Notas da Autora:
Obs.Os personagens pertencem à tia Steph, mas se fossem meus, há as possibilidades...
Obs.Fic 100% Beward
Obs. Historia para maiores de 18 anos
Capitulo Cinqüenta e Quatro
7º Mês
Pov. Bella
Passei a mão na minha barriga e dei um longo suspiro, meu pai correu imediatamente para meu lado e rolei os olhos.
- Não foi nada pai.
- Oh, tudo bem. – ele se sentou em sua poltrona e folhei uma revista, estava entediada, a viagem de Edward estava muito longa e isso estava me deixado deprimida. Já fazia duas semanas que ele estava longe.
As noites estavam um tormento, sem Edward para me abraçar, sem contar que eu praticamente dormia sentada, a barriga estava grande incomoda demais. Me movi desconfortável e meu pai se preparou para levantar e ameacei levantando a mão. Ele sorriu amarelo e voltou a se sentar.
Cansada de ficar na sala com meu pai de vigia me levantei e disse que ia deitar. Ele me olhou sorrindo.
- Mais está cedo querida.
- Estou cansada pai. E minhas pernas doem um pouco. – ele assentiu e voltou a atenção a seu jornal.
Fui para cima e entrei em meu antigo quarto, sorri lembrando de como era antes de Edward. Eu era realmente uma garota inocente e boba, e agora era uma mulher casada e grávida de gêmeos. Quem poderia imaginar.
Deitei em minha cama e me senti desconfortável e sentei, estiquei as pernas e peguei um livro que tinha na mesinha ao lado da cama. Folhei algumas paginas tentando me encontrar quando ouvi meu celular, abri a tela e sorri ao ver "Meu Edward" piscando.
- Aloooou. – atendi animada e ouvi sua risada gostosa.
- Ah como adoro quando me atende assim. – eu sorri mais.
- Ao que devo sua ligação?
- Nada de importante. Estou com saudades. – eu sorri.
- Também Edward. Quando volta.
- Amanhã.
- Mesmo?
- Sim, não agüento mais ficar longe.
- Bom. E conseguiu resolver tudo?
- Sim. Já resolvi com Emmett e os outros agentes que manterei residência aonde você decidir estudar. Mais irei fazer concertos, com tanto que fique no máximo três dias fora.
- Bom.
- Aluguei a casa de Londres. Eu ia vender, mais vamos deixá-la para nossos filhos.
- UAU, você é um pai bem legal em. – ele riu.
- Então o que está fazendo?
- Nada, só deitada.
- Hummm? Deitada?
- Sim. – falei confusa.
- E o que está usando?
- Edward!
- O que? Só estou curioso. – eu ri.
- Você é terrível. – ele riu.
- Eu sei que você gosta.
- Estou com saudades.
- Eu também minha menina. Mais assim que eu voltar, vou te abraçar e não soltar nunca mais.
- Bom mesmo. Espero que não esteja se reencontrando com antigas namoradas.
- Bella eu nunca tive namoradas.
- Não?
- Não amor, eu tinha amantes.
- Edward! – ele riu.
- Mais a única mulher que eu amei foi você, e que sempre vou amar. – sorri.
- Ok.
- Agora vou desligar para você descansar.
- Ok. Beijos amor, te amo muito, e volta logo.
- Vou voltar o mais rápido possível. Te amo minha menina.
- TE amo meu pianista gostoso. – ele riu alto.
- Ah lembro quando você era inocente.
- Sente falta?
- Que nada. Adoro quando você fica safada.
- Edward! – ele riu alto.
- Durma bem Bella, e descanse.
- Ok. Te amo.
- Também te amo. – já ia desligar quando Edward gritou. – coloca o telefone na barriga. – eu ri e obedeci ouvindo sua voz alta.
- Papai ama vocês e está com saudades. Lizzie se comporte em. Robert seja bonzinho, enquanto eu estou fora você é o homem da família. – minha barriga tremeu e eu ri. – O que foi? – ouvi sua voz alarmada e voltei com o telefone para meu ouvido.
- Eles chutaram. Sabia que quase não chutam quando você está longe.
- Você sabe o que isso significa né?
- O que?
- Que eles gostam mais de mim.
- Edward!
Ainda ficamos falando mais um pouco e desliguei com um aperto no coração. Sentia saudades do meu Edward. Deitei o mais confortável que essa barriga permitia e adormeci.
[...]
- Alice, eu preciso sentar. – resmunguei sentando em uma cadeira quando passamos em uma lanchonete. Assim que amanhecera, Alice me arrastara para o shopping, dizendo que não podia ficar o dia inteiro em casa, só por que Edward viajou. Mesmo que ele voltasse hoje, eu tinha que me mexer.
- Mais Bella, a gente ainda tem que comprar fraldas.
- Diga isso para meus pés. – apontei para meus pés inchados e ela riu.
- Desculpe amiga. Mais estou ansiosa aqui. Os bebês podem chegar a qualquer momento. – eu ri e tirei minhas sandálias.
- Ainda bem que está empolgada, você será uma ótima madrinha. – os olhos de Alice se arregalaram e ela ficou muda.
- Alice?
- Alice?
OMG! Quebrei ela.
Me levantei com dificuldade e fui até ela e a balancei pelos ombros. Ela piscou e me olhou, com um sorriso estranho.
- Você está bem?
- Bem, bem, você sabe o que acabou de dizer?
- Que você será uma ótima madrinha.
- AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAh.
- Alice?
- Isabella Marie Masen. Como você me fala que eu sou madrinha a poucas semanas dos meus afilhados nascerem. OMG, eu tenho que comprar sapatos e roupas, e brinquedos, OMG, é tanta coisa... – dei um chacoalhão em Alice que parou de falar e me olhou.
- Calma. Respira fundo. – ela obedeceu. – Melhor? – ela assentiu.
- E preciso comprar alguma coisa especial, sabe para sempre se lembrarem da madrinha Alice, serio isso soou tão perfeito, madrinha Alice, a minha cara você não acha...
Alice continuou falando e ri, já ia voltar para minha cadeira quando uma pontada fez minhas pernas tremerem.
- Merda! – resmunguei e agarrei o ombro de Alice com força.
- Bella? – ofeguei com mais uma pontada e olhei desesperada para Alice.
- OMG!
- O que? O que?
- Preciso ir ao medico.
- OMG. Vai nascer? Mais ta muito cedo. Ainda tem um mês e meio. E se não der tempo? E se você tiver os bebês no meio do shopping, eu não seu fazer parto, eu desmaio quando vejo sangue...
- ALICE... – ela me olhou nervosa e respirei fundo. – Se acalma eu preciso de você agora. – ela assentiu freneticamente e respirei fundo.
- Tudo bem Bella. O que vamos fazer?
- Primeiro vamos até o carro. Enquanto isso ligue para o meu medico, depois Edward.
- Ok. – Alice me ajudou e começamos a andar em direção ao estacionamento. Assim que chegamos Alice abriu o carro e jogou todas as sacolas lá dentro e fechou a porta sem esperar eu entrar, correu para o banco do motorista e deu partida no carro.
- Alice. – chamei e a ouvi xingar e sair do carro correndo e vir até mim.
- Desculpa. – assenti e ela me ajudou a entrar no banco de trás e voltou para o banco do motorista. – Agora eu peguei tudo. Peguei tudo Bella?
- Pegou Alice.
- OK. – ela meteu o pé no acelerador e começou a dirigir como uma louca. Me segurei no banco quase cravando minhas unhas no estofado.
- Alice. – gritei e ela se desculpou diminuindo um pouco a velocidade. Respirei aliviada e peguei o celular ligando para o Dr. Demetri e avisando que estávamos chegando.
Assim que desliguei comecei a ligar para Edward e nada. Caia direto na caixa postal. Caralho, ele me liga vinte vezes por dia, e quando eu preciso desliga o celular.
Continuei tentando o celular, quando Alice chegou no hospital, Dr. Demetri me esperava com uma cadeira de rodas.
- Isabella.
- Edward não está.
- Bella. – eu sorri mais fiz uma careta quando senti outra pontada e me abracei de dor.
Enfermeiros me ajudaram a sentar e entreguei o celular para Alice.
- Continue tentando.
- Claro. – ela discava para Edward enquanto me seguia, o medico me levou para um quarto e me deitaram na cama.
- Como se sente?
- Horrível. Está na hora mesmo?
- Acredito que sim. Vamos fazer alguns exames e já saberemos. – assenti fazendo mais uma careta e o desespero me tomou.
Eu sabia que era a hora, eu sentia. Mais eu queria que Edward estivesse comigo. Respirei fundo e toquei meu ventre volumoso.
- Agüentem mais um pouco bebês, papai já vai chegar.
