vamos as advertências e notas. E outra, esqueçam as desculpas sobre o meu chilique do capítulo 42, ainda tá valendo.

Nota: Beyblade não me pertence, apenas alguns personagens são de autoria minha e tem personagens que são de autoria de amigos e leitores.

Nota2: essa fic é de MINHA autoria e NÃO tem fins lucrativos.

Nota3: tudo aqui é fictício assim como os personagens, seus nomes e características, não tava com a mínima de estudar geografia para saber as cidades e seus pontos turísticos, ou seja, também é fictício, e então qualquer semelhança.... é uma mera coincidência.

Blábláblá- falas!!!

Blábláblá- pensamentos!!!

OBS: o que aparecer em (parênteses) não notas minhas, alguma pergunta repentina e muitas vezes idiota, e algumas vezes serão curiosidades, tendo haver ou não com a história a ser contada... Alguma duvida???? Lá em baixo selecionem o "review this story-chapter" e aproveitem e deixem um recadinho bom ou malvado, toda critica construtiva é bem vinda! ^^

Advertência: ler essa fic pode causar sérias lesões na cabeça, não me responsabilizo pelos danos!!!! ^^ (é só olhar pra eu!! Ahuahauhauhauahuah. XD)

Frase do dia: "Se emperrar, force. Se quebrar, precisava trocar mesmo".

Divirtam-se!

Quando a bomba explode. PT 03!

Após uma revelação bombástica, vem outra.

Tyson- Isso não é tudo, não só o Carter é pai dele, mas como o senhor Dickinson é avô dele! – nisso todos olham espantados para Dickinson.

Ray- Isso... é verdade? – estava chocado com a notícia.

Sr. Dickinson- Sim, é verdade.

Kenny- A quanto tempo vocês sabem disso?

Carter- Faz 5 anos que eu descobri.

Sr. Dickinson- Eu descobri faz 3.

Ray- Mas pretendiam falar?

Sr. Dickinson- Com certeza, temos que conversar com ele, mas com a doença do Tyson, as constantes ameaças de Voltaire, não teve como.

Kenny- Mas assim, como o Dickinson é avô do Kai? Há não ser que... – olhou abismado. – O senhor e a filha do senhor Dickinson? – perguntava espantado para o Carter.

Sr. Dickinson- Não. Carter é o meu filho.

Todos- O que? – ainda mais espantados.

Kenny- Mas como isso? É que...

Carter- Tentamos esconder esse fato, até conversar com o Kai, mas... alguém ouviu antes. – olhando para Tyson, que fica sem graça.

Max- Cara que irado, finalmente um avô gente boa. – dizia sorrindo, acho que foi o único que viu o lado bom da situação. – Porque o Voltaire, ninguém merece. – apesar de Dickinson ter gostado do elogio de Max, ainda estava preocupado.

Sr. Dickinson- Eu tentei falar com ele, mas houve vários contra-tempos, quando tive uma oportunidade eu a deixei escapar. – falava se sentindo com tom de culpa.

Kenny- Perdoe a intromissão, mas quando foi?

Sr. Dickinson- Foi quando ele me pediu para guardar a Black Dranzer...

Ray- E porque não contou?

Sr. Dickinson- Porque, ele me contou antes que tinha entregado o campeonato, nisso eu falei umas bobagens, desde então eu só venho errando.

Kenny- Então o senhor está com a Black Dranzer?

Sr. Dickinson- Não, Kai a trocou pela cura do Tyson.

Tyson- O que? – chocado com aquilo.

Sr. Dickinson- Sim. – mas olhou sério. – Não sei como eu vou olhar para ele agora.

Ray- Vamos o deixar melhorar, aí vocês conversam com calma.

Tyson- Meu Deus, então foi assim que me curei. – estava surpreso, mas triste.

Max- O que foi Tyson?

Tyson- Eu coloquei o mundo em risco... – estava triste e preocupado. – E o Kai em risco, ele trocou a Black Dranzer pela minha cura.

Sr. Dickinson- Não se sinta culpado, ele sabia dos riscos, mas também sabe que vocês vão deter Voltaire.

Tyson- Com certeza vamos. – e o médico aparece.

Médico- Senhor Dickinson, senhor Carter, preciso falar um momento.

Tyson- Nem pensar, se é sobre o Kai, pode falar aqui na nossa frente. – como se fosse uma ordem.

Médico- Mas... – Carter o interrompe.

Carter- Tudo bem.

Médico- Ele recuperou a consciência.

Sr. Dickinson- Mas isso é ótimo. – dizia num tom otimista.

Max- Ainda bem, estava ficando preocupado. – dizia mais aliviado. Mas algo incomoda Carter.

Carter- Tem algum problema?

Médico- A febre apesar de controlada, ainda está alta. – o médico fez uma feição mais séria. – Mas ainda não recuperou os movimentos das pernas e está perdendo também o movimento dos membros superiores... – Tyson interrompe.

Tyson- Como isso?

Médico- Infelizmente não acabou, além de estar completamente cego, está com dificuldades para respirar, e o ferimento no ombro está bastante grave. – Carter fica com raiva, senhor Dickinson ao ver Carter tenta consolá-lo, os bladebreakers ouvem abismados.

Carter- Ferimento no ombro? – um tanto estranho.

Sr. Dickinson- Mas doutor ainda não descobriu o que ele tem? – estava abismado com aquilo.

Médico- Ainda não, fizemos todos os tipos de exames de sangue, tomografias, todos os tipo, alguns demoram 24 horas para sair o resultado, outros não acusaram nada ainda.

Carter- E esses sintomas, vão impedir ele de respirar totalmente? – falava preocupado.

Médico- Sinceramente? Eu digo de 3 a 4 dias, estamos medicando como podemos, vai depender de como ele irá responder aos remédios.

Tyson- Deixa a gente ver ele, por favor! – implora Tyson.

Kenny- Sim, por favor.

Médico- Bem... – ao ver não só Tyson, mais como os outros meninos. – Vou abrir uma exceção, mas, por favor, mantenham a calma, ele precisa ficar tranquilo, sem stress.

Tyson- Valeu cara.

Sr. Dickinson- Obrigado doutor. – eles seguem até o quarto onde Kai estava, eles ficaram quietos e com medo, apenas Carter havia visto o Kai antes, isso quando ainda estava desacordado. Agora era diferente. Ao entrarem no quarto o clima pesou, assim como era triste verem o Tyson tempo atrás numa cama por uma doença, era a segunda vez que Kai estava num leito.

Tyson- Kai? – chamou calmo e baixo, Kai abre lentamente os olhos, mas estavam totalmente opacos e sem vida.

Kai- Tyson? – sua voz era fraca, seu tom era baixo, e piorava com a máscara.

Tyson- E aí cara? Você nos deu um grande susto. – tentando animar o ambiente.

Ray- É verdade, chegamos até achar que tinha acontecido o pior.

Kai- Pior... que... – tosse por causa do ar que estava com dificuldade de passar pelos pulmões. – Pior... que isso?

Carter- Você vai melhorar Kai. – falava tentando passar confiança ao jovem.

Sr. Dickinson- Isso mesmo. – chega perto do Kai e afaga os cabelos do jovem. – Você só tem que descansar.

Tyson- E prometo que quando a gente treinar, eu não vou reclamar de acordar cedo... pelo menos por uma semana.

Max- Logo você vai lutar de novo.

Médico- Vocês tem que ir, ele precisa descansar.

Kai- Ray. – chama baixo.

Ray- Fala Kai.

Kai- Venha aqui. – Ray se aproxima e Kai lhe fala algo, Ray só olha estranho para o Kai.

Ray- Mas... – estava um pouco sem jeito.

Kai- Eu falei... sério. – fala no tom mais irritado o possível no momento.

Ray- Tudo bem. – concordando, mas tinha um pouco de receio. Kai fecha os olhos de novo, estava cansado, e tentava puxar a coberta, mas lhe faltava força.

Médico- Por favor. – fala um pouco mais autoritário, mas ainda calmo.

Tyson- A gente vem te ver de novo, não se preocupe, vamos ficar no hospital, até tu sair. – e ele sai, sendo seguidos dos outros, Ray olha novamente para Kai.

Ray- Como vou fazer isso? – faz uma cara chateada e sai. – até logo Kai. – e sai do quarto.

Max- Sabe que vou torcer muito para que fique bem. – os bladebreakers saem do quarto.

Kai- Carter...

Carter- Tudo bem Kai? – se aproxima da cama, para ouvir o que ele tinha a dizer.

Kai- Preciso... te pedir u... – respira fundo. – uma coisa.

Carter- O que precisar.

Kai- Quero... que faça eles treinarem. – fala com bastante dificuldade. – Pedi para... para o Ray... mas ele não vai... – Carter o interrompe.

Carter- Mas eles não vão querer sair do hospital.

Kai- Por... isso mesmo.

Médico- Por favor senhor Carter, ele precisa descansar. – alertando Carter.

Carter- Deixa comigo. Até depois. – ele sai do quarto. No saguão Ray estava apreensivo.

Tyson- O que aconteceu Ray? O que ele te falou? – falava curioso.

Ray- Ele me disse... – toma fôlego. – Ele disse que se perdemos a próxima rodada, ele nos mata.

Max- Rsrsrsrs... O Kai não muda.

Tyson- Então não vamos desapontá-lo, mesmo assim, eu não quero morrer. Porque se perdermos, depois que ele sair do hospital, ele mata a gente.

Kenny- Vamos treinar então.

Tyson- Vamos vencer... – para pra pensar. – Vamos lutar contra quem?

Kenny- Bem, vamos ver. – mexendo no laptop. – É a equipe legião.

Tyson- Legião? Eles lutaram na China?

Kenny- Não, eles começaram nesse campeonato... mas não sei quem faz parte da equipe.

Ray- Então como sabe que eles não estiveram na China? – brincando, como se duvidasse da inteligência e das palavras do menino CDF.

Kenny- Porque não tem esse nome relacionado entre as equipes. – falando sério. – De qualquer jeito, eu já consigo os dados de qualquer equipe. – encarando Ray, que só sorria.

Ray- Rsrsrsrsrs... Vocês tem certeza que querem lutar?

Max- Com certeza, não vejo motivos para não lutar.

Tyson- Concordo com o Max. – parou para pensar. – Repararam que em quase todas as lutam, que fizemos esse ano, sempre faltou um integrante?

Max- Será que é aquele negócio de carma que dizem?

Tyson- Não acredito nesse negócio de carma. – respira de novo. – Vamos lá! – eles saem.

Nisso Carter e senhor Dickinson ficam para trás.

Carter- Não podemos deixá-lo sozinho.

Sr. Dickinson- Fazemos assim, cuide de tudo... – lembrando. – Quase esqueci que Ana queria falar comigo.

Carter- O senhor decide.

Sr. Dickinson- Você pode conversar com ela? Eu prefiro ficar e cuidar dele.

Carter- Como quiser, mais a tarde eu dou uma passada, para te manter informado. – olha para o quarto. – E para saber como ele está.

Sr. Dickinson- Certo, se cuide filho! – os dois se despedem e Carter sai do hospital. Alcança os meninos que estavam indo a pé para o hotel.

Carter- Esperem, eu levo vocês.

Tyson- Não precisa, vamos a pé. – falava calmo.

Carter- Não, eu insisto.

Ray- Obrigado senhor Carter. – eles vão até o carro, entram e seguem para o hotel. Mas já tinham os fofoqueiros de plantão.

Dimitri- Eles voltaram. – Ling e Elise foram até a janela olhar.

Alexander- Ainda não acredito que você ficou mais de 3 horas nessa janela. – dizia indignado.

Dimitri- Bem, só voltaram 4 deles. – olhou para o Alex. – O Kai deve ter ficado lá.

Alexander- Ou ele pode ter morrido.

Ling- ALEX!!! – diz zangada.

Elise- Vou ver o que aconteceu. – ela ia saindo do quarto.

Dimitri- Eu vou com você. – e os dois saem.

Enquanto isso, as meninas dos Fire Star estavam ainda conversando.

Annie- E eu acho que é por isso.

Niranda- Meu Deus, não acredito.

Nathy- Ah, mas você já contou a ele?

Annie- Não, eu acho que nem ele se lembra de mim. – dizia tímida. – Eu tinha 9 anos quando eu o vi pela última vez.

Niranda- Mas como ele era?

Annie- Sempre foi frio, mas aquele dia quando ele me ajudou contra um grupinho de playboy que queria destruir minha beyblade, não sei acho que até hoje fiquei com essa imagem.

Nathy- Mas assim amiga, você tem certeza que não é gratidão o que sente?

Annie- Não sei, mas eu fico sem jeito quando eu estou perto dele.

Niranda- Quem diria? De tantos meninos por aí, vai gostar logo do Kai. – elas continuavam a conversa sobre os sentimentos de Annie para com o Kai. Enquanto isso, os bladebreakers estavam andando, até dar de cara com Elise e Dimitri.

Elise- Como vocês estão?

Tyson- Ótimos, porque? – curioso.

Elise- Soubemos que o Kai estava sendo levado. – falava sério, não que estive muito preocupada, mas sim porque queria saber de tudo.

Ray- Não aconteceu nada, ele passou mal, só foi devido a uma gripe forte. – mentindo na cara dura, mas estava tão perfeito, que quem não visse o que aconteceu, acreditaria. Os bladebreakers restantes só olhavam para o amigo chinês.

Dimitri- Uma gripe não derruba a ponto de chamar uma ambulância. – tentando desmentir Ray.

Ray- Depende da gripe. – tentando argumentar.

Dimitri- Nenhuma gripe. – falava com certeza, Ray estava sem argumentos, mas Kenny olhou para os loiros na frente.

Kenny- H1N1. – Elise e Dimitri olham para o pequeno. – Com certeza vocês aprenderam sobre ela na escola ou por um acaso ficavam olhando pelas janelas, e não prestando atenção na aula? – falava com ironia, Tyson e Max seguram o riso.

Elise- Mande melhoras.

Dimitri- Vamos! – eles saem.

Tyson- Que aconteceu agora? – olhando para o Kenny.

Kenny- Gente chata. – ia andando.

Max- Nossa. – rindo, mas também gostou da "tirada" do Kenny.

Ray- Vamos esconder os fatos, é perigoso cair nos ouvidos de Voltaire. – falava baixo para os outros.

Kenny- O Ray está certo. – eles vão andando até os quartos. Mas infelizmente Voltaire já sabia de tudo.

Informante- Com certeza, foram para o hospital mais perto daqui, já que é conveniado com a ALB.

Voltaire- Me informe assim que os bladebreakers chegarem. ia encerrar a ligação.

Informante- Eles chegaram agora, estão com o Carter.

Voltaire- Tem certeza? – gostando do que ouvia.

Informante- Eles estão vindo para cá. – se esconde.

Voltaire- Fique de olho, me mantenha informado.

Informante- Sim senhor, algo mais?

Voltaire- Aquele demônio voltou?

Informante- Voltou.

Voltaire- Droga! Apenas me mantenha informado de tudo.

Informante- Sim senhor! – Voltaire encerra a ligação. Carter estava andando rápido logo a frente dos bladebreakers.

Carter- Tyson!

Tyson- Fale.

Carter- Pega tudo o que for necessário para o Kai, depois eu levo, vocês tratem de treinar.

Tyson- Tá. – nisso Carter ia andando. – Senhor Carter! – corre até o homem. – Me desculpa, eu não deveria ter falado, me desculpa mesmo. – falava arrependido.

Carter- Está tudo bem Tyson. – sorri para o jovem. – Teria que revelar isso mais cedo ou mais tarde, não esquente assim que ele se recuperar, eu contarei tudo.

Tyson- Eu sei. – falava já com seu habitual sorriso.

Carter- Depois nós conversamos com calma. – e sai.

Tyson- Beleza! – vai para o quarto. Carter encontra Ana no quarto onde estavam as Furious Girls e bate na porta.

Ana- Queeeeeem?

Carter- Ana.

Ana- Entre meu amigo. – nisso Carter entra. – Fale.

Carter- Você queria falar com o senhor Dickinson.

Ana- Ou com você tanto faz.

Carter- Vamos até o escritório.

Ana- Beleza! – e os dois saem. Ao chegar no escritório, Ana se senta na cadeira, Carter pega dois copos com água e dá um para Ana. – Valeu!

Carter- O que aconteceu? Porque está toda ferida!

Ana- Porque aconteceu um puta arranca rabo! – falava naturalmente, até lembrar que estava falando com o Carter e não com as amigas. – Aconteceu um imprevisto.

Carter- Conte.

Ana- O mesmo carinha que atacou o Kai na china, tentou me matar!

Carter- O que? Mas eram quatro!

Ana- Bem, esse individuo veio sozinho, e te digo... ele levou atraso comigo! - tomou mais um gole. – A pira foi o seguinte, eu briguei com as meninas aí sai para pensar um cado se não eu arrebentaria a cara do Hiro.

FLASHBACK ON!!!

Ana- Idiota! Eu to de saco cheio já, se quiserem sair saiam de uma vez! Ficam de ameacinhas. andava chutando tudo quanto era pedra, lixo ou qualquer coisa que via pela frente.

Envy- Hei, fracassada! – Ana olha de onde poderia vir essa voz, nisso uma beyblade vem em sua direção, ela desvia se não acertava seu rosto.

Ana- Aí viadinho, aparece aqui se é macho!! – gritava, olhava em volta para ver se tinha alguém, até ver uma sombra se mexendo, ela lança a beyblade na sombra tentando acertar.

Envy- Chama isso de lançamento? – tirava sarro da outra.

Ana- Vou mostrar o lançamento, vou dar um soco nessa sua fuça! – olhava para os lados.

Envy- Se quiser me mostrar, me siga! – Envy que estava todo de preto e usava uma máscara que escondia o rosto, sai de cima de uma árvore e vai até o mesmo galpão que o 4° integrante atacou Tyson.

Ana- Foi você né bichona, precisou de mais 4 para atacar o Kai né? – irritada já com a brincadeira de pique.

Envy- Ah sim, mas não esquente, não precisa ficar com ciúmes, você vai ficar pior que ele! – pega uma bazuca e lança várias beyblades com lâminas para cima de Ana, que sai correndo, por sorte nenhuma acerta.

Ana- E pelo jeito também foram os responsáveis pelo ataque contra os bladebreakers na china.

Envy- Como sabe desse ataque? Que eu saiba eles não contaram para ninguém.

Ana- Tenho meus truques!

Envy- Hm... Posso saber qual seria? Já sei, vê gente morta! – zombando.

Ana- Não, mas eu as vejo morrendo, estou tendo uma visão agora de você levando um chute na cara! – desafiando o ser.

Envy- Isso eu pago para ver! – sem pensar duas vezes, ataca a própria bazuca em Ana, que desvia, na verdade a arma era apenas para distrair, enquanto ele acerta alguns socos e chutes.

Ana- Isso é tudo! – dá um soco na cara do Envy. – Você tem azar, me pegou num péssimo dia! – vai dar outro soco, mas Envy desvia e torce o braço dela.

Envy- Você que está com azar, porque eu sou muito bem treinado! – dá um soco no rosto dela.

Ana- Também rola e se finge de morto? – dá um pisão em Envy e o empurra, que vai perto da bazuca, ele a pega e atira mais beyblade que vão em alta velocidade em direção de Ana, que sai correndo e se esconde atrás de um painel de ferro. – E ganha o que depois do truque um osso ou ração?

Envy- Quero ver ser comediante agora! – atira varias vezes contra o painel, o painel não suporta mais e cede a pressão dos lançamentos, Ana consegue desviar de algumas beyblade, algumas apenas pegam de raspão.

Ana- Olha o lançamento agora! – atira na cara de Envy, mas faz apenas um arranhão.

Envy- Agora eu acabo com tua vida! – vai lançando, mas como é a lei, acaba as beyblades da bazuca. Envy larga a arma e vai no braço, os dois trocam vários socos e chutes, Envy dá um chute tão forte que joga Ana para longe.

Ana- Merda! – se levantando.

Envy- Agora acabou! – vai dar o golpe final, mas Ana no joelho do jovem, que o desaba no chão.

Ana- Seu merda! – e chuta outra vez, no estômago. – Acha que é só isso? – e dá outro chute. – Eu disse que eu vi você levando chute! – e chuta mais uma vez mas dessa vez no rosto, que nocauteia Envy. – Filho da mãe. – pega sua beyblade e sai do local.

FIM DO FLASHBACK.

Carter- Então você derrotou um dos capangas de Voltaire? – estava satisfeito ao ouvir, Voltaire tinha falhado em eliminar a testemunha.

Ana- Lóóóógico! – dizia como se fosse a coisa mais óbvia do mundo, mas era mesmo.

Carter- E porque deixou ele ir? Porque não o prendeu e o trouxe para cá? – dizia um pouco irritado, por ela ter deixado o jovem escapar.

Ana- Porque eu já ouvi a voz dele em algum lugar.

Carter- O que tem isso haver? – se irritando.

Ana- Porque eu tenho a certeza de que é de algum lutador daqui e está no campeonato.

Carter- E se acharmos ele... – entendo as intenções do plano da garota.

Ana- Achamos o pacote completo.

Carter- Você ganhou muitos pontos comigo! – sorrindo, por saber que eles iam ser pegos.

Ana- Hehehehe...

Carter- Vou achá-lo nem que eu tenha que falar com cada lutador.

Ana- Bem, eu tenho um suspeito claro!

Carter- Quem?

Ana- Envy, dos Dark Knights, mas não tenho certeza.

Carter- Certo! – os dois olham com vitória. – Esse malditos vão pagar!

Enquanto isso Voltaire recebe mais um telefonema.

Informante- Senhor trago notícias frescas, eu descobri onde esta o Kai, e dê um jeito em Envy.

Voltaire- Eu já soube da falha!

Informante- Não só isso, ele foi descoberto.

Voltaire- O quê? Eu dou um jeito, continue com o trabalho. encerra a ligação. – Rsrsrs... acabar com o velho Dickinson é fácil, e acabar com o Kai é mais fácil ainda. – se levanta e sai. – Então Daniel, como ele está? – falando com o jovem, ambos estavam em frente a uma porta.

Daniel- Vai sobreviver, não foi nada grave.

Voltaire- Então assim que ele acordar livre-se dele.

Daniel- Mas senhor... – Voltaire imediatamente olha com raiva para Daniel.

Voltaire- Ele foi descoberto, temos que nos livrar dele, se não todos vocês são pegos.

Daniel- E quanto ao Reaper?

Voltaire- Ele não irá trazer problemas.

Daniel- Como quiser senhor! – Voltaire sai do local até um outro quarto, lá estava um jovem deitado tranquilamente.

Voltaire- Quero falar com você agora, siga-me! – o garoto se levanta e segue Voltaire até o escritório dele – Escute, preciso que entre no lugar do Envy com os Nightfall.

4° integrante- Porque? – irritado. – Esse não foi o trato! Eu não quero lutar com aqueles moleques patéticos.

Voltaire- Você não tem o direito de me questionar! – dizia bravo. – Outra meu trato foi, você trabalha para mim e tem sua recompensa, sem perguntas.

4° integrante- Como quiser.

Voltaire- E outra, se digamos que pegue os bladebreakers nas semi-finais, de um jeito de lutar contra o Ray ou o Max, garanta que eles não levantem do chão.

4° integrante- Não, dos bladebreakers eu quero o Kai.

Voltaire- O Kai logo morre.

4° integrante- Eu já estava estranhando, com o veneno de minhas beyblades era para ele estar morto faz tempo.

Voltaire- Você não o envenenou.

4° integrante- Como não?

Voltaire- Eu troquei as beyblades.

4° integrante- Você o quê? – diz irritado encarando Voltaire.

Voltaire- Eu dei uma droga especial para o Kai.

4° integrante- Porque fez isso?

Voltaire- Assim ele vai sofrer mais e vão pensar que foi apenas uma doença... ou várias no caso dele.

4° integrante- Como assim? – Voltaire pega uma maleta.

Voltaire- Kai desenvolveu várias doenças depois que saiu da abadia quando criança, logo após o desastre da Black Dranzer, graças à uma droga experimental, ele foi curado.

4° integrante- Então essa droga...

Voltaire- Isso, essa droga cortou o efeito.

4° integrante- Eu querendo acabar com ele, com minhas próprias mãos. Você dá um jeito de ele morrer por causa de uma doença? – esclarecendo sua dúvida.

Voltaire- Temos outra prioridade no momento. – abre a maleta, tinham dois vidros. Um tinha um líquido roxo e outro amarelo desbotado. – Infelizmente precisa de duas doses, se quiser... – pega o vidro amarelo e coloca na mesa. - ...Vai ser o único momento para matá-lo.

4° integrante- Não! Esse não foi o trato! – bateu na mesa de raiva.

Voltaire- Se não quiser fazer isso, azar o seu. – guarda o líquido amarelo, no bolso do casaco. – Amanhã irá lutar no lugar do Envy, faça isso. – dizia em tom de ordem.

4° integrante- Claro senhor, pode deixar! – sai com raiva do escritório, vai até seu quarto e fecha a porta com raiva. – Maldito, você vai me pagar! Vai me pagar!

Fim do capítulo!

Então, aqui vai um momento descarrego, tudo que eu tinha planejado, foi por água a baixo, não terá especial de natal do retorno, mas terá com certeza minhas respostas dos desafios, gente foi mal mesmo pela demora, mas como eu expliquei no começo não estava com net, e não consegui lan-house para postar, então sorry... ah e eu tinha planejado uma lutinha nesse capítulo, mas ficará para o próximo mesmo.

Então... ah e está perto... quem é o quarto integrante? Huahuahuahuahauahuahuahu.

Beijos a todos e até mais!

Ps: Desculpe pelos erros!