"Aria?" Eu chamei baixinho, senti o lado da cama onde ela estava deitada frio e fiquei automaticamente alerta. Ela estava grávida de cerca de 4 meses e se aconteceu alguma coisa? Ela não deu sinal da sua presença no quarto. "Aria?" Chamei um pouco mais alto. Nada.

Saí do quarto com a vela na mão percorri grande parte da casa. Até encontrar uma luz fraca na sala. "Aria?" Chamei baixinho para não a assustar.

"Acordei-te?" Ela pergunta. Parecia tão cansada sentada no sofá com a mão na sua barriga.

"Não, eu acordei sozinho. Não te senti ao meu lado, passa-se alguma coisa contigo? É o bebé?" A barriga dela já se notava bastante bem.

"Está tudo bem, tinha muito calor no quarto." Diz ela. Os últimos dias têm sido muito quentes e eu não podia fazer nada para a ajudar.

"Eu vou abrir as janelas, vamos tentar dormir." Nunca gostei muito de abrir as janelas do quarto enquanto estava a dormir porque há muito tempo atrás alguém tentou assaltar a casa, mas com este calor ela tinha razão estava insuportável.

Ela sorri. "Eu sinto-me tão cansada que não sei se sou capaz de dormir."

"Claro que sim meu amor, vamos ter uma noite descansada." Beijo-lhe a testa assim que ela se levantou para voltarmos para o quarto.

Ajudei-a a deitar-se e ela reclamou como sempre fazia ultimamente. Estou grávida, mas eu sou capaz. Ela dizia. Abri uma das janelas e juntei-me a ela. "Está melhor?"

"Não noto diferença ainda, mas eu vou resolver isso." Ela começou a tirar a camisa que tinha para dormir que era longa e com certeza um pouco quente demais. No final atirou a camisa para o chão e deitou-se nua.

"Assim vai arrefecer demais." Digo-lhe.

"Mas eu sinto-me muito melhor assim." Ela diz querendo parecer inocente.

Cobri-a apenas com o lençol fino. "Bem, por muito que eu goste de ver o teu corpo não quero que fiques doente. Pode ser mau para o bebé."

A cara dela ficou um pouco mais séria ao ouvir aquilo. "E se eu for uma mãe irresponsável?" Ela tinha muitas perguntas como esta ultimamente. E se não for boa mãe? E se não for capaz?

"Aria, tu és perfeita e o nosso filho ou filha vai ter muita sorte em te ter. Eu também não estou seguro se vou ser capaz, mas contigo ao meu lado é impossível correr mal. Nós vamos conseguir juntos." O beijo que partilhamos foi apaixonado.

Ela sorri mais uma vez. "Tu mimas-me muito." Ela puxa mais lençol para ela.

"Estás confortável?"

"Estamos bem." Diz ela referindo-se e ela e ao nosso bebé. Era impossível não sorrir para ela.


Quando voltei a tomar consciência tinha a minha esposa nua agarrada a mim ainda a dormir. A minha mão estava na barriga dela. Eu sentia-me na obrigação proteger tanto os dois. Eu não queria mais nada no mundo.

Ela acordou pouco tempo depois com a claridade da janela ligeiramente aberta, uma brisa suave e agradável entrava o que nos tirou do calor infernar que o quarto estava durante a noite. "Bom dia querido." Diz ela esfregando os olhos.

Beijei o topo da sua cabeça. "Bom dia meu doce. Conseguiste dormir bem?"

"Sim, muito melhor na segunda parte da noite." Diz ela subindo em cima de mim.

"O que vais fazer?" Ela começa a beijar-me os lábios e o pescoço. Eu já me estava a começar a sentir duro. "Aria, tens de parar."

"Porquê Ezra? Eu quero tanto, desde que te contei que estou grávida não me queres tocar dessa maneira."

"Eu sei. É difícil para mim também, mas se faz mal ao bebé?"

"O bebé vai ficar bem." Ela sussurrou ao meu ouvido provocando-me. "Vamos Ezra tu também queres… eu sinto-o." Ela estava a torturar-me passando a mão sobre o tecido das minhas calças.

"Aria…" Eu estava tão carente do seu toque que deixei os meus olhos fechar com o prazer. "A sério… tens de parar, por favor." Eu implorei.

"Não resistas." Ela disse sedutora expondo o meu membro e beijando-o suavemente.

Eu agarrei o lençol com força impedindo-me de a agarrar e libertar a tensão dos últimos 4 meses. Ela tomou-o na boca satisfazendo-me. "Aria… baby…" Não sei se foi do tempo que não tive contacto, mas este foi o melhor oral que ela me deu até agora.

Depois de todo o prazer ela falou. "Soube bem?" Ela pergunta já deitada ao meu lado com a mão no meu peito.

"Foi incrível, mas não tinhas de fazê-lo."

"Eu queria muito amor." Ela coloca a cabeça no meu ombro e podia sentir a respiração suave dela no meu pescoço.

"Se bem te conheço ainda não estás satisfeita." Ela pareceu corar. "Não imaginas como tem sido difícil controlar o desejo que sinto por ti." Era a minha vez de ficar sobre ela.

"Não tens de controlar, só tens de me dizer." Diz ela.

Coloquei a minha mão na barriga dela. "Eu acho que posso satisfazer a minha rainha sem magoar no nosso bebé." Aria riu quando beijei a sua barriga, ela tinha cocegas.

Beijei-a com paixão e voltei a deitar-me ao lado dela sem deixar de a beijar. Todas as marcas que tinha feito da última vez já tinha desaparecido e ela estava a pedir por mais. Eu não queria parecer tão agressivo como a última vez. Deixei apenas uma marca e fui mordendo e beijando o pescoço dela com prazer. A respiração dela já não era tão suave como antes. "Toca-me." Ela pediu.

"Exigente como sempre." Digo ao ouvido dela enquanto brincava com a parte interna da coxa dela sem tocar onde ela queria. Comecei a senti-la frustrada e então toquei-a. Ela suspirou e ficou mais calma com o meu toque. Eu não deixei de beijar o pescoço dela. "Estás muito molhada." Digo-lhe rouco ao ouvido dela.

"Para ti meu amor." Ela diz. Beijei-a com mais paixão e não parei de brincar com o centro dela. Ela ficou cada vez mais ofegante e sabendo que ela estava perto removi a minha mão. "Porque paraste?" Ela quase grita chateada.

"Não quero que acabe tão rápido linda." Mordi delicadamente o mamilo rosado dela.

"Estás a provocar-me…"

"Eu adoro fazê-lo e tu já sabes." Digo antes de fazer o mesmo no outro.

"Não me tortures." Diz ela suplicante.

"Nunca… só te quero dar prazer." Eu voltei a colocar a mão no meio das pernas dela. Ela gemeu de contentamento quando desta vez deslizei dois dedos dentro dela.

O ritmo ficou um pouco mais rápido, a respiração dela mais forte e eu estava a ficar novamente excitado em vê-la assim. Ela tinha de ficar satisfeita com isto ou não sei o que posso fazer mais para me controlar.

Ele ficou posicionado no meio das minhas pernas como se me fosse penetrar, mas em vez disso não parou de deslizar os dedos dele dentro de mim e usou a sua própria língua em mim. A boca morna dele deu-me ainda mais prazer. "Ezra…" Eu estava muito perto do meu grande prazer, já podia sentir a sensação a chegar. "Ezra…" Ele intensificou ainda mais os seus movimentos o que me faz chegar ainda mais rápido, exausta, mas feliz.


(emoji com cara safada) Esta é a última cena de amor nesta história... Tá quase! Ainda estou a sentir que me vão matar com o final a isto xD

EzriaBeauty: O Ezra é super protector com a Aria desde o inicio, a gravidez só intensificou o comportamento e é super fofinho! (vamos lá ver se ele vai ser mesmo pai)

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